VIOMUNDO

Diário da Resistência


Paulo Moreira Leite: A outra história do mensalão
Política

Paulo Moreira Leite: A outra história do mensalão


05/02/2013 - 21h22

Uma verdade incômoda

por Willian Novaes, da Geração Editorial

Neste livro corajoso, A Outra História do Mensalão – As contradições de um julgamento político (R$ 34,90, pag. 352), independente e honesto, o jornalista Paulo Moreira Leite, que foi diretor de Época e redator-chefe de Veja, entre outras publicações, ousa afirmar que o julgamento do chamado mensalão foi contraditório, político e injusto, por ter feito condenações sem provas consistentes e sem obedecer a regra elementar do Direito segundo a qual todos são inocentes até que se prove o contrário.

Os acusados estavam condenados – por aquilo que Moreira Leite chama de opinião publicada, que expressa a visão de quem tem acesso aos meios de comunicação, para distinguir de opinião pública, que pertence a todos — antes do julgamento começar.

Naquele que foi o mais midiático julgamento da história brasileira e, possivelmente, do mundo, os juízes foram vigiados pelo acompanhamento diário, online, de todos os seus atos no tribunal. Na sociedade do espetáculo, os juízes eles se digladiaram, se agrediram, se irritaram e até cochilaram aos olhos da multidão, como num reality show.

Este livro contém os 37 capítulos publicados pelo autor em blog que mantinha em site da revista Época, durante os quatro meses e 53 sessões no STF. A estes artigos Moreira Leite acrescentou uma apresentação e um epílogo, procurando dar uma visão de conjunto dos debates do passado e traçar alguma perspectiva para o futuro.

O prefácio é do reconhecido e premiado jornalista Janio de Freitas, atualmente colunista da Folha de S. Paulo. Esse é o 7° titulo da coleção Historia Agora, lançada pela Geração Editorial, entre os livros desta coleção está o best seller, A Privataria Tucana.

Ler esses textos agora, terminado o julgamento, nos causa uma pavorosa sensação. O Supremo Tribunal Federal Justiça, guardião das leis e da Constituição, cometeu injustiças e este é sem dúvida um fato, mais do que incômodo, aterrador.

Como no inquietante Processo, romance de Franz Kafka, no limite podemos acreditar na possibilidade de sermos acusados e condenados por algo que não fizemos, ou pelo menos não fizemos na forma pela qual somos acusados.

Num gesto impensável num país que em 1988 aprovou uma Constituição chamada cidadã, o STF chegou a ignorar definições explícitas da Lei Maior, como o artigo que assegura ao Congresso a prerrogativa de definir o mandato de parlamentares eleitos.

As acusações, sustenta o autor, foram mais numerosas e mais audaciosas que as provas, que muitas vezes se limitaram a suspeitas e indícios sem apoio em fatos.

A denúncia do “maior escândalo de corrupção da história” relatou desvios de dinheiro público mas não conseguiu encontrar dados oficiais para demonstrar a origem dos recursos. Transformou em crime eleitoral empréstimos bancários que o PT ao fim e ao cabo pagou.

Culpou um acusado porque ele teria obrigação de saber o que seus ex-comandados faziam (fosse o que fosse) e embora tipificasse tais atos como de “corrupção”, ignorou os possíveis corruptores, empresários que, afinal, sempre financiaram campanhas eleitorais de todos, acusados e acusadores.

Afinal, de que os condenados haviam sido acusados? De comprar votos no Congresso com dinheiro público, pagando quantias mensais aos que deveriam votar, políticos do próprio PT – o partido do governo! – e de outros partidos.

Em 1997 um deputado confessou em gravação publicada pelo jornal Folha de S. Paulo que recebera R$ 200 mil para votar em emenda constitucional que daria a possibilidade de o presidente FHC ser reeleito. Mas – ao contrário do que aconteceu agora – o fato foi considerado pouco relevante e não mereceu nenhuma investigação oficial.

Dois pesos, duas medidas. Independentemente do que possamos aceitar, nos limites da lei e de nossa moral, o fato é que, se crimes foram cometidos, os criminosos deveriam ter sido, sim, investigados, identificados, julgados e, se culpados, condenados na forma da lei. Que se repita: na forma da lei.

É ler, refletir e julgar. Há dúvidas – infelizmente muitas – sobre se foi isso o que de fato aconteceu.

Leia também:

Rodrigo Vianna: A represália é da Globo





51 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Dedé

31 de julho de 2013 às 11h59

Essa comparação é estapafúrdia: “Em 1997 um deputado confessou em gravação publicada pelo jornal Folha de S. Paulo que recebera R$ 200 mil para votar em emenda constitucional que daria a possibilidade de o presidente FHC ser reeleito.”

O PSDB não tinha a pretenção de instaurar no Brasil um regime autoritário e ditatorial. O qual é o objetivo do PT. Veja quais são os países “cumpanheiros”: Cuba, Venezuela e Bolívia. Três ditaduras.
Estamos assistindo a venezuelazição do Brasil.

Compra de votos é inustificável em qualquer circunstância. Mas não se pode deixar de analisar o objetivo pretendido. O que o PT quer é a barbárie, uma ditadura comunista, ao estilo soviético. Ainda não tem força política pra isso, mas aos poucos está ganhando espaço.
Eu estou no time dos que querem ir embora. Fugir daqui enquanto é tempo. Mudar para um país que valorize o trabalho e promova a livre iniciativa.

Responder

kondde

27 de fevereiro de 2013 às 09h46

A impressa chapa-branquista agora tem uma editora, assim que acabou o julgamento o livro estava praticamente pronto, que velocidade hein?

Esse sr. paulo Moreira, não passa de um ideólogo de partido e comprado politico.

Responder

Paulo Moreira Leite: A outra história do mensalão | Jornal A Verdade

18 de fevereiro de 2013 às 08h17

[…] o julgamento, nos causa uma pavorosa sensação. O Supremo Tribunal Federal Justiça, guardião das leis e da Constituição, cometeu injustiças e este é sem dúvida um fato, mais do que incômodo, […]

Responder

Monteiro

14 de fevereiro de 2013 às 11h01

Pergunta simples: a quem interessa? Mesmo estando longe do Brasil, estou atento ao que acontece. Desde o início, fiz-me ( como milhões de brasileiros e brasileiras já fizeram a si próprios ) A quem interessa? A qual grupo o Zé terá contrariado pretensões para que acabasse assim? De maneira tecnicamente mais suave, faz-me lembrar o assassinato de JFK. Hoje há formas mais criativas ( e mais caras ) de retirar alguém do caminho. Talvez nossos netos saibam algum dia a verdade, mas já será tarde. Saudações.

Responder

José X.

09 de fevereiro de 2013 às 11h10

Quando é que vai sair o ebook ? Muita gente (eu, por exemplo) não compra mais livro de papel.

Responder

Luis Menegew

08 de fevereiro de 2013 às 10h08

Aguardo com ansiedade um pronunciamento do presidente Lula sobre essas acusações infames, mentirosas e infundadas que a imprensa golpista da burguesia mais podre deste país faz publicar nos meios de comunicação.
Lula, fale!

Responder

Messias Franca de Macedo

07 de fevereiro de 2013 às 15h41

Como foram detectadas múltiplas lesões no coração do paciente, optou-se pela cirurgia. A médica Núbia Vieira garantiu que Garcia não teve infarto.

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1227471-medico-diz-que-operacao-de-marco-aurelio-garcia-foi-paga-pelo-sus.shtml

#######################

Ou seja, não há limites para esta corja terrorista/golpista! Sem comentários!…

Felicidades ao amigo!

Ah! Concordo com você: estamos em guerra! Pintemo-nos!…

Hasta la Victoria Siempre!

… República da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL … Infame, DESUMANA, abjeta, traidora, despudorada, canalha, fascista, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, MENTEcapta, néscia, golpista de meia-tigela, antinacionalista, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo!’ (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Messias Franca de Macedo

    07 de fevereiro de 2013 às 15h43

    Complemento das considerações encaminhadas em relação ao comentário do valoroso brasileiro Mário MS Alves!

    Felicidades a todos e a todas!

    Messias Franca de Macedo

    Mário SF Alves

    08 de fevereiro de 2013 às 08h38

    Pois é, caro Messias, o PiG tá com fome. Com muita fome. E como todos sabem PiG que é PiG come de tudo. Até…
    ___________________________________
    Ainda bem, alívio nosso, ainda bem que “o bicho ruim quando não tem do que dar cabo, primeiro morde o rabo e logo após vai se comer”. Deixa comer.
    ___________________________________________
    Ah! Esse jejum prolongado… Ah! Essa ausência de poder absoluto sobre o Erário Público, sobre a Fazenda e o Orçamento Públicos. Ah! Esse jejum… prolongado, quem sabe, para além de 2014, como dói. Ah! Esse maldito PT e sua mania de melar o jogo. Mantega! seu #8¨@*7 du’a *¨%$!
    _________________________________________________
    Pois é, esse é o “amaldiçoado” PT que tanto atrasa e mesmo impede a consolidação do [agora, sim, maldito] neoliberalismo, continuação natural do sui generis [e asqueroso] capitalismo subdesenvolvimentista nacional, única e derradeira, e crudelíssima, invenção da elite Casa Grande-BraZil-Eterna-Senzala.
    ___________________________________________________________
    Em defesa de “nossa” ainda frágil Democracia: anulação do linchamento política e fim da irresponsável crítica política descontextualizada já!

George

07 de fevereiro de 2013 às 11h08

Ate hoje eu me questiono se a expressão de indignação correta é “dois pesos, duas medias”, ou “UM PESO, duas medidas”.
Entendo que é justo afirmar que dois pesos possam ter duas medidas. A mim parece que o injusto é quanto um mesmo peso, ora pese 1kg, ora 2kg.

Responder

Gerson Carneiro

07 de fevereiro de 2013 às 10h55

Eu achei que o Smurf Ranzinza fosse aparecer por aqui pra dizer que não leu e não gostou. Aquele outro também.

Há um livro, de um reaça tucano, intitulado “Mensalão”. Apenas pela capa, se comparada ao livro do Paulo Moreira, já é possível concluir quem está falando sério e quem está fazendo apenas chacota, oba-oba, firula.

Eu não quero mostrar aqui porque não pretendo fazer propaganda daquela porcaria.

Responder

Santana

06 de fevereiro de 2013 às 23h27

Amigos, se o STF cometeu injustiça ao condenar os “patriotas” acusados no processo do Mensalão, como prega este famigerado texto, sendo os seus condenados membros do partido mais popular jamais visto na história “deztepaiz” e com a mais ampla maioria no congresso nacional, por que o povo não está nas ruas defendendo esses “inocentes” e condenando a justiça???. Se a culpa é da “mídia golpista independente” por que temos tantos “artistas”, “juristas”, “cientistas políticos”, “filósofos”, “jornalistas” e etc, defendendo os “inocentes” na própria midia sem efeito nenhum, pois o povo os condena??? Lembrando que sob o regime de concessão e a petralhada como maioria na câmara e no senado seria mais fácil cercear a imprensa livre.
Se o congresso tem tantas prerrogativas, por que o Brasil só é governado por medidas provisórias colocando nossos “bravos” parlamentares como vassalos do executivo???
Se a privataria é tucana, por que os petralhas estão privatizando igualmente e por que não há nenhuma CPI ou reestatização???
Se aos petralhas foi negado a presunção de inocência, por que tenho que soprar o bafômetro para provar que sou inocente, que prova cabal de inocência foi apresentada e se foi cabal, como não foi aceita pelo júri?????
Porque Fernando Henrique incomoda tanto os petralhas???? Que poder magistral tem este homem de incomodar os ditos “progressistas”???
Sob a égide da ética, onde está o Sr Luis Inácio da Silva para responder as acusações que pairam sobre o seu parvo ser????
Essa e outras tantas perguntas os petralhas e seus cúmplices só sabem responder com falácias.

Responder

    LEANDRO

    07 de fevereiro de 2013 às 08h10

    Disse tudo…irretocável.

    Girleno

    07 de fevereiro de 2013 às 18h50

    Amigo! Fernando Henrique é tão insignificante a ponto de não encomodar ninguém. O que nos encomoda é proteção que o mídia “livre” lhe proporciona, blindando o seu governo desastroso que quebrou o pais.
    Ah, só para lembrar! No momento certo iremos as ruas para defender quem realmente merece.

    Mário SF Alves

    07 de fevereiro de 2013 às 08h53

    Dizem que só duas maneiras de se aprender sobre a realidade: uma delas é pelo estômago, pela fome. Quem nunca sofreu, padeceu ou se viu impedido de se alimentar já de saída perdeu 50% da chance de por si só obter tais respostas.

    zildo

    07 de fevereiro de 2013 às 12h47

    Caro Santana, é sempre assim quem usa muito adjetivo pejorativo, nunca sabe a resposta para nada.

anderson

06 de fevereiro de 2013 às 22h18

Como Cerra
ia entregar o pré-sal

“Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem… E nós mudaremos de volta” – Cerra.

Do twitter de Stanley Burburinho (quem será ele ?):

Telegrama enviado da embaixada americana para o Depto. de Estado dos EUA, vazado pelo Wikileaks, denuncia que Serra prometeu entregar o pré-sal às petroleiras do exterior:

““Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria afirmado Patrícia Padral, diretora da americana Chevron no Brasil, sobre a lei proposta pelo governo . Segundo ela, o tucano José Serra teria prometido mudar as regras se fosse eleito presidente.”

“Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, teria dito o pré-candidato.”

Nos bastidores, o lobby pelo pré-sal

“A indústria de petróleo vai conseguir combater a lei do pré-sal?”. Este é o título de um extenso telegrama enviado pelo consulado americano no Rio de Janeiro a Washington em 2 de dezembro do ano passado.

Como ele, outros cinco telegramas a serem publicados hoje pelo WikiLeaks mostram como a missão americana no Brasil tem acompanhado desde os primeiros rumores até a elaboração das regras para a exploração do pré-sal – e como fazem lobby pelos interesses das petroleiras.

Os documento revelam a insatisfação das pretroleiras com a lei de exploração aprovada pelo Congresso – em especial, com o fato de que a Petrobras será a única operadora – e como elas atuaram fortemente no Senado para mudar a lei.

“Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria afirmado Patrícia Padral, diretora da americana Chevron no Brasil, sobre a lei proposta pelo governo . Segundo ela, o tucano José Serra teria prometido mudar as regras se fosse eleito presidente.

Partilha

Pouco depois das primeiras propostas para a regulação do pré-sal, o consulado do Rio de Janeiro enviou um telegrama confidencial reunindo as impressões de executivos das petroleiras.

O telegrama de 27 de agosto de 2009 mostra que a exclusividade da Petrobras na exploração é vista como um “anátema” pela indústria.

É que, para o pré-sal, o governo brasileiro mudou o sistema de exploração. As exploradoras não terão, como em outros locais, a concessão dos campos de petróleo, sendo “donas” do petróleo por um deteminado tempo. No pré-sal elas terão que seguir um modelo de partilha, entregando pelo menos 30% à União. Além disso, a Petrobras será a operadora exclusiva.

Para a diretora de relações internacionais da Exxon Mobile, Carla Lacerda, a Petrobras terá todo controle sobre a compra de equipamentos, tecnologia e a contratação de pessoal, o que poderia prejudicar os fornecedores americanos.

A diretora de relações governamentais da Chevron, Patrícia Padral, vai mais longe, acusando o governo de fazer uso “político” do modelo.

Outra decisão bastante criticada é a criação da estatal PetroSal para administrar as novas reservas.

Fernando José Cunha, diretor-geral da Petrobras para África, Ásia, e Eurásia, chega a dizer ao representante econômico do consulado que a nova empresa iria acabar minando recursos da Petrobrás. O único fim, para ele, seria político: “O PMDB precisa da sua própria empresa”.

Mesmo com tanta reclamação, o telegrama deixa claro que as empresas americanas querem ficar no Brasil para explorar o pré-sal.

Para a Exxon Mobile, o mercado brasileiro é atraente em especial considerando o acesso cada vez mais limitado às reservas no mundo todo.

“As regras sempre podem mudar depois”, teria afirmado Patrícia Padral, da Chevron.

Combatendo a lei

Essa mesma a postura teria sido transmitida pelo pré-candidtao do PSDB a presidência José Serra, segundo outro telegrama enviado a Washington em 2 de dezembro de 2009.

O telegrama intitulado “A indústria de petróleo vai conseguir combater a lei do pré-sal?” detalha a estratégia de lobby adotada pela indústria no Congresso.

Uma das maiores preocupações dos americanos era que o modelo favorecesse a competição chinesa, já que a empresa estatal da China, poderia oferecer mais lucros ao governo brasileiro.

Patrícia Padral teria reclamado da apatia da oposição: “O PSDB não apareceu neste debate”.

Segundo ela, José Serra se opunha à lei, mas não demonstrava “senso de urgência”. “Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, teria dito o pré-candidato.

O jeito, segundo Padral, era se resignar. “Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria dito sobre o assessor da presidência Marco Aurelio Garcia e o secretário de comunicação Franklin Martins, grandes articuladores da legislação.

“Com a indústria resignada com a aprovação da lei na Câmara dos Deputados, a estratégia agora é recrutar novos parceiros para trabalhar no Senado, buscando aprovar emendas essenciais na lei, assim como empurrar a decisão para depois das eleições de outubro”, conclui o telegrama do consulado.

Entre os parceiros, o OGX, do empresário Eike Batista, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e a Confederação Naiconal das Indústrias (CNI).

“Lacerda, da Exxon, disse que a indústria planeja fazer um ‘marcação cerrada’ no Senado, mas, em todos os casos, a Exxon também iria trabalhar por conta própria para fazer lobby”.

Já a Chevron afirmou que o futuro embaixador, Thomas Shannon, poderia ter grande influência nesse debate – e pressionou pela confirmação do seu nome no Congresso americano.

“As empresas vão ter que ser cuidadosas”, conclui o documento. “Diversos contatos no Congresso (brasileiro) avaliam que, ao falar mais abertamente sobre o assunto, as empresas de petróleo estrangeiras correm o risco de galvanizar o sentimento nacionalista sobre o tema e prejudicar a sua causa”.

Responder

Messias Franca de Macedo

06 de fevereiro de 2013 às 22h07

… O golpismo não sossega: O INFERNO É AQUI! ENTENDA

… Ontem à noite o ínclito, intrépido e catedrático jurista Pedro Estevam Serrano provou [mais uma vez] – a partir da leitura fria e isenta da Constituição – que cabe ao Congresso Nacional cassar ou não parlamentares. As argumentações do eminente jurista tornou cristalina a compreensão de que o STF usurpou de prerrogativas que não lhe são próprias… A âncora do programa “ficou numa ‘saia justa’ de dar dó”, entre aspas (sic). O outro contendor – visivelmente “jogando para a plateia dos assinantes” – tentava dar uma ajudinha à jornalista amiga do *Merval!…
*Merval “da ‘grobonews’” é o mesmo jornalista “imortal” [e amigo do supremo(!) cordelista de araque (sic)] que, há cerca de 03 meses, afirmou solenemente: “… A discussão é muito simples! Não há a menor dúvida: a competência de cassar parlamentares é do STF!…”
– “Merval, muito obrigada pelos seus [divinos] esclarecimentos!” Diria a simpática jornalista Renata Lo Prete!

Responder

AlvaroTadeu

06 de fevereiro de 2013 às 22h05

Estive hoje na Livraria Cultura, um dos lugares mais agradáveis de São Paulo. É uma belíssima livraria e passei horas lá. Olhei os títulos mais divulgados nas estandes. Uma biografia do FHC que está encalhada desde o ano passado, “Fernando Henrique Cardoso, 80 Anos/Years”. Como o livro é em português, o “years” fica por conta dos pernósticos tucanos. Havia também “O País dos Petralhas”, de um blogueiro do “detrito de maré baixa”, como gosta de grafar o jornalista Paulo Henrique Amorim. Havia também um livro do inacreditável Diogo Mainardi. Mas esse livro do Paulo Moreira Leite eu não vi. Com certeza, terei de sair perigrinando pelas livrarias da cidade como fiz para encontrar “Privataria Tucana”, um ano atrás. Comprei uma biografia do Marighella, mas desconheço o autor. Estou preparado para qualquer tipo de ignomínia, até o final do carnaval, terei terminado e também terei minhas impressões. Aliás, a respeito do “Privataria”, eu já tinha lido em dezembro/2011 e lá para março do ano passado vi o livro nos fundos da livraria do Aeroporto de Congonhas. Comentei com um dos vendedores que era a primeira vez que via aquele livro ali. Ele comentou que quando o livro chegara, um mês atrás, colocou uma pilha na porta da livraria, por causa da intensa procura quando não tinham o livro. Horas depois o dono chegou, viu o livro mais vendido de sua livraria super exposto, ordenou que o colocassem nos fundos da livraria, para ser vendido apenas a quem o procurasse. Assim são os tucanos, preferem ter prejuízo ou lucros menores, do que serem confrontados com a verdade. No caso do PSDB, a verdade mais que dói, sangra. Era um partido social democrata que virou de extrema-direita. Juntaram-se todos os fascistas do país, exceto os antigos formuladores e apoiadores da ditadura, que julgaram por bem permanecerem do DEM. É isso aí.

Responder

Messias Franca de Macedo

06 de fevereiro de 2013 às 21h55

… O golpismo não sossega: O INFERNO É AQUI! ENTENDA

[O nervoso e a raiva são tão grandes, de modo que acabei enviando o comentário antes da conclusão! Perdão!]

‘Não há hipótese de não cumprir decisão do STF’, diz Henrique Alves
06/02/2013 – 15h02
MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), baixou o tom do discurso e disse nesta quarta-feira (6) que não existe possibilidade da Casa “confrontar o mérito” da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que determinou a perda do mandato dos quatro deputados condenados no julgamento do mensalão.
Após encontro com o presidente do tribunal, Joaquim Barbosa, Henrique Alves disse que a Câmara vai “finalizar o processo”, com um “processo rápido”, cumprindo formalidades previstas no Regimento da Câmara, como saber se o direito de defesa foi cumprido.
(…)
Ele disse que a Câmara “vai surpreender aqueles que pensam diferente, mas que vai mostrar o respeito entre os poderes”.
“Não há a menor possibilidade, volto a dizer, de nenhum arranhão, nenhum conflito, nenhuma indisposição do Legislativo, e eu o faço como seu presidente, com o Judiciário”, reforçou.

#############################

EU VOU INFARTAR! ENTENDA

Ao final das discussões, até mesmo o jurista “do time dos de lá”(!?) e uma das âncoras do PIG concordaram, pasme, que realmente a questão é complexa e tem-se a possibilidade concreta de muitas das condenações serem revistas!…
… Quando li esta notícia acerca da ‘aleivosia anunciada’ perpetrada por este membro do PMDB, confesso que a revolta só não foi maior porque a ‘escrotice’ partiu de quem partiu – mais um acinte, mais uma condenável, abominável, execrável violência e ‘trairagem’ cometida contra os brasileiros e às brasileiras e, sobretudo, contra o Congresso Nacional!…

UMA VERGONHA!

EM TEMPO: ah! Se a presidente Dilma Rousseff pudesse confiar no povo brasileiro, aproveitando a oportunidade para mandar – de uma vez por todas – a governabilidade sustentada por este infame partido fisiológico e mandar o PMDB para a… Para ‘a trufa que se partiu’!… [Considerem a expressão original, substituída, estrategicamente, pelo enunciado ‘a trufa que se partiu’!]

… O INFERNO É AQUI! A gente não tem paz, não temos trégua!… O golpismo não sossega!…
(… O infarto nos espreita em cada esquina!…)

… República da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL, … Traidora, despudorada, fascista, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, MENTEcapta, néscia, golpista de meia-tigela, antinacionalista, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo!’ (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Mário SF Alves

    07 de fevereiro de 2013 às 09h28

    Ainda que roubassem seu coração… nem assim o que resta de consciência neles poderia ter sossego, prezado Messias.
    ___________________________________
    Já passa da hora de planejar a resistência; já passa da hora de preparar as “barricadas”.
    _____________________________________________
    Nós os vencemos em 80 quando nas ruas o povo derrotou os horrores e os desmandos da ditadura militar? Lembra aquele episódio da bomba que explodiu no colo de militares nas imediações de um show com Chico Buarque no Riocentro? Pois é. Pouco mudou quanto à efetivação dos nossos direitos. A televisão, hoje melhor conhecida como elemento principal do Partido da imprensa Golpista, “deu-nos” o Show da Xuxa, a babá eletrônica. E continuou a sequência de bemaventuranças, “dando-nos” as novelonas, de sempre a fórmula imutável, onde a mocinha só é feliz quando casa com o mocinho rico, ou o contrário, “mocinho feliz com mocinha rica”. A propaganda continuou enganosa. A qualidade do que é propagandeado nunca corresponde à realidade. E não felizes, aos poucos vêm sequestrado-nos até a democracia. Vide teoria do domínio do fato.
    ______________________________
    Mas, então, apesar de tudo isso, nós os vencemos nas ruas e nas urnas, no voto. E vamos vencê-los de novo. Dessa vez é para consolidar a democracia que querem de novo nos estão a roubar.
    ___________________________________________
    Temos certeza do mal que os aflige. Ficar mais tempo fora do controle do orçamento do Governo Federal é uma delas. Quanto às outras, convido a você e a todos os de boa fé que aqui o façam.
    ______________________________________________

    E já que tudo começa pelo coração,

    Cordialmente,

    Mário SF Alves

    Messias Franca de Macedo

    07 de fevereiro de 2013 às 15h36

    Prezado e valoroso Mário SF Alves, falando em coração, observemos o que estes canalhas são capazes de fazer, a maldade estampada no peito, o veneno destilado pelas coronárias!…

    Fez cirurgia cardíaca
    Assessor da presidência [Marco Aurélio Garcia] usou SUS
    Médico diz que operação de Marco Aurélio Garcia foi paga pelo SUS

    (Quem lê o título capcioso e infame da matéria imagina que o eminente, catedrático e ilibado Marco Aurélio Garcia cometeu um crime contra o erário, perpetrou um ato de corrupção, conduta hedionda…)

    [Agora o corpo da matéria]

    O assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, 71, fez duas pontes de safena e dois enxertos no coração em procedimento pago pelo SUS (Sistema Único de Saúde), informou nesta quinta-feira (7) o médico João Gabbardo dos Reis.
    “O atendimento está sendo feito pelo Sistema Único de Saúde, como se fosse qualquer outro cidadão do Distrito Federal”, disse o médico.

    [Atendem para o que significa a correção de um homem público, atitude que deveria ser reverenciada pela imprensa supostamente formadora da opinião pública!…]

    Gabbardo dos Reis disse ainda que existe um acordo com o governo do DF para que todos os pacientes enfartados sejam atendidos inicialmente no Instituto Cardíaco do DF.

Messias Franca de Macedo

06 de fevereiro de 2013 às 21h31

O INFERNO É AQUI!…

… Ontem à noite o ínclito, intrépido e catedrático jurista Pedro Estevam Serrano provou [mais uma vez] – a partir da leitura fria e isenta da Constituição – que cabe ao Congresso Federal cassar ou não parlamentares. As argumentações do eminente jurista, tornou cristalina a compreensão de que o STF usurpou de prerrogativas que não lhe são próprias… A âncora do programa “ficou numa ‘saia justa’ de dar dó, entre aspas (sic). Outro contendor – visivelmente “jogando para a platéia dos assinantes” – tentava dar uma ajudinha à jornalista amiga do *Merval!…

… O golpismo não sossega: O INFERNO É AQUI! ENTENDA

‘Não há hipótese de não cumprir decisão do STF’, diz Henrique Alves
06/02/2013 – 15h02

MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

Responder

spin

06 de fevereiro de 2013 às 17h18

De imediato vou adquirir 10 exemplares para distribuir a familiares e amigos

Responder

    [email protected]_2

    06 de fevereiro de 2013 às 23h02

    (2)
    já fiz a encomenda de dez exemplares. Dez dias uteis no aguardo.

    Recomendo.

LEANDRO

06 de fevereiro de 2013 às 16h52

Passada a eleição da câmara, tudo volta ao normal..ele não é maluco de confrontar decisão do STF e a constituição.

‘Não há hipótese de não cumprir decisão do STF’, diz Henrique Alves

Responder

H. Back™

06 de fevereiro de 2013 às 16h36

Nos golpes de estado da era moderna não se precisa de quarteladas de generais contra a ordem constitucional vigente. É bem mais sutil e não menos pernicioso. Só basta apoderar-se – através da mídia – do judiciário, e ameaçar uma crise institucional.

Responder

off topic

06 de fevereiro de 2013 às 15h11

E a caça às bruxas na USP?

Responder

ricardo silveira

06 de fevereiro de 2013 às 14h10

Necessária publicação. Que outros livros apareçam com a versão contrária à da Globo. O que foi feito nesse julgamento tem que ser muito discutido pela população. Ficou a impressão de que o STF se submeteu à palavra de ordem da Globo e isso precisa ser esclarecido.

Responder

trombeta

06 de fevereiro de 2013 às 13h18

Não tenho dúvidas de que foi a maior farsa já produzida pelo judiciário brasileiro incluso os julgamentos de araque durante a ditadura militar.

O jornalista Paulo Moreira Leite engrandece a profissão de jornalista.

Responder

Cezarley

06 de fevereiro de 2013 às 12h29

Vai ser outro “best-sellers” escondido pela mídia. Já vou reservar o meu, pois na minha biblioteca ele vai fazer companhia aos “Privataria Tucana”, “Brasil Privatizado I e II” e “A Vida Quer é Coragem”.

Responder

Mário SF Alves

06 de fevereiro de 2013 às 12h12

E o que é pior, o Direito Romano praticado ali – no StéFão – aos poucos vai lembrando o Código de Hamurabi, em 1780 a.C., no reino da Babilônia. “Olho por olho e dente por dente”. Foi isso o que saltou-nos aos olhos no dito julgamento da AP 470, dito e improvado Mensalão [tudo {só} contra o] do PT. Quem esperava aulas públicas e gratuitas de Direito, frustrou-se totalmente. Ou melhor, quase totalmente; ressalve-se as objeções jurídicas do – este, sim – ministro *Ricardo Lewandowski.
_______________________________________________
*Enrique Ricardo Lewandowski é um ex-advogado, jurista e magistrado brasileiro. Atualmente exerce o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal. Foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral entre 2009 e 2011.
__________________________________________________________

Responder

Miguel do Rosário: A infantaria mais agressiva de Carlos Lacerda « Viomundo – O que você não vê na mídia

06 de fevereiro de 2013 às 12h11

[…] Paulo Moreira Leite: A outra história do mensalão […]

Responder

Mário SF Alves

06 de fevereiro de 2013 às 11h35

“… o julgamento do chamado mensalão foi contraditório, político e injusto…”
________________________________
Vale acrescentar: … e temeroso. Entendo assim por ter a convicção de que a prosperar tal singularidade (excepcionalidade) jurídica, o primeiro e gravísssímo impacto negativo decorrente dela será sobre nossa ainda frágil Democracia. Condição essa que, por si só, já é motivo de alerta vermelho em todos os corações e mentes que lutaram pelo fim (e exclusão definitiva) da ditadura civil-militar implantada no Brasil em 64.

Responder

Zilda

06 de fevereiro de 2013 às 11h20

Quem faz parte do Judiciário como funcionário e conhece algum assessor do Ministro Lewandowsky sabe que houve ameaça de morte à equipe. O Ministro decidiu bancar o seu entendimento e julgamento.

Responder

Roberto Locatelli

06 de fevereiro de 2013 às 11h10

Excelente notícia. Paulo Moreira Leite mostrou, ao longo do “julgamento” as absurdas e inacreditáveis afirmações e decisões tomadas.

Será que a carcomídia terá coragem de, outra vez, fingir que o livro não existe?

Responder

Bruce Guimarães

06 de fevereiro de 2013 às 10h53

Só lamento quando vejo gente de bem defendendo que a impunidade se perpetue nesse país!!!

Responder

    andre i souza

    06 de fevereiro de 2013 às 17h15

    Eu também. E mais, lamento também que o Estado Democrátio de Direito seja vil e covardemente currado a título de combate à corrupção, quando o mais tolo do homens é capaz de ver que determinados grupos têm seus casos arquivados ou tratados de maneira muito mais amena.

    Bruce Guimarães

    06 de fevereiro de 2013 às 22h59

    Pois é, tem um amigo Malufista que anda dizendo a mesma coisa, estou começando a achar que esse negócio de corrupção só existe na televisão mesmo, na vida real ninguém comete mal feitos!!!

Mardones

06 de fevereiro de 2013 às 10h38

Mais um livro para ser ignorado pela mídia. Onde já se viu discordar da opinião publicada?! k k k k

Será que o Serra vai pedir a cabeça do Jânio de Freitas?!

Responder

José Ricardo Romero

06 de fevereiro de 2013 às 09h33

Que tal mandar um exemplar destes para a Dilma prá ver se ela se toca?

Responder

Francisco

06 de fevereiro de 2013 às 05h58

Joaquim Barbosa conseguiu!

Ele chegou lá!!

Entrou para a história…

Responder

    Gersier

    06 de fevereiro de 2013 às 10h37

    Tal e qual seu xará joaquim silvério dos reis.
    Deslumbrado esses senhor se prestou a ser um serviçal,um capitão do mato da casa grande.Descobrirá já já que não passa de um descartável quando não mais tiver serventia.É merecedor de todo o nosso desprezo.

    Mário SF Alves

    06 de fevereiro de 2013 às 12h08

    Sim, chegou… bem próximo do túmulo do *Francis Fukuyama. Sabe quem, não?
    __________________________________________

    *Yoshihiro Francis Fukuyama foi um filósofo e economista político nipo-estadunidense. Figura chave e um dos ideólogos do governo Reagan, Fukuyama é uma importante figura do Neoconservadorismo.

    flavio jose

    06 de fevereiro de 2013 às 14h11

    O joaquim entrou para historia como?. Pela farsa que foi o julgamento!. Por desprezar a Lei e impor a vontade politica dos meios de comunicaçao. O fato é que o julgamenro não terminou. Quando terminar no Brasil continuará na OEA, pela busca da verdade da Lei democrartica e não pela base da Lei de regime de excessao Hitleriana.

Bonifa

06 de fevereiro de 2013 às 03h41

Ainda permanece um cheiro de confusão no ar, muita gente ainda não entendeu que este julgamento foi uma articulação política cruel visando quebrar a espinha dorsal da Democracia. Mas com o tempo o cheiro se vai dissipar. Tudo vai ficar bem claro. A nossa democracia sobreviverá e o castigo aos golpistas virá a galope.

Responder

Defensores públicos querem derrubada do veto ao PL 114 « Viomundo – O que você não vê na mídia

06 de fevereiro de 2013 às 00h17

[…] Paulo Moreira Leite: A outra história do mensalão […]

Responder

Osvaldo David

05 de fevereiro de 2013 às 23h23

gostaria de receber noticias pelo meu e-mail

Responder

alderijo bonache

05 de fevereiro de 2013 às 22h40

Durante o espetáculo circense mambembe, houve não um JULGAMENTO SÉRIO, mas um LINCHAMENTO que nos faz retornar os pseudos julgamentos pelos infâmes bate-paus da Inquisição medieval!

Responder

FrancoAtirador

05 de fevereiro de 2013 às 22h14

.
.
Bem que poderia ser incluído o subtítulo

sugerido pela jornalista Hildegard Angel:

“O MENTIRÃO”
.
.

Responder

Antônio Ângelo

05 de fevereiro de 2013 às 22h05

Se fosse pra julgar todos os políticos com pacialidade e igualdade, não sei quem escaparia de uma condenação, pricipalmente se o julgamento viesse a ser pelo domínio do fato igual a esse. Isso tá com cheiro de golpe pior que o de 1964. Que Deus tenha pena de nós e não permita esse trágico acontecimento. Nossa Demogracia conseguida com tanto sacrifício está correndo grande risco, infelismente!

Responder

Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding