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Diário da Resistência


Maria Luiza Tonelli: Marina, queira ou não, defendeu Feliciano
Política

Maria Luiza Tonelli: Marina, queira ou não, defendeu Feliciano


18/05/2013 - 17h02

Tonelli: “Se Marina quer defender o Estado laico e combater o preconceito contra os evangélicos, que comece por combater os fundamentalismos religiosos e defenda a verdadeira política, não Feliciano”

por Maria Luiza Tonelli

Essa semana, durante um debate em Pernambuco, a ex-senadora Marina Silva afirmou que que o deputado-pastor Marco Feliciano “está sendo criticado por ser evangélico, e não por suas posições políticas equivocadas” e que que com isso “A gente acaba combatendo preconceito com outro”.

Tal declaração causou polêmica nas redes sociais, em blogs, e teve grande repercussão, uma vez que sua fala foi interpretada como uma defesa de Feliciano. Marina afirmou ontem (16/05) que sua fala foi interpretada de forma errada.

Disse que “Não houve uma mudança de fala, houve uma mudança de editor e de jornalista”, referindo-se à reportagem de um veículo local que divulgou suas declarações durante a palestra.

O vídeo da fala de Marina está disponível na Internet. Há pessoas que discordam que Marina tenha defendido Marco Feliciano.

Marina já criticou Marco Feliciano em relação à Comissão de Direitos Humanos, mas sempre reafirmando que ele não pode ser criticado por ser evangélico. Afirmou ainda que não se pode creditar posições políticas equivocadas de uma pessoa à crença dela “Porque eu não posso ter dois pesos e duas medidas: se alguém é evangélico, eu digo que as posições equivocadas são porque se é evangélico. Se é ateu, não é a mesma coisa.”

Ora, Marina está querendo distorcer as coisas. Primeiro, Feliciano não está sendo criticado por “posições políticas equivocadas”, mas por seu fundamentalismo religioso levado indevidamente para o âmbito da política num Estado laico e democrático, onde a regra é a da maioria, mas onde também as minorias têm seus direitos assegurados e garantidos.

Está sendo criticado e combatido, legitimamente, por estar presidindo justamente uma Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Um parlamentar que coloca a bíblia acima da Constituição, fundamentado em suas crenças religiosas, não está sendo criticado simplesmente por posições políticas “equivocadas”.

Está sendo criticado justamente por causa de seu fundamentalismo religioso a ditar normas para a política. Alguém que quer impor regras morais de cunho religioso dogmático para uma sociedade que não é laica, mas que é pluralista em termos morais e religiosos. Isso não é fazer política, é despolitização.

Obviamente que na presidência da Comissão de Direitos Humanos poderia estar um parlamentar ateu, católico, evangélico, judeu, umbandista, xintoísta, hinduísta, budista, seja lá o que for. Desde que tivesse a consciência de que democracia é uma forma de organização social e política pela qual luta-se por direitos para todos e que a essência dos Direitos Humanos, como diz Hannah Arendt, é o direito a ter direitos.

Feliciano está sendo criticado, sim, por ser um evangélico fundamentalista, como seria da mesma forma se fosse um católico fundamentalista, não pura e simplesmente por ser evangélico.

Marina, queira ou não, defendeu Feliciano ao justificar que suas “posições políticas equivocadas” não têm a ver com o fato dele ser evangélico. Tem sim, e muito, porque ele, com seu fundamentalismo, coloca a sua religião acima da política e do direito a ter direitos.

Se Marina Silva quer defender o Estado laico, a democracia e a liberdade religiosa e quer combater o preconceito contra os evangélicos, que comece por combater os fundamentalismos religiosos e defenda a verdadeira política, não Marco Feliciano.

Dica do vídeo é de Catarina, nos comentários

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39 comentários

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Julio

25 de setembro de 2013 às 10h25

Marco Feliciano pra presidente do Brasil!

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    CESAR

    06 de junho de 2014 às 08h55

    Eu apóio! FELICIANO PARA PRESIDENTE

ABGLT repudia aprovação do projeto da "cura gay" - Viomundo - O que você não vê na mídia

19 de junho de 2013 às 15h09

[…] Maria Luiza Tonelli: Marina, queira ou não, defendeu Feliciano […]

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Luís Carlos

20 de maio de 2013 às 20h45

Entendo que Marina defendeu sim Feliciano. Ele está sendo criticado por posições absolutamente discriminatórias e preconceituosas, e não por ser evangélico. Outras pessoas, fiéis de outras religiões que apresentem a mesma postura reacionária devem ser criticados da mesma forma como ele foi criticado, acertadamente. Marina, o papel de vítima de intolerância religiosa não lhe cai bem, menos ainda ao Feliciano.

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Lula: "Nos descobrimos para nós mesmos, o grande legado desses 10 anos" - Viomundo - O que você não vê na mídia

20 de maio de 2013 às 16h42

[…] Maria Luiza Tonelli: Marina, queira ou não, defendeu Feliciano […]

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Vinícius

20 de maio de 2013 às 14h25

“Feliciano está sendo criticado, sim, por ser um evangélico fundamentalista”

Exatamente. Um evangélico moderado, um evangélico fundamentalista, um agnóstico e um anti-teísta radical tem todos os MESMOS direitos democráticos.

E TODOS nós botamos nossas crenças acima da Constituição! A Constituição pertence ao povo, e não o contrário. Se a sociedade decidir que a Constituição precisa de mais Bíblia, de mais Capital ou de mais Dom Casmurro, a Constituição será adaptada. 90% das pessoas que lêem este blog acreditamos que a Constituição defende demais a propriedade privada! Por acaso a Constituição pode nos proibir de sequer pensar em mudá-la? Nunca!

Mesmo a defesa das minorias só continuará existindo pq o Povo acredita nisso. Toda lei e todo poder vem de algum lugar; se não vem do Povo, vem de uma “minoria”, mas outro tipo de minoria…

De todos excelentes motivos pra se opor ao Feliciano, as pessoas resolveram também criticar as bobagens sobre o John Lennon, a postura dele no pulpito, os excessos da teologia da prosperidade. Acho tudo isso abominável. Mas pra mim, Feliciano, o pastor abominável, não se mistura com Feliciano, o deputado reaça. Aliás, até posso criticar o pastor por ser um político tão ruim, mas ESTADO LAICO significa que eu jamais julgarei um político por ser um mau cristão ou um mau ateu.

Defender o Estado Laico é defender a tolerância, é uma postura radical pelo multiculturalismo. Infelizmente, ainda falta muito pros brasileiros entenderem o que é isso. E infelizmente, o público deste blog, esquerdistas de classe média, decidiram que os costumes religiosos dos conservadores que trabalham na portaria dos seus condomínios não servem pra política. A esquerda ainda precisa aprender a respeitar o Estado Laico! Mas a gente chega lá.

Quanto à Marina, toda crítica à neutralidade artificial dela é justa. Mas ela não “defendeu” o elemento, e sim fez um comentário sobre a situação política do país – coisa que mais políticos deviam fazer.

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Gerson Carneiro

20 de maio de 2013 às 03h56

Caetano Veloso que defende Marina Silva que defende Marco Feliciano que defende Marcos Pereira.

Isso me lembra “Quadrilha”, de Carlos Drummond de Andrade.

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Gerson Carneiro

20 de maio de 2013 às 03h42

… e Caetano Veloso saiu em defesa da Marina Silva que defende Marco Feliciano que defende Marcos Pereira.

Está aí as “iBagens” (como diz o DaPena) para desmentir Caetano Veloso e Marina Silva.

Marina Silva tenta mas não consegue me enganar. Discurso dela é fraco, sem consistência. Criou uma coisa chamada “REDE” com a conversa de fazer “nova política”, mas é financiada pelos patrocinadores da velha política.

Perguntou ao deputado Jean Wyllys se ele toparia um plebiscito para decidir a questão do casamento igualitário. Jean Wyllys disse que sim desde que ela propussesse também um plebiscito para decidir a questão da isenção tributária das igrejas evangélicas. Marina se calou.

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Jorge Portugal

19 de maio de 2013 às 23h55

Feliciano foi eleito para ser presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias e não presidente da Comissão de Direitos dos evangélicos e Minorias. Acho que estão confundindo as coisas.

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Geysa Guimarães

19 de maio de 2013 às 23h54

Perfeito.
Os textos da Maria Luiza têm atingido a marca da excelência.

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Sr.Indignado

19 de maio de 2013 às 17h45

Como ela defende o estado laico se na fala ela coloca a necessidade de respaldo igual entre os dogmas religiosos e a constituição?

As críticas ao Dep. Feliciano recaem sobre seu comprtamento e idéias inadequadas para alguém que quer sentar em uma comissão de direito humanos e não pelo fato de ele seguir religião A ou B.

Sem muito holofote, um pouquinho mais ao natural, Marina mostra suas contradições e não tem um projeto supimpa para a nação que quer (Deus que nos livre) governar.
Ela é nossa Yoani… ou a Yoani é a Marina cubana. Por aí.

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José Faustino

19 de maio de 2013 às 15h13

Não sou evangélico, ao contrário, sou católico. Mas, para mim está claro a quem Marina defendeu. Defendeu os evangélicos, ela deixou claro que o Feliciano não representa os evangélicos, incluindo ela mesma, e que não quer estar, como não está no mesmo balaio que Feliciano. Cada um entenda segundo sua capacidade de discernimento, mas saibam que ao colocar Marina e Feliciano nas mesmas cores apenas estamos dando ainda maior musculatura política para um maluco que até ontem não era nada, hoje se tornou um representante (quase mártir) para outros tantos intolerantes (evangélicos, católicos, ateus, atoas, e afins).

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Elias

19 de maio de 2013 às 14h06

Erro crasso de Marina Silva ao dizer que Feliciano é criticado por ser evangélico. Ele é criticado pelo grau de reacionarismo e por suas opiniões desconexas com a realidade do mundo. Marina Silva segue credo assemelhado ao de Feliciano e conquistou um honroso 3° lugar nas últimas eleições presidenciais. Portanto, nada a ver religião e opinião. O povo sabe distinguir erros e acertos. Claro que às vezes se confunde e vota em uma pomba sem perceber tratar-se de uma ave de rapina.

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anac

19 de maio de 2013 às 13h33

Marina é da direita fundamentalista evangélica verde, seja lá o que isso signifique.
Já Feliciano é da direita fundamentalista evangélica marrom PiG inVeja.

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renato

19 de maio de 2013 às 11h47

Esta mulher não me representa.
Este Feliciano, não me representa.
Esta Mulher é uma Vergonha para as Mulheres
E este indivíduo uma vergonha para os homens.

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Marcelo de Matos

19 de maio de 2013 às 11h46

Marina quer fundar um partido, tem sonhos maiores, quer ser presidenta, como a Dilma. Já deve saber que não se pode governar com ideias apriorísticas – vamos descartar Feliciano porque ele representa o mal. Lula disse certa vez que não trabalhava com seres da lua, mas, com os políticos aqui da terra. Feliciano é um dado da nossa realidade: representa parcela do eleitorado brasileiro, que pensa como ele. Temos de aceitá-lo tal como é, tal como aceitamos o PMDB, o PSD e até os socialistas de Eduardo Campos. Só os partidos nanicos têm o privilégio de serem maniqueístas: querem promover o expurgo de todos que não pensam como eles. Feliciano não pode ser contestado pelo que pensa, mas, na ocasião oportuna, por suas propostas parlamentares. Tudo tem de ser debatido e votado no Legislativo e nada pode ser resolvido aprioristicamente.

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Fabio Passos

19 de maio de 2013 às 11h35

Sim. A questao e exatamente o Estado laico.
Se a marina aceita que um fundamentalista misture sua crencas religiosas com politica de Estado… esta mesmo a servico do atraso.

Uma pena que marina aceite e defenda abertamente o preconceito baseado em crendices religiosas.
Para este papelao ja bastava o serra…

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AlvaroTadeu

19 de maio de 2013 às 10h57

Ora, o Brasil é um país laico e não pode se sujeitar a dogmas religiosos. Não pode respeitar papas que escondem a pedofilia, nem evangélicos fundamentalistas, homofóbicos e fanáticos. O Estado brasileiro precisa respeitar e proteger os judeus, mas não pode proibir qualquer tipo de trabalho aos sábados nem o consumo de presunto e linguiça de porco. Idem os umbandistas, não podem ser perseguidos por sua religião. Mas é proibido que qualquer religião tente se impor pela força ou pela demagogia a toda a população brasileira.

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Jose Mario HRP

19 de maio de 2013 às 10h27

Que base aliada ehin? Marina!
Homofobico, racista e deturpador dos ensinamentos de Jesus!
Po**a Marina não dava para escolher melhor os amigos?
Gabeira, Feliciano, Gular, Preta Gil, Claudia Raia, Tereza Rachel, Caetano Veloso, e outros pirados po**a loucas, beirando o falso moralismo…..tudo muito estranho!
E haja s***……

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Cesar Augusto

19 de maio de 2013 às 10h18

A posição de Marina tem que ser entendida, pois ela esta sendo coerente com sua vida. Era católica, até hoje tem fortes ligações com a igreja, conheço um padre que é muito amigo dela, mas para conseguir se dar bem na política virou evangelica, ou seja, sem essa mudança nunca ganharia no Acre para senadora. Como ministra do meio ambiente irritava por sua posição fraca, era chamada de ongueira por só trabalhar pontualmente. Dividiu o IBAMA, enfraquecendo este órgão que hoje quase não tem função. Abandonou o PT por um projeto próprio, ela deve saber que não suportaria uma presidência da república, pois tem a saúde debilitada devido ter sido contaminada com mercúrio, vivia no hospital quando era ministra, ou seja, não vejo nada de assustador em sua posição, sua vida pessoal e política pautaram pela personalismo e ganho pessoal, principalmente a partir de escolhas que lhe favorecem.

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Fernandes

19 de maio de 2013 às 10h08

Cada vez mais estou certo de que ela está do lado de lá contra a nação!

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Raimundo

19 de maio de 2013 às 08h40

Como é fácil falar “fora fundamentalista” sem ter um pingo de análise. Tudo na vida tem um fundamento, ou vc acha que o homossexualismo tb não tem fundamentos?
Outra tira esses fundamentos que vc é contra e colocar o que?
Faça uma proposta de uma sociedade alternativa. No final vc vai chegar nos mesmo lugar dos fundamentalistas.

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    Fabio Passos

    19 de maio de 2013 às 11h37

    Pois e. Onde este mundo vai parar?
    Daqui a pouco vao negar que a terra e o centro do universo.

Francisco

19 de maio de 2013 às 02h35

O fato é o seguinte: Marina se estressa mais com o eventual desconforto de um fundamentalista (que não se emenda…) do que com mulheres, negros e homossexuais.

Nos EEUU o nome disso é suicidio politico, aqui, ninguém se dá conta de que o tom de “dona da verdade” é o mesmo em Feliciano e Marina.

Os dois se merecem, eu é que não mereço pagar tributos para viver “no Irâ”…

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José Maia

19 de maio de 2013 às 00h24

Santinha evangélica do pau oco. De fato ela é pura falsidade!

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MARCELO G. FURTADO

18 de maio de 2013 às 23h22

Essa estratégia dos fundamentalistas é velhíssima. Os caras querem garantir o filão dos votos dos “irmãos” e continuarem garantindo os seus cargos de deputados, senadores e etc….
Outra coisa, está na hora de parar de chamar os “evangélicos” por apelidos, ou eles não querem assumir a sua verdadeira denominação ? Explico: aproximadamente 90% do povo brasileiro é crente e evangélico, ou seja, acreditam em Deus e nos evangelhos, em sendo assim, devemos nos referir aos “evangélicos” com a denominação correta e histórica, qual seja: PROTESTANTES, mesmo que eles não aceitem essa denominação por algum motivo oculto.

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    Willson

    19 de maio de 2013 às 03h35

    Tem gente que adora enclausurar a dissidência em um rótulo, um estereótipo qualquer, para mantê-la na periferia do mapa do objeto discutido. Não funciona mais assim. É verdade que, historicamente falando, os evangélicos começaram como protestantes. Protestavam contra o que entendiam serem vícios que desvirtuavam a Palavra de Deus, e buscaram uma alternativa para viver sua fé cristã, longe da hierarquia da organização religiosa autointitulada católica (universal) e inquestionável.

    Modernamente, os cristãos evangélicos, ou crentes estão satisfeitos em serem assim reconhecidos. Não há interesse em retroceder à idade média, nem voltar ao cabresto dos que os querem reduzidos à condição de meros “protestantes”. Obviamente, isso não impede que os católicos também o façam. Afinal, há ou deve haver, liberdade de autodeterminação religiosa.

    Fora de questão, é querer impedir os evangélicos crentes a assim se afirmarem. A fase em que um grupamento religioso detinha o monopólio da autodeterminação religiosa, já passou. E a liberdade de expressão abrange também a expressão religiosa.

Thomas Nok

18 de maio de 2013 às 21h39

Tô com Marina.

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    Abel

    18 de maio de 2013 às 22h45

    Então, está com o Feliciano – faz parte do pacote…

José X.

18 de maio de 2013 às 20h53

A Marina só abre a boca pra falar bobagem…

Outra que é uma péssima política, abandonou quem está ganhando pra se juntar ao que de pior existe na política brasileira. E o Campos está seguindo pelo mesmo caminho.

Responder

Denise

18 de maio de 2013 às 20h12

“está sendo criticado por ser evangélico, e não por suas posições políticas equivocadas” e que que com isso “A gente acaba combatendo preconceito com outro”.

Está chamando a gente de burrinhos e burrinhas? As posições políticas dele são equivocadas, Dona Marina, porque são religiosas e o Estado é laico! Não leve a brasa para a sua sardinha,qualquer um que faça as afirmações infelizes que ele fez, merece ser rebatido.

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Denise

18 de maio de 2013 às 20h05

Não sei por que,mas este discurso vazio me lembra outra cabeluda: a Yaoni.

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Guilherme Chaves

18 de maio de 2013 às 19h39

O “video está disponível”??????? Onde???? As palestras da UNICAP não foram gravadas nem para os alunos. Na palestra de Pernambuco ela reafirmou as mesmas críticas que fez em Campinas.

Sendo contra a Marina ou contra a sua religião, por favor não distorça uma verdade a favor da sua opinião.

http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2013/04/o-feliciano-e-despreparado-para-presidir-comissao-diz-marina-silva.html

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nelc

18 de maio de 2013 às 19h14

Maria Luiza, parabens materia completa, didática e esclarecedora!

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Ozzy Gasosa

18 de maio de 2013 às 18h33

A Bláblárina do Partido Itaú é o clone do Cerra na versão feminina.
É péssima, simples assim.

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luiz otávio pereira

18 de maio de 2013 às 17h57

é complicado colocar que alguém está sendo criticado por ser evangélico, e não por colocar religião acima da democracia, do estado, da lei e do bem comum. Usar a religião dessa forma, trazer o culto evangélico para dentro de uma instituição do estado é sim uma atitude política. e é sim equivocada. Querer impor sua crença religiosa à organização política da sociedade é algo que sim deve ser combatido.

Não sou simpatizante de Marina da Silva, não pretendo votar nela. Mas creio que o que ela falou foi sim bastante claro no sentido de retirar preconceitos religiosos (ou ateístas) da discussão, que tem claramente conseqüências sociais e políticas muito fortes. Não vejo isso, nem de longe, como defesa de Marco Feliciano. Vejo mais como uma tentativa de trazer evangélicos que não apoiam esse tipo de interferência religiosa na política para o debate, sem que eles tenham que se defender por terem religião.

Responder

    Denise

    18 de maio de 2013 às 20h15

    A ingenuidade mata!


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