VIOMUNDO

Diário da Resistência

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Política

Professores universitários denunciam bonapartismo


15/10/2010 - 20h54

Manifesto em Defesa da Educação Pública (clique aqui para saber como aderir)

Nós, professores universitários, consideramos um retrocesso as propostas e os métodos políticos da candidatura Serra. Seu histórico como governante preocupa todos que acreditam que os rumos do sistema educacional e a defesa de princípios democráticos são vitais ao futuro do país.

Sob seu governo, a Universidade de São Paulo foi invadida por policiais armados com metralhadoras, atirando bombas de gás lacrimogêneo. Em seu primeiro ato como governador, assinou decretos que revogavam a relativa autonomia financeira e administrativa das Universidades estaduais paulistas. Os salários dos professores da USP, Unicamp e Unesp vêm sendo sistematicamente achatados, mesmo com os recordes na arrecadação de impostos. Numa inversão da situação vigente nas últimas décadas, eles se encontram hoje em patamares menores que a remuneração dos docentes das Universidades federais.

Esse “choque de gestão” é ainda mais drástico no âmbito do ensino fundamental e médio, convergindo para uma política de sucateamento da Rede Pública. São Paulo foi o único Estado que não apresentou, desde 2007, crescimento no exame do Ideb, índice que avalia o aprendizado desses dois níveis educacionais.

Os salários da Rede Pública no Estado mais rico da federação são menores que os de Tocantins, Roraima, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Espírito Santo, Acre, entre outros. Somada aos contratos precários e às condições aviltantes de trabalho, a baixa remuneração tende a expelir desse sistema educacional os professores qualificados e a desestimular quem decide se manter na Rede Pública. Diante das reivindicações por melhores condições de trabalho, Serra costuma afirmar que não passam de manifestação de interesses corporativos e sindicais, de “tró-ló-ló” de grupos políticos que querem desestabilizá-lo. Assim, além de evitar a discussão acerca do conteúdo das reivindicações, desqualifica movimentos organizados da sociedade civil, quando não os recebe com cassetetes.

Serra escolheu como Secretário da Educação Paulo Renato, ministro nos oito anos do governo FHC. Neste período, nenhuma Escola Técnica Federal foi construída e as existentes arruinaram-se. As universidades públicas federais foram sucateadas ao ponto em que faltou dinheiro até mesmo para pagar as contas de luz, como foi o caso na UFRJ. A proibição de novas contratações gerou um déficit de 7.000 professores. Em contrapartida, sua gestão incentivou a proliferação sem critérios de universidades privadas. Já na Secretaria da Educação de São Paulo, Paulo Renato transferiu, via terceirização, para grandes empresas educacionais privadas a organização dos currículos escolares, o fornecimento de material didático e a formação continuada de professores. O Brasil não pode correr o risco de ter seu sistema educacional dirigido por interesses econômicos privados.

No comando do governo federal, o PSDB inaugurou o cargo de “engavetador geral da república”. Em São Paulo, nos últimos anos, barrou mais de setenta pedidos de CPIs, abafando casos notórios de corrupção que estão sendo julgados em tribunais internacionais. Sua campanha promove uma deseducação política ao imitar práticas da extrema direita norte-americana em que uma orquestração de boatos dissemina dogmas religiosos. A celebração bonapartista de sua pessoa, em detrimento das forças políticas, só encontra paralelo na campanha de 1989, de Fernando Collor.

Fábio Konder Comparato, USP

Carlos Nelson Coutinho, UFRJ

Heloisa Fernandes, USP

Theotonio dos Santos, UFF

Emilia Viotti da Costa, USP

José Arbex Jr., PUC-SP

Marilena Chaui, USP

João José Reis, UFBA

Joel Birman, UFRJ

Leda Paulani, USP

Dermeval Saviani, Unicamp

João Adolfo Hansen, USP

Flora Sussekind, Unirio

Otávio Velho, UFRJ

Renato Ortiz, Unicamp

Luiz Renato Martins, USP

Maria Victoria de Mesquita Benevides, USP

Enio Candotti, UFRJ

Glauco Arbix, USP

Laymert Garcia dos Santos, Unicamp

Franklin Leopoldo e Silva, USP

Luis Fernandes, UFRJ

Antonio Carlos Mazzeo, Unesp

Wander Melo Miranda, UFMG

Ronaldo Vainfas, UFF

Caio Navarro de Toledo, Unicamp

Celso Frederico, USP

Armando Boito, Unicamp

Henrique Carneiro, USP

Angela Leite Lopes, UFRJ

Afrânio Catani, USP

Otavio Soares Dulci, UFMG

Laura Tavares, UFRJ

Wolfgang LeoMaar, UFSCar

João Quartim de Moraes, Unicamp

Ildeu de Castro Moreira, UFRJ

Scarlett Marton, USP

Emir Sader, UERJ

Sidney Chalhoub, Unicamp

Marcelo Perine, PUC-SP

Flavio Aguiar, USP

Léon Kossovitch, USP

Celso F. Favaretto, USP

Benjamin Abdalla Jr., USP

Irene Cardoso, USP

Vladimir Safatle, USP

José Ricardo Ramalho, UFRJ

Gilberto Bercovici, USP

Ivana Bentes, UFRJ

José Sérgio F. de Carvalho, USP

José Castilho de Marques Neto, Unesp

Maria Ligia Coelho Prado,USP

Peter Pal Pelbart, PUC- SP

Sergio Cardoso, USP

Ricardo Musse, USP

Consuelo Lins, UFRJ

Iumna Simon, USP

Vera da Silva Telles, USP

Elisa Kossovitch , Unicamp

Edilson Crema, USP

Liliana Segnini, Unicamp

José Jeremias de Oliveira Filho, USP

Sebastião Velasco e Cruz, Unicamp

Ligia Chiappini, Universidade Livre de Berlim

Giuseppe Cocco, UFRJ

Luiz Roncari, USP

Marcio Suzuki, USP

Francisco Foot Hardman, Unicamp

Eleutério Prado, USP

Eliana Regina de Freitas Dutra, UFMG

Helder Garmes, USP

Marcos Dantas, UFRJ

Adélia Bezerra de Meneses, Unicamp

Luís Augusto Fischer, UFRS

Zenir Campos Reis, USP

Alessandro Octaviani, USP

Federico Neiburg, UFRJ

Maria Lygia Quartim de Moraes, Unicamp

Cilaine Alves Cunha, USP

Evando Nascimento, UFJF

Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos, USP

Juarez Guimarães, UFMG

Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida, PUC-SP

Marcos Silva, USP

Walquíria Domingues Leão Rego, Unicamp

Sérgio de Carvalho, USP

Rosa Maria Dias, Uerj

Jorge Luiz Souto Maior, USP

Gil Vicente Reis de Figueiredo, UFSCar

Ladislau Dowbor, PUC-SP

Lucilia de Almeida Neves, UnB

Bernardo Ricupero, USP

Joaquim Alves de Aguiar, USP

Maria Lúcia Montes, USP

Eugenio Maria de França Ramos, Unesp

Ana Fani Alessandri Carlos, USP

Mauro Zilbovicius, USP

Jacyntho Lins Brandão, UFMG

Paulo Silveira, USP

Marly de A. G. Vianna, UFSCar

José Camilo Pena, PUC-RJ

Lincoln Secco, USP

Mario Sergio Salerno, USP

Rodrigo Duarte, UFMG

Paulo Nakatani, UFES

Sean Purdy, USP

Adriano Codato, UFPR

Ricardo Nascimento Fabbrini, USP

Denilson Lopes, UFRJ

Marcus Orione, USP

Ernani Chaves, UFPA

Gustavo Venturi, USP

João Roberto Martins Filho, UFSCar

Marcos Siscar, Unicamp

Nelson Cardoso Amaral, UFG

Evelina Dagnino, Unicamp

Vinicius Berlendis de Figueiredo, UFPR

Silvia de Assis Saes, UFBA

Carlos Ranulfo, UFMG

Flavio Campos, USP

Liv Sovik, UFRJ

Marta Maria Chagas de Carvalho, USP

Paulo Faria, UFRGS

Rubem Murilo Leão Rego, Unicamp

Maria Helena P. T. Machado, USP

Francisco Rüdiger, UFRS

Nelson Schapochnik, USP

Maria Augusta da Costa Vieira, USP

Elyeser Szturm, UnB

José Geraldo Silveira Bueno, PUC-SP

Reginaldo Moraes, Unicamp

Luiz Recaman, USP

Iram Jácome Rodrigues, USP

Roberto Grun, UFSCar

Edson de Sousa, UFRGS

Márcia Cavalcante Schuback, UFRJ

Luciano Elia, Uerj

Julio Ambrozio, UFJF

Oto Araujo Vale, UFSCar

João Emanuel, UFRN

Paulo Martins, USP

Analice Palombini, UFRS

Alysson Mascaro, USP

José Luiz Vieira, UFF

Paulo Benevides Soares, USP

Marcia Tosta Dias, Unifesp

Salete de Almeida Cara, USP

Anselmo Pessoa Neto, UFG

Marta Kawano, USP

Ricardo Basbaum, Uerj

Iris Kantor, USP

Fernando Lourenço, Unicamp

Luiz Carlos Soares, UFF

André Carone, UFScar

Adriano Scatolin, USP

Richard Simanke, UFSCar

Francisco Alambert, USP

Arlenice Almeida, Unifesp

Miriam Avila, UFMG

Sérgio Salomão Shecaira, USP

Carlos Eduardo Martins, UFRJ

Antonio Albino Canelas Rubim, UFBA.

Claudio Oliveira, UFF

Eduardo Brandão, USP

Jesus Ranieri, Unicamp

Mayra Laudanna, USP

Aldo Duran, UFU

Luiz Hebeche, UFSC

Eduardo Morettin, USP

Adma Muhana, USP

Fábio Durão, Unicamp

Amarilio Ferreira Jr., UFSCar

Jaime Ginzburg, USP

Ianni Regia Scarcelli, USP

Marlise Matos, UFMG

Mauricio Santana Dias, USP

Adalberto Muller, UFF

Ivo da Silva Júnior, Unifesp

Cláudio Oliveira, UFF

Ana Paula Pacheco, USP

Sérgio Alcides, UFMG

Romualdo Pessoa Campos Filho, UFG

Bento Itamar Borges, UFU

Tânia Pellegrini, UFSCar

José Paulo Guedes Pinto, UFRRJ

Luiz Damon, UFPR

Emiliano José, UFBA

Eduardo Passos, UFF

Horácio Antunes, UFMA

Laurindo Dias Minhoto, USP

Paulo Henrique Martinez, Unesp

Igor Fuser, Faculdade Cásper Líbero

Herculano Campos, UFRN

Adriano de Freixo, UFF

Suzana Guerra Albornoz, UNISC/RS

Sonia Campaner, PUC-SP

Alexandre Fonseca, UFRJ

Raul Vinhas Ribeiro, Unicamp

Carmem Lúcia Negreiros de Figueiredo, Uerj

Carmen Gabriel, UFRJ

Ana Gonçalves Magalhães, USP

Regina Mennin, Unifesp

Regina Pedroza, UnB

Regina Vinhaes Gracindo, UnB

Elina Pessanha, UFRJ

Elisa Maria Vieira, UFMG

Reinaldo Martiniano, UFMG

Freda Indursky, UFRGS

Frederico Carvalho, UFRJ

Renata Paparelli, PUC-SP

Renato Lima Barbosa, UEL

Antonio Prado, Unicamp

Antonio Teixeira, UFMG

Aparecida Neri de Souza, Unicamp

Ricardo Barbosa de Lima, UFG

Ricardo Kosovski, UNIRIO

Ricardo Mayer, UFAL

Rita Diogo, UERJ

Adalberto Paranhos, UFU

Adalton Franciozo Diniz, PUC-SP

Alcides Fernando Gussi, UFC

Aldo Victorino, UERJ
José Guilherme Ramos,  Unincor

Alex Fabiano Jardim, Unimontes

Alexandra Epoglou, UFU

Alexandre Henz, Unifesp

Alfredo Cordiviola, UFPE

Alícia Gonçalves, UFPB

Alita Sá Rego, UERJ

Alvaro Luis Nogueira, CEFET/RJ

Amaury Júnior, UFRJ

Amilcar Pereira, UFRJ

Amon Pinho, UFU

Ana Maira Coutinho, PUC-Minas

Ana Maria Araújo Freire, PUC/SP

Ana Maria Chiarini, UFMG

Ana Maria Doimo, UFMG

Ana Maria Medeiros, UERJ

André Daibert, CEFET/RJ

André Figueiredo, UFRRJ

André Leclerc, UFC

André Martins, UFRJ

André Paulo Castanha, Unioeste

Andrea Franco, PUC-Rio

Andrea Macedo, UFMG

Andrea Silva Ponte, UFPB

Angela Prysthon, UFPE

Angelita Matos Souza, Facamp

Angelita Pereira de Lima, UFG

Aníbal Bragança, UFF

Anita Leandro, UFRJ

Anna Carolina Lo Bianco, UFRJ

Antonio Carlos Lima, UFRJ

Antônio Cristian Saraiva Paiva, UFC

Antonio Justino Ruas Madureira, UFU

Antonio Pinheiro de Queiroz, UnB

Armen Mamigonian, USP

Benito Bisso Schmidt, UFRGS

Benjamin Picado, UFF

Branca Jurema Ponce, PUC/SP

Brasilmar Nunes, UFF

Bruna Dantas, Univ. Cruzeiro do Sul

Bruno Guimarães, UFOP

Carla Dias, UFRJ

Carlos Bauer, Uninove

Carlos José Espíndola, UFSC

Carolina Martins Pulici, Centro Universitário Senac

Cauê Alves, PUC-SP

Celia Rocha Calvo, UFU

César Barreira, UFC

César Nigliorin, UFF

Clara Araujo, UERJ

Clarice Mota, UFAL

Claudinei Silva, Unioeste

Claudio Benedito Baptista Leite, Unifesp

Cláudio DeNipoti, UEPG

Cleber Santos Vieira, Unifesp

Custódia Selma Sena do Amaral, UFG

Daniela Frozi, UERJ

Daniela Weber, FURG

Daniele Nilym, UFC

Dau Bastos, UFRJ

Débora Barreto, UCM

Debora Breder, UCM

Débora Diniz, UnB

Denise Golcalves, UFRJ

Diva Maciel, UnB

Doris Accioly, USP

Doris Rinaldi, Uerj

Douglas Barros, PUC-Campinas

Edgar Gandra, UFPel

Edson Arantes Junior, UEG

Eduardo Sterzi, Faap

Elizabeth Maria Azevedo Bilange, UFMS

Emerson Giumbelli, UFRGS

Ercília Cazarin, Univ. Passo Fundo

Ernesto Perini, UFMG

Eugênio Rezende de Carvalho, UFG

Fabiana de Souza, UFG

Fabiele Stockmans, UFPE

Fábio Franzini, Unifesp

Fábio Franzini, Unifesp

Fernanda dos Santos Castelano Rodrigues, UFSCar

Fernando Fragozo, UFRJ

Fernando Freitas, UERJ

Fernando Resende, UFF

Fernando Salis, UFRJ

Filipe Ceppas, UFRJ

Flavio Fogliatto, UFRGS

Geísa Matos, UFC

George Lopes Paulino, UFC

Geovane Jacó, UECE

Geraldo Orthof ,UnB

Geraldo Pontes Jr., UERJ

Gesuína Leclerc, UFC

Gilberto Almeida, UFBA

Gilson Iannini, UFOP

Giselle Martins Venancio, UFF

Gizelia Maria da Silva Freitas, UFPA

Graciela Paveti, UFMG

Gustavo Coelho, UERJ

Gustavo Krause, UERJ

Hélio Carlos Miranda de Oliveira, UFU

Hélio Silva, UFSC

Henri Acselrad, UFRJ

Henrique Antoun, UFRJ

José Carlos Prioste, Uerj

José Carlos Rodrigues, PUC – Rio

José Claudinei Lombardi, Unicamp

Henrique Antoun, UFRJ

Henrique de Paiva, Uninove

Humberto Hermenegildo de Araújo, UFRN

Ianni Scarcelli, USP

Irlys Barreira, UFC

Isaurora Cláudia Martins, UVA

Ivan Rodrigues Martin, Unifesp

Izabela Tamaso, UFG

Jackson Aquino, UFC

Jacqueline Girão Lima, UFRJ

Jacqueline O.L. Zago, UFTM

Janete M. Lins de Azevedo, UFPE

Jania Perla Diógenes de Aquino, UFC

Joana Bahia, UERJ

Joelma Albuquerque, UFAL

John Comerford, UFRRJ

Jorge Valadares, Fund Oswaldo Cruz

José Artur Quilici Gonzalez, UFABC

José Lindomar Albuquerque, UNIFESP

José Luiz Ferreira, UFERSA

José Messias Bastos,UFSC

José Otávio Guimarães, UnB

José Ubiratan Delgado, IRD- CNEN

Joziane Ferraz de Assis, UFV

Kátia Paranhos, UFU

Kelen Christina Leite, UFSCar

Laura Feuerwerker, USP

Leandro Melo, Senac

Simone Wolff, UEL

Solange Ferraz de Lima, USP

Sônia Maria Rodrigues, UFG

Lena Lavinas, UFRJ

Leonardo Daniato, UniFor

Lia Tomas, Unesp

Liliam Faria Porto Borges, UNIOESTE

Lúcia Maria de Assis, UFG

Lucia Pulino, UnB

Luciana Hartmann, UnB

Luciano Mendes de Faria Filho, UFMG

Luciano Rezende, Instituto Federal de Alagoas

Luciano Simão, UFF

Luís Filipe Silvério Lima, Unifesp

Luis Mattei, UFF

Luiz Fábio Paiva, UFAM

Luiz Paulo Colatto, CEFET-RJ

Luiz Sérgio Duarte da Silva, UFG

Madalena Guasco Peixoto, PUC-SP

Marcelo Carcanholo, UFF

Marcelo de Sena, UFMG

Marcelo Martins de Sena, UFMG

Marcelo Paixão, UFRJ

Marcelo Pinheiro, UFU

Marcia Angela Aguiar, UFPE

Marcia Cristina Consolim, Unifesp

Márcia Maria Menendes Motta, UFF

Marcia Maria Motta, UFF

Marcia Paraquett, UFBA

Marcio Galdman, UFRJ

Marco André Feldman Schneider, UFF

Marcos Aurélio da Silva, UFSC

Marcos Barreto, UFRJ

Marcos Cordeiro Pires, Unesp

Marcos Santana de Souza, UFS

Marcus Wolff , UCM

Maria Amélia Dalvi, UFES

Maria Aparecida Leite Soares, Unifesp

Maria Augusta Fonseca, USP

Maria Cristina Batalha, UERJ

Maria Cristina Giorgi, CEFET- RJ

Maria Cristina Giorgi, CEFET/RJ

Maria Cristina Volpi, UFRJ

Mônica de Carvalho, PUC-SP

Natalia Reis, UFF

Neide T. Maia González, USP

Nelson Maravalhas, UnB

Nelson Tomazi, UEL

Maria de Fátima Gomes, UFRJ

Maria Fernanda Fernandes, Unifesp

Maria Jacqueline Lima, UFRJ

Maria José Aviz do Rosário, UFPA

Maria José Vale, Unicastelo

Maria Lúcia Homem, FAAP

Maria Lúcia Seidl, UERJ

Maria Luiza de Oliveira, Unifesp

Maria Luiza Heilborn, UERJ

Maria Neyara de Oliveira Araújo, UFC

Maria Rita Aprile, Uniban

María Zulma M. Kulikowski, USP

Mariana Cassab, UFRJ

Mariana Cavalcanti, FGV-RJ

Marisa Bittar, UFSCar

Markus Lasch, Unifesp

Marlon Salomon, UFG

Marly Vianna, UFSCar

Marly Vianna, UFSCar

Márnio Pinto, UFSC

Marta Peres, UFRJ

Marta Pinheiro, UFRJ

Mary Castro, UCSal

Miroslav Milovic, UnB
Edson Arantes Jr., UERJ

Moema Rebouças, UFES

Monica Alvim, UFRJ

Monica Bruckmann, UFRJ

Nereide Saviani, Unisantos

Neusa Maria Dal Ri, Unesp

Nina Leite, Unicamp

Nise Jinkings, UFSC

Nora Krawczyk, Unicamp

Olga Cabrera, UFG

Olgamir Amancia Ferreira de Paiva, UnB

Ovídio de Abreu, UFF

Patrícia Reinheimer, UFRRJ

Patrícia Sampaio, UFAM

Paulino José Orso, Unioeste

Paulo Bernardo Ferreira Vaz, UFMG

Paulo Machado, UFSC

Paulo Pinheiro Machado, UFSC

Paulo Roberto de Almeida, UFU

Rafael Haddock-Lobo, UFRJ

Ramón Fernandez, FGV-SP

Raul Pacheco Filho, PUC-SP

Rita Schmidt, UFRGS

Robespierre de Oliveira, UEM

Rodrigo Nobile, UERJ

Rogério Medeiros, UFRJ

Ronaldo Gaspar, Unicastelo

Rosana C. Zanelatto Santos, UFMS

Rosana Costa, UFRJ

Rosemary de Oliveira Almeida, UECE

Sabrina Moehlecke, UFRJ

Sara Rojo, UFMG

Sarita Albagli, UFRJ

Sidnei Casetto, Unifesp

Silviane Barbato, UnB

Silvio Costa, PUC/GO

Simone Michelin, UFRJ

Suzzana Alice Lima Almeida, UNEB

Sylvia Novaes, USP

Tadeu Alencar Arrais, UFG

Tadeu Capistrano, UFRJ

Tania Rivera, UnB

Tatiana Roque, UFRJ

Telma Maria Gonçalves Menicucci, UFMG

Tercio Redondo, USP

Théo Lobarinhas Piñeiro, UFF

Tomaz Aroldo Santos, UFMG

Valdemar Sguissardi, UFSCar

Vera Chuelli, UFPR

Vera Figueiredo, PUC-Rio

Victor Hugo Pereira, UERJ

Viviane Veras, Unicamp

Volnei Garrafa, UnB

Wagner da Silva Teixeira, UFTM

Waldir Beividas, USP

Wilson Correia, UFRB

Adriano de Freixo, Universidade Federal Fluminense

Andre Gunder Frank, UFF

Flávia Nascimento, UNESP

Graziela Serroni Perosa, EACH/USP

Gustavo Caponi, Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC

Helena Esser dos Reis, UFG

Jaime Rodrigues, Universidade Federal de São Paulo/Unifesp

Jaqueline Kalmus, UniFIEO

Joana Ziller – Universidade Federal de Ouro Preto/UFOP

Juliana Tavares, IFF

Luis Guilherme Galeão da Silva, USP

Luiz Mariano Carvalho, UERJ

Maria Margareth de Lima, UFPB

Maria Waldenez de Oliveira, UFSCAR

Nelson Schapochnik, USP

Paulo Rodrigues Belém, PUC/Rio de Janeiro

Raul Vinhas Ribeiro, UNICAMP

Rita Fagundes, UFS

Tercio Loureiro Redondo, USP

Valéria Vasconcelos, UNIUBE/MG

Ana Paula Cantelli Castro, Universidade Federal do Piauí/UFP

Hélio Lemos Sôlha – Professor, UNICAMP

Pedro C. Chadarevian, UFSCAR

Ivaldo Pontes Filho, UFPE

Ricardo Summa, UFRRJ

Ernesto Salles, UFF

Sidney Calheiros de Lima, USP

Claudia Moraes de Souza, Unesp/Marília

Estêvão Martins Palitot, Universidade Federal da Paraíba/UFB

Lilian Sagio Cezar, USP

Gislene Aparecida dos Santos, EACH – USP

Eliézer Cardoso de Oliveira, Universidade Estadual de Goiás

Luiz Menna-Barreto, EACH/USP

Raquel Alvarenga Sena Venera, UFSC

Aida Marques, Universidade Federal Fluminense

Cleria Botelho da Costa, UnB

Ernestina Gomes de Oliveira, Faculdade de Direito do Instituto Superior de Ciências Aplicadas de Limeira

Kátia Menezes de Sousa, Universidade Federal de Goiás

Aluizio Moreira, UFCG

Luiz Gonzaga Godoi Trigo, EACH/USP

Lucas Bleicher, UFMG

Luiz Carlos Seixas, FMU e UniFIEO

Giane da Silva Mariano Lessa, UFRRJ

George Gomes Coutinho, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro

Walter Andrade, Fundação Padre Albino

Antonio Torres Montenegro, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE

Regina Beatriz Guimarães Neto, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE

Enilce Albergaria Rocha, Universidade Federal de Juiz de Fora

Reinaldo Salvitti, USP

Vania Noeli Ferreira de Assunção, PUC/SP

José Arlindo dos Santos, Fundação Universidade do Tocantins/UNITINS

Jose Carlos Vaz, USP

Marisa Midori Deaecto, USP

Luiz Cruz Lima, Universidade Estadual do Ceará/UECE

Maria do Carmo Lessa Guimarães, Universidade Federal da Bahia/UFBA

Ebe Maria de Lima Siqueira, Universidade Estadual de Goiás/UnU

Alexei Alves de Queiroz, UnB

Francisco Mazzeu, Unesp

Cláudia Regina Vargas, UFSCAR

Fábio Ferreira de Almeida, Universidade Federal de Goiás

Celso Kraemer, Universidade Regional de Blumenau

Gladys Rocha, UFMG

Murilo César Ramos, UnB

Deolinda Freire, Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Corinta Maria Grisolia Geraldi, UNICAMP

João Wanderley Geraldi, UNICAMP

Durval Muniz de Albuquerque Junior, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Rafael Sanzio, UnB

Sônia Selene Baçal de Oliveira, Universidade Federal do Amazonas/UFAM

Arlindo da Silva Lourenço, Uniban

Izabel Cristina dos Santos Teixeira, UFT/Araguaína

Glaucíria Mota Brasil, Universiade Estadual do Ceará

Maria Neyara de Oliveira Araújo, Universidade Federal do Ceará

Alícia Ferreira Gonçalves, UFPB

Francisco Alves, UFSCar

Luiz Armando Bagolin, USP

Igor Fuser, Faculdade Cásper Líbero

Paula Glenadel, UFF

Lana Ferreira de Lima, Universidade Federal de Goiás/UFG

Karina Chianca Venâncio, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE

Surya Aaronovich Pombo de Barros, Universidade Federal da Paraíba/UFPB

Fausto Fuser, USP

Silvia Beatriz Adoue, UNESP/Araraquara

Sônia Campaner, PUC/SP

Paulo Henrique Martinez, Unesp

Iram Jácome Rodrigues, USP

Sílvio Camargo, Unicamp

Fernando Nogueira da Costa, Unicamp

Mariana Cassab, UFRJ

Suzana Guerra Albornoz, FURG/Rio Grande e UNISC/RS

Alexandre Abda, FAP/SP

José Edvar Costa de Araújo, Universidade Estadual Vale do Acaraú

Gabriel Almeida Antunes Rossini, PUC/SP

Cláudio Oliveira, Universidade Federal Fluminense/UFF

Aixa Teresinha Melo de Oliveira, CEFET/RJ – UnED/Petrópolis

Flávio Rocha de Oliveira, FESP/SP

Viviane Conceição Antunes Lima, UFRRJ

Rita Maskell Rapold, UNEB

Valter Duarte Ferreira Filho, UERJ e UFRJ

Romeu Adriano da Silva, Universidade Federal de Alfenas

Paulo Cesar Azevedo Ribeiro, Universidade Estácio de Sá

Andréa Lisly Gonçalves, Universidade Federal de Ouro Preto

Álvaro Luis Martins de Almeida Nogueira, Cefet

Welerson Fernandes Kneipp, Cefet

Jarlene Rodrigues Reis, Cefet

André Barcelos Damasceno Daibert, Cefet

Luiz Antonio Mousinho Magalhães, Universidade Federal da Paraíba/UFPB

Maria Cristina Cortez Wissenbach, USP

Denise Helena P.Laranjeira, Universidade Estadual de Feira de Santana

Magnus Roberto de Mello Pereira, Universidade Federal do Paraná/UFPR

Ricardo Cardoso Paschoal, CEFET/RJ

Luciano dos Santos Bersot, UFPR

Sérgio de  Paula Machado, Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ

Antônio Alberto Machado, Unesp/Franca-SP

Sérgio Ricardo de Souza, CEFET/MG

Angela Thalassa, Faculdade de Arujá / IESA

Débora C. Piotto, USP

Marcelo Parizzi Marques Fonseca, UFSJ



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99 comentários

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Edir

23 de outubro de 2010 às 00h43

Parabéns mestres e mestras do Brasil!!! Acredito na EDUCAÇÃO. Por isso, DILMA PRESIDENTA do Brasil – 2010 – para dar continuídade ao trabalho do Presidente LULA.

Responder

MARIANA MELONI

18 de outubro de 2010 às 16h04

MARIANA MELONI VIEIRA BOTTI – USCS

Responder

    Conceição Lemes

    18 de outubro de 2010 às 16h17

    Mariana, abra o link que está no alto da página. Lá tem o e-mail para enviar a assinatura. abs

Monica Lima

17 de outubro de 2010 às 23h34

Assino o manifesto, com toda a convicção.
Monica Lima – UFRJ

Responder

TULIO BANJA

17 de outubro de 2010 às 21h41

PSDB: o terror do funcionalismo público

Responder

Alcino Camara Neto

17 de outubro de 2010 às 20h40

Eu concordo integralmente com os termos do manifesto e solicitaria a inclusão de meu nome que acho que ja tinha feito, mas como não aparece, devo ter me enganado. Meu nome é Alcino Ferreira Camara Neto, sou professor titular da UFRJ de Estado, História e Crises e representante docente no Conselho Universitário da UFRJ

Responder

Felipe

17 de outubro de 2010 às 19h08

Azenha,

Eu sou totalmente contra o Serra, garanto a você que votei na Dilma no primeiro turno e voltarei a fazê-lo no segundo. Porém, esse texto mente deliberadamente quando diz que São Paulo foi o único Estado que não apresentou, desde 2007, crescimento no exame do Ideb. Acabo de acessar o site para conferir, e o fato é que as notas de SP subiram em todos os níveis educacionais. Está aqui: http://sistemasideb.inep.gov.br/resultado/

Peço que por favor entre em contato com quem quer que tenha entregado esse texto e peça para retirar essa desinformação ou que ao menos acrescente uma errata. Serra piorou os índices de violência em SP, desviou dinheiro do SUS para ajustes fiscais, vendeu o atendimento dos hospitais públicos… não precisamos de nada além da verdade para abrir os olhos das pessoas (e não fechá-los).

Não faz sentido quebrar a credibilidade de um texto assinado por tanta gente qualificada por mera politicagem. O PSDB faz isso, e é nojento. Não acho certo seguirmos esse caminho.

Responder

Urbano

17 de outubro de 2010 às 15h18

Conheço um professor de Universidade Federal, que além de gostar de lamber coturno de milico, tem a maior ojeriza ao Presidente Lula, ao PT e, por conseguinte, a Dilma Rousseff, claro.

Responder

Edilasir Afonseca

17 de outubro de 2010 às 13h43

Assinei o manifesto mas meu nome não aparece na listagem. Não sei se a atualização ainda não foi feita ou se cometí algum engano. De toda forma, apoio a inciativa. Minha instituição é a UFMG.

Responder

    Conceição Lemes

    17 de outubro de 2010 às 15h03

    Edilasir, vai sair na lista final. Esses nomes são os iniciais. abs

    Edilasir Afonseca

    17 de outubro de 2010 às 17h43

    Obrigada por sua atenção

Oliveira

17 de outubro de 2010 às 12h59

Vamos espalhar entre os amigos, colegas, parentes, conhecidos… http://porquezeserranao.blogspot.com Nossa luta não pode parar… SERRA NUNCA MAIS!

Responder

Junior

17 de outubro de 2010 às 10h55

Seacontecer de Serra levar, corre o risco de ter impedimento denovo no Brasil.

Responder

André B Siqueira

17 de outubro de 2010 às 10h18

também assino o manifesto

Responder

Rose Fraga

16 de outubro de 2010 às 21h10

EU ASSINO COM MUITO ORGULHO ESSE MANIFESTO!

Responder

Fernando

16 de outubro de 2010 às 20h22

Casa caindo geral pros bicudos:

Serra contratou filha de Paulo Preto

noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4738729-EI15315,00-Serra+contratou+filha+de+Paulo+Preto+diz+jornal.html

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Kleber Pinto

16 de outubro de 2010 às 20h03

Prezados!
Comparei com o ganho de julho de 1994. Para que o governo Lula fosse melhor do que o Governo Itamar para os professores federais, um docente mestre no início de carreira deveria começar ganhando R$5400,00 e não os R$4.400,00 que o Governo Lula oferece. FHC foi péssimo para nós, Lula foi ruim. Uma professora, que desde 1982 até 1998 foi do magistério no ensino médio e superior e de 1999 até hoje é professora universitária, ainda não consegue obter a sua aposentadoria. Lula não propôs quebrar as regras de FHC. Além disso, veja, Itamar e Simon, dois políticos respeitados do Sudeste e do Sul, não apoiaram Dilma no primeiro Turno. Mais! Se Dilma fosse tão boa assim, como dizem os lulistas, não precisaria do presidente impor o nome dela ao partido.
Mais! Lula conseguiu enfraquecer o nosso sindicado ANDES, construindo uma Associação Paralela, para a qual dá mais assentos nas reuniões presidenciais do que ao presidente do ANDES. Qual é essa democracia?
Kleber

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    odilon

    16 de outubro de 2010 às 21h07

    Simon respeitado no Sul somente pela corja coronelistqa do pmdb gaúcho, fazendeiros, empreiteiros, empresários etc. Os professores conscientes, que não vivem de barganha de cargos comissionados não querem vê-lo nem pintado de ouro. Hipócrita e safado. Internou sua ex e falecida esposa para se juntar a sua amante reporter da RBS. Professores tratados a xibatada com 96 dias de greve sem conseguir reajuste salarial. Acabou com o PCCS dos professores. Vá falar asneira prá lá!

francisco.latorre

16 de outubro de 2010 às 18h53

inteligência contra serra.

pelo brasil.

..

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Fabiano

16 de outubro de 2010 às 18h31

Sou professor universitário (UFMG) e vou assinar com orgulho o manifesto, pois conheço bem as diferenças entre o governo de Lula e FHC.

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Bonifa

16 de outubro de 2010 às 16h24

A propósito, Serra respondeu aos "esclarecimentos" que Dilma deu ontem sobre a educação paulista, em seu programa. Listou por "mentiras" que teria Dilma assacado contra ele. "Mentira" número um… "Mentira" número dois… Etc. Mas as respostas não citavam números nem fontes, era tudo a ser recebido por fé. E nem chegou a abranger todos os assuntos, ficando de fora, por exemplo, o assunto da comparação entre o ensino técnico nacional e o paulista.
Creio que, para xeque-mate nesse assunto de educação, falta pouco e não se deva deixar um trabalho assim pela metade. Basta apenas uma tréplica bem feita: e Babau Serra "educador". Outra coisa é que noto que figem do nome "paulista" como o diabo da cruz. Dão a entender que tudo o que Serra faz é assim numa terra ideal e sem nome, que se confundiria com o próprio Brasil. Apontá-lo como paulista,ex-governador de São Paulo, ajudaria.

Responder

    Fabiano

    16 de outubro de 2010 às 21h29

    É só a dilma dizer na campanha que o FHC fez uma lei que PROIBIA o governo federal de abrir novas escolas técnicas. Pois bem, o Lula teve que derruber a lei. E no brasil que havia 100 escolas técnicas, criadas em 100 anos, o Lula fez 214. Hoje temos 314.
    E como é que o Serra aparece como o candidato que vai fazer escolcas técnicas?? A camapanha de Dilma precisa deixar isso bem claro – os feitos de Lula são bem melhores do que a propaganda do Joao Santana. Acorda joão Santana!

    Vânia Müller

    18 de outubro de 2010 às 02h38

    Será que é uma questão de "acorda João Santana!"? Não é muito, mas muito estranho mesmo que o melhor do governo Lula não tenha visibilidade na propaganda eleitoral?? nestes tempos de baixos e sórdidos conluios da direita, tudo passa pela cabeça (já que é uma prática tão antiga quanto a humanidade, acompanhando o desejo de poder; e, vide as armadilhas de 1989). Mas, já são inúmeros os pedidos aqui, para que este manifesto componha a propaganda próDilma… e?? VAMBORA GENTE!! Vamos perder a hora?!! Seria extremamente favorável, a meu ver, a ampla visibilidade de nosso apoio ao projeto político iniciado por um "analfabeto", e não, ao dos "doutores" fhc/ serra.

WILSON GOMES

16 de outubro de 2010 às 16h02

Serra, o absolutista, estendeu o conceito de choque de gestão para TROPA DE CHOQUE DE GESTÃO.

E aplicou a TROPA DE CHOQUE várias vezes contra os professores. É fato documentado.

Professores de TODO O BRASIL, UNÍ-VOS contra José Serra.

Ele quer o choque a todo custo.

A internet ajuda os brasileiros a não esquecerem os absurdos cometidos por José Serra e FHC.

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ruypenalva

16 de outubro de 2010 às 14h31

Serra quer criar um comitê, tipo o Vaticano, para analisar cada artigo científico e ver qual tem heresias contra o creacionismo, Adão e Eva, Arca de Noé, A Trindade etc.

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André Carone

16 de outubro de 2010 às 14h25

Parabéns a todos que participaram da elaboração e da divulgação deste manifesto, o qual tive o orgulho de assinar.
Peço apenas ao "Viomundo" que faça uma pequena correção: sou professor da UFSCar, e não da Unifesp, instituição na qual jamais exerci qualquer espécie de atividade.
Atenciosamente,
André Carone

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    Conceição Lemes

    16 de outubro de 2010 às 14h51

    André, corrigiremos já. abs

    Uélintom

    16 de outubro de 2010 às 21h02

    Outra. Há um professor da UFRJ-Museu Nacional que se chama Marcio Goldman e não Galdman.

    Parabéns pela iniciativa de divulgar esse carta. Sabemos que este blog é bastante acessado, mas não alcança todos os lugares que gostaríamos. Assim, cabe agora aos militantes das causas democráticas e progressistas, os que se sentem indignados diante das injustiças de classe e das mazelas causadas pelas velhas estruturas, tomar este material e mãos, e fazê-lo seguir adiante.

    Fica ainda o alerta: não descansaremos mesmo após às eleições, pois os poderosos não descansarão também. Perdendo nas urnas, e não sendo possível o golpe, partirão para a cooptação. Não podemos abandonar aqueles que elegemos, para que continuem tendo força para as necessárias transformações que desejamos para o país.

    Um abraço a todos!

Lucila

16 de outubro de 2010 às 14h04

Azenha,
Desculpe estar postando aqui, mas não consegui no post que trata do aborto.
vi no PHA aquela história do aborto da mulher do Zé Puxadinho, fiquei preocudada, será que é mesmo uma armadilha?

Sugeri no PHA que não devemos esquecer do PAULINHO CARIDOSO, pois onde tem 300 mil …. 4 milhões deve ter mais!?
Então PAULINHO CARIDOSO na pauta, principalmente

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augustodafonseca13

16 de outubro de 2010 às 13h57

Governo Serra: o desastre da Educação em números (1)
http://migre.me/1AKIf

*

Governo Serra: o desastre da Educação em números (2)
http://migre.me/1AKLR

*

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Lucio

16 de outubro de 2010 às 13h55

SALVEM A NOVA CLASSE MÈDIA. hehehe

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Lucio

16 de outubro de 2010 às 13h54

“O grande símbolo dessa nova classe média é o emprego com Carteira de Trabalho que agora, em sete meses do ano, já bateu recorde. E a boa notícia é que tem sustentabilidade. Não é porque os brasileiros estão indo mais às lojas, ou porque tem programa social, ou porque tem crédito. Isso é parte da história. A parte principal é que o brasileiro fez o dever de casa, gerou renda e está trazendo renda para casa porque trabalha e estuda. Ele é o grande personagem dessa emergência da classe média, ele que fez esse processo”, disse Néri.

Ou seja : Antes de tudo são trabalhadores.

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Lucio

16 de outubro de 2010 às 13h52

Classe média cresce com emprego formal e educação, diz relatório da FGV
16 setembro 2010
tags: FGV, Pesquisa
por Leo Salazar

Rio de Janeiro – Desde o ano passado a chamada nova classe média representa mais da metade da população brasileira, enquanto o número de pessoas nas classes de mais baixa renda vem caindo. De acordo com o relatório A Nova Classe Média: O Lado Brilhante dos Pobres, divulgado hoje pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o processo de emergência da classe média no Brasil foi motivado pela redução da desigualdade, mesmo durante a crise financeira mundial.

Segundo Marcelo Néri, coordenador da pesquisa, a classe C se “defendeu melhor” durante a crise. De acordo com o levantamento, quase 30 milhões de brasileiros passaram a ingressar a classe C (definida como nova classe média pela FGV) em 2009. A pesquisa mostra que esta parcela da população foi a que mais cresceu entre 2003 e 2009, chegando a abranger 94,9 milhões de pessoas (50,5% do total da população). No mesmo período, mais de 20 milhões de brasileiros subiram para as classes A e B, de renda maior. Os brasileiros que se enquadravam nas classes D e E passaram de pouco mais de 96 milhões para 73 milhões de pessoas.

“Como a desigualdade caiu e a economia está crescendo, as pessoas são empurradas de baixo para cima e é isso que aconteceu no Brasil no período de 2003 a 2009 e é isso que está acontecendo agora”, explicou Néri. O deslocamento dos brasileiros para classes de renda mais altas revela, segundo ele, o investimento da população em educação e o aumento da oferta de empregos formais, com número crescente de carteiras assinadas no país. Segundo ele, um processo sustentável. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho mostram que, nos sete primeiros meses deste ano, foram gerados 1,7 milhão de postos de trabalho formais.

“O grande símbolo dessa nova classe média é o emprego com Carteira de Trabalho que agora, em sete meses do ano, já bateu recorde. E a boa notícia é que tem sustentabilidade. Não é porque os brasileiros estão indo mais às lojas, ou porque tem programa social, ou porque tem crédito. Isso é parte da história. A parte principal é que o brasileiro fez o dever de casa, gerou renda e está trazendo renda para casa porque trabalha e estuda. Ele é o grande personagem dessa emergência da classe média, ele que fez esse processo”, disse Néri.

O levantamento aponta ainda que o Brasil saiu da crise “não em fevereiro de 2010, mas em fevereiro de 2009”. Segundo Néri, o cenário coloca o Brasil em situação “bem diferente de países como Índia e China, onde a economia está crescendo com aumento de desigualdade. No Brasil a economia não cresce tanto quanto nos outros Brics [acrônimo que representa os emergentes Brasil, Rússia, Índia e China], mas cresce com a redução da desigualdade, que era a nossa principal chaga”. Marcelo Néri afirmou ainda que o Brasil está cumprindo a Meta do Milênio na metade do tempo previsto. “A pobreza tinha que cair 2,7% ao ano e está caindo 4,32%, taxa que foi registrada no ano de crise”.

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Lucio

16 de outubro de 2010 às 13h15

Ando lendo por aí certos blogs de direita reclamando de "baixaria" , de "sujeiras"… VTNC… FDP… Como se não fossem eles que tivesem começado isso. Jogando sujo como nunca se viu . Eu ao menos nunca trinha visto. Até igreja (com todos os seu podres) se sentiu à vontade para entrar na "brincadeira." Que safados.

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Samuel Velasco

16 de outubro de 2010 às 13h05

Me surpreende que o Sebastião Velasco e o Armando Boito Junior tenham assinado este "manifesto"… Vou explicar.
Conheço ambos, o Sebastião Velasco é reconhecido pelos estudantes por suas teses neoliberais e o Armando Boito por ser afoito fura-greve. Pergunte a qualquer estudante do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.
Na condição de estudante e servidor público da Unicamp, posso garantir que não é possível contar com os professores numa greve (salvo raras exceções). Eles se calaram perante a quebra da isonomia salarial arquitetada pelo reitor tucano e seu assecla, respectivamente, Fernando Costa e Edgar De Decca. Como disse o Fernando Costa "A isonomia não é bem assim". E garantiu aos professores 13% de aumento, e pros funcionários, 6.5% de aumento! Exatamente a metade!!!! Os funcionários de alguns institutos paralisaram, IEL, IA, IFCH, FE e outros… E os professores? Nenhum paralisou! Nenhum se mobilizou para defender os funcionários, que sempre militaram ombro a ombro com eles… O salário inicial de um professor na Unicamp é de R$ 7.100,00 e eles têm uma gratificação por desempenho, que cai no último dia útil do mês, que beira a casa dos 3 mil reais!!! A gratificação por desempenho dos funcionários é de 9 reais! Tirando o INSS, sobra 7,82 reais! Não dá pra pagar uma lata de Leite Ninho. Os professores instrumentalizavam estudantes e funcionários a favor de seus interesses, seus salários galgam, os acúmulos de cargo são irregulares. Não é raro encontrar professor/diretor/coordenador com holerith de 16 mil reais.
Não encontro mais funcionários dispostos a militar com professores, a indignação não é só minha! Os tucanos dividiram a categoria e eles se calaram, agora não vão mais contar conosco! Os professores já têm seu próprio """sindicato""" mascarado de "associação", muito mais bonito, decorado e com restaurante dentro, a ADUNICAMP. O movimento ganhará mais identidade de classe sem esses pequeno-burgueses enfastiados por restaurantes caros e teses pomposas…

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Lucio

16 de outubro de 2010 às 13h01

Hoje fiz uma experiência que acredito ter dado certo. Inspirado pelas imagens do programa de Dilma de ontem à noite que mostrava a polícia paulista em confronto com trabalhadores eu coloquei o assunto em pauta.
É preciso mostrar as contradições do SERRA e do PSDB. Que tal focar o TRABALHADOR? Mostrar votações passadas , tentativas de tirar ou restringir direitos dos trabalhadores. Minha experiência – não sei se deu resultado – mas o silêncio foi até constrangedor. TRABALHADOR!!! DIREITOS DO TRABALHADOR!!! Esse não é um país de PATRÕES. DILMA , TORNE-SE A DEFENSORA DOS TRABALHODORES. Enfatizem isso!!! Não é PT o PARTIDO DOS TRABALHADORES? VAMOS LÀ…Mostrar a polícia batendo em trabalhador no programa de ontem foi uma inspiração pra mim. E minha experiência deu certo. Do que eu havia tentado até agora foi o que mais me pareceu dar resultado.Foi como se eu tivesse feito algo despertar nos seus cerebrozinhos classe média.Me animei. rsrss

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monge scéptico

16 de outubro de 2010 às 12h44

PRECISA COMENTAR O ATO FALHO QUE REPRESENTA AS MATRIOSHKAS?
Bonapartismo em fase final , quando o mesmo, vendo a iha de santa helena, murmurava
desconexos.PAVLOV NELE OU ELE MORDERÁ!!

Minhas saudações aos professores, base da sociedade, sem os quais não iriamos longe.
Mas vamos trabalhar!!

Responder

marco

16 de outubro de 2010 às 12h23

Esse manifesto não passou por mim nem por muitos colegas da UNICAMP. Eu o teria assinado.

Responder

    Conceição Lemes

    16 de outubro de 2010 às 14h51

    Marco, abra o link que está parte superior do texto. Envie o seu nome e instituição para o e-mail que está lá.abs

Antonio Fernando

16 de outubro de 2010 às 11h58

Tudo muito esclarecedor… Contudo, a Dilma representa o atual governo. Estamos satisfeitos com a sua politica para a Educacao?

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Glecio_Tavares

16 de outubro de 2010 às 11h48

Azenha, ontem no Jornal da Globo deram destaque a um manifesto feito por reitores e professores de universidades publicas, mas para a campanha do atraso. A porcaria da rede globo continua, essa semana por exemplo falaram de agressões que ocorreram em Osasco contra agentes da CET de lá, pois durante uma festa do deputado Celso Giglio comemorando sua eleição, os carros estavam estacionados em locais proibidos e os agentes foram lá para pedir o manejamento dos carros sem multa-los e inclusive um deles teve o nariz quebrado pelos correligionários. Se o cara fosse do PT com certeza teriam dito o partido, como não disseram, não tive duvida, mas para ter total certeza coloquei no google e adivinhem que partido surgiu? Mais um caso de neo-liberalismo comercial.

Responder

Silvio

16 de outubro de 2010 às 11h09

Estamos tentando fazer algo dentro da UFPB:

———————–

Caro Colega

Se você é eleitor convicto do Serra, queira, por favor, desconsiderar
essa mensagem e desculpe o incômodo.

Essa mensagem busca chegar aos eleitores de Dilma dentro da UFPB.

Para evitar que o seu endereço e-mail seja usado em spams, foi criado
um grupo dentro do Yahoo com o nome “UFPB com Dilma”.

Este grupo tem a finalidade de debater a participação de professores,
alunos e funcionários da UFPB na campanha de Dilma no segundo turno
das eleições presidenciais de 2010.

Caso você queira participar, envie uma mensagem em branco para o endereço:
[email protected]

No grupo nós poderemos discutir a melhor forma de participar da campanha.

Nós estamos a 15 dias do segundo turno e talvez seja hora de começar a
botar o bloco na rua.

Espero vocês no http://br.groups.yahoo.com/group/UFPBcomDilma

Um abraço

Prof. Silvio de Barros
E-mail do grupo: [email protected]
——————————

Responder

Rodrigo Caldas

16 de outubro de 2010 às 10h43

E ainda tenho de ouvir de neonazista que sou burro!!!

Responder

Penha Rocha

16 de outubro de 2010 às 10h33

Esse manifesto é de fundamental importância para a educação pública brasileira implantada pelo |presidente |Lula. Somente nos últimos anos a população pobre e miserável teve acesso a Universidade Pública no interior desse país, principalmente no Nordeste,região sempre abandonada pela elite econômica e branca que representa o PSDB. Afinal, sabemos quem é o economista e tecnicista José Serra.Agora ele diz que é de familia pobre.E o tempo que ele morou em |Paris, quem pagou! Os nossos filhos não merecem ter como Presidente da República um homem que não investe em educação e pesquisa. Aliás, ele detesta quem pensa e é crítico. Manda a policia espancar.Deus nos livre dessa criatura!

Responder

kimparanoid

16 de outubro de 2010 às 10h23

É bom ver que vários segmentos da sociedade não estão aceitando calados a ameaça de retrocesso que representa um eventual retorno do tucanato ao poder. E melhor ainda que hoje podem se fazer ouvir, principalmente graças à blogosfera.

P.S.: minha "homenagem" ao Serra: http://wp.me/pKZ4D-6o

Responder

Paralelo XIV

16 de outubro de 2010 às 10h12

Espalhei pra geral!! a gente tem que disseminar isso por e-mail, gente.
Abraços

Responder

Marcia

16 de outubro de 2010 às 09h53

Estou orgulhosa de estar em sintonia com todos esses pensadores e cientistas do Brasil. Lendo isso, lavo minha alma e me emociono. Sou professora do ensino médio da rede pública do estado do Rio de janeiro. Filha de pais comunistas, recebi portanto uma boa formação política no cotidiano da minha casa. Tenho um irmão que foi torturado pela ditadura, sem nunca ter participado da luta armada, o exército invadia a nossa casa na Baixada Fluminense e exigia que minha mãe mostrasse as certidões de nascimento, pois diziam que minha mãe tinha nos registrado em Cuba e na URSS. Prenderam várias vezes meu pai e por ai vai. Não precisei da escola para dar formação política aos meus filhos, hoje com 33, 31 e 28 anos. Nunca quiz que meus filhos fossem analfabetos políticos. Hoje, todos funcionários públicos. Dois passaram em concursos públicos realizados pelo governo Lula. Um é jornalista do Ministério de Desenvolvimento Agrário, este, teve sempre horror a grande mídia, a outra é anrtopóloga da FUNAI e a caçulinha é defensora pública do estado do RJ.

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augustodafonseca13

16 de outubro de 2010 às 09h52

Programa de Serra (PEP) prevê mudança na grade do ensino médio, para piorar a educação em SP

Esse é um dos importantes programas do Serra, na Prefeitura e no Governo Estadual: o PEP – “Programa Emburrece Paulista”

Uma das ações já conhecidas deste programa é a aprovação automática. A outra é colocar estagiária dando aula ou atrapalhando a professora regular.

Na foto, o tipo de aluno que o Programa Emburrece Paulista quer formar.

Segue em: http://festivaldebesteirasnaimprensa.wordpress.co

***

Responder

clessio

16 de outubro de 2010 às 09h29

Azenha, acompanho seu trabalho a um longo tempo. Aos meus amigos, divulgo o seu site. Abaixo apenas algumas contribuições com o objetivo de contribuir com o cenário atual sobre educação.

Nos anos FHC, era aluno de graduação em Física da UFPE. Fui testemunha da escassez de bolsas de Iniciação Científica (IC), mestrado e doutorado, do baixo valor das mesmas, do corte das assinaturas de periódicos científicos (na época apenas tinhamos acesso deles impresso), da contratação de apenas professores substitutos, do incentivo a aposentadoria do servidor público, do fantasma da privatização das universidades, da penúria das verbas para pesquisa, da falta de perspectiva por parte de alunos e professores, etc. Para a minha "sorte" quando terminei meu mestrado em 2002, começou o governo Lula dando uma verdadeira guinada no incentivo as universidades públicas. Como todos sabem, cresceu o incentivo a todas as instituições e, principalmente, aumentou-se o número de professores Adjuntos e seus salários. Atualmente sou professor da UFPE em um Campus Avançado no interior do estado, onde não havia esperança alguma de existência de curso superior público de qualidade. A grande maioria dos meus companheiros de sala, ao longo da graduação, mestrado ou doutorado, estão empregados e realizando o que mais gosta: ensinando, pesquisando e ajudando a construir ciência e, principalmente, consciência.

Grande abraço,

Cléssio Lima
UFPE-Campus Agreste

P.S. Na própria Folha Online é possível encontrar alguns indícios da situação em que as universidades se encontravam após domínio tucano, como aponta os links abaixo:

04/09/2001 – 15h47
Associação de professores universitários ataca governo federal
da Folha Online
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult30

30/01/2001 – 22h02
UFPE reclama de veto à contratação de professores efetivos
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult30

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Neusa Medrado

16 de outubro de 2010 às 08h55

Será que algum dos nomes que assinaram este documento fará, ou continuará fazendo, parte do grupo de "especialistas" / "estudiosos" / "pesquisadores" que os William Waack's e as Mônica Waldvogel"s da vida costumam apresentar nos seus "imparciais" programas globais? Estou falando daqueles programas da imprensa livre e democrática de que tanto falam estes senhores.

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simonebh

16 de outubro de 2010 às 08h42

Finalmente vejo a participação de professores que sempre admirei em defesa do nosso futuro e do futuro dos nossos netos! Parabéns a todos. Agora é Dilma!

Responder

Leandro

16 de outubro de 2010 às 07h37

"Os salarios dos professores estao sendo achatados" já é corporativismo e apelação. Isso é simplesmente mentira. E a porcentagem do ICMS que financia as universidades nao mudou, e as universidades sao autonomas pra decidir seus salarios. Felizmente os reitores nao tiveram a temeridade de gastar tudo tem salarios, que já são muito bons, obrigado (sou professor da USP).

Responder

    LAGUERRE

    16 de outubro de 2010 às 13h39

    Tente assinar um manisfesto pró-serra.

Jairo_Beraldo

16 de outubro de 2010 às 06h23

Um manifesto que tem como primeira assinatura Prof. Fábio Comparato, é sinal de credibilidade a toda prova. Nem o PIG derruba.

E foi um prazer ver o nome do ex-colega de juventude no Colegio Objetivo de Goiania, Eugenio Rezende de Carvalho-UFG na lista.

Responder

JOACIL CAMBUIM

16 de outubro de 2010 às 06h01

Depois do manifesto dos professores universitários, será que alguém ainda acredita na 'grande mídia', que difunde a ideia de que os mais "instruídos" votam em Serra (DEM-TUCANO), enquanto os "incultos votam em Dilma (PT)?

Responder

    LAGUERRE

    16 de outubro de 2010 às 13h40

    Instruidos é?? Instruidos por quem?? Pela veja, fsp, estadinho. Acho que foram instruidos direitinho.

    Vânia Müller

    23 de outubro de 2010 às 13h40

    É bem por isso que nosso manifesto deveria ter muito, muito ampla divulgação! Não tenho dúvidas que traria para Dilma, inúmeros votos de indecisas/os e, também, de quem votou em Marina no 1o. turno.
    Azenha, qual a visibilidade do Manifesto? Onde estamos? Aliás, que lástima se não há pessoas suficientes para ajudar a inserir adesões e driblar as más intenções de assinaturas falsas, como foi comentado aqui… Meu nome, por ex, há mais de uma semana está inscrito e não consta na lista (como muitos outros, imagino). EU POSSO COLABORAR; é só entrar em contato.
    Vânia Müller
    UDESC/floripa

kleber

16 de outubro de 2010 às 05h29

Kleber Jean Matos Lopes. Universidade Federal de Sergipe. Assinando aqui a lista.

Responder

    Conceição Lemes

    16 de outubro de 2010 às 12h49

    Kleber, tem de assinar lá. Abra o link e mande o e-mail. abs

Alexandre Tambelli

16 de outubro de 2010 às 04h26

Azenha e Pessoal!

Será que este Manifesto não podia ser ao contrário? Ao invés de sair atacando tudo o que os Governos Neoliberais realizam na Educação, na Política, o que fazem para chegar ao poder, dizer o que os Governos à esquerda fazem nos seus Governos e mostrar as realizações na Educação no mandato de LULA?

Você manda um texto desses e parecemos um pitbull raivoso. Outro Manifesto, o dos Católicos e Evangélicos é muito mais sábio nas suas considerações faz uma distinção clara dos propósitos da Esquerda e Direita, mostra o porque é correto seguir mudando e não utiliza de nenhuma desqualificação do adversário. Aqui parece choro de perdedor, partindo para a porrada.

O que o povo entende de bonapartismo? Da extrema-direita americana? Do engavetador geral da República? Qual o didatismo do Manifesto? Em que momento se diz dos avanços na Educação no atual Governo? Da política de expansão do ensino superior e das escolas técnicas? Mostrando a importância da ciência e tecnologia para o Brasil seguir mudando? A importante valorização da ciência e tecnologia nacional como fomento de nosso desenvolvimento rumo ao 1 mundo. A quantidade de vagas criadas, de extensões universitárias, de novas universidades públicas e o que estas ações propositivas trazem de benefícios para a juventude brasileira, para os jovens de regiões menos desenvolvidas do país e até das periferias dos grandes centros urbanos. Por isto que perdemos votos. Uma lista com conceituados intelectuais brasileiros e nada de defesa do voto, apenas de dizer: votar no SERRA é bonapartismo.

Triste ver que tanta gente de qualidade sem pensar, podem não ajudar, somente atrapalhar… (desculpa que até rimou)!

Precisamos de Manifestos para mandar para o eleitor comum. Os intelectualizados já sabem em quem votar. Eu vou mandar para quem um texto assim? Faça-se as críticas, sim! Com o contraponto. Ex. Nossa visão de Educação é tal… Votar no SERRA é ir por outro caminho… Nós defendemos… Ele defende… (e trazendo o leitor do Manifesto para a reflexão, mudando, talvez, ele para o nosso lado). E nesta comparação incorpora-se o discurso político, mostra-se os modelos de sociedade distintos em jogo quando se vota em DILMA e em SERRA e sem precisar levantar a voz.

O brasileiro precisa de informação, acima de tudo!

Responder

Lucas

16 de outubro de 2010 às 03h56

São 603 professores.

Responder

Silvinha

16 de outubro de 2010 às 02h46

Pelo que entendi podem assinar todos, tem a listagem dos professores universitários pública e privada. Segunda listagem é das pessoas em geral. Lendo no site seria apenas para os professores. Se eu tiver correta tudo bem, caso contrárioa se for apenas para professores deveria abrir para o público em geral.
Temos que divulgar para o maior número de pessoas e se for aberto temos que chegar na casa dos MILHÕES….
ABS

Responder

GustavoEgito

16 de outubro de 2010 às 01h43

MARAVILHA!

Lembrando que os Professores do Brasil não estão recebendo o Piso Profissional Salarial Nacional (PSPN), o famoso Piso Salarial dos Professores, pois o Serra incentivou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) no Supremo Tribunal Federal para não pagar o Piso!

Ele disse que não teria dinheiro para pagar o Piso. E olha que o Governo Federal se comprometeu a dar uma verba extra ao Estado ou Prefeitura que provasse que não tinha condições de pagar.

O Serra apoiou a ADIn para não pagar o Piso e o resultado: O BRASIL INTEIRO NAÕ PAGA O PISO POR CAUSA DO SERRA.

Sou Professor, com muito orgulho, mas se o Serra for eleito eu vou mudar de profissão, poi snão quero ser escravo!

Responder

O_Brasileiro

16 de outubro de 2010 às 01h05

Forte!
É quando a ficção do marketing esbarra na realidade!

Responder

Ananda

16 de outubro de 2010 às 00h49

Acho que todos esses manifestos e atos de apoio pró-Dilma que juristas, intelectuais, artistas, professores, reitores, filósofos, alguns jornalistas, etc fizeram, deveria ir para o horário eleitoral. Se possível, poderiam mostrar uma fala rápida de um representante de cada um desses grupos. Seria um diferencial e tanto.

Responder

carlos souza

16 de outubro de 2010 às 00h34

o pt tá esperando o que para mostrar no horario gratuito, e nos debates, vamos desmascarar o zé pedagio

Responder

Gladys S Ribeiro

16 de outubro de 2010 às 00h20

Sou professora da UFF, do departamento de História, e concordo integralmente com o texto acima. Gladys S Ribeiro

Responder

    Conceição Lemes

    16 de outubro de 2010 às 12h43

    Assina então, Gladys. Tem o link. beijo

    Tânia

    16 de outubro de 2010 às 12h52

    Também concordo. Estou indo pro link.

    Essa união toda não tem sido divulgada pelo PIG. Que desgosto!!! Abç

Fabíola

15 de outubro de 2010 às 23h21

Parabéns!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Muitos foram meus professores na USP. Agradeço imensamente a atitude. Fui professora de rede pública do estado de São Paulo de faço parte dos professores qualificados que exoneraram do cargo devido ao baixíssimo salário e às péssimas condições de trabalho.

Responder

MirabeauBLeal

15 de outubro de 2010 às 23h20

.
.
EDUCADORES

QUE NESTE DIA VOCÊS POSSAM SONHAR

COM DIGNIDADE NO TRABALHO,

REMUNERAÇÃO JUSTA

E APOSENTADORIA COMPENSATÓRIA

POR DEDICAREM INTEGRALMENTE

SUAS PRÓPRIAS VIDAS

A TODAS AS VIDAS.
.
.
"Assim como não morrerá

Quem planta uma Árvore

Ou quem escreve um Livro,

Não morrerá o Educador

Que planta na Alma

E escreve no Espírito"

(Bertolt Brecht)
.
.
FELIZ DIA DO PROFESSOR !
.
.
POR UM BRASIL QUE PENSE !

DILMA ROUSSEFF (13)

EM TODOS OS TURNOS !!!
.
.
UM ABRAÇO CAMARADA E LIBERTÁRIO A TODOS !
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Responder

cesanildo

15 de outubro de 2010 às 23h16

Por favor, divulguem isso no programa da Dilma.

Responder

NELSON NISENBAUM

15 de outubro de 2010 às 22h59

Parece-me que o grupo de signatários entende "algo" de educação… e de SERRA! É um manifesto respeitabilíssimo e deve ser levado em conta por qualquer cidadão minimamente honesto deste país. Vá para casa, Serra, por favor. De preferência, não volte.

Responder

Marilda Oliveira

15 de outubro de 2010 às 22h51

Com DILMA pela Inclusão Social:
Como programado pelas Inteligências disciplinadoras da vida no orbe o Brasil caminha, apesar de tantas "injustiças", para tornar-se o berço da síntese política buscada ao longo dos séculos por tantas pátrias…

A actual situação de calamidades imposta à grande parte da sociedade brasileira é sinal de breve mudança nos quadros políticos so nosso país. Com DILMA LÁ.

Responder

Dennys

15 de outubro de 2010 às 22h48

Ainda espero pra ver um grupo de apoio a Serra… Ah não, achei… Grupo Abril, Organizações Globo etc. No Datafolha de hoje não deu mudança, o que é bom. Mas é necessária uma campanha mais forte, inclusive mostrando esses apoios na TV.

Responder

Orley Galindo

15 de outubro de 2010 às 22h38

Pergunta que não quer calar. Zé Pedágio é ou não, portador de diploma universitário, na área de Economia, em alguma Universalidade Brasileira. Por favor, eu imploro, me respondam.

Responder

Orley Galindo

15 de outubro de 2010 às 22h35

O Zé Pedágios engana o povo dizendo que é economista, nem sequer diploma falsificado apresenta, diz que criou os Genéricos, o auxilio desemprego, o FAT, o Bolsa Família. O homem é um gênio, inventou até a roda, e ainda, sem um mínimo de escrúpulos pendura no pescoço de Dilma a pexa de mentirosa, me poupe Zé Alagão. Onde estão os coordenadores da Campanha de Dilma, que não acordam, vamos desmascarar esse estuprador das idéias alheias.

Responder

EDUARDO SOUTO JORGE

15 de outubro de 2010 às 22h28

AMIGOS, TIRARAM DO"AR" AS DECLARACOES DO GUERRA EM RELACAO AO PROCESSO DE TRANSICAO DO GOVERNO LULA PARA O SERRA. EU QUERIA ENTRAR NOS COMENTARIOS, MAS DESAPARECEU.REALMENTE ESSE PIG E SINISTRO.

Responder

José Manoel

15 de outubro de 2010 às 22h26

Azenha: isso tem que estar no programa eleitoral da Dilma !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

ruypenalva

15 de outubro de 2010 às 22h08

Na reta final da eleição, avaliação de Lula volta a subir e bate recorde, diz Datafolha

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DE SÃO PAULO

A aprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a subir na reta final da eleição, após meses de estabilidade, e atingiu na segunda semana de outubro seu maior índice desde que o petista foi eleito, mostra pesquisa Datafolha realizada nos dias 14 e 15 de outubro com 3.281 eleitores de 2020 municípios.

Pela primeira vez, a aprovação do presidente chega a 81% de ótimo/bom, recorde na série histórica do Datafolha.

Em cenário estável, Dilma mantém vantagem de oito pontos sobre Serra, diz Datafolha
Vantagem de Agnelo Queiroz sobe para 18 pontos no DF, aponta Datafolha
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No levantamento realizado na semana passada, 78% dos eleitores brasileiros consideravam a administração de Lula ótima ou boa. Antes, a melhor avaliação havia sido atingida em 24 de agosto (79%).

O pior momento do petista na Presidência foi entre outubro e dezembro de 2005, quando 28% avaliavam-na como ótima ou boa. Nessa época, Lula enfrentava as denúncias relacionadas ao mensalão.

No levantamento atual, 15% consideram o atual governo regular, enquanto 4% avaliam que ele é ruim ou péssimo.

A nota atribuída ao governo Lula no levantamento atual é de 8,1, ante 8 na semana passada.

Responder

ruypenalva

15 de outubro de 2010 às 22h03

Serra tratou professores à bala e cassetetes. Quer dizer, ele colocou dois cassetetes na sala, um para bater no aluno, outro para bater no professor.

Responder

LuisCPPrudente

15 de outubro de 2010 às 21h58

Serra é o demônio! Por isto o nome desse sujeito vil e abjeto ser Nosferatu.

Esse sujeito é mentiroso, muito mentiroso.

Responder

Geraldo Santana

15 de outubro de 2010 às 21h57

VIVA! Vamos reagir!
A luta não é pelo poder, mas contra a miséria, a concentração de renda e sujeição ao hiper-neo-liberalismo!

Responder

Johnny

15 de outubro de 2010 às 21h45

Faltou um trem Azenha.

Na eleição para Reitor da USP, serra escolheu o Rodas, que havia ficado em segundo lugar, pq Rodas é alinhado ao tucanato. O primeiro, que ganhou democraticamente, ele defenestrou. serra não gosta muito da democracia.
E aqui em minas o aécio inventou a história da escola integral. Nunca algo que não teve resultado algum foi tão divulgado.
Abraço

Responder

ruypenalva

15 de outubro de 2010 às 22h45

Só falta o eleitor se manifestar.

Responder

Allan

15 de outubro de 2010 às 21h33

Manifesto dos reitores
Manifesto dos professores universitários
Manifesto dos artistas e intelectuais
Manifesto dos professores de filosofia

ISSO TEM QUE ESTAR NO PROGRAMA DA DILMA!!!!!

Responder

    oswaldo j. baldo

    15 de outubro de 2010 às 22h03

    Com toda certeza

    Ubiratan Rosa Pasos

    15 de outubro de 2010 às 22h15

    Também acho. Acho, não, tenho a certeza!

    edu marcondes

    16 de outubro de 2010 às 11h17

    Sem falar no Manifestos de Católicos e Evangélicos, Manifesto da Comissão de Justiça e Paz etc

    priscila presotto

    16 de outubro de 2010 às 11h56

    Allan ,só gente legal.

Domngos

15 de outubro de 2010 às 21h33

É isso mesmo, tem que partir para a práxis.

Responder

antonio c a santos

15 de outubro de 2010 às 21h31

O manifesto é interessante, exceto pela seguinte passagem: "dissemina dogmas religiosos". É um comentário desnecessário que insinua preconceito anti-religião. Alias é exatamente este tipo de texto que prejudica a campanha da Dilma. Ate parece que querem jogar os poucos intelectuais católicos no colo do Serra.

Responder

urarianomota

15 de outubro de 2010 às 21h21

Para mim, é uma grata surpresa ver o nome de Carlos Nelson Coutinho entre os que apoiam Dilma.
Ele passou um tempo misturado ao grupo de Roberto Freire.
Salve.

Responder

    Josnei Di Carlo

    15 de outubro de 2010 às 21h47

    Não sabia que Carlos Nelson Coutinho andava com má companhia.

Luiz

15 de outubro de 2010 às 21h20

Manifestos deste tipo a Dilma deve mostrar no seu Program de TV.

Responder

Maria S. Magnoni

15 de outubro de 2010 às 21h18

Pessoal,

Esse manifesto é destinado somente aos professores universitários, sejam eles de universidades públicas ou privadas, quem quiser assinar pode fazê-lo acessando o blog:

http://emdefesadaeducacao.wordpress.com/

Abraços e obrigada.

Responder

    André LB

    16 de outubro de 2010 às 11h03

    A lista é mais do que impressionante. Lembrei de três nomes que gostaria de ver aí e não achei: Antonio Candido, Aziz Ab'Saber (esses assinam com certeza) e Nicolau Sevcenko, cuja posição política eu não conheço, mas não me parece que seja um fã do Serra.

    Alexandre

    17 de outubro de 2010 às 19h19

    Parabéns PROFESSORES desse Brasil. Somente pela educação não iremos permitir que políticos como o Serra tentem comprar nossos votos com mentiras deslavadas:
    – o melhor deputado constituinte???? nota 3,75 (0 a 10);
    – salário de U$ 100 (imagine se tivéssemos um salário de U$ 100 = +ou- R$ 170,00)
    – 10% de reajuste para os "vagabundos aposentados" (FHC);
    – FAT, Seguro Desemprego, melhor ministro da saúde….


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