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Nassif: Primeira delação de Léo Pinheiro, que implicava Serra e Aloysio 300 mil, não foi aceita para facilitar impeachment de Dilma
Política

Nassif: Primeira delação de Léo Pinheiro, que implicava Serra e Aloysio 300 mil, não foi aceita para facilitar impeachment de Dilma


21/09/2019 - 13h39

Da Redação

A Folha de S. Paulo e o Intercept revelam, neste domingo 15, detalhes da delação do empresário Léo Pinheiro, da construtora OAS, até então desconhecidos.

O diário conservador paulistano apurou que constam da delação homologada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal.

Repetimos, aqui, o óbvio: delação é testemunho. Pode ser falso ou verdadeiro. Pode ser uma invenção, com objetivos políticos do próprio delator. Uma vingança pessoal, por exemplo.

Ou pode atender àqueles que querem ouvir determinados fatos e não ouvir outros.

A Vaza Jato já demonstrou que a Operação Lava Jato, em Curitiba, tinha ouvidos seletivos. Que era comandada pelo juiz federal Sergio Moro desde o início com objetivos políticos.

Fernando Henrique Cardoso? Não interessava. “Acho questionável pois melindra alguém cujo apoio é importante”, escreveu Moro quando se cogitou chegar perto do ex-presidente.

Tirar o PT do poder era o objetivo número um e, para isso, era necessário prender Lula. O Norte da operação (sem trocadilho) era este.

As pedras dos rins de Michel Temer sabem que os governos de coalizão no Brasil são $ustentados com acertos de bastidores.

O currículo de Temer é prova disso.

Temer foi presidente da Câmara no governo de FHC, vice-presidente de Dilma e presidente depois de golpeá-la com a mão do gatuno Eduardo Cunha.

O que a Folha publica neste domingo demonstra uma obviedade: qualquer denúncia associada ao PT ganha espaço na TV, no rádio e nos jornais — não equivalente quando se trata do PSDB.

A denúncia de hoje, como ficará claro mais adiante, é tardia. Como foi a do mensalão do PSDB, que antecedeu o do PT e não teve as mesmas consequências eleitorais, jurídicas e políticas.

Se o delator Léo Pinheiro está falando a verdade, o ex-senador e ex-chanceler — de Michel Temer — Aloysio Nunes Ferreira recolheu ao menos R$ 11,3 milhões em propinas de empreiteiras em nome do partido desde que José Serra assumiu a Prefeitura de São Paulo, em 2005.

Pinheiro diz que se reuniu com Serra e Aloysio para discutir a continuidade de obras deixadas pela ex-prefeita Marta Suplicy, como a Ponte Octávio Frias de Oliveira.

Aloysio teria chamado Léo Pinheiro numa varanda para dizer que o preço era propina de 5% sobre o valor do que faltava fazer.

Em outra ocasião, em 2010, num encontro com José Serra governador, prestes a concorrer ao Planalto — Aloysio era chefe da Casa Civil — Léo Pinheiro teria usado uma “senha” para confirmar a Serra um acerto pelo qual a OAS receberia R$ 54 milhões pendentes do governo paulista em troca de propina de 10%.

Pinheiro diz ter dado R$ 1 milhão em dinheiro vivo para a campanha de Aloysio ao Senado, em 2010.

O chanceler de Temer foi apelidado de Aloysio 300 mil pelo blogueiro Paulo Henrique Amorim por ter confirmado o recebimento de um empréstimo neste valor de Paulo Vieira de Souza para a compra de um apartamento.

Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, foi diretor da Desenvolvimento Rodoviário S/A, a Dersa, empresa que lida com investimentos bilionários de infraestrutura em São Paulo.

Paulo Preto é aquele que José Serra passou a desconhecer depois de um ataque de amnésia. Os dois foram fotografados juntos em visita à obra do Rodoanel, através da qual o tucanato paulista financiou campanhas locais e nacionais.

O ataque passou logo que o operador deu declaração pública dizendo que “não se larga um líder ferido na estrada”.

Em ação penal da Lava Jato, Paulo Preto é acusado de lavagem de dinheiro. Já foi condenado na Justiça Federal paulista a 172 anos de prisão, mas recorre em liberdade.

O operador tucano admitiu à Receita Federal ter quatro contas na Suiça com o equivalente a R$ 137,4 milhões, provavelmente com o intuito de ter a chance, um dia, de repatriar o dinheiro pagando os impostos devidos, depois de ser absolvido.

No Brasil, tudo é possível para um tucano paulista.

Paulo Preto deve sua ascensão no tucanato ao amigo Aloysio e mereceu dois habeas corpus do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, razão pela qual pode desfrutar de sua fortuna sem o risco de fazer delação premiada.

Ou seja, Paulo Preto flana por São Paulo com 100 tríplex do Lula, por assim dizer, “no bolso”. Não consta que tenha passado a viver na miséria depois de ter o dinheiro bloqueado no Exterior.

Mas o mais impressionante da história vem agora.

Foi contada pelo jornalista Luís Nassif, no GGN.

Vamos deixar que ele mesmo desvende:

Primeira delação de Léo Pinheiro foi rejeitada para não atrapalhar o impeachment

Léo foi preso em junho de 2014. Em junho de 2016 sua delação foi recusada. Sabia-se que atingia diretamente lideranças do PSDB e aliados de Temer

A delação de Léo Pinheiro, revelada hoje pela Folha-The Intercept ainda não chegou no essencial: as razões que levaram a Lava Jato a recusar a primeira tentativa de delação do empresário, em 2016.

Pelos documentos relevados pela Folha, a delação atingia diretamente José Serra e seus operadores – Aloysio Nunes, Sérgio Freitas e Márcio Fortes –, confirmando as suspeitas sobre a rejeição da delação anterior: poderia comprometer o movimento pelo impeachment.

Léo foi preso em junho de 2014. Em junho de 2016 sua delação foi recusada.

Sabia-se que atingia diretamente lideranças do PSDB e aliados de Michel Temer. A maneira como se montou a desistência da delação é um dos episódios mais canhestros de toda a Lava Jato.

Narramos esse episódio no “Xadrez de Toffoli e o fruto da árvore envenenada”.

Foi vazada para a Veja um episódio irrelevante, e que sequer constava da delação.

Léo Pinheiro teria dito que orientou uma reforma na casa do Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli.

A reforma teria sido feita por terceiros e devidamente paga por Toffoli.

Ou seja, não havia crime e, portanto, não deveria merecer matéria, muito menos de capa.

Era mais uma “denúncia a favor”, como no episódio do grampo do Supremo.

Mas, com base nesse factoide, o Procurador Geral da República Rodrigo Janot decidiu cancelar a delação. Simples assim.

Na mesma época, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima já mostrava desconforto com a delação da OAS, ao afirmar que a Lava Jato só aceitaria mais uma delação de empreiteiras.

Não fazia sentido. A delação depende do conteúdo a ser oferecido. O próprio juiz Sérgio Moro ordenou a suspensão do processo, sem explicar as razões.

Os vazamentos de agora mostram a extrema partidarização da Lava Jato.

A delação ocorria em pleno processo do impeachment. Foi em junho de 2016. A votação final do impeachment foi em 31 de agosto de 2016

Além de implicar notórios conspiradores – e Aloysio Nunes foi peça chave, inclusive correndo a Washington para pedir bênção ao Partido Republicano, mal se consumou o impeachment –, não apresentava evidências contra Lula.

Certamente sua divulgação enfraqueceria substancialmente o movimento pelo impeachment. Esta foi a razão da grande armação acertada com Janot para impedir a delação.

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7 comentários

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+almeida

23 de setembro de 2019 às 07h55

Nassif, eu imagino que uma das fortes razões para não ser inicialmente aceita a delação do mentirosos e covarde Leo Pinheiro, certamente seria o seguinte: se a quadrilha do PSDB fosse presa e seus crimes de corrupção e ladroagem fossem divulgados, todo o trabalho de sabotagem, enfraquecimento e entrega do pré-sal, aos norte americanos, que foi iniciado pelo serviçal e maior dos ladrões, José Serra, estaria altamente comprometido. Se realmente é o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) quem manipula, ordena, orienta e alimenta a Lava Jato, com certeza, também usou seu poder de interferência, para vetar qualquer inclusão de José Serra e seus capangas ladrões e corruptos nos processos e nas investigações da Lava Jato. Então, eu imagino assim: tudo ladrão, tudo safado, tudo corrupto, tudo corruptor, tudo bandido e tudo criminoso.
Porém, pasmem, após tudo devidamente comprovado, mais uma vez pelo intercept (Acorda Justiça, porra!!!!) só vemos o Lula preso sem provas, sem qualquer base de legalidade comprovada e ainda sendo usado constantemente por autoridades que representam está falida e fétida justiça brasileira.

Responder

Avelar Lima

22 de setembro de 2019 às 21h17

Moro é um bandido, não tem outra explicação plausivel.
Não tem muito o que dizer. É notório os mal feitos dele.
Pior que tem gente que acha esse sabujo um herói.
Herói atua a margem da lei, tem uma lei paralela. Não e grande coisa tb.
Mal caráter, picareta, falso, corrupto.

Responder

Zé Maria

21 de setembro de 2019 às 21h34

#VazaJato

“Para defender vazamento ilegal
de áudio entre Dilma e Lula,
Deltan articulou nota da ANPR”

Pelo Telegram, em março de 2016, Robalinho e Dallagnol
trataram da redação de mais uma nota da ANPR em defesa
de Moro e da Lava Jato – à época, para defender o então juiz
por tornar públicos áudios de conversas entre a então
presidente Dilma Rousseff e seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva.
Hoje, graças à #VazaJato, sabe-se que a ação de Moro teve
motivação evidentemente política.

Na conversa, Dallagnol escolhe os adjetivos mais adequados
para edulcorar o próprio trabalho e traz palpites de Moro,
com quem também falava pelo Telegram:

17 de março de 2016 – chat pessoal

Deltan Dallagnol – 00:31:58– Enviei pro Alan misturando a que ele fez e a nossa. Ele deve alterar algo e te passar
Dallagnol – 00:31:59 – Nota da Associação Nacional dos Procuradores da República em reafirmação da legalidade e retidão dos procedimentos adotados no caso Lava Jto
A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), representando seus mais de mil membros, vem a público rechaçar ataques à decisão regularmente proferida pelo Juiz Federal Sérgio Moro, atendendo a pedido dos Procuradores da República integrantes da Força Tarefa do Caso Lava Jato, a qual levantou o sigilo de diálogos do ex-presidente Lula os quais foram monitorados mediante autorização judicial. O monitoramento do telefone usado pelo ex-Presidente Lula e que estava em nome de seu segurança pessoal foi implementando a pedido do Ministério Público Federal enquanto aquele não gozava de foro perante o Supremo Tribunal Federal e diante de evidências de crimes por ele praticados, de acordo com a Lei 9.296/96. Nenhuma autoridade com prerrogativa de foro foi alvo da investigação, mas sim o ex-Presidente, ainda que fortuitamente tenham sido captados, em encontro eventual de provas, alguns diálogos entre o alvo da investigação e detentores de prerrogativa de foro. O levantamento do sigilo do procedimento, pedido pelos Procuradores da República da Força Tarefa e deferido pela Justiça, é medida democrática que atende o mandamento de publicidade previsto na Constituição e os interesses da sociedade, principalmente quando há atos gravíssimos que atentam contra a investigação e os próprios fundamentos da República. Com o esgotamento do monitoramento, o sigilo que tinha por objetivo garantir a eficácia da investigação deixou de ser necessário e, consequentemente, como expressão de compromisso constitucional com a transparência, o procedimento foi submetido ao escrutínio social, o que tem ocorrido invariavelmente em todos os procedimentos da Lava Jato quando a eficácia das diligências não depende da manutenção do sigilo. Diante da notícia de que o ex-Presidente assumiria um Ministério, o que naquele momento ainda não havia se concretizado, revelou-se ainda pertinente a remessa do procedimento ao Supremo Tribunal Federal. Assim sendo, a ANPR repudia veementemente qualquer acusação de vazamento ou de afronta a direitos e garantias de qualquer pessoa ou Instituição. Os procuradores da República não aceitam ainda qualquer tentativa de interferência nas investigações, mesmo que envolvam o emprego do poder político ou econômico. Tanto o Ministério Público Federal como a Justiça Federal estão atuando de modo técnico, profissional e parcimonioso, cumprindo suas funções constitucionais e legais de apurar crimes gravíssimos cometidos por pessoas poderosas economica e politicamente. É natural a reação de investigados cujos interesses são contrariados, mas a ANPR renova sua confiança no prevalecimento dos ideais republicanos e democráticos que guiam a atuação dessas Instituições no caso Lava Jato.
Dallagnol – 00:32:03 – Obrigado

José Robalinho Cavalcanti – 00:32:22 – Vou mexer agora mestre
Robalinho – 01:34:35 – [anexo não encontrado]
Robalinho – 01:34:35 – Veja o,que acha. Tornei mais política. Amaciei as palavras sem cortar conteúdo

Dallagnol – 01:35:18 – peraí
Dallagnol – 01:36:07 – No primeiro parágrafo ficou dúbio o que foi feito atendendo a pedido dos Procuradores
Dallagnol – 01:36:17 – A vinda a público rechaçar, ou a decisão?
Dallagnol – 01:36:33 – Parece que a ANPR está vindo a público só pq pedimos rs
Dallagnol – 01:36:45 – Seria bom ajeitar a redação para deixar claro que é a decisão que foi feita atendendo a pedido

Robalinho – 01:36:58 – Ok

Dallagnol – 01:37:56 – segundo parágrafo: trocar o lugar da palavra “integralmente” porque parece que é integralmente a pedido… colocaria “foi implementado a pedido do MPF integralmente enquanto…”
Dallagnol – 01:39:13 – ampla defesas – não ficaria melhor talvez ampla defesa?
Dallagnol – 01:39:22 – ou amplas defesas

Robalinho – 01:40:18 – Ok

Dallagnol – 01:40:27 – trocaria missões por funções… para retirar a chance de interpretação de messianismo
Dallagnol – 01:41:29 – dava para colocar um adjetivo aí: “que desenvolvem suas missões de modo técnico e sereno em investigação complexa, que deslinda….”
Dallagnol – 01:42:10 – vi que depois usou tanto os adjetivos técnico como sereno… então vai outra possibilidade
Dallagnol – 01:42:23 – “que desenvolvem suas missões de modo profissional e com equilíbrio em investigação complexa, que deslinda….”
Dallagnol – 01:43:21 – Moro pede pra não usar o nome dele… colocaria “no Juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba’

Robalinho – 01:43:21 – Já mudei. O que mai rs

Dallagnol – 01:43:29 – Perfeito.
Dallagnol – 01:43:31 – manda ver
Dallagnol – 01:43:34 – ficou excelente

Robalinho – 01:43:34 – Aí sou contra
Robalinho – 01:43:45 – Deltan temos de defender ele com todas as letras
Robalinho – 01:43:49 – O nome mesmo

Dallagnol – 01:44:26 – Ok. na parte em que fala que “o Brasil espera que as instituições funcionem” paraece um tom crítico
Dallagnol – 01:44:38 – que pode ser crítico à atuação no caso.
Dallagnol – 01:45:25 – Sugestão: “O Brasil espera que suas instituições continuem a funcionar de modo serena, porém firme, dentro da legalidade, e sobretudo sem qualquer indevida interferência externa, seja política, econômica ou pessoal, vinda de quem quer que seja.”
Dallagnol – 01:46:01 – Excelente, obrigado!
Dallagnol – 01:46:43 – Vou embora da proc agora… obrigado! Pode mandar ver

Robalinho – 01:47:45 – Já vou mandar aqui a versão final. Um minuto
Robalinho – 01:47:45 [anexo não encontrado]
Robalinho – 01:47:45 – Vejam como ficou e podem mexer. Rs

Dallagnol [mensagem encaminhada] – 10:17:14 – Deltan vi que a Ajufe está organizando uma manifestação hj as 13:30
Dallagnol [mensagem encaminhada] – 10:17:14 – Em todas as subseções os juízes e servidores vão descer em defesa do Moro e da LJ
Dallagnol [mensagem encaminhada] – 10:17:14 – penso que seria bom fazermos aqui no MPF também
Dallagnol –10:17:23 – Já foi a nota?
Dallagnol – 10:17:45 – Pode ter ido. Não vi novamente, mas tava ótima.
Dallagnol – 14:48:07 – Robalinho, obrigado por todo o seu apoio. Todos aqui entendem que chegou um momento, agora, de uma articulação maior por parte da ANPR para coesão da carreira, e agradecemos por podermos contar com Você nisso. Por faovr, deixe-nos a par do que conseguir implementar, para entendermos melhor a evolução do cenário, inclusive interno.

https://www.conversaafiada.com.br/brasil/vaza-jato-mostra-articulacao-da-anpr-para-defender-grampo-ilegal-contra-lula

Responder

constância

21 de setembro de 2019 às 21h07

Não é lava jato é quadrilha a jato de Curitiba pois todo o conteúdo divulgado pelo site Intercept Brasil em parceria com a veja e folha é VERDADE.

Responder

Zé do rolo

21 de setembro de 2019 às 21h06

Nunca existiu lava jato e sim quadrilha a jato de Curitiba.

Responder

Zé Maria

21 de setembro de 2019 às 17h06

O Intercept deixa cristalino que o Combate à Corrupção
foi uma Enorme Fake News plantada por Moro e Dallagnol,
com o objetivo único de derrubar o PT do Governo e impedir
que Lula ou qualquer outro Líder de Esquerda se elegesse.

Responder

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