VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Robert Fisk: Obama fala aos marcianos


23/09/2011 - 16h11

Robert Fisk: Um presidente que é incapaz de enfrentar a realidade do Oriente Médio

O discurso de Obama nas Nações Unidas insiste que israelenses e palestinos são parceiros iguais no conflito

Friday, 23 September 2011, no Independent

Hoje Mahmoud Abbas deveria viver seus melhores momentos. Mesmo o New York Times descobriu que “um homem cinza em ternos cinzas e sapatos sensíveis, pode estar lentamente emergindo de sua própria sombra”.

Mas isso é nonsense. O líder incolor da Autoridade Palestina, que escreveu um livro de 600 páginas sobre o conflito de seu povo com Israel sem mencionar uma só vez a palavra “ocupação”, não deveria ter dificuldades esta noite para fazer melhor que o discurso patético e humilhante de Barack Hussein Obama nas Nações Unidas, na quarta-feira, no qual ele entregou a política dos Estados Unidos no Oriente Médio ao governo engenhoso de Israel.

Para o presidente norte-americano que já pediu o fim da ocupação israelense de terras árabes, o fim do roubo de terras árabes na Cisjordânia — “assentamentos” israelenses é o que ele usava — e um estado palestino até 2011, a performance de Obama foi patética.

Como sempre, Hanan Ashrawi, a única voz palestina eloquente em Nova York esta semana, acertou. “Não pude acreditar no que ouvi”, ela disse ao Haaretz, o melhor dos jornais israelenses. “Soou como se os palestinos estivessem ocupando Israel. Não houve uma palavra de empatia com os palestinos. Ele falou apenas das dificuldades dos israelenses…” É bem verdade. E, como sempre, os mais sãos dos jornalistas israelenses, em sua condenação aberta de Obama, provaram que os príncipes do jornalismo norte-americano foram covardes. ” O claudicante, pouco imaginativo discurso que o presidente dos Estados Unidos fez nas Nações Unidas… reflete quanto o presidente norte-americano é incapaz de enfrentar a realidade do Oriente Médio”, escreveu Yael Sternhell.

E assim como os dias vão e vem, descobriremos se os palestinos vão responder à performance tíbia de Obama com uma terceira intifada ou com um dar de ombros de quem reconhece que sempre foi assim, que os fatos continuam a provar que o governo dos Estados Unidos permanece uma ferramenta de Israel, quando se trata da recusa de Israel em dar aos palestinos um estado.

Como é, perguntamos, que o embaixador dos Estados Unidos em Israel, Dan Shapiro, voou de Tel Aviv a Nova York para o debate sobre o estado palestino no mesmo avião que o primeiro-ministro israelense Netanyahu? Como é que Netanyahu estava muito ocupado batendo papo com o presidente colombiano em vez de ouvir o discurso de Obama? Ele apenas olhou de relance na parte do texto que mencionava os palestinos, quando estava ao vivo, face a face, com o presidente norte-americano. Isso não foi “chutzpah”. Foi insulto, puro e simples.

E Obama mereceu. Depois de elogiar a primavera/verão/outono árabe, seja lá o que for — mencionando os atos de coragem individual de tunisianos árabes e egípcios como se ele, Obama, tivesse estado por trás do Acordar Árabe o tempo todo, o homem se dignou a dar 10 minutos de seu tempo aos palestinos, esbofeteando-os por ousar pedir um estado nas Nações Unidas. Obama até sugeriu — e esta foi a parte mais engraçada de seu disparatado discurso nas Nações Unidas — que os palestinos e os israelenses eram dois “partidos” iguais no conflito.

Um marciano que ouvisse o discurso pensaria que, como sugeriu a srta. Ashrawi, os palestinos estão ocupando Israel em vez do contrário. Nenhuma menção da ocupação israelense, nenhuma menção de refugiados, do direito de retorno ou do roubo de terra árabe-palestina pelo governo israelense violando todas as leis internacionais. Mas Obama lamentou pelo povo cercado de Israel, pelos foguetes atirados contra suas casas, pelas bombas suicidas — pecados palestinos, naturalmente, mas nenhuma referência à carnificina de Gaza, às mortes massivas de palestinos — e mesmo pela perseguição histórica do povo judeu e pelo Holocauto.

A perseguição é um fato histórico. Assim é o maligno Holocausto. Mas OS PALESTINOS NÃO COMETERAM ESTES ATOS. Foram os europeus — cuja ajuda Obama agora busca para negar o estado aos palestinos — que cometerem esse crime dos crimes. E então voltamos ao trecho dos “partidos iguais”, como se os israelenses ocupantes e os palestinos ocupados estivessem em um mesmo campo.

Madeleine Albright adotava esta mentira abominável. “Cabe aos próprios partidos”, ela dizia, lavando as mãos, como Pilatos, das negociações, assim que Israel ameaçava chamar seus apoiadores nos Estados Unidos. Ninguém sabe se Mahmoud Abbas conseguirá produzir um discurso de 1940 nas Nações Unidas, hoje. Mas pelo menos já sabemos quem é o apaziguador.

Tradução: Luiz Carlos Azenha

PS do Viomundo: Obama quer se reeleger. Para isso, precisa vencer em Ohio e na Flórida. Qualquer palavra de desafio às posições de Israel coloca em risco a vitória de Obama nos dois estados. Ou seja, é o instinto de sobrevivência…

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
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A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



88 comentários

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Fernando Morais: “Bloqueio é uma metralhadora apontada para Cuba” | Viomundo - O que você não vê na mídia

01 de outubro de 2011 às 16h52

[…] Robert Fisk: Obama fala aos marcianos   […]

Responder

FrancoAtirador

25 de setembro de 2011 às 12h52

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O dia em que a Palestina derrotou os EUA

Por Katarina Peixoto*, no Correio do Brasil

Na ausência explícita do primeiro presidente negro dos EUA, advogado ativista dos direitos civis, eleito, entre outras coisas, para recuperar a moral mundial, Obama compareceu na ONU como vergonha. Na postura evasiva e envergonhada do homem mais poderoso do mundo está a vitória palestina.

Entre a presença de Dilma Rousseff na abertura da 66ª Assembleia Geral da ONU e a ausência de Barack Obama, explícita no discurso do presidente dos EUA, abriu-se um flanco. Faltou Obama no discurso de um presidente enfraquecido e na defensiva, refém de interlocutores ausentes (Bin Laden e o Hamas). E Dilma Rousseff esteve lá, inteira, com a sua história, os seus compromissos e uma agenda clara. Ela não tem, perante o mundo, do que se envergonhar. E o presidente dos EUA tem tanto do que se envergonhar que se envergonhou, nas palavras, na cabeça baixa, na postura de quem fala no que não acredita e defende a posição dos seus adversários. Nesta vergonha de Obama está a vitória palestina. Na ausência explícita do primeiro presidente negro, advogado ativista dos direitos civis, eleito, entre outras coisas, para recuperar a moral mundial, Obama compareceu como vergonha. Mas é preciso que se diga, de novo: na postura evasiva e derrotada do homem mais poderoso do mundo está a vitória palestina.
(…)
É verdade que os cínicos fizeram e seguem fazendo pouco caso dos palestinos, como se dizendo que os palestinos e Abbas estão desejando e imaginando que amanhã a ocupação tenha cessado (sim, todo cínico é um ingênuo arrogante).

Um ex-embaixador israelense disse que essa questão do reconhecimento do estado palestino virou uma coletiva de imprensa, quando deveria ser tratada de maneira discreta, em segredo. Talvez ele defenda isso para que as coisas continuassem como eram, com os israelenses fingindo que negociavam e bancando a expansão ilegal. Talvez seja só desdém, mesmo. Só que hoje, isso finalmente pouco importa: os palestinos derrotaram os EUA. E daqui para a frente, apesar dos pesares, do quão difícil venha a ser a paz, isso além de ser verdadeiro, permanecerá verdadeiro. Hoje, as desculpas cínicas entoadas por diplomatas entre meia dúzia de representantes no Conselho de Segurança foram substituídas por uma fala pública, envergonhada e embaraçosa do homem mais poderoso do mundo, perante os palestinos.

Poucas, muito poucas vezes na história a verdade irrompe a conjuntura para ser enunciada como aquilo que é: a norma de si mesma. Hoje foi um dia assim, e por isso Obama sentiu vergonha, por isso Dilma brilhou. E por isso os palestinos venceram.

*Katarina Peixoto é doutoranda em Filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
E-mail: [email protected].

Íntegra em:

http://correiodobrasil.com.br/o-dia-em-que-a-pale

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Bernardino

25 de setembro de 2011 às 10h46

A ONU é PROSTITYTA dos EUA como querer que uma Prostituta aceite serviços de quem nao tem dinheiro e Poder como os PAlestinos?O primeiro mundo vive de Negociatas e consumo como falou um dos internautas com brilhantismo
A COREIA DO NORTE desafiou EUA e Onu em 2008,fabricando seus misseis e bbomba nuclear e mandou os EUA irem la pra tomar bomba na cabeça,ate hoje nao foram e nem irao
FORMIGA SABE A FOLHA QUE CORTA,meus CARos.O RESTO é masturbaçao IDEOLOGICA i discurso infantil!!!!!

Responder

    Silvio I

    25 de setembro de 2011 às 13h15

    Bernardino:
    Ótima sua posição. Agora falta que o Iran faça sua bomba atômica, e ai eles param de pressionar os.Depois acredito que Brasil tem que pensar em ela, já que tendo a, e a única forma de dissuadir.Nos temos muitas riquezas e a códice e enorme,em base a suas necessidades.Também se tem que pensar no transportador.

oalfinete

25 de setembro de 2011 às 00h39

Antes mesmo de Obama estar eleito, Fidel Castro já era taxativo: não se enganem, é mais um presidente estadunidense.

A idade o tornou cada vez mais lúcido. E o tempo tornou o papel de presidente dos EUA cada vez mais previsível.

Responder

    Silvio I

    25 de setembro de 2011 às 13h28

    oalfinete:
    Obama foi um novo personagem vendido ao mundo por os serviços de inteligência americanos e a imprensa dos EUA. Agora aqui também todos os médios de comunicação o repetirão e as massas foram induzidas a acreditar em uma patranha.Qualquer individuo mais o menos informado sobre política internacional, já sabia de isso.Agora Fidel Castro, o diz com bastante antecipação, isso porque ele conhece muito bem os EUA.Inclusive com respeito a Cuba.Ai estão esses cinco heróis cubanos, presos injustamente, por uma justiça corrupta, do estado da Florida,com sede em Miami. Recomendo ler o livro de Fernando Moraes, Os Últimos Soldados da Guerra Fria.

Luiz Carlos

25 de setembro de 2011 às 00h09

Quando Israel atacou os árabes e os venceu várias vezes os ocidentais viram o meio de manter os árabes sob pressão e, apoiando governos títeres, dominaram definitivamente a situação. Em caso de dúvidas manda um exército para dominar os revoltosos, como o Iraque ou pode fazer com o Irã. Israel faz o restante, isto é, não deixa crescer os exércitos árabes.
O outro lada da história ainda é obscuro mas, provavelmente, os sionistas têm muitos segredos dos americanos e, possivelmente, cobram apoio permanente. Um vazamento em área vitais como a da comunidades de informações, crimes de guerra, financiamentos de campanha ou experiências científicas desconhecidas (segredos militares), podem deixar seus parceiros bem cooperativos. Nada mais justifica a arrogância deles.
Os palestinos são o elo mais fraco desta intrincada corrente de interreses.

Responder

Luiz Carlos

25 de setembro de 2011 às 00h09

Não acredito no respeito americano e europeu às tradições religiosas dos árabes ou israelenses. Acho que os interreses comerciais e políticos sempre estiveram a frente das decisões, muitas vezes confusas, como o discurso do Obama.
Desde que os inglêses apoiaram a imigração em massa de judeus para aquela área o intuito já era ter apoio na luta contra os otomanos, inicialmente, e também dominar a área que já despontava como potencial produtora de petróleo, domínio que dividiu com a França. Depois todos se interessaram pela península árabe com a explosão de descobertas de petróleo. As empresas americanas já estavam na área em maior número que os inglêses e franceses.

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Francisco

24 de setembro de 2011 às 18h07

Obama precisa da grana dos judeus sionistas para continuar na Casa Branca. Fará o que for necessário, como qualquer vereador do interior do Brasil. A única coisa que poderia mobilizar um homem nessa posição a quebrar a escrita seria o desejo de entrar para a história. Entrar na história como defensor da paz!

O problema é que ele já é Nobel da paz… Juro que eu achava exagerado o pessoal aqui no Brasil pedindo o Nobel da paz para Lula. Na boa, não acho mais.

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monge scéptico

24 de setembro de 2011 às 17h51

O obama é norte-americano; e assim sendo só fala, convinientemente, bobagens.
A superficialidade dele não é surpreendente; é normal , cínica, e hipócrita.

Responder

FrancoAtirador

24 de setembro de 2011 às 15h28

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Há procedência no "PS do Viomundo".

O calvinismo anglo-saxão adotou a tese judaica do "povo escolhido"
que serviu como base para a Doutrina do Destino Manifesto,
implementada pelos imigrantes ingleses, nos EUA:

"Um elemento importante da política externa estadunidense no século XIX, de certa forma muito presente até hoje nas ações do Departamento dos Estados Unidos.

Trata-se do chamado Destino Manifesto.

O Destino Manifesto era basicamente a ideia de que os Estados Unidos tinham a missão de levar seus valores, o cristianismo protestante, a liberdade, os valores democráticos, as idéias liberais, os preceitos capitalistas e o progresso científico – [primeiramente] aos povos indígenas da região oeste dos Estados Unidos e depois a todo o mundo.

Os imigrantes que chegaram à América e fundaram as 13 colônias, acreditavam que era a sua missão fundar a Nova Jerusalém (!!!).

Daí nasceu a idéia de Destino Manifesto, como sendo os eleitos de Deus, únicos detentores de moral para levarem os valores cristãos para o mundo.

Isso justificará as ações militares dos Estados Unidos pelos cinco continentes.

Depois tal prerrogativa foi bastante usada por Washington em sua política externa para a América Latina e após, no século XX, para suas ações no Oriente Médio (!!!).

A Doutrina Monroe e a teoria do Destino Manifesto, já citados, serviram de base ideológica para que os Estados Unidos assumissem a tutela de toda a América, principalmente a América Central. A América do Sul ressalta-se, não fugiu dessa situação.

Posteriormente, Washington ampliou a ação da teoria do Destino Manifesto para o restante do mundo, não ficando restrita à América. Isso quer dizer que os Estados Unidos passaram a se comportar como o país que deveria levar os valores cristãos, democráticos, capitalistas e liberais para regiões como o belicoso Oriente Médio.

Provavelmente foi o que aconteceu durante a Guerra do Golfo, de 1991, e durante a invasão do Iraque, em 2003, ambas com ativa participação estadunidense.

Também não pode ser esquecida a famosa Política do “Big Stick” (grande porrete), que partiu das premissas ideológicas contidas na Doutrina Monroe e no Destino Manifesto.

A Política do “Big Stick” foi erigida pelo então presidente dos Estados Unidos, Theodore Roosevelt
. Tal política concedia a liberdade para Washington usar a força, através de intervenções militares nos países americanos que estivessem endividados para com os Estados Unidos.

Em outras palavras, quando um interesse econômico estadunidense estivesse ameaçado em qualquer região do continente americano, em situações de não pagamento das dívidas contraídas ou de instabilidades políticas, os
Estados Unidos deveriam agir em sua política externa com diplomacia, mas também com o uso de um 'grande porrete'."

Sandro Heleno Morais Zarpelão, mestre em História Política, Universidade Estadual de Maringá (UEM) e especializando em Direito Internacional e Econômico, Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Ver as obras:
LUKACS, John. Uma Nova República: História dos Estados Unidos no Século XX. GALANTE, Vera (trad.). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006, p. 211-212;
ITUASSU, Arthur. Política Externa Norte-Americana até 1939. In: SILVA, Francisco Carlos Teixeira da (coord.) [et al]. Enciclopédia de guerras e revoluções do Século XX: as grandes transformações do mundo
contemporâneo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004, p. 693-694.

http://www.abed-defesa.org/page4/page9/page2/page
http://www.amerindia.ufc.br/articulos/pdf4/andre….

Responder

Julio Silveira

24 de setembro de 2011 às 15h19

Pô logo agora que os Israelenses estão produzindo armas adoidado e testando nos Palestinos, entrando nesse mercado de sucesso, que os irmãos Yankes lhes autorizaram, vem esses palestinos pedir para deixarem de ser bucha de canhão. Como se produzirão os novos top Shot sem treinamento, sem alvo.
Assim a Industria vai a falência, os States e seus irmãos sionistas necessitam ter sempre seus ratos humanos para laboratório, é difícil se produzir propaganda de eixos do mal a toda hora, os palestinos caem tão bem nesse papel, só reagem com atiradeiras. Com certeza não será permitido, senão como vão aprimorar a pontaria de seus lasers para suas bombas de fragmentação, de fosforo, grafiti, nuclear fraca etc…, quando não estão transferindo sífilis para povos pacíficos considerados "amigos" ou mesmo experimentando bombas atômicas fortes em inimigos declarados.

Responder

FrancoAtirador

24 de setembro de 2011 às 14h03

Magda Mª Magalhães

24 de setembro de 2011 às 13h07

A ONU errou ao criar o Estado de Israel e não criar o Estado da Palestina. Isto em 1947. E continuou a errar pelo resto do século XX e, pior, ao não obrigar Israel a devolver as terras conquistadas na guerra de 1967. Agora, no século XXI, a ONU continua a errar. Como o Brasil, todos os países a favor do reconhecimento da Palestina deveriam se unir, reconhecer o Estado da Palestina, e ainda, trocar embaixadores, negócios, como se a Palestina fosse reconhecida. Pela Onu? Esta organização não está a merecer respeito. Seria o caso, das nações a favor da paz, convívio fraterno e solidariedade entre os povos, criar outra organização ou tentar salvar esta podridão, onde cinco países têm a chave do mundo e um deles mostra-se imperial?
A favor do reconhecimento do Estado Palestino, argumenta-se, não há negociação com um lado de joelhos, apenas simples imposição. Imaginem se o trabalhador brasileiro fosse negociar diretamente com os patrões, sem a muleta das leis? E, no Brasil, para se ganhar R$ 545,00, precisou-se constitucionalizar estes direitos (Saudades, Ulisses Guimarães! Ai, custo Brasil, destes industriais e desta nossa grande mídia tupiniquins!).
Não se deve ir contra o israelita ter um país, mas negar o mesmo ao palestino é coisa de maquiavélico.
No Brasil, deveria haver um movimento, capitaneado pelas comunidades palestinas e israelitas, onde, por pelo menos uma semana, vestiríamos a parte de cima (blusas, camisas) com as cores/ símbolos da Palestina Estado, e a parte de baixo com as cores/símbolos de Israel (calças, saias). A Palestina ficaria na parte de cima pois, é a parte mais fraca.
Obama, devolva o Nobel da Paz, o senhor não mostra a grandeza de um líder. E não precisamos de um líder para governar o mundo.

Responder

Paulo Nadra'as

24 de setembro de 2011 às 12h15

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E antidemocratico e mesquinho desconsiderar o valor dessas palavras, mesmo que ele nao pratique o que prega.

E uma triste realidade nas relacoes internacionais quando existe uma unica pessoa que fala abertamente a ONU e seu punhado de lideres quando tem a oportunidade. E ainda mais triste que as palavras de um unico homem nao irao mudar nada para a grande maioria de indefesos,, pobres e arruinados deste mundo que sofrem os pecados desses lideres.

Responder

Paulo Nadra'as

24 de setembro de 2011 às 12h14

Ele e uma figura controversa que se recusa a falar dos serios assuntos internos de sua propria nacao mas ele nao e o unico — nenhum dos diplomatas que discursaram se deram ao trabalho de falar sobre os serios problemas de direitos humanos em seus proprios paises, as lutas de classes, a pobreza, as desigualdades e tudo o mais que os governos dos quais ele ou ela sao intrinsicamente partes.

Ahmadinejad e um religioso fanatico e lider de um pais onde as pessoas sao regularmente torturadas e mortas em prisoes politicas, a corrupcao esta disseminada, e a desigualdade economica e enorme. Ele enraiveceu e feriu o sentimento de muitas pessoas com suas declaracoes controversas. E ele tambem falou algumas verdades na Assembleia Geral das Nacoes Unidas sobre guerra e a distribuicao de riquezas e poder.

Responder

Paulo

24 de setembro de 2011 às 12h13

Mas voce ira ouvir e ler muito pouco de qualquer parte substancial do discurso de Ahmadinejad. As manchetes irao focar seus comentarios sobre o "misterio" dos ataques de 11 de Setembro — como ele se refere a eles– e as mesmas de sempre delegacoes que se retiraram enquanto ele estava discursando. Nao havera nenhuma referencia as delegacoes vistas no video de cobertura do evento que o estavam aplaudindo com entusiasmo.

Ele nao e, como voce deve estar vendo na grande midia, um paria.

Responder

Paulo

24 de setembro de 2011 às 12h12

Ele ainda questionou os valores democraticos do governo dos Estados Unidos perguntando " por que nao teria pemitido trazer Osama bin Laden a julgamento?

E entao ele entrou no amago de seu discurso, falando sobre as desproporcionais despesas militares dos Estados Unidos as quais — mesmo em tempos de desemprego em massa, falencias e depreesao — ainda excede os gastos de todas as nacoes do mundo somadas. Ele mencionou o fato que muito antes de Saddan Hussein ser um inimigo, ele era um aliados dos Estados Unidos e de algumas das potencias europeias que o " instigaram e encorajaram a invadir " o Iran e usar armas quimicas contra a populacao iraniana — a maioria da qual vivia na regiao do Curdistao iraniano. E entao ele lembrou a de todos os outros governos nas Nacoes Unidas que " a maioria das nacoes e governos do mundo nao tem nenhum papel na criacao da presente crise mundial" Para completar ele se dirigiu ao coracao da instituicao para a qual ele estava falando quando ele mencionou a hipocrisia de uma ONU que nao e unida e democratica porque um punhado de nacoes " continua a controlar o Conselho de Seguranca".

Responder

Paulo

24 de setembro de 2011 às 12h11

Ahmadinejad iniciou com as estatisticas que as Nacoes Unidas se orgulham de mudar:

"Aproximadamente 3 bilhoes de pessoas no mundo vivem com menos de 2.5 dolar por dia, mais de 200 milhoes vivem sem contar com ao menos uma alimentacao diaria. Mais de 20.000 criancas inocentes e pobres morrem diareiamente no mundo devido a pobreza."

Entao ele falou da escravidao dos africanos pelos americanos e europeus.

"Quem sequestrou dezenas de milhos de pessoas de seus lares na Africa e em outras regioes do mundo durante a periodo da escravatura, fazendo deles as vitiams de sua ganancia materialista nos Estados Unidos e Europa"

Ele entao falou das guerras mais mortais do seculo XX:

"Quem iniciou a primeira e a segunda guerras munddias que deixaram 70 milhoes de pessoas mortas?

Ele responsabilizou a politica externa dos Estados Unidos e Europa pelo legado que ainda causa danos no mundo ate o presente:

" Quem impos e apoiou durante decadas ditaduras militares em nacoes da Asia, Africa e America Latina"?

Responder

Paulo

24 de setembro de 2011 às 12h10

E facil para a grande midia desprezar Ahmadinejad — suas citacoes frequentes ao Iman Oculto do Isla Xiita e sua persistente imposicao como autoridade sobre o Holocausto e 11/9 fazem seu discurso ser controverso e doloroso para muitos, especialmente aqueles que perderam entes queridos nesses terriveis acontecimentos. Mas uma imprensa objetiva — que a grande midia pretende ser — nao esta em posicao de decidir o que o publico deve saber.

E como se pegassem o discurto State of the Union do presidente Bush ou Obama e retirasse a importante discussao sobre empregos, economia e educacao, focando manchetes e cobertura nas proclamadas vitorias da politica externas as quais grande parte dos americanos agora sabem serem falsas.an

Responder

    lia vinhas

    24 de setembro de 2011 às 23h16

    Não sei se todos assistiram, mas há dois vídeos muito importantes no You Tube, um sobre o encontro de rabinos que vivem no Irã se encontrando com o Presidente iraniano e outro sobre uma manifestação em Israel contra a política do governo em relação aos Palestinos, onde um rabino, tal como os do outro vídeo, critica o sionismo. Muito reveladores. Acredito que possam ser encontrados no You Tube a partir do assunto.

Nadra'as

24 de setembro de 2011 às 12h10

De Shirin Sadeghi

Traducao livre. O original pode ser encontrado em :http://newamericamedia.org/2011/09/dont-dismiss-ahmadinejads-un-speech.php

Ele e religioso – ate dogmaticamente. Ele e controverso — discutindo a perda de vidas inocentes durante o Holocausto e nos ataques de 11 de Setembro de uma maneira que e profundamente dolorosa para muitas pessoas. Ele tambem mantem silencio sobra a situacao em seu propio pais. Mas o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad e audacioso e uma voz a qual deveria ser prestada atencao porque tem um grande alcance e influencia.

Em meio as sonolentas variedades de cortesia diplomatica que corre pela anual Assembleia Geral das Nacoes Unidas, o seu e um discurso a parte.

Apenas dele voce ouvira referencias ao colonialismo historico. Apenas dele voce ouvira que aos descendentes de escravos nos Estados Unidos devem da Ou que a bomba atomica e uma parodia sobre humanidade e um crime de guerra que permanece sem responsabilidades e sem solucao.

Responder

Ana Cruzzeli

24 de setembro de 2011 às 10h38

É Azenha, mas se Obama tivesse feito o precisava ser feito nos 2 anos e tantos meses de Casa Branca ele não estaria mendigando migalhas em dois estado onde os Judeus que ali se encontram não estão 100% do lado de primeiro-ministro israelense.

O que mais peca em Obama não é sua postura direitista a titubiar é querer fazer alguma coisa e dizer ao povo que fará outra.
O que mais desprezo em Obama é sua grande habilidade na dissimulação. Não acredito mais nessa farsa que foi Obama, o que é pior os negros americanos vão ser muito mais humilhados por conta disso.

O Obama se manifestou sobre a morte daquele negro lá na Georgia por injeção letal?

A quantidade de pobres negros que morrem em penas capitais nos EUA é algo inacreditavel. Seria para essas pessoas que Obama deveria se voltar. Não vejo nenhuma humanidade nesse cara e o que é pior nem competencia intelectual. Maior negro que eu já vi com alma de branco. Tem que se governar para todos, mas nos EUA a maioria é negra assim como no Brasil, a maioria dos negros são pobres por lá assim como no Brasil. Aqui um branco defendeu os negros por lá é justamente o contrário. Tenha santa paciencia.

Responder

    augusto

    24 de setembro de 2011 às 17h14

    Ana, voce sempre comenta muito bem mas aqui houve um equivoco :na composiçao racial , parte negra, nos Usa é somente ao redor de 13%. Menor que a hispânica.

    Jair de Souza

    24 de setembro de 2011 às 20h07

    Estimada Ana Cruzzeli, permita-me só umas palavrinhas a respeito desta questão. Eu achei uma total irresponsabilidade quando gente dita de esquerda se entusiasmou pela campanha de Obama. O que havia na candidatura de Obama (além da cor de sua pele)? Nada! Obama foi à convenção da AIPAC e mostrou-se ainda mais subserviente ao lobby nazi-sionista que seu concorrente republicano. Ter um negro na presidência dos EUA seria inegavelmente um fato de muita significância, mas isso no caso de que o negro em questão representasse realmente as aspirações e as tradições das comunidades negras estadunidenses. Não é a cor da pele que garante a atuação justa e coerente de ninguém. Aqui no Brasil, nós já tivemos um negro muito famoso defendendo o regime militar, dizendo que "o povo não sabia votar". Com isso, estava justificada a ausência de eleições. Claro que ele nunca representou o conjunto dos negros brasileiros. Temos de cobrar daqueles "esquerdistas" que ajudaram a semear confusão entre todos. Eles também são responsáveis pela confusão que reina atualmente.

    Silvio I

    24 de setembro de 2011 às 23h18

    Jair de Souza:
    Eu agregaria também um detalhe importante. Alem de toda a política ser comandada por o Pentágono, Obama vem de Chicago estado de Ohio onde existe a pior política americana.

El Gordo

24 de setembro de 2011 às 09h20

Já dizia o Tupac Shakur, o último rapper com cérebro nos EUA – e por isso, assassinado: "Não estamos prontos para ter um presidente negro".

Responder

Substantivo Plural » Blog Archive » Obama fala aos marcianos

24 de setembro de 2011 às 09h08

[…] Robert Fisk – No Independent VIA VI O MUNDO Um presidente que é incapaz de enfrentar a realidade do Oriente […]

Responder

zeca

24 de setembro de 2011 às 08h51

Israel acha que uma resolução da onu não pode criar uma estado palestino, que isso é UMA VIOLAÇÂO, já que traria mais problemas a inserção deste estado assim ..do nada!…devendo primeiro negociar com o proprio Israel a criação do mesmo.
Engraçado é que Israel foi criado por uma resolução da onu. Eles não conversaram antes com os palestinos nativos, antes de expulsa-los, para a criação do mesmo…Ahh , essas conveniencias…
O unico objetivo israelense é manter o infinito "dialogo" (que sempre desrespeitam e depois falam que a culpa é palestina, para passar mais tempo em novas negociações) para que se postergue ao maximo a criação da Palestina, até que o mundo se esqueça disso ou todos os palestinos engajados morram e suas gerações subsequentes se ignorem a terra natal com o passar do tempo..

Responder

MA_Jorge

24 de setembro de 2011 às 04h10

Este tal de Obama é apenas o negativo do filme fotográfico chamado G. W. Bush; mudou nada não!

Responder

Polengo

24 de setembro de 2011 às 01h04

Hehehe, Obama fala aos marcianos porque agora não tem nenhum tucano.

Responder

FrancoAtirador

23 de setembro de 2011 às 23h47

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JUDEUS ORTODOXOS APOIAM A CRIAÇÃO DO ESTADO PALESTINO
<img src="http://desacato.info/wp-content/gallery/luta-e-resistencia/Rabinos%20Neturei%20Karta%20para%20a%20Paz%20e%20a%20Justica.jpg"&gt;
ANTI-ZIONIST ORTHODOX JEWS
<img src="http://www.nkusa.org/activities/Demonstrations/20110921a/1-092120111873.jpg"&gt;
DEMONSTRATE AT UNITED NATIONS

<a href="http://www.nkusa.org/” target=”_blank”>http://www.nkusa.org/

Responder

Marcelo Rodrigues

23 de setembro de 2011 às 23h42

A atitude de obama significa nada menos do que uma autorização para que se complete o genocídio dos palestinos.

Responder

    lia vinhas

    24 de setembro de 2011 às 23h21

    Em genocício, eles são especialistas. Hiroshima, Nagasaki, Guatemala, Argentina, Afeganistão, Iraque, Líbia, Vietnã, Camboja, atc…., agindo direta ou indiretamente, tramando e armando golpistas pelo mundo afora, como agora no Oriente Médio, nas chamadas "rebeliões populares", onde a maioria são mercenários de outros países, pagos regiamente pelos ianques, que sequer fazem qustão de escondê-lo.

FrancoAtirador

23 de setembro de 2011 às 23h05

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PRIMAVERA PALESTINA

"Chegou a hora da Primavera Palestina", diz Abbas na ONU

O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, pediu nesta sexta-feira (23) na 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), o reconhecimento imediato do Estado palestino como membro pleno da entidade.

Abbas fez um discurso veemente, que foi interrompido em diversos momentos para ser aplaudido de pé pela grande maioria do plenário da Assembleia-Geral da ONU.

"Chegou a hora da 'Primavera Palestina'", disse Abbas, em referência aos movimentos populares conhecidos como "Primavera Árabe" – que derrubaram os governos da Tunísia e Egito.

"Chegou a hora do mundo dizer se quer que a ocupação israelense continue. Chegou a hora do povo palestino ser livre e independente. Chegou a hora de o nosso corajoso povo viver como qualquer outro no mundo", acrescentou Abbas, que entregou momentos antes de seu discurso uma aplicação formal à ONU pessoalmente ao secretário-geral da entidade, Ban Ki-Moon.

"A capital será Al Quds al Sherif", o nome em árabe de Jerusalém, disse Abbas. Ele pediu a "todos os membros do Conselho de Segurança para votar a seu favor", e que o futuro Estado palestino tenha as fronteiras anteriores a 4 de junho de 1967, o que inclui Cisjordânia, Jerusalém Oriental (onde vive quase meio milhão de colonos israelenses) e Faixa de Gaza.

Abbas afirmou que a decisão de pedir o reconhecimento do Estado palestino não é uma medida unilateral e não tem o objetivo de isolar Israel, mas é uma confirmação de fé no direito internacional, que não estaria sendo respeitado por Israel. "Um ano atrás, todos tinham grande esperança para uma nova rodada de negociações, (…) mas essas negociações falharam esmagadas pelo governo israelense", afirmou Abbas.

Ele disse que a ANP está disposta a retomar imediatamente as negociações. "Em nome de todos os palestinos, estou aqui para dizer que nós estendemos nossa mão para o povo israelense e para o governo israelense para negociação. Vamos construir a ponte para o diálogo, em vez de muros e isolamento", afirmou Abbas.

O presidente da ANP também afirmou que as forças de ocupação mantêm um bloqueio cruel contra a Faiaxa de Gaza e condenou a liberdade de ação às milícias israelenses. "Nos últimos anos, aumentaram as atividades criminais de milícias de colonos israelenses em território palestino", disse. As colônias são o maior desafio para a paz e devem ser interrompidos imediatamente, considerou.

Abbas encerrou o seu discurso dizendo que "esse é o momento do renascimento da Palestina".

Fonte: Vermelho.org

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FrancoAtirador

23 de setembro de 2011 às 22h58

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Conselho de Segurança se reúne na segunda para discutir entrada da Palestina na ONU

O Conselho de Segurança da ONU se reunirá na próxima segunda-feira (26/09) para deliberar sobre o pedido de reconhecimento do Estado Palestino como membro pleno das Nações Unidas. O presidente rotativo do Conselho, o embaixador libanês Nawaf Salam, fez o anúncio poucas horas depois de a solicitação ter sido enviada a ele pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Salam disse que transmitiu o pedido oficial de Abbas aos 15 membros do principal órgão de decisões das Nações Unidas e que havia convocado a reunião. Na segunda, o Conselho, integrado por cinco membros permanentes e com direito de veto (Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China) e outros dez temporários analisarão a solicitação palestina, mas isso não significa que votem no mesmo dia.

Segundo a agência Efe, fontes diplomáticas consideram que o processo de votação pode levar várias semanas, na qual o sinal verde ao pedido de Abbas só aconteceria com uma maioria de nove votos e nenhum veto.

Os EUA já anunciaram que vetarão a proposta, mesmo que isso represente um duro revés à sua política externa e concretamente à suas relações com os países árabes e à sua imagem no Oriente Médio.

Os atuais membros temporários do Conselho são Brasil, Líbano, Bósnia-Herzegoviana, Gabão, Nigéria, Colômbia, Alemanha, Índia, Portugal e África do Sul.

Até o momento 122 países já anunciaram o reconhecimento do Estado da Palestina, entre eles membros permanentes do Conselho de Segurança, como China e Rússia, e também dos temporários, como Brasil, Índia, Líbano e África do Sul.

Ainda não se sabe como votarão França, Reino Unido, Alemanha, Portugal, Nigéria, Gabão e Colômbia.

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticia/CON

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M.S. Romares

23 de setembro de 2011 às 22h47

A cada seção da ONU fica mais e mais caracterizada seus objetivos. O próprio nome já diz tudo: Organização das Nações Unidas. Unidas sim, mas contra quem?

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Sergio Barbosa

23 de setembro de 2011 às 21h39

Sobre Obama é bom conferir esta notícia,A BIOGRAFIA OCULTA DOS OBAMAS: UMA FAMÍLIA AO SERVIÇO DA CIA (II) .
resistir.info/eua/madsen_parte_2_p.html-

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    rodrigo.aft

    24 de setembro de 2011 às 16h19

    Sergio,

    boa! bem lembrado! (o padrasto e a mãe prestaram bons serviços… rsrs)

    eu já tinha visto.alguns artigos sobre isso, e o PHA chama o obama de "serviços internos"… precisa explicar mais alguma coisa?

    aliás, ter uma sionista como vice (hilária), ninguém precisa de inimigos… rsrs
    (especulou-se q ela tinha raízes judias, mas parece q era só marketing para atrair o voto judeu de new york)

    na época da escolha dos candidatos democratas à presidência, hilária foi a primeira a fazer a cerimônia de beija-mão na AIPAC (American Israel Public Affairs Committee)… obama, como bom cachorrinho amestrado, foi logo em seguida.

Bonifa

23 de setembro de 2011 às 21h31

Adorei o título da matéria: Obama fala aos marcianos. Tenho certeza de que o Fisk adoraria poder dar este título a seu artigo. Mas ele não pode fazer isso, porque a censura seria imediata: "Está extrapolando o jornalismo". Talvez por isso, será melhor conservarmos a bagunça geral que é a dominação da informação pela mídia que reza pelo status mundial que está em estado terminal. A mídia no Brasil corre o pior dos riscos de todo o mundo: Ser completamentamente desmoralizada. E a Presidenta talvez saiba disso, quando falou com ênfase que a mídia no Brasil não sofre qualquer restrição. Nem uma restriçãozinha, que possa servir de pretexto para alguma celebridade jornalística pelega dizer que no Brasil não há liberdade de expressão. (Estas enquetes, naturalmente, confundem liberdade de expressão com o domínio completo da informação midática por seus seguidores políticos. Até isso há no Brasil, domínio completo, não falta mais nada ) E no entanto, os governos são há nove anos, governos democráticos e trabalhistas. O que aconteceu no Brasil? Alertamos ao PT de que o golpe fascista do Berlusconi na imprensa, (a começar pela RAI, qundo todos os grandes jornalistas italianos foram despedidos e trocados por amigos e partidários de Berlusconi, como na TV Cultura de São Paulo) o golpe aconteceu e hoje o que se diz dele? Oque se diz é que isto aconteceu com a conivência da oposição, quando ainda era possível deter Berlusco e reformar a lei de mídia, e a esquerda se enquadrou, se acomodou. Perder empregos foi uma das causas. Emprego nenhum vale a dignidade de ser um verdadeiro jornalista. Isto é um alerta ao PT: Lei de Mídia, e já.

Responder

FranX

23 de setembro de 2011 às 21h27

MAS TUDO BEM, MÃE (EU SÓ ESTOU SANGRANDO)

"…Mas até mesmo o presidente dos Estados Unidos
Deve as vezes
Ficar nu …" (It's Alright, Ma (I'm Only Bleeding) – Robert Allen Zimmerman (Bob Dylan)
http://letras.terra.com.br/bob-dylan/310572/tradu

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O_Brasileiro

23 de setembro de 2011 às 21h08

Acho que o Obama deveria ganhar um prêmio Nobel da Paz… E o mesmo deveria ser entregue por uma comissão composta por afegãos e palestinos!

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Bonifa

23 de setembro de 2011 às 20h54

OK. Obama não faz o que seu coração e sua alma exigem e reclamam, porque quer se reeleger. Até o embaixador Azambuja, na Globonews, chegou a dizer: " O discurso que Obama gostaria de fazer é o discurso que a Dilma vai fazer". Mas… Eleito pela última vez, Obama fará o que tem de fazer? Lembrar-se-á de que é o presidente do maior país do mundo e enfrentará cara a cara o Bibi Netaniahu?

Responder

josaphat

23 de setembro de 2011 às 20h46

Permita-me discordar, Azenha, não é instinto de sobrevivência, que as grandes almas sabem discernir entre a sobrevivência digna e a lavagem pura e simplesmente de mãos. É canalhice e covardia pura.

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andré frej

23 de setembro de 2011 às 20h42

Não existe maior holocausto do que ocapitaneado pelo "povo escolhido por Deus" para promover a limpeza étnica na Palestina.

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Julio Silveira

23 de setembro de 2011 às 20h34

Eu acredito, já a um bom tempo, que Israel é menos um país e mais um estado americano fora do continente e deve estar representado na bandeira americana com uma estrela, só que pintada com tinta invisivel, para nào despertar suspeitas da comunidade internacional. Ou isso, ou pode ser que a estrela de davi impressa na bandeira que dizem representar o estado Israelense na verdade represente os States, o verdadeiro país dos judeus, a verdadeira estrela que os mantem e lhes dão sutentação. Deve haver dessas coisas secretas caracteristicas do Yankes que plantam situações para colher explorações.

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Silvio I

23 de setembro de 2011 às 20h27

Azenha:
Passou para o conselho de segurança. Com segurança tem veto!

Responder

Robert Fisk: Obama fala aos marcianos « Virgulinoreidocangaco's Blog

23 de setembro de 2011 às 19h57

[…] do Viomundo: Obama quer se reeleger. Para isso, precisa vencer em Ohio e na Flórida. Qualquer palavra de […]

Responder

FrancoAtirador

23 de setembro de 2011 às 19h27

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Abbas pede oficialmente, na ONU, reconhecimento do Estado da Palestina

<img src="http://www.jornalagora.com.br/uploads/galeria_fotos/11899_index.jpg"&gt;

De Ramallah, na Cisjordânia, palestinos acompanham
pronunciamento de Abbas, em Nova York

Abbas foi muito aplaudido ao ser anunciado como próximo a discursar pelo presidente da Assembleia, o qatariano Nassir Abdulaziz Nasser, e saudou a estreia do Sudão do Sul como Estado na ONU.
O líder palestino disse que um ano atrás foram iniciadas negociações de paz em Washington, com apoio do Egito e Jordânia, mas o diálogo foi rompido uma semana depois de lançado.

O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, afirmou durante discurso nesta sexta-feira na 66ª Assembleia Geral da ONU que busca uma solução pacífica para o impasse, mas os "esforços sinceros" feitos nas negociações foram "esmagados" pelo governo de Israel.
Ele pediu um maior envolvimento da ONU.
"Esperamos um papel ativo da ONU até que haja paz em nossa região", afirmou. "Precisamos conseguir direitos e legitimidades aos palestinos".

"O assunto principal aqui é que o governo de Israel se recusa a cumprir resoluções da ONU e continua a construir intensificando colônias no futuro estado da Palestina. Estas políticas desrespeitam o direito internacional", disse. "Entramos nas negociações com o coração aberto e motivos sinceros, mas as negociações não funcionaram", afirmou, ressaltando que não desistiram do diálogo.

Assentamentos

Abbas lembrou que relatórios da própria ONU e de organizações internacionais denunciam o confisco de terra palestina e construção de centenas de assentamentos ilegais em áreas da Cisjordânia, principalmente no Leste de Jerusalém. Os relatórios da ONU, segundo Abbas, mostram a situação terrível criada pelos assentamentos promovidos por Israel, o que mostraria a falta de abertura à negociação, destruindo a vida familiar e comunidades. Israel impede também que a população palestina tenha acesso a lugares sagrados, disse.

Ao invés de segregar, como o governo israelense faz, disse o líder palestino, os dois lados devem cooperar e construir relações de cooperação por um "futuro melhor". "Estou aqui para dizer que estendemos as mãos para o governo e o povo israelense para chegarmos à paz. Vamos urgentemente construir juntos um futuro para nossas crianças", pediu.

De acordo com o presidente da ANP, a potência ocupante continua proibindo que palestinos construam no Leste de Jerusalém e os afasta de sua terra ancestral, além de suas forças atacarem civis inocentes.

Abbas afirmou que, apesar de ter pedido adesão como Estado pleno à ONU, a Palestina está aberta para retornar às negociações, desde que haja o respeito às resoluções internacionais e a suspensão da política de assentamentos. Segundo ele, o objetivo não é ilhar Israel, mas conquistar legitimidade para os palestinos. "O estado que queremos será caracterizado pelo direito, pela democracia e pela igualdade", afirmou. "Esse é o momento da verdade. Nosso povo espera ouvir a resposta do mundo. Ele deixará que a ocupação continue em nossa terra? Nós somos o último povo mundial sob política de ocupação".

O líder palestino disse que é chegado o momento dos palestinos viverem em um país independente e, por isso, submeteu a aplicação de pedido pelo reconhecimento do Estado Palestino. Mostrando o papel, pediu a Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, que o transmitisse ao Conselho de Segurança. Abbas mostrou uma cópia da carta entregue à Ban e pediu aos membros do CS da ONU que votem a favor do pleito, o que seria, segundo ele, uma vitória da paz, justiça, lei e legitimidade internacional.

Um porta-voz da ONU, Farhan Haq, confirmou a entrega formal da solicitação do reconhecimento da Palestina.

O pedido de adesão à ONU será estudado com rapidez e enviado ao Conselho de Segurança da ONU, afirmou o porta-voz da organização, Martin Nesirky. Uma primeira reunião de consulta sobre o pleito deve ocorrer já nesta segunda-feira, 26.

Responder

Gerson Carneiro

23 de setembro de 2011 às 18h31

E por falar em marcianos, deu na Veja:

"Satélite trazendo dólares de Cuba cairá no sítio Los Fubangos, de propriedade do Lula, em São Bernardo do Campo".

Responder

    Silvio I

    23 de setembro de 2011 às 20h25

    Pedro:
    Vou a estar por perto, quem sabe o vento pode fazer que possa pegar algum.

edv

23 de setembro de 2011 às 18h10

Bush Kid pelo menos nunca nos enganou, antes mesmo de eleger-se "parafraudulentamente"…

Obláblábama tem sido uma patética (e consistente) decepção.

Quanto a estar nas mãos do eleitorado judáico, acredito até que este mesmo eleitorado poderia vir a respeitá-lo mais, se tivesse uma atitude mais definidora!

Um estado Palestino não resulta ser antisemita, antiIsrael.

Só contribui para a paz. Ainda que não a resolva definitivamente. É parte do caminho!

Até israelenses estão protestando em favor de uma definição na Palestina!

Ninguém aguenta mais este conflito!

Nem o mundo, nem os palestinos e nem boa parte dos judeus.

Que, tenho certeza, podem mudar, no médio prazo, as relações na região para positivas.

Como o fazem tradicionalmente aqui no Brasil.

Responder

    Silvio I

    23 de setembro de 2011 às 19h27

    edv:
    Aqui vivem bem os palestinos, e os judeus, porque em esta terra, no falou Deus com u homem. Veja em aquela terra, falou com, Noé, Abrão, e posteriormente com Moises. Ele pessoalmente, de acordo com o que dizem que deu aquelas terra, aos judeus. Por ai começa o problema, se coloca a Deus no médio, e quando entra Deus no médio, e mais complicado, porque uns acreditam em um, e os outros em outro.

    Scan

    23 de setembro de 2011 às 23h05

    Cara, tu deves ter entendido o discurso do Obama.
    Eu não entendi nem o dele e muito menos o teu. Tu és marciano?

    Silvio I

    24 de setembro de 2011 às 16h18

    Scan:
    Meu amigo você acertou em pleno, como conseguiu dar se conta que Eu sou marciano?Acredito que você não quis entender, que e outra coisa. Quis dizer para que você entenda que estamos no século XXI D/C e ainda continuamos repetindo coisas criadas uns 3000 anos A/C.Entendeu agora?

    Scan

    24 de setembro de 2011 às 21h48

    Confesso que é difícil entender o que você escreve.
    Quem "continuamos repetindo"?
    Ninguém aqui, além de você, tocou em assuntos bíblicos.
    Deixemos isso de lado e as coisas se tornarão, por si mesmas, mais claras.

    Silvio I

    24 de setembro de 2011 às 23h54

    Scan:
    E provável que este escrevendo num léxico, de alguma língua que não existe, e por isso que você não entende. Realmente eu toque na Bíblia, porque ali está o principio religioso. Pergunto para você, onde está escrito que Deus, deu essa terra aos judeus?Depois de contestar essa, você se dará conta, porque razão se colocou a Bíblia, no médio.

    Scan

    25 de setembro de 2011 às 12h37

    Sim, é provável.

    edv

    23 de setembro de 2011 às 23h24

    Silvio, imagino que entendi seu ponto, apesar do "sotaque".
    Sim é complicado! Mas tem muuuuuuita coisa complicada na humanidade.
    Só que explicar não resolve. Precisamos é resolver!
    Se os Tamoio-descendentes reivindicarem São Paulo, porque Tupã falou com eles e lhes deu as terras há 2 ou 3 mil anos atrás, o que vc sugere fazermos?

    Silvio I

    24 de setembro de 2011 às 16h55

    edv:
    Realmente e muito complicado. Existem dois países no mundo que não tem constituição um e Israel, e u outro Iran. Uns se guiam por o antigo testamento, e os outros por o Al Coram. Como aqui esta em jogo os judeus, vamos a tocar com alicate delicado, o assunto, si não e capaz ate de não sair publicado por ser considerado, forte, o que pode se tornar para alguns, ofensivo. Este povo não tinha terras, se calcula que sua origem e no Ur, o seja nas montanhas ao Noroeste da Caldeia. Este era o nome de essa terra. Para poder se apoderar dessas terras criarão essas lendas.Outros dizem que foi mandado escrever esse livro sagrado chamado Bíblia, a pedido de um dos Rey de uma das tribos, para unir as tribos hebréias, que estavam brigadas todas entre si.Ate agora nem a historia, nem a arqueologia, tem podido confirmar o que ela diz.Ao contrario se tem encontrado coisas, que confirmam que o que ali está escrito, e todo ficção.Mais não vamos a analisar Abrão, que está muito longe, e que foi com quem falou Deus.Vamos mais perto, com Moises.Se diz que o povo judeu era escravo de Ramsés II,que eram umas 650 famílias que viviam em Golam, em total uns 2.6 milhões de habitantes.Em toda a Egiptologia não aparece nada deste povo.Passando por cima detalhes, um dia guiados por Moises passam o Mar Vermelho, que se abre para deixar os passar.Quando terminarão de passar o mar se fechou, matando a todo o exercito do Faraó, que os vinha perseguido.Ai vagam no deserto de Sinai por 40 anos.Nem no Mar Vermelho se tem encontrado vestígios de essa passagem, e no deserto não se encontra tampouco nenhum vestígio.Bom a coisa com isto mais o menos da para aclarar as coisas.

    edv

    24 de setembro de 2011 às 22h13

    Silvio, se bem lhe entendo, vc está colocando que a questão religiosa milenar é fonte do conflito.
    Se é, concordo.

    Silvio I

    24 de setembro de 2011 às 23h13

    edv:
    O problema religioso sempre e o pretexto. Si você fala em favor dos palestinos e contra os judeus você anti semita. Esquece-se que os palestinos e os judeus, são povos semitas. O problema começa por o ano 1848 quando surge na Europa o sionismo.Posteriormente isso toma corpo na Suíça.Apos a guerra ninguém queria os judeus em Europa, Inglaterra que era a que estava na Palestina depois de derrotar o exercito otomano.Porque foi o exercito otomano que ocupou as terras da palestina, e todos os judeus que em ela estavam se repartirão por o Mediterrâneo chegando uma grande parte a península ibérica. Inglaterra decidiu abri mão de essas terras e a ONU fez a divisão dando 52% para os judeus e um 48% para os palestinos si mal não recordo. A partir de ai foi que os judeus tomarão essas terras, e cometerão uma quantidade de barbaridades, que muitas pessoas desconhecem.Eles acabarão com 750 aldeias palestinas, e esse pessoal foi enviado para a faixa de Gaza.EUA por ter o maior contingente judeu, e estes ser muito ricos com um lobby enorme dentro do governo, fez possível junto com o dinheiro de toda a disporá judia, fazer o Estado de Israel.EUA tem ali seu braço armado porque esse lugar, e donde tem ate este momento maior quantidade de Petróleo.Si não fosse por o dinheiro que da por ano aos judeus, o governo americano e o dinheiro da diáspora, esse estado não teria nunca existido, da forma que ele existe.Ele e formado por pessoas de diferentes nacionalidades, que chegarão ali formadas, que eles não custarão um tostão a Israel.E estão dando os conhecimentos adquiridos em outros países, e ate em alguns lugares gratuito, sendo em este caso, que o custo o tive seu pais de origem.O Médio Oriente a partir de 1900 passou a ser um lugar de permanente códice,pela Inglaterra, pelos americanos.Si você quiser podemos falar de cada uns dos países, como o problema de Iran.

    Christian Schulz

    24 de setembro de 2011 às 22h28

    Silvio I, a Inglaterra não tem constituição e invade a Escócia e parte da Irlanda há séculos.

    Por outro lado, os EUA têm uma sólida constituição LAICA (mesmo com o "under god") e invadem parte do México há mais de 150 anos.

    Acho que não é por aí. Israel sempre foi apenas uma base militar americana e, se os palestinos reclamam, isso se dá apenas pela garra desse povo que se recusa a morrer.

    Silvio I

    24 de setembro de 2011 às 23h44

    Chistian Schulz:
    Não sei si me expresse bem. O que quis fazer notar e o problema religioso que existe nesse lugar do mundo. Que outro pais do mundo, tem uma bandeira com um símbolo religioso.Mais as invasões são independentes das constituições.Igualmente que não tem nada a ver aqui si e laico u não.EUA foi um pais laico e onde seus cidadãos gozavam de liberdade, hoje não e mais assim, se tem transformado em um pais com religião fundamentalista,e seu povo tem perdido sua liberdades.E dito seja de passo, temos que cuidar que Brasil, não siga esse caminho.

    Beto_W

    26 de setembro de 2011 às 10h08

    Sobre bandeiras e símbolos religiosos:
    Argélia
    <img src="http://www.flags.net/images/largeflags/ALGE0001.GIF"&gt;
    Turquia
    <img src="http://www.flags.net/images/largeflags/TURK0001.GIF"&gt;
    Tunísia
    <img src="http://www.flags.net/images/largeflags/TUNS0001.GIF"&gt;
    Eslováquia
    <img src="http://www.flags.net/images/largeflags/SVKA0001.GIF"&gt;
    Suíça
    <img src="http://www.flags.net/images/largeflags/SWIT0001.GIF"&gt;
    Só para dar alguns exemplos. Outra correção: o Irã tem sim uma constituição que data de 1979, e Israel não tem, mas suas leis emanam (ou deveriam emanar) da declaração de independência – uma carta de princípios análoga à constituição dos EUA.

    O conflito religioso no Oriente Médio existe, mas é sempre usado para esconder outros interesses. A separação entre estado e religião é uma das maiores invenções da humanidade, e deve ser defendida, seja aqui no Brasil, no Oriente Médio ou em qualquer parte do mundo.

    M.S. Romares

    24 de setembro de 2011 às 00h16

    Mensagem cifrada?? Em portugues seria mais interessante. Acho.

    Silvio I

    24 de setembro de 2011 às 17h12

    M.S.Romares:
    Desculpe-me Eu não sei bem falar o Português, e como falo uma língua, que tem a mesma raiz latina, se faz mais difícil às vezes expressasse melhor. Não esta cifrado, si não para isso necessitaria, de um criptógrafo.Si alguma coisa não entendeu, por favor me diga qual, que trataria de aclarar da melhor forma, que este a meu alcance.

    Leider_Lincoln

    24 de setembro de 2011 às 10h15

    O negócio é que a tal sarça ardente era provavelmente uma moita de Cannabis sativa. Moisés, já com insolação, aspira a fumalça e começa aí todo o erro, o mais longo e cruel engano da humanidade…

    Silvio I

    24 de setembro de 2011 às 17h01

    Leider_Lincoln:
    Não acredito que fosse Cannabis, si não fumado um ópio, e se transportou as habitações de Deus!

    FrancoAtirador

    24 de setembro de 2011 às 15h02

    .
    .
    O camarada Silvio tem razão.

    O litígio primeiro, naquela região, tem origem mítica.

    A começar por Jerusalém que é considerada cidade sagrada

    para os judeus, para os muçulmanos e para os cristãos ortodoxos.
    .
    .

    Tania

    23 de setembro de 2011 às 19h39

    Eleitorado judaico nada, pois estes nao chegam nem a 3% e destes 40% sao seculares e 55% apoiam Bosama por outros motivos

    @4lex78

    23 de setembro de 2011 às 20h45

    O eleitorado judaico não tem votos, mas tem dinheiro para as campanhas…

    edv

    23 de setembro de 2011 às 23h32

    Bancos, mídia …
    Mas de fato, apenas comentei o PS do Azenha sobre Ohio e Flórida (lá o voto é distrital federativo…).
    Ou Obama assume que "é" … ou não será…

    Scan

    23 de setembro de 2011 às 23h07

    Tânia, o problema é que os 3% (não sei se a cifra é correta) tem a grana no bolso. Desafiar rico, lá como aqui, será sempre coisa difícil.
    A regra de ouro continua a ser: "Quem tem o ouro, faz a regra".
    []'s

    edv

    23 de setembro de 2011 às 23h39

    Tania, infelizmente tem aquela curva onde "3% tem 90%", "90% tem 10%" e o resto não tem nada"…
    Apenas usei seu n. para ilustração, hehe. Mas estas curvas têm mais ou menos esse jeitão mesmo…

    rodrigo.aft

    24 de setembro de 2011 às 13h08

    edv,

    a tal curva é a curva ABC ou curva 80/20 (nome tendencioso e falsamente simplificador) ou diagrama de Pareto, muito usada para classificações, tipow… estabelecer prioridades, consumo, custo…

    é uma curva de PORCENTAGEM x PORCENTAGEM, e os valores não são exatamente 80 ou 20, mas a simplificação EMBURRECEDORA da internet parece ter fixado esses valores, mas pode ser um pouco mais ou um pouco menos em função dos parâmetros da análise e da base de dados (tanto em X, como em Y).
    lógico q a soma dá 100 nas abcissas e 100 nas ordenadas.

    mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Curva_ABC

    edv

    24 de setembro de 2011 às 22h00

    Isso mesmo Rodrigo, os números variam, por isso mencionei que usei os 3% informados.( e o 0%…).

Orellano Paz

23 de setembro de 2011 às 18h09

Os povos do 1o.mundo perderam a coragem.
Desumanizaram-se, não tem líderes, nem idéias: só consumo e negociatas.

Responder

    Silvio I

    23 de setembro de 2011 às 19h36

    Orellano Paz:
    Os povos não perderão a coragem. Sempre foi assim, e continuará sendo. As guerras começam, quando a diplomacia, não consegue resolver o problema. O seja quando as palavras acabam, começam a falar as armas. Todas as guerras tem seu origem no comercio,ou interes de ocupar um território, por alguma riqueza ali existente.Creio que não e necessário enumerar casos existentes no mundo atualmente.

Cunha

23 de setembro de 2011 às 17h59

E tudo isso nasceu em conflitos tribais naquelas terras longínquas, misturando Deus ,terra prometida e outras coisas com muito mais de 2000 anos… Quando Alguém apareceu por lá e mostrar que nada daria certo com tais comportamentos exclusivistas, os podres poderes locais e de ocupação o calaram no instrimento romano de tortura e morte conhecido como cruz.

Responder

    Lucas

    23 de setembro de 2011 às 19h11

    Isso não começou há 2000 anos. Começou há cerca de 70 anos, por volta de 1947. Os árabes e os judeus conviviam relativamente bem até então.

    Bonifa

    23 de setembro de 2011 às 20h59

    Se formos navegar no passado, tudo começou, até novas pesquisas, nas proximidades de Harappa, no Paquistão.

    lia vinhas

    24 de setembro de 2011 às 23h30

    Vídeo esclarecedor sobre a origem dos conflitos entre palestinos e judeus em Israel pode ser visto no http://WWW.tijolaco.com do Brizola Neto.

    Lucas

    23 de setembro de 2011 às 22h30

    Não começou há 2000 anos. Isso é mito. Começou há uns 70 anos, quando animados pelo sionismo, ideologia inventada no século XIX, alguns judeus europeus resolveram que queriam morar na Palestina e passaram a se mudar pra lá. Com o fim da Segunda Guerra, devido ao horror do Holocausto, a comunidade internacional tinha bastante simpatia com quaisquer aspirações judaicas, e deixaram.

    Depois, em 1947~1948, enquanto a ONU debatia como resolver a questão da Palestina após a retirada britânica, as comunidades judaicas e as comunidades árabes da Palestina entraram em guerra civil, culminando com a vitória dos sionistas, com a declaração unilateral de criação do Estado de Israel, e a expulsão dos árabes do território que hoje é Israel.

    Ah, e Jesus não teve nada a ver com isso.

Pedro

23 de setembro de 2011 às 16h32

Belo artigo. Israel é braço armado do império para oprimir os povos daquela região. Portanto, muito diferente não poderia ser a posição do Obama. Obama é pau-mandado do Pentágono, o Sr. da guerra.

Responder

    Lucas

    23 de setembro de 2011 às 19h13

    É uma relação mútua. Israel apoia os EUA na região, agindo como seu subtenente no Oriente Médio, e os políticos dos EUA contam com apoio do lobby zionista pra se eleger.

    Silvio I

    23 de setembro de 2011 às 19h38

    Pedro:
    Totalmente de acordo.


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A mídia descontrolada

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