VIOMUNDO

Diário da Resistência


Ministros indicados por Dilma foram unânimes em rejeitar habeas corpus
Foto Wikipedia
Política

Ministros indicados por Dilma foram unânimes em rejeitar habeas corpus


05/04/2018 - 00h29

Fotos Nelson Jr., Carlos Moura, Fellipe Sampaio, SCO/STF e Wikipedia

Da Redação

Os quatro ministros do Supremo Tribunal Federal indicados por Dilma Rousseff foram unânimes: todos rejeitaram o habeas corpus do ex-presidente Lula.

São eles, pela ordem de indicação, Luiz Fux, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e Edson Fachin. A eles se juntaram, para negar o pedido, a ministra Cármen Lúcia (indicada por Lula) e Alexandre de Moraes (indicado por Temer).

Isso pode refletir apenas o caráter punitivista dos mais recentemente indicados.

Curiosamente, três dos votos dados em favor de Lula vieram dos ministros mais antigos: Celso de Mello, Marco Aurélio e Gilmar Mendes, indicados respectivamente por José Sarney, Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso. Os dois outros votos que concederiam habeas corpus ao ex-presidente vieram de Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli.

A decisão mais curiosa foi a de Rosa Weber.

Como brilhantemente resumiu um meme: “Vou deixar de seguir o meu entendimento para seguir o entendimento da maioria. Que só será maioria porque eu vou deixar de seguir o meu entendimento”.

“Nós não tínhamos um Gilmar Mendes de esquerda para indicar ao STF?”, perguntou em sua página de Facebook o jornalista Breno Altman.

Leia também:

Jeferson Miola: STF pariu o filho do golpe, a prisão de Lula

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



9 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

FrancoAtirador

05 de abril de 2018 às 16h58

Há Muito Tempo, a Thoda Phoderósa
vem manipulando os Ministros do STF.
Impressiona a Ingenuidade do Marco Aurelio
ao abrir mão da Questão de Ordem
parea que fossem Pautadas as ADCs 43/44.

Responder

FELIPE VICENTE

05 de abril de 2018 às 15h18

A ESQUERDA NÃO PODE PRATICAR A AUTOFAGIA. ESTÁ NA HORA DE ENTRAR COM O SABRE NO VENTRE DOS GOLPISTAS

Responder

Julio Silveira

05 de abril de 2018 às 15h13

Rsrsrs, enquanto o FHC governou lendo Maquiavel, e assim conseguiu (apesar de seu governo lamentavel para o povo e o país Brasil), sair, junto com os seus inimputaveis, como oraculos de Delfos, já os lideres do PT enquanto governavam liam os contos dos irmãos Grimm, quando deveriam ter se preparado para governar lendo Sun Tzu e seu a arte da guerra, por isso saira sob golpes e varas, vitimas de sua propria lenda.

Responder

Bel

05 de abril de 2018 às 12h55

Se o exemplo vem de cima, é só o PT aprender com os de cima, como fazer para Lula ganhar um HC no Supremo. Os tucanos e outros políticos e empresários acusados de corrupção conseguiram fácil e rapidamente.

Responder

Célia

05 de abril de 2018 às 10h41

Pq são covardes. Foram escolhas políticas e não técnicas. Então, fizeram política e não justiça. E como explicar os habeas corpus dados para os empresários de ônibus do RJ.
É uma lenda urbana aquela história que juiz tem coragem.

Responder

Mau Rufino

05 de abril de 2018 às 09h57

A culpa deve ser do PSol também né

Responder

J

05 de abril de 2018 às 08h54

Pois e’, fiquei sabendo que ela tem um parente que trabalha na globo

Responder

David

05 de abril de 2018 às 07h25

Cá pra nós. O Fachin é um sujeito ordinário.
Os demais votos contra Lula não apresentou surpresas.

Responder

Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.