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Marcos Coimbra: Os males do serrismo


22/01/2011 - 16h05

21 de janeiro de 2011 às 15:26h

O fenômeno, pequeno em inserção popular mas relevante no plano político, depende de tudo dar errado para Dilma e os novos oposicionistas.

por Marcos Coimbra, em CartaCapital

Não há partidos ou movimentos políticos exclusivamente bons ou unicamente ruins, se os considerarmos em seu tempo e lugar. Na vida real das sociedades, eles são uma mistura de coisas boas e más, de acertos e erros (salvo, é claro, exceções como o nazismo).

Tudo é uma questão de proporção, do peso que o lado ruim tem em relação ao bom. São bons os movimentos políticos e os partidos (bem como as tendências que existem no interior de alguns), cuja atuação tende a ser mais positiva para o País, seus cidadãos e instituições. São os opostos aqueles que fazem o inverso, que agem, na maior parte das vezes, de maneira negativa.

Tome-se o serrismo, um fenômeno pequeno, do ponto de vista de sua inserção popular, mas relevante no plano político. Afinal, não se pode subestimar uma tendência tucana que conseguiu aprisionar o conjunto de seus correligionários, mesmo aqueles que não concordavam com ela (e que eram maioria), e os levou a uma aventura tão fadada ao insucesso quanto a recente candidatura presidencial do ex-governador José Serra. E que tem, além disso, tamanha super-representação na mídia, com simpatizantes espalhados nas redações de nossos maiores veículos.

Por menor que seja sua base social e inexpressiva sua bancada parlamentar, o serrismo existe. E atrapalha. Muito mais atrapalha que ajuda.

Neste começo de governo Dilma, recém-completada sua primeira quinzena, o serrismo já mostra o que é e como se comportará nos próximos anos. Os sinais são de que será um problema para todos, seja no governo, seja na própria oposição.

Vem da grande imprensa paulista (uma insuspeita fonte na matéria), a informação de que seus integrantes estão revoltados com a trégua que outras correntes do PSDB estariam dispostas a oferecer à presidenta. Em vez da “colaboração federativa” buscada pelos governadores tucanos e as bancadas afinadas com eles, os serristas querem “partir para o pau”.

O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), expoente máximo da tropa de elite serrista, dá o mote, ao afirmar que o PSDB deveria ser duro contra Dilma desde já, de forma a ser uma referência oposicionista no futuro. O pano de fundo do que propõe, percebe-se com facilidade, é posicionar o serrismo (de novo!) para a sucessão de Dilma.

Segundo as informações disponíveis, a primeira meta do grupo de José Serra (cujo tamanho, diga-se de passagem, é ignorado) é aproveitar-se da tragédia das chuvas na região serrana do Rio para golpear a presidenta, responsabilizando-a pela ocupação caótica de encostas e outras áreas de risco nas cidades atingidas. Para esses personagens, seria a incompetência de Dilma, à frente do PAC, a causa de tantas mortes e sofrimento. Ou seja, vão tentar vender a versão de que, se ela fosse melhor gerente, nada teria acontecido.

Em nossa permissiva cultura política, não há surpresa no oportunismo da proposta. Ninguém se espanta que alguém faça um jogo como esse, que queira tirar dividendos de uma catástrofe e que, para isso, torça fatos e procure­ enganar os incautos. Todos nos acostumamos com essa falta de seriedade.

Mas até os mais céticos ficam perplexos com o contraste entre o que dizem agora os serristas e o que foi a campanha que fizeram na eleição de 2010.

Ou será que ninguém ouviu José Serra se apresentar como “verdadeiro continuador” de Lula? Que não viu Serra evitar qualquer crítica ao ex-presidente, dizendo que concordava com ele e que nada mudaria em seu governo (a não ser aumentar o salário mínimo para 600 reais e conceder uma 13ª parcela do Bolsa Família aos beneficiários)?

Derrotado, o serrismo virou oposição intransigente, e quer levar os grupos vitoriosos de seu partido com ele. Enquanto esteve à frente do governo de São Paulo, buscou a boa convivência e a colaboração com o Planalto, avaliando que, ao agir dessa maneira, aumentava suas­ chances na sucessão de Lula. Agora que não tem escolha, se exime de qualquer compromisso e parte para o pau.

É pouco provável, no entanto, que consiga arrastar o restante do PSDB e os demais partidos de oposição para a radicalização anti-Dilma. No fundo, o serrismo apenas tenta preservar algum espaço em um cenário cada vez mais desfavorável para seus propósitos.

É só se tudo der errado, seja para a presidenta, seja para as novas forças oposicionistas, que o serrismo tem sobrevida. Sua aposta é o fracasso de todos.

* Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Também é colunista do Correio Braziliense.





28 comentários

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osmar gazzoni bastos

05 de março de 2011 às 12h45

O PSDB, DEM, PPS, são partidos morrendo, o povo não quer eles de volta.
Dilma, vai dar ao povo, o que eles querem e precisam: Saúde e segurança.
Ela, é cheia de capacidade e coragem.
Não precisamos ter medo do Serra e do Aécio, o Serra, está morto, o Aécio, não saberá fazer oposição.
Se a Dilma, quiser que eles fujam do país, é só abrir as caixas pretas das privatizações.
Sds:Gazzoni

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CHICO

10 de fevereiro de 2011 às 21h51

PSDB GLOBO MANIPULAÇÃO TUDO A VER…………

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Sebastião Medeiros

25 de janeiro de 2011 às 14h07

Continundo,
3)O SERRA retornou ao BRASIL EM 1977 dois anos antes da anistia política da ditadura militar de 1979.Qualquer exilado político que tentasse retornar ao BRASIL antes da anistia política corria sérios ricos de vida,MUITO ESTRANHO ESTE RETORNO, e além disso o José Serra tentou ser cadidato A deputado federal pelo MDB nas eleições de 1978 mas teve o registro indeferido pelo TRE de São Paulo por que seus direitos políticos ainda estavam caçados porém não sofreu nenhuma atentado contra a sua vida e nenhuma tortura, isto no BRASIL DE 1978 COM AI-5 EM PLENO VIGOR.

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Sebastião Medeiros

25 de janeiro de 2011 às 13h51

O José Serra tem muitos pontos nebulosos em sua vida política
1) Fugiu do Brasil,em 1964,antes que o golpe se consumasse,abandonando seus colegas da UNE a própria sorte,postura inadmissível para um Presidente da União Nacional dos Estudantes.
2) Logo após o golpe militar no Chile,país na qual estava exilado,ele foi levado preso ao Estádio Nacional que era um centro de tortura de presos políticos e de lá saiu sem sequer sofrer um arranhão para um o novo exílio:OS EEUU GOVERNADO PELO NIXON CUJO GOVERNO PATROCINOU O GOLPE DO PINOCHET CONTRA O ALLENDE,E ALÉM DISSO,O SERRA GANHOU UMA BOLSA DE ESTUDOS EM PRINCETON UMA DAS UNIVERSIDADES DA ELITE DOS EEUU.
3) O Serra voltou do exílio e 1977,dois anos antes da anistia política em 1979.Qualquer exilado político que tentasse retornar ao Brasil antes da anistia da ditadura militar corria sérios riscos de vida ele voltou justamente dois anos antes,MUITO ESTRANHO ESSE FATO.

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lauro oliveira

25 de janeiro de 2011 às 11h00

Os últimos mentores do psdb só conseguiram se diminuir, e nisso também levando o partido. O que colaboraram para afirmação política do psdb os srs.: fhc, serra, arthur virgilio, tasso jereissati e outros tantos profetas do apocalipse? Tenho saudade de covas e franco montoro. Acredito que se cabe algum futuro ao psdb certamente não virá deste pessoal .aqui citado.

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luiz pinheiro

24 de janeiro de 2011 às 17h05

Mais uma arguta análise do Marcos Coimbra, que captou o resumo da ópera: a aposta de Serra é o fracasso de todos os outros. Fico com a impressão de que, mineiro atento como é, Coimbra não acredita no fracasso nem da Dilma nem do Aécio…

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edv

23 de janeiro de 2011 às 23h27

Acho que este senhor Chirico tem recebido mais destaque do que sua evidenciada mediocridade merece…

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    Sávio Ponte

    21 de fevereiro de 2011 às 17h53

    faço das suas as minhas.

Ramiro Tavares

23 de janeiro de 2011 às 22h38

Querer culpar a Presidenta, com pouco mais de quinze dias de exercício do cargo, como responsável pela catástrofe geológica da Região Serrana, aí também já é ultrapassar os limites da loucura.
A bem da verdade, o principal causador foi um fenômeno natural de acomodação de camadas geológicas , em função da erosão. Combinado com o fato de que o sistemão que impera no Brasil desde o descobrimento é o capitalista. E daí pobres e miseráveis moram onde? Nas beiras de cursos d'água, nas encostas inservíveis, íngremes e nos pântanos. Os terrenos salubres, planos, pertencem, via de regra, às classes mais abastadas.
O PIG agora, com seus patrõezinhos das elites vai encarar a verdade dos fatos e tornar-se revolucionário? Vai partir para a transformação do sistema econômico? Mas que beleza!

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Hélio Pereira

23 de janeiro de 2011 às 20h24

Serra é o Profeta do caos.

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ricardo silveira

23 de janeiro de 2011 às 15h37

O Aluísio é mais um presente da capacidade do PIG manipular os paulistas e, certamente, é um forte candidato para substituir aquela figura sinistra do ex-senador do Amazonas. Acho que o PIG, por deixar de fazer jornalismo precisa começar a ser responsabilizado pelo que tem feito ao país.

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Pedro Soto

23 de janeiro de 2011 às 10h33

Se eles quiserem "partir para o pau" que partam.
Temos a presidenta, a maioria no Senado e na Câmara de Deputados.
Precisamos é parar de dar tanta trela a essa imprensa golpista que cada vez mais tende a acabar.
BOICOTE TOTAL NELES!

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Vera

23 de janeiro de 2011 às 09h49

corrigindo….com exceção do nazismo e do PSDB/DEM/PIG(partido da imprensa golpista)

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Luis

23 de janeiro de 2011 às 09h38

Não se iludam com o Coimbra. Apresenta-se como cientista político. Mas é um empresário que vende seus seus serviços para os governos Federal, para o mineiro e prefeituras: para recuperar o Vox (que estava quebrando) ele acendia vela para lula e Aécio. O artigo dele é uma malandragem para oferecer o papel de "oposição construtiva", de a"genda positva", de político moderninho, ao Aécio Neves. Não tem nada de ciência. É pagamento de conta. E preparação da sucessão de Dilma. Ele não tem tanta audiência. Mas é bom lê-lo, pois se identifica alguns caminhos do Aécio. Cerra é dose. Aécio Boa Vida é pior ainda…

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reynaldo nery

22 de janeiro de 2011 às 23h41

a globo e o psdb são duas miseria do nosso país.

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Hildermes Medeiros

22 de janeiro de 2011 às 22h38

Sempre que defende-se Lula e seu governo, que ressalta-se a ridícula atuação da mídia (o famoso PIG – Partido da Imprensa Golpista), que já foi derrotada por três vezes em apenas oito anos, é comum atribuir-se apenas ao Lula toda a força que levou esses facínoras (são mesmo facínoras, porque mentem mistificam, escondem fatos, podem até matar ou sugerir e aceitar que matem para atingir seus objetivos) midiáticos, esquecendo, ou não ressaltando, que o Lula e o PT conseguiram viabilizar uma aliança com outros partidos, com destaque o PMDB, PSB, PDT e PC do B, que se ligam também a boa parte da elite brasileira, inclusive representantes das classes produtoras, cujo maior expoente é o ex-Vice Presdidente José Alencar. Só não foi possível uma aliança, pequena que fosse, com a mídia, que há muitos anos ligaram-se sem restrições aos interesses externos para crescer como empresas e implantar a ditadura, dando-lhe suporte por mais de vinte anos, seguindo a respaldar os que, após pequeno interregno, continuaram, já numa estrutura tendente à democracia, a implantar a chamada ditadura branca imposta pelos seguidores do Consenso de Washington, com as receitas recomendadas pelo FMI e o Banco Mundial para pagar a dívida contraída no período da ditadura, que originou aqui o chamado milagre brasileiro. Lula e aliados romperam timidamente com muitas das políticas que vinham sendo conduzidas e deixaram de dar suporte a mídia e passou a contrariar muitos dos interesses dos grupos externos e nacionais seus aliados, que desejavam continuar com a economia neoliberal que sufocava nosso povo com o desemprego e grande parte do empresariado com a queda da economia, entrega do patrimônio público e desestruturação das atividades estatais. Assim, não foi apenas Lula, tampouco é só Dilma que os derrotaram e a quem tem de enfrentar. A maior derrota da mídia é extamente o apoio às políticas governamentais dado pela imensa maioria do povo, implantadas pelo PT e aliados, que pretendem atribuir apenas a ação do ex-presidente Lula, ao mesmo tempo em que, curiosamente, dizem ser incompetente. Não conseguiram esconder as realizações do Governo Lula, nem desconstituir a imagem do presidente, PT e aliados. É possível que, na próxima derrota daqui a quatro anos, a ficha caia. Por enquanto, os interesses externos e aliados brasileiros ainda lhes dão suporte, mas já dá para ver que vem diminuindo seus seguidores e tende a ser um mau negócio, que precisa reciclar-se.

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@faltorpan

22 de janeiro de 2011 às 22h29

A urdidura política dessa pseudo-oposição devassa erige-se sobre bases perigosíssimas:
1) Cultivo à personalidade de um cidadão autoritário;
2) Apoio em infiltração de longo prazo em grandes veículos submissos da imprensa;
3) Legislativo apequenado pela prática usitada do fisiologismo e da impudícia;
3) Partidarismo gilmariano do Judiciário e metástases prováveis na Polícia Federal e no Ministério Público;
4) Falta total de escrúpulos para obtenção de resultados;
5) População mais jovem completamente inconsciente dos terrores do tempo do totalitarismo (dura, Folha, dura!), quase como a representar uma população não mais vacinada contra uma doença que se crê extinta, mas que pode voltar como "bioterrorismo".
As defesas mais conscientes da Nação precisam manter-se alertas e críticas, mas é preciso, sobretudo, que a imprensa independente se mantenha independente, não se apassivando numa posição igualmente partidarizada, só que oposta. Duas burradas não atingem boa meta. A blogosfera, o boca a boca, a rapidez e a clareza da crítica, de uma certa vigília pela Democracia, têm diante de si uma baita encrenca. Que tenham a melhor das fortunas!

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Alexandre

22 de janeiro de 2011 às 22h06

… José (S)erra: nada mais terrivelmente simbólico do que esta personagem agourenta, ícone do tal partido!… No que concerne às enchentes, pena que Deus não foi generoso com o (S)erra da província de São Paulo!…

República Deste Partido Agourento, Entreguista, Miasmático, Fascista eterno…
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Digger

22 de janeiro de 2011 às 21h57

O Serra e seus seguidores terão o que merecem!
Aguardem e verão. Não precisa ser adivinho, para ver o futuro dessa gente rasteira, peçonhenta e que muito mal já fizeram ao povo brasileiro.
Toda a maldade que fizerem, será paga com outra maldade. Essa é a lei.
O Serra é credor de muitas coisas ruins, principalmente pelo que fez de crueldade contra a presidenta Dilma, na última campanha eleitoral.

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Gerson Carneiro

22 de janeiro de 2011 às 21h47

Prova disso é que no twitter Jose Serra já surfa nessa onda aí destilando veneno. Três exemplos de uma hora atrás:

joseserra_
Três grandes artigos para leitura neste final de semana: 1° do @freire_roberto "A tragédia anunciada”
1 hour ago Favorite Retweet Reply

joseserra_
O 2° artigo é “Chovendo na Chuva”, do Fernando Gabeira
1 hour ago Favorite Retweet Reply

Detalhe: nesse aí em cima, na ânsia, ele erra o nome do artigo. O nome correto é "Chovendo na Política".

joseserra_
E o 3°, e muito bom, é "A presidente na chuva”, do Guilherme Fiuza, publicado hoje no Jornal O Globo.

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Lucas C. Vaz Costa

22 de janeiro de 2011 às 21h24

É nisso que dá um projeto pessoal de poder que ignora as circunstâncias da população de um país extremamente complexo como é o Brasil. Em nome de seu egocentrismo, o foco das ações do tal do Serrismo é não colaborar com o governo, mesmo que em favor da população, e esperar que todo o resto dê errado. Nada menos republicano, nada mais egocêntrico. Típico do que há de mais nefasto na política brasileira. Serra liga seu nome a isto. Adeus biografia de suposto amante da democracia…

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Sebastião Medeiros

22 de janeiro de 2011 às 18h57

A base de apoio do José Serra não reside nos partidos mas no PIG (Tendo a frente a Rede Globo,Editora Abril,Folha de São Paulo e Estadão).
O LULA teve força para enfrentar esta MÍDIA MAFIOSA, que queria derrubá-lo,mas agora vem a pergunta:A DILMA TERÁ A MESMA FORÇA PESSOAL E POLÍTICA PARA ENFRENTAR ESTES GRUPOS GOLPISTAS DA GRANDE MÍDIA?

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    cris

    22 de janeiro de 2011 às 21h12

    Ela enfrentou turma muito pior,a ditadura. aguarde e verá.confio na minha presidenta, ela vai botar o Pig pra piar bem baixinho.

    Sebastião Medeiros

    22 de janeiro de 2011 às 22h35

    Tomara cris,mas é bom lembrar que a direita brasileira não está morta e é barra pesada.

    aliberto amaral

    23 de janeiro de 2011 às 21h05

    Meu caro Sebas, se a esquerda está viva pq a direita haveria de estar morta? Fazia tempo que não entrava aqui no Blog. Verifiquei acabaram todos adotando um lema maior do tucanato: O Clube CEM. Traduzindo: Clube do Elogio Mútuo. É a Cris p/ o Sebas;é o Sebas p/o Medeiros, etc,etc. O inimigo é sempre o Serra, o PIG e outros menos votados. Ah… e o guru é o chapa branca Marcos Coimbra.
    Azenha, por favor, daqui a pouco o seu VIOMUNDO vai acabar ficando Boring!!!, com todo o respeito.
    Ali

    Sebastião Medeiros

    23 de janeiro de 2011 às 23h32

    O problema é que o Serra não é de direita ele é da EXTREMA-DIREITA!

    Paulo

    22 de janeiro de 2011 às 22h09

    não se esqueça que foi o lula que colocou ela lá.. e se preciso ele vai manter ela lá.. pode anotar ai.. lula vai estar na campanha da Dilma para a reeleição..

Pedro

22 de janeiro de 2011 às 17h11

Que a Dilma seja alertada por seus assessores mais próximos a não jogar aqueles papéis que geralmente a gente amassa durante uma reunião e joga na lixeira mais próxima. A Globo e o Globo estarão à espreita.

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