VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Mensalão: Barbosa e Lewandowski têm novo embate


26/09/2012 - 19h53

Fabiano Costa, Mariana Oliveira e Nathalia Passarinho, Do G1, em Brasília

Uma segunda discussão entre o relator, ministro Joaquim Barbosa, e o revisor, ministro Ricardo Lewandowski, interrompeu por cerca de 15 minutos a sessão desta quarta (26) do julgamento do processo do mensalão no plenário do Supremo Tribunal Federal(STF).

Revisor e relator já tinham travado uma discussão na primeira sessão de julgamento do mensalão, em 2 de agosto. Na ocasião, Barbosa afirmou que Lewandowski tinha agido com “deslealdade”  como revisor. Lewandowski respondeu se dizendo “estupefato”. Depois, os dois voltaram a protagonizar um novo embate na sessão do último dia 12.

Nesta quarta, os ministros discutiram em dois momentos, o primeiro quando Barbosa pediu a Lewandowski que distribuísse o voto por escrito.

No segundo, a discussão começou quando o ministro-revisor, Ricardo Lewandowski, divergiu do relator, Joaquim Barbosa, ao votar sobre a acusação de corrupção passiva contra  o ex-primeiro-secretário do PTB, Emerson Palmieri.

Ao analisar o subitem da denúncia que trata do recebimento de dinheiro por parlamentares da base aliada, Lewandowski afirmou que o ex-primeiro-secretário do PTB era “um coadjuvante, um protagonista secundário”. “Penso que permanecem sérias dúvidas quanto à participação de Emerson Palmieri nos fatos delituosos.”

Joaquim Barbosa, então, criticou o fato de o revisor apontar dúvidas sobre o envolvimento de Palmieri no esquema.

“Se Vossa Excelência não admite a controvérsia, seria melhor sugerir que fosse abolida a figura do revisor. O senhor quer que coincida todos os pontos de vista,” rebateu o revisor.

O presidente do STF, ministro Carlos Ayres Britto, tentou acalmar os ânimos. “Não só os dispostos jurídicos admitem a interpretação diferenciada – também os fatos comportam interpretação diferenciada.” Barbosa refutou: “Mas eu acho que nós, como ministros do Supremo, não podemos fazer vista grossa a respeito do que consta nos autos.”

O ministro Marco Aurélio Mello, que defendeu Lewandowski e criticou Barbosa em outra discussão anterior, interveio: “Somos 11 juízes. Ninguém faz vista grossa”, afirmou. Barbosa se defendeu dizendo que estava apenas fazendo uma “observação pontual”.

Lewandowski disse, na sequência, que estava tendo “cuidado” na revisão dos autos. Joaquim Barbosa, então, criticou novamente a divergência: “O senhor [revisor] disse que estava em dúvida da participação do réu, mas diz que o réu participava de todas as operações.”

Marco Aurélio Mello criticou Barbosa novamente: “Estamos num colegiado de alto nível. Temos que respeitar os colegas. O senhor não está respeitando.”

O decano da corte, ministro Celso de Mello, tentou apaziguar os ânimos. “Eventual contraposição dialética em torno da interpretação dos fatos, isso, na verdade, faz parte.”

Joaquim Barbosa voltou a fazer críticas ao revisor. “Se o revisor faz colocações que vão inteiramente de encontro com o que o relator disse, não tem o revisor que chamar atenção para três depoimentos capitais do processo, só isso.”

O revisor começou, então, a relatar uma conversa com jornalistas e Barbosa cortou o colega: “Eu não ligo para o que dizem os jornalistas.” Mas o revisor continou: “Às vezes, os jornalistas presenciam o mesmo fato e voltam para as redações e escrevem questões opostas”, exemplificou.

Barbosa, então, voltou a pedir que o revisor distribuísse o voto por escrito. Mais cedo nesta quarta, a solicitação feita pelo relator gerou discussão no plenário.

“Para ajudá-los [os jornalistas] eu distribuo meu voto, para prestar contas à sociedade, eu distribuo meu voto. Vossa Excelência deveria fazer o mesmo”, afirmou.

E Lewandowski subiu o tom: “Vossa Excelência não dirá o que tenho que fazer. Eu cumprirei meu dever.”  “Mas faça-o corretamente”, rebateu Barbosa.

De novo, Marco Aurélio Mello se voltou para o relator: “Policie sua linguagem.” Barbosa respondeu: “Estou usando muito bem o vernáculo.”

Lewandowski questionou a atitude de Barbosa. “Vossa excelência está dizendo que estou fazendo leitura equivocada dos autos, explicitamente.”

O relator respondeu acusando o revisor de “medir” o tamanho de seu voto. “Estou dizendo que é absolutamente heterodoxo um ministro ficar medindo o tamanho do voto do relator para replicar”, afirmou.

O revisor se disse “perplexo” com o colega. “Estou estupefato, perplexo com essa afirmação. Não estou entendendo.”

Em seguida, o presidente do Supremo inteveio e pediu que o revisor continuasse a ler o voto. Lewandowski deu prosseguimento à análise do subitem da denúncia sobre corrupção passiva na Câmara.

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61 comentários

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João Vargas

27 de setembro de 2012 às 14h01

Lembro do julgamento da extradição de Cesare Batistti, quando os ministros da direita rancorosa (Gilmar Mendes, Ellen Gracie,Celso de Mello e Peluso), chegavam a babar de raiva, tentando impedir que prevalecesse a decisão do presidente Lula de negar a extradição. Neste julgamento a atuação de Joaquim Barbosa foi lúcida, coerente e irretocável. O que teria mudado de lá para cá? acho que não mudou nada, denovo atuando como ministro da esquerda Joaquim está antevendo a possibilidade de pela primeira vez na história do STF colocar atrás das grades grandes personagens da corrupção deste país.Se nesta rede caíram alguns peixes do PT a culpa não é do Joaquim, tenho absoluta certeza de que se fossem peixes do PSDB a satisfação do ministro seria redobrada. Vá em frente ministro, corruptos e ladrões não têm cores políticas.

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Antonio Marcos

27 de setembro de 2012 às 12h29

Dêem uma olhada nesse video que saiu agora:
“A verdade da AP 470, doa a quem doer.”
http://www.youtube.com/watch?v=V8a9Bo20ios

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Messias Franca de Macedo

27 de setembro de 2012 às 12h10

Prezadas Maria Izabel L. Silva e Irene; Prezado Vinícius; extensivos a todos e a todas que participam desta conspícua Casa Cibernética,

Há pouco, estava pensando: ‘diante de tudo isso que está acontecendo, creio que algo muito sério está fora do eixo! Não bate! Não se encaixa!… Suei – e senti um tremor… Nos intestinos!…’

Felicidades!

Hasta la Victoria Siempre!

AS RUAS ESPERAM POR VOZES! OU NÃO?!…

Saudações democráticas, progressistas, nacionalistas e civilizatórias,

Messias Franca de Macedo
Feira de Santana, Bahia
República de ‘Nois’ Bananas

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Bonifa

27 de setembro de 2012 às 11h45

O processo tomou a cara do Joaquim Barbosa. E a mídia de direita treme de pavor com a possibilidade de ver todo o seu refinado trabalho submergir sob as ondas do burlesco. Joaquim parece um menino mimado que não pode ser contrariado, que bate o pé. Talvez considere que as horas que alega ter perdido insone a estudar o processo do mensalão, foi sacrifício digno de um mártir para salvação da própria Humanidade. Todos, gregos e troianos, estão a perguntar: Que será do STF sob a presidência de Joaquim?

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    Scan

    27 de setembro de 2012 às 14h12

    Bonifa, tenho uma opinião desde o primeiro dia do julgamento e acredito que minha opinião seja cada vez mais válida: SENTIREMOS SAUDADES DO GILMAR MENDES COMO PRESIDENTE.
    Pra baixo, meu caro, não há limites.
    []’s

Marcelo de Matos

27 de setembro de 2012 às 11h28

Já que, como dizem, foi o Lula que indicou o Barbosa, ele acabou pregando uma peça no STF. Esse cidadão ainda vai dar muito que falar.

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Marcelo de Matos

27 de setembro de 2012 às 11h25

Duas perguntas sobre o mensalão: quem está julgando e o que está sendo julgado? Dirceu e Jefferson foram cassados, um por ser o chefe do mensalão, o outro por não ter conseguido provar a existência do esquema. Que mais? A mídia pressionou o PT a afastar Dirceu da política, enquanto Jefferson continuou como presidente nacional do PTB, mostrando que a indignação da elite e da mídia é seletiva. Agora Jefferson foi condenado. Será afastado da presidência do PTB? Não deve haver nenhuma pressão midiática nesse sentido: quando muito, Jefferson ficará “licenciado” do partido por, no máximo, um mês. Essa figura do “licenciamento” de partido já foi invocada por Roseana Sarney e Ciro Gomes, embora pareça mera invencionice. Político não é funcionário público, já que os partidos são pessoas jurídicas de direito privado. Concluo que Dirceu foi julgado pela elite e a mídia, que forçaram seu afastamento do partido. Ocorrerá o mesmo com Jefferson? Tudo leva a crer que não. Assim, mesmo como “mensaleiro”, ele poderá continuar a dirigir seu partido, o que é estranho.

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Apavorado por Vírus e Bactérias

27 de setembro de 2012 às 10h59

O que aconteceu com esse Ministro Barbosa? Deu desinteria mental ou ele se bandeou completamente para a direita?

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J Fernando

27 de setembro de 2012 às 10h37

JB disse:
“Para ajudá-los [os jornalistas] eu distribuo meu voto, para prestar contas à sociedade, eu distribuo meu voto. Vossa Excelência deveria fazer o mesmo”, afirmou.

Absurdo! Ele acredita que está prestando contas à sociedade através dos jornais! Alguém deveria informar ao ministro que não é à sociedade que ele presta contas e sim à elite (maior consumidora dos jornais).

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Mardones Ferreira

27 de setembro de 2012 às 09h38

O Joaquim Barbosa terá um encontro consigo mesmo quando do julgamento das Operações Satiagraha e a Monte Castelo, nas quais gente graúda e protegida pelo PIG deixaram suas digitais, inclusive um tal orelhudo baiano que conseguiu dois HC do Supremo Gilmar Dantas.

O tempo vai dizer se o atual pitbull Joaquim vai se comportar como um poodle.

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Flavio Wittlin

27 de setembro de 2012 às 09h08

Pegaram o tarado. Para modo de dizer, queiram os deuses que o magistrado Joaquim Barbosa não incorpore o espírito de turba que levou a esta pega http://www.youtube.com/watch?v=6q7bHktD8Qk&feature=youtube_gdata_player

Responder

Jose Mario HRP

27 de setembro de 2012 às 08h53

Depois do papelão do Barbosão, o relax:
http://www.youtube.com/watch?v=u5_5pvSo_RU&feature=player_embedded

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    José Ruiz

    27 de setembro de 2012 às 11h42

    excelente o vídeo.. ri muito..

Jose Mario HRP

27 de setembro de 2012 às 08h52

Joaquim Barbosa precisaria dum tratamento psicológico?
Ontem disparou criticas descabidas num excesso nunca dantes visto.
Até no linguajar ele excedeu-se!
Até que ponto seu assédio moral influencia ,hoje, o voto e as cabeças dos outros ministros???

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trombeta

27 de setembro de 2012 às 08h40

Ainda vou ver Barbosão peito de aço estrelando um programa do Ali Kamel aquele do livro não somos racistas que trabalhou, incessantemente, contra as cotas para negros nas univesidades.

Aguardem!

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FrancoAtirador

27 de setembro de 2012 às 08h33

.
.
O transformismo perigoso de uma toga

O desequilíbrio emocional do relator Joaquim Barbosa na sessão desta 4ª feira do STF escancara o papel híbrido – e temerário – assumido por ele desde o início desse julgamento.
Barbosa ora veste a toga de relator, ora de acusador;
faz as vezes de juíz e de Ministério Público, ao mesmo tempo e com igual intensidade.
Alterna-se nesse trasformismo à sua conveniência e arbítrio.
Causa constrangimento seu descontrole.
Acima de tudo, preocupa os riscos dessa escalada.

A espiral ascendente desenha uma linha de colisões que atropela os limites e a liturgia da função, desrespeita a presunção de inocência dos réus e agride os demais membros do Supremo.
Sobretudo o revisor, no seu papel sagrado de contemplar um segundo olhar sobre cada linha do processo, tem sido alvo da intolerância dessa toga que se evoca uma suficiência ubíqua estranha ao Direito – exceto em um tribunal de exceção.

Em qualquer sociedade onde impera o Estado de Direito, comportamento assemelhado autorizaria arguir se os extremos dessa conduta já não teriam resvalado a fronteira do impedimento.
Não basta apenas conhecimento fascicular do Direito.
A missão de relator pede serenidade, equilíbrio e grandeza histórica.

A figura algo caricata que vai se delineando sob a toga híbrida pode dar razão aos temores mais pessimistas de segmentos democráticos e ecumênicos da sociedade brasileira, signatários de um manifesto de ampla adesão nos meios artísticos e culturais. (http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N29486)

A volúpia condenatória ameaça a isenção e o contraditório.
São dois dos requisitos que diferenciam um julgamento de um linchamemto, mutação abertamente encorajada por certa mídia, mas que não pode contagiar o relator, a ponto de ser capturado como personagem desfrutável de um simulacro de Justiça.

http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=6&post_id=1100

Responder

Amaro Doce

27 de setembro de 2012 às 08h27

O QUE ESPERAR DOS JUÍZES DE UMA SUPREMA CORTE?

Equilíbrio, sensatez, educação e respeito aos princípios basilares do direito constitucional (de acordo com a constituição de cada país).

E o que estamos assistindo, estarrecidos? O emprego de cauismos para corroborar a condenação de dezenas de pessoas previamente linchadas pelo banditismo midiático. É como disse aqui um internauta: primeiro a forca, depois o julgamento.

Eu diria que no espetáculo que estamos assistindo vai prevalecer a forca. E notem: só um, apenas um membro da Suprema Corte tem a ousadia e a coragem de retorquir as ilações exdrúxulas de um relator sedento de sangue que, como ficou claro por uma de suas declarações, nem sequer se deu ao trabalho de ler os argumentos da defesa. E não prestou a atenção à defesa oral porque, enquanto os advogados defendiam, Joaquim Barbosa dormia.

E o nome desse JUIZ, com postura maiúscula de um Magistrado e que de vez em quando questiona as ilações casuísticas de um relator insandecido e cego pelos holofotes da mídia, se chama ENRIQUE RICARDO LEWANDOWSKI.

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LEANDRO

27 de setembro de 2012 às 08h20

É…o Barbosa tá com mais aprovação que a dilma.

Responder

Maria José Rêgo

27 de setembro de 2012 às 06h41

Cada vez que o ministro Lewandowski discorda, de modo bem aprofundado e sereno, do ministro relator Joaquim Barbosa, este se sente abalado, pois se acha perfeito em seu julgamento e reage de forma desequilibrada, mal educado. Parece mais um promotor do que julgador. Eu bem que tentei não criticar o Joaquim Barbosa, pois esperava faze-lo somente após o julgamento do mensalão do PSDB, para analisar se sua postura seria a mesma adotada na AP 470. Mas hoje ele extrapolou, me decepcionou.

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Nó Cego

27 de setembro de 2012 às 01h59

A VERDADE É UMA QUIMERA

Este é o título de auam vídeo SENSACIONAL que se encontra no Conversa Afiada, de PHA.

IMPERDÍVEL: http://www.youtube.com/watch?v=u5_5pvSo_RU&feature=youtube_gdata_player

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Antonio Marcos

27 de setembro de 2012 às 01h13

Estes juiz-Barbosa age como se estivessem discutindo sobre time de futebol no boteco.

Um julgamento orquestrado em véspera de eleição para prejudicar o PT.

Responder

ZePovinho

27 de setembro de 2012 às 01h09

Esse matéria,Azenha,indicava um link lá na Veja- antes de Joaquim Barbosa ser o herói do PIG e quando a imprensa tucana achava que ele era do lado do PT.Depois o link foi desativado:

http://alertabrasil.blogspot.com.br/2009/04/esse-e-o-joaquim-barbosa-aquele-que.html

Joaquim Barbosa, aquele que bate em mulher!!

Em 2008, Joaquim Barbosa xingou o ministro Eros Grau, 68 anos, de “velho caquético”, e chamou-o para a briga. Grau, lembrando um boletim de ocorrência registrado pela então mulher de Barbosa, foi duro:
“Para quem batia na mulher, não seria nada estranho que batesse num velho também”.

Hoje, esse ministro destemperado, fez sucesso junto ao povão, a massa que faz questão de ser ignorante e não pensar:
Relata Lauro Jardim, no Radar:
Joaquim Barbosa e o teste das ruas
Joaquim Barbosa, que sugeriu a Gilmar Mendes andar pelas ruas, acaba de passar pelo teste que propôs ao desafeto. Barbosa almoçou acompanhado de três amigos no tradicionalíssimo Bar Luiz, um restaurante no Centro do Rio de Janeiro, fundado em 1887.

Tomou dois chopes e comeu um filé bem passado com salada de batatas. Ao final da refeição, de sua mesa até a porta teve que parar em todas mesas por que passou: os comensais levantavam-se estendiam-lhe as mãos e mandavam um “parabéns” ou um “muito bem, ministro”.
Em seguida, caminhou pela Rua da Carioca, sempre cumprimentado. Parou para tomar um cafezinho de pé. Mais saudações. continua>>http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/162895_comentario.shtml

Continuava no link da Veja,mas não está mais lá.Porém……….até Gilmar Mendes já tirou onda com Joaquim Barbosa porque existe,ao que tudo indica,um BO de agressão registrado pela mulher de Barbosa contra ele.Acho que o Barbosão esta sendo chantageado pelo PIG:

Ministro Gilmar Mendes afirma: “É melhor escolher uma mulher do que bater”

http://www.youtube.com/watch?v=3a2qapJ2zss

Responder

    ZePovinho

    27 de setembro de 2012 às 01h16

    http://www.advivo.com.br/blog/iv-avatar-do-rio-meia-ponte/barbosa-vs-eros-grau

    Barbosa vs Eros Grau
    Enviado por IV Avatar do Ri…, seg, 17/09/2012 – 21:32

    Tribunal do povo

    Joaquim Barbosa briga com Eros Grau por causa de HC

    Por Márcio Chaer, no Conjur

    A luta do bem contra o mal do delegado Protógenes Queiroz chegou ao Supremo Tribunal Federal. Preocupado com a opinião pública, o ministro Joaquim Barbosa censurou seu colega Eros Grau por ter libertado Humberto Braz, braço direito do banqueiro Daniel Dantas. “Como é que você solta um cidadão que apareceu no Jornal Nacional oferecendo suborno?”, perguntou Joaquim.

    Eros respondeu que não havia julgado a ação penal, mas se havia fundamento para manter prisão preventiva. Joaquim retrucou dizendo que “a decisão foi contra o povo brasileiro”. Em outro round, depois que Joaquim Barbosa — mais conhecido em Brasília como JB — deu Habeas Corpus para garantir a Daniel Dantas o direito de não se auto-incriminar em uma Comissão Parlamentar de Inquérito, Eros, em tom de gozação, comentou que esse HC repercutira mais que o dele. JB enfureceu-se.

    A partir daí, o exercício de pancadaria verbal foi longe. Joaquim só não agrediu Eros porque foi contido. Ele chamou o colega de velho caquético, colocou sua competência em questão, disse que ele escreve mal “e tem a cara-de-pau de querer entrar na Academia Brasileira de Letras”. Eros retrucou lembrando decisões constrangedoras de JB que a Corte teve de corrigir e que ele nem encontrava mais clima entre os colegas. O clima azedou a ponto de se resgatar o desconfortável boletim de ocorrência feito pela então mulher de JB, tempos atrás: “Para quem batia na mulher, não seria nada estranho que batesse em um velho também”, afirmou-se.

    Depois da encrenca, Joaquim Barbosa não voltou ao tribunal. O primeiro assalto teve lugar no Tribunal Superior Eleitoral, onde ele divide a bancada com Eros Grau. Foi na terça-feira (12/8). O segundo round foi na hora do intervalo para o lanche, no STF. Os dois começaram a discutir à distância, em voz baixa. Em pouco tempo, estavam aos berros — o que permitiu que os advogados no Salão Branco acompanhassem o embate. JB foi embora e não participou do resto da sessão. Tampouco voltou no dia seguinte. A justificativa foi a de que o ministro estaria com a pressão alta.

    Populismo judicial

    O pano de fundo do conflito, contudo, é o mesmo que embalou a discussão das “fichas sujas”, dos grampos, das algemas e dos HCs de Gilmar Mendes a Daniel Dantas.

    De um lado, com grande sucesso de público, está a tese de que é necessário adotar atalhos para combater a corrupção. Nessa linha de raciocínio, haveria direito de defesa e impunidade em excesso. Exigências, como motivo sólido para prisão provisória, para grampear ou quebrar sigilos, por exemplo, seriam meros pretextos para manter bandidos ricos longe das grades. É a doutrina do palmômetro.

    Do outro lado do ringue, está o movimento consistente do STF no sentido de expandir as garantias individuais e os direitos fundamentais das pessoas. Não faz sucesso algum. Decisões nesse campo são entendidas como formalidades burocráticas e revoltantes.

    Assim que o ministro Gilmar Mendes concedeu Habeas Corpus a Daniel Dantas, Joaquim Barbosa não omitiu sua opinião: “Como cidadão, o sentimento que eu tenho é muito parecido com o da grande maioria dos cidadãos brasileiros”, afirmou ele à Agência Brasil. Mas ressalvou que, como ministro, pode agir diferente.

    O herói do povo brasileiro

    Nem sempre. O tribunal já teve de interferir em matéria que estava em suas mãos para garantir o direito de um cidadão que aguardava por quatro anos uma decisão dele, em pedido de Habeas Corpus. Em outra ocasião, quando o empresário Edemar Cid Ferreira fora preso ilegalmente pelo juiz Fausto De Sanctis, JB tentou manter o indeferimento do pedido — depois atendido pelo tribunal. O ministro não se conteve e investiu contra seus colegas, dizendo que “isso depõe contra o tribunal” que, segundo ele, estava decidindo “de acordo com a qualidade das partes”. Imediatamente e enfático, o decano Celso de Mello rebateu a crítica com exemplos da semana que o desmentiam, no que foi seguido também por Cezar Peluso no mesmo sentido.

    O idealismo de JB lembra o espírito macunaímico, comenta, a propósito do assunto, um observador bem posicionado no STF, ao celebrar os 80 anos da obra de Mário de Andrade. Macunaíma, consagrado como “o herói do povo brasileiro”, ao fim de sua epopéia, transforma-se em uma constelação.

    Reincidência

    Não foi a primeira vez que Joaquim Barbosa discutiu com um colega. No julgamento de uma lei mineira, considerada inconstitucional pelo Supremo, o ministro começou uma discussão exaltada com o colega Gilmar Mendes. O pleno declarara inconstitucional a lei de aposentadoria mineira que existia há quase 20 anos. Como muitos beneficiados haviam morrido ou já estavam aposentados, Gilmar propôs a modulação dos efeitos da inconstitucionalidade. JB não entendeu e partiu para o confronto.

    Ele reclamou que não foi consultado sobre a questão de ordem e afirmou que não concordava com a proposta feita por Gilmar Mendes. “Ministro Gilmar, me perdoe a palavra, mas isso é jeitinho. Nós temos que acabar com isso”, disse Joaquim Barbosa. Gilmar Mendes retrucou: “Eu não vou responder a vossa excelência. Vossa excelência não pode pensar que pode dar lição de moral aqui”. O ministro Marco Aurélio concordou com o relator. A discussão foi interrompida com um pedido de vista do ministro Ricardo Lewandowski.

    Em dois outros episódios, acusou o ministro Marco Aurélio de fraude na distribuição de processos e imputou tráfico de influência ao ministro aposentado Maurício Corrêa.

    No conflito com Marco Aurélio, o caso envolvia um pedido de habeas corpus distribuído no início da noite de uma sexta-feira. Barbosa era o relator e Sepúlveda Pertence o decano. Os dois gabinetes informaram que seus titulares haviam viajado. Ao receber o recurso, Marco Aurélio pediu à Secretaria do Supremo que certificasse a ausência dos colegas a quem caberia a distribuição, por preferência. Os funcionários dos respectivos gabinetes atestaram, por escrito, que os ministros não estavam em Brasília. Na semana seguinte, Joaquim atacou o colega afirmando que estava na Capital. Marco Aurélio representou contra Joaquim à Presidência da Corte. Mas Nelson Jobim, então na direção da Casa, decidiu colocar panos quentes no caso, declarando apenas que não houvera irregularidade na distribuição.

    Em relação a Maurício Corrêa, que hoje atua como advogado em Brasília, Joaquim Barbosa estranhou que ele o procurara antes para falar do processo e, no dia do julgamento, um outro advogado comparecera para a sustentação oral. Ao microfone, Barbosa fez a acusação de tráfico de influência do ex-colega. Informado da imputação, Corrêa foi ao plenário. Nas mãos, tinha a cópia da procuração — também presente nos autos — confirmando que ele atuava no processo. Corrêa interpelou Joaquim Barbosa judicialmente, a quem só restou retratar-se.

    O ministro Joaquim Barbosa foi procurado 24 horas antes desta notícia ir ao ar, por email. Não se manifestou. O ministro Eros Grau não quis dar declarações. A narrativa se baseia no relato de testemunhas.

Liz Almeida

27 de setembro de 2012 às 01h03

É fato que Joaquim Barbosa tem complexo de inferioridade.

Responder

CarmenLya

27 de setembro de 2012 às 00h23

“As pessoas não mudam, elas se revelam”…quem disse isso???? Grande verdade…o Joaquim Barbosa recebeu o poder e se revelou um déspota, sem equilíbrio emocional, sem educação, sem fineza e respeito pelos colegas. Temo pelo seu período como presidente do STF. Tem muita dificuldade para aceitar o contraditório, imprescindível para aplicar a justiça. Claro que a patuléia está amando o ministro…delegou aos jornalistas a análise crítica do que está acontecendo. Sem dúvida o elegeriam pra presidente da República…afinal já votaram em jânio Quadros, um desequilibrado e não satisfeitos repetiram a dose com Fernando Collor. Procurar “salvador da pátria” e culpar os políticos por todos os problemas do país os exime de exercer a cidadania.

Responder

rogério

27 de setembro de 2012 às 00h07

Joaquim Barbosa: lamentável papel: crioulo de alma branca, reles estefeta da casa grande.

Responder

Eliana/Juiz de Fora

26 de setembro de 2012 às 23h01

Esse Joaquinzão é uma decepção.
Grande erro do Lula ter nomeado este Juiz pré-histórico.
Que o JB não considera os argumentos da defesa ,é fato.
O réus estão sendo acusados 2 vezes , sem chance de contra-argumenta
Se não fosse a qualidade e a segurança do Lewandowski os réus estavam
ferrados.
Pelo jb nem precisava ter julgamento, é só mandar todo mundo para a
quilhotina,e, ir para os braços do PIG.
Fiquei com irk de ver a falta de educação deste déspota .

Responder

    Eliana/Juiz de Fora

    26 de setembro de 2012 às 23h04

    ET: contra- argumentar.

Irene

26 de setembro de 2012 às 22h55

Delúbio Soares condenado por CORROMPER Roberto Jefferson! Ninguém merece…

Responder

Messias Franca de Macedo

26 de setembro de 2012 às 22h43

O PRÓXIMO CARNAVAL ACABA DE SER ANTECIPADO! ‘BRAZIL’, ZIL, ZIL, ZIL.. [“com ‘equios’”!] ENTENDA

Na edição de hoje, do ‘Jornal das 10’ [RouboNews], O MERDAL Pereira “dos Marinhos” “deixou nas entrelinhas” a [petulante] acusação de que o ministro Ricardo Lewandovski “está preparando campo, o terreno, para absolver o núcleo político do PT das acusações de lavagem de dinheiro e de compra de votos…” O isento (sic) comentarista fundamentou o libelo dele em função dos votos proferidos na sessão de hoje pelo ministro revisor – especificamente, os votos contrários à punição de alguns réus por lavagem de dinheiro e compra de votos…

Em seguida, a simpática Renata Lo Prete começou a anunciar a NOVIDADE [RISOS] que todos nós já sabíamos, inclusive a jornalista, ‘Merdal’ Pereira et caterva, óbvio!: “… Tudo indica que a dosimetria de três… Quatro anos de reclusão não surtirá efeito porque penas abaixo de 05 anos são prescritas ou não estabelecem prisão em regime fechado…” No popular, ninguém será preso, mesmo porque a fila é grande e teria que andar, mensalões mineiro e do Distrito Federal [MAIS RISOS do matuto prestidigitador!]

PARA COMPLETAR O ESPETÁCULO PAGO(!), a âncora do jornal televisivo fez a chamada para uma matéria inegavelmente(!) relacionada ao assunto em pauta: do STF para uma fábrica… Sim, para uma fábrica que produz máscaras… Máscaras de carnaval (“Pode ‘to be’”?!)… Segundo a empresária entrevistada – sorriso largo-cara de tucana -, as máscaras de José Dirceu, José Genoíno e João Paulo Cunha já estão nas gôndolas das lojas do ramo! Ah, a felicíssima empresária afirmou também que o sucesso mesmo será “a toga” do herói(!) Joaquim Barbosa! A dona da empresa espera vender, até o carnaval, mais de 10.000 destas fantasias!…

… E, antes do fechamento das cortinas, a Cristiane Lôbo foi convidada para comentar o fenomenal índice de aprovação do governo da presidente Dilma Rousseff [A Magnífica – adendo nosso, óbvio!]: “… Talvez o que mais impactou na avaliação dos entrevistados tenha sido o anúncio da redução das contas de energia elétrica, medida anunciada e que só será efetivada no próximo ano!” (“Pode ‘to be’”?! II)

Que país é esse, sô?! República de ‘Nois’ Bananas e Babacas

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo – “preparando mais pipoca e refresco de limão para continuar a assistir aos espetáculos” (sic)…

Responder

    Maria Izabel L Silva

    26 de setembro de 2012 às 23h19

    Nada sobre a redução nos indices de desigualdade social divulgada pelo IPEA??? Elementar. Por que a Globo News noticiaria uma coisa boa como essa, cuja responsabilidade cabe somente às politicas do governo Lula??

    vinicius

    27 de setembro de 2012 às 11h01

    Oi, Messias! Beleza.
    Eu também assisto essa tolices nos jornais da organizações Globo e fico tão surpreso quanto você.

    Discordo do seu ponto de vista apenas quanto a sua opinião de o Brasil ser uma república de bananas.
    Não me sinto natural de um país de banana e sim de um país cuja elite, prefiro chamá-los de Donos do Poder, nunca mereceu ter a nacionalidade de brasileiro.

    Abraço Dilmais de apertado.

Leonardo Câmara

26 de setembro de 2012 às 22h37

Uma coisa ficou clara pra mim ao longo destes anos de observação do supremo: Advogado advoga, procurador acusa e juiz julga. Cada um na sua seara. Pra fazer parte do STF tem de ser juiz de carreira. Ponto.

Assim você conhece o histórico de eventuais abusos e evita os mais extremistas. Como você vai prever o comportamento de um advogado ou promotor atuando em função totalmente estranha àquela de sua competência original?

Tenho dito!

Responder

    Geysa Guimarães

    27 de setembro de 2012 às 00h52

    Leonardo, tava pensando nisso e aí dei com seu comentário.
    Cada macaco no seu galho, né?
    Do jeito que está, o STF é uma torre de Babel.
    Um fubá.

Urbano

26 de setembro de 2012 às 22h21

Como nanosupremo não, mas como Mateus de bumba-meu-boi o quinca seria excepcional.

Responder

marcos

26 de setembro de 2012 às 21h59

Joaquinzão, tal qual um Robespierre tupiniquim, padecerá vítima da infâmia e das meias verdades que blasfema em nome dos holofotes da mídia golpista. PROPOSITADAMENTE não hesitará em levar o país a um impasse instiucional se tiver, DE FATO, oposição ao casuísmo que propaga!

Responder

    Fabio Passos

    26 de setembro de 2012 às 22h44

    joaquim barbosa parece animador daqueles programas de TV que condenam “bandidos” antecipadamente.

    joaquim barbosa está igualzinho ao finado e lamentável luiz carlos alborgheti.
    performances ensandecidas… e ridículas.

Messias Franca de Macedo

26 de setembro de 2012 às 21h55

PENSE NUM ABSURDO! NO STF TEM PRECEDENTE!

Registro: 26 de setembro de 2012
Local: Sala do Júri da instância máxima do Poder Judiciário da República de ‘Nois’ Bananas e Babacas (sic)

(Luz, câmera, ação!)

(…)

Ministro Ricardo Lewandowski [após ser, mais uma vez, interrompido, acintosamente, pelo relator] – O senhor permite que eu leia o meu relatório? Data venia, o senhor permite que eu faça o meu trabalho?

*Ministro Joaquim Barbosa – Mas, faça certo!

(…)

*ministro investigador, relator e julgador do mensalão (o do PT!). E, também, relator do MENSALÃO do tucanoDEMoníaco Eduardo Azeredo (sic). E prestes a tomar posse como presidente do STF! Parabéns, “onisciente” Joaquim Barbosa!

“Mas, faça certo!” ‘PERAÍ’, tudo tem limite: desacato, atitude discricionária; constrangimento nacional…

… O ministro Ayres Brito interveio e, *olhando para o colega Lewandowski, contemporizou: “O senhor fique à vontade para discorrer da maneira que melhor lhe aprouver!”
*e não olhando para as câmeras da TV dos Marinhos!

NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA: honestamente, de forma alguma estamos colocando em suspeição o saber jurídico e o caráter do doutor Joaquim Barbosa. Seria, no mínimo, uma heresia beócia! No entanto, preocupa-nos o comportamento do magistrado. O doutor Joaquim Barbosa está acometido de uma, digamos, ensandecida impetuosidade, incompatível com alguém imbuído da responsabilidade de encaminhar o veredicto de um processo sobejamente complexo. Antes que eu seja acusado de insinuar que o ministro Joaquim Barbosa não está apto a participar do julgamento, confesso que está longe de mim a possibilidade de assim proceder. Contudo, de forma isenta, é imperativo que se faça uma reflexão acerca das atitudes do magistrado. Mesmo porque o ministro Joaquim Barbosa parece desconhecer a premissa de que “entre todas as mentiras, a verdade é a maior delas!” Data Venia.

Respeitosamente,

República de ‘Nois’ Bananas e Babacas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Irene

    26 de setembro de 2012 às 23h27

    Acho que direito penal procura a verdade real. Como esse processo conta uma verdade construída pela PGR (dirigida à mídia e à oposição) tudo parece fantasia, ficção, nada se enquadra, nada é simples. Salta aos olhos – esse processo é um monstrengo de enredo mal adaptado de uma história real bem mais simplinha.
    O Min. Lewandowski tenta consertar aqui e ali, absolvendo um ou outro e tal. Tarde demais. Esse trem tá todo errado e la nave va…

Jayme Vasconcellos Soares

26 de setembro de 2012 às 21h41

Quer dizer que Barbosa está a serviço do PIG?! Ele disse que para ajudar os jornalistas distribui os seus votos a estes!Barbosa tem que ser afastado deste julgamento, pois ele haje com parcialidade, e não tem a mínima condição ética e moral para participar deste corpo de jurados; ele está a serviço do PIG, que por sua vez é, claramente, o instrumento da direita.

Responder

Fabio Passos

26 de setembro de 2012 às 21h23

joaquim barbosa continua bancando o incitador de linchamento.
desprezível.

sua atitude agressiva contra Lewandowski é uma evidente tentativa de intimidação.

joaquim barbosa é apenas um boneco do PiG
marionete da veja e da globo.

Responder

    Julio Silveira

    26 de setembro de 2012 às 22h48

    Há controversias.

    lulipe

    26 de setembro de 2012 às 23h31

    Como são volúveis esses petistas!!!

nina

26 de setembro de 2012 às 21h14

Não sei como aguentam esse déspota. O maior erro que Lula cometeu na vida foi indicar uma pessoa dessas para compôr o STF. Um notório preconceituoso, nos limites do fascista. Seu preconceito fica escancaradamente visível na gesticulação de corpo, e no escaneamento com que profere a palavra PÊ-TÊ, como algo que lhe provoca asco. Os advogados tinham razão quando pediram seu afastamento por suspeição. A suspeita tornou-se uma evidência, que ele nem se abala em disfarçar. É uma postura desrespeitosa a todos nós, não só as vítimas que caíram em suas mãos.

Responder

    Maria Izabel L Silva

    26 de setembro de 2012 às 21h41

    Nina. Nomear um minsitro para o STF é uma roleta. Uma loteria. Poucos possuem a elegancia e grandeza de um Lewandovski, que condena mas se permite ter duvidas quanto ás acusações feitas e respeita o rito processual. O mundo juridico é feito de pervertidos que se consideram deuses. São tão ridiculos que se acham “doutores” sem nunca ter defendido uma tese de doutorado. Como escolher um homem bom em meio a essa classe media estupida, que é a base social do mundo juridico?? Só pode ser na sorte. As vezes se acerta e na maioria das vezes se erra. Barbosa não foi um erro.Suas ideias autoritárias, sua mesquinharia, sua deselegancia e iniquidade frente aos réus e aos advogados de defesa representa o pensamento de boa parte da classe media brasileira. O jeito é ir para as barricadas. Metaforicamente falando. Eu já estou nelas há muito tempo…que se dane o Juiz e a classe media, tijolo neles.

    Geysa Guimarães

    27 de setembro de 2012 às 00h49

    Receba meus cumprimentos por seu belo comentário.

    Fabio Passos

    26 de setembro de 2012 às 22h48

    Não tenha dúvida.
    É evidente que o joaquim barbosa, ao invés de se preocupar com a Justiça, está preocupado é em receber elogios da veja e do jn da rede globo.

    Um preto de alma branca servindo ao PiG… marionete de racistas como ali kamel e da patota afrikaaner da veja.

    Luiz Lopes

    26 de setembro de 2012 às 22h59

    Nina, a primeira vitima já temos, a Carta Magna.

Antonio

26 de setembro de 2012 às 21h14

Estou estupefacto.

Responder

Marcia Noemia

26 de setembro de 2012 às 20h47

Em resumo, o supremo miistro é um botequineiro chulo e palavroso; um autêntico “adevogado” da novela das oito da emissora que mais aliena os brasileiros. Acho que o “adevogado” de porta de cadeia é mais cordial com seus colegas do que o Barbosa. Ele é o verdadeiro exemplo de um sujeito grosseirão.

Responder

Maria Izabel L Silva

26 de setembro de 2012 às 20h17

O Barbosa passou dos limites. Dessa vez chamou o Lew de hipocrita e “heterodoxo” como se ele, o relator, ja não tivesse sido heterodoxo o bastante. Em sessões passadas atacou com a mesma deselegancia a Defensoria Publica da União. E agora disse que o revisor é “hipocrita” por que discordou do seu voto em relação a Emersom Palmieri. O Barbosa parece o Robespierre. Todos são culpados mesmo sem provas.No final tentou jogar suspeitas sobre uma viagem a Portugal, que o pobre reu teria feito em companhia de Marcos Valerio. Felizmente foi impedido pelos demais ministros que, com ironia, arguiram não ser crime viajar a Portugal, mesmo em companhia da Marcos Valerio. Teve uma minsitra que sugeriu não ser ela psiquiatra capaz interpretar intenções criminosas em todos os atos dos reus.É impressão minha ou o STF esta reagindo às aleivosias delirantes do ralator e às criticas por estarem se comportando como motoristas de taxi??? Será que as garantias voltaram?? O Lew não condena sem provas. Mesmo que o PIG se volte contra ele. Já o Brito, vende a mãe por um holofote e uma câmera de televisão na sua cara.

Responder

Messias Franca de Macedo

26 de setembro de 2012 às 20h12

REPUBLIQUETA DE BANANAS, caldo de cultura para os golpistas sempre à espreita! ENTENDA

… Somente numa subdemocracia de bananas poderia ocorrer um julgamento político – numa instância jurídica -, o espetáculo sendo transmitido ao vivo, pasme, por uma emissora comercial, a tal da ‘Globo News’. Se os ministros do STF “de Gilmar Mendes” tivessem o mínimo [o mínimo!] de respeito à Instituição permitiria, apenas, como é de praxe, a lídima transmissão pela TV Justiça! Qual foi o outro julgamento da história do STF que a emissora dos Marinhos transmitiu ao vivo?!… Além do que a sala do júri deve revelar certo recato… Como é possível admitir que os juízes emitam seus pareceres sendo acompanhados por uma TV privada, ficando, pelo menos em parte, reféns dos humores da opinião pública, em grande parte pautada por uma mídia hegemônica sabidamente antagonista aos governos populares, progressistas e nacionalistas?! O que explica a sala de júri da instância máxima do Poder Judiciário brasileiro transformar-se num palco de programa de auditório?… Algum chinfrim e anacrônico!…

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: adiar – para depois das eleições – a sabatina de um juiz indicado para o STF, pode? O que não pode é interromper o julgamento da ação durante a semana das eleições?!

RESCALDO: se o julgamento não tivesse implicações diretas com o processo eleitoral em curso… Se os representantes dos outros mensalões (o do PSDB, o do DEMo…) fossem impedidos pela Legislação Eleitoral de associar candidatos que não tem o menor envolvimento com o processo… Se os outros mensalões estivessem sendo julgados concomitantemente, menos mal!… Portanto, o processo eleitoral está contaminado sob a anuência e o beneplácito do, pasme, Poder Judiciário! Essa afronta, esse acinte revela-se inaceitável e abominável… Um golpe subliminar? Muito mais: a força, a natureza explícita e o comprometimento democrático realçam o golpe, porquanto televisionado! Vide a vizinha Venezuela – em passado recente!…

[AINDA] EM TEMPO: com a palavra os representantes dos Ministérios da Justiça e das Comunicações – e os juristas isentos e livres desse país!
Cabe recurso no próprio STF?! Cabe recurso a uma Corte Internacional?…
AS RUAS ESPERAM AS VOZES DO POVO, VERDADEIRO SOBERANO DA PÁTRIA!

Saudações democráticas, progressistas e civilizatórias,

República Desses Bananas da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista, histriônica, terrorista, alienada, MENTEcapta, néscia, golpista de meia-tigela…
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Alvares de Souza

26 de setembro de 2012 às 20h06

O Ministro Barbosa vai sair definitivamente condenado pela sua atuação no julgamento dos réus da farsa do mensalão. Desejo-lhe, do fundo da minha alma, que sua coluna o torture até a morte!

Responder

    Willian

    26 de setembro de 2012 às 20h27

    Olhe em volta, pergunte ao porteiro, ao taxista, à atendente da loja, ao seu médico, o que eles acham do Ministro Joaquim Barbosa. Pergunte, anote e volte aqui e nos conte.

    Maria Izabel L Silva

    26 de setembro de 2012 às 20h51

    E sobre o Lula? Você ja perguntou?? Ou seu proteiro e seu taxista são “influencidos” pela sua opinião e dizem aquilo que você quer ouvir???

    Marcia Noemia

    26 de setembro de 2012 às 20h59

    Eles não estão nem aí para o mensalão, não tem tv fechada e graças a Deus, não leem os jornalões. Mas de fato concordam com o Barbosa num ponto: os políticos são todos iguais, ou seja, corruptos, ladrões… Alguns destes sujeitos, acham também, que no tempo da ditadura é que era bom, pois os generais botavam ordem, mesmo que fosse a poder de muita tortura. Viva Joaquinzão, onovo super herói, o caçador de corruptos do Brasil!

    Marcia Noemia

    26 de setembro de 2012 às 21h06

    Concordo com vc, a minha médica está adorando o Joaquinzão. Ela assiste tv fechada e forma a sua opinião vendo e lendo os jornalões. Além disso, também acha que todos os políticos são corruptos, assim como o ministro, condena, condena e condena, mas vota no partido da “privataria tucana”. Contradição, analfabetismo político, ou visão de antolhos?

    Emerson

    26 de setembro de 2012 às 21h15

    O que eles vão dizer? O que a imprensa diz? Claro que vão falar maravilhas de Barbosa. Afinal, é o mensalão petista. Quero ver o comportamento, dele e da imprensa, no mensalão tucano, na privataria, na lista de Furnas…

    Patricio

    26 de setembro de 2012 às 21h19

    Você quis dizer: pergunte ao porteiro, ao taxista, à atendente da loja, ao seu médico, o que eles ouviram o PIG dizer do Ministro Joaquim Barbosa?

    Shirley

    26 de setembro de 2012 às 22h17

    Coluna ou hemorróida?

    Willian

    27 de setembro de 2012 às 08h28

    Gosto quando Viomundo publica comentários como o da Shirley. Diz muito sobre a Shirley, sobre Viomundo, sobre petistas, sobre a bloguesgera progressista e sobre a esquerda. Saber que estou no lado oposto de pessoas como a Shirley me faz muito bem.

    Obrigado a ela e a Viomundo.


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