VIOMUNDO

Diário da Resistência


Rovai: Parte da esquerda quer entregar o governo ao Mourão por não saber ler direito a bula do remédio
Renato Rovai: Mourão é o acordo com o Supremo e com tudo. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Política

Rovai: Parte da esquerda quer entregar o governo ao Mourão por não saber ler direito a bula do remédio


27/01/2019 - 15h09

A esquerda burra quer entregar o governo para o Mourão

Mourão é o acordo com o Supremo e com tudo. Com a Globo, o mercado (Paulo Guedes ou outro pior), a Lava Jato (Moro ou outro pior) e os militares (e tudo o que há de pior)

Não há nada mais estúpido neste momento que cair na armadilha Mourão.

Mas há uma boa parte do campo progressista que acha que ele pode ser um caminho institucional para escapar do bolsonarismo do tipo a terra é plana. Ledo engano. Ingenuidade. Burrice.

Mourão é o acordo com o Supremo e com tudo. Com a Globo, o mercado (Paulo Guedes ou outro pior), a Lava Jato (Moro ou outro pior) e os militares (e tudo o que há de pior).

Não existe caminho por dentro do bolsonarismo que seja melhor do que o próprio Bolsonaro exercer a presidência para a qual ele foi eleito.

A democracia brasileira é uma falácia. Uma caricatura de democracia. E só por isso Jean Wyllys teve que renunciar o seu mandato.

Um parlamentar não podia descer do seu apartamento para ver o eclipse da lua ou pegar uma pizza.

Era refém de um esquema fajuto de segurança que não lhe garantiu sequer fazer campanha.

Era um sequestrado público. Tinha uma vida farsa. Não errei na digitação. É farsa, não falsa.

Porque tudo que Jean não pode ser chamado é de falso.

E agora alguns militantes que respeito do campo progressista começam a se encantar com o canto da seria global, o Mourão.

Ele não é nada mais do que o arranjo da elite que pode levar o país a 20, 30 anos de inferno.

Mourão era o plano original de uma boa parte do que há de pior das Forças Armadas, que tem gente séria, mas que atualmente é minoria.

Em 2016 conversei com muitas fontes de dentro das casernas que me diziam que Bolsonaro não seria o candidato a presidente. Que o nome das Forças era Mourão ou o general Heleno. Que Bolsonaro sairia a senador pelo Rio de Janeiro.

Mas o capitão cresceu nas pesquisas e houve um acordo. Mourão se tornou vice e general Heleno foi para o cargo mais importante deste governo, a GSI. Abandonou o ministério da Defesa para estar no Palácio.

Os filhos de Bolsonaro já perceberam que tem um governo sequestrado. Estão lutando para manter o pai como líder. Mas sabem que não têm condição de lutar se não mantiverem a bateria da escola de samba ativa. Ou seja, a turma olavista sempre em pé de guerra.

Por dentro já se constrói o dia seguinte com Mourão, o Supremo, Guedes, Globo, Moro e tudo mais.

Não há nada mais burro do que chancelar este caminho, que colocará o Brasil no pior dos mundos.

Não contem com a nossa conivência e ingenuidade para isso. As Forças Armadas brasileiras não podem e não devem ser estigmatizadas e nem criminalizadas do ponto de vista político. Mas o general Mourão não é o que ela tem de melhor a oferecer ao Brasil. Muito ao contrário.

As declarações que parecem sóbrias de Mourão em meio às maluquices de Bolsonaro são uma estratégia para a conquista de um poder total por parte do que há de mais reacionário no país.

Sim, um projeto mais organizado do que o bolsonarismo. E muito mais perigoso.

Que uma parte da esquerda está comprando porque não sabe ler a bula do remédio.

Infelizmente é com isso que contamos hoje.

Mas não contem com este blogueiro para bater palmas para o grande acordo que vai nos levar a um abismo mais profundo.

Mourão não é solução. É a tragédia com a paz sem voz. É a metástase.

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



17 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

lulipe

28 de janeiro de 2019 às 18h24

Quanta bobagem nesse texto…O choro é livre, lula não!

Responder

roberto quintas

28 de janeiro de 2019 às 18h15

Queremos entregar… como se fosse nossa propriedade… quem é burro?

Responder

emerson57

28 de janeiro de 2019 às 10h33

control c control v
Por ser real, bem redigido e importante,
copiei e colei no meu blog no GGN

Responder

DARCY BRASIL RODRIGUES DA SILVA

27 de janeiro de 2019 às 21h23

Talvez, se Rovai tivesse escapado momentaneamente de um plano para assassiná-lo, urdido por narcotraficantes bolsonaristas (com o perfil dos milicianos que integram a base de sustentação de Bolsonaro, portanto), seguindo ameaçado, correndo risco de vida, sem ter,entretanto, as garantias nem a escolta policial de que desfruta uma autoridade como um parlamentar jurado de morte, ele pudesse perceber a diferença abissal entre Bolsonaro e Mourão. As milícias, com o seu código de mafiosos, são as Forças Armadas e o código moral de Bolsonaro. O assassinato sistemático de militantes de esquerda é um projeto desse grupo. Teríamos muitas Marieles sem que se pudesse acusar o governo de ser responsável diretamente por tais crimes (aliás, o debate entre Nassif e um comentarista de direita sobre se as ameaças contra pessoas de esquerda representam o advento do fascismo é bastante ilustrativo desse propósito de terceirização dos crimes, antes praticados por membros do aparato de repressão das ditaduras, para criminosos comuns, paramilitares). Face a esses assassinatos, o governo poderá ser acusado apenas de não prender os responsáveis, como se acusa atualmente os governos em relação aos assassinos de Marielle, o que representa um desgaste calculado para esse projeto de eliminação física de democratas e pessoas de esquerda. Mas não terá que sujar as mãos de sangue diretamente, como ocorreu na ditadura de Pinochet, por exemplo. Bolsonaro representa ainda o respaldo institucional para um projeto de poder nacional das milícias, que busca conquistar o tráfico de entorpecentes às organizações criminosas tradicionais, como o PCC e o Comando Vermelho, passando a comandá-lo nacionalmente, ao lado de seus amigos íntimos, os tais Barões da Cocaína, como se supôs que Aécio Neves e Zezé Perrella fossem, à sombra do Estado. Em vez de combater o tráfico como se fez até hoje, o governo Bolsonaro tenderá, ao contrário, a colocar o Estado a serviço dos interesses dessas milícias, combatendo os traficantes tradicionais, enfraquecendo-os, para favorecer aos interesse de controle dos milicianos desse comércio ilegal. Rovai vive no mundo da Lua, como, de resto, a maior parte dos militantes da esquerda institucional, apostando no desgaste do governo Bolsonaro e em uma retumbante vitória do PT em 2022. Uma via institucional limpinha, saída de seus sonhos de esquerda com origem na classe média. Mourão representa o fim da terrível ameaça do empoderamento das milícias paramilitares (quem conhece a história da Colômbia poderá intuir o significado político desse poder fora do alcance da lei), e apenas isso, é verdade. O programa econômico do governo Bolsonaro não se modificará com o general vice-presidente. As políticas contrárias aos direitos sociais e trabalhistas prosseguirão, sem dúvida. A Globo regressará ao lugar que sempre lhe coube, como porta-voz do capital financeiro nacional e internacional. A única conquista que o general Mourão significaria para mim seria o direito de poder continuar vivendo com a segurança de que desfrutei até a chegada de Bolsonaro ao poder, sem correr o risco de ser morto por assassinos profissionais acobertados por um governo mancomunado com bandidos. Mourão não tem ligações com milícias. Essa diferença pode parecer pequena, mas é fundamental. Ela pode significar a vida de muitos companheiros e de pessoas progressistas. Quantos militantes comuns terão que ser mortos para que Rovai compreenda o perigo de extermínio de pessoas de esquerda que Bolsonaro representa?

Responder

    Julio Silveira

    28 de janeiro de 2019 às 07h39

    Evidentemente discordo de vc, porque para mim vc avalia a situação baseado mais em uma impressão pessoal do que na lógica. Por que veja bem, qual a diferença para um morto se ele foi morto por milicianos ou pelas forças obscuras do estado? O que ele pode levar é a dignidade se individuo morre pelas ações positivas que praticou, como a preservação de seu carater. Com a chegada dessa turma tresloucada, adoradora das armas, ao poder não viveremos tempos de garantias de vida para ninguem, cidadão. Nem para eles. No meu entendimento essa fraqueza de se acreditar haver algo melhor ou mesmo menos ruim, deixando de se opor ao todo que é ruim e veio junto, por covardia, adesismo, ou lá a ação que se queira tomar que signifique capitulação foi o que tornou a esquerda essa boa laranja de todas as horas para uma direita mercenaria, impatriotica, venal, assassina com luvas, desde o advento do imperio. Aprendamos com a historia. Quando o simbolo maximo da direita mundial capitulou se suicidando seus lugares tenentes foram julgados e condenados, a excessão dos que fugiram. É um conjunto, é um pensamento comum, estão todos ligados. E a direita brasileira não é o capitalismo ela se esconde nele, usa ele por que convém, mas na verdade é uma cultura nefasta muito particular e egoista do tipo coisa nossa contra a qual todo cidadão com um minimo de brio deve perseverar e lutar contra para que este país se torne uma nação de todos. Caso contrario será sempre isso aí ( como diz o mico com seu bordão) milicias, trafico, cada um servindo a interesses de elites sem qualquer empatia com o povo, muito menos com a patria.

    Resistência antifascista

    28 de janeiro de 2019 às 15h41

    Quer dizer que, para a sua impressão pessoal, a impressao pessoal do Darcy acreditou que narcotraficantes bolsonaristas planejavam assassiná-lo, e, se não fossem estes narcotraficantes que se empenharam a fundo para eleger Bolsonaro narcotraficantes, outros, mesmo não sendo milicianos, criminosos, vinculados a Bolsonaro, teriam planejado o assassinato dele do mesmo modo, porque os milicianos paramilitares e os militares como Mourão defendem os mesmos métodos de extermínio de indivíduos de esquerda. Essa é boa!

fernando Carneiro

27 de janeiro de 2019 às 20h25

Desculpe-me mas discordo. A tradição das FFAA é golpista desde a proclamação da república.

Responder

Zé Maria

27 de janeiro de 2019 às 20h21

https://pbs.twimg.com/media/Dx8sYLhX4AAdeh0.jpg
‘Delegação do Eexército israelense chega hoje para auxiliar
nas buscas de Desaparecidos na Lama em Brumadinho’
.
Será que as Forças Armadas do Brasil são tão incompetentes
que precisam chamar soldados israelenses para realizar
Buscas dos corpos das vítimas do Crime Ambiental da Vale?

“Querem salvar vidas aqui
enquanto eliminam vidas lá?”

Movimento dos Atingidos por Barragens
https://twitter.com/MAB_Brasil/status/1089638762706096132

Responder

GUSTAVO

27 de janeiro de 2019 às 19h39

Em vez de decidir quem vai governar, a esquerda deveria fazer uma reflexão para saber porque ela foi tão surrada nas urnas pela sociedade brasileira. E pedir desculpas pela crise econômica, ética e moral em que ela afundou a vida das pessoas deste país.

Responder

    Gilmar Antunes

    27 de janeiro de 2019 às 23h28

    A culpa da esquerda que governou o país durante 13 anos, no meu entender, restringe-se a ter permitido a participação de políticos sujos como do PMDB – Temer, Moreira Franco, etc – e uma rede de partidos que já estavam envolvidos em corrupção, que a esquerda e o próprio PT não cuidaram de investigar. Na prática, acobertou os maus feitos desses partidos de “sustentação” dos governos petistas, preocupados em garantir a “governabilidade”.
    A responsabilidade pelos maus feitos desses partidos, ao que parece, não nos autoriza a dizer que as esquerdas “afundaram o país” na corrupção, pela qual deveriam pedir desculpas. Não!
    O que parece verdadeiro é que as esquerdas, embora tenham convidado e convivido com as raposas que convidou pra tomar conta do galinheiro, eram um entrave a essas raposas, que não estavam tão dispostas a compartilhar o espaço politico que as esquerdas lhes ofereciam e, por isso, resolveram golpea-las.
    Então, se há uma erro cometido pelas esquerdas, ao que parece, foi o de confiar em gente que não era digna da confiança que lhe depositaram, acreditando que isto garantiria a suposta governabilidade.
    E, obviamente, não se pode culpar a vítima pela violência por ela sofrida, razão pela qual não é da vítima que se devem cobrar desculpas pelos infortúnios que os verdadeiros culpados impuseram ao país.

Zé Maria

27 de janeiro de 2019 às 18h53

General Mourão Modifica Lei de Acesso à Informação (LAI)
limitando a Publicidade de Dados do Governo, por Decreto

O decreto modifica a Lei de Acesso à Informação (LAI),
que entrou em vigor em 2012 durante o governo Dilma Rousseff (PT),
criando mecanismos para que qualquer pessoa física ou jurídica
tivesse acesso às informações públicas dos órgãos e entidades,
sem necessidade de apresentar justificativa para a consulta.

A deputada federal reeleita Margarida Salomão (PT-MG) foi enfática em sua conta no Twitter:

“É a volta da censura. O governo recorre mais uma vez a um decreto para fazer mudanças de forma autoritária.
Aliás, autoritarismo é a palavra correta”.

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) usou a mesma rede social para criticar o decreto assinado por Mourão:

“Depois das movimentações financeiras suspeitas e das relações do clã Bolsonaro com milicianos, o governo enfraquece
a Lei de Acesso à Informação dando poder a assessores
para declarar que um documento é sigiloso.
Um ataque à transparência e à democracia”.

Também pelo Twitter, Alexandre Padilha (PT-SP), deputado e ex-ministro da Saúde, lamentou a medida e lembrou que a imprensa utiliza amplamente a Lei de Acesso à Informação para fiscalizar os três poderes:

“Principal instrumento da sociedade para se informar
sobre o que os governos querem esconder,
a LAI era muito utilizada por jornalistas investigativos”.

https://www.brasildefato.com.br/2019/01/24/mourao-modifica-lei-de-acesso-a-informacao-e-dificulta-acesso-a-dados-do-governo/

Responder

Julio Silveira

27 de janeiro de 2019 às 17h58

Fala sério, se a elite do pensamento esquerdista está pensando isto então está faltando vergonha na cara dessa gente. Será que não perceberam o que se sucedeu com o Lula, que cometeu o mesmo erro de subestimar o poder de agutinação dessas oligarquias impatrioticas mas altamente mercenarias? Será que não aprendem com o passado de repressão e golpes contra as constituições, desde o imperio? Esquerda burra essa, mas provavelmente pela incapacidade de se verem fora do contexto formal burguês, onde transitam com bons whiskys, bons Moets Chandon, ou ainda um bom havana legitimo, habito de consumo de todo bom burguês que uma certa esquerda aderiu, essa que tem justicado ser a esquerda que a direita gosta. Ou melhor, a esquerda que curte ser laranja da direita.

Responder

Jotage

27 de janeiro de 2019 às 17h34

Estava escrito nas estrelas, nas quatro.
Bolsonaro só é o bobo da vez, que serviu de cavalo. Se não fosse ele, seria o Alckmim, o Dória, o Meireles. Todos eles com uma ficha corrida mais que suficiente para serem alijados da presidência após as eleições.
O golpe do deep state foi muito bem pensado, com a montagem antecipada de um tribunal de exceção em Porto Alegre e com a primeira fileira de batalha em Curitiba. Isto permitia alijar da disputa qualquer um que não pudesse ser cavalgado, e então apostar no cavalo vencedor.
Uma vez definido que os zumbis votariam no Bolsonaro, só foi preciso indicar quem do PT iria perder as eleições para ele.Com certeza já tinham este nome acertado desde muito.
Em suma, o golpe funcionou às mil maravilhas. Agora é só jogar Bolsonaro às feras, e teremos a zumbilandia toda comemorando a volta dos “íntegros” militares.
Como disse o general, já estão se preparando para reescrever a constituição, com a ajuda de notáveis, banqueiros, militares, ulstras, moros e grande mídia.
Bom, fomos nós como povo que permitimos toda esta maracutaia, portanto, vamos pagar por ela , por muitos anos.
Se um dia ainda existir pais, poderemos formar uma oposição a isto, porque hoje eles continuam elegendo também a oposição.

Responder

Morvan

27 de janeiro de 2019 às 17h27

Boa tarde. Não sei o que o articulista considera como “parte da esquerda” nem, em havendo-o, qual a proporção de gente, de esquerda, mesmo, cairia nesse conto do quepe.

Mourão não é solução. É a tragédia com a paz sem voz. É a metástase.

. Concordo, só não vejo alternativa, mesmo não sendo parte da “parte da esquerda” que mourou, se lhe o há, repito. Mourão é a sequência, e, se tudo estiver nos conformes, para o Império, não passa por nós.
E, para finalizar, o golpe, exemplo de todos, foi, é profundamente pedagógico, para a esquerda:
Se alguém cria na lenda urbana do militar patriota, não mais.
A esquerda (para mim, esta é uma afirmação compósita, não “parte da esquerda“) se prepare para a volta ao poder, um dia (minha geração, por certo não verá isso!) e aprenda a não confiar em quepe nem em togas.

Saudações “#LulaLivre é uma luta de [email protected] Não é luta de uma facção, ou de um país; é Justiça, no seu sentido puro.”.

Responder

Sérgio Montmorency Pestana

27 de janeiro de 2019 às 17h05

Ninguém que venha desses extratos (militares e políticos do DEM. PSDB, MDB, e outros) não merecem créditos. Todos têm um viés (desculpe-me o termo) golpista. A ação a ser desenvolvida é : organizar novas eleições sem aqueles elementos e muitos outros que formam pequenos partidos, com nova Constituição Federal, e ramificações pelos estados e municípios. E acima tudo um novo STF, com eleições diretas. para seus componentes com um prazo de atuação de 8 anos. Além disso, aprovar referendos, consultas, etc. Logo, maior participação popular.

Responder

fernando Carneiro

27 de janeiro de 2019 às 16h53

Essa esquerda não me representa. Sem acordo. Mourão é o símbolo do reacionarismo e do conservadorismo. Representa a maçonaria e o que há de mais retrógrado possível. Bolsonaro não. Mourão também não.

Responder

a.ali

27 de janeiro de 2019 às 15h32

” As declarações que parecem sóbrias de Mourão em meio às maluquices de Bolsonaro são uma estratégia para a conquista de um poder total por parte do que há de mais reacionário no país.” – eis o resumo de toda essa ópera. já tinha falado sobre isso, o mourão passa a mão na cabeça, por ex. da midia, posa de “liberal” sorri, afaga, balança o berço … mas não esqueçam que faz parte do esquema e o bozo foi colocado na cabeça de chapa porque levaria a eleição, como aconteceu, já que tem “público” do mesmo quilate e agora, é só dar passagem para o vice e emborcamos, de vez, sonho dourado não só dos milicos mas de parte da sociedade alienada. e agora com o desgracedo de brumadinho a mídia esquece um pouco e deixa em paz as trapalhadas da “famíglia” e qdo. nos dermos conta a milicada estará montada na nossa corcova. é o mesmo que trocar 6 por meia dúzia! então a saída é mt. luta e resistência!

Responder

Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.