VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Reginaldo Nasser: O raciocínio torto que ‘justifica’ assassinatos


23/01/2012 - 17h30

Assassinato seletivo: isso serve para provocar a guerra

O jornalista Caio Blinder defendeu, em um programa de TV, o “assassinato” de cientistas que participam do “programa de enriquecimento de urânio do Estado Terrorista iraniano”. Argumentou que é “preciso matar gente agora” para evitar mais mortes do futuro. Cerca de 1.300 estudantes universitários iranianos pediram para mudar as suas áreas de estudo para o campo das ciências nucleares após o assassinato. Veja só Sr Blinder! Será preciso eliminar esses estudantes também porque um dia eles serão cúmplices do projeto nuclear iraniano! O artigo é de Reginaldo Nasser.

Reginaldo Nasser (*), na Carta Maior

Esta circulando pelos blogs e redes sociais trecho de um programa de TV paga [Manhattan Conection, ver vídeo acima] em que um dos comentaristas, Sr. Caio Blinder, apóia o “assassinato” de cientistas que participam do “programa de enriquecimento de urânio do Estado Terrorista iraniano”. Argumenta que é “preciso matar gente agora” para evitar mais mortes do futuro, além do que, acrescenta, “você intimida outros cientistas”.

O tema já foi intensamente debatido nos EUA, em 2007, quando o professor de direito Glenn Reynolds criticou o presidente Bush por não fazer o suficiente para parar o programa nuclear iraniano (vejam só Bush acusado de ser soft demais!) e, em seguida, defendeu que os EUA deveriam assassinar líderes religiosos e cientistas nucleares iranianos com o objetivo de intimidar o governo do Irã. Portanto, se nos EUA a justificativa para esse tipo de crime não é algo incomum, no Brasil — salvo engano meu — é a primeira vez que aparece publicamente nos meios de comunicação e por isso julgo necessário tecer algumas considerações.

No dia 11 de janeiro de 2012, Ahmadi Roshan, engenheiro químico da usina de enriquecimento de urânio de Natanz, foi assassinado nas ruas de Teerã após explosão de uma bomba em seu carro. É mais um de uma série de acontecimentos similares. Em dezembro de 2011, sete pessoas morreram em uma explosão em Yazd. Em 28 de novembro, uma bomba explodiu nas instalações nucleares em Isfahan. Em 12 de novembro, 17 pessoas foram mortas por uma explosão perto de Teerã. Em 29 de novembro de 2010, o cientista Shahriari foi morto da mesma forma como Roshan, com uma bomba plantada em seu carro. Em todos os casos as autoridades dos EUA e de Israel negaram veementemente qualquer envolvimento.

Mas qual é o problema? De forma declarada ou encoberta tanto EUA, como Israel, sempre adotaram a tática do assassinato seletivo. Desde 11 de setembro, o governo dos EUA tem realizado operações similares (“assassinatos seletivos”) mesmo fora dos campos de batalha do Afeganistão e do Iraque, como no Iêmen, Paquistão, Somália, Síria e possivelmente em outros lugares, causando a morte de mais de 2 mil supostos terroristas e de incontáveis vitimas civis. A justificativa está fundamentada numa autorização legal, aprovada na Câmara e no Senado, atribuindo ao Presidente o poder para adotar as medidas que julgue necessárias para impedir ou prevenir atos de terrorismo internacional contra os Estados Unidos.

É importante notar que até pouco tempo atrás a justificativa para assassinar civis pressupunha a participação direta desses nas hostilidades. Quando se diz que um assassinato seletivo é “necessário” entende-se que matar era a única maneira de evitar um ataque iminente. Mas no caso dos cientistas é praticamente impossível afirmar que matá-los era necessário para impedir o Irã de lançar um ataque nuclear iminente contra Israel ou qualquer outro país. A não ser que haja uma nova doutrina em formação: “assassinato seletivo preventivo”.

Voltando ao porta-voz brasileiro dos fundamentalistas norte-americanos, o Sr. Blinder, que é uma pessoa bem informada, sabe que além da quantidade e qualidade de urânio ou plutônio, a produção de armas nucleares também requer os meios para levá-las ao seu destino (mísseis e ogivas). Portanto, é um projeto que envolve grande quantidade de cientistas, engenheiros e operadores. Levando à extremidade lógica o argumento dos fundamentalistas, será preciso assassinar mais algumas centenas ou mesmo milhares de pessoas. Claro, com o nobre objetivo de evitar mais mortes! Aliás, 90% das mortes de norte-americanos no mundo ocorrem devido à utilização de armas e munições produzidas no próprio EUA.

Portanto, somos tentados a concluir que os responsáveis pela indústria bélica (armas leves) nos EUA deveriam ser assassinados, pois evitaria a morte de milhares de norte-americanos? A ser levada a sério essa proposta (assassinato de cientistas), não é improvável que os congressos científicos internacionais acabem se convertendo em um verdadeiro festival de tiroteios e bombas.

Aliás, o suposto efeito da intimidação, pressuposto dessas ações, está gerando um efeito oposto. Cerca de 1.300 estudantes universitários iranianos pediram para mudar as suas áreas de estudo para o campo das ciências nucleares após o assassinato. Veja só Sr Blinder! Será preciso eliminar esses estudantes também porque um dia eles serão cúmplices do projeto nuclear iraniano!

Dentro da mesma linha de raciocínio o proprietário do Atlanta Jewish Times, Andrew Adler, pediu desculpas na semana passada depois de sugerir que o assassinato do presidente Obama era uma opção que deveria ser considerada pelo governo israelense, conforme relatado pelo Huffington Post. De acordo com Adler, Israel tem apenas três opções disponíveis para se manter seguro: 1. atacar Hezbollah e o Hamas, 2. destruir as instalações nucleares do Irã; 3. assassinar Obama!

Estranhamente o “assassinato seletivo” ocorreu três dias após a afirmação do secretario de Defesa dos EUA de que era improvável que os iranianos estivessem tentando desenvolver uma arma nuclear e no momento em que governo iraniano reiniciava as negociações com o grupo (P5 +1) para autorizar a realização de uma visita de delegados da Agência Internacional de Energia Atômica em seu pais.

Fica claro que o objetivo do assassinato dos cientistas é provocar uma forte reação da linha dura iraniana justificando, dessa forma, os famosos ataques preventivos. De acordo com reportagem na Foreign Policy, que teve acesso a memorandos elaborados pelo governo Bush, a Mossad usa as credenciais da CIA para recrutar membros da organização Jundallah (considerada terrorista pelo governo dos EUA) para lançar ataques contra o Irã. Como notou o analista internacional, Pierre Sprey, vivemos um daqueles raros e perigosos momentos da história, quando o “Big Oil” e os israelenses estão pressionando a Casa Branca na mesma direção. A última vez que isso aconteceu resultou na invasão do Iraque.

(*) Professor de Relações Internacionais da PUC (SP) e do Programa de Pós-Graduação San Tiago Dantas (Unesp, Unicamp e PUC-SP).

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



139 comentários

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@luisk2017

27 de janeiro de 2012 às 22h35

Adorno teria dito que "hoje a sociedade está demasiadente transparente" referindo-se a qualquer ausência de pudor ou padrões normatvos que mediem uma posição extremada que está interiorizada, mas cuja enunciação exigiria cuidado. Defender publicamente o assassinato de pessoas passa a ser "normal". E o imbecil nem se dá conta que, na prática, ele autoriza isso para todos. Inclusive para ele!

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Pitagoras

25 de janeiro de 2012 às 19h53

Saudosa Lei de Talião. Se aplicássemos esta política cínica aos terroristas americanos que pulverizavam duas cidades japonesas e seus civis, mataram, envenenaram milhões de coreanos, vietnamitas e outros de olhinho puxado, e genocídios no Iraque, Afeganistão, etc, etc, não ia sobrar nenhum cientista americano…

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Jair de Souza

25 de janeiro de 2012 às 10h56

Como surgiu a discussão sobre o que seria o sionismo e se há sionistas bons e sionistas maus, recomendo este esclarecedor vídeo do teólogo judeu Marc H. Ellis: Judaísmo não é igual a Israel.[youtube TOYwzFz441c http://www.youtube.com/watch?v=TOYwzFz441c youtube]

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Amaro

25 de janeiro de 2012 às 07h31

No fundo o que o Sr . Caio Blinder está fazendo é apologia ao crime. E apologia ao crime é crime.

Vejam esta notícia: O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (17 de dezembro de 2008) projeto de lei que estabelece cobrança de multa e aumenta para seis meses a um ano a pena de detenção para quem incita a prática de crimes. Atualmente, pelo Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), a chamada incitação qualificada é punida com detenção de três a seis meses ou multa. O projeto segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

Ou seja, o Sr. Binder pode ser processado por qualquer brasileiro por apologia ao crime. Se ele for preso e se achar injustiçado ele pode se mudar para Telavive. Ali ele terá o apoio de muita gente às suas ideias fascistas.

Responder

Marat

25 de janeiro de 2012 às 00h10

A Alemanha de Hitler era odiosa, contudo, EEUU e Inglaterra aprenderam bem com os germânicos como ser sujo, torpe, mentiroso, tergiversador, embusteiro, assassino e sofista!

Responder

Marat

25 de janeiro de 2012 às 00h07

O Manhattan Connection é uma espécie de "saia justa" masculina… creio que deveria chamar-se cueca apertada!

Responder

Marat

25 de janeiro de 2012 às 00h02

Não sei quem é mais grotesco, o BBB ou esse manratan conécchan… Deprimente!

Responder

Marat

25 de janeiro de 2012 às 00h01

Esses lambe-botas dos EEUU certamente recebem grana do consulado estadunidense! É IMPOSSÍVEL alguém ser tão subserviente assim, de graça. Agora, se isso for por ideologia, ai é caso de internação urgente!

Responder

Fabio_Passos

24 de janeiro de 2012 às 22h05

Estes imbecis da rede globo acabam ensinando didaticamente como foi possível o nazismo.

Aí está um "jornalista" supostamente culto e bem formado defendendo assassinatos de civis inocentes.

sionismo = nazismo

<img src=http://2.bp.blogspot.com/_N8AYpMrTIvk/TAPKww_BQYI/AAAAAAAABtI/8VEV3IcTqt0/s1600/Nuclear_Israel_by_Latuff2.jpg>

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Almeida

24 de janeiro de 2012 às 22h05

http://2.bp.blogspot.com/_EbGrSr06w_s/S5JZ46y-kxI

Vejam a foto de Hitler, antes de morrer na Argentina, onde estava, supostamente protegido por comunidade judáica.

Responder

Outro Antonio

24 de janeiro de 2012 às 20h06

Esse sujeito deve ganhar, de cara, o Troféu Mais Idiota do ano de 2012. Como um ser que se possa chamar de humano, devido sua figura parecida com a humana, vista na telinha, que em certas emissoras engana muito, pode dizer tamanha asnice? Pelo que eu saiba, os ianques não mataram seus cientistas, os quais inventaram e produziram milhares de bombas, que já mataram milhões de pessoas ao redor do mundo. E essas bombas foram usadas para puro experimento, como no caso do Japão ou foram usadas para os EUA roubar, saquear e se impor como a democracia imperialista das armas do mundo. Esse idiota me faz rir e chorar, tamanho asno que é. Ele também é das trevas.

Responder

Marcelo Silber

24 de janeiro de 2012 às 19h53

Caros Amigos do Viomundo
Infelizmente uma discussão que tinha tudo para se manter em alto nível, acaba descambando em comentários grosseiros contra os judeus. (por uma minoria, é importante ressaltar)
Outro defende apaixonadamente os " revisionistas", que negam o extermínio de judeus nos campos de concentração nazistas e ainda lamenta que " encontram-se na prisão na Alemanha e na Austria…" por que será???
E antes que " confundam alhos com bugalhos" não defendo assassinatos seletivos, a política do atual governo israelense, etc… etc… etc…
Como já disse, forte abraço a todos e shalom !!!

Responder

    Luca K

    25 de janeiro de 2012 às 13h51

    Caro Dr.Marcelo, parte do seu comentário dirige-se a minha pessoa; O sr. pergunta, "porque será?" Eu te respondo; Pq EU ACREDITO em algo q vc NÃO acredita de fato; Liberdade de EXPRESSÃO, pilar de uma democracia sólida!! Bizarramente, o sr acredita q pesquisadores que chegam a opiniões diferentes a respeito da religião do holocau$$to e publicam seus achados devem ser perseguidos, destruídos e presos.
    Só mais uma coisa; Por mais de 20 anos acreditei na versão oficial do holo.inc. Ocorre q ao finalmente me deparar, recentemente, com os livros e artigos escritos por Mattogno, Rudolf, Faurisson e tantos outros e comparar com a literatura oficial(tenho uma vasta biblioteca oficial, com nomes de peso como Hilberg, Pressac, Arad e outros) percebi q o dossiê oficial é FALSO. Um amálgama de fatos e propaganda de atrocidade!
    []s

NELSON NISENBAUM

24 de janeiro de 2012 às 19h16

Estava demorando para aparecerem aqui os "protocolos"…

Responder

Marcelo Silber

24 de janeiro de 2012 às 15h38

Amigos do Viomundo

Como ocupo espaço aqui (graças a bondade da Conceição Lemes e do Azenha) para me manifestar sempre que quero sobre temas médicos, pediátricos ,pessoais e sobre a geopolítica do Oriente Médio, acho importante marcar minha posição neste Post tão importante.
-Sou absolutamente contra assassinatos seletivos, não seletivos, sob qualquer pretexto.
China,Russia, Inglaterra, França,USA, Israel, Índia, Paquistão, Coréia do Norte tem armas nucleares, admitidas ou não e na minha opinião, qualquer pais do mundo que as deseje tem os mesmos direitos que os países já citados. O período da guerra fria (a despeito da guerra da Coréia e do Vietnã) foi mais pacífico e diplomático que o atual (por mais absurdo que isso possa parecer…)
Ninguem vai " desaparecer do mapa" e sou daqueles que acham que a criação " de factum" do Estado Palestino, com ajuda internacional, alem de fazer justiça histórica aos direitos do povo palestino, seria um fator de paz, prosperidade e progresso a Israel, países árabes, Turquia e Irã.
Shalom e forte abraço a todos os amigos des

Responder

Marcelo Silber

24 de janeiro de 2012 às 15h34

Amigos do Viomundo

Como ocupo espaço aqui (graças a bondade da Conceição Lemes e do Azenha) para me manifestar sempre que quero sobre temas médicos, pediátricos ,pessoais e sobre a geopolítica do Oriente Médio, acho importante marcar minha posição neste Post tão importante.
-Sou absolutamente contra assassinatos seletivos, não seletivos, sob qualquer pretexto.
China,Russia, Inglaterra, França,USA, Israel, Índia, Paquistão, Coréia do Norte tem armas nucleares, admitidas ou não e na minha opinião, qualquer pais do mundo que as deseje tem os mesmos direitos que os países já citados. O período da guerra fria (a despeito da guerra da Coréia e do Vietnã) foi mais pacífico e diplomático que o atual (por mais absurdo que isso possa parecer…)
Ninguem vai " desaparecer do mapa" e sou daqueles que acham que a criação " de factum" do Estado Palestino, com ajuda internacional, alem de fazer justiça histórica aos direitos do povo palestino, seria um fator de paz, prosperidade e progresso a Israel, países árabes, Turquia e Irã.
Shalom e forte abraço a todos os amigos desta casa.

Responder

Alexandre Felix

24 de janeiro de 2012 às 10h42

É esse "Manhattan Connection" que vai substituir aquele programa sem graça chamado "Casseta e Planeta"? – Boa escolha, os palhaços que aparecem lá são muito bons!

Responder

augusto

24 de janeiro de 2012 às 10h34

A china acaba de assinar um acordo de reciclagem de dolares, porem em yuans com os EAU (Emiratos) de
5.5 bi/ano por enquanto. A noticia é pessima pra Usa e UK. porque é só o começo e em poucos (5, 8)anos vai se atingir um ponto em que nao vai mais valer a pena vender petroleo em dolares,e menos ainda aplicar o resultado em Bonus do tesouro americano. Mas ao contrario, fazer reserva em Yuans vai ser interessante para os exportadores de oleo. Será o fim de uma era.

Responder

FrancoAtirador

24 de janeiro de 2012 às 10h33

.
.
Seria hilário, se não fosse estúpido.
.
.

Responder

augusto

24 de janeiro de 2012 às 10h10

-que o CIM, CMS (Complexo indl.militar, ou Complexo militar-segurança) quer, deseja e luta pela guerra contra o Irã
é perfeitamente claro.
-que chegou a um ponto em que eles procuram todo o tipo de provocaçao para conseguir uma reaçao impensada do Irã ´já se tornou evidente nos ultimos meses. Isso porque um evento tipo " falsa bandeira" e um voto da ONU nao foi conseguido, nem vai ser pela oposiçao sino-russa.
-Agora uma coisa nova (pra mim): as manobras militares USA-Israel, com a presença, notar bem, a presença de algo como nove mil soldados americanos dentro de Israel… isso é perigoso. E dizem que parte deles vai ficar ate o fim do ano. Em março ou abril tem eleiçoes na Russia, e W Putin nao é um amador. Depois eleiçoes nos Usa…
Pensem uma coisa: se o ira reage a uma provocaçao maior e lança um foguete que mate uma centena de soldados americanos dentro de israel… AI com essa midia nao vai faltar mais nada para a guerra.
E a guerra vai custar caro pra todos ,usa,aliados do golfo e ira.

Responder

Melinho

24 de janeiro de 2012 às 10h06

O ÓDIO E A GANÂNCIA NÃO ME CEGAM

Ninguém me convence da intenção de um país árabe inimigo de Israel querer utilizar bombas atômicas para destruir Israel. Isto porque a destruição do Estado Judeu por bombas atômicas implica na destruição do Povo Palestino. O território ocupado pelos dois povos é tão pequeno que não há como destruir um sem destruir o outro. Por exemplo, não há como destruir duas ou três cidades israelenses importantes com armas nucleares (Telavive incluída) sem que a Faixa de Gaza seja atingida pela radiação. Isto para não falar dos palestinos que habitam o Estado de Israel. Não existe bomba atômica inteligente. A radiação não discrimina povos, religião, sexo, idade, fronteiras ou governantes, ela simplesmente se espalha e destrói. Sendo assim, a criação de um Estado Palestino é uma medida importante para a manutenção da segurança do Estado de Israel. Que país árabe quer destruir ao mesmo tempo os dois povos?

Responder

Weiland

24 de janeiro de 2012 às 09h34

cara como que esses dois pseudo-jornalistas continuam na TV… Esses caras são retardados??? Fico Triste por esses imbecis terem espaço na Tv…

Responder

Melinho

24 de janeiro de 2012 às 09h33

Daniel, eu acessei http://www.youtube.com/watch?v=onNzrNEFs1E . É impressionante como a mídia americana também mente e manipula. Distorceram propositadamente as palavras do Ahmadinejad numa entrevista, com o intuito de colorarem Israel na condição de ameaçado por um ataque demolidor por parte do Irã.

Que sacanagem contra os cidadãos americanos e contra o mundo inteiro.

Acesse http://www.youtube.com/watch?v=onNzrNEFs1E . Vale a pena ter uma ideia do que a mídia americana é capaz, já que o comportamento desonesto da mídia brasileira dispensa comentário.

Responder

    Fabio_Passos

    24 de janeiro de 2012 às 22h10

    Excelente vídeo.

    issrael e eua mentem descaradamente para demonizar Ahmadinejad e o Irã.

    Este também é muito bom:

    [youtube 8kLrIiXm-Z4& http://www.youtube.com/watch?v=8kLrIiXm-Z4&amp; youtube]

José Ruiz

24 de janeiro de 2012 às 08h42

Como ser humano, tenho vergonha de considerar esses pulhas como meus pares.. É um programa feito para fracassados, porque até mesmo a direita bem sucedida rejeita esse lixo.. me parece um estúpido tentando superar o outro..

Responder

    Marat

    25 de janeiro de 2012 às 00h08

    É verdade, Ruiz. Parece uma competição de boçais, para ver quem ganha uma bandeirinha estadunidense com as assinaturas do Bush e da Sarah Palin! Mas talvez eles prefiram uma fotografia de Obama nu, para treinar sua sanha mórbida…

Melinho

24 de janeiro de 2012 às 06h27

O ÓDIO E A GANÂNCIA NÃO ME CEGAM

Ninguém me convence da intenção de um país árabe inimigo de Israel querer utilizar bombas atômicas para destruir Israel. Isto porque a destruição do Estado Judeu por bombas atômicas implica na destruição do Povo Palestino. O território ocupado pelos dois povos é tão pequeno que não há como destruir um sem destruir o outro. Por exemplo, não há como destruir duas ou três cidades israelenses importantes com bombas atômicas (Telavive incluída) sem que a Faixa de Gaza seja atingida pela radiação. Isto para não falar dos palestinos que habitam o Estado de Israel.

Não existe bomba atômica inteligente. A radiação não discrimina povos, religião, sexo, idade, fronteiras ou governantes, ela simplesmente se espalha e destrói. Sendo assim, a criação de um Estado Palestino é uma medida importante para a manutenção da segurança do Estado de Israel. Que país árabe que quer destruir ao mesmo tempo os dois povos?

Responder

    Beto_W

    24 de janeiro de 2012 às 12h48

    Excelente ponto, Melinho! E achei fantástica sua conclusão de que a criação do Estado Palestino irá colaborar para a segurança e Israel perante uma suposta ameaça atômica.

    Luca K

    24 de janeiro de 2012 às 13h13

    Sua observação a respeito do fato de que um ataque nuclear contra Israel atingiria os Palestinos é pertinente, uma vez que o Irã apóia a causa palestina. Um tempo atrás li o revisionista francês Faurisson fazer o mesmo comentário. Entretanto é FUNDAMENTAL lembrar que o Irã NÃO TEM armas nucleares e que a própria inteligência estadunidense vem indicando( apesar das pressões de grupos de interesse) q o Irã NÃO está tentando desenvolver armas nucleares. Apenas uma pequena obs; O Irã não é um país árabe(apesar de possuir uma pequena minoria árabe).

joaquim

24 de janeiro de 2012 às 01h34

"Para evitar que mais mortes aconteçam". Isso ! Como as que os EUA proporcionaram aos habitantes de Hiroshima e Nagasaki. Mas já que as mortes aconteceram, que tal então, botar o governo, o congresso, as fabricantes de armas, etc no paredão para o fuzilamento então, hein!?

Responder

ZePovinho

24 de janeiro de 2012 às 01h14

No ano passado houve uma marcha em Israel com 500 mil pessoas contra o desemprego,o custo de vida e por maior participação política.Pois é….a juventude por lá está amargando um desemprego alto porque,entre outros motivos,o orçamento do Estado é consumido pelas forças armadas e pelo aparato de segurança.Que ironia!!!
Se você cair na armadilha do ódio contra judeus,estará caindo na mesma armadilha do ódio contra os árabes.Simples,mas custei a entender que alimentar o ódio como esse Caio Blinder faz é o que os poderosos de Israel e EUA querem.Essa bomba em Israel vai ser desarmada quando as acusações forem trocadas pelo diálogo franco e sem a mediação de líderes que têm mais interesse em ficar no poder do que melhorar o país.
Até entre os sionistas existe gente que não aprova o que o governo de Israel faz com os palestinos.Acho que esse foi o sentido do ser sionista que o Nelson Nisenbaum falou.
Enfim,antes de acusar vale a pena ouvir com calma o que o outro tem a dizer.A melhor maneira de desarmar os loucos de ódio talvez seja a gentileza.
É o ZePovinho evoluindo.O amor é lindo.

Responder

    Beto_W

    24 de janeiro de 2012 às 12h46

    ZePovinho, agora virei seu fã de carteirinha!!! Concordo plenamente com este seu comentário.

    Luca K

    24 de janeiro de 2012 às 13h16

    Há sionistas por aqui como o BetoW q de fato parecem não concordar com as atitudes dos governos israelenses. Pelo q tenho lido dos posts do Nelson, não me parece ser o caso dele. Está sempre a defender Israel incondicionalmente. Como a maioria esmagadora dos sionistas o fazem.

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 16h01

    Sr Luca, CONDENO VEEMENTEMENTE o governo atual de ISRAEL. O que nada tem a ver com ser sionista ou não. Da mesma forma, DEFENDO VEEMENTEMENTE a existência de Israel e da Palestina livre. Está bom assim ou quer um desenho?

    Miguel

    29 de janeiro de 2012 às 01h39

    voce que esta precisando de desenhos. Nao consegue mesmo entender a conexao entre "defendo veementemente o estado de israel" e "ser sionista"? quer desenhos?

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 18h54

    Agradeço a respeitosa menção, que mostra que você talvez seja um dos poucos que realmente se dispos a entender o que eu escrevi.

Rossi

24 de janeiro de 2012 às 00h06

Com a saída de cena do Francis(com sua súbita adesão aos dois Robertos,Marinho e Campos),o ar no Manhatan Conection,que já não cheirava bem,ficou irrespirável.

Responder

André

23 de janeiro de 2012 às 23h39

[youtube cCfwU00CiGU http://www.youtube.com/watch?v=cCfwU00CiGU youtube]

"O raciocínio torto que ‘justifica’ assassinatos"

Responder

    André

    24 de janeiro de 2012 às 09h48

    Uma consideração sobre o vídeo acima…

    Quem investiga esse crime é a "polícia do Alckmin" né?

    Agora uma perguntinha meio desconexa com o tema (será?): porque o PT não bate pra valer nos tucanos?

    luiz pinheiro

    24 de janeiro de 2012 às 22h33

    Tem muita gente que confunde política com MMA.

    luiz pinheiro

    24 de janeiro de 2012 às 09h57

    Nove anos depois, a mesma acusação sórdida e fajuta. Celso Daniel foi um dos mais importantes quadros do PT, era coordenador da campanha do Lula em 2002, quando foi assassinado. Além de perdê-lo, o PT ainda passou a ser acusado da morte. Todas as investigações foram feitas, pela policia de SP, pelo MInisterio Público/SP, que, em grande parte, não passa de uma dependencia operacional do PSDB. Nada foi encontrado sobre dinheiro levado para o PT. Era um outro irmão do Celso Daniel, também com problemas com a Justiça, como esse Bruno, que fazia acusações ao Gilberto Carvalho, ao Zé Dirceu. Falava sempre à imprensa. Na hora de depor na Justiça, negou todas as acusações, porque não tinham consistencia nem prova, e ele seria condenado por calúnia. Pois agora volta o outro irmão da Europa, com a mesma lorota, para encher paginas de jornais, mas de novo sem nada a ser apresentado à Justiça. Irmãos problemáticos, oportunistas, teve o Celso Daniel. Mas a viúva dele, a Miriam Belchior, está aí fazendo um grande trabalho no ministério do Planejamento, ajudando o Brasil a se desenvolver.

luiz claudio

23 de janeiro de 2012 às 23h34

Já pensou se um muçulmano desavisado ouve uma asneira dessa dita em língua portuguesa? Ele, na certa, achará que nosso governo está alinhado com Israel ou com os EUA. Isso pode nos causar um problema diplomático seríssimo. É mais uma afronta ao estado brasileiro praticada pela TV Marinho. Não bastassem o estupro ao vivo e a matéria montada contra o Lula na Época, eles agora querem envolver o Brasil nessa rebordosa do Oriente-Médio. A Vênus Platinada quer sangue e nos ver mergulhados nele até o pescoço.
É, a Globo é igual a saúva: ou a gente acaba com ela ou ela acaba com o Brasil.

Responder

betinho2

23 de janeiro de 2012 às 22h32

Holocausto foi planejado pelos Judeus Sionistas?
http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&am

Responder

Jotage

23 de janeiro de 2012 às 22h29

A hipocrisia do sr blinder é estarrecedora.
Como defensor dos interesses americanos, quando defende idéias de higienismo preventivo, é melhor que ele se lembre que qualquer dia, algum maluco vai se achar no direito de higieniza-lo, pois ele não defende o Brasil e isto não é bom para ninguém, mas pior para ele.

Responder

    Marat

    25 de janeiro de 2012 às 00h06

    E se alguém achar legal o blinder ser assaltado, ou mesmo currado, ele não poderá reclamar!

jaime

23 de janeiro de 2012 às 22h14

Era uma pessoa gentil, de gostos muito refinados. Tinha uma suástica bordada em seu travesseiro, mas era pequena e delicada.

Responder

betinho2

23 de janeiro de 2012 às 21h43

A História Sionista – part 1 de 8

[youtube AKfhUrTe4ZY&feature=mfu_in_order&list=UL http://www.youtube.com/watch?v=AKfhUrTe4ZY&feature=mfu_in_order&list=UL youtube]

Responder

betinho2

23 de janeiro de 2012 às 21h26

Digite o texto aqui![youtube cbe5TWqEBag&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=cbe5TWqEBag&feature=related youtube]

HISTORIA OCULTA DE ISRAEL

Responder

Fabio_Passos

23 de janeiro de 2012 às 20h48

Não há limites para a indigência ética e intelectual da rede globo.
Que coisa deprimente.

Responder

betinho2

23 de janeiro de 2012 às 20h47

Digite o texto aqui![youtube FobGwn07zh8&feature=autoplay&list=ULAKfhUrTe4ZY&lf=mfu_in_order&playnext=1 http://www.youtube.com/watch?v=FobGwn07zh8&feature=autoplay&list=ULAKfhUrTe4ZY&lf=mfu_in_order&playnext=1 youtube]

A História Sionista

Responder

Mello

23 de janeiro de 2012 às 20h45

O "Babaca Connection" é uma piada (ruim)…

Responder

Renato

23 de janeiro de 2012 às 20h19

E dizem que Ahmedinejad, em um outro post o qual eu fui criticado como sempre, é libertador do seu povo. Onde pode existir conceito de libertador onde o sujeito suprime uma nação inteira do mapa? Por favor, eu estou falando de Ahmedinejad, vamos falar dele e não da Sandice dos EUA.

Responder

    luiz pinheiro

    23 de janeiro de 2012 às 22h18

    A nação que encontra-se suprimida do mapa é a Palestina.
    O Iraque, o Afganistão, o Paquistão, a Líbia, o Líbano e a Somália estão destroçados.
    O Egito ronda a miséria absoluta.
    A Síria e o Irã estão sob ameaça iminente dos EUA, da OTAN e de Israel.

    Nelson

    23 de janeiro de 2012 às 23h43

    Na mosca, Pinheiro. Muito bom.

mariazinha

23 de janeiro de 2012 às 20h16

Não sei se entendi pq o superinformado caio blinder chamou a ramia (e as outras rainhas) de piranha(s):

A) porque ela é esposa de ditador do oriente médio
B) porque ela é árabe ou muçulmana
C) porque ela é consumista e consumidora dos produtos de luxo ocidentais
D) porque ela aparece nas revistas voltada para as mulheres da classe A/AA/AAA (Vogue, Elle)
E) porque ele a acha sexy e ela suscitou pensamentos libidinosos no caro jornalista

Qualquer que seja a verdade (ou verdades) esse daí não tá nada longe dos fanáticos que se sentem ultrajados pela blusa vermelha da pequena Naama. São as duas faces da mesma moeda, uns nao permitem um naco de braço de fora, outros formam seus impérios explorando o corpo feminino, as 'piranhas'.

Judeus ultraortodoxos xingaram e cuspiram em Naama Margolese, de 8 anos, por se vestir de maneira "desrespeitosa" (de blusa da cor do pecado)

pra quem nao leu saiu, nao sei como, no nyt http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-lux

Responder

    ROSANE

    24 de janeiro de 2012 às 12h22

    É, parece que foram as mesmas idéias que levaram os "religiosos" a demonizarem as mulheres na Idade Média e que em seus extremos de loucura deram origem as monstruosidades da "Santa" Inquisição.
    Vejam os males que a sexualidade mal resolvida pode causar à humanidade, ainda mais quando aliada à ignorância e camuflada sob o fanatismo religioso. Parece que "Freud explica". Camisa de força nesses malucos!

    Beto_W

    24 de janeiro de 2012 às 13h09

    O caso da pequena Naama me entristece. O fanatismo religioso judaico é tão nocivo quanto qualquer outro fanatismo religioso. No entanto, muitos judeus não parecem enxergar isso e fecham os olhos, enquanto os ortodoxos vão cerceando pouco a pouco as liberdades dos israelenses laicos. Ironicamente, não demoram em apontar seus dedos para gente como Ahmadinejad e acusá-lo de fanático…

ZePovinho

23 de janeiro de 2012 às 20h03

http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va

NEO-NAZISM: United Nations Anti-Nazi Resolution and Falsification of History
Iran, Israel, Syria, Russia United in UN General Assembly Vote against Neo-Nazism

by Carla Stea

On December 19, 2011, in an extraordinary vote, Iran, Israel and Syria united in support of United Nations General Assembly Resolution A/66/460 on “Inadmissibility of Certain Practices That Contribute to Fuelling Contemporary Forms of Racism, Racial Discrimination, Xenophobia and Related Intolerance.” The resolution was adopted by a majority vote of 134, with 24 opposed and 31 abstentions. Among the 32 co-sponsors of the Resolution were, notably, Iran, Syria, Belarus, the Russian Federation, the Democratic People’s Republic of Korea, India, Venezuela, Viet Nam. The resolution states:

4. “Expresses deep concern about the glorification of the Nazi movement and former members of the Waffen SS organization, including by erecting monuments and memorials and holding public demonstrations in the name of the glorification of the Nazi past, the Nazi movement and neo-Nazism, as well as by declaring or attempting to declare such members and those who fought against the anti-Hitler Coalition and collaborated with the Nazi movement participants in national liberation movements.

5. “Expresses concern at recurring attempts to desecrate or demolish monuments erected in remembrance of those who fought against Nazism during the Second World War, as well as to unlawfully exhume or remove the remains of such persons, and in this regard urges States to fully comply with their relevant obligations, inter alia, under Article 34 of Additional Protocol 1 to the Geneva Conventions of 1949.

8. Stresses that the practices described above do injustice to the memory of the countless victims of crimes against humanity committed in the Second World War, in particular those committed by the SS organizations and those who fought against the anti-Hitler coalition and collaborated with the Nazi movement, and poison the minds of young people, and that failure by States to effectively address such practices is incompatible with the obligation of States members of the United Nations under its Charter and is incompatible with the purposes and principles of the Organization.”……………..

Responder

    Luca K

    24 de janeiro de 2012 às 10h56

    Essa resolução ZePovinho, é RIDÍCULA, e uma clara demonstração do caráter político da ONU. É um tapa na cara também da liberdade de expressão garantida pelo próprio charter da ONU!! Através desse tipo de resolução covarde a ONU apóia a repressão de historiadores dissidentes que tentam se aproximar da história da segunda guerra mundial de maneira mais objetiva. E cadê a parte da resolução que discorre sobre os inúmeros e gigantescos crimes de lesa humanidade cometidos pelos Aliados?? A participação da Rússia não surpreende, principal herdeira da URSS de Stalin, um dos maiores criminosos que já viveram. A do Irã, mostra o quanto tal tipo de "resolução" é política. O Irã sediou uma conferência para se discutir a veracidade e supostos fatos concernentes ao holocau$to. O principal objetivo era demonstrar a hipocrisia do "Ocidente", que fala em falta de liberdade mas proibe a discussão de assuntos fundamentais, no caso do holocau$to chegando-se ao ponto em vários países de se colocar na prisão historiadores dissidentes por suas opinioes e pesquisas! Enquanto escrevo estas linhas historiadores que ousaram questionar a veracidade de certos "fatos" concernentes ao holocausto estão a mofar na cadeia em países como Alemanha e Áustria, supostamente democráticos. Outros tantos tiveram suas carreiras destruidas em "democracias" como EUA e França. Que espécie de verdade é essa que precisa de um aparato judicial/ policial para ser mantida??

    Operante Livre

    24 de janeiro de 2012 às 13h26

    Coisas assim me deixam desanimado com o mundo.

Anônimo do Prado

23 de janeiro de 2012 às 19h44

Caio Blinder tem se esforçado muito para superar a notória estupidez do Dioguinho de M.

Responder

Archibaldo S. Braga

23 de janeiro de 2012 às 19h30

FUI CENSURADO??? POR QUE??? Archibaldo dos Santos Braga

Responder

    Conceição Lemes

    23 de janeiro de 2012 às 21h51

    Archivaldo, nenhum comentário seu foi vetado. abs

    daniel

    24 de janeiro de 2012 às 08h10

    Os Trolls estão fazendo hora extra…

    Carlos

    23 de janeiro de 2012 às 22h11

    É , meu caro. Entendo. Censura é a covardia do hipócritas. Jamais confio em censores.Gente assim não titubeia em te cravar uma faca nas costas se não for conveniente. Mas foi "erro do sistema".

Operante Livre

23 de janeiro de 2012 às 19h16

O cara só ratificou o que pensam os governos de USA e Israel.
Declarou quem é a turma dele.
Deve estar jantando demais com a cúpula republicana.

Responder

    Marat

    25 de janeiro de 2012 às 00h04

    Prezado operante, creio que ele esteja sendo jantado pela cópula republicana (que aliás, difere pouco da "Democrata")

Archibaldo S. Braga

23 de janeiro de 2012 às 19h08

Mil perdões meu caro Professor, chamar esse mentecapto de comentarista é ofender, e muito, os verdadeiros!!!! Braga

Responder

    Marat

    25 de janeiro de 2012 às 00h03

    Ele é um repetidor dos patrões. Apenas um repetidor, e dos fracos!

marreta

23 de janeiro de 2012 às 18h51

Sirotsky, Civita, Frias, Murdoch… a mídia sionista da qual Blinder é porta-voz é a desgraça da humanidade, aonde essa turma estiver radicada a guerra, governos de direita, violência, exploração do ser humano… estará presente.

Responder

NELSON NISENBAUM

23 de janeiro de 2012 às 18h50

Outra coisa importante: Ser sionista é defender a existência de um país chamado Israel. Se houver algo errado com isso, então qualquer país que tenha fronteiras e independência é também pecaminoso, como todos os que o mantém e defendem. Ou alguém aqui não é "brasilianista"???

Responder

    betinho2

    23 de janeiro de 2012 às 20h03

    Nelson
    "Ser sionista é defender a existência de um país chamado Israel"
    Só isso? Quem sabe faz um resumo do outro sentido de sionista? Não dos ligados ao Monte Sion, mas dos ligados ao Deus Sol (Sion)

    Beto_W

    24 de janeiro de 2012 às 12h51

    Hein? Deus Sol? Sion? Betinho, essa é nova para mim.

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 16h07

    Sim, betinho, NADA MAIS que isso. E vai mais longe: O projeto da ONU de 1947 foi de partilha e 2 estados. Esqueceu?

    luiz pinheiro

    23 de janeiro de 2012 às 22h35

    Acontece que esse país chamado Israel não foi instalado numa terra de ninguém: foi instalado numa região central da história da humanidade, chamada Palestina. Ali vivia o povo palestino, que no início do século 20, quando deflagrado o projeto sionista, era mais de 95% árabe e muçulmano, ansioso por libertar-se do Império Otomano e alcançar a sonhada independência nacional. Em nome do empreendimento sionista, apoiado pelo imperialismo inglês, o povo palestino foi massacrado, humilhado, despojado, expulso da sua terra. O genocídio palestino é o jardim de ossadas humanas sobre o qual ergue-se o belo, próspero e agressivo Estado de Israel.

    Beto_W

    24 de janeiro de 2012 às 12h55

    Você tem razão, Luiz, mas a única coisa que todos os sionistas têm em comum é o fato de defender a existência de um lar nacional para os judeus. Há sionistas que defendem a criação do estado palestino, que denunciam as atrocidades de Israel, e que lutam para que os palestinos possam voltar e reconstruir suas vidas, e que sejam indenizados pelo mal que lhes foi causado, sem que isso impeça a idéia de um lar nacional para os judeus em Israel.

    luiz pinheiro

    24 de janeiro de 2012 às 17h11

    Eu concordo, Beto W, que atualmente, diante do fato consumado, a solução dos dois Estados tornou-se a melhor, ou pelo menos a menos pior, do ponto de vista da paz e do respeito à dignidade dos dois povos. Mas tenho dúvidas se, ao longo dos séculos, essa solução será capaz de sustentar a paz. Por uma questão de princípios, Estados com base étnica ou religiosa não me agradam. Sou brasileiro e me orgulho muito do meu país mestiço, multicultural. Sou branco e minha companheira é negra, nós temos um filho de tres anos que com certeza vai viver num grande Brasil, um Brasil muito melhor, que vem sendo construído pelo Lula e pela Dilma, e com certeza terá seguidores à altura, um país que vai contribuir para a paz mundial. Duvido que o mesmo se possa dizer de Israel, mesmo após uma eventual criação do Estado Palestino.

    Beto_W

    24 de janeiro de 2012 às 17h32

    Luiz, também sou contra estados com base étnica ou religiosa, e não acredito num futuro de paz se Israel continuar favorecendo os judeus em detrimento dos outros povos que lá habitam. Acredito que, no momento em que todos ali perceberem que a única saída é tentar conviver, eles perceberão que o melhor a fazer é tentar construir um país onde tanto judeus quanto palestinos quanto outros povos tenham garantida sua auto-determinação e sua proteção contra perseguições. Isso não se faz da noite para o dia, acho que levará séculos até que ambos convivam em harmonia.

    Também tenho muito orgulho do nosso Brasil multicultural, mas ainda temos muito racismo e preconceito a combater. Menos que no Oriente Médio, mas infelizmente temos nossa quota.

    Almeida

    24 de janeiro de 2012 às 19h08

    Acontece sr.Beto_W, que no atual andar da carruagem, quando esse século de convivência harmoniosa chegar, não haverá mais nenhum palestino vivo para harmonizar com os sionistas judeus.

    Beto_W

    24 de janeiro de 2012 às 23h32

    Almeida, você me entendeu errado. O que eu quis dizer (e já disse antes em outros artigos) é que, a partir do momento em que ambos os lados se derem conta de que precisam aprender a conviver (já que nenhum dos dois aniquilará completamente o outro), levaria um século para que a convivência fosse harmoniosa – talvez até harmoniosa o bastante para que ambos se unam formando um único estado.

    Você tem certa razão, no atual andar da carruagem os prognósticos são ruins. Mas há gente boa trabalhando em ambos os lados, remando contra a maré e tentando mostrar uma alternativa. E as manobras políticas de Abbas me agradam por consistirem em uma maneira de forçar a mão de Israel e dos EUA sem lançar mão de violência.

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 18h37

    Admiro a tua paciência e bom senso, Beto_W!

    intensedebate

    24 de janeiro de 2012 às 19h20

    Mister Beto_W, his attitude to manipulate the results of votes of the comments is totally incorrect and may result in cancellation of registration.

    Beto_W

    09 de fevereiro de 2012 às 13h17

    Alguém está manipulando votos dos comentários, sim, mas não sou eu. Essa pessoa, pelo jeito, não gostou dos meus comentários, mas não pretende discutir e argumentar. De um dia para outro a maioria dos meus comentários apareceu com pontuação negativa, até os mais antigos, de quase um ano atrás.

    Seja quem for, se acha que eu vou parar de comentar e dar minha opinião, está redondamente enganado(a)…

    Luca K

    24 de janeiro de 2012 às 13h27

    Perfeito!
    []s

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 16h06

    O povo judeu também vive lá há 3 mil anos ou mais, de forma ininterrupta. E Palestina jamais foi estado. QUERO DEIXAR CLARO QUE DEFENDO EXPLÍCITAMENTE E ABERTAMENTE a Palestina livre e independente, com fronteiras e autonomia.

    luiz pinheiro

    24 de janeiro de 2012 às 16h52

    Não é verdade, Nelson. No início do seculo 20, os judeus não chegavam nem a 2% dos residentes na Palestina. Por motivos históricos, os judeus deixaram a Palestina há muitos séculos, foram viver em outros países, principalmente os da Europa. Mantiveram sua cultura, sua religião, formaram comundades fechadas, ricas e influentes. Eu mesmo sou descendente de judeus, aliás de cristãos-novos portugueses, quem adotaram o sobrenome Pinheiro para escapar da Inquisição. Mas essa origem não me impede de dizer que não podem os judeus agora, dois mil anos depois, se achar no direito bíblico de reocupar a "terra prometida" (seria Deus um agente imobiliário?). O fato de terem se originado lá como povo, tres mil anos atrás, não lhes dá o direito de matar e expulsar o povo palestino da época contenporânea, apenas para tomar suas terras.

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 18h36

    De acordo com o teu rigor, a população de palestinos no início do séc XX era 0%, pois não existia língua palestina, religião palestina, cultura e história palestina, governo palestino, fronteiras estabelecidas e mínimamente estáveis, e assim por diante.

    luiz pinheiro

    24 de janeiro de 2012 às 22h23

    Os palestinos são um povo árabe, fala árabe. Mas tem cultura própria, uma nacionalidade que não pode ser negada. Acaso o irlandes, que fala inglês, não tem sua própria nacionalidade? O povo judeu, tão cioso de sua cultura, de sua história, de sua religião, de sua bíblia, deveria aprender a respeitar a cultura dos outros povos, ao invés de menosprezá-las. Uma das bases de sustentação teórica do Estado de Israel é justamente negar a nacionalidade palestina, o que é conveniente quando se quer formar um país particular em terra alheia. E voce, Nelson, apenas repete aqui a negação da nacionalidade palestina. Isso é um crime, Nelson, é um crime contra os direitos de um povo. "Essa é a terra a nós prometida por Jeová, esses árabes que vivem aqui que saiam, que vão viver com o resto do árabes", é o que sustenta o movimento sionista, o Estado de Iasrael, o Nelson Nisebaum.

    Miguel

    29 de janeiro de 2012 às 01h46

    cinico. de o nome que quiser, pode ser "filisteus"? a questao e que existe um povo, que e populacao majoritaria, e que nao tem estatuto de cidadania naquela terra, onde deveria existir um estado democratico de direito, laico e sem castas de direitos diferenciados. nao uma teocracia com criterios etnicos para a concessao de direitos

    Almeida

    24 de janeiro de 2012 às 17h53

    Acontece sr. Nelson, que eles quando chegaram à região passaram seus primos no fio da espada. Descendentes de Cam, o filho "amaldiçoado" de Noé chegaram muito antes à região. Talvez seja por isso que criaram a história do amaldiçoamento, para justificar os crimes, que agora repetem com os primos palestinos.
    Tem um vídeo ali abaixo muito esclarecedor, postado pelo Betinho, que fala da falsidade da bíblia judáica, e que na verdade os judeus foram inventados, dando-lhes antiguidade, mas que eram os finícius de Cartago, de lá corridos por Roma. Esse pessoal tem por sinal o mesmo histórico de usura dos judeus. Vale a pena assistir.

    Marcelo Silber

    24 de janeiro de 2012 às 19h44

    Azenha e Conceição Lemes
    Este comentário do Almeida é absolutamente anti-semita e lamentável.
    "Esse pessoal tem por sinal o mesmo histórico de usura dos judeus. "
    Lamentável, grotesco, baixaria pura…
    Abs Marcelo Silber

    Miguel

    25 de janeiro de 2012 às 00h33

    e voce acha mesmo que os judeus semitas que viviam ali dois mil anos atras sao mesmo os ancestrais desses caucasianos que tem cidadania israelense atualmente?

    Miguel

    24 de janeiro de 2012 às 03h59

    pra sua analogia fazer sentido, deveria ser assim: de repente, um grupo de netos de italianos em sao paulo, convertidos ao credo dos indios da amazonia, cria um movimento "brasilianista" de volta dos "legitimos descendentes dos ianomamis" a sua terra por direito divino. ai um grupo de banqueiros financia esse movimento, e a maior potencia economica e militar da epoca apoia com dinheiro, armas, inteligencia, logistica e midia. Ai esses italianos ivadem a amazonia, desalojam todos os moradores dali, destroem cidades e lavouras, e comecam a criar um pais novo com o apoio que receberam. Criam um regime onde os remanescentes da populacao nativa sao invasores e ameaca, aceitam qualquer outro italiano de qualquer parte do mundo como cidadaos legitimos, e sustentam uma campanha mundial que diz que sao uma democracia ameacada por fanaticos. Ai fica parecido com o caso do palestinos.

    Beto_W

    24 de janeiro de 2012 às 13h02

    Miguel, sua analogia funciona se você partir do pressuposto que a teoria de que _todos_ os judeus ashkenazis são descendentes dos khazares. Se deixar de lado essa teoria, ainda assim não fica sendo um retrato bonito, pelo contrário. Mas acho que ajudaria sua analogia. O que ficaria faltando seria o fato de que os judeus do movimento sionista moravam havia séculos em outro continente e resolveram clamar o direito divino à terra dois mil anos depois – o que para mim é um argumento inválido.

    No entanto, como eu já disse algumas vezes, bem ou mal já há pelo menos duas gerações de judeus nascidos lá, e nenhum dos dois lados irá remover o outro da região, então a meu ver a convivência é a única saida. E para isso é preciso no mínimo restaurar a dignidade do povo palestino e lhes dar autonomia real.

    Carlos R.

    24 de janeiro de 2012 às 18h22

    Essa teoria dos khazares é especulativa e mais complica do que esclarece. Bastava dizer que na época de Júlio César e Cleópatra, bem antes da destruição do Templo de Jerusalém, já havia uma sinagoga enorme em Roma, e Alexandria era talvez a segunda cidade judaica da época, se não fosse a primeira…. Tudo isso está no livro de Abraham Léon , Concepção Materialista da Questão Judaica, que apesar de velho (década de 1930; o autor era um trotskista ex-sionista belga morto em Auschwitz) é muito superior ao livro de Schlomo Sand….

    Miguel

    29 de janeiro de 2012 às 01h48

    existem publicacoes recentes muito esclarecedoras sobre os khazares e o papel geopolitico da conversao ao judaismo na correlacao de forcas da regiao.

    Miguel

    25 de janeiro de 2012 às 00h37

    nao sao todos, evidentemente, mas e inegavel que a maioria esmagadora dos alemaes, poloneses, russos e demais europeus judeus nao tem qualquer ligacao com os semitas que estavam no oriente medio. e se tivessem, isso nao e nem de longe argumento pra sustentar um estado com definicoes religiosas e supostamente etnicas, claro.

    Carlos R

    25 de janeiro de 2012 às 14h44

    Já na época de Júlio César, os judeus haviam espalhado-se tanto e voluntariamente pelo Mediterrâneo afora que havia uma sinagoga em Roma e Alexandria tinha uma população judaica comparável a de Jerusalém. Então a idéia de "exílio" forçado, base do sionismo, não se sustenta historicamente.

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 18h34

    O mesmo raciocínio vale para o outro lado. Movimentos migratórios, guerras e disputas sempre ocorreram na história da humanidade. Mas só aos judeus é proibida a participação disso, com erros e acertos. Não é mesmo?

    Miguel

    29 de janeiro de 2012 às 01h51

    na era contemporanea, posterior `a constituicao de estados democraticos de direito, qual outro povo ganhou o direito de invadir uma regiao, remover a nacao que ali existia e consolidar uma ocupacao com a maquina militar da potencia mundial e o manto da constituicao, tudo isso com base em criterios religiosos? tem alguma outra coisa que unifica os russos, alemaes, estadunidenses, os remanescentes semitas e os sefaradins a nao ser a religiao?

    Carlos R.

    24 de janeiro de 2012 às 10h09

    O problema é que Israel não funciona como um país, como estado nacional representativo da fauna humana que habita seu território. Se esse mentecapto um dia resolver ser cidadão israelense, o será imediatamente, enquanto que palestinos cujos antepassados habitam naquele território a séculos serão no máximo "ocupantes" e cidadãos de segunda classe.

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 16h04

    E o povo judeu por acaso não habitou Israel? Por que é invasor? É o ÚNICO povo que manteve sua presença lá por mais de 3 milênios. O QUE NÃO TIRA NENHUM DIREITO DOS PALESTINOS, quero deixar bem claro.

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 18h32

    Sr. Carlos R., sua sugestão de que eu possa ser um mentecapto é mal educada e ofensiva. Tirante a grosseiria, judeus ocupam aquele território ininterruptamente há mais de 3000 anos e portanto não são menos nem mais que os palestinos. Não defendo o governo atual de Israel e nenhuma política discriminatória quanto aos palestinos. Defendo a Palestina livre e independente como estado. A questão eu que eu já estive em Israel 3 vezes e você, nenhuma, nem em Israel nem na Palestina.

    Carlos R

    25 de janeiro de 2012 às 14h39

    O mentecapto é o Blinder, claro….

NELSON NISENBAUM

23 de janeiro de 2012 às 18h44

Sr Jair, quando Ahmedinejad diz que "Israel deve ser varrido do mapa", na qualidade de presidente de um país integrante da ONU, ele está querendo dizer o que? Que uma NAÇÃO deve ser seletivamente eliminada do continente. Acho interessante o silêncio ensurdecedor que todos fazem em relação a isto. Hitler defendeu o assassinato seletivo dos doentes, negros, judeus, ciganos, homossexuais e assim por diante, e deflagrou o maior derramamento de sangue da história da humanidade. Será que não temos nada a aprender com a história? Não estou tratando de aprovar ou reprovar o assassinato seletivo de indivíduos. Só estou aqui para pedir o mesmo peso no tratamento de pessoas como o "varredor de nações". Por outro lado, até mesmo a "blogosfera" parece atualmente sofrer de dependência química dos conflitos enganosamente entendidos como EUA/Israel x Irã ou outras concepções que simplesmente só fazem evanescer do intelecto os 80% que compõem os dramas restantes deste planeta. Isto faz parte da linguagem da violência, que acaba sendo um mero derivativo do reducionismo e das mistificações. Está na hora de mudar esta conversa e fazer algo mais.

Responder

    daniel

    23 de janeiro de 2012 às 20h06

    "Sr Jair, quando Ahmedinejad diz que "Israel deve ser varrido do mapa""
    Pode me linkar o discurso onde ele diz isso?
    Que eu saiba o que ele realmente disse foi: "O regime corrente em Israel deve ser apagado das páginas da história" (pois os palestinos não "pertencem" ao estado de Israel e nem mesmo possuem um estado, portando vivem num regime similar ao apartheid), só que foi feita uma edição grosseira do 60 minutes para distorcer o que ele disse. Diferente de você eu provo o que eu acabei de escrever: http://www.youtube.com/watch?v=onNzrNEFs1E

    Nelson

    24 de janeiro de 2012 às 00h00

    Bem lembrado, Daniel.
    A tradução do discurso de Ahmadinejad foi forjada como forma de se transformar em um ingrediente a mais para a campanha de difamação do presidente, do Irã e do povo iraniano, por consequência. Campanha essa que visa, nitidamente, a construir nas nossas mentes e nas mentes de centenas de milhões de pessoas pelo mundo afora, a convicção de que os governos de Israel, Europa e EUA estão certos em invadir mais um país, bombardeá-lo, assassinar grande parte de seu povo, para derrubar o governo ali constituído.

    Os órgãos da mídia hegemônica e seus (de)formadores de opinião são useiros e vezeiros na arte de estereotipar os árabes com o rótulo de fundamentalistas.
    Se os árabes são realmente fundamentalistas, como podemos adjetivar gente do topete desse jornalista, e de outros, porque, infelizmente, ele não está sozinho nesse poço sem fundo de ignorância em que está metido?

    Luc

    24 de janeiro de 2012 às 00h25

    Valew a dica do vídeo!

    Joaquim

    24 de janeiro de 2012 às 01h35

    Tomou sr. Nelson ? Para ver Globo e vai ver o mundo como ele realmente é !

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 18h52

    Sr Joaquim, tentar associar meu nome e minha pessoa ao Globismo, americanismo, etc., é apenas mais uma manobra do antissemitismo mais que arraigado neste fórum, infelizmente. Aqui, admite-se tudo, menos a palavra de um judeu, que é sempre associada a estigmas e mitos, antes de ser julgada e condenada, é o que vemos aqui, com a sua ativa participação. O mundo é cheio de conflitos e contradições, e não estou nem de um lado nem de outro, apenas manifesto minha opinião e credo. O que não é acompanhado por muitos dos que aqui frequentam.

    Miguel

    29 de janeiro de 2012 às 01h31

    a coisa mais estigmatizada e cercada de mitos e' a critica ao sionismo e `a absurda ocupacao que e' o esttado de israel. toda critica nesse sentido e' imediatamente colorida como antissemitismo.

    mariazinha

    24 de janeiro de 2012 às 12h35

    . Desculpe-me mas porcos sao mestres em botar palavras na boca dos outros. Outro dia em um forum de gringoes no Brasil um "canadense" disse que brasileiro é xenófobo e sua prova é que quando estava na fila do supermercado na Bahia um baiano "furou a fila" e quando ele foi reclamar o baiano disse: "volta pra casa americano assassino de bebês". O canadense foi questionado em ingles como que um brasileiro diria essa expressao "assassino de bebês/baby killer" corrente na cultura americana mas nao na brasileira. Ele veio com "é óbvio que isso é uma tradução eu sei o que ele disse e nao devo satisfação a ninguem".
    A few years ago here in Salvador I got into an argument with somebody trying to butt into the grocery store line in front of me, where he had positioned his grocery-less daughter for 20 minutes before showing up with two carts of groceries. During the ensuing argument he blurted out "go back home, you American baby killer."

    luiz pinheiro

    24 de janeiro de 2012 às 16h57

    O baiano deve ter dito "americano babaca"

    luiz pinheiro

    24 de janeiro de 2012 às 22h29

    Aliás, "babaquinha", aí o canadesnse entendeu "baby killer"…

    Luca K

    24 de janeiro de 2012 às 13h24

    Não, o Nelson não tem como te ajudar nesse ponto pelo simples fato de Ahmadinejad, como vc notou, jamais ter proferido as palavras q a mídia sionista e seus escudeiros(como o Blinder e o Nelson) atribuem a ele.
    O discurso em questão em Farsi(persa) já foi traduzido e está disponível na Internet. Até mesmo alguns canais um pouco mais honestos da mídia mainstream reconheceram a falsificação.
    Entretanto, continuamos a escutar esse mimimi constantemente. É assim q propaganda funciona.

    Adriano

    24 de janeiro de 2012 às 00h14

    O Nelson fica divulgando as cansativas mentiras sionistas que a Internet está se encarregando de desmentir. Ahmadinejad nunca disse que queria varrer aquela ilegítima entidade sionista do mapa. Esse pressuposto mentiroso tem sido usado como mais um motivo para agredir injustamente o povo Iraniano. Nem sequer existe a expressão "varrer do mapa" na linguagem Farsi, usada pelos Iranianos. O Ahmadinejad tem um blog presidencial com todos os discursos que ele fez até hoje. Nelson, vá lá no blog dele e nos traga o trecho em que ele diz isso, por favor. Se você não fizer isso, a sua má fé estará provada. Abandonei a televisão, jornais, revistas e rádio, me informando apenas com a Internet livre, e agora vejo que o sionismo é um lixo racista, supremacista, mentiroso, desumano, anti-vida, recheado de desamor e que devemos destruir assim como fizemos com o nazismo.

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 15h59

    Está bem. Arrume um tradutor juramentado de Farsi que traduza os discursos dele.

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 16h08

    Ele jamais negou ter dito isso, embora isto tenha sido amplamente divulgado. Se eu ouvir a negativa dele, acredito.

    luiz pinheiro

    24 de janeiro de 2012 às 16h54

    Negou sim, em conversa com o presidente Lula. Os jornais publicaram – sem destaque, é claro.

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 23h03

    Só falta vc dizer que o Lula acreditou nele…

    Miguel

    24 de janeiro de 2012 às 03h53

    Israel nao tem legitimidade pra existir pelo simples fato de ser uma invasao, que destruiu cidades inteiras, tornou os habitantes destas refugiados, e instaurou um regime teocratico onde os antigos moradores da terra que ocupam em parias, enquanto qualquer europeu ou estadunidense que seja reconhecido por um rabino tem direitos mesmo sem nunca ter pisado naquele lugar.

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 15h58

    Então a resolução da ONU que dividiu a palestina em 2 criando 2 estados não vale nada?

    Adriano

    24 de janeiro de 2012 às 22h37

    Os sionistas mencionam a ONU e pedem respeito a ela somente quanto ela produz alguma resolução ou relatório que os favorece. Mas quando é algo que mostra os crimes deles ou os desfavorece, eles passam a argumentar que a ONU hoje em dia é irrelevante ou simbólica. Nelson, por favor, volte a ser humano. Essa história de supremacia da raça é uma grande e ultrapassada mentira que afasta você da Humanidade. Peço-lhe encarecidamente que você se desapegue do conjunto de dogmas que lhe foi inculcado desde tenra idade e que hoje lhe faz escrever todas essas desavergonhadas mentiras para nós. Volte a se irmanar com a Humanidade, Nelson. Jogue fora aqueles livros e aquela tradição oral que contém capítulos e capítulos que dizem o quanto os não-judeus são diferentes dos judeus. Isso é mentira supremacista, Nelson. Por favor, pare com isso.

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 23h06

    Adriano, Israel é campeão absoluto na ONU de resoluções a ele contrárias. Sobre sua compaixão e sua disposição de aconselhar meus destinos, amigo, prefiro seguir Elie Wiesel, Dalai Lama, Leonardo Boff, entre outros do mesmo tamanho.

    Luca K

    25 de janeiro de 2012 às 13h38

    BUAHAHAHHAHAHAAHAHAHA, vc é muito engraçado Nelson!! Vc segue o Elie Wiesel?? Teu livro de cabeçeira é "A Noite" é? KKKKKKKK
    Mêu, quase tenho pena de vc, teu herói Elie eh um charlatão da pior espécie e um supremacista sionista!! Ele é um MENTIROSO tão deslavado q até muitos membros de peso da indústria do holocau$$to procuram manter uma salutar distância do Weasel, oops, Wiesel. Aliás, tem um outro judeu q esteve internado em campos de concentração, o Grüner(q tem os documentos e a tatoo pra provar o q diz), q acusa o Elie de ter se apropriado da identidade de um amigo seu, outro prisioneiro! Está processando o Elie(q por sinal NÃO TEM DOCUMENTOS e aparentemente NEM A TATOO q ele se recusa veementemente a mostrar).
    Pessoas, peguem numa biblioteca o livro do professor Norman Finkelstein, cujos pais estiveram em Majdanek e Aushwitz, o nome é "A Indústria do Holocausto" e vejam o q ele diz sobre o herói do Nelson!! ;D

    Miguel

    29 de janeiro de 2012 às 01h36

    o que uma coisa tem a ver, ou pior ainda, justifica a outra? e supondo, remotamente, a validade de se invadir um territorio e inventar um estado ali – quando foi que israel respeitou esses limites?

    luiz pinheiro

    24 de janeiro de 2012 às 16h41

    A África do Sul racista precisou ser "varrida do mapa", para dar lugar a um novo país, com democracia racial. O Estado de Israel vem usurpando progressivamente a terra e a vida dos palestinos desde o início do século 20, quando começou o projeto sionista – naquela época, os palestinos árabes eram 95% da população local. É um Estado excludente, racista na acepção da palavra, que no próprio nome já proclama seu caráter judaico, pertencente ao filhos de Israel, descartando a cidadania dos árabes, filhos de Ismael. E isso numa região onde, apesar de todos os massacres, toda a opressão, todo o exílio forçado. os palestinos árabes sempre foram e seguem sendo a maioria. O país que ainda não se vê no mapa, para vergonha não só da ONU, mas de toda a humanidade, é a Palestina.

ZePovinho

23 de janeiro de 2012 às 18h31

A primeira sinagoga do Brasil fica em Recife.Foi dali que os judeus saíram para fundar a Nova Amsterdam,depois conhecida como Nova Iorque.O Azenha já fez até matéria sobre isso.
Esse Caio Blinder é um imbecil.É um judeu que presta um desserviço à causa judia.

Responder

    Beto_W

    24 de janeiro de 2012 às 12h32

    Desta vez devo concordar totalmente com você, ZePovinho. Caio Blinder é um imbecil dos que dão má fama à comunidade judaica, e sua "argumentação" é patética.

Jair de Souza

23 de janeiro de 2012 às 17h54

Não é de todo estranho saber que o Sr. Caio Blinder defende estes assassinatos. É esta a mentalidade da tropa de choque intelectual do sionismo (do qual o Sr. Caio Blinder é adepto). Na verdade, trata-se de uma lógica similar à lógica hitlerista que propunha eliminar os judeus como um objetivo para livrar a humanidade dos males muito maiores que adviriam da continuidade da existência dos judeus. Hoje, todos sabemos o quanto foi monstruosa esta visão e prática hitlerista. Os milhões de judeus vilmente assassinados (a esmagadora maioria dos quais não tinha nenhuma simpatia pelo sionismo) deveriam servir de exemplo para que a humanidade aprendesse a nunca mais defender o assassinato como instrumento de dignificação humana. No entanto, vemos gente como o Sr. Caio Blinder (que pode considerar-se sionista, mas nunca estará à altura das tradições humanistas do judaísmo) reincorporar o espírito hitlerista e defender a morte como prática de vida. Os milhões de judeus barbaramente assassinados no período hitlerista não merecem nem mesmo que alguém como o Sr. Caio Blinder seja citado como continuador de sua cultura. Ou seja, o Sr. Blinder é, com toda certeza, um SIONISTA, mas nunca um verdadeiro judeu, pois, até onde eu entendo, o humanismo é parte intrínseca do judaísmo. E o humanismo nada tem a ver com as visões do Sr. Caio Blinder.

Responder

    Caracol

    23 de janeiro de 2012 às 18h56

    Concordo com sua análise, Jair.

    "Blinder" em iidish – o idioma dos judeus da diáspora – significa "cego".

    Provavelmente vem daí a cegueira ou o "esquecimento" dele em mencionar a primeira, a mais importante e a mais famosa das pricesas dos opressores, a Farah Diba (ou Farah Pahlavi). Vai ver que ele esqueceu dessa porque ela era a mulher do Xá Reza Pahlavi do Iran, tão ditador como esses que estão aí, e que foi posto pra fora do país por forças não alinhadas ao Ocidente.
    Pra ele, certamente essa não era pirua, mas sim princesa da Disney.

    betinho2

    23 de janeiro de 2012 às 20h00

    Jair
    Aqui está a grande questão: "(a esmagadora maioria dos quais não tinha nenhuma simpatia pelo sionismo) " Os sionistas precisavam de população e mão de obra para formar um novo país (Israel). Hitler foi o grande fdp que se perestou a fazer o serviço, matar a metade para que a outra metade corresse de medo para Israel.

    Daqui a pouco vem o Beto_W dizer que é "teoria da conspiração".

    Beto_W

    24 de janeiro de 2012 às 12h42

    Chamou e eu vim. Você conhece minha opinião a respeito, e eu conheço a sua, "let's agree to disagree".

    Luca K

    24 de janeiro de 2012 às 17h56

    Uma coisa q ninguém notou no texto do Reginaldo Nasser foi o tal proprietário do Atlanta Jewish Times, Andrew Adler, pedindo a cabeça do Obama. Fosse um não judeu e esse cara estaria no mínimo preso. Interessante tb que as organizações judaicas(são todas pró-sionismo) trabalham incansavelmente para censurar qualquer canal de comunicação, Internet principalmente, por "Hate Crimes", leia-se, qualquer opinião q incomode os interesses dos judeus. Por outro lado temos sujeitos como Adler e o sionista tupiniquim Caio pedindo assassinatos e derramamento de sangue(insuflando guerras) ao vivo e em cores. E que coisa feia do Adler, afinal Obomber é um presidente cujas origens remontam a base de poder asquenazita em Chicago. Que por sinal em seu histórico é conectada com o crime organizado dos anos 1920…

    Luca K

    24 de janeiro de 2012 às 13h48

    Oi Betinho. Me permita uma observação; o q vc e quase todos "sabem" sobre o nacional socialismo alemão, Hitler, holocausto, etc, vem das mesmas fontes q nós percebemos ser frequentemente mentirosas. A discussão objetiva do nazismo é tabu no mundo ocidental. A quem interessa, quem se beneficia?
    Com relação à conexão entre o sionismo e o nazismo, vc está correto, mas deixe eu complementar. Como os nazistas julgavam q os judeus eram inassimiláveis e tinham efeito deletério sobre o país, tornaram as coisas na Alemanha gradativamente difíceis para os judeus com vistas a forçá-los a imigrar. No caso dos sionistas, o destino q tinham em mente era a Palestina e por um bom tempo os nazistas cooperaram visto o objetivo comum. Grupos terroristas sionistas como a gangue Stern q atuavam contra os ingleses(mandato) já durante a guerra ofereceram uma aliança em troca de apoio alemão para a criação da entidade sionista. Porém a essa altura, Hitler e a cúpula nazista, q continuavem com uma idéia de uma solução territorial para a questão judaica em algum lugar no planeta( havia idéias sobre a colônia francesa Madagascar e em algum território ocupado no leste europeu), tinham desistido da Palestina como local para enviar os judeus da europa pq tinham se tocado que alienariam a maioria árabe, prejudicando futuros interesses alemães na região. Tanto assim q interromperam a cooperaçaõ com os sionistas e recusaram as ofertas dos grupos terroristas sionistas em ação na Palestina.
    Caso se interesse, dê uma olhada nesse thread em q debato várias questões com vários sionistas, principalmente o BetoW; https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/marcelo-s
    []s

    Beto_W

    24 de janeiro de 2012 às 12h38

    Jair, divergimos em nossas opiniões acerca do que é o sionismo mas, fora isso, achei seu comentário brilhante!

    mauro ramos

    24 de janeiro de 2012 às 15h50

    esse manhatan cconection e ridiculo.esses pseudos jornalistas dele sao a coisa mais imbecil do mundo!!

    NELSON NISENBAUM

    24 de janeiro de 2012 às 18h38

    Também não gosto. Vejo pelo mesmo motivo que leio a Veja: É necessário saber o tamanho da estupidez.

Alex Tesserolli

23 de janeiro de 2012 às 17h50

A Globo, suas crias e seus fascistas. Deprimente e grotesco.

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