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Diário da Resistência


Lula: “Critério da mídia é o da criminalização do PT”; leia a íntegra do discurso
Política

Lula: “Critério da mídia é o da criminalização do PT”; leia a íntegra do discurso


06/02/2015 - 21h34

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por Luiz Carlos Azenha

O ex-presidente Lula disse esta noite, na festa do aniversário de 35 anos do Partido dos Trabalhadores, comemorado em Belo Horizonte, que o critério da mídia para a cobertura da Operação Lava Jato é o da “criminalização do PT”.

Segundo ele, “estamos assistindo a um filme com final conhecido”: acusações sem provas, falta de contraditório e julgamento pela imprensa. O ex-presidente não fez menção ao escândalo do mensalão.

Lula disse que não existe uma única acusação provada contra o partido até agora na Operação Lava Jato. Para ele, o que se pretende é condenar o PT por doações obtidas legalmente.

Lula se disse indignado com a condução coercitiva do tesoureiro do PT para depor à Polícia Federal, afirmando que João Vaccari Neto teria comparecido se tivesse sido intimado.

Segundo Lula, a mídia está construindo uma versão, uma narrativa que criminaliza o PT, com o vazamento seletivo dos fatos.

Referindo-se à oposição como antinacional e excludente, o ex-presidente disse que “foi o governo deles que tentou destruir a Petrobras”.

Lembrou também que “eles nunca investigaram nada, varreram tudo para debaixo do tapete”.

Para Lula, foi a quarta derrota consecutiva “que despertou os mais baixos instintos dos nossos adversários”.

O ex-presidente afirmou que “eles não querem esperar por outra derrota”, por isso “investem na crise, apostam no caos”.

Para Lula, “cabe ao PT denunciar essas manobras”.

Abaixo, a íntegra do discurso, publicada no site do Instituto Lula:

Companheiros e companheiras,

No dia 10 de fevereiro de 1980, algumas centenas de brasileiros e de brasileiras começaram a escrever uma das mais belas páginas da história política do nosso País.

Naquele dia, companheiros vindos de todas as regiões, trabalhadores da cidade e do campo, intelectuais, estudantes, religiosos, militantes de esquerda, militantes sociais, nos reunimos para debater e aprovar o Manifesto de Fundação do Partido dos Trabalhadores.

Era um tempo em que lutávamos por Democracia, enfrentando uma repressão que recaía de forma especialmente dura sobre os trabalhadores e nossos aliados. Um tempo em que estávamos conquistando, na prática e no aprendizado das lutas cotidianas, o direito de livre organização sindical e política da classe trabalhadora.

Nesse ambiente de lutas, com os pés firmes no chão e grandes sonhos na cabeça, nasceu o PT.

Quero recordar as primeiras palavras do nosso Manifesto de 1980:

“O Partido dos Trabalhadores surge da necessidade sentida por milhões de brasileiros de intervir na vida social e política do país para transformá-la.

A mais importante lição que o trabalhador brasileiro aprendeu em suas lutas é a de que a democracia é uma conquista que, finalmente, ou se constrói pelas suas mãos ou não virá. (…)

As grandes maiorias que constroem a riqueza da nação querem falar por si próprias. Não esperam mais que a conquista de seus interesses econômicos, sociais e políticos venha das elites dominantes. (…)

O PT nasce da decisão dos explorados de lutar contra um sistema econômico e político que não pode resolver os seus problemas, pois só existe para beneficiar uma minoria de privilegiados.”

É importante recordar essas palavras, 35 anos e muitas lutas depois, para fixar duas características essenciais do nosso partido:

O PT nasceu para mudar.

O PT nasceu para ser diferente.

É isso que explica a nossa trajetória desde a fundação, por um punhado de idealistas comprometidos com as causas populares, até os dias de hoje, quando estamos governando este País que se tornou uma das maiores democracias e uma das maiores economias do mundo.

Quantos partidos políticos chegaram aos 35 anos de existência com uma história de lutas e conquistas tão rica como a do Partido dos Trabalhadores?

E quantos partidos no Brasil, tendo conquistado o governo, conseguiram transformar de maneira tão intensa a realidade social, econômica e política em nosso País? Certamente, nenhum como o PT.

Podemos falar com muito orgulho do nosso partido, porque fizemos e continuamos fazendo História neste País.

Companheiros e companheiras,

É muito comum hoje em dia as pessoas falarem em “nova política”, como se estivessem anunciando a invenção da roda.

Por isso, quero lembrar outra passagem do nosso Manifesto de fundação:

“O PT quer atuar não apenas nos momentos das eleições, mas, principalmente, no dia-a-dia de todos os trabalhadores, pois só assim será possível construir uma nova forma de democracia, cujas raízes estejam nas organizações de base da sociedade e cujas decisões sejam tomadas pelas maiorias.”

Quem foi capaz de construir um partido de baixo para cima, organizando núcleos nas fábricas, nos bairros e nas escolas, sabe muito bem o que foi fazer uma nova política nesse País.

Desde a primeira prefeitura que elegemos, o PT introduziu uma nova forma de governar, com a participação direta da população nas decisões.

O PT criou o Orçamento Participativo e abriu novos caminhos para a Democracia, por meio dos conselhos e das conferências para debater e efetivar políticas públicas.

A sociedade apropriou-se dessas práticas, aprendeu e cresceu com elas, qualificando sua relação com o poder público em todos os níveis.

Nova política foi combinar a atuação dos nossos deputados e vereadores com a presença nas ruas, nas greves e nas lutas populares.

O PT participou da organização de movimentos sociais autônomos, que dinamizaram a Democracia e o processo político em nosso País.

Estivemos na linha de frente do movimento pelas Diretas-Já e pela plena redemocratização do País. Levamos à Assembleia Constituinte as propostas mais avançadas do campo popular e democrático.

Elegemos prefeitos em grandes cidades, elegemos governadores, aprendemos a construir alianças, ampliando o diálogo com os diversos setores da sociedade.

Disputamos três eleições presidenciais antes de alcançar a primeira vitória, acumulando ensinamentos e ampliando nossa articulação social em cada processo eleitoral.

Foi a prática coerente dessa nova política, nas instituições e nas ruas, que consolidou o caminho para a vitória eleitoral de 2002, quando o País escolheu o PT para liderar as mudanças.

Nova política foi acabar com a fome neste País.

Foi garantir uma renda básica, um patamar de dignidade e cidadania para cada brasileiro, por meio do Bolsa Família e do Brasil Sem Miséria.

Estes poucos, mas significativos, exemplos honram a memória daqueles que viram na criação do PT a oportunidade histórica do povo brasileiro para tomar o destino em suas mãos.

Companheiros da qualidade de Sérgio Buarque de Holanda, Apolônio de Carvalho, Mário Pedrosa, Lélia Abramo, Henfil, Helena Grecco, Luiz Gushiken, Marcelo Déda e tantos outros que sonharam conosco desde o início da jornada.

O PT é motivo de orgulho para cada militante, das primeiras e das novas gerações.

Cada um de nós pode andar de cabeça erguida e afirmar: nós contribuímos para mudar este País.

Participamos diretamente da maior transformação política, social e econômica da história do Brasil.

Caminhamos junto com o povo brasileiro para uma nova era de desenvolvimento e inclusão social.

A história do PT é nosso maior patrimônio, e essa história ninguém pode nos tirar.

Companheiros e companheiras,

Há pouco mais de 12 anos o PT começou a enfrentar seu maior desafio – que era também seu destino de partido nascido para mudar.

Governar o Brasil, com as complexidades de um país historicamente marcado pela desigualdade, foi a missão que a sociedade nos confiou, em um voto carregado de esperança.

A direção a seguir estava apontada, mais uma vez, em nosso Manifesto fundador, onde ele diz:

“O PT pretende chegar ao governo e à direção do Estado para realizar uma política democrática, do ponto de vista dos trabalhadores, tanto no plano econômico quanto no plano social.”

Seguimos essa orientação desde o primeiro dia de governo. Houve medidas duras, para corrigir os muitos problemas que herdamos. Houve medidas amargas, quando foi necessário para garantir os avanços. Foi preciso reavaliar expectativas para lidar corretamente com a realidade do País e as responsabilidades de governo.

Mas nunca deixou de haver diálogo democrático com todos os setores. Nunca um governo se abriu tanto às propostas e reivindicações da sociedade.

E nunca – jamais – traímos o compromisso com as camadas mais amplas da população, as que sempre foram relegadas no curso da História.

Nesses 12 anos o povo brasileiro participou conosco do mais amplo processo de inclusão social desse País, no mais duradouro período de crescimento econômico com estabilidade.

Nós temos de nos orgulhar de um governo que tirou 36 milhões de pessoas da extrema pobreza, que criou mais de 21 milhões de empregos com carteira assinada, que conseguiu incluir mais de 40 milhões na classe média.

Temos de nos orgulhar de um governo em que o salário mínimo cresceu 74% em termos reais, em que a renda das famílias mais pobres cresceu mais de 60%.

De um governo que herdou um desemprego de 12,5% e reduziu esse índice a 4,8% em 2014, o menor desemprego de todos os tempos.

Temos de nos orgulhar de um governo em que o país dobrou a produção agrícola, garantiu comida farta na mesa do trabalhador e tornou-se um dos maiores exportadores mundiais de alimentos.

Um governo que abriu as portas da universidade para os filhos dos trabalhadores, para os negros, para os que jamais tiveram essa oportunidade.

Esses 12 anos de grandes mudanças marcarão para sempre a história do Brasil.

Mas não podemos nos acomodar. Temos de compreender que foram os primeiros passos de uma jornada que vai nos levar muito longe; que é preciso avançar para consolidar as conquistas.

Companheiros e companheiras,

O PT acaba de conquistar o quarto mandato consecutivo na Presidência da República.

Foi talvez a mais difícil campanha eleitoral que já enfrentamos. Certamente, a mais suja; aquela em que nossos adversários utilizaram as piores armas para tentar nos derrotar. Tentaram fraudar a vontade política da maioria, usando todos os seus recursos de comunicação para manipular, distorcer, falsear e até inventar episódios contra nosso partido, nosso governo e nossa candidata.

A quarta derrota eleitoral consecutiva despertou os mais baixos instintos dos nossos adversários.

Tiveram a ousadia de pedir recontagem dos votos, como se o Brasil ainda fosse aquela república das eleições a bico de pena.

Tentaram impugnar a prestação de contas da campanha e barrar a diplomação da presidenta.

Tentaram criar um ambiente de inconformismo com o resultado que se recusam a aceitar democraticamente.

Vencemos; o Brasil venceu mais uma vez, mas a luta não acabou.

Nossos adversários não podem dizer qual é o seu projeto; porque é antinacional, contrário ao desenvolvimento, é um projeto que exclui milhões de pessoas do processo econômico e social.

Eles só podem atacar o PT e o nosso governo com as armas da irracionalidade e do ódio.

Não têm, nunca tiveram, autoridade para falar em nome da ética, mas é nesse campo que tentam desesperadamente nos atingir. Eles, que jamais investigaram a fundo uma denúncia de corrupção. Eles, que varriam escândalos para debaixo do tapete. Eles, que alienaram o patrimônio da Nação “no limite da irresponsabilidade”.

Foi o governo do PT que acabou com a impunidade que eles cultivaram por tanto tempo. Nenhum outro governo fez mais para combater a corrupção nesse País, conforme a presidenta Dilma deixou claro na campanha eleitoral.

Mas vejam o que está ocorrendo em torno da Petrobrás. Desde o início da campanha eleitoral, nossos adversários manipulam uma investigação institucional, com o objetivo de criminalizar o PT.

Esta investigação, como todas as outras iniciadas em nosso governo, deve ser levada até o fim, esclarecendo os fatos, apontando os responsáveis e levando seja quem fora a julgamento. É isso que a sociedade espera e é isso que vem ocorrendo nos governos do PT – ao contrário do que ocorria no tempo deles.

Mas estamos assistindo a repetição de um filme com final conhecido. Pessoas são acusadas, por meio da imprensa, com base em vazamentos seletivos de uma investigação à qual somente alguns têm acesso. Não há contraditório, não há direito de defesa. E quando o caso chegar às instâncias finais da Justiça, o pré-julgamento já foi feito pela imprensa, os condenados já foram escolhidos e bastará apenas executar a sentença.

Nossos adversários não se incomodam que essa campanha já tenha causado enormes prejuízos à Petrobrás e ao País. O que eles querem é paralisar o governo e desgastar o PT, a qualquer custo.

Mais uma vez eles falharam na tentativa de voltar ao poder pelo voto. Ao que tudo indica, não querem mais esperar outra derrota: partem claramente para a desestabilização, investem na crise, apostam no caos. Na falta de votos, buscam atalhos para o poder, manipulando a opinião pública e constrangendo as instituições.

Eles vão prestar contas à História sobre a maneira antidemocrática como vêm agindo.

Cabe ao PT denunciar essas manobras com firmeza. Repelir a mentira, esclarecer a sociedade, agir de acordo com a gravidade da situação.

A verdade é que foi o governo deles que tentou destruir a Petrobrás. E foi o nosso governo que a resgatou, retomou os investimentos que levaram à descoberta do Pré-Sal e fizeram da Petrobrás a maior produtora mundial de petróleo entre as empresas de capital aberto.

A verdade – e isso está nos autos da investigação, mas não está nos jornais nem na TV – é que havia corrupção nos contratos que a Petrobrás assinou com empresas estrangeiras no tempo deles. E isso nunca foi investigado.

A verdade é que, apesar de todo o alarido, não há nenhuma prova contra o PT nesse processo, nenhuma doação ilegal, nenhum desvio para o partido. Nada!

E se algo de concreto vier a ser encontrado, se alguém tiver traído a nossa confiança, que seja julgado e punido, dentro da lei, porque o PT, ao contrário dos nossos adversários, não compactua com a impunidade.

Companheiros e companheiras,

O resultado eleitoral nos obriga também a uma reflexão sincera sobre as dificuldades do PT para manter sua sintonia histórica com os anseios da sociedade brasileira. Não é possível ignorar esse desgaste.

Não e verdade que o PT tenha se transformado num partido pior do que os outros, mais fisiológico ou mais sujeito aos desvios.

O verdadeiro problema do PT é que ele se tornou um partido igual aos outros.

Deixou de ser um partido das bases para se tornar um partido de gabinetes.

A estrutura à disposição de um deputado é maior do que a de um diretório estadual do partido.

A estrutura dos cargos de governo, também.

Ao longo do tempo, isso alterou a vida interna do partido. Há muito mais preocupação em vencer eleições, em manter e reproduzir mandatos, do que em vitalizar o partido.

As direções, tanto as regionais quanto a nacional, ficaram prisioneiras dessa lógica. Tornaram-se burocráticas, pouco representativas da nossa base social, ou então apresentam uma representação meramente artificial de setores sociais.

Militantes e dirigentes tornam-se profissionais da política e dos governos.

Falando francamente: muitos de nós estão mais preocupados em manter – e se manter – nessas estruturas de poder do que em fazer a militância partidária que estava na origem do PT.

Essa é a origem de vícios como a militância paga, a disputa por cargos em gabinetes, o investimento de grandes recursos em campanhas eleitorais, enfim: vícios que nós sempre criticamos na política tradicional.

É nesse ambiente que alguns, individualmente, cometem desvios que nos envergonham diante da sociedade e perante a história do PT.

É dessa forma que o exercício do poder, ao invés de fortalecer, acaba fragilizando um partido.

Não é fenômeno é inédito. Aconteceu historicamente com grandes partidos populares ao redor do mundo. Mas penso que esse processo chegou ao limite no PT.

Não podemos esquecer que o PT, como já disse, nasceu para ser diferente.

Resgatar esse espírito é o nosso grande desafio nesse momento.

Não se trata de propor, ingenuamente, a volta a um passado que não existe mais. O País mudou nesses 35 anos. Mudou graças ao PT, não aos que nos criticam de fora. Mudou porque cumprimos os objetivos que levaram à criação do partido.

Hoje o País é outro, a realidade da classe trabalhadora é outra, a juventude é outra, as reivindicações e interesses da população estão em um novo patamar, assim como as demandas para a ampliação de direitos e da Democracia.

O PT precisa responder a essa nova realidade. Articular as demandas dos milhões de brasileiros que conquistaram emprego digno, que têm novas oportunidades, que aprenderam a usar a renda e o crédito para realizar sonhos antigos – e que têm, portanto, sonhos novos.

Precisa ouvir e dialogar com toda uma geração de brasileiros que ainda era criança quando o povo nos levou à Presidência da República. Uma geração que não conhece a nossa história e não vai conhecê-la se não tivermos a inciativa de contar a eles como era este País nos tempos da ditadura, como era este País no governo neoliberal dos nossos adversários.

Precisamos dialogar com as novas demandas democráticas, no plano dos direitos das pessoas, demandas que acompanham a evolução da sociedade e que não eram tão claras há 35 anos.

É necessário ter muita clareza das mudanças que ocorreram, para elaborar um novo pacto político com a sociedade brasileira, um pacto que atenda às exigências de hoje e que aponte para o futuro.

Não há respostas fáceis para essa questão. Temos de buscá-las em nossas raízes, porque se chegamos até aqui foi pelo que fizemos desde o começo da caminhada.

Não há dirigente ou liderança individual capaz de apontar o caminho. Não em um partido democrático de massas, como o PT sempre se propôs a ser.

O PT não é o seu presidente, não é sua direção, não é tal ou qual liderança. O PT são dois milhões de filiados, centenas de milhares de militantes. São os setores da sociedade que se consideram representados pelo partido, participam do debate político e têm sido decisivos nos embates eleitorais.

É aí que vamos encontrar a energia renovadora, para recriar o sonho original do PT.

Creio que esse é o debate que devemos fazer agora, quando iniciamos o processo de renovação da direção partidária.

Temos a oportunidade histórica de elaborar um novo Manifesto do PT, capaz de traduzir nossos compromissos para os dias de hoje e para os próximos 35 anos.

Isso exige humildade e coragem de cada um. Humildade para reconhecer o que é preciso mudar, e coragem para continuar mudando.

Temos a história ao nosso lado e o futuro diante de nós. O PT precisa estar, mais uma vez, à altura de suas origens, porta-voz da esperança, da democracia, da ética e da igualdade.

Muito obrigado.

Leia também:

Vermelho: Quando os fatos pouco importam na delação premiada 





53 comentários

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Alexandre Teixeira

19 de fevereiro de 2015 às 21h44

Lamentável o ponto em que o Brasil se encontra político e sociologicamente falando. A degradação e a desmoralização percorre os corredores de todos os poderes. Penso que estamos chegando a um ponto delicado, pois quando um Estado Democrático de Direito perde seu referencial de justiça, moral e probidade, o povo perde a credibilidade nas instituições e o Estado tende a ruir. Como dizia Sólon – um antigo governador romano: ” …a lei não pode ser como uma teia de aranha, em que se algo pequeno cai, logo é devorado. Mas se algo grande cai na mesma teia, rapidamente a mesma se rompe e libera a passagem daquele que mais força tinha.”
Aproveito para humildemente convidar a todos para visitarem o meu blog, recentemente criado. Versa sobre Política, Direito, História, Filosofia……dentro de uma análise de temas polêmicos.
http://debatecomcafe.blogspot.com.br/

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Policarpo

10 de fevereiro de 2015 às 16h06

Cadê a articulação do PT para utilizar a infraestrutura do governo para coibir esse tipo de coisa? Será que a mídia é tão invencível assim?

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roberto

10 de fevereiro de 2015 às 10h44

LULA, genial, genial , é por isso que a direitona e o PIG o odeia tanto, pois não pode “levantar” um representante da direita com o mínimo de talento deste grande brasileiro. Lula 2018!!!

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abolicionista

08 de fevereiro de 2015 às 22h14

Descobriu a roda, né?

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Igor_

08 de fevereiro de 2015 às 21h10

Momento em que o PT se encontra era algo bem previsível. Nada do que ocorre é obra do acaso não é mesmo ? O que vemos acontecer para o PT é fruto de um trabalho, da união, entre PIG e da direita
religiosa radical. Agindo em conjunto, de forma 100% planejada, proposital, o PIG e a direita religiosa
espalharam pelo Brasil ódio, raiva e preconceito em determinadas populações (alguns até, infelizmente, de “cabecinha fraca” ,pois sofreram verdadeira “lavagem cerebral” por parte do PIG e desta direita religiosa) O PIG “colou” no PT por todos esses anos a imagem de partido dono da corrupção para a população e o PT. E o PT vendo tudo isso acontecer o que fez para, combater esse processo todo de corrosão do partido que já vem ocorrendo faz tempo ? O problema é que PT não fez nada de verdadeiro ! Não enfrentou seus inimigos de frente, não enfrentou o PIG, Não enfrentou aqueles que queriam eliminar o PT do poder. E não fez por pura falta de coragem e total covardia ! E agora o que vemos é o resultado dessa covardia e isso será altíssimo para o PT não é ? Até mesmo com,a possível, digo, possível , extinção do partido a longo prazo não é mesmo ? O o pior, bem pior, o PT abriu caminho para que o PSDB e outros (que é 100% blindado/ protegido pelo PIG) possam o que bem queiram junto com o PIG e a direita religiosa! OBS: Hoje graças ao PIG e total covardia do PT temos uma justiça com pesos e 2 medidas ou seja p/ o PT total punição e p/ os demais partidos total blindagem e proteção da justiça e do PIG !

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FrancoAtirador

08 de fevereiro de 2015 às 18h30

.
.
Livro de Kucinski ‘Cartas a Lula’ reúne textos diários escritos por ele
com a análise dos jornais do dia e sugestões de como Lula deveria reagir.

Conhecido pelo embate interno que travou contra o chamado “paloccismo”
no primeiro mandato de Lula (2003-06), o jornalista e ex-assessor especial
da Secretária de Comunicação Social da Presidência (SECOM) Bernardo Kucinski [*]
lamentou que o segundo mandato de Dilma Rousseff se inicie com concessões
ao sistema financeiro, entre elas alta de juros e arrocho fiscal.

“Não sei se é [a História se repetindo] como Farsa,
mas [é a História] do Predomínio dos Bancos em nosso País”,
disse o escritor, em São Paulo, ao participar de um debate
promovido pela Carta Maior sobre seu novo livro.

Participaram do encontro o ex-ministro da Secom Franklin Martins (2007-10) e o ex-porta-voz do governo Lula André Singer (2003-07).
A mediação coube ao jornalista e professor universitário Gilberto Maringoni.

[*](http://www.portaldosjornalistas.com.br/perfil.aspx?id=14059)

http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Cultura/Kucinski-debate-suas-u218Carta-a-Lula-u219-com-Franklin-Martins-e-Andre-Singer/39/32817

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Olavo

08 de fevereiro de 2015 às 17h09

Lula, Dilma e o PT não tiveram coragem de enfrentar a elite nacional, essa é a mais pura verdade. Lula imaginou que pudesse governar em conchavos coma burguesia. O PT é reformista moderadíssimo. Cristina, Chaves, Correia, Evo, reformistas moderados. Sem enfrentamento, não existe avanço.A elite não cede, não adianta.E para fazer o enfrentamento, tem que haver CHAMAMENTO à massas. E quem fará esses chamamento, Lula, Dilma, duvido.

Responder

Jadson Oliveira

08 de fevereiro de 2015 às 14h40

Caro Azenha,

Lula está certo, a prioridade da “mídia gorda” (como dizia o saudoso Myltainho) é criminalizar o PT. E não só: a mídia hegemônica criminaliza tudo que tenha cheiro de interesse popular, de democracia popular, de participação popular, de defesa dos interesses nacionais, de socialismo, criminaliza a política e os políticos, a cultura popular, os governos chamados progressistas (o que fazem com o da Venezuela, então, é um verdadeiro escândalo), criminaliza o pouco que há de mídia contra-hegemônica, como os blogueiros chamados progressistas (ou “sujos), etc, etc.

Está certo? E daí? perguntamos os que têm algum compromisso com o movimento democrático, popular e de esquerda (incluo aí parcelas do governo do PT/Dilma/Lula). Como enfrentar o bombardeio dos monopólios da mídia antidemocrática, antipopular e antinacional?

Tenho matracado isso ao escrever para meu blog (Evidentemente – http://www.blogdejadson.blogspot.com ): a única forma de enfrentar a ditadura midiática é construir uma mídia contra-hegemônica (isto junto com mais dois pontos simultâneos e prioritários: lutar pela mobilização popular e pela regulamentação da mídia, especialmente a audiovisual).

No último artigo que publiquei a respeito (Precisamos lutar pela construção duma mídia contra-hegemônica), deixo uma sugestão de debate: “Penso que, além da blogosfera “suja”, há entidades credenciadas a tocar tal discussão: o Fórum Nacional pela Democratização das Comunicações (FNDC), o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, e as frentes de luta recém criadas: Fórum 21 e Frente pelas Reformas Populares”.

É isso, vamos em frente, grande abraço, Jadson

Responder

FrancoAtirador

08 de fevereiro de 2015 às 14h30

.
.
Urgente!

Falta uma Ponte entre o Apelo e a Rua

Se o PT, a esquerda em geral,
os movimentos sociais e o campo progressista
não se entenderem a tempo de definir uma agenda comum,
o juiz Moro o fará por eles.

Por Saul Leblon, na Carta Maior

[…]
O fato é que no breve interregno entre cinco de setembro quando Lula explodiu sua indignação e a vitória final em 26 de outubro, o PT e o governo fizeram o que nunca haviam feito e, incompreensivelmente, não voltaram a fazer ainda.

O quê?

Estabeleceram um canal de conversa indispensável
com a população sobre um tema de interesse geral:
o Brasil, a vida de sua gente, seus trunfos e desafios – hoje, ontem e amanhã.

Fez-se ali um ensaio de repactuação da confiança mútua, sintonizada no compartilhamento de rumos e de desafios, que Lula agora sugere que o PT faça, na forma de um Manifesto-compromisso e de uma repactuação política do partido com a nação.

Carta Maior viu no jorro de desassombro daquela inflexão na campanha de 2014
um ponto de ruptura com o abismo há muito aguardado.

‘A ficha caiu’, saudou-se.

No final de setembro, seria a vez da própria candidata Dilma reforçar essa impressão.

Em entrevista a um grupo de blogueiros, ‘sujos, ideológicos, governistas’, como a eles se refere o colunismo isento, a candidata explicitou o divisor que marcaria o seu segundo mandato.

A vitória então já não era mais um sonho de vento a escapar pelos dedos.

“Terei um embate (político) mais sistemático;
não serei mais tão bem comportada;
me levaram para um outro caminho,
que não era o que eu queria”.

Menos de cinco meses depois, onde foi que tudo se perdeu?

Perdeu-se a ponto de retroagir à pasmaceira anterior a cinco de setembro de Lula, com o radical agravante de que Dilma agora ocupa a presidência da nação, de onde o conservadorismo fala abertamente em retirá-la.

E toma providências explícitas para isso.

Uma parte da recaída se deve à inércia traiçoeira de uma fórmula de governo que se esgotou.

Em três mandatos presidenciais sucessivos predominou a determinação petista de restringir o confronto direto com os interesses conservadores na faixa de segurança permitida por uma correlação de forças adversa.

Mas a margem de manobra se esgotou proporcionalmente à contração do PIB e à pressão da crise mundial, agora definitivamente algemada ao Brasil.

O que antes parecia uma contingência administrável, ainda que a um custo político cada vez mais desgastante, acentua os contornos de um esgotamento de ciclo.

O conjunto aguça o desgaste intrínseco à tarefa de administrar o capitalismo ainda sem poder transformá-lo efetivamente.

O conjunto não pode ser descarregado apenas no colo de uma Dilma muda e jejuna em política.
No mínimo, o sonambulismo presidencial funde as duas coisas:
um pedaço da crise e o reflexo da sua imensa dureza.

Não fosse isso, por que então nada se move
depois que Lula, Falcão, Tarso e outros
se desdobram em evocações pela resistência?

Pela gravidade e abrangência do que precisa mudar
para desviar o país do buraco negro conservador
que diuturnamente vai sugando tudo ao redor,
mas principalmente os corações e mentes da sociedade.

O Datafolha é o monitor de controle do mutirão sombrio.
O relatório deste domingo avisa ao comando central: ‘estamos indo bem’.

À implosão do espaço acomodatício desfrutado em 12 anos de governo de composição
emerge agora a clareza vertiginosa do despreparo organizativo, ideológico e programático
para ir além da atual e angustiante desconexão entre o apelo e a resposta.
Entre o gesto e o efeito.
Pior que tudo.
A desconexão imobilizante revelou um punhal de aço
cravado contra as próprias costas do corpo progressista:
não há canais de comunicação para uma urgente repactuação do futuro com a sociedade.

Nada se faz sem a mediação tóxica da emissão conservadora.

Cujas prioridades editoriais estão mobilizadas para acelerar a velocidade disso que o Datafolha colhe em intercurso orgânico.

Quando Lula diz ‘temos que voltar às bases, o PT se tornou um partido de gabinetes’,
o que se veicula é a derrisão, não a gravidade da autocrítica
abraçada pelo maior líder progressista do país.

Como é possível que um partido formado por franjas de toda a esquerda,
quadros de alta qualidade e distintas filiações,
tenha cogitado construir um Estado de Bem-estar Social tardio,
na oitava maior economia do mundo – na era da livre mobilidade dos capitais chantageadores –
sem dispor de canais pluralistas de comunicação?

Sem espaço ideológico para exercer o repto à hegemonia
expressa pela dama de ferro do neoliberalismo, Margareth Tatcher:
‘Não há alternativa’.

Não apenas não há, como o que virá ‘será doloroso’,
sapateava o Financial Times, antes das eleições,
em editorial onde apregoava a inevitabilidade
de um conjunto de medidas cujo efeito ‘será doloroso’.
‘Ganhe quem ganhar a eleição’.

Os dias que correm parecem confirmar o vaticínio
do porta-voz dos mercados financeiros globais.

Sem repactuação política desassombrada, sobra a receita seca do ajuste ortodoxo que, de tão postiço em relação ao que a transição de ciclo requer, teve que ser terceirizado a um centurião de confiança do mercado.

O ‘estelionato eleitoral’ denunciado pelo coalizão conservadora
abstrai o fato de que ao esgotamento do espaço acomodatício pela crise,
juntou-se um cerco policial em torno da Petrobras, o derradeiro braço do Estado
para induzir o caputalismo [sic] no país.

À mutilação desse órgão vital (que carrega 13% do PIB), associou-se a queda de 50% nas cotações do barril e a maior seca já vivida no país em 80 anos.

Uma tempestade perfeita estacionou nos céus de Brasília.

Por onde começar?

‘Temos a oportunidade histórica de elaborar um novo Manifesto do PT. Isso exige humildade e coragem’, disse-o bem Lula na última sexta-feira.

Falta agora o principal: correr riscos.

Adicionar ao enunciado a agenda capaz de erguer a ponte entre o apelo e a resposta.

Definir aquilo que, efetivamente, ofereça uma razão suficientemente forte, crível, palpável para a letargia deixar o sofá do descrédito e ir às as ruas, voltar às bases, cobrar, debater e pactuar o passo seguinte do desenvolvimento brasileiro.

Se o PT, a esquerda em geral, os movimentos sociais e o campo progressista não se entenderem a tempo de definir uma agenda comum –e não há tanto tempo assim, avisa o Datafolha– o juiz Moro o fará por eles.

Dando uma razão conservadora suficientemente apelativa para aglutinar o passo final da marcha regressiva em curso no Brasil.

As graves denúncias de Paulo Henrique Amorim sobre as condições em que estão sendo extraídas as ‘delações premiadas’ da Lava Jato, bem como o parecer ’Gandra/FHC’, indicam uma determinação muito clara: ir além do estado de direito.

Íntegra em:

(http://cartamaior.com.br/?/Editorial/Urgente-falta-uma-ponte-entre-o-apelo-e-a-rua/32828)
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Responder

Américo

08 de fevereiro de 2015 às 13h58

Rede Globo está envolvida no escândalo da Petrobrás , o lugar dos Marinhos sonegadores e corruptos é na cadeia, abaixo a Rede Globo.

“Também uma das emissoras que estam abafando o caso é a Rede Globo, afinal Paulo Roberto Costa, o delator, disse que vendeu ilhas para a rede globo, tv da família marinho que colaborou com a maioria dos esquemas dentro da estatal, segundo o mesmo. ”

Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2014/11/nova-delacao-da-petrobras-coloca-rede.html#ixzz3RAXQtt3P

Responder

Julio Silveira

08 de fevereiro de 2015 às 13h05

Infelizmente a luta de classes nunca esteve tão atual e necessária. Não me refiro a luta armada, violenta e fratricida como alguns países adotaram. Me refiro a luta pela esclarecimento pela consciência de que só assim poderemos aspirar aos melhores valores sociais.
Também, infelizmente, aqueles a quem delegamos a possibilidade de fazer essa luta de forma pacifica, através da democracia, acabaram por cair no conto hipnótico dos possuidores, que vem junto com o sorriso de astucia, interpretado como simpatia. Acredito, muito, que aconteceu por terem fé de que já haviam conseguido status de classe favorecida para si próprios, obtendo, em suas imaginações, pedágio aberto e livre. Acreditaram em meta alcançada, eram iguais e receberiam tratamento igual. Pobres, de origem e ricos de ingenuidade, O Brasil necessita urgente de uma revolução nos hábitos, revolução cultural. Precisa se por diante das evidencias de suas carências e eleger um líder que não se coloque em primeiro plano, mas que entenda que as causas das mazelas populares estão entranhadas na estrutura cultural do povo, desde os ricos egoístas ao ponto do impatriótico, ao pobres que aspiram apenas ocupar as posições dos ricos.

Responder

Lafaiete de Souza Spínola

08 de fevereiro de 2015 às 12h49

A prioridade das prioridades para começar uma grande transformação comportamental, social e econômica do Brasil:

https://www.facebook.com/lafaiete.spinola.3/posts/239669346190481

Responder

Almir

08 de fevereiro de 2015 às 11h28

“Chavez fez. Mujica fez. Evo fez. Correa fez. Cristina fez”.
É verdade. Todos eles fizeram a democratização da mídia em seus países. ACONTECE que todos eles dispunham (e ainda dispõem) de sólidas maiorias nos respectivos parlamentos. E aqui no Brasil? Atualmente, a esquerda ocupa esquálidos 15% das cadeiras na Câmara dos Deputados e ínfimos 16% no Senado. O restante é de direita e não quer nem ouvir falar em regulação de mídia, imagina aprova-la. Ou seja, boa parte dos que acusam o governo de ser “covarde”, ajudou a eleger “qualquer um” que não fosse do PT ou PCdoB – gente como Agripino, Tiririca, Perrella, Bolsonaro Pai, Bolsonaro Filho, Eduardo Cunha, Feliciano, Miro, Heinze, Serra, Jarbas, o escambau… Depois vêm aqui dizer que o governo não faz a regulação da mídia porque “não quer”. Tenha santa paciência pra compreender tanta inocência.

Responder

Jayme V. Soares

08 de fevereiro de 2015 às 09h33

Azenha,
Por muito tempo admirei seu blog, pela maneira independente de veicular opiniões. Entretanto, de algum tempo para cá, verifiquei que o Viomundo age de um modo sectário, fundamentalista, não deixando passar nenhuma crítica a Lula Dilma e seus aliados do PT. Perceba que estamos emitindo opinião, visando a uma crítica construtiva, de modo a sentirmos estímulo para ir às urnas votar por estas lideranças.

Responder

Messias Franca de Macedo

08 de fevereiro de 2015 às 08h57

FHC ou FFHH?

Gagá ou a Tese ‘Os canalhas também envelhecem’?

ENTENDA…

###################

FHC: ROUBO DE BARUSCO NÃO TEM NADA A VER COM ELE

Teoria do ex-presidente tem dois pesos e duas medidas: roubalheira na época de seu governo é culpa exclusiva do ex-gerente da Petrobras; já os malfeitos ocorridos nas gestões petistas são de responsabilidade de Lula e de Dilma; em carta enviada ao Jornal Nacional, o ex-presidente tucano diz que o delator é explícito ao dizer que tratava-se de acordo direto entre ele e o representante de uma empresa; disse ainda desejar que a Justiça vá até o fim na investigação da Operação Lava Jato, embora tenha reforçado que as alegações de Barusco são sobre propinas pagas nos governo do PT

8 DE FEVEREIRO DE 2015 ÀS 08:29

(…)

FONTE: http://www.brasil247.com/pt/247/poder/169393/FHC-roubo-de-Barusco-n%C3%A3o-tem-nada-a-ver-com-ele.htm

#################

… É a impunidade, estúpido!

E a blindagem criminosa do PIG também!

Só faltou o DEMoTucano FHC afirmar que “a plataforma P36 foi afundada durante o período Lula/Dilma…

Privataria: Ano a ano, os estragos que FHC fez na Petrobras

(…)

FONTE:
http://limpinhoecheiroso.com/2014/03/26/privataria-ano-a-ano-os-estragos-que-fhc-fez-na-petrobras/

Viva a CPI da Petrobras!

“Venha!”

E tremeis fascigolpistas, entreguistas e antinacionalistas!

CORRUPTOS e incompetentes!

Responder

Messias Franca de Macedo

08 de fevereiro de 2015 às 08h26

*Bateu, levou?
#######
*Parece que desta vez o PT decidiu não apanhar calado
Bateu, levou!
Por jornalista Paulo Nogueira
Postado em 07 fev 2015
FONTE: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/parece-que-desta-vez-o-pt-decidiu-nao-apanhar-calado/
##########################
É de doer o coração o padecimento do militante do Partido dos Trabalhadores. Entregue à própria sorte, em meio à arena dos leões, ele tenta resistir como pode ao massacre midiático contra o governo do seu partido. Mas a solidão é grande. Diante de toda sorte de ataques sórdidos, vilanias e infâmias, o governo da presidenta Dilma adota o silêncio como tática suicida de luta….
(…)
Enquanto isso, o militante do PT enfrenta o cunhado reacionário no almoço de família, sendo obrigado a ouvir da tia, do primo e dos amigos também a ladainha “só votei no PT e na Dilma porque você pediu, mas estou arrependido.” Ouvir na padaria e nos botequins da vida que o seu partido é sinônimo de corrupção já faz parte do calvário cotidiano do petista. Mas, ainda que de forma quixotesca, ele resiste. Com todo abandono, ainda marca presença nas redes sociais e até nas ruas.
Só que paciência e abnegação têm limites. É visível o desânimo que vai tomando conta dessa galera. Pudera…
(…)
E se continuar com esse ar blasé, fingindo não ver que vivemos tempos de guerra, o governo será derrotado no parlamento, nos tribunais e, o que é pior, nas ruas.
Por jornalista Bepe Damasco
em
‘POBRE MILITANTE DO PT’
7 DE FEVEREIRO DE 2015 ÀS 07:30
FONTE: http://blogdobepe.blogspot.com.br/2015/02/pobre-militante-do-pt.html

Responder

Cláudio

08 de fevereiro de 2015 às 04h13

Poema (Acróstico) para o jornalista progressista Luiz Carlos Azenha:

Luz de farol orientando em meio às trevas da excessiva informação
Um jornalista que dignifica o jornalismo
Investigativo do poder e a liberdade de expressão,
Zênite do mais humano altruísmo.

Comunicação com amor à verdade
Ao nobre propósito de servir bem
Rumo a uma nova sociedade
Livre para se ir mais além
Observando criticamente a realidade
Somando experiência(s) e compartilhando-a(s) também

Admirável ativista do bem humano
Zelando sempre pela justiça social
Entusiasta da liberdade, igualdade e fraternidade, no plano
Natural de quem é assim tal
Homem: civilizado, honesto, bom e lhano
Ah, se todo ser fosse a você igual!

……………………………………………………

**** ♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥
**** ♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥
♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥ ****
♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥ ****

“Em retrospectiva, não ter tratado da democratização dos meios de comunicação terá sido o maior dos imensos erros do PT e de suas lideranças. Chávez fez. Evo fez. Correia fez. Cristina fez. Mujica fez. Lula, Dilma e o PT não fizeram. Agora pagam a consequência política.”…

************* Abaixo o PIG brasileiro — Partido da Imprensa Golpista no Brasil, na feliz definição do deputado Fernando Ferro; pig que é a míRdia que se acredita dona de mandato divino para governar.

Lei de Mídias Já!!!! **** … “Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” *** * Joseph Pulitzer. **** … … “Se você não for cuidadoso(a), os jornais [mídias] farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” *** * Malcolm X. … … … Ley de Medios Já ! ! ! . . . … … … …

Responder

    FrancoAtirador

    08 de fevereiro de 2015 às 13h57

    .
    .
    Excelente, Cláudio.

    Mensagem Endossada.

    Hasta La Victoria!

    Siempre!
    .
    .

Messias Franca de Macedo

07 de fevereiro de 2015 às 22h38

Bateu, levou!

Esquentando os tamboris pré-carnavalescos!

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Deputado diz que empresas da Lava Jato atuaram com Aécio em Minas

fevereiro 6, 2015 12:49

O líder do governo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Durval Angelo, se reúne nesta sexta-feira (6) com o Diretório Nacional da sigla para discutir os rumos do partido e comemorar os 35 anos de sua fundação; o parlamentar comentou as denúncias de corrupção na Petrobras e aproveitou para falar sobre a auditoria que está sendo feita no estado em relação às gestões tucanas: “elas são estarrecedoras”

Por Ivan Longo, de Belo Horizonte

(…)

FONTE: http://www.revistaforum.com.br

ou aqui:

http://jornalggn.com.br/notici

Responder

Euler

07 de fevereiro de 2015 às 21h11

Tá bom, Lula, a mídia quer criminalizar o PT e privatizar a Petrobras, isso já sabíamos. O que não sabemos ainda é porque o governo federal, desde a época do governo Lula, se omite de enfrentar essa mídia e se submete à agenda que ela impõe. Covardia? Omissão? Medo? O que explica o governo federal jogar bilhões de reais nas contas bancárias dos Marinhos, dos Civitas e dos Frias anualmente, se eles fazem parte de um esquemão de golpismo? O que explica Lula e Dilma terem nomeado ministros do STF, procuradores da Justiça, diretores da PF e ministros da Justiça com clara plumagem tucana?

Portanto, eu me pergunto não mais sobre o que os golpistas estão fazendo – o juiz Moro, a mídia, os delatores, pois são parte de um esquema que só funciona porque o governo federal criou as condições propícias para isso. Um governo que não controla a sua própria polícia federal, que é incapaz de “comprar” – vou usar esses termos pra escrachar mesmo – três ou quatro rádios e jornais de alcance regional e nacional para defendê-lo; que é incapaz de nomear ministros e procuradores e diretores da PF que não sejam bundões e coniventes com a mídia golpista, merece o quê?

Só que na crise econômica, que pode atingir o bolso de milhões de pessoas, não vai existir espaço para compaixão não. O povo vai culpar quem está no governo, e que não soube sequer se defender dos ataques. Vide o resultado das pesquisas que saíram hoje, com toda carga de manipulação que conhecemos.

A campanha midiática contra a Petrobras e contra o PT e contra o governo federal vem desde o começo da campanha eleitoral, feita sob encomenda, e o governo não conseguiu resolver essa crise? Era para ter formado um alto conselho de “notáveis” para defender o Brasil, até. Era para ter chamado o comando da PF e dito: a partir de hoje, por interesse da soberania nacional e da economia nacional, nós exigimos um tratamento técnico para essa operação. Não vaza nada para a imprensa, os acusados devem ser afastados para se defenderem e quem acusar a Petrobras (ou o PT, a Dilma), instituição, sem prova, deve ser processado. Se for a imprensa, idem, deve ser processada, e em caso de rádio e TV, deve abrir espaço para direito de resposta a que a presidenta tem direito assegurado em lei.

A única pessoa eleita por mais da metade dos brasileiros foi Dilma. E quem fala diariamente na cabeça da população são os Marinhos e os Frias, que não receberam um voto sequer, pra nada. Pode uma coisa dessa. Isso é democracia por acaso? Que liberdade de imprensa é essa? E por que o governo federal não usa o espaço em horário nobre para acusar a mídia de estar fazendo uma campanha lesa pátria contra a Petrobras, contra o governo federal e contra a economia do país? O governo tem elementos para isso, e pode fazê-lo.

Mas, ao que parece prefere apanhar calado. Até o discurso do Lula, transmitido só pela Internet, é uma prova de como a mídia a serviço das elites domina o país. Os jornais de Minas, no dia dos 35 anos do PT, estamparam na capa coisas como: PT recebe R$ 200 milhões de propina – assim, já como se fosse coisa certa, já apurada e julgada. Ora, até quando vamos aceitar isso?

Responder

Messias Franca de Macedo

07 de fevereiro de 2015 às 19h41

AGORA É [AÉCIO] ‘NEVER’!

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MINAS DENUNCIARÁ AÉCIO E ANASTASIA AO MPF

O deputado estadual Durval Ângelo, líder do PT na Assembleia Legislativa, afirmou que as conclusões que a auditoria comandada pelo controlador-geral do Estado, Fernando Spinelli, nos governos de Aécio Neves e Antônio Anastasia, ambos do PSDB, são “estarrecedoras”; alvos da investigação são as obras da Cidade Administrativa pelo governo Aécio Neves, que custou R$ 1,7 bilhão, a concessão de rodovias, vantagens irregulares a servidores vinculados aos governos tucanos e irregularidades na companhia de saneamento básico do estado, a Copasa; construção do estádio Mineirão será alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito

7 DE FEVEREIRO DE 2015 ÀS 16:33

(…)

FONTE: http://www.blogdacidadania.com.br/2015/02/governo-de-minas-denunciara-aecio-e-anastasia-ao-mpf-pt-mg-abrira-cpi/

Responder

luiz

07 de fevereiro de 2015 às 18h46

cade o processo da dilma na veja….

quem mente pra mim nao tem a minha defesa…

Responder

Messias Franca de Macedo

07 de fevereiro de 2015 às 16h15

“Isso não é golpe. Isso é manobra de massas, algo bem pior, estão alienando o povo pra que na hora do golpe, não ocorra nenhum tipo de resistência.”

Comentário proferido por Alexandro Souza
em ‘Os documentos da delação de Pedro Barusco
Autor: Miguel do Rosário
7 de fevereiro de 2015 | 10:36
http://tijolaco.com.br/blog/?p=24614

LÁ VEM O MATUTO QUE SENTE CHEIRO DE GOLPE DESDE O DIA EM QUE NASCEU EM PINDORAMA!

Síntese esplêndida!

Parabéns!

E o que poderá ser mais trágico e condoído:

as massas – além de não resistir (numa atitude de indiferença) – participarão ativamente do movimento de ‘desentronização’ do [“absolutamente corrupto”] governo petista!

E as massas, na trincheira, ao lado “dos imaculados homens de bem deste país”!…

Responder

Taiguara

07 de fevereiro de 2015 às 16h10

Já que NENHUMA AUTORIDADE CONSTITUÍDA, em Minas, se interessa por investigar o que tem a dizer, sugiro aos chamados “Blogueiros Sujos” que entrevistem os Srs. Nilton Monteiro (Lista de Furnas) Marco Aurélio Carone (Novo Jornal) e o policial Lucas Arcanjo. Garanto que as entrevistas vão “bombar”. Bombar, aqui, vai empregado no sentido mais abrangente da palavra.

Responder

FrancoAtirador

07 de fevereiro de 2015 às 16h02

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“Deixou de ser um partido das bases
para se tornar um partido de gabinetes”

Quero ver um discurso da Dilma na TV

o Lula participando de protesto na rua

e o Vicentinho sem gravata no Congresso.
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Responder

FrancoAtirador

07 de fevereiro de 2015 às 15h58

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Curiosidade

Por que o PT não promoveu o Evento na Rua

E realizou a Festa em Ambiente Fechado?
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(http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2015/02/mujica-lula-e-dilma-participam-de-evento-do-pt-em-minas-gerais-8070.html)
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Responder

    FrancoAtirador

    07 de fevereiro de 2015 às 16h09

    .
    .
    Detalhe

    Centenas de Militantes e Apoiadores do PT

    ficaram do lado de fora sem poder entrar.

    (https://twitter.com/casa_dos_pobres/status/564083054592147460)
    .
    .

    lulipe

    07 de fevereiro de 2015 às 22h20

    Com direito a passagem grátis e sanduiche de mortadela???

    FrancoAtirador

    08 de fevereiro de 2015 às 13h53

    O PSDB de São Paulo fretou um Ônibus

    e transportou alguns Muares Fascistas

    pra Zurrar contra o PT em Minas Gerais.

Leo

07 de fevereiro de 2015 às 13h42

Não nos interessa se a corrupção começou na era FHC, Itamar, Collor, Sarney, na Ditadura ou se teve início em abril de 1500! O que importa é que também houve muita corrupção na era Lula e estamos descobrindo que na era atual também somos vítimas dos desvios de finalidade praticados por políticos, empresários e toda uma gama de pessoas que só pensam em poder e dinheiro. Não adianta mais esse discurso falso e dissimulado do PT proferido por Lula, Dilma, Rui Falcão e cia. É o mais do mesmo, farinha do mesmo saco e o povo, infelizmente, já está tão entorpecido pelas falcatruas, que não se indigna mais ao assistir a tantos absurdos cometidos com o dinheiro público!

E mais: vocês que se enganam ao ver Lula e Dilma de mãos dadas pouco ou nada sabem sobre o desastre que é o relacionamento entre os dois. Não se iludam com as imagens de “paz e amor”, pois a disputa entre eles pelo poder é recheada de desentendimentos e falsidades.

Responder

Edgar Rocha

07 de fevereiro de 2015 às 13h29

“O verdadeiro problema do PT é que ele se tornou um partido igual aos outros.” Daí em diante, cheguei a me emocionar.

Aí, cheguei nesta parte: “Não se trata de propor, ingenuamente, a volta a um passado que não existe mais.” Senti uma pontinha de desconfiança.

Por fim: “Hoje o País é outro, a realidade da classe trabalhadora é outra, a juventude é outra, as reivindicações e interesses da população estão em um novo patamar, assim como as demandas para a ampliação de direitos e da Democracia.”

Aí, caiu um balde de gelo na minha cabeça! Afinal de contas, esta história de ouvir reivindicações e interesses da população, me soou como “tratar este setor como aliados, da mesma forma que tratei meu aliados durante meu governo.” Enfim, chegou a hora de ouvir os interesses e reivindicações da juventude, da classe trabalhadora, inserida na lógica e nos paradigmas desta sociedade pragmática, ciente de seu poder consumo, capaz de nos proteger das agressões vindouras. Gente, que exige o seu direito de consumir, de frequentar os mesmos redutos da elite. Gente que necessita de coisas que nós, os que estavam no poder, disseram der necessárias. Gente que não se preocupa com a qualidade na educação, já que sua realidade e suas necessidades não passam por este esquema de valores. Gente que não nos dará trabalho algum de politizar, porque suas necessidades prescindem de politização e cidadania. Gente que confia na força do quebra-quebra, da exigência de suas vontades, do poder de coação.

O petista antigo, o militante que confiava na organização de fato, não quer acreditar nas lideranças. Isto é parte od passado e eles sabem disto. Mas, também não querem um paizão que atenda birra e que apoie baseado na força de coação.

Tudo isto que subentendo é pura ilação de minha parte. Mas, que esta possibilidade existe, não tenho dúvida. Vício político por vício político, Lula adquiriu aos montes durante seu governo. Meu medo é que tenha aprendido demais.

Responder

FrancoAtirador

07 de fevereiro de 2015 às 12h42

.
.
O Presidente do Uruguai, Pepe Mujica,
declarou em Discurso à Militância Petista
que o que se precisa mudar não é a Economia,
mas “uma coisa ainda mais difícil: a Cultura”.

Segundo Mujica, a militância é o que mais importa num partido
e é ela que não pode se deixar “enganar pela alma dos sujos”.

Disse ainda que é preciso cuidar da alma do partido
para que ele não se sinta “patrão do Brasil”.

Durante todo o discurso, ele defendeu as classes mais pobres
e a necessidade de repartir as riquezas.

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/em-seu-discurso-mujica-fala-de-mudan%C3%A7a-na-cultura-1.990330

Responder

Pascoal do Vale

07 de fevereiro de 2015 às 11h28

Diógenes de Sinope esteve na comemoração dos 35 anos do PT e saiu arrasado. Gastou todo o combustível de sua lamparina e não achou um dirigente honesto nas hostes do PT. Assim entendeu o porquê da dificuldade tida para nomear o presidente da Petrobrás, cujo cargo acabou sendo assumido por alguém com apenas uma culpa no cartório (POR ENQUANTO!!!!). E o Lula quer tapar o sol com peneira. Que dureza!

Responder

Pascoal do Vale

07 de fevereiro de 2015 às 11h08

É sempre assim: o PT copia tudo do PSDB (desvios da Petrobrás começaram no governo FHC) e em pouco tempo supera o mestre em termos de safadeza, roubalheira e corrupção.

Responder

JURIDICO

07 de fevereiro de 2015 às 10h58

Do MINISTERIO PÚBLICO FEDERAL

propina operacionalizados por
ATAN DE AZEVEDO BARBOSA
ocorriam de forma
diferente daqueles que envolviam
RENATO DUQUE, o PARTIDO DOS
TRABALHADORES e outros.

Quais sao os “outros” o MP não diz porque????

Responder

Almir

07 de fevereiro de 2015 às 09h44

Alguns falam “Dilma leva a culpa até da incompetência dos governos tucanos (no caso da crise hídrica paulista) e não reage”. Lei de Mídias? Um povo que elege 400 picaretas para a Câmara dos Deputados não está nem aí para Lei de Mídias. Como Dilma pode reagir? Só se pegar um caixote e um megafone e sair de esquina em esquina da Paulista, “reagindo”. Ah sim: ela pode convocar a rede de rádio e TV, para se defender das acusações. Ora, se ela fizer isso, será acusada de “abuso das prerrogativas” e, agora com Eduardo Cunha na presidência da Câmara, Dilma seria impichada em menos de 1 mês. Viram no que dá votar em “qualquer um” que não seja do PT pra deputado ou senador?

Responder

Jayme V. Soares

07 de fevereiro de 2015 às 08h14

Lula, Dilma e o PT demonstram uma falta de sensibilidade e uma visão inteiramente vesga sobre políticas sociais: estão massacrando os aposentados da Previdência, não repondo as suas perdas salariais. Como querem que está fatia importante, política e socialmente, deste nosso País acredite e dê apoio este governo e representantes do PT. Uma das razões de o PT ter quase perdido as últimas eleições foi a ausência dos votos dos aposentados, sobretudo aqueles que ganham acima do salário mínimo, e que ainda bancam despesas dos dependentes destes. Alías vale lembrar que esta classe massacrada pelo PT, seus aliados e pela Dilma, tem forte influência sobre os seus dependentes, na decisão da escolha do candidato à eleição.

Responder

    Almir

    07 de fevereiro de 2015 às 09h57

    Pare de mentir, ô rapá. Os aposentados desse país têm reajuste todo ano, ACIMA DA INFLAÇÃO. Ah, então você queria que o índice de reajuste dos aposentados fosse atrelado ao do salário mínimo? Isso seria um desastre, pois além de o índice ficar menor, ainda achataria o valor nominal do Salário Mínimo. Seria o mesmo que atrelar um burrinho magrinho pra rebocar um trem carregado de minério: nenhum dos dois sairia do lugar.

    Vlad

    07 de fevereiro de 2015 às 12h58

    Armínio Fraga?!!
    Você por aqui?

    Jayme V. Soares

    08 de fevereiro de 2015 às 12h35

    Para que você esteja melhor informado: reajuste do salário mínimo para o ano de 2015 foi de 8,8%; reajuste de quem ganha mais de um salário mínimo foi de 6,23%. O reajuste é dado em percentagem sobre o salário anterior, meu amigo.

Francisco

07 de fevereiro de 2015 às 04h34

“Lula pede que partido denuncie (…)”

Denuncie aonde? Cadê a p%##@ da Lei de Mídia? Todos nós eleitores do PT estamos sendo ENGANADOS pelo PT há DOZE anos. Doze!!!

A classe operária está desarmada pela vaidade pessoal de quem não quis renunciar a 5 ou 10 por cento de popularidade para fazer reformas verdadeiramente estruturais.

Responder

    Julio Silveira

    07 de fevereiro de 2015 às 08h32

    Francisco, você me representa. Sds.

Vera Lucia

07 de fevereiro de 2015 às 03h33

A sublime civilização Inca foi destruída por bárbaros. Os que odeiam o PT jamais tomarão conhecimento do conteúdo deste texto do ex- presidente Lula. Alguma coisa mais, além de discurso, tem que ser feita, porque o momento é crucial. A avalanche está em curso e palavras não conseguirão detê-la. Ninguém nos ouve e a mídia bombardeia dia e noite, sem escrúpulos. São fascistas e neonazistas tripudiando, de frente e nas redes sociais e o povo nos ridicularizando quando tentamos argumentar. Não é porque temos razão que estamos certos e o erro foi não regulamentar a democratização da mídia.

Responder

Mariza Mendes

06 de fevereiro de 2015 às 23h34

Perfeito o discurso do Lula, comentando com coragem os ganhos e as perdas nessa trajetória de 35 anos. Lembro-me perfeitamente que resolvi aderir ao PT em 1980, quando ouvia os desabafos preconceituosos dos professores da minha escola, dizendo claramente que “tinham nojo do Lula”. Mas nunca reconheciam que isso vinha do desespero de ver um migrante nordestino com coragem para denunciar a ganância das elites, reconhecida como direito de uma minoria, exatamente em São Paulo, onde nascia o partido pelas mãos de um metalúrgico pobre, de origem nordestina, mas num discurso claro, simples e coerente. Quando o Lula foi preso pela ditadura, resolvi assinar a ficha de filiação ao partido. E fui muito criticada pelos meus parceiros da falsa classe média, que se achavam membros da burguesia!

Responder

Marat

06 de fevereiro de 2015 às 23h16

Aviso aos golpistas: Faremos guerra civil. Vocês não terão sossego, ladrões corruptos!!!

Responder

    Vlad

    07 de fevereiro de 2015 às 13h03

    Não…não vai ter guerra nenhuma. Os R$ 70 do bolsa-família valem o voto mas não valem arriscar o couro.
    As duas kombis dos intelectuais que ainda apóiam o PT vão fazer guerra civil como?…com petições online e greve de fome moderna (só vão comer sushi uma vez por semana)?

    Almir

    08 de fevereiro de 2015 às 10h27

    Você desanca com o Bolsa Família porque não tem direito a receber o benefício. Se recebesse, você defenderia o BF até a morte. Neobabaca.

    Marat

    08 de fevereiro de 2015 às 21h22

    Caro Vlad, duas kombis são dos apoiadores de certso almofadinhas do stf e dos convescotes dos tucanos-galinhas!… Não sei se você é louco ou quer se passar, mas, golpismo se enfrenta com armas. E isso muita gente tem, e sabe com usá-las!

Arlene

06 de fevereiro de 2015 às 22h20

Desde sempre. Só os “dirigentes” do PT não viram. Taí o que dá tratar inimigos como adversários. Oposição se faz com debates de ideias, mas sabotadores…

Responder

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