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Política

Rodrigo Vianna, as capas da Veja e a carta psicografada do Brizola


13/04/2010 - 22h49

Do blog do Onipresente, via Quanto Tempo Dura, via Escrevinhador, a montagem acima é auto-explicativa.

O Rodrigo Vianna faz sua análise aqui.

E, além disso, publica carta escrita por Leonel Brizola a José Serra, psicografada através do deputado Brizola Neto, no seu Tijolaço.

Um pequeno trecho:

Li boa parte de seu discurso, senhor José Serra. Talvez eu seja hoje o que o senhor foi, na minha idade, quando era um jovem, que presidia a União Nacional dos Estudantes e apoiava o Governo João Goulart no Comício da Central. Quando o senhor defendia o socialismo que hoje condena, o patriotismo que hoje trai, o desenvolvimento autônomo do Brasil do qual hoje o senhor debocha.

O senhor, como Fernando Henrique, é útil aos donos do Brasil – sim, Serra, o Brasil tem donos, poque 1% dos brasileiros mais ricos tem o mesmo que todos os 50% mais pobres – porque foi diferente no passado e, hoje, cobre-se do que foi para que não lhe vejam o que é.

O símbolo do Brasil que não pode mais, que não pode ser mais como o fizeram.

Não pode mais o Brasil ser das elites, porque nossas elites, salvo exceções, desprezam nosso povo, acham-no chinfrim, malandro, preguiçoso, sujo, desonesto, marginal. Têm nojo dele, fecham-lhe os vidros com película para nem serem vistos.



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17 comentários

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Jefer Souza

15 de abril de 2010 às 13h54

Tem uma diferença. Em São Paulo choveu mais de 40 dias. No Rio bastou dois dias de chuva e houve 10 vezes mais mortos que em São Paulo.
Na primeira capa analisa-se o fenômeno climático. Na segunda a tragédia dos deslizamentos.
O engraçado que a Veja (que é uma revista parcial, tendenciosa e deixa isso bem claro) é alvo de críticas por se assim. Já alguns que se aproveitaram da situação de são Paulo para fazer o mesmo que a Veja faz (política em cima da tragédia) calaram-se com relação a reponsabilidade pela tragédia daqueles que governaram o Rio e cidades vizinhas.
Na boa. è o sujo falando do mal lavado.

Responder

    francisco.latorre

    15 de abril de 2010 às 17h51

    tu é burro. burro mesmo.

    vá.

    ..

    Leider_Lincoln

    24 de abril de 2010 às 20h10

    Compare os volumes de ambas as chuvas por dia, meu caro.

sergio ribeiro

14 de abril de 2010 às 20h00

Já mostraram, não sei se foi aqui no Viomundo: quando é alguma "denúncia" contra o PT, a capa sai com letras garrafais e termos popularescos como "a casa caiu". Quando o escândalo foi com o PSDemo de Brasília, não tinha nem foto dos acusados.

Responder

Werner Piana

14 de abril de 2010 às 16h45

Brizola Neto é uma revelação!
Pessoal do Rio tem nele excelente candidato a qualquer cargo.
Homem bem criado, sério, que honra seu grande avô.

Responder

    alfredo costa

    16 de abril de 2010 às 02h12

    Pô, Werner, não exagera. Brizola Neto uma revelação? De que cara pálida? Dar porrada nas elites? Ele é o que ? A excessão? Por favor, candidato a qualquer cargo? Coitado do Rio de Janeiro. Mais um Brizola? É demais.

    Renato Lira

    16 de abril de 2010 às 02h23

    Brizola Neto é deputado federal pelo PDT – RJ.

    Mesmo com os delslizes do avô, como aquela foto infeliz ao lado do Bornhausen, bem que o Brasil merecia mais Brizolas e menos Maias, FHCs, Serras entre outros quetais.

    alfredo costa

    16 de abril de 2010 às 10h22

    Gosto é gosto. Por favor, pesquise os PLs que o B. Neto apresentou como Deputado. É tudo brincadeira.

    Leider_Lincoln

    24 de abril de 2010 às 20h11

    Concordo com você: já faz tempo que ando de olho no blogue dele e nas atuações do mesmo na Câmara. Bom sujeito, sem dúvida…

Ma. Graças

14 de abril de 2010 às 15h21

Ubaldo (??),

Muito mal comparado, sem dúvida. Mal continuada a sua mensagem que, no incio parecia ser lúcida. Porém, nao há como continuar lendo e ou ouvindo frases como a sua: "É como se isso fosse, mal comparando, um gesto de "sair do armário" dos homossexuais quais em relação à população total constituem-se em torno de 10% ,frente à percentagem da imprensa partidária qual alcance patamares bem mais altos".
Infelizmente, o patamar onde pessoas que pensam como o sr.(a) se encontra está muito acima do que gostaríamos.

Bem escolhido o seu nome ou pseudônimo.

O Henfil (que falta nos faz pessoas fora de cima do muro), certamente "se revira na tumba" ao ver o nome de seu personagem tomado em vao.

Responder

francisco.latorre

14 de abril de 2010 às 05h48

mais que mil palavras.

Responder

Ubaldo

14 de abril de 2010 às 03h43

Toda a imprensa brasileira está impregnada de parcialidade. Parece-me que ela está isenta de isenções. Nessas circunstâncias o importante é não ficar em cima do muro e se declarar abertamente. É como se isso fosse, mal comparando, um gesto de "sair do armário" dos homossexuais quais em relação à população total constituem-se em torno de 10% ,frente à percentagem da imprensa partidária qual alcance patamares bem mais altos.
Os grandes veículos de comunicação têm a chance de ser mais isentos ou mais independentes em função de suas capacidades de captar recursos publicitários da iniciativa privada e não só de recursos do governo.

Responder

Gerson Carneiro

14 de abril de 2010 às 03h09

A comparação entre essas duas capas me leva a contar algo terrível (de verdade não gostaria de contar para não correr o risco de ser mal interpretado, mas vou contar assumindo todos os riscos).

Alguém pergunta para um outro alguém:

– Qual a diferença entre um homossexual e um viado?
– Aí credo! Não sei.
– O homossexual é o teu filho. O viado é o filho do vizinho.

Detalhe: por ironia promovida pela coincidência, São Paulo e Rio de Janeiro são vizinhos.

Responder

    Gerson Carneiro

    14 de abril de 2010 às 03h35

    Com o fito de evitar possível má interpretação toco eu a ter que explicar:

    Moral da estória: o "indesejável" assume aspecto transmutável em consonância com a "vítima".

Revista Véjà vu se afoga no trambique « Esquerda, volver!

13 de abril de 2010 às 23h54

[…] Véjà vu se afoga no trambique Ir aos comentários Imparcialidade pai d'égua Se na cabeça de algum companheiro desavisado ainda persiste dúvida sobre a existência do PIG […]

Responder

Ana Miranda

14 de abril de 2010 às 02h26

Veja é PODRE! Apodrece o cerebro de quem lê!

Responder

Mc_SimplesAssim

14 de abril de 2010 às 02h11

Enquanto a imprensa e as "otoridades" se digladiam para decidir quem é mais incompetente, o pobre que afinal de contas não tem nada com isso e apenas procura trabalhar honestamente é aquele que sempre sofre as consequências dessas irresponsabilidades dos poderosos.

Ou como diria o meu finado avô: o pobre é o último que fala e o primeiro que apanha.

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