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Movimentos sociais e centrais articulam frente de esquerda


26/12/2014 - 15h24

lula na entrega das chaves do conjunto João Cândido

A convite de Guilherme Boulos, do MTST, Lula foi à inauguração de um conjunto habitacional gerido pelo movimento, na Grande São Paulo. Foto: Danilo Ramos/RBA

Atos pós-eleição estimulam movimentos sociais a articularem ‘frente de esquerda’

Ricardo Galhardo, no Estadão, via A Tarde

Cerca de 40 líderes de movimentos sociais, centrais sindicais e partidos como PT, PSOL, PC do B e PSTU começaram a articular a criação de uma frente nacional de esquerda e já preparam uma série de atos e manifestações para 2015. O objetivo dessa mobilização é o de se contrapor ao avanço de grupos conservadores e de direita não só nas ruas, mas no Congresso e no governo federal.

A primeira reunião do grupo ocorreu na semana passada, em um salão no Largo São Francisco, no centro de São Paulo. Participaram lideranças do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Central de Movimentos Populares (CMP), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Levante Popular da Juventude, Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Via Campesina, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Consulta Popular, Intersindical e Conlutas, além de representantes dos quatro partidos e integrantes de pastorais sociais católicas.

A iniciativa partiu de Guilherme Boulos, do MTST, que no sábado havia feito elogios ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na inauguração de um conjunto habitacional gerido pelo movimento, na Grande São Paulo. Dias depois, Lula, que é cotado para disputar o Palácio do Planalto em 2018, divulgou vídeo no qual diz que é preciso “reorganizar” a relação com os movimentos e partidos de esquerda se o PT quiser “continuar governando o Brasil”. Boulos não quis comentar a criação da nova frente. “Isso ainda não foi publicizado”, disse.

Participantes da reunião negam que a frente tenha caráter eleitoral. Segundo eles, a frente popular de esquerda (ainda sem nome definido) vai agir em duas linhas. A primeira é atuar como contraponto ao avanço da direita nas ruas e no Congresso. Após os protestos contra a reeleição da presidente Dilma Rousseff, esses grupos também preparam maior articulação.

A segunda é buscar espaço dentro do governo Dilma para projetos que estejam em sintonia com a agenda da esquerda, como reforma agrária e regulação da mídia. “Vamos fazer a disputa dentro do governo”, disse Raimundo Bonfim, da CMP. Os movimentos que participaram da reunião preparam um cronograma de manifestações que começa com atos pela convocação de uma constituinte exclusiva para a reforma política na posse de Dilma, no dia 1.º.

Em 1º de fevereiro, quando tem início a nova legislatura, um ato no Congresso vai pedir a cassação do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) por quebra de decoro. “Em torno destas atividades deve se buscar uma unidade. O primeiro semestre deve ser de muita instabilidade política”, disse o deputado Renato Simões (PT-SP). Segundo ele, outra missão da frente de esquerda será enfrentar na rua o “golpismo” representado, segundo ele, por grupos que pedem o impeachment de Dilma.

A previsão de instabilidade tem base nos desdobramentos da Operação Lava Jato. No ano que vem a Procuradoria-Geral da República deve se pronunciar sobre políticos citados no caso.

Segundo o deputado Ivan Valente (PSOL-SP), que também participou da reunião, os grupos e partidos sem ligação com o governo vão cobrar apuração e punição dos desvios, mas sem estímulo à venda do patrimônio estatal. “Não vamos permitir que os escândalos sejam usados para privatizar a Petrobras.”

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



24 comentários

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Jair

30 de dezembro de 2014 às 08h32

“Projetos que estejam em sintonia com a esquerda” ????? Pelo amor de Deus … os PAC´s são o quê ?? Rogo aos companheiros apenas que tenham a clareza de entender o papel de todos nós neste momento e nos próximos 12 meses(1 ano de cada vez até 2018). Como diz bem nosso companheiro maior: “Nunca antes na história deste país” … nada foi feito desta maneira, nesta magnetude. O PAC é sem dúvida a materialização maior da maioria das promessas da esquerda brasileira sobre um país na prática, desde sempre. Concentremo-nos ao redor do PAC, vigiemos as finalizações e militemos pelos novos inícios. Sempre haverá o que fazer, enquanto houve pessoas e dores.

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Paulo

28 de dezembro de 2014 às 22h04

Finalmente! A esquerda brasileira precisa de união e organização.

Responder

Luther

28 de dezembro de 2014 às 18h22

Das Mães de Maio

GOVERNISTAS x MOVIMENTOS AUTÔNOMOS

As Sucursais Governistas já definiram sua estratégia para 2015 em diante: enaltecer os movimentos sociais que dançarem estritamente sob a cartilha do Lulo-Dilmo-Petismo – sem sair um milímetro do script (ou seja: totalmente cooptados); e tentar isolar, desmoralizar e até criminalizar os movimentos sociais que manifestarem qualquer autonomia crítica em relação aos governos do PT.

O primeiro alvo já parece ser o Passe Livre São Paulo, que anuncia sua luta contra os aumentos de tarifa de ônibus na cidade de São Paulo a partir do dia 05/01/2015, vejam só que ousadia, contra o Prefeito Gato Gourmet Fernando Haddad. Por estarmos apoiando a mobilização do MPL e de todos movimentos que se organizam para resistir ao aumento, alguns trolls petistas começam a acusar nossa página de ser “coxinha”… Afinal, defender a Tarifa Zero para todxs trabalhadorxs é, realmente, uma pauta de direita e bastante elitista… Na esquerda, para estes trolls, devem estar as Empresas de Transporte e seus lucros bilionários – com o Prefeito Gato, este mártir anti-“coxinhas”, defendendo seus interesses…

Algumas dessas Sucursais – historicamente alinhadas à Direção Nacional do PT – acusam o MPL-SP de estar se tornando “uma sucursal do PSTU”, mesmo tendo profundo conhecimento do caráter autônomo e apartidário do movimento. E mesmo sabendo que Sucursais são @s pró[email protected]

Os próximos passos serão as tentativas de desmoralização e, quando vier a repressão da GCM, da PM ou do exército, fazerem vistas grossas ou até mesmo justificar a criminalização e a violência do Estado contra os legítimos manifestantes…

Tâmo Juntão até o fim com o Movimento Passe Livre e com [email protected] [email protected] que lutam com autonomia pelxs Trabalhadorxs, para xs Trabalhadorxs!

É na hora do veneno que enxergamos quem é quem na luta de classes!

https://www.facebook.com/maes.demaio/posts/565400823595622

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Roberto Locatelli

28 de dezembro de 2014 às 11h20

Esse, sim, é um movimento popular verdadeiro, oriundo da ORGANIZAÇÃO dos trabalhadores e da população, ao contrário dos mascarados da CIA, que não passam de mercenários de Washington.

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PIT

27 de dezembro de 2014 às 22h07

Graças a Deus,temos os BLOGS para a CRITICA e a DEFESA contra informações FALSAS, DISTORCIDAS e TENDENCIOSAS de uma MÍDIA que não quer REGRAS e esconde os AVANÇOS do GOVERNO e alimenta um ANTIPETISMO como se o PT tivesse o PODER de MUDAR todas as MAZELAS de SÉCULOS!!! ONDE ESTÁ a M´DIA de ESQUERDA,dos SINDICATOS,de MOVIMENTOS SOCIAIS,de GRUPOS que LUTEM pelas MUDANÇAS POSSÍVEIS e que só ACONTECERÃO com APOIO POPULAR!!!É ISTO que DILMA espera,tenham certeza:a UNIÃO em defesa das REFORMAS,pela EDUCAÇÃO e por um NOVO BRASIL!!!AVANTE,DILMA!!!!

Responder

FrancoAtirador

27 de dezembro de 2014 às 18h02

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Por que surgiu o “15-M” e em seguida o “Podemos”

“Esta Reivindicação de uma Autêntica Democracia é hoje
um Ataque Frontal ao ‘Establishment’ [Sistema]
Político e Midiático que domina o País”

Por Vicenç Navarro, no Público.es | Tradução: Luis Leiria – Esquerda.net

Uma das percepções que o ‘Establishment’ Político-Midiático (a estrutura de poder
refletida nas instituições políticas e nos maiores meios de comunicação) do país
promoveu com maior intensidade foi a de que a transição da ditadura para a democracia
foi ‘exemplar’ pois, segundo nos dizem, passamos, ‘sem maiores problemas’,
de uma ditadura a uma democracia, semelhante a qualquer outra democracia da região.

Olhe-se como se olhar, é óbvio, no entanto, que a realidade
contrasta com esta visão idealizada da Transição.

A democracia espanhola é uma democracia de muito baixa qualidade,
constantemente gerida e vigiada pelos poderes financeiros e econômicos,
que marcam as agendas de comportamento das instituições chamadas representativas,
definindo o que é aceitável ou não no discurso oficial do país
e que determinam as políticas públicas dos partidos do governo.

Há muitíssimos indicadores desta baixa qualidade.

O servilismo dos meios de comunicação em relação à Monarquia e à Coroa;
a falta de diversidade ideológica destes meios,
com uma clara discriminação dos autores críticos do sistema de poder
(de classe e de gênero) existente no país,
com a quase ausência de meios de comunicação de esquerda;
o sistema eleitoral, que produz instituições pouco representativas;
a escassa capacidade redistributiva do Estado;
a sua grande regressividade e a elevada fraude fiscal;
a sua limitadíssima dimensão social, com uma grande pobreza
das transferências (como as pensões) e serviços (como a Segurança Social e a educação)
públicos do Estado do Bem-estar;
a sua elevada e massiva corrupção;
a quase inexistência de formas de participação democrática direta, como os referendos;
e a escassa democratização dos partidos, capturados por aparelhos
que se eternizam, transformando a política numa politiquice entre elites partidárias.

Todos estes factos, e outros, mostram o enorme défice democrático que há
e que se deve a que, ao contrário do que indica a sabedoria convencional do país, não tenha havido nada de exemplar naquela transição.

Na realidade, foi o oposto disso.

E é lógico e previsível que não tenha sido exemplar, pois a ‘Transição’
foi feita em termos muito desiguais.

Num lado da mesa de negociação estava a direita espanhola (que em termos europeus
era, e continua a ser, equivalente à ultradireita no leque parlamentar europeu),
herdeira dos grupos e classes dominantes existentes durante a ditadura,
que controlavam o Estado ditatorial e a maioria dos meios de informação e persuasão.

Do outro lado da mesa estavam as esquerdas, que tinham liderado as forças democráticas
e que acabavam de sair da clandestinidade, da prisão ou do exílio.

Não era uma negociação entre iguais.

Fez-se sob o domínio dos primeiros.

Como consequência disso, não houve uma rutura com o Estado anterior, mas sim uma abertura daquele Estado para integrar predominantemente o PSOE dentro dele, graças a um sistema eleitoral que favorecia o bipartidarismo. A ausência de rutura ficou plasmada no enorme domínio que a direita pós-franquista continuou a ter no aparelho do Estado.

A maioria das elites dos diferentes ramos do Estado eram personagens profundamente conservadoras, quando não nostálgicos do regime anterior.

Desde o sistema judicial até às instituições paraestatais, como as Reais Academias, havia um domínio das direitas ultranacionalistas espanholas de todos estes aparelhos, os quais foram se abrindo para receber e cooptar indivíduos pertencentes às esquerdas maioritárias dirigentes, estabelecendo um Estado bipartidário sob o domínio político e a hegemonia ideológica conservadoras.

Uma característica deste domínio era a ideologia que o aparelho de Estado transmitia, definindo como utopia irrealizável, fantasiosa, demagógica ou qualquer epíteto pejorativo (dos muitos que a direita utiliza na sua narrativa vulgar e profundamente agressiva) qualquer política pública alternativa (fosse econômica ou social) que questionasse a sabedoria convencional promovida ao serviço dos interesses econômicos e financeiros que tutelavam esse Estado.

A continuidade da estrutura de poder dentro do Estado e dos seus comportamentos foi avassaladora.

Um sintoma disso é a permanência da corrupção e a sua grande extensão.

Quando surge o descontentamento com este ‘estado de coisas’ [‘status quo’]?

As novas gerações que foram aparecendo questionam a escassa democracia existente em Espanha.

O seu desejo não era só deixar a ditadura para trás, como tinham tentado as gerações anteriores, como também criar uma democracia bem mais desenvolvida, o que requeria uma rutura ou uma transformação profunda das estruturas do Estado herdado da ditadura, ainda controlado pelas forças conservadoras, que dificultam a realização deste desejo.

Já para não falar que houve no período pós-transição mudanças significativas e notáveis que afetaram positivamente o bem-estar da população, estabelecendo-se o Estado do Bem-estar, incluindo, por exemplo, o Sistema Nacional de Saúde.
Mas o domínio conservador explica que este tenha continuado muito pouco financiado, sendo a Espanha um dos países com um dos gastos públicos mais baixos na área da saúde e um dos gastos privados mais altos nesta área, na UE-15.

Em Espanha gastava-se e continua a gastar-se em segurança social, por exemplo, muito menos do que se deveria, tendo em conta o seu nível de riqueza econômica.

O crescimento da consciencialização das insuficiências do Estado (e muito em particular do Estado do Bem-estar) foi a par e passo com a tomada de consciência de que o Estado não representa os interesses da população, mas sim os interesses financeiros e empresariais entrelaçados com o Estado. Este casamento apareceu com toda a intensidade quando começou a crise, respondendo o Estado a ela com medidas não enunciadas nas promessas eleitorais dos partidos dirigentes.

Esta foi a origem do 15-M, que com os seus slogans definiu bem a natureza do problema.

“Não nos representam”, “Não há pão para tanto chouriço”,
“Chamam-lhe democracia e não é” e um longo etcétera.

A maioria da população cedo se identificou com este movimento, chamado de os indignados, concordando com a sua denúncia do estado de coisas no país.

A maturidade desse movimento foi a causa do surgimento do Podemos, cujo slogan é um apelo à mobilização e à ação, com plena consciência do poder da população quando se mobiliza.

Esta mobilização exige uma Segunda Transição, que consiste na plena realização da democracia em Espanha e que passa não só por uma mudança profunda da via representativa (incluindo os partidos políticos), mas também por uma introdução e expansão da democracia, com o estabelecimento em todos os níveis do Estado (seja a nível central, autonômico ou local) de formas de democracia direta, incluindo referendos, que sejam a expressão do que se veio a chamar direito a decidir.

Este direito tem de se basear no direito a eleger, com plena exposição
de todas as sensibilidades políticas dentro de um leque midiático plural
e autenticamente democrático.

Esta reivindicação de uma autêntica democracia é hoje
um ataque frontal ao ‘Establishment’ Político e Midiático
que domina o país.

Esta exigência de democracia real é incompatível com as elevadas desigualdades em termos de riqueza existentes no país, umas das maiores na UE-15.

O Abusivo Poder da Banca, por exemplo, sobre os Partidos e sobre os Meios [de Comunicação],
limita, vicia e corrompe a democracia atual.

Como também a corrompe a cumplicidade das elites financeiras e empresariais
com os partidos políticos, principal causa da corrupção no país.

E é nesse campo que as reformas políticas deveriam realizar-se. Esta corrupção é intrínseca à natureza do Estado herdado da ditadura, pois é o próprio Estado que protege estes interesses financeiros e econômicos à custa dos interesses gerais.

As políticas neoliberais de austeridade e de reformas laborais regressivas impostas pelo Estado à população são um indicador disso. Tudo isto explica que, em Espanha, a pessoa que não esteja indignada é a que não sabe bem o que acontece neste país.

Daí que o 15-M tenha sido seguido pelo Podemos, que tenta canalizar esta indignação.

E como era e é previsível, a resposta do ‘Establishment’
foi a de defini-lo como um movimento utópico,
com propostas ‘irrealizáveis’, ‘fantasiosas’ e outros insultos,
quando, na realidade, a maioria são propostas muito razoáveis e de senso comum.

É um sinal da deterioração do Sistema chamado ‘democrático’
que o senso comum se tenha convertido numa força ameaçadora
para a continuidade do Sistema Político Midiático atual.

5 de novembro de 2014

(http://www.esquerda.net/artigo/espanha-por-que-surgiu-o-15-m-e-em-seguida-o-podemos/34726)
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Responder

Sandy Farfarelli

27 de dezembro de 2014 às 16h58

Falam em nao permitir a privatzaccao da Petrbras enquanto a Dilma encaminha a privatizaccao da CEF

Responder

Mauro Tadeu

27 de dezembro de 2014 às 13h36

Nós temos que por o nome de Frente Democrática Popular.

Responder

Fabio Passos

27 de dezembro de 2014 às 10h28

Excelente iniciativa.
Ao que parece a esquerda vai finalmente tentar usar o fabuloso capital político acumulado pela maior liderança popular do Brasil: Lula.

Para funcionar é preciso identificar com clareza e combater abertamente o principal adversário: É o PiG!

O PiG é o sustentáculo do Apartheid Social.
São inimigos do povo… e assim devem ser tratados.

Para o Brasil avançar é preciso explodir a casa-grande.
E o PiG é a pedra fundamental do regime construído pela “elite” branca e rica.

Responder

FrancoAtirador

27 de dezembro de 2014 às 00h42

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UNIDOS CONTRA A AUSTERIDADE

Discurso de Pablo Iglesias do “Podemos”, em Lisboa,

no Comício Internacional promovido pelo GUE/NGL

na véspera da IX Convenção do Bloco de Esquerda.

(http://youtu.be/nYyaUHYCQsY)
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Responder

Abelardo

26 de dezembro de 2014 às 23h26

Por um lado é bom a realização dessa frente nacional, quando mostrará a indignação e a força nacional pela cassação do desequilibrado Bolsanaro. Por outro lado é será melhor ainda, visto que será uma ótima oportunidade de chamar às falas o atual omisso e covarde PT, que não defende companheiros de ataques gratuitos, que não denuncia nem encara os tucanos incompetentes, que assiste calado as grosserias contra Dilma e, pasmem, precisa que movimentos sociais liderem e façam a parte que sempre lhe coube nos tempos que que o o pt atual era o verdadeiro PT.

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Fabio Silva

26 de dezembro de 2014 às 22h51

Sem medo de ser feliz!

Muita gente boa deixou de militar nos movimentos por puro desalento.

Horizontalidade.
Reflexão.
Ação.

Que estes sejam os fundamentos da Frente de Esquerda! Será um aprendizado para todos.

Responder

Narr

26 de dezembro de 2014 às 21h07

É preciso mudar a agenda dos movimentos populares: de “Fora Dilma! Vamos à esquerda!” para “Para a esquerda, Dilma, avante!”

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Molina

26 de dezembro de 2014 às 18h15

O Picolé de Chuchu e o Maldadd tascaram aumentos na tarifa de metrô e ônibus. Será que o pessoal vai se mobilizar?

Responder

Prado

26 de dezembro de 2014 às 18h00

Mesmo com os hospitais sem leito, sem médicos e sem aparelhos o dinheiro dos barões continua jorrando nas mãos dos nefastos.

Não tem dinheiro pra pagar professores, não tem dinheiro pra construir escolas dignas e nem vontade de fazer um currículo para ensinar as crianças a lerem e escrever e conhecerem a verdadeira história do Brasil.

Basta dar uma volta na internet pra constatar o analfabetismo que assola a juventude. Todos de celular de última geração, mas escrever a língua portuguesa ninguém sabe.

Responder

Leo V

26 de dezembro de 2014 às 17h37

Pela matéria parece que essa frente vai mais a reboque do projeto de governo, do que de pautas que partem das questões concretas da população.

De toda forma, que uma unidade de esquerda seja bem vinda.

Responder

FrancoAtirador

26 de dezembro de 2014 às 16h31

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Os Tempos são Outros e ainda Mais Sombrios

Uma das alternativas viáveis para barrar a Ascensão do Fascismo ao Poder em 2018,

quer dizer, para salvar a Constituição, é a implementação do Parlamentarismo

com novas normas eleitorais que legitimem a representatividade do Poder Legislativo.
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Responder

abolicionista

26 de dezembro de 2014 às 15h53

Confio no Boulos, mas esse papo de mudar por dentro não me convence mais. Ninguém conhece a máquina tão bem quanto os grupos conservadores que mantêm o status quo. E há um grande risco de que o PT fique com todo o lucro político desse movimento.

Responder

    Lilica

    26 de dezembro de 2014 às 18h40

    Blz, então para não correr o “grande risco” do PT ficar com os louros indevidos, vamos deixar como tá e ver a direita voltar nos braços do povo em 2018.

    abolicionista

    26 de dezembro de 2014 às 23h38

    Por favor, minha cara, não ofenda minha inteligência. Não estou querendo roubar os preciosos votos do PT. Até porque os movimentos sociais e os partidos de esquerda não tem condições de combater o Brasil pujante de João Santana. O problema do PT ficar com o lucro político disso tudo, na minha opinião, é o que ele utilize esse lucro para fins eleitorais e deixe os movimentos populares, mais uma vez, a ver navios. Já existe até uma expressão pra isso, “o movimento pendular do PT”, acena para a esquerda quando lhe interessa, para ganhar votos, volta para a direita em nome da “governabilidade”. Eu não estou pensando no perigo tucano (até porque, um dia o PSDB pode vir a ganhar as eleições, já pensou nisso? E, sempre que isso estiver na iminência de acontecer, o PT vai tentar acenar com a possibilidade de um apocalipse iminente, só que uma história assim, repetida muitas vezes, cansa a audiência, sabe?). E aí o PT aplica uma versão light do que o PSDB faria. Como está acontecendo agora, aliás. Sabe, o risco disso de rifar a legitimidade dos movimentos populares para fins eleitorais é muito alto e deixa o caminho livre para a ascensão fascista. Fascismo a gente combate politizando a população, dando poder, informação e voz ao povo. O PT não politiza justamente porque tem medo de perder voto para a esquerda dita “radical”. Porque querer proteções contra a formação de oligopólios em setores estratégicos, por exemplo, é de um radicalismo sem tamanho né? Bem como propor um modelo de agricultura que não vá provocar câncer em metade da população adulta nos próximos vinte anos. Ah, esses radicais. E ainda têm coragem de ir às ruas. Ora, cadeia neles. Que direitos civis que nada, né? Pois é, com uma esquerda dessas… Mas o meu ponto é que a democracia direta não pode ser refém da democracia representativa (principalmente quando essa representa muito mais o capital financeiro e as grandes construtoras do que o povo em si).

    Leo V

    26 de dezembro de 2014 às 19h40

    concordo plenamente.


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