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Diário da Resistência


“Puro”, partido de Marina não é de esquerda, nem de direita
Política

“Puro”, partido de Marina não é de esquerda, nem de direita


17/02/2013 - 00h22

Foto do Minha Marina

Partido de Marina Silva promete ser uma “legenda pura”

Estatuto do Rede Sustentabilidade proíbe filiação de político ficha suja e doações das indústrias de armamentos, alcoólica e tabaco, mas admite que poderá fazer alianças

Wilson Lima – iG Brasília | 16/02/2013 18:39:16

O novo partido fundado pela ex-senadora Marina Silva, cujo nome será Rede Sustentabilidade, nasce com a promessa de se tornar a primeira “legenda pura” entre as existentes no Brasil. Os articuladores do partido dizem que a ideia é partir de um novo paradigma em que as articulações políticas não tomem como base a troca de cargos ou favores. 

Adesão: Rede Sustentabiliade confirma sete parlamentares em sua bancada

Apesar de já surgir com medidas moralizadoras, a direção do novo partido afirma que não é “nem esquerda”, “nem direta” e admitiu fazer alianças com as chamadas legendas tradicionais, dependendo “do projeto político de cada candidato”. “Se um candidato tiver um projeto semelhante ao nosso, receberá o nosso apoio”, afirmou Marina Silva.

Na constituição do partido, cujo primeiro estatuto foi aprovado neste sábado durante o lançamento oficial da legenda, foi aprovado que nenhum político “ficha suja” integrará seus quadros. A exceção fica por conta de ativistas sociais eventualmente condenados em segunda instância. A lei da ficha limpa proíbe a candidatura de qualquer pessoa que tenha condenação judicial em órgão colegiado.

A nova legenda também não vai aceitar doações que venham das indústrias de armamentos, alcoólica e de tabaco, de grandes agropecuários, entre outras. Outra medida considerada moralizadora é a inclusão no estatuto de conselhos sociais que vão fiscalizar a legenda. A captação de recursos via grandes empresas foi vetada e os integrantes do Rede Sustentabilidade arcarão as despesas do partido com doações que vão variar de R$ 10 a R$ 90 por mês.

Existirá também um teto de captação de recursos que vai variar de acordo com cada tipo de candidatura (para deputado federal, por exemplo, o valor será inferior que para presidente da república). Esses tetos somente serão definidos durante o início do processo eleitoral, em executivas nacionais da legenda.

O evento de lançamento do partido foi uma espécie de teste desse modelo. A festa custou aproximadamente R$ 150 mil, pagos pelos seus 250 membros. O valor é semelhante ao que foi gasto na recepção ao novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa. Mas a festa pró-Barbosa foi capitaneada por entidades de classes como a Associação dos Magistrados Brasileiros (MAB), por exemplo.

Segundo Marina Silva, a ideia de se criar um novo partido é uma “quebra de paradigma”. “Estamos em um processo de desconstrução do monopólio que o partido tem da política”, afirmou Marina. Os fundadores da legenda dizem que 90% dos políticos que procuram abrigo no Rede buscam voltar a exercer política de base e comunitária.

Ao contrário do que se imaginava no início, a nova legenda não é classificada pelos seus membros como uma dissidência do PV, embora toque em questões semelhantes como sustentabilidade e preservação ambiental. Seus líderes afirmam que a formalização do Rede visa a uma discussão que vai além do meio ambiente.

Já existem membros do PV, do PT, do PSDB, do PPS e do PDT interessados em integrar o novo partido. “Estamos alertando a todos que buscam a Rede que antes de pensar em disputar eleições, queremos implementar um novo modelo de fazer política”, defendeu o deputado federal Walter Feldman (PSDB-SP), que integrará o novo partido. “Nós não estamos capitaneando pessoas, todas que estão no partido, nos procuraram”, disse Marina Silva.

No estatuto também estão previstas outras medidas polêmicas como a proibição de um parlamentar concorrer uma eleição após 16 anos de mandato e a exigência de um deputado federal renunciar seu mandato caso ele seja convocado a exercer cargos no poder executivo.

O partido nasce com representantes fortes em pelo menos cinco estados Brasileiros: Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Alagoas e Maranhão. A intenção é aumentar essa rede e nos próximos três meses conseguir as 500 mil assinaturas necessárias para a obtenção do registro junto à Justiça Eleitoral. O partido precisa passar por todo o processo de formalização até setembro para disputar as eleições de 2014. A própria Marina Silva admite que pode ser candidata a presidenta da república pela nova legenda.

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



86 comentários

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Marcos Coimbra: Analistas vendendo gato por lebre « Viomundo – O que você não vê na mídia

02 de março de 2013 às 20h56

[…] “Puro”, partido de Marina não é de esquerda, nem de direita […]

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    RAPHAEL

    27 de junho de 2013 às 14h09

    E o Lula? É de Esquerda ou Direita? O PT é de esquerda?

Ricardo Godinho

21 de fevereiro de 2013 às 09h02

O Partido Nazista também era puro… E ainda por cima se chamava de Socialista… (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, era a denominação oficial).
Eu fico imaginando quando se reune a alta cúpula da direita brasileira, as boas gargalhadas que eles devem dar, falando das Marinas, das Heloísas, dos Eduardos (o paulista e o pernambucano). Devem rolar de rir, achincalando esses trouxas que se prestam, por puro narcisismo – luxúria da própria inteligência, moralidade, ou o em que eles achem que são melhores que o mundo – se prestam ao triste papel de mamulengos dessa direita.
Pobre Marina, que já começa na rasgada ambiguidade – nem de direita, nem de esquerda, muito pelo contrário.

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Fátima Oliveira: Chamar um partido de rede é engabelação « Viomundo – O que você não vê na mídia

21 de fevereiro de 2013 às 01h18

[…] “Puro”, partido de Marina não é de esquerda, nem de direita […]

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Marta

19 de fevereiro de 2013 às 09h04

Marina Silva do PT fingia ser de esquerda ou Marina Silva da Rede finge ser neutra? Pelo jeito está difícil encaixar um discurso com credibilidade. Nem ela parece acreditar no que fala, um discurso sem pé nem cabeça, um amálgama de direita/esquerda, porque neutralidade não existe; um ecletismo político sem política. É tá difícil!!!!

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João Vargas

18 de fevereiro de 2013 às 16h28

Os filiados do partido da Marina serão cooptados em Marte, Vênus, Saturno, Plutão…só ficha limpa.

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jonios

18 de fevereiro de 2013 às 11h11

Não há como duvidar de que este projeto de partido chamado Rede é uma verdadeira e pura lenda. Se o saudoso Stanislaw Ponte Preta estivesse vivo, incluiria, em seu famoso Festival de Besteiras que Assola o Pais, a frase lapidar da senhora Marina: “se um candidato tiver um projeto semelhante ao nosso, receberá o nosso apoio”. A autoria do projeto ficará com quem, ó cara-pálida?

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Sr.Indignado

17 de fevereiro de 2013 às 22h35

Chanceler Marina quer partido puro, dinheiro limpo, ficha limpa… até aí tudo bem. Mas vamos ver com quem vão dançar. Acho que a motivação é a presidência, o poder, como qq político. É tudo igual.

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Rodrigo Leme

17 de fevereiro de 2013 às 22h24

Um partido novoque não se alinha com o PT!?!?!

PEGUEM AS TOCHAS E OS FORCADOS!!!!

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Abel

17 de fevereiro de 2013 às 20h33

E vem aí a “Cuba Libre”, Yoani Sánchez. A passagem aérea e a estadia devem ter sido pagas pelo Instituto Millenium (leia-se Globo, Abril, OESP e Folha).

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Luís Carlos

17 de fevereiro de 2013 às 19h08

Nem de direita nem de esquerda? Por favor, algum jornalista poderia perguntar para Marina como ela se posiciona sobre a queda da taxa selic, “juros” , sendo ela patrocinada pelo Itaú?? Defenderá o interesse da população ou de especuladores como os que a patrocinam? Poderia perguntar também, sendo seu novo partido, “nem de direita nem de esquerda” se ela vai se posicionar na defesa dos trabalhadores ou do capital( bancos, por exemplo) ?? Por fm, ainda “não sendo nem de direita nem de esquerda” se ela defenderá os direitos civis de gays, lésbicas e travestis, por exemplo ou se não terá posição deixando esse povo desprotegido a mercê das forças reacionárias que foram combatidas, por exemplo, por Luther King, entre outros tantos??
Marina, se posicione e saia de cima do muro!

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Jorge Moraes

17 de fevereiro de 2013 às 18h39

Os tiros das hostes do capital-cassino vêm por todos os lados. Já não se limitam a financiar aparelhos partidários de oposição típica. Com os meios de comunicação ao seu inteiro dispor (quarto poder, e sem controle social), cada vez mais investem em possibilidades que sirvam para tornar seu projeto de país, de mundo, hegemônico outra vez. Eles são fortes. Mas têm pontos fracos.

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tori

17 de fevereiro de 2013 às 16h45

Marina Silva insiste na leitura enviesada das eleições de 2010. Acha que conquistou milhões de votos por causa dos seus lindos olhos e da sua cansativa arenga.
Desde então, para viabilizar seu projeto de poder, busca adaptar-se aos charcos por onde passa, onde chafurdam traíras descontentes de todos os matizes.
Nesses poluídos ambientes congratula-se com seus estranhos e interessantes novos amigos.
Ela reclama do cheiro da fumaça e da linguagem chula, mas entende que os tempos são outros e que os fins justificam os meios.
Às vezes fica um pouco depressiva, mas logo vem um puxa, digo assessor e diz: Marina, você não é humana… E ela logo está novamente deslumbrada.
Também, estes charcos são tão aconchegantes!
Dá vontade de ficar chafurdando indefinidamente!
Agora é só virar presidente e transformar o país num monumental charco e chafurdar mais e mais!

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Eu e o Google contra a Rapa

17 de fevereiro de 2013 às 16h35

A única certeza até agora é que o novo partido de Marina Silva ‘NÃO É’. rsrs

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zé eduardo

17 de fevereiro de 2013 às 14h27

Quero só ver a (o?) REDE explicitar sua posição sobre estas ‘questões capitais’: laicidade do Estado, casamento de LGBT, acesso ao aborto no SUS, diversidade sexual e kit-gay nas escolas, regulamentação da mídia, fator previdenciário, taxação das fortunas, punição aos torturadores da ditadura e controle social do judiciário. Depois disso a gente vai poder avaliar a ‘pureza’ desse novo ‘partido não-partido’ que diz que não é nem de ‘direita’ nem de ‘esquerda’… Hummm… vai ser no ‘dia de São Nunca’?

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sandro

17 de fevereiro de 2013 às 13h53

Se é rede é prá pescar.
Bem , amigos vamos começar os trabalhos,saudades..,que seja bem vindo
esse novo partido ou o que quer que seja dentro dos princípios democráticos. Vamos desconstruir Marina Silva, (uma espécie de
Russomano de “saias”) há muita névoa em torno da mesma vamos clarear
as coisas para nossos amigos indecisos.Que bom que começou cedo.

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Apavorado por Vírus e Bactérias

17 de fevereiro de 2013 às 13h24

A Marina inventou um partido puro e novo para continuar a ser candidata à presidência da República.

Ela é o Pai Padim Irimão do Santo Aborto no Chile de saias. De verde e sustentável ela vai ter o dólar.

Por trás do ambientalismo e da sustentabilidade só tem tubarão juntando peixinho para engolir de uma vez. Longe de mim achar que não devamos ter um projeto vigoroso de proteção da biodiversidade brasileira. É para ontem.

Temos que proteger nossas águas, matas, florestas e sua biodiversidade, pois sua riqueza de profusão de vida é única e ainda incalculável. É nosso dever, mas sem sacanagem, corrupção, colonialismo e demagogia. Fora Blabarina.

Responder

Mário SF Alves

17 de fevereiro de 2013 às 13h20

Em lugar de Rede $u$tentabilidade, mais apropriado talvez fosse chamá-lo de “O Bebê de Rosemary”. Ou… quem sabe “Portal das … PiGs”…
____________________________

Responder

Abel

17 de fevereiro de 2013 às 13h07

Partido “puro” num país mestiço? Hummmmm…

Responder

Rildo Ferreira

17 de fevereiro de 2013 às 13h01

Não é de direita nem de esquerda, é da REDE (Globo). Como não sei publicar fotos, deixo o link do FB.
http://www.facebook.com/?ref=tn_tnmn#!/photo.php?fbid=468824343167030&set=a.117320961650705.10087.100001184058034&type=1&theater

Responder

Geysa Guimarães

17 de fevereiro de 2013 às 12h54

Já chegou batendo recorde: o da demagogia.

Responder

Urbano

17 de fevereiro de 2013 às 12h43

Por tudo que já se viu de sua genitora nesses últimos anos, ou seja, pela chumbada da rede de arrasto, chegamos a crer que seja para usá-la bem embaixo, rasteirinho na lagoa.

Responder

Paulo Brasil

17 de fevereiro de 2013 às 11h58

Mais um caçador de Maracujas.

A REDE globo esta por traz disso.

Responder

Mateus

17 de fevereiro de 2013 às 11h58

Não é nem lá nem cá! É então de que lado? Em cima do muro né, só pode. Essa rede vai virar um novo PSOL.

Responder

Jair de Souza

17 de fevereiro de 2013 às 11h29

Li há pouco no portal UOL que Eduardo Suplicy assinou a ficha em apoio ao registro do partido de Marina, mas que iria permanecer no PT. Esta segunda parte da informação me deixou chateado. Já estava pensando que, finalmente, o PT iria ter outro candidato em São Paulo para o Senado e eu não mais precisaria votar em Eduardo Suplicy para impedir a vitória de Guilherme Affif ou de qualquer outro candidato da aliança antipovo (PSDB-Demos-PPS-PV e outros). Já estava sonhando com a perspectiva de que, por fim, já não precisaria tapar o nariz na hora de votar para senador.

Bem que Eduardo Suplicy poderia dar um passinho a mais e se juntar de vez a Marina, a HH, aos demais “puros” do PSDB, do PV, do Demos, PDT. Seria muito bom para ele, pois estaria acompanhado de seus iguais, e seria bom para a gente, que nos livraríamos de um tucano em nosso ninho.

Seria ótimo também que todos os neobabacas decidissem acompanhar sua grande líder (falo da HH, não da Marina) e fizessem a fusão de seu atual partido (também ele bastante “puro”) com a nova agremiação marinista. Afinal de contas, todos eles cultivam o profundo espírito do moralismo udenista e, por isso, têm tudo a ver uns com os outros.

Responder

Paulo Roberto Álvares de Souza

17 de fevereiro de 2013 às 11h28

E eu que já admirei essa mulher.

Responder

    Mário SF Alves

    17 de fevereiro de 2013 às 13h22

    E eu que apesar dos pesares, AINDA ADMIRO aquele suplício de senador Eduardo Suplicy.

    justino

    17 de fevereiro de 2013 às 17h05

    O Lula tb. Aliás, a Marina é cria do Lula assim como o Barbosão, o Gurgel e muitos outros algozes do PT. Segura o homem, gente!

ricardo silveira

17 de fevereiro de 2013 às 11h19

“proíbe filiação de político ficha suja e doações das indústrias de armamentos, alcoólica e tabaco, mas admite que poderá fazer alianças” É o partido dos limpinhos que vem substituir os cheirosos. Não se sujam, mas se beneficiam da sujeira. Esses são os que mais fedem.

Responder

Marat

17 de fevereiro de 2013 às 11h05

Temos que ficar atentos, pois a rede que se diz utilizar para pescar (cabeças) de bagre, pode muito bem pescar tubarões… ai os pescadores poderão dizer: “caiu na rede, é peixe!”

Responder

Regina Braga

17 de fevereiro de 2013 às 10h59

Acrdito que a rede não é nem de esquerda ou direita.È da REDE esgoto(Plim-Plim), com as empreiteiras e os nacionalistas Brazileiros.Mas a Rede é tão moderna, como a maçã do Adão e da Eva.Cuidado com a Serpente,com cara de new age atua como fogueira.

Responder

José X.

17 de fevereiro de 2013 às 10h55

Marina Silva já disse a que veio no 2º turno das eleições presidencias, quando ficou calada enquanto o Brasil corria o risco de ser “governado” pelo nazismo tucano. Poderia ser uma opção digna e verdadeira, uma 3ª via verdadeira. Escolheu ser laranja do que de mais pior existe na política brasileira.Duvido muito que consiga escapar do merecido ostracismo político no qual outros políticos medíocres mordidos pela mosca azul também caíram. Heloísa Helena e Christovam Buarque são exemplos desses políticos medíocres e recalcados, e não por acaso estão no “partido da Marina”, que como já disseram em outro lugar, é o PSDdoB, já que não é de esquerda nem de direita, muito pelo contrário. Na prática vai fazer companhia ao PSOL e PPS, partidos de aluguel da direita reacionária brasileira.

Responder

Mateus Silva Ferreira

17 de fevereiro de 2013 às 10h47

A primeira baixa desse partido que não é partido será a Heloísa Helena.
Só resta saber se sua primeira briga será com antigos Ptistas ou Com os Demotucanos.

Responder

    Job

    17 de fevereiro de 2013 às 13h56

    Pelo que eu saiba a Heloísa Helena é do PSOL, que ainda não foi extinto.

Marat

17 de fevereiro de 2013 às 10h33

Puro?
Por que não funda o PC (Partido da Coerência)? Poderiam chamar Platão e outros filósofos para fazer o estatuto e vigiar seus membros contra as tentações inerentes aos seres humanos!

Responder

    Abel

    17 de fevereiro de 2013 às 13h10

    Cadê o botão de “curtir”? :)

Marat

17 de fevereiro de 2013 às 10h32

Nem de direita, nem de esquerda, mas, puro… não sei se rio (um riso puro) ou choro (um choro puro)… Os católicos e os evangélicos também se dizem puros, e, vejam quantas desgraças suas religiões nos trouxeram, não obstante muitos e muitos religiosos serem realmente bons de verdade, mas, na hora das composições, os tubarões de ocasião se colocam a seu serviço…
Eu gostaria mesmo de acreditar nas palavras de Marina, mas como já disseram alguns amigos internautas, como ser puro se recebem apoio da Globo?

Responder

Julio Silveira

17 de fevereiro de 2013 às 10h19

Diferente de muitos que fazem a critica hipocrita, por puro interesse, para resguardar espaços politicos, acredito que o tempo poderá nos mostrar a fidedignidade da proposta ou se será um outro mero instrumento, dentro da velha politica, que encontraram para se mimetizar como camaleão e usar a lingua comprida para engolir os cidadãos, como os camaleões o fazem com os insetos.
De qualquer forma acredito que algo, dentro da politica nacional, que inicia já com a proposta de não ter proposta ideologica, me parece muito estranho e pode mesmo surpreender, menos pela suposta proposta inovadora, pois surge com concorrência forte (visto que os demais partidos brasileiros já procedem desta forma), mas pela ousadia de colocar de forma clara e transparente, e por que não dizer discarada, algo que se verifica como muito ruim dentro da politica nacional, que é escancarar uma proposta adesista onde se diz que se vestirá tranquilamente o modelito do interesses particulares, travestidos em interesse publico, pelos que fazem da politica um meio de vida, tão em voga na politica brasileira.

Responder

FrancoAtirador: O partido apolítico apartidário « Viomundo – O que você não vê na mídia

17 de fevereiro de 2013 às 10h19

[…] por FrancoAtirador, em comentário aqui […]

Responder

Mário SF Alves

17 de fevereiro de 2013 às 10h18

Nem de esquerda, nem de direita? No BraZil?!! Um país materialmente tão à direita que ser democrata é assumir o eterno risco de ser confundido com ideólogos de esquerda. Desideologização da política, aqui? Como, quando, quanto? No BraZil com Z? No Brasil secularmente domiminado pela por elite do mundo, no Brasil do regime casa-grande-Brazil-eterna-senzala?
______________________________
Sustentabilidade… sim, haja $u$tentabilidade. Haja trapezista e rede [de proteção] porque a queda pode ser brusca.
________________________________________
Prezada senadora, com todo o respeito, mas, convenhamos, a senhora bem que podia mais, não?

Responder

Gerson Carneiro

17 de fevereiro de 2013 às 10h17

Rede Sustentabilidade

Responder

    renato

    17 de fevereiro de 2013 às 10h39

    Gerson, porque laranja.
    E não pepino.
    Ou ovos. Ou quiabo.
    Por que Laranja.
    Nos de sua grande contribuição.

    FrancoAtirador

    17 de fevereiro de 2013 às 13h27

    Julio Cesar Montenegro

    17 de fevereiro de 2013 às 11h20

    perfeito o simbolo
    LARANJAS
    como NATURA itaú globo
    PRODUZIDAS & enredadas
    no pormar da CASAGRANDE

    FrancoAtirador

    17 de fevereiro de 2013 às 13h44

    FrancoAtirador

    17 de fevereiro de 2013 às 13h56

    Marcelo de Matos

    17 de fevereiro de 2013 às 11h56

    Você sabe por que as frutas brilham desse jeito nas gôndolas dos supermercados? Parece que usam um spray com uma cera especial para fazê-los brilhar. Outro dia fui ao Leroy Merlin e tinha uma bancada com sprays para tornar a casa perfumada. Um senhor aproximou-se e começou a usar os sprays no corpo, como se fosse desodorante. Fico imaginando: será que os políticos usam algum tipo de spray?

    Gerson Carneiro

    17 de fevereiro de 2013 às 12h52

    Muitos usam botox. Tem até um conhecido como “Mr. Botox”.

    FrancoAtirador

    17 de fevereiro de 2013 às 14h18


    Wanderson Brum

    17 de fevereiro de 2013 às 13h37

    É tem cara de laranjada esse partido “puro”!
    Só fiquei com uma certa dúvida, será que esse novo vai aceitar doações de Igrejas, e/ou pastores abastados?

Marcelo de Matos

17 de fevereiro de 2013 às 10h14

Temos 30 partidos registrados no TSE, entre eles o Verde (14) e o Ecológico Nacional (30). Esse da Marina tinha mesmo de vir como um novo produto, algo diferente. Já não dá para criar mais do mesmo. Será mesmo diferente? Até os guris do primário sabem que para eleger um presidente, no caso presidenta, é preciso muita grana. O processo passa pela convocação de um mago baiano do quilate de João Santana, já meio apalavrado com o PT, Nizan Guanaes, preferido dos tucanos, ou Duda Mendonça, provavelmente disponível. Regra número um: sem marketing a senhora não vai a lugar algum, dona Marina. Nessa área não dá para inovar muito: ainda não se viu saci de duas pernas, nem processo eleitoral sem muita grana. A tal “pureza” é uma qualidade que se atribui a tudo que vem da região amazônica, como a própria Marina. O Globo Rural mostrou hoje os projetos amazônicos da indústria de perfumaria, que usa a região mais pela aura de pureza que envolve seus produtos. No imaginário popular, se o shampoo vem da Amazônia é capaz até de fazer nascerem cabelos.

Responder

Willian

17 de fevereiro de 2013 às 10h10

O PT já foi puro também: não se coligava com a direita ou o centro, não votou no Coléio Eleitoral, não assinou a Constituição de 1988, expulsou Luíza Erundina por participar do governo Itamar.

Depois caiu na vida que conhecemos.

Responder

    Marcelo de Matos

    17 de fevereiro de 2013 às 10h16

    Nem tudo está perdido, willian. Você continua um puro.

    renato

    17 de fevereiro de 2013 às 10h45

    Gostei, o pau que dá em Chico tem que dar em Francisco.
    Mas agora o ” pau ” que nós temos que dar é nesta Marina.
    É também por coincidência o mesmo pau que deu em Chico e
    Francisco.
    Que por sinal deu nela quando saiu do PT.
    E aí.. são estórias que só os bastidores conhecem, só eles sabem.
    Não se iluda, nem tudo é como parece….
    Nem o que escrevi acima…

    abolicionista

    17 de fevereiro de 2013 às 22h11

    Pois é, nessa época os tucanos até gostavam da democracia, depois viraram golpistas. É a história, Willian, é a história…

FrancoAtirador

17 de fevereiro de 2013 às 10h00

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Em alta: almoço junta João Roberto Marinho e Marina Silva
19/12/2011 – 17:49
iG / Lu Lacerda

Quem esteve na hora do almoço, nesta segunda-feira (19/12), no restaurante Antiquarius, no Leblon, se surpreendeu com os participantes de uma mesma mesa:
o presidente do Conselho Editorial e vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho,
e a ex-candidata à Presidência da República Marina Silva,
além de alguns economistas.
Muitos ficaram de orelha em pé, mas não ouviram nem meia sílaba.
Um empresário carioca comentou: “Pelo visto, Marina continua em alta!”

http://lulacerda.ig.com.br/em-alta-almoco-junta-joao-roberto-marinho-e-marina-silva/

Responder

    Mário SF Alves

    17 de fevereiro de 2013 às 10h29

    Novidade…
    ______________________
    Ela que não se cuide, não. Plínio, o outro, o Salgado, é logo ali, na história política do Brasil.
    ________________________________
    E mais: abraço de tamanduá BANDEIRA [azul-Marinhos] é o que jamais há de faltar.
    ________________________________________

    Mas, é como dizem, “o coração possui razões que a própria razão desconhece”. Ou… quem sabe, a “razão política marinasilvense” possui coração que o próprio coração desconhece?

    FrancoAtirador

    17 de fevereiro de 2013 às 10h38

    .
    .
    TAGs: PROPAGANDA & MARKETING

    Marina plagiou ‘business case’ da BASF ?

    Especialistas da NATURA têm experiência no ramo…

    A REDE FUNIL

    “Se acreditássemos que nosso produto é commodity não seríamos líderes de mercado, mas apenas mais um fabricante de tintas”,
    (Alfred Hackenberger, presidente da Basf para a América do Sul)

    Por Darcio Oliveira e Rafael Barifouse, na ÉPOCA NEGÓCIOS/GLOBO

    Existem duas maneiras de iniciar uma longa discussão com os executivos que cuidam de Suvinil e Glasurit, as marcas da divisão de tintas imobiliárias do grupo Basf.
    Uma delas é tratar o produto como material de construção, equiparando-o a cimento, rejunte ou azulejo.
    A outra é dizer que, apesar de algumas variações de cores e embalagens, as tintas são, no fundo, todas iguais.
    “Se acreditássemos que nosso produto é commodity não seríamos líderes de mercado, mas apenas mais um fabricante de tintas”, afirma Alfred Hackenberger, presidente da Basf para a América do Sul.

    A recusa em aceitar a tese de padronização do mercado fez surgir no portfólio de Suvinil e Glasurit inovações como uma tinta acrílica sem cheiro e que respinga 70% menos que as demais.
    Também resultou em um gel especial, dotado de microesferas, que confere às paredes efeito de camurça, pátina, jeans, mármore ou bambu.
    Há ainda esmaltes e vernizes à base de resina feita de garrafa PET.
    “Hoje, 66% de nossas vendas vêm de produtos lançados nos últimos cinco anos”, diz Hackenberger.
    Foi esta busca incessante por novidades, combinada a um processo bem estruturado de gestão criativa, que rendeu ao grupo alemão a segunda colocação no ranking das empresas mais inovadoras do Brasil.

    As fontes de inspiração para novos produtos seguem os princípios da inovação aberta, traduzidos nas parcerias com universidades, fornecedores e até mesmo com empresas de outros setores.

    “Recentemente trouxemos o pessoal da Brastemp e da Consul para entender como eles trabalham a gestão criativa”, afirma Carolina Araújo, gerente de inovação da divisão de tintas imobiliárias da Basf, referindo-se às marcas de refrigeradores da Whirlpool, a campeã do nosso ranking de inovação.

    Há ainda o Prêmio Suvinil de Inovação, onde estudantes de arquitetura, moda ou design são estimulados a criar novas atribuições para as tintas da marca.
    Na última edição, 300 mil alunos mandaram sugestões para o portal da companhia.
    A vencedora foi uma aspirante a estilista, inventora de um efeito renda na parede, já em estudo pela equipe de P&D da Suvinil.

    Todas essas ideias passam por um funil de inovação até que se transformam em projetos e, então, em produtos.
    Cabe a uma equipe de 25 profissionais, cooptados em empresas como Natura, Unilever e Procter & Gamble, a condução do processo.

    “A Basf quis trazer para sua única divisão de consumo pessoas já familiarizadas com o tema e habituadas ao relacionamento direto com a ponta final do mercado”, diz Carolina, egressa da Natura.

    É essa turma que alimenta a cultura interna de inovação e garimpa as sugestões que vão para o funil.

    São seis fases de análise das propostas.
    Na primeira, detectam-se os campos de oportunidades para determinada idéia.
    Feita a triagem, evolui-se para a etapa do ‘business case’.
    Se a viabilidade comercial for comprovada, a sugestão segue para os laboratórios de pesquisa, situados em São Bernardo do Campo (SP) e Jaboatão dos Guararapes (PE).
    O passo seguinte é a elaboração do plano piloto e o posterior lançamento do produto.

    “Passando da segunda fase, as idéias têm grandes chances de virar realidade”, diz Hackenberger.
    “E isso vem ocorrendo com frequência.”

    http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,ERT169592-16380,00.html

    FrancoAtirador

    17 de fevereiro de 2013 às 11h32

    .
    .
    A Rede da Marina Silva para amarrar você
    na Matrix dominadora do Itaú e da Globo

    Por Zé Augusto, n’Os Amigos do Presidente Lula

    Uma das principais caciques do partido de Marina

    é Maria Alice Setúbal, herdeira e acionista do império Itaú

    (http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/93745/Os-bilion%C3%A1rios-que-embalam-o-sonho-de-Marina.htm).

    Segundo o “site” ‘redepropartido’ de Marina (http://www.redepropartido.com.br/#!comissoes/cfvg)

    sua função no partido é “mobilização de recursos”.
    .
    .
    O MITO DA CAVERNA – VERSÃO CIBERNÉTICA

    Por Douglas Gregorio, no canal YouTube

    Vídeo que aborda um dos mais clássicos textos da filosofia ocidental, desenvolvido para ser utilizado para fins educacionais, a partir de experiências diretas em sala de aula.
    Agradecimentos à ECA-USP, escolas e estudantes que participaram da produção e aos vídeos similares sobre o tema, disponíveis no Youtube, onde várias idéias serviram de inspiração.

    (http://www.youtube.com/watch?v=Y5_xPS5-3cM)
    .
    .
    Íntegra em:
    (http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2013/02/a-rede-da-marina-silva-para-amarrar.html)

    FrancoAtirador

    17 de fevereiro de 2013 às 21h10

    .
    .
    A REDE FUNIL

    Marketing de Atração

    Por que um funil de vendas é tão importante.

    (http://www.pedrodelemos.net/marketing-de-atracao-funil-de-vendas)

paulo Sergio

17 de fevereiro de 2013 às 09h58

Com essa pureza toda este partido torna-se INSUSTENTÁVEL .

Responder

    Mário SF Alves

    17 de fevereiro de 2013 às 10h49

    Então? E não é que é, de fato, politicamente insustentável. Porém… plenamente $u$tentável, não?

trombeta

17 de fevereiro de 2013 às 09h52

Partido novo financiado pelo banco itaú e por tabela pela globo.

Me engana que eu gosto.

Responder

Marcondes

17 de fevereiro de 2013 às 09h28

O partido da Marina tem dois objetivos:

1º> Um partido em que ela reine soberana e faça as suas ideias serem emplacadas como as de todos seus componentes;
2º> O partido foi organizado para que ELA possa ser candidata à Presidência.
É só isso, mais não tem.

Tobias, também assisti uma fala da Marina em Maringá e não gostei. Bom e velho Marx sentiu ali uma comunhão com o nada e os interesses camuflados (sempre!) da direita. Essa sim tem enorme capacidade de se reinventar.

Responder

Fernando

17 de fevereiro de 2013 às 09h25

Então vai ser igual ao PMDB.

Responder

    Mário SF Alves

    17 de fevereiro de 2013 às 10h52

    Nem tanto, prezado Fernando, nem tanto…

Denilson

17 de fevereiro de 2013 às 08h53

Quando um partido pequeno, principalmente se for novo, diz “não somos governo nem oposição”, leia-se nas entrelinhas: “Estamos à venda”. Nada espantoso vindo de Marina Silva, a peça chave da manipulação eleitoral da última eleição presidencial.

Responder

emerson57

17 de fevereiro de 2013 às 08h43

ótimo, um partido novo!
marina?????? quem é, mesmo?

Responder

Saçuober

17 de fevereiro de 2013 às 08h37

Jaime disse tudo.
Coitada da senhora Marina, não sabe quem é, nem o que quer.
A globo errou mais uma vez, esta não emplaca 3%.
É transparente, sem sabor e sem forma, não diz nada com nada.
Se acha, deveria ter ído fazer uns cursinhos no exterior para aumentar o seu conteúdo besteirol e oportunista.
Pode trazer outro(a), que essa vai ser um desastre nas urnas.

Responder

Roberto Locatelli

17 de fevereiro de 2013 às 08h27

Acho que a ampla maioria da Blogosfera Progressista rejeita o tal partido da Marina. Isso já reduz as possibilidades da nova legenda, pois a Blogosfera tem uma força que não é desprezível.

A crítica mais certeira que se pode fazer é justamente sobre essa afirmação de que “não somos de esquerda, nem de direita. Não somos de oposição, nem de situação.” Ou seja, não somos contra, nem a favor. Muito pelo contrário.

Outra crítica: por que Marina sumiu completamente depois das eleições? Se ela se considera uma participante da vida política do país, não pode se omitir. Qual a opinião de Marina e HH sobre 1) redução dos juros bancários, 2) redução da conta de luz, 3) execuções sumárias de jovens na periferia de São Paulo, 3) violência em Santa Catarina, 4) extinção do projeto “Nova Luz” por Haddad, 4) volta das sacolinhas plásticas nos supermercados. Marina não pode ficar muda por dois anos e agora querer se apresentar como líder. Ah, esqueci, esse partido não tem líderes.

Marina é financiada pelo banco Itaú e pela Natura, que sonega impostos. Por aí já se vê o tipo de “pureza” dela. Como disse uma pessoa no twitter: imaginemos Marina presidenta, tendo o Itaú como “doador” de sua campanha: será que ela manteria os juros da Caixa e do BB baixos?

Por fim, acho injusta a crítica à afirmação de Marina de que esse partido não tem por objetivo disputar eleições. Partido não tem mesmo que colocar eleições como objetivo. A meta de um partido sério é transformar a sociedade. Essa meta pode, eventualmente, fazer com que o partido decida participar de eleições. Ou não. Os bolcheviques, na Rússia, participaram de algumas eleições e não participaram de outras.

Responder

sergio m pinto

17 de fevereiro de 2013 às 07h52

Há quem acredite.

Responder

FrancoAtirador

17 de fevereiro de 2013 às 07h43

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OLHA SÓ, QUE PUREZA!

Vão integrar a nova legenda,
os seguintes parlamentares:

Deputados federais:
Walter Feldman (PSDB-SP)
Domingos Dutra (PT-MA)
Alfredo Sirkis (PV-SP)

Deputada estadual:
Aspásia Camargo (PV-RJ)

Vereadores:
Ricardo Young (PPS-SP)
Jefferson Moura (PSOL-RJ)
Heloísa Helena (PSOL-AL)
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.

Responder

    FrancoAtirador

    17 de fevereiro de 2013 às 08h16

    .
    .
    Antigamente, na época em que o acesso à escola e aos tratamentos médicos, no Brasil, era limitado a uma elite sócio-econômica, as campanhas eleitorais – todas demagógicas – sempre incluíam genericamente “Saúde” e “Educação” como “as prioridades das prioridades” no rol de promessas dos candidatos, pois “Doença” e “Ignorância” sempre renderam votos.

    Com o passar do tempo, fundamentalmente a partir da Constituição Federal de 1988, a universalização da prestação desses serviços públicos absolutamente essenciais à toda população – ainda que o atendimento estatal e privado, nesses setores, seja vergonhosamente insuficiente até os dias atuais – somada ao advento da concentração populacional urbana nas grandes cidades, causada pela concentração de terras e o êxodo rural, que trouxe indubitavelmente conseqüências drásticas ao cotidiano dos cidadãos,
    outras demandas como “Segurança” e “Transporte vieram concorrer com aquelas já desgastadas propostas dos candidatos demagogos que costumeiramente prometem, elegem-se e não cumprem as promessas de véspera de eleição.
    Porém estes são assuntos que restringem-se às administrações dos estados e municípios.

    É claro que, nesse ínterim, as soluções para os problemas econômicos nacionais, que dizem respeito diretamente à vida dos trabalhadores, como “Desemprego” e “Inflação”, também estiveram, estão e estarão na ‘Relação Geral da Demagogia BraZileira’.

    Mas, agora, o País encontra-se numa situação de praticamente pleno emprego, de inflação relativamente baixa e com reajustes reais do Salário-Mínimo; o poder aquisitivo e a capacidade de consumo das famílias mantêm-se em níveis razoáveis; a miséria e o analfabetismo diminuem, os níveis de escolaridade aumentam; a mortalidade infantil se reduz e a expectativa de vida cresce.
    E, apesar dos reflexos das políticas neoliberais assombrarem o País, até hoje, as perspectivas de desenvolvimento do Brasil, no médio e no longo prazo, são animadoras.

    Assim é que, diante da superação nacional de algumas fases agudas de males crônicos – porque não totalmente resolvidos, mas sensivelmente atenuados – surgem os temas “Ambientalismo” e “Sustentabilidade”, na crista da onda das novas gerações, a “New Wave” da juventude planetária que surfa, não navega, nas redes sociais da internet.

    Seria impossível criar termos mais genéricos, pois se referem a Tudo e significam Nada.
    Na verdade, não passam de símbolos de uma “Nova Política Demagógica”, em contraponto à “Velha Política” onde se colaram as etiquetas “Corrupção” e “Impunidade”.

    Convenhamos que realmente está todo mundo de saco cheio de conchavos partidários demagógicos, sem COERÊNCIA IDEOLÓGICA alguma, à esquerda, à direta, ao centro, ao sul e ao norte.
    Talvez por isso, até o prestigiado jornalista Mino Carta, mais que reivindicando, está implorando por uma alternativa partidária menos incoerente.

    É nessa marola que o PAA (Partido do Ativismo Autoral ou Partido Apolítico Apartidário) vai surfar em 2014, embora, na prática, esteja tentando amalgamar uma massa amorfa, uma frente constituída de uma miscelânea de componentes que, pela generalidade da temática, vão desde a extrema-esquerda até a extrema-direita, muitos de boa-fé, alguns sem-fé e outros tantos de má-fé, quase todos antipetistas.

    Vem daí, inclusive, o verdadeiro pavor que está causando à concorrente direita conservadora, financista e impatriótica, agrupada em torno de PSDemB/PPS, diante da possibilidade concreta de ficar de fora do segundo turno da próxima eleição para Presidente da República.

    Por enquanto, ninguém da concorrência está se dando conta de que só a Margarina Salva os silva da extinção.
    .
    .

    Mário SF Alves

    17 de fevereiro de 2013 às 12h34

    Vale ressaltar:

    1- “Convenhamos que realmente está todo mundo de saco cheio de conchavos partidários demagógicos, sem COERÊNCIA IDEOLÓGICA alguma, à esquerda, à direta, ao centro, ao sul e ao norte.”;

    2- “É nessa marola que o PAA (Partido do Ativismo Autoral ou Partido Apolítico Apartidário) vai surfar em 2014, embora, na prática, esteja tentando amalgamar uma massa amorfa, uma frente constituída de uma miscelânea de componentes que, pela generalidade da temática, vão desde a extrema-esquerda até a extrema-direita, muitos de boa-fé, alguns sem-fé e outros tantos de má-fé, quase todos antipetistas.”

    ________________
    “…esteja tentando amalgamar uma massa amorfa, uma frente constituída de uma miscelânea de componentes que, pela generalidade da temática, vão desde a extrema-esquerda até a extrema-direita, muitos de boa-fé, alguns sem-fé e outros tantos de má-fé, quase todos antipetistas”
    _____________________________
    “… quase todos antipetistas”; a maioria dos quais subdesenvolvimentistas convictos.
    ___________________________
    Vale reconsiderar:
    Em lugar de “Por enquanto, ninguém da concorrência está se dando conta de que só a Margarina Salva os silva da extinção.”
    __________________________

    Leia-se: “Por enquanto, enquanto o golpe 470 não se transforma em golpe à meia-quatro [64], … a margarina salvaria não só a elite dos silva, mas também os marinhos, os civitas, os frias, os mesquitas; enfim, todo o arcabouço retórico da mídia local mais-do-que-nunca-fora-da-lei.” Né não?
    ___________________________________
    E… com ou sem reconsideração, PARABÉNS, Franco.

    FrancoAtirador

    17 de fevereiro de 2013 às 22h50

    .
    .
    É verdade, Mário.

    OS TUBARÕES SÃO MARINHOS POR NATUREZA.

AldoLuiz

17 de fevereiro de 2013 às 07h22

Mais do mesmo da CASA GRANDE E SENZALA, no “velho” 4º REICH em ascensão invisibilizada avançando sua nova ordem mundial estelionatária, milenarmente escravagista. Sinto muito, sou grato.

Responder

Jose Mario HRP

17 de fevereiro de 2013 às 06h31

O partido da Maurina vai ser puro sangue tanto quanto esses policiais!

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK……………

Responder

    Mário SF Alves

    17 de fevereiro de 2013 às 10h03

    E quanto custa a brincadeirinha? Com a palavra *as… Ih! É melhor esquecer.
    ____________________________________
    *Fabricantes de bebidas tipo “encha o caneco”; as … “pobres meninas”; as …

Francisco

17 de fevereiro de 2013 às 06h26

O partido facista era puro. Não fazia alianças com “partidos decadentes” ou indiferentes ao seu projeto.

Muitos partidos já foram puros. O que eu quero é novidade.

Eis uma questão para começar a provar a sua “pureza”: qual a postura com relação à verticalização da mídia?

PS. Esse povo devia era fazer Yoga logo de uma vez…

Responder

    Mário SF Alves

    17 de fevereiro de 2013 às 10h04

    Yoga invertida, você quis dizer, não?

Tiago Tobias

17 de fevereiro de 2013 às 04h56

Tive a oportunidade de ver e ouvir uma palestra da Marina Silva na UEL, onde estudei. Uma batalhadora, que se alfabetizou com mais de 17 anos, brilhante e inspiradora. Mas por outro lado, essa “Rede Sustentabilidade” ao se dizer “nem de esquerda, nem de direita” tem lado. Como bem disse Max Weber: Neutro é aquele que se decidiu pelo mais forte.

Esse partideco aí é um conluio de tontos, como a Heloísa Helena, proto-udenista que condenou o PT no auge do mensalão, mas que agora se mete nesse covil de hienas que tem apoio do Itaú e da Natura. Um conluio de tontos que acreditam nessa balela de “sustentabilidade” dentro de um sistema econômico-produtivo insustentável, destruidor do meio ambiente, cujo nome do boi é CAPITALISMO.

Essa turma aí é aquela que acha que vai mudar o mundo trocando a sacola de plástico do supermercado pela de pano, mas não larga o carro para ir no supermercado fazer compra com a sacolinha de pano.

Responder

    Julio Cesar Montenegro

    17 de fevereiro de 2013 às 11h42

    o pessoal que se enturma em burocracia pra regular o mundo
    f(ut)ura tanto que esquece
    o mundo mutável girando veloz
    e seus habitantes menos RECALCITRANTES:
    como crianças aprendendo ao tocartelas
    somos MUTANTES

Gerson Carneiro

17 de fevereiro de 2013 às 02h16


Rede Sustentabilidade

O coringa dela chama-se “plebiscito”.

Por exemplo, para o casamento igualitário. Mas para o fim da isenção fiscal das igrejas ela desconversa.

“Nova política”, com Walter Feldman e Heloisa Helena.

Já já ela convida o Pastor Malafaia.

Responder

Ronaldo Silva

17 de fevereiro de 2013 às 01h42

Bláblárina, tem que ser muito blábláca para ir atrás desta mulher.

Responder

jaime

17 de fevereiro de 2013 às 00h36

Uns fundam igreja$, outros fundam partido$. Todos girando em torno de idéia$.

Responder

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