VIOMUNDO

Diário da Resistência

Sobre


Política

Quando FHC tentou privatizar Furnas – e Itamar Franco impediu


11/10/2010 - 15h41

da leitora Elaine

Últimas unidades

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



47 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Alexandre Tambelli

12 de outubro de 2010 às 17h08

Azenha e Pessoal!

Olhem a Reportagem da VEJA de 31/03/1999 e vejam como era a Petrobrás nos tempos de FHC e a "Privatização Branca":

"Seu trabalho na Petrobras não vai ser fácil. O balanço da companhia é um desastre. O lucro operacional no ano passado foi de apenas 11 milhões de dólares, excluindo as subsidiárias. A Petrobras levou meio século para perfurar o mesmo número de poços que o Canadá perfura em um ano. Nesse panorama, só se pode visualizar um cenário lucrativo lá pelo ano 2005", diz a analista de investimentos Márcia Regina Meirinho, da Lopes Filho, uma consultoria do Rio de Janeiro."

Segue o link:
http://veja.abril.com.br/310399/p_110.html

Responder

Flavio Souto Maior

12 de outubro de 2010 às 16h17

Gostaria de saber se o autor acha mesmo que não privatizar Furnas foi um bom negócio para o Brasil. Talvez possua entre seu círculo próximo parte da massa beneficiada através de artimanhas políticas e apadrinhamentos na empresa. Fato tão grave que levou ao pedido de afastamento do Fábio Resende, que anunciou na ocasião que era impossível continuar através da pesada influência das ingerências políticas.

Responder

Alexandre Salazar

12 de outubro de 2010 às 15h54

FHC e morte da alma nacional – Parte 2 – continuação

A serviço de outros países, o governo escancarou o mercado às importações e às multinacionais. Feiticeiros malditos transformaram o saldo positivo da balança comercial em um “rombo” permanente, deram vantagens na cobrança de impostos sobre a remessa de juros e de lucros estimulando o envio de dólares para o exterior, elevaram os juros para cobrir os rombos criados, “quebraram” assim a União, Estados, Municípios. Destruíram a indústria e a agricultura. Em cinco ou seis anos, clones malditos dos intelectuais de ontem destruíram o que havia sido construído ao longo de décadas. Destruíram mais. Destruíram o sonho, a Alma Nacional.

O que somos hoje? Um quintal dos países ricos? Não. Somos um curral. Bovinos ruminando babosamente enquanto o vizinho do lado, o trabalhador, o funcionário público, o aposentado, o agricultor, o empresário, todos, um a um, são arrastados para o grande matadouro em que o país se transformou, com suas mil formas de abate como o desemprego, os cortes na aposentadoria, as falsas reformas do funcionalismo, a falência, as importações. Bovinos ruminando no curral, enquanto empresas de todos os portes são engolidas por grupos estrangeiros e até o petróleo, ou os campos mais fabulosos de petróleo do mundo, com poços capazes de produzir 10.000 (dez mil) barris por dia, em um único poço, são entregues a preço simbólico às multinacionais.

Em cinco anos, o governo Fernando Henrique Cardoso não destruiu apenas a economia nacional, tornando-a dependente do exterior. Seu crime mais hediondo foi destruir a Alma Nacional, o sonho coletivo. Para isso, e com a ajuda dos meios de comunicação, jogou o consumidor contra os empresários nacionais, “esses aproveitadores”; o contribuinte contra os funcionários públicos, “esses marajás”; o pobre contra os agricultores, “esses caloteiros”; a opinião pública contra os aposentados, ”esses vagabundos”.

No governo FHC, o brasileiro foi levado a esquecer que, em qualquer país do mundo, a sociedade só pode funcionar com base em objetivos que atendam aos interesses, necessidades de todos – ou, mais claramente, não se pode por exemplo ter uma política de importação indiscriminada, a pretexto de beneficiar o consumidor, sem provocar desemprego e quebra de empresas. Ou, a longo prazo, desemprego generalizado.

Com o jogo perverso de estimular a busca de pretensas vantagens individuais, o governo FHC destruiu a busca de objetivos coletivos. Destruiu a Alma Nacional, o Projeto Nacional. A violenta desnacionalização sofrida pelo Brasil, em sua economia, vai eternizar a remessa de lucros, dividendos, juros para o exterior. Isto é, vai torná-lo totalmente dependente da boa vontade dos governos de países ricos em fornecer dólares e, portanto, de ordens e autorizações desses governos de países ricos. Uma espécie de colônia, mesmo, como alertou o economista Celso Furtado em palestra que ele encerrou com sua frase, arrasadora para quem viveu o Brasil de 50 para cá, “nunca estivemos tão distante do Brasil com que um dia sonhamos”.

Mesmo sem tê-lo consultado a respeito, uma sugestão: escreva a frase de Furtado em um pedaço de papel, e a releia todos os dias. Ou faça decalques com ela. Sugira que seus amigos façam o mesmo.

E comece a agir. Ainda há tempo de ressuscitar a Alma Nacional, antes que o Brasil vire colônia.

Responder

Julio Silveira

12 de outubro de 2010 às 15h11

Sabe Azenha, sou daqueles que acham ser necessario a cidadania conhecer politica. Que somente assim o cidadão pode ganhar uma vacina contra os maus politicos. Mas realmente é dificil para o cidadão honrado entender os porões da politica, realmente dá engulhos, imagina só até ontem o Itamar metia o sarrafo no seu ungido a presidente FHC, dizia que sequer levava a fama pela criação do Real que o FHC marqueteou e levou todo o credito.
Agora está lá ladeando o Serra, outro que também não era lá dos mais recomendado por este mineiro.
É uma pena que um sujeito depois de mais idoso perca a compostura.
É por isso que o cidadão se afastada politica parece ser de caso pensado, causar ansia nos cidadãos.

Responder

    M. Klimberger

    12 de outubro de 2010 às 15h44

    Em Juiz de Fora corre a boca pequena uma história triste a respeito de Itamar. O mineiro que nasceu num navio vindo da Bahia para o Rio e mandou parar o relógio da Câmara Municipal para entrar com sua renuncia ao mandato de Prefeito depois da meia noite do último dia do prazo para se candidatr a Senador em 1974, tá caduquinho da silva… Seus vizinhos no prédio da Avenida Barão do Rio Branco onde ele mora, já o viram conversando com lixeira da Prefeitura na esquina e falçando sozinho com os postes do calçadão da Halfeld. Isso, Freud explica…

ademir

12 de outubro de 2010 às 13h52

agora e a nossa hora da militancia a favor de dilma ir as ruas. diga não as privatarias e o nosso pre-sal

Responder

Tiago M. Bevilaqua

12 de outubro de 2010 às 13h12

A única matéria que tem na Folha do dia 4 de julho de 2001 sobre a estatização de Furnas foi: Em MG, Lula fala em reestatizar Furnas. Segue-se parte dela.
“O presidenciável Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que, caso Furnas Centrais Elétricas seja privatizada pelo governo Fernando Henrique Cardoso, o PT deverá reestatizar a empresa de energia se chegar ao Planalto em 2002.
A afirmação foi feita em cima de um caminhão, na praça principal de Ibiraci, cidade do sudoeste mineiro na região de Furnas.
O discurso de Lula, presenciado por cerca de 600 pessoas -segundo os organizadores do ato -, destoa do tom "light" que ele e o PT vêm adotando.
Citando o governador mineiro, Itamar Franco (PMDB), Ciro Gomes (PPS-CE) e o governador do Rio, Anthony Garotinho (PSB), ele afirmou: "É preciso que todos esses candidatos tenham a coragem de assumir o compromisso de que Furnas não será privatizada neste país".
[…]
Segundo Lula, o compromisso petista está registrado em documento do partido.
Ontem o governador do Mato Grosso do Sul, Zeca do PT, advertiu o PT para as negociações que Itamar pode fazer com os outros pré-candidatos de oposição e disse que o partido deve tentar articular amplas alianças desde já. Itamar é um dos maiores opositores da privatização de Furnas.”

Portanto, no texto consta apenas que Itamar era contra a privatização. Mas, creio que mais importante, é o Lula afirmar, de maneira categórica, que se eleito não aceitará a privatização.
Curiosidade. Já então a imprensa parece que queria ouvir só um tom brando …. de candidatos do PT. Mesmo em questão tão importante quanto esta!

Responder

Lau Cariri

12 de outubro de 2010 às 12h30

Essa capa até parece uma das montagens do Cloaca News… mas NÃO é!

Responder

João Carlos

12 de outubro de 2010 às 11h47

Este Itamar não é uma pessoa séria. Cada dia está de um lado, só fala bobagens e não é isso tudo que os de fora de MG pensam, aliás nem mineiro ele é.
Foi eleito no vácuo de Aécio em quem colou a campanha inteira, sem abrir a boca. Chegou a ficar quase empatado com Pimentel e teve que pedir, "pelo amor de Deus", que a campanha de Aécio saísse em seu socorro.
É uma figura menor na política brasileira.

Responder

redson

12 de outubro de 2010 às 11h17

A luta para evitar a privatização de Furnas foi grande: teve polícia militar, helicóptero baixando na sede da empresa, tomada por funcionários e aposentados na resistência; acionistas minoritários exigindo e participando da assembléia, ações impetradas contra a privatização, mobilização de políticos da oposição; manifestação de dezenas de prefeitos de todos os partidos, das regiões do entorno do lago de Furnas; a posição firme de Itamar , ameaçando mobilizar tropas para se opor àquela violência. Enfim, a decisão judicial que estancou o problema. Posteriormente, vale destacar a atuação da deputada Jandira Feghali, atuante desde o inicio, e que conseguiu retiar o setor elétrico do programa de privatizações. Foi épica a luta…E agora, essa ameaça de volta do pesadelo….

Responder

Sergio F. Castro

12 de outubro de 2010 às 11h10

Eu me lembro muito bem, na época Miriam Leitão (ou Leilão) defendeu em sua coluna no Globo a intervenção federal em MG inclusive com o envio de tropas federais!

Responder

Fernando Branquinho

12 de outubro de 2010 às 10h18

Caro Azenha,
Questiono como o presidente da UNE de 1964 exilado e preso no Estádio Nacional do Chile em 1973 durante o golpe sangrento de lá, mudou de opinião e se tornou, ao retornar ao Brasil, o coordenador do Programa Nacional de Desestatização. Há um mistério que precisa ser elucidado sobre essa metamorfose, e a biografia de Serra tem um buraco nesse episódio. Enquanto usufruía de privilégios nos EUA com green-card, estudando em universidade cara, Dilma amargava cadeia. O que teria feito Serra mudar tanto sob influência de Tio Sam? Ele explora esse seu histórico de luta, mas é incoerente com a sua postura de privatizador e eliminador de direitos sociais. Acho que Dilma, num próximo debate, poderia perguntar a Serra como mudou tão radicalmente de posturas. A Folha também podia investigar, já que andou procurando informações sobre Dilma no STM e mandou gente à Bulgária fuçar os seus antepassados.
http://blogdobranquinho.blogspot.com/2010/10/serr

Responder

Rossi

12 de outubro de 2010 às 10h14

Estas manchetes do PIG ,na era fhc,sobre apagões,demissões,recessão,aumento de tarifas,auditores do FMI adentrando com sua "entourage" no BC,ministros de estado sendo constrangidos nos aeroportos dos EUA,P-36 afundando……Quem não conhece sua história,poderá vê-la repetir-se em tragédia num momento e como farsa em outro.Estas manchetes são cordas urdidas para enforcar os tucanos e a mesma imprensa que os apóia incondicionalmente.Um tiro no pé.

Responder

Roberto Locatelli

12 de outubro de 2010 às 06h35

É por isso que Serra disse que o eleitor não deve "olhar para o retrovisor".

Responder

Marilda Oliveira

12 de outubro de 2010 às 03h22

Azenha, Com todo o respeito a meu ver Itamar é suspeito; está bem ao lado de Aécio e pelos boatos dizem que Aécio no último instante será lançado vice do Serra. Em política tudo é possível. Voltando as privatizações, FHC traiu o pai o avô a Getúlio e a ele mesmo e o melhor… FHC PENDUROU O SERRA NO PESCOÇO DO SERRA . veja …
http://mudancaedivergencia.blogspot.com/2010/10/p

Responder

Carlos

11 de outubro de 2010 às 23h57

Tudo envelhece. Até o Itamar. Se já não está senil, tornou-se incoerente. Pois não ha´de ver que agora resolveu bandear-se para o lado do FHC e do Serra ? Pode ?

Responder

    Fabio_Passos

    12 de outubro de 2010 às 01h03

    É mesmo uma pena.
    Itamar não era um privata, mas para conseguir apoio político ao seu governo buscou o psdb… acabou privatizando a CSN em seu governo. Uma lástima. E ainda cometeu seu maior erro: fhc. Ele mesmo admite.
    Muito triste que ele esteja do lado errado.

    Mauro Rodrigues

    12 de outubro de 2010 às 07h46

    Quem diria, até tú Itamar! Esquecestes daquele Chororó quando querias recandidatar novamente a Presidente da Républica que o FHC foi contra e fostes achincalhado (até na tua honra de macho) pelo Gedel Vieira Lima (Bahia) V. Excia. está envergonhando os Mineiros!

Luiz G. Simões

11 de outubro de 2010 às 23h48

"Como esse Itamar é burro"!.. disse a ex prefeita de São Paulo Luiz Erondina, e isso está se confimando.
Ele que lutou contra as privatarias do governo entreguista FHC; e posteriormente foi execrado pelo governo FHC, MG
teve seus repasses de verbas da união interrompido num gesto de retaliação pelo governo FHC.
Aécio Neves se achava a bola da vez, a disputar a presidencia, e, foi passado para trás por José serra.
Ê agora os mesmos foram lamber as botas do José Serra, isto mostra o quanto eles são trouxas e sem vergonhas,
O povo mineiro deve estar enojado com a atitude desses dois políticos mineiros.

Responder

    El Cid

    12 de outubro de 2010 às 00h42

    … uma boa parte está, Luiz !!

    Mauro Rodrigues

    12 de outubro de 2010 às 07h48

    E podes crêer! Nós Mineiros estamos envergonhados com a cara senvergonha destes dois ai. Traidores dos Mineiros!
    Onde já se viu? Aliarem com o que há de pior no pais!

Wilson Nascimento

11 de outubro de 2010 às 23h44

Material excelente.
Manchetão no Folhaõ.
A disposição da campanha Dilma.
Não é de prata.
Mias é uma bala de calibre expressivo.
Derruba,rsrsrsrsr…..
Abraços.

Responder

    Bonifa

    12 de outubro de 2010 às 02h47

    É tanta sujeira de tucano que não pôde deixar de transbordar na sua própria imprensa partidária. É só procurar e ressaltar, para esclarecimento de quem esquece tudo com rapidez.

Josnei Di Carlo

11 de outubro de 2010 às 23h03

Todos nós sabemos que o PSDB é o partido da amnésia, da memória seletiva, do esquecimento. Comportamento típico de algoz.

Responder

    Bonifa

    12 de outubro de 2010 às 02h49

    Serra terminará dizendo: – Ah, mas isso aconteceu já faz um mês.Agora o que interessa é daqui prá frente.

Messias Macedo

11 de outubro de 2010 às 21h36

… As privatizações no setor de telecomunicações reproduz, cabalmente, a falta absoluta de apreço que este senhor tem pela capacidade de trabalho do povo brasileiro! Para as [nefastas] “ellites” do (S)erra, a única árvore que gera frutos é a da rede privada! O (S)erra nada mais expressa do que o pensamento hegemônico destes trastes neoliberais, o de que o mercado pode tudo – e o Estado deve ser o mínimo possível conquanto atenda aos interesses espúrios e inconfessáveis destes espoliadores contumazes das riquezas nacionais – e larápios do suor, sangue e sofrimento do honesto, sapiente e trabalhador povo brasileiro!
Em suma, o que historicamente rege a DIREITONA: sucatear as empresas estatais/públicas, tachar de incompetentes os trabalhadores destas mesmas empresas, desvalorizá-las entregá-las ao capital privado nacional e transnacional… Em troca de vultosas propinas, privilégios e favorecimentos delituosos, mantendo-se o hediondo ‘status quo’, caracterizando pela opressão ao povo e aviltamento do verdadeiro sentido – e razão sublime – de nação!…

Hasta la Victoria Siempre!

BRASIL NAÇÃO
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo – ‘mais feliz do que pinto no lixo’ porque Dilma Brasileira Rousseff, A Magnífica, é um poste: porque tem luz, muita luz! [própria]

Responder

rubem

11 de outubro de 2010 às 21h16

Tem muito assunto ainda contra os DEMOTUCANOS para Dilma colocar nos proximos debates, com clareza, firmeza, sem violência nem agressão, más tem que soltar a critica, Dilma é inteligente e vai saber como, pois o PSDB é sinônimo de incompetência e mentiras.

Responder

Cunha

11 de outubro de 2010 às 20h56

Parece que as únicas coisas boas que tinham na época eram a Gisele Bünchen e a certeza que Lula estava para chegar. :)

Responder

helio silva

11 de outubro de 2010 às 20h07

Que saudades dessa Folha! Quanta diferença a separa da Folha do Serra. Atuando pesado para favorecer um grupo, a Folha contribui para uma democracia manca, marcada por corrupção. Pois é sabido que veículos de informações como a Folha só publica matéria escandalosa de adversário dos tucanos, sobretudo do Serra. Uma pena"

Responder

    mariar

    12 de outubro de 2010 às 16h41

    A folha on line colocou uma pesquisa depois do debate. Quando vi, serra estava ganhando.
    À noite não havia nenhuma enquete a respeito, não adiante pesquisar no sítio.
    É isso: folha não dá para não ler, é preciso saber o que ela está fanedo.

Ricardo L de Lacerda

11 de outubro de 2010 às 19h58

Confiram em jornais da época.
Para evitar a privatização de furnas, Itamar Franco colocou homens da policia militar de M. Gerais em posição para dinamitar as represas, obrigando assim o FHC ao recuo
Foi o que a imprensa da época noticiou.

Responder

EDUARDO

11 de outubro de 2010 às 19h52

O Serra e o primo dele o Gregorio Preciado, soh do setor eletrico privatizaram, Coelba, Cosern, Escelça, Celpe e Light precisa mais? Ele ficou mudo ao ser perguntado qtas privatizações fez. DILMA ENUMERE PRA ELE FAÇA-O LEMBRAR E MOSTRE A MILHÕES DE JOVENS QUE DESCONHECEM ESSE PERIODO DA HISTORIA.

Responder

    Orlando Bernardes

    12 de outubro de 2010 às 09h37

    Concordo inteiramente. A Dilma deveria ter enumerado, citado se não todas, porque são muitas, a maior parte, para o povo que ainda não sabe ou tem memória curta, ter o conhecimento do quanto este coiso é nefasto para o Brasil.

neto

11 de outubro de 2010 às 19h48

Interessante nesta adesão do Itamar à campanha do Serra. Foi o próprio Itamar quem sugeriu ao PSDB, no encontro em Brasília, semana passada, que explorasse o tema privatização no governo FHC. Taí uma levantada de bola pro PT explorar no horario eleitoral: FHC queria privatizar Furnas e Itamar foi à justiça para impedir. Entendam!!! Itamar chegou a declarar guerra ao Governo Federal por conta disto. LÇembro-me muito bem. Azenha, faça postagem das declarações de Itamar daquela época contra a privatização de Furnas. Itamar declarou moratória do governo mineiro. Precisamos reviver estas histórias, URGENTE

Responder

Edson

11 de outubro de 2010 às 19h46

E naquela época os "psdb" compararam Itamar como Dom Quixote; diziam que era doido; ingênuo; formiga enfrentando do elefante; etc.; etc.; etc. Eduardo Azeredo "deu" a Cemig para o Dantas & cia. Itamar "buscou" de volta. Furnas, apesar da luta quixotesca que os "psdb" notaram em Itamar, não foi privatizada. Como mineiro, teria votado no Itamar para senador, porém ele se aliara aos seus antigos algozes políticos – serra, fch, azeredo, etc. – para ser eleito. Foi uma pena!

Responder

HÉLIO TATTU

11 de outubro de 2010 às 19h03

Moro na região do lado de Furnas, e presenciei toda movimentação dos militares no município de São João Batista do Glória. Eram manobras de guerra mesmo. Estavam dispostos a estourar o dique que fica na cidade de Capitólio, com isso parte das águas do lago de Furnar iriam para o rio Piumhi, e consequentemente para o São Francisco, Fazendo com que a geração de energia em Furnas caisse enormemente. Na verdade, a atitude de Itamar serviu para FHC ver que suas atitudeso não tinham legitimidade popular. Haja vista o apoio popular que as monobras militares receberam na região. Para os pescadores seria privatizar seu pescado. As cidade banhadas pelo lago tinham receio de diminuir o fluxo de turismo. Mesmo porque,boa parte delas dependem do turismo. O tal sucateamento que foi mencionado em comentár anterior, sei ezatamente como é. Aécio e Anastasia estão fazendo isso com a Cemig aqui em Minas. Procurem saber com os sindicatos dos funcionários da Cemig…

Responder

Mariana

11 de outubro de 2010 às 18h16

O melhor aí é manchete sobre o apagão de FHC. E mais junto com a notícia sobre Furnas.

Responder

Fritz Rot

11 de outubro de 2010 às 17h49

Parte II
Só quem trabalhou em uma empresa a ser privatizada sabe o mal que esses empalhados fizeram ou tentaram fazer ao país: sucateamento total (lembram do apagão? total falta de investimento!!!!), empresas proíbidas de investir, aparelhamento das diretorias (vide ex-Deputado Luis Carlos dos Santos, perdeu a eleição, mas ganhou a presidência de Furnas; mas foi honesto o bastante para se demitir quando descobriu o enorme prejuízo que o país iria levar com essas vendas).

Entre muitas outras artimanhas para desvalorizar e vender a preço de banana.

Sem falar em muitas famílias que com certeza ficariam sem renda do dia pra noite… (tristes dias, dias tensos).

Por isso, nunca tentem me convencer a votar nesses bandidos, eu posso sair do sério…

Responder

Fritz Rot

11 de outubro de 2010 às 17h48

Parte I
Conheço bem essa história. Apesar de não ter votado em Itamar agora (por razões ideológicas), considero a atuação dele no caso como um dos pontos mais importantes de resistência a esse atentado contra o patrimônio público. Com direito inclusive ao controle de importantes rios brasileiros, bem provavelmente, para empresas estrangeiras (muita água e energia).

Quem mandava no Brasil nesse momento crítico de nossa história era o FMI, que impunha sua cartilha privatizante (daí a grande importância da liquidação dessa dívida que o país tinha com essa instituição).

Itamar chegou ao ponto de realizar manobras militares (PM mineira) em um dique da empresa, ameaçando explodí-lo para desviar as águas do Rio Grande para o Rio Piumhí (bacia do São Francisco).

Continua acima…

Responder

Mário de Oliveira

11 de outubro de 2010 às 17h44

Enquete:
Quem se saiu melhor no debate da Band?
Dê sua opinião sobre o desempenho dos presidenciáveis José Serra e Dilma Rousseff no primeiro confronto do segundo turno. http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/enquete+q

Responder

carlos hely

11 de outubro de 2010 às 17h22

a capa do jornal diz bem o que foi o periodo FHC. Quanto tempo não vejo uma capa com essas notícias.

Responder

ZePovinho

11 de outubro de 2010 às 16h58

http://dilmanarede.com.br/ondavermelha/noticias/e

Combater a ação difamatória contra #Dilma13 é parte estratégica da nossa campanha neste segundo turno. Juntos, vamos fazer a verdade prevalecer e desfazer cada uma das calúnias que circulam por aí.

Se você receber mentiras sobre a Dilma na web ou nas ruas, encaminhe para os e-mails [email protected] e [email protected]. Esse novo canal de comunicação tem o objetivo de agilizar a nossa militância on-line a esclarecer os fatos.

Como você sabe, nossa candidata tem sido atacada sistematicamente por uma campanha mentirosa. Mas nós acreditamos que a boa luta se faz com verdades. Em respeito ao povo brasileiro, manteremos o debate no nível elevado que praticamos até aqui.

Até o dia 31 de outubro, nossa militância adquire um papel mais importante do que nunca. Converse e divulgue esses endereços para seus amigos. Espalhando a verdade iremos eleger #Dilma13 a primeira mulher presidente do Brasil.

Responder

Marcos Lima

11 de outubro de 2010 às 16h56

Civita também defendeu no encontro a liberdade de imprensa e criticou qualquer autorregulamentaçao por parte dos veículos. ‘Cada empresa deve se regulamentar’, concluiu”, relata o Portal.
Muito correta a opinião;
E caso uma empresa faça denuncia sem provas, fazer o que?
Simples, a arrecadação de toda a venda da empresa deve ir para a pessoa que foi difamada.

Responder

Jairo_Beraldo

11 de outubro de 2010 às 16h54

E aqui em Goiás, Lula parece deixar claro, que se Perigo for eleito, perdemos a CELG(Centrais Elétricas de Goiás), por má "jestão", e pela falta de apoio da bancada marconista ao plano de salvamento da empresa pelo atual Governador Alcides Rodrigues. Elegendo Íris Rezende, temos a chance de salvar nosso grande patrimonio, por responsabilidade e comprometimento que ambos tem com o povo goiano.

Responder

King Childerico

11 de outubro de 2010 às 15h52

http://altamiroborges.blogspot.com/2010/10/chefao

Chefão da Veja confessa apoio a Serra

Por Altamiro Borges

Na semana passada, durante o MaxiMídia – Fórum Internacional de Marketing e Comunicação, em São Paulo, o presidente do Conselho da Editora Abril, Roberto Civita, defendeu abertamente o ativismo político dos meios de comunicação e elogiou o Estadão, que manifestou seu apoio ao demotucano José Serra em editorial. Segundo reportagem do Portal Imprensa, no painel “Papo de CEO”, o capo da famíglia Civita confessou o que só os ingênuos não sabiam:

“O jornal [Estadão], assim como a maioria da imprensa, tem seguido durante toda a cobertura das eleições a premissa de que José Serra tem melhores condições que Dilma para assumir a presidência do Brasil”. O chefão da Abril, que edita a escrota Veja, afirmou que “considera mais difícil os meios de comunicação assumirem uma cobertura neutra sobre a política no país. Civita também defendeu no encontro a liberdade de imprensa e criticou qualquer autorregulamentaçao por parte dos veículos. ‘Cada empresa deve se regulamentar’, concluiu”, relata o Portal.

Responder

    Baixada Carioca

    11 de outubro de 2010 às 19h44

    Ele está revelando isso pro pessoal do PSDB porque, para nós, já tínhamos conhecimento disso há muito tempo.

    João

    12 de outubro de 2010 às 10h39

    Esqueceu de falar que a Carta Capital apoia a Dilma, inclusive publicou em editorial assim como o correio brasiliense. Infelismente estamos sujeitos a falta de imparcialidade em todos os meios de comunicação. O pior dessas eleições e ter que escolher entre o grupo do mensalão do DEM ou o do mensalão do PT.


Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.