VIOMUNDO

Diário da Resistência


“Reviravolta” nas ruas fortalece Dilma para 2014
Opinião do blog Política

“Reviravolta” nas ruas fortalece Dilma para 2014


27/10/2013 - 11h06

Em 2014, celebrando a Copa?

por Luiz Carlos Azenha

Quatro meses se passaram desde o início das grandes manifestações de junho. Uma eternidade na política. Dilma Rousseff termina 2013 fortalecida. O Movimento Passe Livre (MPL), estopim dos protestos que acabaram mirando não só, mas também a presidente, enfraquecido.

Dilma reagiu mas, como escreveu Maria Inês Nassif, também contou com circunstâncias sobre as quais não tinha controle. A reação corporativa ao Mais Médicos, por exemplo, suscitou um debate nacional que acabou ajudando a legitimar o programa emergencial. A oposição atacou falando em improviso, depois de 10 anos do PT no poder, mas na célebre frase recém-lembrada por um governista, para quem recebe atendimento dos médicos cubanos não importa a cor do gato, desde que cace o rato (a frase foi usada durante o debate sobre o leilão de Libra, onde a cor do gato realmente não importa, mas para onde ele leva o rato).

O povo na rua mexeu com as instituições, mas desde então o foco da mídia, especialmente a televisiva, se concentrou no espetáculo dos “confrontos” associados à tática black bloc. Não é por acaso que, segundo pesquisa Datafolha, 95% dos paulistanos rejeitam hoje a ação dos mascarados. A selvageria contra o coronel Reynaldo Simões Rossi, em São Paulo, na noite de sexta-feira, acabará respingando no MPL por associação. Ainda que involuntariamente, a tática black bloc fez com os movimentos sociais o que nem o famoso “assassinato dos laranjais” pelo MST, numa fazenda do interior de São Paulo, em 2009, conseguiu, pelo menos em parte significativa da opinião pública: provocar ojeriza aos protestos. Ponto para a modernização conservadora.

Antes do leilão de Libra e de viajar para a África, o ex-presidente Lula condenou a ação black bloc. No dia do leilão, dada a enormidade do que estava em jogo, havia pouca gente nas ruas do Rio. A cobertura da mídia focou nos que se moviam protegidos por escudos em direção ao hotel-sede da partilha do pré-sal. As imagens que dominaram a cobertura foram as dos enfrentamentos. Não houve tempo na mídia para o debate do que estava em jogo. Nem antes, nem durante, nem depois. Ponto para a presidente Dilma, que ocupou o centro, a voz da razão, entre a Força Nacional e os mascarados.

Dado o que a grande mídia mostrou das ruas nos últimos quatro meses, Dilma representa hoje, mais do que nunca, a mudança lenta, gradual e segura que agrada à base social do lulismo, na definição de André Singer. “Mudança na qual se pode confiar”, parafraseando o slogan de campanha de Barack Obama. É justamente esta base, garantidora do sucesso eleitoral contínuo da coalizão governista, o foco do Mais Médicos e de outras medidas tomadas pelo Planalto nos últimos meses. Ela não é de “esquerda”, nem mesmo “petista”. É entre ela e a tradicional base do partido nos sindicatos e movimentos sociais que Dilma se move.

Dilma recolheu dividendos políticos e eleitorais mesmo do leilão de Libra, onde sofreu críticas à esquerda:

1. Adeus às capas da Economist e às críticas do Financial Times. Os investidores estrangeiros queriam mais, muito mais — e só ler a mídia tradicional para saber quanto –, mas com a anglo-holandesa Shell firmemente instalada em Libra também para eles Dilma representa alguém que “deliver”, ou seja, com a qual é possível fazer negócios com segurança e previsibilidade. Num quadro de crise econômica e de domínio das estatais sobre as reservas de petróleo, são raríssimas as oportunidades como a que se abriu no Brasil.

2. O Planalto foi muito hábil ao apresentar, em rede nacional de TV, os resultados do leilão. O discurso de Dilma foi escrito de tal forma a comunicar aos brasileiros que, se não tivesse havido o leilão, eles não teriam acesso a todos aqueles benefícios bilionários do pré-sal. Em resumo: sem leilão, sem dinheiro. Riqueza enterrada para sempre nas profundezas do mar. O brilhantismo da tática é que ela legitima todos os próximos leilões do petróleo. Serão — os leilões, não o pré-sal em si — a fonte de nossa riqueza. Ela não virá das ruas — de onde só podemos esperar os “malditos” mascarados — mas da firmeza presidencial, que paira sobre os conflitos e nos traz resultados práticos. A disputa privatistas-não privatistas, que marcou 2010, é coisa do passado. Amaury Ribeiro Jr. vai morrer de fome se depender do Privataria Tucana 2. Agora a disputa é entre quem está capacitado ou não para nos proporcionar a riqueza do pré-sal. Ponto para Dilma.

3.  Ao adotar o discurso do “razoável”, Dilma negou aos adversários o espaço político onde as eleições são decididas no Brasil: o centro. De tal forma que levou Aécio Neves, do PSDB, aquele partido que vendeu a Vale e acabou com o monopólio do petróleo, a adotar um discurso eleitoralmente pouco plausível por vir de quem vem:

Aécio Neves defende a reestatização da Petrobras

O senador Aécio Neves  defendeu, nesta terça-feira, em Brasília, a reestatização da Petrobras. A declaração foi dada no seminário promovido pelo PSDB para discutir a situação da empresa. Aécio Neves destacou que a Petrobras foi partidarizada e aparelhada pelo governo do PT nos últimos dez anos, acarretando perda de eficiência e de competitividade à empresa e prejuízos ao Brasil. “Não vamos permitir que o Brasil continue iludido pelo ufanismo da propaganda oficial. Estamos assistindo, ao longo dos últimos dez anos, uma perda enorme de competitividade da empresa. É preciso que alertemos o Brasil das consequências perversas no valor da Petrobras, que atinge de 55 mil trabalhadores que investiram em suas ações e perderam metade do valor”.

4. Se havia dúvidas quanto à solidez da aliança PT-PMDB, elas foram desfeitas. A parceria com o Centrão do senador José Sarney — representada pelo ministro Edison Lobão — segue firme e forte, especialmente em torno do setor de energia, dominado por grandes financiadores de campanha: empreiteiras, mineradoras, fabricantes de turbinas, empresas de serviços ligadas à exploração do petróleo. É “mudança na qual se pode confiar” em torno de grandes projetos de infraestrutura que rendem bilhões e bilhões de reais.

5. Com o sinal de que o Brasil está aberto aos negócios, Dilma foge do figurino de “estatista” que se tenta colar nela e ajuda a incorporar à base tradicional do PT setores de classe média que poderiam gravitar em direção a Eduardo Campos e, na prática, funcionam como contrapeso na coalizão governista ao sindicalismo e aos movimentos sociais. É o fenômeno que explica o fato de gente que nunca militou no PT, nem tem relação com a história do partido, hoje se colocar na posição de acusar os petroleiros — logo os petroleiros! — de corporativistas e oportunistas. Dilma, feito Lula, faz a arbitragem interna desta disputa expandida. É a mediadora. O senso comum nem sempre está certo, muitas vezes encobre a verdade, mas nos debates superficiais e ligeiros da Era das Redes Sociais, é uma poderosa ferramenta eleitoral.

Quatro meses se passaram desde o início das manifestações que chacoalharam a cena política brasileira. Se Dilma ainda não recuperou totalmente a popularidade que tinha antes, parece a caminho. A campanha de 2014 será dura, com o antipetismo reforçado pela adesão de Eduardo Campos. Mas o grande risco para Dilma, que era o retorno de manifestações populares antes e durante a Copa do Mundo, parece definitivamente afastado. Desmoralizado. Quanto às disputas internas no PT, não há nada que uma vitória eleitoral não consiga resolver.

Leia também:

O segredo das Sete Irmãs e o pré-sal brasileiro





67 comentários

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“Reviravolta” nas ruas fortalece Dilma para 2014 - Blog do Bordalo

05 de abril de 2019 às 12h38

[…] 28 de outubro de 2013 by bordalo13 bordalo13 No comments yet Quatro meses se passaram desde o início das grandes manifestações de junho. Uma eternidade na política. Dilma Rousseff termina 2013 fortalecida. O Movimento Passe Livre (MPL), estopim dos protestos que acabaram mirando não só, mas também a presidente, enfraquecido.   Dilma reagiu mas, como escreveu Maria Inês Nassif, também contou com circunstâncias sobre as quais não tinha controle. A reação corporativa ao Mais Médicos, por exemplo, suscitou um debate nacional que acabou ajudando a legitimar o programa emergencial. A oposição atacou falando em improviso, depois de 10 anos do PT no poder, mas na célebre frase recém-lembrada por um governista, para quem recebe atendimento dos médicos cubanos não importa a cor do gato, desde que cace o rato (a frase foi usada durante o debate sobre o leilão de Libra, onde a cor do gato realmente não importa, mas para onde ele leva o rato).   O povo na rua mexeu com as instituições, mas desde então o foco da mídia, especialmente a televisiva, se concentrou no espetáculo dos “confrontos” associados à tática black bloc. Não é por acaso que, segundo pesquisa Datafolha, 95% dos paulistanos rejeitam hoje a ação dos mascarados. A selvageria contra o coronel Reynaldo Simões Rossi, em São Paulo, na noite de sexta-feira, acabará respingando no MPL por associação. Ainda que involuntariamente, a tática black bloc fez com os movimentos sociais o que nem o famoso “assassinato dos laranjais” pelo MST, numa fazenda do interior de São Paulo, em 2009, conseguiu, pelo menos em parte significativa da opinião pública: provocar ojeriza aos protestos. Ponto para a modernização conservadora.   Antes do leilão de Libra e de viajar para a África, o ex-presidente Lula condenou a ação black bloc. No dia do leilão, dada a enormidade do que estava em jogo, havia pouca gente nas ruas do Rio. A cobertura da mídia focou nos que se moviam protegidos por escudos em direção ao hotel-sede da partilha do pré-sal. As imagens que dominaram a cobertura foram as dos enfrentamentos. Não houve tempo na mídia para o debate do que estava em jogo. Nem antes, nem durante, nem depois. Ponto para a presidente Dilma, que ocupou o centro, a voz da razão, entre a Força Nacional e os mascarados.   Dado o que a grande mídia mostrou das ruas nos últimos quatro meses, Dilma representa hoje, mais do que nunca, a mudança lenta, gradual e segura que agrada à base social do lulismo, na definição de André Singer. “Mudança na qual se pode confiar”, parafraseando o slogan de campanha de Barack Obama. É justamente esta base, garantidora do sucesso eleitoral contínuo da coalizão governista, o foco do Mais Médicos e de outras medidas tomadas pelo Planalto nos últimos meses. Ela não é de “esquerda”, nem mesmo “petista”. É entre ela e a tradicional base do partido nos sindicatos e movimentos sociais que Dilma se move.   Dilma recolheu dividendos políticos e eleitorais mesmo do leilão de Libra, onde sofreu críticas à esquerda:   1. Adeus às capas da Economist e às críticas do Financial Times. Os investidores estrangeiros queriam mais, muito mais — e só ler a mídia tradicional para saber quanto –, mas com a anglo-holandesa Shell firmemente instalada em Libra também para eles Dilma representa alguém que “deliver”, ou seja, com a qual é possível fazer negócios com segurança e previsibilidade. Num quadro de crise econômica e de domínio das estatais sobre as reservas de petróleo, são raríssimas as oportunidades como a que se abriu no Brasil. 2. O Planalto foi muito hábil ao apresentar, em rede nacional de TV, os resultados do leilão. O discurso de Dilma foi escrito de tal forma a comunicar aos brasileiros que, se não tivesse havido o leilão, eles não teriam acesso a todos aqueles benefícios bilionários do pré-sal. Em resumo: sem leilão, sem dinheiro. Riqueza enterrada para sempre nas profundezas do mar. O brilhantismo da tática é que ela legitima todos os próximos leilões do petróleo.   Serão — os leilões, não o pré-sal em si — a fonte de nossa riqueza. Ela não virá das ruas — de onde só podemos esperar os “malditos” mascarados — mas da firmeza presidencial, que paira sobre os conflitos e nos traz resultados práticos. A disputa privatistas-não privatistas, que marcou 2010, é coisa do passado. Amaury Ribeiro Jr. vai morrer de fome se depender do Privataria Tucana 2. Agora a disputa é entre quem está capacitado ou não para nos proporcionar a riqueza do pré-sal. Ponto para Dilma   3.  Ao adotar o discurso do “razoável”, Dilma negou aos adversários o espaço político onde as eleições são decididas no Brasil: o centro. De tal forma que levou Aécio Neves, do PSDB, aquele partido que vendeu a Vale e acabou com o monopólio do petróleo, a adotar um discurso eleitoralmente pouco plausível por vir de quem vem:   Aécio Neves defende a reestatização da Petrobras       O senador Aécio Neves  defendeu, nesta terça-feira, em Brasília, a reestatização da Petrobras. A declaração foi dada no seminário promovido pelo PSDB para discutir a situação da empresa. Aécio Neves destacou que a Petrobras foi partidarizada e aparelhada pelo governo do PT nos últimos dez anos, acarretando perda de eficiência e de competitividade à empresa e prejuízos ao Brasil. “Não vamos permitir que o Brasil continue iludido pelo ufanismo da propaganda oficial. Estamos assistindo, ao longo dos últimos dez anos, uma perda enorme de competitividade da empresa. É preciso que alertemos o Brasil das consequências perversas no valor da Petrobras, que atinge de 55 mil trabalhadores que investiram em suas ações e perderam metade do valor”.   4. Se havia dúvidas quanto à solidez da aliança PT-PMDB, elas foram desfeitas. A parceria com o Centrão do senador José Sarney — representada pelo ministro Edison Lobão — segue firme e forte, especialmente em torno do setor de energia, dominado por grandes financiadores de campanha: empreiteiras, mineradoras, fabricantes de turbinas, empresas de serviços ligadas à exploração do petróleo. É “mudança na qual se pode confiar” em torno de grandes projetos de infraestrutura que rendem bilhões e bilhões de reais.   5. Com o sinal de que o Brasil está aberto aos negócios, Dilma foge do figurino de “estatista” que se tenta colar nela e ajuda a incorporar à base tradicional do PT setores de classe média que poderiam gravitar em direção a Eduardo Campos e, na prática, funcionam como contrapeso na coalizão governista ao sindicalismo e aos movimentos sociais. É o fenômeno que explica o fato de gente que nunca militou no PT, nem tem relação com a história do partido, hoje se colocar na posição de acusar os petroleiros — logo os petroleiros! — de corporativistas e oportunistas. Dilma, feito Lula, faz a arbitragem interna desta disputa expandida. É a mediadora. O senso comum nem sempre está certo, muitas vezes encobre a verdade, mas nos debates superficiais e ligeiros da Era das Redes Sociais, é uma poderosa ferramenta eleitoral.   Quatro meses se passaram desde o início das manifestações que chacoalharam a cena política brasileira. Se Dilma ainda não recuperou totalmente a popularidade que tinha antes, parece a caminho. A campanha de 2014 será dura, com o antipetismo reforçado pela adesão de Eduardo Campos. Mas o grande risco para Dilma, que era o retorno de manifestações populares antes e durante a Copa do Mundo, parece definitivamente afastado. Desmoralizado. Quanto às disputas internas no PT, não há nada que uma vitória eleitoral não consiga resolver.   Fonte: Luiz Carlos Azenha https://www.viomundo.com.br/politica/reviravolta-nas-ruas-fortalece-dilma-para-2014.html […]

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andre

29 de outubro de 2013 às 00h22

A extrema direita que atua nas sombras e mascarada jogou o tema do aborto pelo esgoto da internet nas eleições de 2010. Nao precisa ser muito inteligente para saber o que ela esta tramando para 2014. Em 2010 a extrema direita encontrou um candidato na disputa institucional para vocalizar suas idéias e nao precisa ser muito esperto para saber quem pode dar voz a extrema direita nas próximas eleições. A extrema direita nao suporta ter uma pessoa que combateu a ditadura no governo, do mesmo modo que nos EUA nao aceita um negro na presidência. E bom olhar para o que esta acontecendo com o Obama e ficar atento em um segundo mandato de Dilma…

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Carlos Magno

28 de outubro de 2013 às 22h17

O mais interessante, é que muita pessoas culpam a presidenta Dilma por todos os problemas que acontece no país, caros blogueiros, a presidenta Dilma não manda no poder legislativo e no judiciario, e são justamente esses dois poderes, que “ATRAVANCA” o governo do Brasil, vou enumerar abaixo:
1 – Para que haja governabilidade, é preciso haver uma grande reforma politica, onde acabe essa enorme quantidade de partidos politicos e principalmente esses partidos de aluguel, sem essa grande reforma, é muito dificil um presidente governar o Brasil, por outro lado, os eleitores votam em Dilma para presidente, e esquece de votar no deputado federal e senador comprometido com o projeto da presidenta, a presidenta depende do poder legislativo para aprovar os projetos que melhorem e traga beneficios para a população e para o Brasil, “O PROGRAMA MAIS MEDICO” quase não é aprovado no legislativo federal (camara e senado)
2 – A exorbitante carga tributaria que o cidadão brasileiro paga não é reduzida, porque os legisladores não votam o projeto da “REFORMA FISCAL”, porque governadores e empresarios querem que permaneça a “GUERRA FISCAL”, que só favorecem eles.
3 – Há tambem necessidade de uma grande “REFORMA DO PODER JUDICIARIO”, bem como reforma do codigo civil, mas, até hoje não foi aprovado porque adevogados, membros do poder judiciario, e os ricos e poderosos não querem que haja essa reforma, assim, impera a “IMPUNIDADE” e a “CORRUPÇÃO”, e é no poder judiciario onde está instalada a “GRANDE TEIA DA CORRUPÇÃO”, como os sehores podem ver, não é facil governar o Brasil, principalmente com uma “OPOSIÇÃO GOLPISTA, CORRUPTA E IRRESPONSAVEL”, onde visa apenas detonar os projetos que trazem progresso e melhoria para o Brasil e a população, viram como é facil criticar?, ajudar a melhorar as condições de vida do povo brasileiro, é muito mais dificil, pois, o eleitor brasileiro infelizmente ainda não sabe votar, não basta votar na presidenta Dilma, temos que votar no deputado federal e senador dos partidos aliados do PT, naqueles mais confiaves e comprometidos com os projetos do governo, essa mesma logica vale para as eleições para os governadores e prefeitos e os legislativos estaduais e municipais, pois esses, é que efetivamente poem em pratica a maior parte da politicas publicas do governo federal (educação, saude, saneamento segurança publica, infra estrutura e etc., com o apoio do governo federal, atraves do repasse de recursos proveniente da arrecadação de impostos, pois 80% dos municipios brasileiros não possuem renda propria, portanto caros blogueiros, vamos ajudar a presidenta Dilma, votando nos legisladores comprometidos com as mudanças que tragam melhorias e progresso.

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Bacellar

28 de outubro de 2013 às 21h16

Concordo em boa parte com a análise do LCA.

Num cenário de baixa da demanda de commodities, economia instável e juro real abrindo, somando-se a uma grande imprensa hostil e um debate político nacional inexistente ou restrito a círculos pequenos, bater de frente com o “mercado” como em questões anteriores -não imagino que tenha sido fácil derrubar a selic numa porretada como fez o Tombini ou forçar a queda da tarifa energética- seria suicídio econômico e eleitoral.

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Jose Mario HRP

28 de outubro de 2013 às 20h18

Eu faço o que posso, mas com tantos “losers” como voces, fica dificil,….mesmo sendo sem vergonha, como fui, voces perdem feio!


KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Perdedores!!!!!!!!!!

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    Luís CPPrudente

    28 de outubro de 2013 às 23h22

    Eu quero ver o senador Aébrio Neves enviar imediatamente ao Senado uma proposta de reestatização da Petrobras!

    O Aébrio Neves vai fazer realmente o que disse?

Wilson

28 de outubro de 2013 às 19h45

Copa do Mundo vem aí, à véspera da eleição. Os movimentos durante a Copa das Confederações só foram um ensaio para o que virá na Copa do Mundo. As eleições de 2014 se darão no meio do fervor das manifestações da Copa do Mundo. Com o mundo todo olhando, a tendência é que a população que não está satisfeita se infle e as consequências são imprevisíveis.

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Julio

28 de outubro de 2013 às 19h37

Só está faltando a esquerda governista dizer: “Brasil, ame-o ou deixe-o”, diante do paraíso na terra que temos aqui, lugar onde ninguém tem razão para estar descontente já que tudo vai bem e discordar é para os reacionários.

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Enrico

28 de outubro de 2013 às 18h56

“Dilma Rousseff termina 2013 fortalecida. O Movimento Passe Livre (MPL)(…), enfraquecido”. Discordo.

Primeiro que Dilma começou 2013 com 65% de popularidade. Termina com 38%. Até 2012, a eleição presidencial era uma barbada a ser decidida no 1º turno. Agora, embora ainda favorita, Dilma deve enfrentar uma eleição muito mais dura que estava parecendo até ano passado. Sob nenhuma ótica, pois, Dilma sai fortalecida em relação a 2012. Isso embora ela tenha recuperado uma pequena parte (8 pontos) dos 35 pontos perdidos.

Já o MPL, movimento praticamente desconhecido em 2012 (exceto de quem tinha algum conhecimento ou atuava em movimento estudantil), foi catapultado como movimento de relevância nacional. O movimento que atraia 500 pessoas para suas manifestações, agora atrai milhares e se colocou na história do país como um movimento social importante.

Acho lamentável a tentativa de deslegitimar e subestimar os feitos do MPL e, pior, associá-lo às recentes ondas de protestos violentos, com o objetivo tácito de desmoralizá-lo. Coisa típica de jornais conservadores e que, não fosse o elogio a Dilma, seria bem a cara da Veja.

“A selvageria contra o coronel Reynaldo (…) acabará respingando no MPL por associação”. Acabará por quê? Quem vai fazer a associação? Só se for o autor do texto acima.

É uma demonstração de ignorância (misturar black bloc com MPL é como confundir bananas com laranjas) e uma tentativa baixa de manipular a realidade. Mandou mal, Azenha.

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marcelo francisco

28 de outubro de 2013 às 15h23

o Azenha falou do PIG e do PIP. Faltou mais um partido: o PIS. Partido da Imprensa Stalinista, Composto por essa gente anacrônica que vive no século XIX.
Não ao Estado Mínimo e também ao Leviatã. Precisamos sonhar com algo que não seja semelhante as aberrações acima; um mundo sem fronteiras, Estados, oprimidos e opressores, religião e principalmente de “donos da verdade”.

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ricardo silveira

28 de outubro de 2013 às 14h22

Quando o MPL desencadeou as manifestações de junho achei ótimo, afinal, o único partido, de 70 para cá, que lutou por um urbano civilizado e com qualidade de vida foi o PT. Mas, se o MPL fez o movimento, também, para minar o Governo, “deu com os burros n’água”. Ao reconhecer a validade das bandeiras do movimento e buscar viabilizá-las com o Congresso, ficou claro que o problema não é o PT e, certamente, muita gente que entrou de inocente já percebeu que sem esse governo vai ficar muito mais difícil. A oposição é muito ruim.

Responder

    Julio Silveira

    28 de outubro de 2013 às 16h22

    O ruim, primo,risos…, de fato é isso, ficamos reféns dessa falta de opção de todos os lados. Como também da falta de esperança que a inapetência deste grupo tem para buscar mudar de fato a cultura do país.

Roberta Ragi

28 de outubro de 2013 às 13h49

Sim: “A disputa privatistas não-privatistas, que marcou 2010, é coisa do passado. Amaury Ribeiro Jr. vai morrer de fome se depender do Privataria Tucana 2. Agora a disputa é entre quem está capacitado ou não para nos proporcionar a riqueza do pré-sal”.

Certamente, Dilma e seus aliados foram hábeis em construir um discurso “razoável”, como forma de mascarar as opções conservadoras do governo atual e justificar a distância do que se defendeu em 2010 e o que efetivamente se operou em 2013, em relação às nossas riquezas naturais.

Alie a isso a “solidariedade seletiva da presidente”, tal como anunciada por Gerson Carneiro (em relação ao episódio do espancamento do coronel da PM em SP), e a dificuldade (cada vez mais evidente) de diálogo interno com alas mais progressistas do partido (na prática, dirigido por figuras do naipe do Sr. Rui Falcão), e nos encontraremos em um cenário político desolador, prejudicado, ainda, pela presença nefasta de Marina, Eduardo, Aécio e afins…

Pior: o contexto necessário para o sucesso do “discurso razoável” da presidente (o da “mudança na qual se pode confiar”) é garantido, sobretudo, pela interdição dos debates que realmente interessam aos brasileiros. Dá pra se animar com 2014?…

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Fabio Passos

28 de outubro de 2013 às 13h24

Não sei se é assim.
Mas quem implodir a globo será responsável por um avanço democrático fabuloso para o Brasil.

Responder

tony2011

28 de outubro de 2013 às 13h21

Azenha , bom post também percebo uma certa critica sua em relção ao Leilão de Libra, o que é normal pois este leilão teve critica de todos os lados, mas também muita gente entendida a favor. Mas quero me reportar aos comentários se você, não mediar daqui alguns dias o viomundo vai está pior do que o brasil 247 onde não há o mínimo respeito e os comentários são desqualificando uns aos outros, calunias e tudo mais.

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Roberto Locatelli

28 de outubro de 2013 às 12h41

NOTÍCIA BOMBA!! Black Blocs NÃO estão preparando protesto contra Procurador Rodrigo de Grandis, que livrou tucanos da cadeia ao arquivar processos em pasta errada, por “distração”.

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wagner

28 de outubro de 2013 às 12h37

Acho que você precisa ler o blog Tijolaço do Fernando Brito

Responder

Bernardino

28 de outubro de 2013 às 11h46

… Não tem como, desafiar e vencer a razão. Os seus ditos Petralhas entenderam q não se quer e deseja a irracionalidade, nas rupturas. O seu dito povinho assim deseja. E as transformações vão advir, suavemente serenas, com a participação de quem estiver de acordo em um Pais, igual, pra todos.
Acorda, cara: quem não tem projeto para o futuro é vc e os seus… Dai o desespero, desesperado, de seu verter.

Qual razao sr SIMAS?Pagar juros de 220 bilhoes de rais aos Bancos privados como foi ano passado da divida interna.Emprestar aos empresarios e multinacionais 156 bilhoes de Reais atraves do BNDES,entregar nosso petroleo ja achado pela propria petrobras!!

Brincadeira teus argumentos.Acho que voce eos PETRALHAS precisam se informar melhor.A proposito votei em voces 3 vezes,claro que agora sera chumbo grosso de minha ´parte daqui pra frente e espero ser acompanhado por muitos!!Meus parabens ao J SOUZA,JULIO SILVEIRA e tantos outros que aqui navegam com grandes e inteligentes comentarios!!!

Espero,sr SIMAS, que os grandes Projetos do PT em consonancia com os Quadilheiros do PMDB se concretizem e,em sendo assim,assistiremos a derrocada mais rapidamente!!

A HISTORIA È Cruel com os CRETINOS e PUSILAMINES!!!!!!

Responder

    Bonifa

    28 de outubro de 2013 às 12h15

    Ao contrário do que você pensa,tem, sim, como desafiar e vencer a razão. Tente ler a crítica da razão pura, de Immanuel Kant, para perceber o quanto é complexa a razão que você está acreditando ser tão fácil. Vocês estão sobre uma base sem alicerces, já que se sentem donos de uma razão que não pode ser outra que não a razão dos falsos filósofos provincianos da direita, que estão agora mais que nunca estimulando pessoas de convicções desrazoadas a mostrar sem medo suas desrazões.

Carlos Lopes

28 de outubro de 2013 às 11h42

Dilma só tem 40% das intenções de votos, mesmo sendo 100% conhecida, monopólio de TV e rádio, se pronuncia em cadeia de rádio e TV a hora que bem entende, e mesmo assim só tem 40%.

Não me parece que isso seja intenção de votos de quem vá vencer alguma coisa.

Será que chega ao segundo turno? bem, pode até chegar, mas não ganha, senhores, vamos ser racionais.

Responder

J Souza

28 de outubro de 2013 às 11h19

Gostam dela? Votem nela! Fiquem com ela!
Agora, respeitem o direito dos outros de não gostar!
Se quiserem, critiquem o candidato dos outros, mas respeitem o direito dos outros de criticar a candidata de vocês!

Responder

Rafa

28 de outubro de 2013 às 11h01

Do nosso Povo para as “nossas” elites em Nheengatu:

Tá na hora da onça bebe água
i achu inté qui a cobra vai fumá,
pareci qui o bichu tá pegano
é hoje qui a jurupoca vai piá.

A palavra escrúpulo, definitivamente, não faz parte do dicionário da grande mídia. O instituto millenium é capaz de tudo prá defender a casa grande. Esse povo mete medo, mas, também, tem medo porque sabe do óbvio:1-quanto mais se investiga, mais se acha provas contra os acusadores e a favor dos acusados. 2-prevaricação é uma panela de pressão com a válvula entupida no fogo alto: vai explodir. É o bandido prendendo o mocinho. Não é possível querer condenar e mandar prá cadeia pessoas que representam um grupo que conduziu ao poder uma estadista com a probidade e lucidez da nossa querida Dilma. É muita incoerência e o povo está cada vez mais desconfiado que tem algo muito errado nisso. Todas as ações do governo são claras e para o bem da maioria. A Dilma transmite confiança.

Responder

Julio Silveira

28 de outubro de 2013 às 10h04

E engraçado como as coisas mudam. A Dilma foi minha preferida quando foi lançada pelo Lula como sua candidata na luta interna pelo posto de candidata, contra muitos petistas que a viam como um estrangeira que adquiriu sua nacionalidade por ter sido abraçado pelo protetor. Sempre a viram como um estrangeira, de forma preconceituosa. Por isso saúdo essa mudança de comportamento interno hoje. Mas de forma novamente dissidente não mais vejo a Dilma como a candidata ideal, menos pelo seu direito e mais pela sua gestão em completa dissonância com o que preconizava o ideário do partido, sua gestão. Reside aí minha divergência neste momento para continuar lhe apoiando. Infelizmente para o partido, que entendo ser obrigado a jogar nela todas suas fichas, também se vê nessa contradição de ter que jogar na sarjeta todos os motivos que o inspiraram a existir. O poder realmente deturpa a alma dos homens.

Responder

Roberto Locatelli

28 de outubro de 2013 às 07h45

Pois é, a tal “situação pré-revolucionária” que José Arbex disse aqui que poderia ocorrer, não ocorreu. Ainda não foi desta vez!! Mas com os black-blocs-tucanonymous-ninjas-eixos-quebrados em ação, quem sabe…

Responder

Bonifa

28 de outubro de 2013 às 06h24

O senador Aécio é mestre em exageros. As ações da Petrobras hoje estão mais valorizadas que há um ano atrás, e com perspectivas de aumento. Tanto que para tranquilizar os políticos brasileiros oposicionistas que se baseiam no pessimismo, e que estão vasculhando seus apoios internacionais sem saberem o que fazer, A Standard & Poor’s já informou e garantiu que não subirá a nota baixa que deu recentemente à Petrobras, mesmo com suas ações se recompondo e mesmo com o grande sucesso do leilão de Libra.

Responder

Rogério Bezerra

28 de outubro de 2013 às 06h03

Boa análise,Azenha. O Brasil mudou e quem não percebeu vai ficando para trás. A mídia tradicional na frente.

Responder

Andre

28 de outubro de 2013 às 05h36

Em suma: O PT foi para o centro.
Depois irá para a direita, sendo recebido pela elite com honras.
E a elite, depois de uma década de ameaça, permanece no comando…
Tenho um amigo meu que tinha percebido esse movimento do partido há uns 5 anos atrás. E eu, na minha completa ignorância politica, não havia percebido.
Para mim chega de política.

Responder

Francisco

28 de outubro de 2013 às 03h32

O presidente que vier depois do segundo mandato de Dilma terá diante de si a agradável tarefa de planejar o desenvolvimento, pois poderá começar a se preocupar tão somente com questões relativas à qualidade (qualidade da educação, da saúde, da segurança, da aplicação de recursos, etc.).

Esse é o resultado dos “quatro” mandatos petistas.

Não é pouca coisa…

Responder

Celso Carvalho

27 de outubro de 2013 às 22h48

Qual será a herança de Dilma como Estadista? O programa de distribuição de renda do Lula através do Bolsa Família e Bolsa Banqueiro? A redução iníqua dos impostos que está levando o país a deficits enormes? Na “partilha” do petróleo em condições que ninguém sabe qual será no futuro? No sepultamento da Comissão da Verdade? Ou no enterro do PT? De qualquer modo não leva meu voto.

Responder

    Saulo

    28 de outubro de 2013 às 00h47

    Bolsa-Banqueiro foi o PROER da era FHC !!! Lembra disso, coxinha ????

    Celso Carvalho

    28 de outubro de 2013 às 12h26

    Pois é, repetiu FHC. E não foi só nisso. Até a Petrobras entrou no mesmo cenário com um discurso diferente. Não chamou as forças armadas para o leilão porque foi alertada para o plágio da iniciativa. Tolheu as manifestações legítimas e está enviando para gulags as principais lideranças do PT.

    Bonifa

    28 de outubro de 2013 às 06h32

    Aconselho a você que vote em Marina Silva. Ela ainda tem uma ótima imagem de pessoa preocupada profundamente com os problemas do planeta, e que veio das heroicas lutas do grande Chico Mendes. A mídia tem conservado intacta esta imagem de Marina. Vote em Marina, então. É uma excelente opção para as pessoas que estão com o tipo de angústia que você está vivenciando. Votando em Marina, e sua consciência estará apascentada.

Bernardino

27 de outubro de 2013 às 21h48

J SOUZA e Carlos Lopes voces fizeram a antitese a esse texto do Azenha e EU concordo inteiramente e digo mais a esquerda perdeu-se no fisioligismo e covardias gritante que ora vem praticando.
Dilma tem 100% da mídia, vive em cadeia nacional de rádio e TV, fala a hora que quer, usa toda a máquina a seu favor, os outros são reles desconhecidos para a grande maioria, mas mesmo assim, com tudo isso, por que será que mesmo 100% conhecida e com uma máquina colossal a todo vapor, por que será que ela não passa dos 40% de intenção de votos? ou seja, ela é rejeitada por 60% dos eleitores, não me parece que ela ainda tenha espaço para crescer, a meu ver, vai é sair.

Esse projeto acabou.

ELA pode ate se reeleger,por falta de opçoes de candidaturas,porem serao quatro anos aos Trancos e barrancos e aí sim asssitiremos à queima do filme dos PETRALHAS e demais esquerdinhas e o espaço ficara aberto pra uma liderança verdadeiramente Nacionalista e comprometida com a Naçao

Tudo ocorrera como ocorreu com os TUCANALHAS,o FHC mal terminou o governo e nao fez o SUCESSOR.A D DILMA,O JOAO SANTANA e o AIATOLA LULA
abraçados descendo a Ladeira nas eleiçoes de 2018,nadando nas mentiras e ilusoes que venderam à PLEBE atraves da Midia Bandida e blogs CHAPAS_BRANCAS!!
Esse projeto acabou.

Responder

    Bonifa

    28 de outubro de 2013 às 06h37

    Este é o novo discurso oficial do Millenium. Apresentar-se como sendo a esquerda que combate a pastora que supostamente pôs o rebanho a perder.

Bernardino

27 de outubro de 2013 às 21h18

Nao há reviravoltas nas RUAS,ela pode se fortalecer porque os adversários sao fracos.Nao ha um grande comunicador de massas na parada pra tirar o queijo dela,infelizmente nao temos ESTADISTAS no Horizonte,Só PILANTRAS
A DDILMA e seus concorrentes estao longe de serem ESTADISTAS.Nenhum tem planos para o PAÍS inclusive ela.

OS BLACK BOLOCKS nao tem nenhuma influencia nas eleiçoes,quem tem é a situaçao economica do país.Caso a economia comece a Vazar e dar sinais de retorno da inflaçao,aí sem a vaca vai pro brejo!COMO temos pouco tempo,talvez isso nao ocorra e teremos e aturar a DDILMA mais quatro anos com PRIVATARIAS e tudo o mais da demagogia PETRALHA!!

ESSE ´é um País BIPOLAR numa linguagem medica.Um tempo vai bem,cresce e tudo mais,depois vem a depressao,inflaçao falta de crescimento.Foi asssim na Ditadura:MILAGRE econimico com o DELFIM,depois a vaca foi pro brejo e a milicada perdeu o PODER.Em seguida o SARNEY e a euforia do CRUZADO,depois nocaute,FHC plano real estabilidade,privataria e dolar nas alturas deu no que deu.Agora assistimos a euforia do pifio crescimento,Brasil potencia de barro e a economia ja começa a VAZAR,na pisada que vamos as reservas logo,logo serao tragadas e BYE BYE mais um partido que se queima no caso os P_ETRLAHAS e demais esquerdinhas!!

Ate aqui nao houve um estadista pra fazer as REformas de base e colocar o país no caminho certo com umplano a longe prazo.Pra isso teria que ser um guerreiro na Chefia da Naçao e um novo modelo de Representaçao popular e juridica ja que os que temos estao falidos.
Nessa velha e surrada Cultura Portuguesa é dificil uma soluçao pra valer,ate porque temos um povinho despolitizado,uma elite pilantra com ajuda de uma Imprensa corrupta e antipatriota.Talvez a saida so se dara quando houver desagregaçao social com revolta pra valer da Populaçao.

REmendos como temos convividos ate hoje,tendem a rasgar e e assim vamos adiando as verdadeiras SOLUÇOES!!

Responder

    simas

    28 de outubro de 2013 às 00h49

    Vc merece uma gargalhada, das boas, com o fecho de ouro q chega a vomitar, sobre a necessidade de uma tal Reforma de Base… Ora, pois vc rasgou, picou e jogou no lixo as Instituições, junto com a normalidade democrática, negando as mesmas Reformas de Base do Pres Jango; impões mais de duas décadas de obscurantismo e submissão ao Poder Transnacional; agora, sem ter o q fazer e dizer, vem com essa de Reforma de Base? Fala de brincadeira!…
    A análise do Azenha foi primorosa e irretocável. Vc, Bertolomeu… Bernardino, deve estar sentindo, na própria pele, o desespero q nós, outros, sentimos desde de 1064. É a volta… Não tem como, desafiar e vencer a razão. Os seus ditos Petralhas entenderam q não se quer e deseja a irracionalidade, nas rupturas. O seu dito povinho assim deseja. E as transformações vão advir, suavemente serenas, com a participação de quem estiver de acordo em um Pais, igual, pra todos.
    Acorda, cara: quem não tem projeto para o futuro é vc e os seus… Dai o desespero, desesperado, de seu verter.

    Bonifa

    28 de outubro de 2013 às 06h41

    Quem é o seu grande estadista, se não é o Obama, o qual você também deve odiar? Será a Sarah Palin?

Linu

27 de outubro de 2013 às 21h12

Dilma prestando solidariedade a coronel é piada pronta.

ridículo essa mulher entreguista e agora prestando condolências a PM

Responder

Lucas F

27 de outubro de 2013 às 20h39

MPL enfraquecido, Azenha?
Eles acabaram de fazer uma semana nacional de mobilizações, com participação de muitas capitais que nunca tiveram organização do movimento até este ano!
Como bem apontado no texto, as manifestações do MPL foram o estopim, mas medir hoje o que é o MPL tomando como comparação as mobilizações de junho não faz o menor sentido. Me parece aqui que você tomou parâmetros eleitorais para analisar a atual “força” de uma organização que não se organiza para eleições e não segue esta lógica.

Responder

    LuizCarlosDias

    27 de outubro de 2013 às 22h56

    Vamos ver o MPL indeciso, se vai pra direita ou pra esquerda?
    quem for pra rua nas campanhas vai entender.Até outubro de 2014
    o voo de galinha de Marina vai virar piada, as obras do governo
    da presidenta Dilma serão inauguradas, ou reapresentadas, são mil.
    Viva o Lula 68 com 72 poderá ser candidato a presidente e Haddad vice.

IGOR TKACZENKO

27 de outubro de 2013 às 18h32

Todos os discursos da não violência já foram há um bom tempo cooptados enquanto campanha eleitoral pelos escrevedores e articulistas do governo Dilma; na rede. Sou contra a violência, claro, eu e mais zilhões classemedistas deste país. Mas a campanha está aí …

Desmoralizados os “Blacks Blocs da vida” numa ação conjunta bem clara de governo/mídia. Sim, estão de mãos dadas governo Dilma e a grande mídia nesse assunto. E parece que a troca de favores está bem clara também: a votação do Marco Civil da Internet nessa semana, o parágrafo defendido pela Globo …

Então? Quem quer manifestações em plena campanha leitoral? O objetivo claro de minar, ou frear os ânimos dos manifestantes e das manifestações revela um erro político grave do governo. Não me refiro à política profissional, esta está bem articulada, mas sim ao erro político ideológico que se encontra nos atentados ao direito civil e liberdade cometidos pela polícia.

Os discursos estão generalizando e sofismando sobre as prisões (e presos) que foram, indubitavelmente, aviltantes, arbitrárias, repressoras, criminosas e criminalizantes. Pessoas (professores e populares) foram jogados em presídios e tiveram até mesmo as cabeças reaspadas! Prisões por “aparência”, “roupas e indumentárias suspeitas”. Um absurdo que a mídia escondeu e o governo tem se beneficiado de forma velada.

Leis criadas nos moldes da “MacPenaFeliz”, “Fast criminal”, já apontam, também, essa face fascista no jurídico; dizem e comprovam os Advogados Ativistas. O governo está cometendo um erro político grave, e é cobrado por isso no seio da esquerda progressista.

Por fim, vejo que é precipitado pensar que esse quadro incômodo das manifestações está afastado. Ao contrário: a possibilidade de ir às ruas a juventude descrente do sistema político atual é muito maior. O espírito de luta parece ter tirado a passividade da brasilidade de alguns brasileiros, mesmo que não saibam pelo o que estão lutando.

Responder

    Bonifa

    28 de outubro de 2013 às 06h48

    Só mesmo a extrema direita que perdeu o medo de se manifestar graças aos livros de auto-ajuda dos pseudo-filósofos, para tentar dar a entender que a mídia oposicionista está aliada com a Dilma. O que querem é que a mídia seja muito mais incisiva na campanha antigoverno, e traga para o dia a dia o discurso escatológico que a extrema direita propaga pela rede. O que querem é sangue, sem demora.

    IGOR TKACZENKO

    28 de outubro de 2013 às 12h02

    Extrema direita? Hahaha … boa. Governar é a arte do diálogo, e cidadania é a participação das decisões de sua cidade(estado) nas “Ágoras”, é entender o dever de participação como um direito, ter o direito ao dever!

    Nenhuma palavra do ministério da justiça sobre todas essas prisões vergonhosas, arbitrárias, sobre todo esse sufocamento e criminalização de movimentos sociais e aviltamento cívico. Nem uma advertência, nada! Que a mídia esconda é compreensível, mas os que se dizem governo?

    A mudez dos que estão no poder revela exatamente a falta de governo, a inépcia à garantia dos direitos e deveres para o exercício pleno da cidadania e, por fim, um agradecimento velado por ajudar a “sufocar” incômodas manifestações, embora elas tendem sim a voltar. Às ruas todos: direitistas, esquerdistas, coxinhas, jovens, adultos e idosos, assim também se faz política!

Dartanhan Bragança e Orleans

27 de outubro de 2013 às 15h40

By, By DUDU-BláBláBlá

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Adilsom

27 de outubro de 2013 às 15h35

Azenha, brilhante análise.

Sou um dos que tenho batido nessa tecla desde o começo, agora está aí, de fato as manifestações burguesas afastaram o povo e fortaleceram Dilma para 2014.

A violenta ida as ruas dessa parcela específica da população – os (compreensivelmente) não representados pelo jogo atual da política, vindos o Facebook – acendeu o reacionarismo numa parcela da sociedade, dificultou a luta dos movimentos sociais e ganhou a antipatia geral da massa trabalhadora.

Presidente certamente se beneficia desse quadro de instabilidade.

Responder

    Adilson

    29 de outubro de 2013 às 09h32

    ops, corrigindo teclado: Adilson

J Souza

27 de outubro de 2013 às 15h18

Certamente os petistas estão muito felizes com o seu texto.
Em mim, porém, gerou uma grande tristeza, pois foi contra esse “jeitinho” de se acomodar aos interesses do mercado financeiro que eu e muita gente lutou sempre que houve eleições.

O bolsa-família continua sendo o bolsa-família, e o fato de milhares de municípios dependerem desta renda para sobreviver depois de mais de 10 anos mostra que ele continua sendo o que sempre foi: um paliativo!

O mesmo pode ser dito em relação ao “mais médicos”. É outro paliativo! Serve para acalmar os ânimos. Se quisermos ser claros, serve para manter os votos dos pobres, pois eles é que serão servidos pelos médicos sem comprovação de capacidade. Usar dados de médicos estrangeiros da Inglaterra e dos Estados Unidos não passa de desonestidade do governo, pois nesses países os médicos não são visitantes, não são intercambistas. São selecionados através de testes duros, e quando aprovados, se tornam cidadãos desses países, com direitos iguais, e pagam impostos nesses países!

Quanto ao leilão do pré-sal, foi uma violência contra a Petrobrás, que poderia ter recebido a concessão do pré-sal sem precisar pagar R$ 6 bilhões. Só que o governo tinha “urgência” para receber os R$ 15 bilhões. E as “urgências” do governo têm a mesma origem: a falta de planejamento. São fruto do improviso. Depois da comemoração, a verdade: os “royalties” do pré-sal só virão depois de 2020. Enquanto isso, enquanto o governo não precisa de outros R$ 15 bilhões, a Petrobrás pode seguir sua vida, tentando aumentar o refino para diminuirmos a dependência dos derivados de combustíveis importados.

Eu sei que não temos oposição. E quando eu falo oposição, não é oposição à Dilma. É oposição a todos os candidatos do mercado financeiro: Dilma, Campos, Silva, Neves. Todos neoliberais convictos.

A esquerda não terá candidato competitivo em 2014. E isso é muito triste para quem trabalha…

Responder

    Bonifa

    28 de outubro de 2013 às 06h50

    Mais um.

    José Souza

    28 de outubro de 2013 às 09h37

    J. Souza, vamos por parte:1-parece que você não conhecia o país antes do Programa Bolsa Família. Imagine, pelo menos, como estariam os desassistidos sem esse Programa.2-o Programa Mais Médicos tem dois objetivos:a-)dar assistência médica a quem está sem nenhuma (não deve ser o seu caso)assistência;b-)mostrar às faculdades de medicina que o paciente é o objetivo final da ciência médica e não os médicos.3-não olhe o pré-sal com a política em primeiro plano, é um negócio e, como tal, há que se visar o lucro.Todos lucraram.4-classificar a prisidenta Dilma como neoliberal é desconhecer sua história.5-para nós que trabalhamos está muito bom porque o PT trouxe de volta os empregos que os governos anteriores se negavam a cria. Só não tenho certeza se por incompetência ou porque nunca haviam trabalhado na vida, então não poderiam saber o que é ter emprego. Abraços.

Carlos Lopes

27 de outubro de 2013 às 15h11

Dilma tem 100% da mídia, vive em cadeia nacional de rádio e TV, fala a hora que quer, usa toda a máquina a seu favor, os outros são reles desconhecidos para a grande maioria, mas mesmo assim, com tudo isso, por que será que mesmo 100% conhecida e com uma máquina colossal a todo vapor, por que será que ela não passa dos 40% de intenção de votos? ou seja, ela é rejeitada por 60% dos eleitores, não me parece que ela ainda tenha espaço para crescer, a meu ver, vai é sair.

Esse projeto acabou.

Responder

    Saulo

    28 de outubro de 2013 às 00h42

    KKKK !!!! Quanta asneira, rapaz !!! A mídia nativa é toda demotucana, toda antipetista !!! Totalmente Anti-Lula, Anti-Dilma !!! É golpista, mercenária, provinciana, corrupta e de direita !!! Ou VC é muito burro ou muito desinformado !!!

    Marcos

    29 de outubro de 2013 às 00h07

    Saulo, você disse que o Carlos Lopes ou é burro ou é desinformado. Pode ser também que ele seja algum troll demotucanalha tentando em vão desmerecer a popularidade e a competência da presidenta Dilma e o enorme e indiscutível sucesso do projeto inclusivo de nação iniciado pelo governo Lula.
    Agora, se o que o Carlos Lopes disse é realmente o que ele pensa, então eu diria que o Carlos Lopes vai ter que melhorar um tanto ainda para chegar ao ‘status’ de burro.
    É cada comentário idiota, sem pé nem cabeça, que a gente com frequência lê que pelo-amor-de-Deus!

    José Souza

    28 de outubro de 2013 às 09h10

    Carlos Lopes, esse projeto não acabou, você está errado. Fique sabendo que o PT já está buscando, internamente, um nome para 2018. E, se agradar ao povo com emprego e desenvolvimento, vai governar até DEZ/2026. E vamos com o PT até lá e, quem sabe, até mais para a frente. Abraços.

francisco pereira neto

27 de outubro de 2013 às 14h41

Azenha
O que eu pedi, no calor dos debates acirrados sobre o leilão de Libra,você sabiamente se reservou no direito, até aquele momento, de não emitir sua opinião, sob o argumento de que estava aprendendo muito com os comentários.
Você deixou o “pau quebrar” a exaustão, e eu perdido naquele “quebra quebra”, não conseguia extrair um conjunto de opiniões que subsidiasse aquilo que intuitivamente acreditava.
Você foi muito modesto naquele momento, e ontem, ao responder o leitor Luís CPPrudente dizendo que jornalista não é especialista em nada.
Acompanho sua carreira desde a época da saudosa TV Manchete em que você era correspondente em New York, se não me engano.
Você sabe a diferença do seu blog em relação aos outros, ditos progressistas; aqui ninguém é podado. Tanto é verdade que tem uns provocadores na linha: “Parabéns Azenha pela puta melhora de compania
Santayana, mas Azenha ele não é do teu time!”
Até que enfim você emite sua opinião. Opinião do Blog.
E você vai além do que eu solicitei. Faz uma análise retrospectiva dos últimos quatro meses,desde os movimentos do MPL com a infiltração dos Black Bloc, o oportunismo safado da grande mídia, as opiniões da “The Economist” e “Financial Times”, as reações corporativas aos “Mais Médicos”- para mim será um dos grandes diferenciais na disputa ao governo em São Paulo; Alexandre Padilha destinou para São Paulo 276 vagas, o estado “mais rico” da federação.
O momento mais hilário do seu texto é quando diz que Amaury Ribeiro Jr. vai morrer de fome se depender do lançamento do Privataria Tucana 2. Acho que tem razão.
E a opinião final que se encaminha para o que realmente interessa no momento: a eleição do ano que vem.
Também acho que a recuperação da popularidade da Dilma, foi mais rápida do que poderia se esperar, e a tendência é voltar próximo do patamar pré movimentos populares.
É isso aí. Assino em baixo.

Responder

Elias

27 de outubro de 2013 às 14h38

Eis aqui uma análise jornalística límpida e honesta que Luiz Carlos Azenha nos apresenta. Bem diferente de tantos articulistas que por preguiça me reservo o direito de não citar seus nomes. Este é o motivo pelo qual troquei minha busca de informação. Outrora despertava para ler os velhos jornalões, e de certo modo ainda o faço através do UOL, meu provedor há anos, mas não passa dez minutos e já estou no Viomundo.

Responder

Marcelo Sant'Anna

27 de outubro de 2013 às 13h14

Análises políticas não são ciências exatas, por isso devem contar com acontecimentos sociais,culturais,históricos, econômicos e políticos.Azenha por um breve momento pensei estar lendo o Santayana.
Gostei muito do texto.

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Marco Antonio

27 de outubro de 2013 às 13h10

Pois é, e essa Dilma, cuja metáfora perfeita seriam aqueles porcos da Revolução dos Bichos de Orwell, eu não quero. De que adianta uma vitória, se o PT transformou-se em tudo que seus adversários são? Apenas para falar que foi o PT que venceu? Dispenso.

Responder

    rafaelV

    27 de outubro de 2013 às 14h27

    Falando em Orwell, o Grande Irmão, o Big Brother, inclusive o BBB Global, está a cada dia mais explícito e concreto, denunciado por Manning, Assange e Snowden, entre outros. E os ignorantes por conveniência nunca vêem que não são do PT esses governos, e sim do PT+PMDB, onde o governante é totalmente dependente dos interesses daquela aglomeração de interesses políticos-econômicos regionais chamada PMDB. O PT, partido mais querido dos brasileiros, que com ele se identificam, é apenas o escolhido pela maioria da população para dirigir racionalmente e com bom senso o caminho do progresso de seus direitos e conquistas concretas que sentem nestes últimos 10 anos. Desconfio dos humanos moralistas de ocasião, que não praticam no seu dia a dia aquilo que pregam para os outros.

    simas

    28 de outubro de 2013 às 01h06

    Beleza, Rafael… Vc explicou mto bem a “coisa”. Parabens!
    Abraço, fraterno

    Gil

    27 de outubro de 2013 às 18h07

    Não se importa com o emprego de milhões de pessoas que ficarão desempregados se um tucano ou sua linha auxiliar (Marina-Eduardo) chegar ao poder.
    Os governos Lula e Dilma geraram milhões de empregos, e hoje temos um baixo desemprego, bem diferente da era FHC, e da realidade atual dos países europeus

    Se houver um arrocho fiscal como estão defendo os gurus neoliberais, haverá uma queda forte da demanda e com ela desemprego

    Essa esquerda bem empregada no setor público, não se importa com a vida das outras pessoas

    Inclusive a das pessoa que sem os programas sociais da era Lula, voltariam para a miséria

    Mais isso não quer dizer nada para a essa esquerda bem empregada e bem alimentada

Alex Oliveira

27 de outubro de 2013 às 12h40

Foram bem vindas as ações da Presidenta, mas ainda não foi o suficiente…Muito ha de ser feito para não reacender esse estopim que pode vir com força ainda maior. Tem gente grande com o bote armado pro ano que vem e a copa vai ser o momento crucial… Hora de firmar o pé e dar a resposta que o país precisa.

Responder

Capilé

27 de outubro de 2013 às 12h05

Para pensar
“Mais do que uma profissão de fé política, ser de esquerda é uma cultura. Enquanto o político comum trafega no terreno das contingências, acudindo necessidades, o político de esquerda se move no horizonte da utopia, aguçando desejos. Ser de esquerda é mais do que empunhar uma bandeira, militar num partido ou participar de um movimento – é, sobretudo, um estado de espírito, que oferece ao indivíduo uma reconfortante comunhão com a humanidade, substituindo a comunhão com Deus que os crentes buscam na religião. “

Responder

    H.92

    27 de outubro de 2013 às 13h17

    Vamos viver de cubo card no pós alguma coisa…

    Anelise

    27 de outubro de 2013 às 22h48

    Bonito isso que disseste. E concordo.
    Anelise Fajreldin

H.92

27 de outubro de 2013 às 11h47

Quando os mascarados serviam ao PiG e a direita no episódio conhecidos como o “Gigante acordou” e no “Vem pra rua” muito inocente útil aderiu, a velha direita apostou no golpe, na desestabilização do governo petista, mas Dilma deu a resposta, por mais tímida e apressada que tenha sido, e agora os outrora manifestantes “pacíficos” e mascarados, que detonavam desde o primeiro momento as ruas e tudo que estava nelas (o carro do João, a loja da Maria, a banca do Joaquim e o ônibus que o Marcelo usava pra chegar ao trampo), agora começam a ser abandonados na estrada pela velha mídia. E pior, ajudaram a criminalizar os movimentos sociais, ajudaram a limpar a barra, mesmo que de leve, da PM e quem vai continuar a se lascar na mão da banda podre da PM são os Amarildos da vida…

Parabéns aos manifestantes “pacíficos”, mascarados e de preto e aos oportunistas que ajudaram a insufla-los. (ironia)

PS: manifestações pacíficas e com causas justas ainda são muitíssimo necessárias. Não abandonem as ruas, abandonem quem vem pra tumultuar.

Responder

    Lucas Gomes

    27 de outubro de 2013 às 15h39

    abandone o sofá, meu amigo!

Chico Alencar: Leilão não ataca "fatores estruturais" - Viomundo - O que você não vê na mídia

27 de outubro de 2013 às 11h28

[…] Reviravolta nas ruas fortalece Dilma para 2014 […]

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