VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Maria Rita Kehl: Os bastidores de sua demissão pelo Estadão


08/10/2010 - 09h16

por Conceição Lemes

Maria Rita Kehl é psicanalista, ensaísta e cronista. Tem seis livros publicados. O mais recente, O Tempo e o Cão, foi lançado em 2009, pela Boitempo. Nele, aborda o significado da depressão como sintoma psíquico da sociedade contemporânea. Maria Rita é a ganhadora do Prêmio Jabuti 2010 na categoria Educação, Psicologia e Psicanálise com O Tempo e o Cão.

Formada em psicologia pela USP, durante muitos anos se dedicou exclusivamente ao jornalismo cultural. Foi editora do Movimento, jornal que, ao lado do Opinião e d’O Pasquim, foi um dos mais importantes órgãos da imprensa alternativa durante o regime militar. Participou também da fundação do jornal Em Tempo e escreveu como freelancer para veículos, como Veja, Isto É e Folha de S. Paulo.

Em 1979, Maria Rita decidiu fazer mestrado em psicologia social. Sua tese: O Papel da Rede Globo e das Novelas da Globo em Domesticar o Brasil Durante a Ditadura Militar.

Em 1981, começou a atender pacientes — e nunca mais parou. Em 1997, doutorou-se em psicanálise pela PUC-SP com uma pesquisa que resultou no livro Deslocamentos do Feminino – A Mulher Freudiana na Passagem para a Modernidade (Imago, 1998).

Nos últimos oito meses,  manteve uma coluna quinzenal no Caderno 2, em O  Estado de S. Paulo. Nessa quarta-feira, ela foi demitida depois de ter escrito o artigo Dois Pesos, publicado no último sábado (2), onde abordou a “desqualificação” dos votos dos pobres.

Em entrevista na manhã de quinta-feira (7) a Bob Fernandes, da Terra Magazine, ela denunciou.

— Fui demitida pelo jornal o Estado de S. Paulo pelo que consideraram um “delito” de opinião (…) Como é que um jornal que anuncia estar sob censura, pode demitir alguém só porque a opinião da pessoa é diferente da sua?

[Ricardo Gandour, diretor do Estadão, deu entrevista mais tarde ao Terra Magazine, dizendo que não houve censura]

Em entrevista ao Viomundo, Maria Rita detalha os bastidores.

Viomundo – Na terça-feira, começou a circular na internet boatos de sua demissão. Antes, em algum momento, você foi alertada sobre “problemas” com os seus textos?

Maria Rita Kehl – Nunca. Foi o que eu argumentei com a editora do Caderno 2, que me convidou para escrever a coluna.  Na verdade, ela me chamou para escrever sobre psicanálise. Argumentei que só sobre psicanálise conflitava com o meu consultório. De vez em quando, disse-lhe, poderia escrever sobre o tema, mas eu gostaria mesmo era de escrever sobre tudo, inclusive política, assunto que me interessa muito. Ela aceitou.

Viomundo – Essa conversa foi…?

Maria Rita Kehl – No final do ano passado, mas eu só comecei a escrever em fevereiro deste ano. Aí, fui escrevendo. Cada vez mais sobre política, pois ficando cada vez mais apaixonante. Eu já fui jornalista, tenho uma cabeça muito política também…

Após cada artigo, eu sempre perguntava: “E, aí, tudo bem?” Ela: “Tudo bem”.

Desta vez foi engraçado porque eu perguntei: “Tudo bem? Será que eles não vão pedir a minha cabeça?”. A resposta que veio: “Não vão, pode ficar tranqüila.” Eu fiquei. Imagino que a editora não iria me enganar…

Viomundo – Quando soube dos “problemas” com os seus artigos?

Maria Rita Kehl – Na terça [5 de outubro]. Recebi um telefonema muito constrangido  de que a coisa tinha ficado muito feia…cartas de leitores estavam reclamando muito da minha presença no jornal… tinha gente do Conselho Editorial muito enfurecida… a situação estava muito difícil. Ela lembrou de que a ideia inicial era que eu escrevesse sobre psicanálise…

“Bem, posso tentar escrever mais sobre psicanálise… Mas nunca mais escrever sobre política, isso não, isso eu não aceito”.  Até porque o período em que o tema é mais polêmico é agora, depois relaxa…

Ela disse que iria conversar novamente com o Gandour [Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estadão], que eu não conheço pessoalmente.

Aí, aconteceu uma coisa que eu não sei explicar, é um mistério. Mas acho que partiu de dentro do jornal, de alguém que ouviu essa conversa. Uma hora depois já tinha gente me ligando, para saber se eu tinha sido demitida.

Viomundo – O que a leva a suspeitar de que alguém do Estadão tenha passado a informação adiante?

Maria Rita Kehl — Foi um detalhe da nossa conversa [entre a editora e Maria Rita]. Só alguém de dentro do jornal, que tinha ouvido a editora conversar comigo, tinha a informação… Tanto que o boato foi de que eu “estava proibida de escrever sobre política, só poderia escrever sobre psicanálise”.

Viomundo – Você pensou em divulgar?

Maria Rita Kehl — Eu não tinha nenhum interesse em começar a divulgar, enquanto não tivesse a resposta. Eu não poderia criar um escândalo sem antes conhecê-la.

Acredito que ficou para eles [direção do jornal] a impressão de que fui eu que fiz toda a movimentação na internet. Até quis tornar público. Não fiz. E não porque sou boazinha. É porque não tinha nenhum interesse em divulgar antes de ter a resposta final do jornal.

Nessa quarta [6], depois da reunião que a editora teve com o Gandour, veio a resposta.  Gandour disse que por conta da repercussão, a minha posição havia ficado insustentável, intolerável.

Viomundo – A repercussão na rede da sua demissão foi apenas pretexto…

Maria Rita Kehl – É, a coisa já não estava boa. E por ter tido muita repercussão, ficou, segundo o jornal, insustentável. É como se eu tivesse organizado uma passeata petista na frente da redação com bandeiras vermelhas, com ameaça de exigências.

A minha demissão virou top10 do twitter. Eu não esperava. Fiquei atônita. Virou um acontecimento. A minha coluna era quinzenal… Eu não sou Jânio de Freitas nem nada…O fato é que virou um acontecimento na internet com muitas acusações contra o Estadão.

Viomundo – O seu trabalho foi censurado, concorda?

Maria Rita Kehl – A palavra censura não é boa. No meu conceito, censura seria você não pode escrever sobre isso ou aquilo, corta uma linha aqui, outra ali…  O que o meu caso demonstrou é que o jornal não permite uma visão diferente da do jornal nas suas páginas. É isso. Essa é dita imprensa liberal.

As grandes empresas que controlam a informação no país estão nas mãos de poucas famílias… Teoricamente seriam imparciais, dando voz ao outro lado, só que elas têm um posicionamento muito claro de que não são imparciais. Veja o meu caso. O meu artigo é assinado, não estou falando pelo jornal. Mas nem isso cabe.

Viomundo – Na verdade, os grandes veículos se dizem imparciais, alardeiam isso para a sociedade, só que a prática é oposta…

Maria Rita Kehl — Eu acho honesto que o jornal assuma uma posição. É pior dizer que é imparcial e dar a notícia só com um lado. Isso confunde muito mais o leitor.

É pena que não tenha gente com dinheiro suficiente para apoiar outros candidatos. …Um grande jornal que apóie a Dilma, um grande jornal que apóie a Marina, um grande jornal que apóie o Plínio…

Na verdade, todos os jornais estão apoiando o mesmo candidato. Esse é o problema da política brasileira, da burguesia brasileira, da concentração do dinheiro na sociedade brasileira… Os donos dos jornais são parciais, mesmo… Ninguém é imparcial. Mas, para que os leitores sejam adequadamente informados e se posicionem, é fundamental ter o outro lado. Infelizmente, o que os donos dos jornais revelam é que não cabe voz a outra posição, nem mesmo em artigos assinados.  Que liberdade de expressão é esta?

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110 comentários

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Jose anchieta

17 de novembro de 2010 às 21h24

ok.

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José Octaviano

08 de novembro de 2010 às 14h35

Chora, Dona Maria, que o governo federal lhe arranja uma catedrazinha, mercê dos notáveis serviços prestados à causa comunista.

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taza53

27 de outubro de 2010 às 20h50

Estou absolutamente constrangido.__O fato de eu e Maria Rita termos namorado na época da horrenda, obtusa, absurda, asqueirosa e poder ditadura militar não implica que agora a gente tenha iguais relações com relação ao mundo que nos cerca. mas uma coisa é abssolutamente certa. censura é censura desde o abaixo a ditadura.__A gente achava péssimo tuddo aquilo, doloroso, perigosso até de ser dito.__Qualquer um abrindo a boca para reclamar de qualquer coisa poderia ser morto a qualquer momento.__Agora é diferente.__No livro 1984, o cara é proscrito da sociedade tornano-se uma IMPESSOA. – Rasga-se dele a carteirra de identidade, o INSS, o direito de falar e de viver em sociedade, de comer comprando a prazo, tudo que requer documento – cada vez mais é assim… – o cara não pode ter, pois não existe mais, para efeitos da lei.__E censura é censura, é chocante e desagradável notar que em certas coisas o direito de expressão conttinua sendo cerceado, de formas cada vez mais sutis…

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    Eloá

    17 de dezembro de 2010 às 20h22

    autopromoção?

Olá. | DDz

19 de outubro de 2010 às 22h21

[…] […]

Responder

fabricio salmoria

14 de outubro de 2010 às 14h02

notei nos ultimos tempos uma tentativa das emissoras como record e band de serem mais imparciais que a globo, o que esta felizmente desbancando a supremacia da globo, dividindo o ibope.

a alguns dias serra saiu para fazer campanha e houve um protesto no local aonde havia uma obra que ele fez quando governador e que os revoltados pediam para a imprensa filmar, nos links asseguir podemos ver a imparcialidade da record, mostrando a parte do protesto e as informações da campanha de serra no dia, enquanto que na versão da globo TODOS, sim TODA E QUALQUER ideia de desaprovação é omitida da edição que passou ao ar, manipulando informações a favor do serra, mostranod que sim o povo mais humilde que teve serra como governador, não esta satisfeito pois apenas a classe burguesa se satisfaz pelos interesses do serra.
eu so contra o governo do ATUAL PT lula e dilma, porem acho um governo de tucanos vai ser extremamente retrogrado no sentido de liberdade de expressão, imparcialidade da imprensa. com o serra o pais vai vive de estrupar o ecosistema e se abrir pra multinacional, acabando/ridicularizando com toda forma de pensamento alternativo

protesto serra na record: http://www.youtube.com/watch?v=Pug_mWvqq_k&fe

protesto??na globo: http://www.youtube.com/watch?v=tS1zLgeQnEY

Responder

Ivan Laerte

14 de outubro de 2010 às 09h56

A alternativa adequada a ser empreendida pelo jornal em questão seria rebater os argumentos da colunista se não concorda com eles, até mesmo num editorial, depois que o artigo já tenha sido publicado. Afinal a responsabilidade do que se publica é, antes de tudo, dos seus proprietários.

"Ver" luta de classes, na realidade, fomenta a luta de classes. Os preconceitos contra os ricos servem a harmonia, à paz social? Os ricos necessariamente não desejam o progresso dos pobres? O que a psicanálise diria dessa suposição? Dilma, Lula e os sindicalistas não são elite, não estão riquíssimos? Que socialistas são esses que vicejam no Brasil que amam o luxo, os cargos, os proventos e indenizações polpudas? Será que em meio a essas preocupações mundanas de tamanha intensidade sobra algum interesse genuíno e desinteressado no bem estar dos mais necessitados?

Em se tratando do bolsa família, em geral, ela é incompatível realmente com o emprego, porque a renda superaria o valor limite até o qual se concede o benefício. Este é um problema real.

Esses são apenas alguns dos argumentos que poderiam se contrapor àqueles da conceituada psicanalista.

O jornal, concordo, não agiu dentro da urbanidade e, por isso, deu ensejo à rebelião, até certo ponto hipócrita, como já foi dito aqui, se considerarmos a prática corriqueira do fanatismo de esquerda.

Responder

    Cronopio

    26 de agosto de 2011 às 15h43

    Se o pobre subir na vida quem vai limpar a sujeira do Ivan?

    Derlan

    16 de julho de 2012 às 01h16

    Se ele limpasse minha sujeira, ganharia para isso, logo, deixaria de ser miserável para ser pobre. O que nao deixa de ser um avanco. No caso de esse pobre querer algo mais q um salário, terá de, por mérito, conquista-ló, fazendo alguma outra atividade mais lucrativa. Nem todos nasceram para ser médicos ou juízes.

Patricia

13 de outubro de 2010 às 12h32

mandei um email pro estadao, acho que todos os que se identificam com o texto da colunista devem fazer o mesmo. A internet eh uma ferramenta incrivel de protesto e as formas de protesto sao incontaveis. Segue meu texto contra o estadao:
"Venho aqui protestar contra a demissao da Jornalista Maria Rita Kehl. Sou do interior do estado do rj e li o texto dois pesos da jornalista. Reflete exatamente a minha revolta ao receber textos repletos de desinformacao e sempre sem assinatura. Mas a revolta agora eh ainda maior ao saber de sua demissao. EH ISSO QUE VCS QUEREM QUANDO FALAM EM LIBERDADE DE IMPRENSA??? Eh a liberdade da elite… a nossa elite que sempre foi extremamente egoista e manipuladora. Impressionante a falta de respeito de vcs com a populacao. A demissao da jornalista pra mim mostra o quanto temos que pesar o que eh escrito neste jornal… que pra mim hoje eh apenas um instrumento de propaganda da elite e nao de liberdade de expressao/imprensa.
Espero que vao a falencia pois disso nao precisamos neste pais. Ou poderiam mudar de nome: tribuna do PSDB, que tal?"

Responder

Patricia

13 de outubro de 2010 às 12h07

Venho aqui protestar contra a demissao da Jornalista Maria Rita Kehl.
Sou do interior do estado do rj e li o texto dois pesos da jornalista.
Reflete exatamente a minha revolta ao receber textos repletos de desinformacao e sempre sem assinatura.
Mas a revolta agora eh ainda maior ao saber de sua demissao. EH ISSO QUE VCS QUEREM QUANDO FALAM EM LIBERDADE DE IMPRENSA???
Eh a liberdade da elite… a nossa elite que sempre foi extremamente egoista e manipuladora.
Impressionante a falta de respeito de vcs com a populacao. A demissao da jornalista pra mim mostra o quanto temos que pesar o que eh escrito neste jornal… que pra mim hoje eh apenas um instrumento de propaganda da elite e nao de liberdade de expressao/imprensa.
Espero que vao a falencia pois disso nao precisamos neste pais. Ou poderiam mudar de nome: tribuna do PSDB, que tal?

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Fogu Norrabis

13 de outubro de 2010 às 09h02

Tem gente que não aceita crítica nem aceita que a grande mídia é perversa e anti-democrática…e manda a pessoa "abrir" o próprio jornal…kkk que inteleigencia de jerico é essa ??? A grnade mídia golpista exige liberdade mas só para ela..para os outros é o MARTELÃO de aço dos donos e da escória que dirige a grande imprensa e outras associações anti povo…

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    Anonimo

    23 de janeiro de 2011 às 14h07

    E ainda dizem que música é droga.

Marianna

10 de outubro de 2010 às 22h14

Maria Rita ! Vá abrir o seu pp. jornal , livre e aberto a todas as opiniões contrarias 'a sua !! E pare de se fazer de vítima q. vc. já é bem crescidinha p, isto! O OESP fez o q. qq.outro faria!

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Marcio

09 de outubro de 2010 às 23h11

Agora me deu vontade de ler o artigo da Maria. Alguem tem?

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janaina

09 de outubro de 2010 às 20h24

tive estes dias discussoes imensas com uma prima por conta disso. acho que nao se pode esquecer que o eleitor, este que elegeu Lula, ja elegeu collor e tambem, nao vamos esquecer, FHC, é a camada mais pobre e que eles nao tem acesso à publicaçoes como estadao, folha, veja e afins. Nem tem acesso à carta capital ou à blogs independentes. entao, acho que falar que estes jornais tem todo este poder, é um tanto ingenuo. mais poder tem 20 reais para o "leite das crianças na hora do voto". o que acontece é que entra governo, sai governo e o que interessa a todos, governo, oligarquias, camadas mais ricas etc, é que a imensa maioria da populaçao continue como está e quanto menos educação, mais manipulação. e entao, os veiculos de comunicaçao sao so mais uma peça da engrenagem. Acho tambem um tanto ingenuo pensar que algum veiculo de comunicação nao va ser tendencioso, nao va tomar partido para o que lhe convem, e nao acredito que haja pais no mundo onde a imprensa seja assim tao livre e ética.

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Eder José

09 de outubro de 2010 às 14h06

Maria Kehl, seu texto é maravilhoso! Dá voz a um sufoco coercitivamente silenciado, a voz do conhecimento engajado política e filosoficamente. Parabéns! O Estadão que se dane! É de gente assim, como Kehl, que precisamos, corajosas, que digam aquilo que não pode ser dito!

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Tiago

09 de outubro de 2010 às 12h51

Diante do fato de Maria Rita Kehl ter sido demitida por não se ater ao tema de sua coluna (conforme argumentou o diretor do Estadão em entrevista para Bob Fernandes, no Portal Terra), sugiro que observem a tolerância do mesmo OESP para com a coluna de Ethevaldo Siqueira (Política e Tecnologia no Mundo Digital), que nesta semana publicou um post chamado "Militante, só nestas eleições" tecendo mil elogios ao candidato do PSDB e reproduzindo o mesmo jogo sujo de sempre em relação à candidata do PT. A repercussão para os padrões da sua coluna foi recorde, com diversos comentários de apoio dos leitores. Por coerência, pela mesma tese aplicada no caso da Kehl, Siqueira também deveria ser demitido por não se ater ao tema da sua coluna.

Responder

Mauricio

09 de outubro de 2010 às 12h46

É lastimável ver um jornal como o Estadão tomar estas atitudes. Tanto Estadão quanto a Folha de S.Paulo, Veja e outros, na verdade, são um partido político voltados para os interesses da burguesia. Querem mais que a grande massa se exploda. São uns nazistas. FORA PIG (Partido de Imprensa Golpista), FORA SERRA! Vocês são um câncer para nosso país.

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Nilson José Machado

09 de outubro de 2010 às 10h27

Quanto mais tenta explicar, mais a Maria Rita Kehl se parece com o Dorival Júnior ao sair do Santos. A psicanalista e o treinador provocaram e o Estadão e o Santos fizeram o que tinha que ser feito. Sem choro nem enrolação, com transparência.

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Bonifa

09 de outubro de 2010 às 07h44

E o Estadão vai deixando de ser um jornal para ser apenas mais uma coleção de panfletos de direita…"cartas de leitores estavam reclamando muito da minha presença no jornal"… Limpeza opinativa? Isso é pretexto, é desculpa? Vê se pode…!!!

Responder

Carô Murgel

09 de outubro de 2010 às 06h42

Vale a pena ler, no próprio Estadão, a prova de que Maria Rita Kehl não foi contratada "apenas" para falar de psicanálise: http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,mar

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Fábio Venâncio

09 de outubro de 2010 às 05h58

Para o imprensa brasileira ,liberdade de imprensa é igual a liberdade para fazer fofoca e caluniar.

Responder

    Paula

    09 de outubro de 2010 às 18h34

    Lema da grande midia: Liberadade de expressao, dessa que coincida com a minha opiniao!

Arnaldo Costa

08 de outubro de 2010 às 20h40

Onde tem demotucanos, tem censura na imprensa. É a ditadura dos meios de comunicação. Eles e seus aliados têm o direito a tudo: infringir a lei, mentir, lançar boatos e preconceitos, difamar pessoas, manipular fatos, usar do tráfico de influências, vender propagandas como se fossem notícias, atuarem em campanhas, inclusive praticando crimes eleitorais, entre outros. Já seus adversários têm o direito de ficar calados. São omissos cúmplices e coniventes com os desmandos de seus comparsas e, ao mesmo tempo, perseguem seus desafetos. Tentaram calar o presidente simplesmente porque ele estava se defendendo do jogo sujo e rasteiro desses oportunistas. São intolerantes. Não aceitam o dialogo ou qualquer tipo de opinião que não seja a deles. Essa repórter não foi a primeira nem será a última a ser censurada e demitida. Não têm envergadura moral para tratarem de “liberdade de imprensa”. São uns hipócritas. Aqui em Minas e em São Paulo estabeleceram verdadeiras ditaduras da imprensa. CANSAMOS DE SER ENGANADOS. Vamos lutar por uma sociedade mais livre, evoluída, justa e igualitária. DILMA neles!

Responder

Arnaldo Costa

08 de outubro de 2010 às 20h27

ONDE TEM DEMOTUCANOS TEM CENSURA NA IMPRENSA. É a ditadura dos meios de comunicação. Eles e seus aliados têm o direito a tudo: infringir a lei, mentir, lançar boatos e preconceitos, difamar pessoas, manipular fatos, usar do tráfico de influências, vender propagandas como se fossem notícias, atuarem em campanhas, inclusive praticando crimes eleitorais, entre outros. Já seus adversários têm o direito de ficar calados. São omissos cúmplices e coniventes com os desmandos de seus comparsas e, ao mesmo tempo, perseguem seus desafetos. Tentaram calar o presidente simplesmente porque ele estava se defendendo do jogo sujo e rasteiro desses oportunistas. São intolerantes. Não aceitam o dialogo ou qualquer tipo de opinião que não seja a deles. Essa repórter não foi a primeira nem será a última a ser censurada e demitida. Não têm envergadura moral para tratarem de “liberdade de imprensa”. São uns hipócritas. Aqui em Minas e em São Paulo estabeleceram verdadeiras ditaduras da imprensa. CANSAMOS DE SER ENGANADOS. Vamos lutar por uma sociedade mais livre, evoluída, justa e igualitária. DILMA neles!

Responder

Arnaldo Costa

08 de outubro de 2010 às 20h02

ONDE TEM DEMOTUCANOS TEM CENSURA NA IMPRENSA. É a ditadura dos meios de comunicação. Eles e seus aliados têm o direito a tudo: infringir a lei, mentir, lançar boatos e preconceitos, difamar pessoas, manipular fatos, usar do tráfico de influências, vender propagandas como se fossem notícias, atuarem em campanhas, inclusive praticando crimes eleitorais, entre outros. Já seus adversários têm o direito de ficar calados. São omissos cúmplices e coniventes com os desmandos de seus comparsas e, ao mesmo tempo, perseguem seus desafetos. Tentaram calar o presidente simplesmente porque ele estava se defendendo do jogo sujo e rasteiro desses oportunistas. São intolerantes. Não aceitam o dialogo ou qualquer tipo de opinião que não seja a deles. Essa repórter não foi a primeira nem será a última a ser censurada e demitida. Não têm envergadura moral para tratarem de “liberdade de imprensa”. São uns hipócritas. Aqui em Minas e em SP estabeleceram verdadeiras ditaduras da imprensa. CANSAMOS DE SER ENGANADOS. Vamos lutar por uma sociedade mais livre, evoluída, justa e igualitária.

Responder

Paulo Cezar da Silva

08 de outubro de 2010 às 19h47

Maria, vaqi a luta mulher !!! bota o "blog" na rua.
Aproveite a fama, precisamos de análises como a sua para desmascarar o PIG.

abraço

Responder

Luciana

08 de outubro de 2010 às 19h40

Os ricos de São paulo tem horror a pobre, porque sabem que são patrocinadores da maior desigualdade do mundo. Os cidadãos 10% mais pobres pagam 44,5% mais impostos do que os 10% mais ricos.A carga tributária representa 22,7 da renda dos 10% mais ricos.Para os 10% mais pobres equivale a 32,8 de sua renda. A base de arrecadação no Brasil é mais forte na chamada tributação indireta, embutida em alimentos ou bens de consumo.Tributação indireta a carga dos mais pobres é de 29,1%, contra 10,7% dos mais ricos.Historicamente grandes fortunas foram acumuladas no período da escravidão.A tributação indireta tem estrutura regressiva, acentuando a pobreza e garantindo aos ricos acumulo de sua riqueza, constituindo injustiça tributária que acentua a desigualdade.Pobre não sonega imposto, não é grande devedor da previdência.Muitos que estudaram e tiveram oportunidades para pleno desenvolvimento conseguiram graças aos 350 anos de trabalho escravo com suor, sangue e lágrimas do povo negro, que gerou riqueza a muita gente .

Responder

    fsalmoria

    14 de outubro de 2010 às 13h19

    parabens, resumiu com argumentos palpaveis e breves a realidade!

marta

08 de outubro de 2010 às 19h01

O pessoal dessa imprensa partidária são uns prepotentes. Sabem que estão por cima e se valem disso . Mesmo,sabendo que se fala de suas cretinices nem se importam, porque o que querem é continuar dominando.
Até seus opositores terminam fazendo o que eles querem. Têm empréstimos em Bancos estatais e mais perdão de dívida a custa também de suas malandragens. Os próprios gerentes e mesmo o governo dão-lhes privilégios para não serem chantageados. Garanto que se o BNDES não lhes dá os empréstimos que nunca pagam vão inventar coisas desse Banco. Se bem que não adiantou muito o Lula querer ser complacente, está levando o troco e a ingratidão. Mudar isso só nós mesmos, com muito idealismo ,perseverança e união. Temos que nos unir, não é possível que uma grande maioria que não aprova essa Imprensa cínica, não possa mudar esse quadro. Fico pensando que se o Serra ganha, daí sim a liberdade de imprensa vai ser privilégio de poucos! Se agora fazem o que bem entendem, imaginem com o governo deles!

Responder

Se Nagao

08 de outubro de 2010 às 18h43

O estadão (no aumentativo porque no domingo é um calhamaço que faz a alegria dos peixeiros e, inicial minúscula pelo seu tamanho) pelo menos assume o seu conservadorismo, o seu reacionarismo, diferentemente do outro grande(?) jornal(?) de São Paulo que tenta permanentemente enganar os leitores. Solidariedade para Maria Rita Kehl.
Acima de tudo a luta continua.

Responder

O_Brasileiro

08 de outubro de 2010 às 18h25

Quem faz parte do "Conselho Editorial" (com maiúsculas!) do Estadão?
A outra parte da culpa a gente já sabe de quem é… dos leitores! De todos?

Responder

will

08 de outubro de 2010 às 18h25

Está surgindo mais uma blogueira independente!
… no final tudo dá certo!

Responder

Ronaldo

08 de outubro de 2010 às 18h24

Maria Rita Kehl — É pena que não tenha gente com dinheiro suficiente para apoiar outros candidatos. …Um grande jornal que apóie a Dilma, um grande jornal que apóie a Marina, um grande jornal que apóie o Plínio…
Na verdade, todos os jornais estão apoiando o mesmo candidato. Esse é o problema da política brasileira, da burguesia brasileira, da concentração do dinheiro na sociedade brasileira… Os donos dos jornais são parciais, mesmo… Ninguém é imparcial. Mas, para que os leitores sejam adequadamente informados e se posicionem, é fundamental ter o outro lado. Infelizmente, o que os donos dos jornais revelam é que não cabe voz a outra posição, nem mesmo em artigos assinados. Que liberdade de expressão é esta?

O PT teve 8 anos com o Ministério das Comuninações nas mãos. Quais as alternativas que criou para a imprensa hegemônica? Facilitou as rádios comunitárias? Facilitou FMs para políticos progressistas? Induziu uma nova rede de TV ou jornais?

Colocou bilhões em empresas da oposição como a Oi e não teve visão estratégica para a comunicação.

Ao apagar das luzes lançou o Confecom.

Não foi falta de aviso da comunidade. Agora está pagando o preço. Espero que aprenda, para o bem do país e da sociedade.

Responder

Baixada Carioca

08 de outubro de 2010 às 18h24

Ficou claro para todos nós que falta um veículo que represente os anseios da população: um veículo que noticie os fatos, não com imparcialidade, mas com isenção.
Essa velha mídia não nos interessa e o seu papel é combater qualquer possibilidade de uma concorrência e tratam a iniciativa de uma Regulamentação do setor como um crime contra a liberdade de imprensa.

[…]
Martins evitou entrar no tema eleições e acusou aqueles que criticam a iniciativa de regular o mercado de comunicação no Brasil de "ideologização".

O governo pretende preparar até o fim do mandato um anteprojeto de regulação da mídia, que deve tomar forma após o Seminário Internacional Marco Regulatório da Radiodifusão, Comunicação Social e Telecomunicação, marcado para os dias 9 e 10 de novembro… (O Globo online.

continua…

Responder

Baixada Carioca

08 de outubro de 2010 às 18h23

…continuação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer enviar até dezembro ao Congresso uma proposta de marco regulatório dos serviços de telecomunicação e radiodifusão. Um grupo de trabalho coordenado pela Casa Civil está analisando as propostas aprovadas durante a Confecom (Conferência Nacional de Comunicação), que ocorreu em dezembro passado.

Patrocinada pelo governo, a conferência aprovou 633 sugestões para regular os meios de comunicação.

Os principais eixos são o marco regulatório da internet, direitos autorais, legislação geral para a comunicação pública, regulamentação do artigo 221 da Constituição (pelo qual as TVs devem priorizar conteúdo nacional) e o marco regulatório para o setor de comunicação.

A Confecom contou com a participação do governo e da sociedade civil. As principais entidades representativas das empresas de mídia no Brasil não participaram por considerar que muitas das teses defendidas pelas entidades sociais, em maioria no evento, eram restritivas à liberdade de expressão e de livre associação empresarial.

Havia propostas como a criação de um "tribunal de mídia" e a criação de punições para jornalistas "que excluam a sociedade civil e o governo da verdadeira expressão da verdade". (Folha online.

Responder

O JUIZ

08 de outubro de 2010 às 18h17

Doutora,
Tenha a certeza de que esse lixo chamado Esado de São Paulo, não merecia sua presença.
O desqualificado que a demitiu, não possui discernimento.
O Estadão faz parte da imprensa golpista, dedica-se à proteger os interesses da elite pôdre deste País.
O que a Senhora sentiu na pele, já aconteceu com muitos outros.
Nosso próprio Presidente, já foi agredido ferozmente por essa raça maldita, e venceu!
Esse é o maior exemplo.

Responder

Fabio_Passos

08 de outubro de 2010 às 18h08

A mídia-burguesa persegue todos que housam expor um pensamento divergente.
Só tem lugar quem repete os preconceitos do patrão.

Oligarquia decrépita. Merecida falta de credibilidade.

Responder

José Eduardo Camargj

08 de outubro de 2010 às 18h06

Para a velha mídia monopolista decadente, "liberdade de expressão" é um "direito de casta"! Só no Brasil uma aberração como essa, criada por suas supostas elites, tal monstrengo poderia prosperar.
Bem-vindos à Idade Média!

Responder

maria juçá

08 de outubro de 2010 às 16h59

A imprensa de São Paulo utiliza a mesma prática da imprensa do Rio e acredito que dos demais estados. Há 100 anos eles mandam e desmanda, elegem e derrotam governos. Não estão habituados a conviver coma a democracia. Trata-se de uma elite coroada que costuma retribuir com grande generosidade em espaço e elogios nos seus jornais e televisões. Apoiam aqueles que certamente estão de acordo com seus interesses e que fecham olhos para seus privilégios na liberação de suas guias de importação de equipamentos, seus empréstimos no BNDES, suas falcatruas na conquistas de novos canais. Esse sim éo o VOTO de interesse próprio. Não o dos pobres que não querem mudança de governo porque consiguiram a custa do sofrimento de gerações, a humilhação da fome, do esquecimento, da exclusão como bem disse Maria Rita Kehl. Lula neles por muito tempo.

Responder

Thiago

08 de outubro de 2010 às 16h49

Interessante sugestão de Marilena Chauí a respeito da posição dos petistas diante da mídia. É preciso parar de conceder entrevistas aos órgãos da velha mídia. Infelizmente, como já lembrou aqui o Azenha, vários dirigentes do PT fazem de tudo para aparecer nesses "jornalões". http://www.redebrasilatual.com.br/temas/politica/

Responder

    Baixada Carioca

    08 de outubro de 2010 às 17h47

    Rapaz! E dias desse li uma mensagem do Jorge Bittar (PT-RJ) todo empolgado sobre uma "nota" que saiu no Globo e sugerindo aos usuários do Facebook para ler o artigo. Eu o questionei sobre o papel da velha mídia que ficou 8 anos dando porrada no governo Lula, e ele sugere leitores para um artigozinho por conta de uma exaltação a um projeto de cultura de sua autoria.
    Não me retornou.

Carlos

08 de outubro de 2010 às 16h41

Enquanto isso, a "Falha de S. Paulo"… http://www.botecosujo.com/2010/10/ditadura-nada-b

Responder

Maria Luísa

08 de outubro de 2010 às 16h40

"Li a entrevista com o senhor Ricardo Gandour sobre a demissão da psicanalista Maria Rita Kehl e escrevo para manifestar, mais uma vez, minha indignação perante a imprensa brasileira. Gostaria de informar ao senhor Ricardo Gandour, em primeiro lugar, que Psicanálise e política não estão e não podem estar em instâncias separadas.
…"um divã para os leitores", se é que era esse o cunho da coluna, deve ser capaz de comportar as questões de caráter político, sob o risco de fraturar privado e público e alimentar ainda mais o quadro patogênico da nossa sociedade. Além disso, trata-se, sim, de censura, bem como de uma tremanda estupidez, o que não deixa de ser um pleonasmo." – enviado ao email do estadão

Responder

Carlos Augusto Gomes

08 de outubro de 2010 às 16h18

Azenha

veja que notícia bombástica

José Serra é denunciado pelo CORECON/PB por se apresentar como economista e não possuir bacharelado

“O procedimento do candidato caracteriza falsidade ideológica e charlatanismo, em prejuízo dos que exercem legalmente a profissão”.

o link é este:
http://www.msja.com.br/noticias/politica-e-econom

Responder

Armando do Prado

08 de outubro de 2010 às 16h00

Agora, uma questão que não se cala: quem se submete a escrever no Estadão, Folha e Veja não sabe onde está se enfiando? Não seria muita ingenuidade? Ou estamos com a estratégia da época da ditadura militar de ocupar espaços?

Responder

    Baixada Carioca

    08 de outubro de 2010 às 17h48

    Armando, penso assim. O cara já foi pra lá sabendo como a coisa funciona, então…

Floriano Júnior

08 de outubro de 2010 às 15h48

Por abordar a desqualificação do voto dos podres, de forma séria e profissional, coisa que a grande maioria do ditos profissionais da nossa impressa não passa nem perto, Maria Rita Kerl. Vamos ver o senhor Marcelo Madureira e o Jabor falar de liberdade de imprensa agora?! Acho que não…
Engraçado é que recebo alguns e-mail com idiotices como essa do bolsa família, chamando de bolsa esmola e desqualificando o voto dos pobres. Minha atitude, democrática, é enviar de volta a resposta com fatos concreto, nada de boatos, apenas provas. Tento começar um debate, espor um contraponto. O resultado é que a pessoas se irritam e sempre tentam me desqualificar me dizendo que me achavam mais culto. Parece que os eleitores do Serra, quase sempre da elite, têm a mesma atitude baixa que o mestre. Ainda mais quando você tenta defender " o pobre" diante da elite.

Responder

    Baixada Carioca

    08 de outubro de 2010 às 17h51

    Meu ex-professor Floriano.

    Ele é professor de Empreendedorismo e usou os emails dos seus alunos para fazer uma campanha pró tucano e contra o Bolsa Família. Em suas aulas, só convidou gente que odeia o Lula e os programas sociais.

    Tive um arranca rabo com ele até o final do período.

Soledade

08 de outubro de 2010 às 15h18

A Maria Rita já tem blog? Se não, espero que providencie logo ou quem sabe o Terra a convide para escrever por lá.

Responder

augusto

08 de outubro de 2010 às 15h15

LEITORES, por favor leiam no blog do Rovai, o comentario de um leitor (Fernando de Osasco,SP) sobre uma coisa grave que , segundo esse comentarista, acontece AGORA no blog da Marina. sE nao for estarrecedor é esclarecedor!!

Responder

Rodrigo Leme

08 de outubro de 2010 às 15h11

Quanto tempo duraria neste site um colunista de direita?

Só perguntando…

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    08 de outubro de 2010 às 16h08

    Quer fazer este papel?

    Rodrigo Leme

    08 de outubro de 2010 às 19h25

    Hahahahahaha, não tenho a sua habilidade na escrita nem sou tão de direita assim para ser um real contraponto ao que se lê aqui. Mas o fato de você aceitar um já é algo. Você pdoeria procurar um e abrir espaço para ele aqui.

    Paulo Monarco

    08 de outubro de 2010 às 16h19

    Eita Fla X Flu interminável! Dois extremos que de tão extremos se encontram abraçados do outro lado do caminho. Continuamos cegos e surdos a realidade que acena e grita a nossa frente. Atrelados que estamos aos déspotas que vivem em nosso inconsciente. Que pobreza de discurso.

    Carlos

    08 de outubro de 2010 às 16h47

    Desce do muro, seu Paulo.

    Paulo Monarco

    08 de outubro de 2010 às 21h25

    Carlos, já desci do muro há temos. Mais especificamente no ano de 1989, ano que existia um pensamento ideológico, construtivo e sedimentado no PT. De lá prá cá, deixou de ser um partido pra ser mais um, dentre muitos retalhos, colados na mal ajambrada colcha de nossa democracia delegativa. Portanto, Carlos, pense, não ache, antes de escrever…

    Marcos

    08 de outubro de 2010 às 17h52

    O projeto de país da Dilma é um e o do Serra é outro, bem diferente. Isso está claríssimo para qualquer um que acompanha os acontecimentos políticos, econômicos e sociais do nosso país. Assim, tomar partido por um ou por outro projeto é natural e inevitável. O Fla x Flu nesse caso é natural e inevitável. Trata-se de uma eleição, ora bolas! Agora, quem vem transformando esse período eleitoral e o debate político em um Fla x Flu barra-pesada, com chutes nas canelas, dedos nos olhos, soco na cara, xingamentos, rasteiras e assim por diante é o Serra, a direita, a extrema-direita e o PIG. Compare a campanha do Serra com a da Dilma. A campanha da Dilma é uma campanha limpa, propositiva, de alto nível. Quem é que está jogando sujo, pesado, criando e/ou repercutindo boatos, factóides e mentiras incontáveis? (Continua)

    Marcos

    08 de outubro de 2010 às 17h59

    (Continuação) A verdade é que o Serra, a direita e o PIG não querem debate sério, pois nesse caso eles perdem feio. O Serra não pode explicitar para a população qual é o seu verdadeiro projeto para o país, pois esse projeto vai contra os interesses do nosso país e da quase totalidade do nosso povo. Só resta, então, a essa gente esse jogo sujo, fétido, diversionista a que estamos assistindo, no qual esperam que a falta de politização, de cultura política da maioria da população associada a um clima de medo gerado com as mentiras, factóides, boatos criados e propagados por eles lhes possa ser favorável eleitoralmente.

    Mônica Rangel

    08 de outubro de 2010 às 16h22

    Bom, pelo menos chegamos a um consenso: o ESTADÃO é de DIREITA! Partindo desse pressuposto, tudo que está escrito lá é tendensiosamente enfocado com "olhos da direita",né?! Então…ajude a divulgar isso. Tem gente que ainda não acredita e continua lendo esse jornal!

    trombeta

    08 de outubro de 2010 às 16h32

    Mas já não basta toda a grande mídia ser de direita, querem também o espaço alternativo?

    Carlos

    08 de outubro de 2010 às 16h48

    Vai aceitar o desafio do Azenha?

    Carlos

    08 de outubro de 2010 às 18h01

    Torço para que você aceite o desafio, pontifique…..

    Rosângela

    08 de outubro de 2010 às 18h25

    Deixa ver se eu entendi: você está querendo justificar a atitude do jornal Estadão, taxando também o blog de anti-democrático? Esse é geralmente o modus operandi da direita: convencer a todos de que um problema que é dela, na verdade não é problema, é só mecanismo de funcionamento do mundo – o mundo dos valores dela, deixemos claro. Então, vamos lá, diga algo a favor dela: nos convença de que esse Brasil deve ser só para meia dúzia. Este é um valor bem claro desta direita que está aí. E é sobre isso o texto da Maria.

    Rodrigo Leme

    08 de outubro de 2010 às 19h23

    E você vai me dizer que não é um problema dos veículos de esquerda e direita?

    Rosângela

    08 de outubro de 2010 às 23h58

    Me corrija se eu estiver errada: o que estamos fazendo neste exato momento neste espaço não seria uma discussão democrática? Ao que consta, seu comentário foi postado como todos os outros.
    Mas essa é uma discussão que passa ao largo da questão central que é outra, que eu reitero e cito a mim mesma: "nos convença de que esse Brasil deve ser só para meia dúzia". Aproveite o espaço que lhe foi dado e nos esclareça sobre essa questão fundamental, a qual a direita se esquiva sempre com jogos de palavras como esses da suposta censura totalitária da esquerda.

Silvia Guerra

08 de outubro de 2010 às 14h55

Uma bela e esclarecedora entrevista, isto sim é jornalismo de verdade. Parabéns ao "Vi o Mundo", estou aprendendo a avaliar melhor os fatos e as notícias graças ao trabalho deste blog e dos outros blobs progressistas. Espero que a Doutora Rita Kehl, encontre um outro espaço para que possa escrever sobre tudo o que lhe interessa e que ache importante discutir, um espaço democrátido aonde cada pessoa possa expressar a sua opinião livremente sem o tormento da retaliação.

Responder

Ana Maria

08 de outubro de 2010 às 14h28

Dilma presidente 2010 vitória
Dilma 2010 vitória

Aquele que não deve ser Nomeado representa o mal e não merece comentário, o mal não merece comentário
Vamos parar de divulgar o que ele fala, nãoi vamos mais propagar.
O mal não merece ser nomeado
Daqui para frente só vou dizer as razões do meu voto em Dilma até a vitória.

Responder

marinildac

08 de outubro de 2010 às 14h28

muito serena a kehl, tem classe na crítica. e que verdade verdadeira o comentário — "Na verdade, todos os jornais estão apoiando o mesmo candidato. Esse é o problema da política brasileira, da burguesia brasileira, da concentração do dinheiro na sociedade brasileira…". Não tenho jornal pra ler desde que cancelei a assinatura do globo, um pasquim tucano sem eira nem beira. é muito triste um cidadão não ter um jornal decente pra ler. não precisaria nem apoiar a dilma, poderia até mesmo apoiar o serra, já que imparcialidade não existe na vida real, mas honestidade existe e é preciosa na imprensa.

Responder

    José Silva

    08 de outubro de 2010 às 15h56

    Cancelei a minha assinatura no Estadão e passei a ler o Valor Econônico principalmente por causa da Maria Inês Nassif, confesso que estou gostando.

Remindo Sauim

08 de outubro de 2010 às 14h14

Os jornalistas da Veja/Folha/Estadão e Rede Globo torcem para todos os 20 clubes da série A do Brasileirão. Vejo saopaulinos escrevendo gostoso sobre a arrancada do Grêmio no 2º turno. Já na política qualquer idéia que comprove os 84% do presidente Lula ou qualquer texto que fale bem da candidatura Dilma são quase proibidos (quase?).

Responder

    rafaela buonarrotti

    08 de outubro de 2010 às 15h03

    aaaiiii, meu são paulo não, meu são paulo não…. torcer pra gremista nem sob tortura… já viste a cor da camisa deles. Mesmo sendo freguês nos últimos anos, o Inter ainda merece mais respeito (olha a cor da camisa, INTERNACIONAL socialista etc, saci etc). Mas… meu são paulo não… (risos)
    abçs

easonnascimento

08 de outubro de 2010 às 14h12

Isto é São Paulo. Que me desculpem os paulistas de bem, mas é neste estado que se concentra muita coisa que temos de ruim no país. Esta elite midiática representa a direita raivosa no país. Dirigentes de Estadão, da Folha e de Veja são todos farinha do mesmo saco. Querem ganhar esta eleição com o seu candidato e pra isso são intransigentes e não aceitam pensamento divergente dentro do seu território. Amedrontam seus empregados com o tacão nas mãos. Demitem que não se curva. Ley de Medios urgente no Brasil.
http://easonfn.wordpress.com

Responder

    ZehLuiz

    08 de outubro de 2010 às 15h01

    Por favor, não generalize. A Rede Globo tem sua sede no Rio. Sempre gerou suas maldades de lá. Sarney domina a televisão na sua região, e agora virou santo? Collor domina meios de comunicação em sua região. Todos os barões da comunicação ''são de famílias de bens'''. Somente uma dúzia e olhe lá! Há necessidade de mudanças nessa área!. Esse domínio é pernicioso para o País.

Caronte

08 de outubro de 2010 às 13h37

Eu acho tempestade em copo d'agua, e hipocrisia.
A folha é de direita é serra, aí alguem (por melhor que seja seu curriculo) escreve a favor da dilma e lula e é demitida, ok.
Mas alguem, talvez na sua inocencia, acredita q num jornal vermelinho se alguem falasse bem do serra não seria demitido?

O problema é a falta de posicionamento dos veiculos de comunicação, apesar de obvios eles não são claros, no fundo para não perder eleitores, anunciantes e muito menos verbas do governo.

Responder

Alfredo Bessow

08 de outubro de 2010 às 13h33

Pertinente a entrevista.
O qaue me entristece é saber que passamos oito anos com o Lula na Presidência e nem ele e nem o PT tiveram a coragem de fortalecer mecanismos alternativos de comunicação, como por exemplo um jornal de massa. E agora reclamam. Bem feito por terem deixado que a Globo continuasse comandando o Ministério das Comunicações. Disse lá no Encontro dos Blogueiros e falo em todos os espaços: o PT é irmão siamês do Psdb e oi modo tucano de gerir e cuidar da comunicação é hoje o dominante dentro da Secom.
Azenha/Conceição – uma informação que está lá no http://www.passelivredf.com.br: Marina Silva, por conta do fisiologismo do PV, pode abandonar a neutralidade e declarar voto em Diloma. E mais: não nos surpreendam os se Marina ensaiar, nos próximos meses, um retorno ao PT…

Responder

João

08 de outubro de 2010 às 13h26

Acabei de assistir o primeiro programa da Dilma do segundo turno, alguém pode me explicar por que a Dilma insiste em dizer Governo passado e não Governo do PSDB ou FHC? Será que os programas do segundo turno serão pouco contundentes como os do primeiro turno?

Responder

    Carlos

    08 de outubro de 2010 às 14h17

    Se citar PSDB ou FHC, enseja pedido de direito de resposta, suponho.

Luci

08 de outubro de 2010 às 12h44

"Elite paulistana" decadente, retrograda e separatista. Que vença Dilma Roussef para acabar com esse domínio de São Paulo na política e esta disseminação de intolerância entre ricos e pobres. Fora de São Paulo as pessoas se cumprimentam, se conhecem, se olham. Os neo ricos com ajuda do Estado, esqueceram a origem pobre que está descrita na história da política de imigração. É vergonhoso os pobres na origem discriminam os que são empobrecidos pela apropriaç~´ao da riqueza por grupos sociais que se arvoram superiores. O PIG e sua dominação e seu poder só existem no Brasil.Não se universaliza uma sociedade onde não se tributa a riqueza, onde os mais pobres pagam mais impostos que os ricos, e mantemos a maior desigualdade social e racial do mundo.

Responder

Vitor

08 de outubro de 2010 às 12h40

Cara, Conceição Lemes.

Acrescenta aí, como se já não bastasse para o currículo desta exímia escritora, pensadora e psicanalista: o livro 'O Tempo e o Cão' é o vencedor de 2010 do Prêmio Jabuti, como melhor obra de Psicanalise, Psicologia.

Neste país, quem pensa e age é sempre cassado! Depois ainda reclamam de liberdade de imprensa…

Att., Vitor.

Responder

    Conceição Lemes

    08 de outubro de 2010 às 12h50

    Obrigadíassima, Vitor. Vou acrescentar. Abs

Zabs

08 de outubro de 2010 às 12h32

E o eco se faz… "Que liberdade de expressão é essa ??" "Que liberdade de expressão é essa ??" "Que liberdade de expressão é essa ??" "Que liberdade de expressão é essa ??" "Que liberdade de expressão é essa ??" "Que liberdade de expressão é essa ??" "Que liberdade de expressão é essa ??" "Que liberdade de expressão é essa ??" "Que liberdade de expressão é essa ??" "Que liberdade de expressão é essa ??" "Que liberdade de expressão é essa ??" "Que liberdade de expressão é essa ??" "Que liberdade de expressão é essa ??"

Responder

Laura

08 de outubro de 2010 às 12h05

Nós, comunicadores, quando entramos na faculdade temos uma visão distorcida do que é a mídia. Em meio a tantas ideologias, do seu papel na sociedade, seu compromisso com a democracia, de levar informação, liberdade de expressão, e tudo mais, nos esquecemos de uma realidade bem simples. Meios de comunicação, jornais, revistas, canais de Tv, são empresas, corporação, como as indústrias. Trabalhamos para os interesses do patrão, se os interesses dele se chocam com os nossos, temos que procurar outra empresa onde tenhamos o mesmo ponto de vista. Diversos jornalistas que decidiram não coaptar com as ideias do chefe, optaram por ser freelancer. Esta é a verdade, o Brasil esta longe de ser um país de imprensa livre, se é que a imprensa livre existe. Basta olhar a lista do Reporter sem Fronteiras, e outros orgãos do genêro. O anunciante X banca o jornal, em troca o jornal não pode falar mal dele, e por ai vai. Infelizmente, somos formadores de opinião, porém quem sustenta a mídia é quem tem influência. E sozinha ela não se sustenta.

Responder

    Gina Lund

    08 de outubro de 2010 às 16h56

    Resumindo: "Liberdade de expressão" só vale para proprietários de empresas de comunicação.

Mônica Rangel

08 de outubro de 2010 às 12h03

Onde está escrito "…carta de leitores reclamando…" leia-se "elite paulista". É, essa é a "liberdade de empresa!"

Responder

Substantivo Plural » Blog Archive » Entrevista com Maria Rita Kehl

08 de outubro de 2010 às 11h59

[…] aqui […]

Responder

Guilherme Scalzilli

08 de outubro de 2010 às 11h56

Convido a todos para a leitura do artigo "Folha: não dá mais pra ler", publicado no Observatório da Imprensa ( http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos…. ) e no meu blog ( http://www.guilhermescalzilli.blogspot.com/ ).
Um abraço do Guilherme Scalzilli

Responder

manoel

08 de outubro de 2010 às 11h54

Bom dia PHA,
Acho que a Dilma deve encarar esse negócio de aborto de frente, dizer que o Serra regulamentou o Aborto em 1998 na Rede de Saúde da rede Publica e perguntar se pedofelia é permitido, pois quando um dos seus membros é acusado de abuso com criança ele simplesmente é transferido dando a entender que está tudo resolvido.É assim que tem que enfrentar , de frente antes que seja tarde de mais, pois quando a Dilma e o PT,,quiserem fazer isso vão falar que é desespero e pega.
Abraços,
Manoel

Responder

Luiz

08 de outubro de 2010 às 11h52

Luiz

O Estadão demite quem não reza por sua cartilha política. Mas não demite quem reza. Um exemplo? Leiam este colunista do Estadão: http://blogs.estadao.com.br/ethevaldo-siqueira/20

Responder

Yacov

08 de outubro de 2010 às 11h18

Ou "você está comigo ou está ontra mim", não há alternativas no mundo asqueroso da Imprensa Golpista nacional. E eles tem a cara-de-pau de dizer que são democráticos e imparciais e que é o LULA que cercea a liberdade de expressão e de imprensa. Que charlatões!!!!! Filhotes da DitaduRA, como diria o BRIZOLA, querem impor ao BRASIL a "sua" Democracia. 'Tô fora!!!!!

"O BRASIL PARA TODOS não passa na gLoBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

Responder

andre

08 de outubro de 2010 às 11h13

as manchetes estão mto mornas, acredito que deveria ser:

ESTADÃO DEMITE COLUNISTA QUE FALOU BEM DE DILMA E LULA

simples assim

abraços

Responder

marcello antunes

08 de outubro de 2010 às 11h11

Alguém pode me dizer o que o Bradesco e a Votorantim estão achando da linha editorial do Estadão, já que é um grande e estratégico acionista????

Responder

    bertrand

    08 de outubro de 2010 às 15h54

    Eles ditam a linha editorial.

Fernando Gonzales

08 de outubro de 2010 às 11h11

A rede Record que eu achava que ia se posicionar sobre este parcialidade das outras, não diz nada e até muitas veses apóia. Então seu Edir Macedo não pode reclamar na hora em que a Globo mete o pau nele. Quem dorme com o inimigo não pode querer coisa boa. Os espanhóis costumam dizer que "Cria curvos e estes lhe sacaram sus ojos".
Acho que ta na hora dos jarnalistas de renome nacional, exigirem do governo federal a licença para eles também terem uma tv aberta.
Malditas novelas da Globo, aquilo é uma lavagem cerebral constante na cabeça das mulheres e de alguns homens e o pior de tudo é o Jornal Nacional que esta no meio das duas.
A Record tinha que partir para a confrontação e colocar um Jornal no mesmo horário, nada de borrar as calças como faz o SBT.

Responder

    Fabiano

    08 de outubro de 2010 às 12h12

    Concordo plenamente. A Record não toma posição, apenas reflete o qeu diz a globo, repercutindo as mesmas notícias. É mais do mesmo. Faz parte do PIG, da mesma forma.

    Jairo_Beraldo

    08 de outubro de 2010 às 12h27

    Bem que a Record estava "tendenciando" para a Dilma. Mas voltou pra cima do muro. Será que estão com medo da Dilma não levar?

    rafaela buonarrotti

    08 de outubro de 2010 às 15h07

    das mulheres…… não, amigo… melhor seria dizer: de algumas mulheres e alguns homens. DETESTO novelas.

charles

08 de outubro de 2010 às 11h05

Bomba: Video de José Serra dando entrevista em um site chamado “Anti-Religião” – (vejam o logotipo atras)
O video foi removido daqui http://www.youtube.com/watch?v=iqnEm_z3OvU http://www.youtube.com/user/AntiReligiaoBR mas pode ser visto aqui http://www.4shared.com/video/FwNfQ0Ze/Serra__ANTI… – Vejam antes que retirem

Responder

    marinildac

    08 de outubro de 2010 às 14h19

    o vídeo ja foi retirado…

Marat

08 de outubro de 2010 às 10h44

Essa é a democracia pigueana, aquela que apóia o pseudo-religioso…

Responder

maisquesaco

08 de outubro de 2010 às 09h39

Saindo do Estadão, indo um pouco para a Folha. De autocracia o cheiro muda para estelionato eleitoral:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/811622-pv-reag

Não deu 4 dias e o PVSDB já rifou a Marina. Com uma manchete bastante suave, claro, da Folha. (Por falar nisso, quando acaba a censura ao http://www.falhadespaulo.com.br? Só em Novembro?)

"Puxa vida, então Marina estava na eleição só para forçar um 2º turno?"

Pois é. O acordo "você entra com os votos e eu com o dinheiro" proposto pelo PVSDB já foi pro espaço.

Responder

    Odi

    08 de outubro de 2010 às 10h19

    "maisquesaco", sobre a Foda de SPaulo, dê uma olhada: http://desculpeanossafalha.com.br/

    Luciano Klinski

    12 de outubro de 2010 às 09h05

    A Jornalista e psicanzlista Maria Rita Kehl é bem melhor do que o Estadão , um jornaleco, que a partir deste fato só reforça a tese daqueles que defendem que é um jornal que não merece confiança , que mais desinforma do que informa.


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