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Na ONU, Dilma diz que espionagem dos EUA é “afronta”


24/09/2013 - 14h50

do Blog do Planalto

A presidenta Dilma Rousseff defendeu nesta terça-feira (24), durante discurso de abertura da 68ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, o estabelecimento de um marco civil multilateral para a governança e uso da internet e de medidas que garantam uma efetiva proteção dos dados.

Dilma afirmou que as recentes revelações sobre as atividades de uma rede global de espionagem eletrônica provocaram indignação e repúdio em amplos setores da opinião pública mundial. No Brasil, a situação foi ainda mais grave, pois dados pessoais de cidadãos e da própria presidenta da República foram indiscriminadamente objeto de interceptação.

“Lutei contra o arbítrio e a censura e não posso deixar de defender de modo intransigente o direito à privacidade dos indivíduos e a soberania de meu país. Sem ele – direito à privacidade – não há verdadeira liberdade de expressão e opinião e, portanto, não há efetiva democracia. Sem respeito à soberania, não há base para o relacionamento entre as nações”, disse.

Dilma propôs a implementação de mecanismos multilaterais capazes de garantir os seguintes princípios: Liberdade de expressão, privacidade do individuo e respeito aos direitos humanos; Governança democrática, multilateral e aberta; Universalidade que assegura o desenvolvimento social e humano e a construção de sociedades inclusivas e não discriminatórias; Diversidade cultural, sem imposição de crenças, costumes e valores; e neutralidade da rede, ao respeitar apenas critérios técnicos e éticos, tornando inadmissível restrição por motivos políticos, comerciais e religiosos.

Para a presidenta, este é o momento de se criar as condições para evitar que o espaço cibernético seja instrumentalizado como arma de guerra, por meio da espionagem, da sabotagem, dos ataques contra sistemas e infraestrutura de outros países. Segundo Dilma, a ONU deve desempenhar um papel de liderança no esforço de regular o comportamento dos Estados frente a essas tecnologias.

No discurso, a presidenta afirmou que não se sustentam os argumentos de que a interceptação ilegal de informações e dados destina-se a proteger as nações contra o terrorismo, pois o Brasil é um país democrático que repudia, combate e não dá abrigo a grupos terroristas. Ela disse ainda que o Brasil “redobrará os esforços para dotar-se de legislação, tecnologias e mecanismos que nos protejam da interceptação ilegal de comunicações e dados”.

“Fizemos saber ao governo norte-americano nosso protesto, exigindo explicações, desculpas e garantias de que tais procedimentos não se repetirão. Governos e sociedades amigos, que buscam consolidar uma parceria efetivamente estratégica, como é o nosso caso, não podem permitir que ações ilegais, recorrentes, tenham curso como se fossem normais. Elas são inadmissíveis”, disse.

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A presidenta Dilma Rousseff disse que as manifestações de junho são parte indissociável do processo de construção da democracia e de mudança social no Brasil. Em discurso na 68ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova Iorque, Dilma afirmou que ao promover a ascensão social e superar a extrema pobreza, o governo brasileiro criou um imenso contingente de cidadãos com melhores condições de vida, maior acesso à informação e mais consciência de seus direitos.

“As manifestações de junho, em meu país, são parte indissociável do nosso processo de construção da democracia e de mudança social. O meu governo não as reprimiu, pelo contrário, ouviu e compreendeu a voz das ruas. Ouvimos e compreendemos porque nós viemos das ruas. Nós nos formamos no cotidiano das grandes lutas do Brasil. A rua é o nosso chão, a nossa base. Os manifestantes não pediram a volta ao passado. Pediram sim o avanço para um futuro de mais direitos, mais participação e mais conquistas sociais”, disse.

No discurso, a presidenta disse que foi “nessa década, que houve a maior redução de desigualdade dos últimos 50 anos”, além da criação de um sistema de proteção social que permitiu a superação da extrema pobreza. Para Dilma, todos os avanços conquistados são só um começo e por isso “é necessário transformar essa extraordinária energia em realizações para todos”.

A presidenta Dilma Rousseff defendeu nesta terça-feira (24), em Nova Iorque, durante discurso de abertura da 68ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, uma solução negociada para o conflito na Síria. A presidenta disse que o Brasil, que tem na descendência síria um importante componente de sua nacionalidade, está profundamente envolvido com este drama.

“Dois anos e meio de perdas de vidas e destruição causaram o maior desastre humanitário deste século (…) É preciso impedir a morte de inocentes, crianças, mulheres e idosos. É preciso calar a voz das armas – convencionais ou químicas, do governo ou dos rebeldes. Não há saída militar. A única solução é a negociação, o diálogo, o entendimento”, disse.

Dilma afirmou apoiar o acordo obtido entre os Estados Unidos e a Rússia para a eliminação das armas químicas sírias. A presidenta ressaltou que cabe ao governo sírio cumpri-lo integralmente, de boa-fé e com ânimo cooperativo. Ela disse ainda que o governo brasileiro repudia intervenções sem autorização do Conselho de Segurança pois tal atitude só agravaria a instabilidade política da região e aumentaria o sofrimento humano.

“A história do século XX mostra que o abandono do multilateralismo é o prelúdio de guerras, com seu rastro de miséria humana e devastação. Mostra também que a promoção do multilateralismo rende frutos nos planos ético, político e institucional”, disse.

A íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff na abertura da 68ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova York

 Leia também:

Na ONU, Dilma diz que espionagem dos EUA é “grave violação dos direitos humanos” e “desrespeito à soberania nacional”



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34 comentários

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Washington Araújo: E se fosse a Rússia (ou o Irã) que espionasse o Brasil? - Viomundo - O que você não vê na mídia

25 de setembro de 2013 às 22h59

[…] Na ONU, Dilma diz que espionagem dos EUA é “afronta”  […]

Responder

FrancoAtirador

25 de setembro de 2013 às 22h03

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FUSÕES DAS TELES DO HIBERNARDO: DE OLIGOPÓLIO A MONOPÓLIO PRIVADO

Na Europa, depois de um negócio de 1 bilhão e 200 milhões de dólares,

a Telefónica de España, que, no Brasil, detém o controle da operadora VIVO,

agora passará a ser acionista majoritária da Telecom Itália Mobile (TIM),

que, por sua vez, é controladora da operadora de celular TIM, também no Brasil.
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25 de Setembro de 2013

Telefónica elevará fatia na Telecom Italia; TIM pode ser vendida

Reuters, via Terra Tecnologia

O grupo espanhol Telefónica firmou nesta terça-feira acordo para gradualmente assegurar o controle na Telecom Italia, em uma operação que deve ter impacto no mercado brasileiro, já que no país as empresas são controladoras das operadoras de celular Vivo e TIM, respectivamente.

O acordo de 860 milhões de euros (1,2 bilhão de dólares) em dinheiro e ações firmado nesta terça-feira permitirá à Telefónica aumentar sua fatia na Telco, holding que controla cerca de 22 por cento da Telecom Italia, e que outros investidores eventualmente saiam do negócio.

A operação ainda tem que receber aprovação de reguladores brasileiros, que poderão forçar a Telecom Italia a vender a TIM Participações, se a Telefónica adquirir a totalidade da Telco, disse uma fonte da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), à Reuters.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, confirmou que a TIM terá que ser vendida se a Telefónica de fato assumir o controle da Telecom Italia, pois o grupo espanhol não poderá ter o controle de duas operadoras concorrentes no Brasil.
O ministro disse ainda que a alienação não poderá ser para outros grupos que operam no país — Oi, Claro ou Nextel.

A possibilidade de venda da TIM levou a ação da empresa a disparar quase 10 por cento no pregão desta terça-feira na bolsa paulista, contra queda de 0,31 por cento do Ibovespa.

Além de resolver o embate antitruste e regulatório no Brasil, a venda da TIM no Brasil é vista como uma solução para o alto endividamento da Telecom Italia, segundo analistas.

“O maior problema nessa venda é que, no cenário atual das empresas de telecomunicações, não encontramos muitos ‘players’ dispostos a entrar no mercado brasileiro”, disse a equipe de análise da corretora Ativa.

O analista Allan Nichols, da MorningStar Equity Research, avalia que uma solução seria a venda da TIM para uma empresa como Vodafone ou DirectTV, mas ele também faz ressalvas sobre o potencial interesse no ativo brasileiro.

“Apesar de a Vodafone ter dinheiro suficiente, após vender sua fatia na Verizon Wireless, a empresa nunca operou na América Latina e não achamos que queiram entrar nesse mercado”, escreveu Nichols, em relatório. “Já a DirectTV tem algumas operações no Brasil que iriam se complementar com as da TIM, mas também não achamos que a empresa gostaria de se comprometer dessa forma.”

ACORDO

A Telefónica anunciou pela manhã um acordo envolvendo ações e dinheiro para aumentar sua fatia na Telco.
Através de uma complexa série de transações (http://migre.me/gcG0F e http://migre.me/gcG0Y), a Telefónica só assumirá o controle total da Telco –e, portanto, da Telecom Italia– se receber a aprovação de reguladores antitruste.

A operação avalia as ações da Telecom Italia detidas pelos seus parceiros italianos na Telco em 1,09 euro por papel. Integram o grupo de investidores a seguradora Generali e os bancos Intesa Sanpaolo e Mediobanca.

Em comunicado ao mercado brasileiro, a Telefónica confirmou os detalhes da operação, afirmando ter adquirido ações preferenciais sem direito a voto, mantendo-se por enquanto inalterada a estrutura de controle da Telco.

Segundo a empresa, foram preservadas todas as obrigações e restrições originalmente impostas pela Anatel e pelo Cade, referindo-se ao acordo firmado com as autoridades em 2007 que previa a não interferência na gestão da TIM no país. A empresa não comentou a possibilidade de venda da companhia.

(Por Danilo Masoni, em Milão, Leonardo Goy, em Brasília, e Luciana Bruno, no Rio de Janeiro)

(http://tecnologia.terra.com.br/telefonica-elevara-fatia-na-telecom-italia-tim-pode-ser-vendida,f793149c23251410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html)

Responder

Arthur

25 de setembro de 2013 às 21h47

Só os americanófilos acreditam que o discurso da Dilma é coisa de gente atrasada. Vejam só os três casos recentes nos Estados Unidos: Bradley Manning (35 anos de prisão), Snowden (refugiado na Rússia) e Assage (ameaça de prisão no paraíso da liberdade de expressão).

Responder

elizabeth pretel

25 de setembro de 2013 às 16h29

Excelente o pronunciamento de nossa presidenta.
Infelizmente, segundo a mídia (pig) não vai adiantar. Porém, tenho certeza de que o(a) presidente(a) de um país, que tem conhecimento da espionagem de que ela(e) foi vítima, assim como grande parte do povo e empresas do país, tem a oportunidade de se manifestar perante os líderes dos países que englobam a onu, não o faz, isso certamente denota COVARDIA. Entretanto, após tomar ciência de comentários feitos por “cientistas políticos(?) e col, digo colunistas(?)”)só tenho a lamentar, pois ainda QUEREM ficar abanando o rabinho para o tio sam. PIG, toma jeito, afinal somos todos brasileiros e queremos o MELHOR para nosso país, independente de quem o governe.

Responder

José Carlos R. Campos

25 de setembro de 2013 às 15h34

O discurso foi bom, MAS INÓCUO. Ou seja, NADA VAI MUDAR. O Brasil não tem tecnologia, nem recursos humanos e financeiros para contrabalançar ou impedir a espionagem americana. Declaração na “Falha” de São Paulo http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/120568-e-inviavel-barrar-espionagem-diz-ex-analista.shtml

Responder

Ricardo G. Ramos

25 de setembro de 2013 às 12h53

No mais, é como a manchete de o Escrevinhador Rodrigo Vianna sobre o assunto: “Perdeu, cowboy!”. O resto é apenas o “jus sperniandi” dos empedernidos de plantão.

Responder

Lula: É equívoco a sociedade achar que o financiamento público vai tirar dinheiro da União - Viomundo - O que você não vê na mídia

25 de setembro de 2013 às 09h20

[…] Na ONU, diz que  espionagem dos EUA é “afronta” e defende marco civil global para a internet […]

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Fernando Brito: "Obama já sabe que Dilma não é só de fazer caras" - Viomundo - O que você não vê na mídia

25 de setembro de 2013 às 07h52

[…] Na ONU, Dilma diz que espionagem dos EUA é “afronta” e defende marco civil global para a intern… […]

Responder

FrancoAtirador

25 de setembro de 2013 às 00h34

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Em matéria de ‘governança’

só falta os United States

cobrar royalties pela Web.
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Responder

    FrancoAtirador

    25 de setembro de 2013 às 02h32

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    Até parece piada.

    Talvez não seja…
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    30 de abril de 2013

    World Wide Web pública completa 20 anos hoje

    Por Ronaldo Gogoni, no MeioBit

    Há exatos 20 anos a internet começou a ser moldada na forma como conhecemos hoje.

    Em 30 de abril de 1993, o CERN [sigla em francês de “Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire”, ou Conselho Europeu para a Pesquisa Nuclear (http://home.web.cern.ch/about), laboratório europeu fundado em 1954, situado na fronteira franco-suíça, perto de Genebra],
    publicou um anúncio (https://cds.cern.ch/record/1164399)
    em que tornou as tecnologias por trás da World Wide Web de domínio público e livre de royalties, em que qualquer um pode compartilhar o que quiser, a bênção e maldição da internet.

    Essa decisão de não cobrar royalties pelo uso da internet foi primordial para o crescimento da mesma, e se deve ao desejo do físico, cientista da computação, professor do MIT, entusiasta e “pai” da web Tim Berners-Lee de transformá-la num repositório colaborativo acessível a todos, onde todo mundo pode compartilhar, aprender e ensinar sobre qualquer coisa.

    Berners-Lee e o pessoal do CERN simplesmente mudaram a forma como nos comunicamos para sempre.

    Berners-Lee foi o principal responsável pela internet como conhecemos.
    Ele foi o primeiro a se comunicar com sucesso entre um servidor e um cliente HTTP, em 1989.
    Foi o primeiro a inserir uma imagem na internet (que possui uma história muito peculiar), em 1992.
    (/2012/07/11).

    Nesse caso ele foi tão influente que sua técnica sensacional de photoshopagem é muito popular até hoje, basta passear um pouco pelo Facebook. :)

    Em comemoração à data de hoje [30/4/2013], o CERN trouxe de volta do túmulo o primeiro site da internet (http://first-website.web.cern.ch), inclusive com o link original.
    Vale mais como curiosidade, para vermos o quanto as coisas evoluíram em duas décadas.
    A recuperação do site faz parte de um projeto de recuperar e preservar a história da internet.
    Para saber mais, clique aqui: (http://first-website.web.cern.ch).

    Fonte:
    CERN (http://info.cern.ch)
    via ET (http://www.extremetech.com/computing/154572-the-world-wide-web-is-20-years-old-today)

    (http://meiobit.com/122023/world-wide-web-www-internet-publica-20-anos-tim-berners-lee-primeiro-site)
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FrancoAtirador

25 de setembro de 2013 às 00h26

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Aplicação de multas da Anatel não é postura ideal, afirma Walter Pinheiro

Por Elina Rodrigues Pozzebom, na Agência Senado

Apesar de a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vir intensificando o acompanhamento da qualidade do serviço ofertado pelas empresas e aprimorando os mecanismos de fiscalização, com aplicação de multas pesadas às operadores de telefonia que não cumprem as metas, a postura não é a ideal.

Esta foi a avaliação do senador Walter Pinheiro (PT-BA), após audiência pública para debater a qualidade e os investimentos na área, realizada nesta terça-feira (24).

– A Anatel é insatisfatória, eu continuo reclamando, esse é um dos problemas centrais, as agências no Brasil precisam ter outro tipo de ação e atitude. Multa, se for cobrar o que já foi aplicado à Oi, por exemplo, tem que fechar e todo o patrimônio usado para pagá-las.
Mas à medida que se patrocinar isso, vai ter que desligar a tomada de um bocado de lugar, então é fundamental que a gente continue cobrando para que os serviços sejam executados – disse Walter Pinheiro, que foi o autor do requerimento para a realização do debate.

Durante a audiência, Roberto Martins, presidente da Anatel, listou uma série de ações da autarquia, como o compromisso das empresas de chegarem às áreas rurais, uma exigência feita das empresas que participaram da licitação da telefonia 4G.
Além disso, mencionou serviços ofertados, como a consulta no site da Agência das empresas mais bem avaliadas em cada cidade, para os consumidores considerarem quem atua melhor em determinada região ao contratarem o serviço. Mas para o senador, isso não altera a postura equivocada da Anatel.

– A agência só chega para dizer ‘Ah é? Aconteceu?’. Ela precisava se antecipar, garantir que funcione e não só constatando [os problemas] e aplicando multa – declarou [o senador petista].

Essa visão também foi compartilhada pela senadora Angela Portela (PT-RR).

Para ela, a empresa se habilita a cumprir metas estabelecidas em todas as regiões do Brasil e não as cumpre, recebe um alto índice de multas, muitas vezes não pagas, o que não soluciona o problema. Em sua opinião, se a multa não é suficiente para ajustar a atuação das empresas, então que se criem outros instrumentos para penaliza-las.

A visão a respeito da lentidão na atuação da Anatel foi reforçada pela exposição do secretário de Fiscalização e Desestatização e Regulação de Energia e Comunicações do Tribunal de Contas da União, Marcelo Barros da Cunha.

Ele mencionou auditoria realizada em 2006, quando foi feita uma série de recomendações à Agência, como a adoção de medidas cautelares (a suspensão de vendas de chips, realizada em agosto de 2012, é um exemplo) em vez de aplicação de multas, ou que acompanhassem em tempo real as reclamações dos usuários e a solução dada pelas operadoras. Ou ainda que a Anatel passasse a avaliar as empresas pela ótica do usuário, observando tarifação, cobranças, erros em faturas.
Entre 2008 e 2012, revelou, o TCU fiscalizou o cumprimento e a implantação das sugestões, mas o grau de mudanças e melhorias na regulação foi baixo.
Na opinião do subprocurador geral da República e coordenador da 3ª Câmara (Consumidor e Ordem Econômica) do Ministério Público Federal, as operadoras transferem aos órgãos públicos a responsabilidade que é delas próprias, de resolverem os problemas de seus serviços.

– As operadoras não prestam conta ao público, parece que todos os problemas das falhas de serviço são repassados para a voz da autoridade reguladora, está errado – avaliou.

Disse ainda que até mesmo as metas estabelecidas pela Anatel para as telefonias – que muitas vezes são descumpridas – precisam ser avaliadas mais atentamente, já que as estatísticas, as médias, escondem falhas que o consumidor aceita com regularidade quando na verdade é preciso muito aprimoramento.
O subprocurador sugeriu, inclusive, que as audiências públicas no Senado possam ser mais técnicas.

– O setor regulado é desenvolvido pelas empresas, mas sob franquia do Estado. É legítimo se chamar a operadora e ela ser avaliada, se explicar para seus clientes nessa Casa. A questão da qualidade, com discussão de indicadores, a Anatel diz que operadora cumpriu o percentual, mas é preciso discutir se o indicador adotado pela autoridade reguladora foi tímido. Só com analise focalizada pode se ver – analisou.

Audiências
O senador Walter Pinheiro também compartilha a opinião de que a sistemática das audiências públicas precisa ser alterada.

– As audiências públicas viraram local comum onde qualquer um vem, constata chora, reclama, e no dia seguinte todo mundo volta a funcionar como no dia anterior, sem fazer nada. É melhor produzir através de um grupo de trabalho da comissão, para apontar as raízes do problema e colocar quais soluções podemos apresentar. Se há necessidade de trocar artigos da legislação, ou substituí-la, façamos, se não, é a gente acionar os órgãos responsáveis pelo cumprimento da lei – declarou.

Já Danilo Doneda, do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor da Secretaria Nacional do Consumidor (Senade) – que concentra os dados dos Procons do país inteiro – citou uma das reclamações dos usuários de telefonia: a complexidade de planos oferecidos em pacotes não permite a comparação entre empresas, o que dificulta a busca por melhores preços.

As principais queixas giram em torno da ausência e queda de sinal, bloqueios indevidos, oferta além da capacidade da rede, com proliferação de promoções em regiões com problemas de infraestrutura e a velocidade da internet banda larga, que muitas vezes não chega ao valor realmente contratado.

Empresas
Eduardo Levy, presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), citou o crescimento acelerado do serviço de telefonia e internet banda larga nos últimos anos. Segundo disse, dos 110 milhões de acessos existentes, mais de 40% foram ativadas nos últimos 18 meses, o que é uma “verdadeira revolução digital no país”.
Hoje, segundo disse, existem 3.414 municípios com banda larga móvel 3G, no país.
O número pode ser considerado baixo, mas excedeu as metas estabelecidas pela Anatel, que previa para abril de 2013 a internet em 900 municípios.

Para Levy, a enorme base de consumidores, tanto de telefonia quanto de banga larga fixa e móvel, acaba inflando os números de intercorrências, por isso é preciso se focar nos números proporcionais.
Um serviço que cresce 48%, se as reclamações crescerem 20%, cresceu metade da própria base, citou.

A senadora Angela Portela (PT-RR), durante os debates, questionou a notícia de que a operadora Oi teria desistido de oferecer internet banda larga na região amazônica por considerar a operação inviável, a qual deveria ser assumida pela Telecomunicações Brasileiras S. A. (Telebras).

Também fez questionamentos a respeito do plano de metas de expansão para Roraima em 2013, mas não obteve respostas.

Os parlamentares também destacaram a necessidade de se aprovar o projeto da Lei Geral das Antenas (PLS 293/2012), que aguarda análise da Câmara.
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MPF
24/9/2013

Coordenador da 3ª Câmara pede melhorias na área de telecomunicações

Em audiência no Senado, Antonio Fonseca afirmou que as operadoras de telefonia devem prestar contas dos serviços prestados aos seus clientes
Coordenador da 3ª Câmara pede melhorias na área de telecomunicações
A 3ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal participou, nesta terça, 24 de setembro, de audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado para tratar dos investimentos e da qualidade dos serviços de telecomunicações (móvel, fixa e banda larga) e da tecnologia da 4ª Geração (4G).

Segundo dados da Associação Brasileira de Telecomunicações (TeleBrasil), a Banda Larga móvel cresceu 40% nos últimos 18 meses, o que gera várias reclamações nos órgãos de defesa do consumidor, porque a demanda cresce mais que a cobertura dada pelas operadoras.

O coordenador da 3ª Câmara, Antonio Fonseca, disse que o setor de telecomunicações custa caro aos órgãos de defesa do consumidor. Para ele, é como se as falhas do serviço e a responsabilidade dessas empresas fosse transferida às autoridades regulatórias para que resolvam o problema. “Sinto falta das operadoras que não prestam conta dos serviços aos clientes, elas também deveriam estar aqui”, concluiu.

O superintendente de Controle de Obrigações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Roberto Pinto Martins, afirmou que a Banda Larga e os serviços de telecomunicações são acompanhados pela agência, que mede a qualidade e a distribuição do serviço. “As empresas coletam dados e encaminham para nós, mas também coletamos os dados e analisamos”, afirmou. Segundo ele, quase todos os indicadores de expansão e de qualidade estabelecidos pela Anatel para as operadoras tem sido cumpridos.

Eduardo Levy, presidente-executivo da TeleBrasil, disse que, com o Marco Civil da Internet, o setor cresceu grandiosamente no país nos últimos anos e que o acesso a Banda Larga já é realidade em quase todo o Brasil.

Segundo Levy, 110 milhões de brasileiros acessam a internet e 3.414 municípios têm cobertura com a Banda Larga móvel 3G.
“O crescimento de acesso pelos Smartphones é de 109% no volume de dados trafegados e pelos Tablets de 216%”, afirmou.

Mas, para Fonseca, afirmar que os indicadores foram cumpridos e que a expansão do setor é cada vez maior não basta.

“A Anatel pode dizer que a operadora cumpriu o indicador estabelecido, mas, será que é isso mesmo?”.
Para ele, os indicadores não dizem tudo e as estatísticas podem esconder erros.

O coordenador da 3ª Câmara enumerou alguns fatores que, se adotados, podem trazer mais qualidade para o setor: planejamento e governança; competição e regulação.

Secretaria de Comunicação
Procuradoria Geral da República

(http://noticias.pgr.mpf.mp.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_consumidor-e-ordem-economica/coordenador-da-3a-camara-pede-melhorias-na-area-de-telecomunicacoes)
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Responder

MELCOIFFEUR

24 de setembro de 2013 às 23h51

Vejo que depois de tantos comentários e discursos bem feitos pela minha presidenta a qual eu votei com orgulho e assim faria se caso fosse reeleição.Deixo aqui minha pequena ideia: com tantos pensamentos variados diversos a cerca da internet,que não nos tras segurança ou sigilo de dados,eu pergunto a quem possa querer-me responder-me se for possivel. á rumores que a nova tecnologia digital vem se evoluindo bem suavemente no Brasil,e que esta forma de identificação humana é via satélite e é operada com um armazenador de dados pessoais completo de um individuo,e este é na sua integra uma pequena capsula,conhecida cientificamente como chip de armazenamento de dados humanos implantado sub-cutãneo na mão direita ou na testa do individuo cadastrado,onde este chip leva a mensagem digital via satélite e rastreia o mesmo,onde quer que ele esteja. sabendo deste acontecimento futuro por vir,pergunto aos órgão governamentais: É já em andamento vagarosamente este fato sobre este tal biochip de identificação humana,no Brasil??? Responda-me se possivel for,muito obrigada,de antemão pela resposta.

Responder

Paulo

24 de setembro de 2013 às 22h35

Marco Civil Global na Internet?

Agora, parodiando Garrincha, além de combinar com os russos, vamos ter que combinar com chineses, norte-americanos e lógico, com os marcianos!

Por favor, avisem aos meus tataranetos quando isso for factível.

Responder

Demetrius

24 de setembro de 2013 às 22h27

Com perdão do termo chulo, mas a Dilma foi foda hoje.
Deu orgulho pra um monte de gente que votou nela.

Responder

francisco.latorre

24 de setembro de 2013 às 22h06

íntegra do discurso imperial.

a declaração de guerra.

http://www.youtube.com/watch?v=mELZZj1nLs4

..

dilma?..

arrasou. como sempre. feroz definitiva.

..

Responder

lulipe

24 de setembro de 2013 às 21h40

Um pouco de firula visando algum ganho político é até compreensível, como os discursos que a presidente têm feito ultimamente se queixando de uma prática que não só os EUA como meio mundo faz desde que o homem surgiu no planeta.Agora o que o governo deveria fazer é se preparar para não mais passar este tipo de vexame, investindo efetivamente em segurança cibernética, construção de satélites próprios entre outras medidas.Enquanto os EUA gastam US$52 bilhões em espionagem, o governo do PT só investe metade do minguado orçamento para segurança cibernética, é só dá uma olhada no link abaixo:

http://cio.uol.com.br/noticias/2013/07/16/governo-investe-metade-do-orcamento-de-seguranca-cibernetica-em-2012/

O resto é blá blá blá para enganar trouxa!!!

Responder

    Paulo

    24 de setembro de 2013 às 22h46

    E é bom lembrar que Lula e trupe, ainda no primeiro mandato, relegaram o Linux a um segundo plano. Caíram no canto da sereia da Microsoft e no conto do vigário de Hélio Costa. Não foi por falta de aviso da comunidade apoiadora do código aberto.

    Agora é passar vergonha de chorar em público!

Fabio Passos

24 de setembro de 2013 às 20h12

Foi muito bem a Presidenta Dilma.
Não somos mais governados por capachos entreguistas como fhc.
A espionagem ianque é criminosa!

O PiG, ponta de lança dos interesses imperialistas, seguramente vai criticar…

Responder

Abel

24 de setembro de 2013 às 20h03

Por volta das 18:40 h desta terça-feira, quando eu acessei o Huffington Post (americano), a matéria sobe o discurso da Dilma já tinha mais de 6.000 visualizações – deve ter sido um dos recordes do dia :) Dá-lhe presidenta!

Responder

Elias

24 de setembro de 2013 às 19h46

Ontem o Jornal Nacional chamou Angela Merkel de mulher mais importante do mundo. Sim, para o mundo da Globo que é o submundo da verdade. Para o mundo real a mulher mais importante do mundo chama-se Dilma Rousseff.

Parabéns, presidenta.

PS: Eu preferiria que o Brasil rompesse relações com os Estados Unidos. Um país que nos espiona, não é um país amigo. Mas sei o quanto a elite, a mídia e outras forças reacionárias se chocariam com tal atitude. E sei também que tal ato iria comprometer interesses econômicos de inúmeras empresas brasileiras e estrangeiras instaladas em nosso país. Portanto, temos de engolir esse sapo ianque, por ora, e pôr em prática o mais breve possível o que Dilma disse que o Brasil fará: “redobrará os esforços para dotar-se de legislação, tecnologias e mecanismos que nos protejam da interceptação ilegal de comunicações e dados”.

Responder

    lulipe

    24 de setembro de 2013 às 22h50

    Você é um brincalhão Elias!!!

Antônio Ângelo

24 de setembro de 2013 às 18h23

Ótimo o pronunciamento da nossa grande PRESIDENTA. Essa, sim, podemos sentir orgulho e afirmar sem medo de errar: Lula como sempre super observador, soube escolher pra nos representar e nos comandar. Parabéns Lula, Parabéns Dilma!.

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pierre

24 de setembro de 2013 às 17h57

Parabéns Presidenta Dilma, a senhora enobrece a nação brasileira. Presidenta, renove o seu compromisso com a independência e soberania do Brasil autorizando o desenvolvimento e produção de armamentos nucleares.

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José Sena

24 de setembro de 2013 às 17h56

Leitores do Viomundo,

Foram os Norte-Americanos que criaram a internet que é descendente direta da antiga rede militar Arpanet, onde todas as tecnologias de base da internet foram criadas. Portanto, o que devemos esperar de uma criação americana do departamento de defesa dos EUA? Estamos colhendo o fruto do comodismo e da falta de investimento em ciência e tecnologia, isto explica porque os servidores de DNS mestre estão em território americano, por isso a internet é, em sua essência, fonte de espionagem para os Americanos, ou melhor a internet é dos EUA. Devemos ter nossa própria “internet” conectando as nações realmente amigas e estas nações, principalmente o Brasil, Rússia, Índia e África do Sul (a China é tão imperialista quanto os EUA), devem investir massivamente em ciência, tecnologia e educação para produzir seus próprios conteúdos e não ter medo de reinventar a “roda” quando esta “roda” for fonte de dependência tecnológica.

Um abraço a todos.

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    M D

    24 de setembro de 2013 às 19h53

    Concordo José,

    mas a questão dos EUA terem criado a internet é tão controverso quanto os irmãos Wright serem os pais da aviação, e não Santos Dumont. Porque há quem diga que ela foi criada no CERN, maior estabelecimento de pesquisa científica do mundo, que fica na Suíça. Para variar eles estão roubando alguma coisa de alguém!Rs

Hell Back

24 de setembro de 2013 às 17h38

Na minha modesta opinião, esse discurso me pareceu inócuo. Não vai ser um discurso de uma presidenta de um país em desenvolvimento que vai fazer o tio Sam mudar de idéia. A única língua que eles conhecem é a da força. Por essa e outras razões o nosso país deve investir maciçamente em defesa estratégica.

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    M D

    24 de setembro de 2013 às 20h01

    Não muda, mas mostra firmeza e falta de servilismo e subserviência. Chama a atenção do mundo, “marca território”. O Brasil se mostra protagonista no cenário internacional, etc, que nem vou esmiuçar porque levaria tempo…
    Ela fez o que se espera de um Chefe de Estado.

    Acompanhei o discurso e é bom ver que não somos , mais, subservientes aos caprichos americanos. Foi um discurso firme, objetivo, consistente de um verdadeiro líder. Defendeu a ampliação do multilateralismo. Enquanto que o discurso americano foi fraco, como se estivesse se justificando por suas práticas e suas intervenções, inclusive mal tocou no assunto da espionagem. Defendeu a saída do presidente da Síria. Ainda mentiu duas vezes, porque disse que defende o programa nuclear iraniano para fins pacíficos, mas o Brasil conseguiu que o então presidente Ahmadinejad assinasse um documento com todas as 10 exigências do governo americano e Obama não aceitou o documento . Além de dizer que as armas químicas usadas na Síria vieram do governo Sírio. O que não está provado. Acredito que o discurso da Dilma vá ser bem visto pela comunidade internacional não comprometida com os EUA.

    M D

    24 de setembro de 2013 às 20h38

    Antes éramos República das bananas, do samba, de mulher pelada, do futebol, agora somos respeitados.

    Abel

    24 de setembro de 2013 às 20h04

    Submarino nuclear já!

Urbano

24 de setembro de 2013 às 17h36

As ações sórdidas dos ianques são seculares. As palavras da Presidenta foram na medida exata, em função de como deve acontecer dentro da diplomacia. Quem reclamou da dureza é porque não foi nos olhos deles. Agora tem uma coisa… a espionagem contra o Brasil e a Presidenta é tão canalha quanto a ficha do doi-codi dela forjada pelo pig; afora outros crimes cometidos pelo pig contra ela mesma e contra o Brasil. Daí, a necessidade de se fazer uma perguntinha técnica: por que o cruzamento dos braços em relação ao banditismo do pig?

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Julio Silveira

24 de setembro de 2013 às 16h37

É com raro prazer que me deleito assistindo um discurso de presidente Brasileiro na ONU. A Dilma resgata com esse discurso, digno, histórico, a dignidade da cidadania brasileira, que vinha sendo por longos períodos, vendida como prostituta aos interesses corporativos que se travestem como de estado deste país de governantes tortuosos e dissimulados. Não existe nação soberana se os próprios cidadãos preferirem adotar culturas estrangeiras, abdicando de reforçar a formação dos próprios traços culturais, baseados na história de construção das próprias cidadanias.
E convenhamos vimos fazendo isso como se só existisse o amanhã se fosse vindo dos States.
Finalmente, nesta parte estamos sendo representados de forma que causa orgulho. Mas ainda é pouco, precisamos, aqui na nossa casa, retirar das mãos dos imobilistas, o poder que tem, e fazem uso, para frear o processo de uma internet livre e veloz em todo o território nacional. Não esquecendo os grupos empresariais facilitadores dos interesses das agencias intrusas americanas. Esses tem que serem marcados na paleta, de preferência sendo alijados do direito de se beneficiarem da economia deste país que ajudaram a desrespeitar.

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francisco.latorre

24 de setembro de 2013 às 15h36

destaque. histórico.

o discurso imperial. do dono do mundo.

arrogante mentiroso cínico.

declaração. imperial. de guerra.

guerra ao mundo. à lei internacional.

..

lei. internacional. autodeterminação dos povos.

lembram?..

drones. execuções. golpes. honduras paraguai líbia egito. etc etc. turquia brasil. etc etc.

big brother. fucking you.

essa a lei.

a lei do cão.

..

obama o hipócrita.

agora vai de cínico.

fim de feira.

..

detalhe.

falta combinar. com o mundo.

patetinhas. esses amerikans.

e os vassalos. os sub-amerikans.. no brasil e mundo afora..

deploráveis. conformistas conformados. servos.

..

império. rouba mente mata. [fato. irrecorrível.

apoiar. se sujeitar. cavar uma boquinha. ou não. [opção. intransferível.

caráter. faz diferença.

..

Responder

    Tarcísio Arruda

    24 de setembro de 2013 às 17h30

    Enfim, temos alguém com fibra e dignidade na presidência da República para defender com veemência e altivez nossa nação e os interesses do povo brasileiro.

    lulipe

    24 de setembro de 2013 às 22h53

    Se você acha que com discurso a situação vai mudar, caro Tarcísio, acho melhor preparar as meias para receber o papai-noel no Natal.


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