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Lula: “Não aceitava levantar de manhã, ligar a TV e ficar contaminado”


06/05/2013 - 11h20

foto Ricardo Stuckert, do Instituto Lula

Lula deu nesta quinta-feira (14) uma entrevista para o livro que Emir Sader e Pablo Gentili estão fazendo sobre os 10 anos de governo democrático e popular no Brasil. O livro de artigos está sendo organizado pela Clacso (Conselho Latino-americano de Ciências Sociais) e deve sair em abril pela Boitempo Editorial e também poderá ser lido, livremente, pela internet.

Trechos:

– Qual o balanço que o senhor faz dos anos de governo do PT e aliados?

– Esses anos, se não foram os melhores, fazem parte do melhor período que este país viveu em muitos e muitos anos. Se formos analisar as carências que ainda existem, as necessidades vitais de um povo na maioria das vezes esquecido pelos governantes, vamos perceber que ainda falta muito a fazer para garantir a esse povo a total conquista da cidadania. Mas, se analisarmos o que foi feito, vamos perceber que outros países não conseguiram, em trinta anos, fazer o que nos conseguimos fazer em dez anos.

Quebramos tabus e conceitos preestabelecidos por alguns economistas, por alguns sociólogos, por alguns historiadores. Algumas verdades foram por água abaixo.

Primeiro, provamos que era plenamente possível crescer distribuindo renda, que não era preciso esperar crescer para distribuir. Segundo, provamos que era possível aumentar salário sem inflação. Nos últimos 10 anos, os trabalhadores organizados tiveram aumento real: o salário mínimo aumentou quase 74% e a inflação esteve controlada. Terceiro, durante essa década aumentamos o nosso comercio exterior e o nosso mercado interno sem que isso resultasse em conflito.

Diziam antes que não era possível crescer concomitantemente mercado externo e mercado interno. Esses foram alguns tabus que nós quebramos. E, ao mesmo tempo, fizemos uma coisa que eu considero extremamente importante: provamos que pouco dinheiro na mão de muitos é distribuição de renda e que muito dinheiro na mão de poucos é concentração de renda.

– Quando começou o governo, o senhor devia ter uma ideia do que ele seria. O que mudou daquela ideia inicial, o que se realizou e o que não se realizou, e por quê?

– Tínhamos um programa e parecia que ele não estava andando. Eu lembro que o ministro Luiz Furlan, cada vez que tinha audiência, dizia: ‘Já estamos no governo há tantos dias, faltam só tantos dias para acabar e nós precisamos definir o que nós queremos que tenha acontecido no final do mandato. Qual é a fotografia que nós queremos’. E eu falava: ‘Furlan, a fotografia está sendo tirada’.

Não é possível ficar com pressa de obter resultados. Nós temos que provar, no final de um mandato, se nós fomos capazes de fazer aquilo que nos propusemos a fazer. Se a gente for trabalhar em função das manchetes dos jornais, a gente parece que faz tudo e termina não fazendo nada.

Então é o seguinte: eu plantei um pé de jabuticaba. Se esse pé nascer saudável, vai ter sempre alguém dizendo: ‘Mas, Lula, não está dando jabuticaba, está demorando’. Se for cortar o pé e plantar outra coisa, eu nunca vou ter jabuticaba. Então, eu tenho que acreditar que, se eu adubar corretamente, aquele pé vai dar jabuticaba de qualidade. E eu citava esses exemplos no governo…

Soja tem que esperar 120 dias, o feijão tem que esperar 90 dias. Não adianta ficar repisando, ‘faz uma semana que eu plantei e não nasceu’. Tem que ter paciência. Eu acho que eu fui o presidente que mais pronunciei a palavra ‘paciência’, ‘paciência’… Senão você fica louco.

Tem gente na política que levanta de manhã, lê o jornal e quer dar resposta ao jornal. E daí não faz outra coisa. Eu não fui eleito para ficar o tempo todo dando resposta a jornal. Eu fui eleito para governar um país. E isso me deu tranquilidade suficiente para ver que o programa de governo ia ser cumprido.

– Quando o senhor perdeu a paciência?

– Obviamente que nós tivemos problemas no começo. Você acha que é simples um metalúrgico sentar naquela cadeira na qual sentaram tantas outras personalidades, que via pela televisão, que achava que era mais importante do que eu… E o mesmo em relação a dormir no quarto em que dormiu tanta gente importante ou que, pelo menos a voz da opinião publica, são importantes. E eu ficava pensando: ‘Será que é verdade que eu estou aqui?’.

No começo tinha muita ansiedade. “Será que nós vamos dar conta de fazer isso? Será que vai ser possível?”, eu me perguntava. Eu acho que nós fizemos. Com erro e com muita tensão, mas fizemos.

Tivemos tropeços, é lógico. Muitos tropeços. O ano de 2005 foi muito complicado. Quando saiu a denúncia (do ‘mensalão’), foi uma situação muito delicada. Se não tivéssemos cuidado, não iríamos discutir mais nada do futuro, só aquilo que a imprensa queria que a gente discutisse.

Um dia, eu cheguei em casa e disse: ‘Marisa, a partir de hoje, se a gente quiser governar este país, a gente não vai ver televisão, a gente não vai ver revista, a gente não vai ler jornal’. Eu passei a ter meia hora de conversa por dia com a assessoria de imprensa, para ver qual era o noticiário, mas eu não aceitava levantar de manhã, ligar a televisão e já ficar contaminado. Então eu acho que isso foi um dado muito importante.

Eu tinha uma equipe e criamos uma sala de situação, da qual participavam Dilma, Ciro (Gomes), Gilberto (Carvalho) e Márcio (Thomaz Bastos). E era muito engraçado: eu chegava ao Palácio e eles estavam todos nervosos. E eu estava tranquilo e falava: ‘Vocês estão vendo? Vocês leem jornal… Vocês estão nervosos por quê?’.

Vocês nasceram radicais…

– O PT era muito rígido, e foi essa rigidez que lhe permitiu chegar aonde chegou. Só que, quando um partido cresce muito, entra gente de todas as espécies. Ou seja, quando você define que vai criar um partido democrático e de massa, pode entrar no partido um cordeiro e pode entrar uma onça, mas o partido chega ao poder.

Então, a nossa chegada ao poder foi vista por eles não como uma alternância de poder benéfica à democracia, não como uma coisa normal: houve uma disputa, ganhou quem ganhou, leva quem ganhou, governa quem ganhou e fim de papo. Não é isso?

Eles não viram assim. Quer dizer, eu era um indesejado que cheguei lá. Sabe aquele cara que é convidado para uma festa, e o anfitrião nem tinha convidado direito. Fala assim: ‘Se você quiser, passa lá’. E você passa e o cara fala: ‘Esse cara acreditou?’. Então, nós passamos na festa, e o que é mais grave, acertamos.

E depois, tentaram usar o episódio do ‘mensalão’ para acabar com o PT e, obviamente, acabar com o meu governo. Na época, tinha gente que dizia: “O PT morreu, o PT acabou”. Passaram-se seis anos e quem acabou foram eles. O DEM nem sei se existe mais. O PSDB está tentando ressuscitar o jovem Fernando Henrique Cardoso porque não criou lideranças, não promoveu lideranças. Isso deve aumentar a bronca que eles têm da gente – que, aliás, não é recíproca.

– O senhor não tem raiva da oposição?

– Eu não tenho raiva deles e não guardo mágoas. O que eu guardo é o seguinte: eles nunca ganharam tanto dinheiro na vida como ganharam no meu governo.

Nem as emissoras de televisão, que estavam quase todas quebradas; os jornais, quase todos quebrados quando assumi o governo. As empresas e os bancos também nunca ganharam tanto, mas os trabalhadores também ganharam.

Agora, obviamente que eu tenho clareza que o trabalhador só pode ganhar se a empresa for bem. Eu não conheço, na história da humanidade, um momento em que a empresa vai mal e que os trabalhadores conseguem conquistar alguma coisa a não ser o desemprego.

– O Brasil mudou nesses dez anos. E o senhor, também mudou?

– Uma das coisas boas da velhice é você tirar proveito do que a vida te ensina, em vez de ficar lamentando que está velho. A vida me ensinou muito. Criar um partido nas condições que nos criamos foi muito difícil. Agora que o partido é grande, tudo fica fácil, mas eu viajava esse país para fazer assembleia com três pessoas, com quatro pessoas, com cinco pessoas.

Saia daqui de São Paulo para o Acre pra fazer reunião com dez pessoas, para convencer o Chico Mendes a entrar no PT, para convencer o João Maia – aquele que recebeu dinheiro para votar na eleição do Fernando Henrique Cardoso e era advogado da Contag – para entrar no PT. Era muito difícil fazer caravana, viajar ao Nordeste, pegar ônibus, ficar uma semana andando, fazendo comício ao meio-dia, com um sol desgraçado, explicando o que era o PT para que as pessoas quisessem se filiar.

– Por quê?

– A eleição está ficando uma coisa muito complicada pro Brasil. No mundo inteiro. No Brasil, se o PT não reagir a isso, poucos partidos estarão dispostos a reagir. Então o PT precisa reagir e tentar colocar em discussão a reforma política. Eu tentei, quando presidente, falar de uma Constituinte exclusiva, que é o caminho: eleger pessoas que só vão fazer a reforma política, que vão lá (para o Congresso), mudam o jogo e depois vão embora. E daí se convocam eleições para o Congresso. O que não dá é pra continuar assim.

Às vezes tenho a impressão que partido político é um negócio, quando, na verdade, deveria ser um item extremamente importante para a sociedade. A sociedade tem que acreditar no partido, tem que participar dos partidos.

– O PT não mudou necessariamente para melhor?

– O PT mudou porque aprendeu a convivência democrática da diversidade; mas, em muitos momentos, o PT cometeu os mesmos desvios que criticava como coisas totalmente equivocadas nos outros partidos políticos. E esse é o jogo eleitoral que está colocado: se o político não tiver dinheiro, não pode ser candidato, não tem como se eleger. Se não tiver dinheiro para pagar a televisão, ele não faz uma campanha.

Enquanto você é pequeno, ninguém questiona isso. Você começa a ser questionado quando vira alternativa de poder. Então, o PT precisa saber disso.

O PT, quanto mais forte ele for, mais sério ele tem que ser. Eu não quero ter nenhum preconceito contra ninguém, mas eu acho que o PT precisa voltar a acreditar em valores que a gente acreditava e que foram banalizados por conta da disputa eleitoral. É o tipo de legado que a gente tem que deixar para nossos filhos, nossos netos. E provar que é possível fazer política com seriedade. Você pode fazer o jogo político, pode fazer aliança política, pode fazer coalizão política, mas não precisa estabelecer uma relação promíscua para fazer política. O PT precisa voltar urgentemente a ter isso como uma tarefa dele e como exercício pratico da democracia. Não tem de voltar a ser sectário como era no começo.

Eu lembro que companheiros meus perderam seu emprego numa metalúrgica, montaram um bar, mas quiseram entrar no sindicato e não puderam. “Você não pode entrar porque é patrão”, diziam. O coitado do cara tinha só um bar! A coitada da minha sogra, a mãe do marido da Marisa, a mãe do primeiro marido da Marisa (eu sou o único cara que tive três sogras na vida e uma que não era minha sogra; era sogra da minha mulher, por conta do ex-marido dela, que eu adotei como sogra), a coitada tinha um fusquinha 1966 que era herança do marido. E ela ganhava acho que R$ 600 – naquele tempo era como se fosse um salário mínimo de hoje – de aposentadoria, mas gostava de andar bem-vestida. Ela chegava a reunião do PT e o pessoal falava: ‘Já veio a burguesa do Lula’.

Tinha um candidato a vereador que queria dinheiro para a campanha e eu falei: “Olha, eu não vou pedir dinheiro para a campanha. Se você quiser, eu te apresento algumas pessoas”. Dai ele disse: “Não, mas eu não quero conversar com empresário”.

Falei: “Então você quer que um favelado dê dinheiro para a tua campanha?”. Eu já fiz campanha de cofrinho. Eu já fiz campanha de macacão em palanque. Na campanha de 1982, a gente ia ao palanque, antes que eu falasse, fazia propaganda das camisas, dos botons, de tudo que a gente vendia. E a gente vendia na hora e arrecadava o dinheiro para pagar as despesas daquele comício”.

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44 comentários

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Mauricio Dias: TSE abala pontos centrais do julgamento do "mensalão" no STF - Viomundo - O que você não vê na mídia

10 de maio de 2013 às 15h20

[…] Lula: “Não aceitava levantar de manhã, ligar a TV e ficar contaminado” […]

Responder

Jose

07 de maio de 2013 às 18h11

Será que Lula diz nesse livro as razões que o fizeram mandar o delegado federal Paulo Lacerda pra Portugal? Por que ele aceitou a humilhação de ser chamado às falas por gilmar mendes? Por que ele colocou Mangabera Unger como ministro de uma área que esse tal professor de Havard não sabia absolutamente nada, tal como “tirar água da Amazônia para o Nordeste”?
Essas conjunturas políticas estão na trivialidade, os autores do livro, se querem fazer um livro de conteúdo com novidades, devem trazer ao leitor essas e muitas outras informações que a gente não sabe, mas tem o direito de saber. Por que, depois da prisão de Daniel Dantas, a policia federal mudou? Até parecia que havia acabado a corrupção no Brasil.

Responder

    Valdeci Elias

    08 de maio de 2013 às 13h53

    Se forem tomados como referencia de noticas, a Veja, a Isto É, A Folha de São Paulo, o Estadão. Esse livro vai conter grandes novidades, não divulgadas pela midia brasileira.

Anderson Santos

07 de maio de 2013 às 11h35

Eu não preciso ser (des)informado pela grande mídia brasileira, minha opinião é formada a partir de mídias que eu considero indepente.

Responder

    José Vilar da Silva

    11 de maio de 2013 às 11h53

    Por favor me cite um jornal, revista, rádio e televisão cujos noticiários não seja contaminados pelo vírus do interesse poliqueiro. Mídia independente é aquela que fala bem do meu partido, esconde a podridão dos políticos do nosso partido e mete o pau nos políticos dos partidos adversários. Eu sou livre e independente para a “Veja” e “Carta Capital” para mim é a única forma do leitor formar a opinião sobre duas visões diferentes para um mesmo problema. Portanto, meu caro leitor, na minha opinião, você está equivocado na construção de visão do (sub) mundo da política brasileira.

Jairo Falcucci Beraldo

07 de maio de 2013 às 09h30

Enquanto isso em Goiás, M. Perigo recebe conselhos:

“A derrota na reeleição vai custar muito a Marconi. Então, é melhor ser deputado federal que alvo de promotor e juiz de primeira instância.

Marconi Perillo vai tentar se reeleger governador, apesar de desmentir que permaneça em campanha. E ele está correto. Marconi tem de tentar a todo custo se manter com mandato. Todo custo, mesmo. Trata-se de uma questão de sobrevivência. Se vir que não consegue ganhar para governador, já que qualquer pesquisa o apresenta de 20 a 30 pontos abaixo de Iris Rezende, Marconi pode tentar a senador ou a deputado federal.
A meta de Marconi deve ser continuar com foro privilegiado, aquele sistema que dá a algumas autoridades o direito de não ser julgadas em instâncias iniciais. Processo contra governador, por exemplo, vai direto para o Superior Tribunal de Justiça, o STJ. Deputado federal é julgado pelo Supremo Tribunal Federal, o STF. Marconi é um freguês assíduo do STJ, daí o interesse em possuir mandato. Com mandato, além do foro privilegiado, goza de acesso privilegiado a condições de pagar as custas dos processos e os fabulosos honorários dos advogados.
Mais que o prejuízo financeiro, existe o risco frequente da exposição. Se Marconi não for candidato ou perder, vai ficar ao dispor das intempéries. Um integrante do Ministério Público, com as intenções mais variadas, pode pedir medidas radicais contra Marconi. E o pior: o juiz da comarca de Brejal das Antas pode conceder. Traduzindo: um personagem do porte de Marconi Perillo fica à mercê da sanha alheia. Atualmente, o Estado inteiro é que fica à mercê da sanha de Marconi.
Sem o escudo do mandato, Marconi vai ver o que é bom para a tosse. Há muito tempo, ele não precisa nem espirrar para ouvir um bajulador dizendo “Saúde!”. Marconi não sabe o que é pegar em maçaneta, tem sempre um aspone para abrir as portas. Sem mandato, vai se deparar com portas fechadas e armadilhas escancaradas. Será uma situação nova.
Desde 1986 Marconi Perillo está à sombra de alguém ou fazendo sombra para o restante.
De 1987 a 1990, Marconi era office-boy do governador Henrique Santillo.
De 1991 a 1994, Marconi curtiu a vaga de deputado estadual que Santillo lhe deu nos últimos dias como governador.
De 1995 a 1998, Marconi viveu o bem-bom do Congresso, com o mandato de deputado federal que Santillo lhe deu como ministro da Saúde.
De 1999 em diante, Marconi começou seu reinado e virou uma potência, inclusive financeira. Marconi é o assalariado mais rico de Goiás. A única pessoa que ganha 15 mil reais líquidos por mês, banca despesas fantásticas e ainda sobra para ter casa de luxo em condomínio fechado, fazenda nababesca em Pirenópolis e uma vida com gastos de fazer a Daslu parecer o Camelódromo de Campinas.
Henrique Santillo deu a Marconi o emprego de estafeta e os mandatos de deputado. Se ainda estivesse vivo, Santillo lhe daria um puxão de orelhas. Santillo teve os mesmos cargos federais e estaduais que Marconi, pilotou um ministério bilionário e morreu pobre. Enquanto isso, Marconi juntou dinheiro e hoje está no clube de quem frequenta Angra dos Reis, vai mais para a Europa do que para Palmeiras. Enfim, o Marconi de hoje suscitaria de Santillo os mais ácidos comentários. Aliás, pouco antes de morrer Santillo já fazia comentários muito ácidos sobre Marconi. Desde então, Marconi ficou ainda mais rico e mais merecedor de comentários ácidos.
Por enquanto, os textos ferinos contra Marconi estão restritos praticamente às mídias sociais. Sem mandato, Marconi seria atacado por todos os lados, com a ferocidade largamente utilizada por seus áulicos para ferir os adversários.
Seguindo este ponto de vista, é melhor para Marconi ser deputado federal que ser um caçado por juiz de primeira instância, um alvo de promotor em início de carreira. Alguns deputados federais não valem nada. Mas ser deputado federal é muito melhor que nada. E ainda nada de braçada.”

Responder

Julio Cesar Montenegro

07 de maio de 2013 às 08h40

a diferença do lula para presunçosos como fhc e outros classe A
é que lula como nordestino & trabalhador se acostumou a falar pra congregar, pra juntar iguais na luta
já fhc senhor fala a linguagem dos superiores acostumados há 500 anos a entrar por cima em qualquer dis puta

Responder

Jcm

07 de maio de 2013 às 08h26

Nem li as respostas, porque já sei de cor. Li as perguntas. Nenhuma perguntinha sobre os meios de comunicação. Como são objetivos ! Que medo hein!

Responder

    Valdeci Elias

    07 de maio de 2013 às 16h47

    É , realmente quem lê a Veja e assite o JN, já tem a mente formada e não precisa de mais nada.

tiago carneiro

07 de maio de 2013 às 04h57

“‘Marisa, a partir de hoje, se a gente quiser governar este país, a gente não vai ver televisão, a gente não vai ver revista, a gente não vai ler jornal’”

A Dilma Russerra, aquela do PSDB, passa 24 horas por dia vendo novela da Globo.

Responder

simas

06 de maio de 2013 às 23h26

Willian, meu caro, continua o mesmo; heim? Falta-lhe Fé. Vc vive uma grde frustração; acho. Nem a acolhida dessa turma, companheira, diariamente, lhe amança os cornos… Q coisa feia, cara?… Quem lhe fez tanto mal, assim? Nooooossa!
Vc vai me desculpar; mas, a gente, pra viver bem a vida, precisa discernir e apaziguar o controverso. Entende? Seria, assim, pra entender, citando o extremo, tentar sacar vinho de uma pedra… Impossível e ininteligível, vc diria… Pq não tentar, cara. Bota boa vontade e vamos, lá. Esse exercício, praticado com afinco, lhe desvendará o caminho, no mínimo, paciente, da Fé.
Vou contar um segredo q vc não descobriu, ainda, tendo em vista esse antolhos q vc usa e abusa, qdo diante de determinadas… verdades. Afinal, vc tem má vontade com as verdaaaaades… por exemplo, do Lula, torneiro mecânico e sindicalista. Hummmm… Torneiro, até q vc encarava; mas, sindicalista; jamais!… risos Sua cuca deve funcionar, mais ou menos, do jeito. Preconceito com esses sindicalistas, quaisquer.
Quer dizer, Willian, q vc acha q o Lula só teria porcas e parafusos, lambuzados de graxa, no bestunto? ( Torneiro, quer dizer, sindicalista como o Lula, só pode ter, isso, na cuca… ) Mas, cara, o Lula conseguiu uma ocupação de torneiro; se intrometeu num sindicato e chegou a ser presidente do sindicato; na qualidade de sindicalista, enfrentou os anos negros da “redentora”, foi preso e nada se conseguiu, contra; forjou um partido político, se candidatou e foi eleito várias vezes, no tal partido; e, por último, contra tudo e todos, foi eleito Presidente da República, com louvor… Q vc quer, mais? Esse Lula, lhe ensina o caminho das pedras e vc ignora, solenemente, ai, acima.
Não me venha, Willian: VC bem assistiu a tal da imprensa, maldita, pegando no pé, em conjunto, contra o Homem; vc viu e assistiu – afinal, vc bem declarou q assiste e lê a mídia, mafiosa e terrorista, sempre; pra não se alienar. Vc, continuando, sabe q a perseguição com o Gov Lula foi tamanha, q se chegou ao extremo, indesejável, de uma nova fratura na vida política, nacional; vc bem sabe. E o Homem lhe dá o exemplo de Determinação, Fé e persegue sua trajetória, sem abdicar. Vc bem assistiu. Lembra-se de qdo o nosso Pres Lula foi à TV, q vc admira e idolatra, afirmar q o Brasil iria passar pela crise, em 20908, como se fora uma marolinha e todos riram e gargalharam… Vc deve ter se esbaldado, na internet, colocando sua negatividade, prá fora… Entretanto, Willian, vc bem sentiu, na carne, os “finalmentes” da crise, no Brasil. E nem assim, com tudo isso, vc se dá por convencido?
Seja humilde, cara! Vc está beirando os limites da intransigência, ignara. Poxa, cara. Eu só lembrei de umas coisinhas…
Então, o ex-Presidente Lula dá uma entrevista e vc não lhe confere Fé, com a afirmação de q assistir TV, logo pela manhã, já contamina o dia, inteiro?
Meu caro, companheiro, olhar pra telinha da globo, já pela manhã, deixa-me deprimido, o dia inteiro… Faz mtos anos eu não tomo conhecimento de TV, jornais e revistinhas. E me sinto mto bem. Confesso q passo nas bancas de jornais, pra ler as manchetes. Isso, eu faço, quase q religiosamente… É pra manter e sacramentar meu desprezo pra essa raça, q infelicita minha Pátria e meus patrícios.
Poxa, Willian, vc me entristece. Mas, fica certo: Mantenho minha Fé em vc, como cidadão, digno.
Abraço, fraterno

Responder

    jose

    10 de maio de 2013 às 10h03

    Parabens prá vc que realmente pensa na evolução desse povo e tenta mostrar com suas palavras claras a céticos….que sabem mas não aceitam , são intansigentes e radicais (preconceituoso eu diria) o não admitir só mostra a personalidade ditadora destas pessoas…cansados estavamos e queria-mos a mudança e ela veio através deste cidadão (lula) não lhe colocaram nas mãos, mas havia ideal necessidades….impedi-lo de governar com cpis etc… reboada…e tudo mais foi um erro irreparável…..andando aqui e ali, vendendo botons etc… criaram o pt e o povo acreditou e elegeu sendo na época (persona nõn grata) e assim foi , mudou, (o povo mudou) tirou das maos do imperialismo radical , ditador, masssacrador de massas, (das carteiradas) o sinho doto Coroné … foi das maos destes que este torneiro mecanico tirou o Brasil…com falcatruas ou não não importa…. pq. o fim justifica os meios…. quem não conhece a história do brasil melhor calar a boca, não sabe o que diz realmente não sabe….. comprar óleo de meio litro na garrafa em filas controladaas pelas forças armadas? rsrsrs isso foi o minimo , não foi nada, nossa história é triste , de lutas, de sofrimento, de miséria, de falta de direito, de fundo de prisão……e hoje lançam criticas as mudanças e esperam um milagre em dez anos de mudanças contra 500 de construção do sistema, ah faça me o favor neh! queria que existissem mais lulas no brasil e no mundo (errando ou não, mas buscando as mudanças prá que possamos evoluir como nação) as criticas ah elas sempre existiram e não acabarão nunca! o que deve fazer a classe politica que luta de fato é OS CÃES LADRAM E A CARRUAGEM PASSA isso é ideal e objetivo deveria-mos aplaudir as mudanças que hj estão ai e ainda estão por vir PQ. NINGUÉM TROPEÇA NA MONTANHA MAS SIM NAS PEQUENAS PEDRAS NO CAMINHO. viva LULA viva o BRASIL abraços ao DIMAS pq pq. tem respeito e visão e não precisa de armas para monstrar ao incrédulo radical, mas sim PALAVRAS ESCLARECEDORAS …

Euler

06 de maio de 2013 às 23h26

Mesmo reconhecendo o brilhantismo do líder político LULA, não posso deixar de registrar um contraponto ao pensamento apresentado por ele em relação à mídia. Não se trata de um cidadão comum que pode se dar ao luxo de desligar a TV ou deixar de ler um jornal. É evidente que ele percebeu os malefícios que o monopólio da mídia neoliberal e golpista causa ao país, especialmente aos de baixo.

Então, enquanto presidente, não lhe cabia deixar de ler jornal, ou de ver TV, mas deveria ter colocado a questão: o que fazer para quebrar este monopólio maligno, que provoca na população os mesmos males que provoca em mim, quando assisto ao telejornal pela manhã?

Ao contrário disso, ao que parece, ele se vangloria de ter salvado as grandes emissoras de TV e as editoras de revistas e jornais que estavam “quebradas”.

Foi mais cômodo, talvez, deixar de ver a TV; mas teria sido mais honroso e corajoso bancar a quebra do monopólio da mídia e lutar por uma verdadeira democratização dos meios de comunicação.

Claro que isso não empana, não tira o brilho, dos projetos sociais realizados nos governos de Lula e Dilma, como o Bolsa Família, Prouni, Luz para todos, entre outros.

Mas, a confissão implícita que Lula faz em relação à mídia, de omissão, é evidente. Talvez sirva, de forma educativa, para que a população brasileira lute pelo pelo fim desse monopólio, para que nenhum outro presidente/a no futuro, ou um cidadão comum, tenha que deixar de assistir a telejornais, por falta de alternativas de redes públicas de comunicação.

Responder

Fabio Passos

06 de maio de 2013 às 23h18

“contaminado”
Nao ha melhor descricao para quem sofreu um ataque de PiG ao assistir TV ou ler uma reporcagem. rsrs

Nao ha praticamente nada que saia no PiG que nao se tenha acesso com mais fidelidade a realidade e profundidade em sites alternativos na rede… o que voce encontra a mais no PiG sao manipulacoes baratas, mentiras descaradas e fraudes grosseiras. Quem precisa deste lixo?

Livrem-se do PiG.
Libertem-se desta maquina de gerar imbecis…

Responder

Yara Bela

06 de maio de 2013 às 20h07

Grande entrevista! Grande Lula! Pesquisem pra ver quanta gente tomou a mesma decisão quanto ao noticiário da “grande imprensa”…

Responder

    Fabio Passos

    06 de maio de 2013 às 21h37

    Acompanhar o PiG e indicador de pouca inteligencia. rs

Fabio Passos

06 de maio de 2013 às 18h31

O fato e que Lula esta ao lado de Getulio e JK como um dos melhores presidentes do Brasil.
Lula e nosso Nelson Mandela.

Ja fhc… foi o pior presidente de nossa historia.
fhc foi mais um piether botha.

Responder

Fabio Passos

06 de maio de 2013 às 18h12

Sigam o exemplo do Lula: Livrem-se do PiG.

Consumir lixo nao faz bem. Reparem como sao repugnantes os militantes do PiG que aparecem por aqui… e o resultado de toda a negatividade, preconceito, odio e racismo que o PiG produz.

Responder

daniel

06 de maio de 2013 às 16h17

Porque ainda não aceitam o Lula como intelectual…é o que não entendo. Clareza na exposição das idéias, coerência, visão crítica, e o mais importante: humildade para reconhecer as falhas que lhe copete e dar mérito aos adversários quando isto é devido. Considero importante algumas críticas que estão sendo feitas a ele e ao seu governo aqui no blog, pois é a partir do embate de idéias que é possível produzir novos arranjos. Mas desconsiderar um ponto do que ele diz facilita as críticas. o tempo. e em política pública o tempo não pode ser mensurada pelo tempo do homem, mas pelo tempo que é necessário para a maturação da sociedade. O tempo político é distinto do tempo do homem.

Responder

    Fabio Passos

    06 de maio de 2013 às 18h19

    Sem duvida. Lula tem uma inteligencia invejavel. Na arte da politica hoje nao ha ninguem que tenha a mesma estatura. Os adversarios precisam subir em escada para se aproximar.

    Quanto a tempo… a analise dele e arrasadora:

    ” … Na época, tinha gente que dizia: “O PT morreu, o PT acabou”. Passaram-se seis anos e quem acabou foram eles. O DEM nem sei se existe mais. O PSDB está tentando ressuscitar o jovem Fernando Henrique Cardoso porque não criou lideranças, não promoveu lideranças. Isso deve aumentar a bronca que eles têm da gente …”

    Chupa, PiG! rsrs

    maria de sobral

    06 de maio de 2013 às 19h44

    Falta nobreza, pra reconhecer que Lula, um operario, é um politico excepcional.

Willian

06 de maio de 2013 às 15h47

Legal um presidente só ler, ver e ouvir os bajuladores, aqueles que falam o que ele quer ouvir. Assim, ele tem a certeza que o país vai bem e ele é o maioral.

Entendo agora porque os leitores de Viomundo e a blogosfera no geral tem alta conta Lula. Vocês só se informam pela blogosfera. Deve ter sido uma surpresa as notícias do Mensalão.

Responder

    renato

    06 de maio de 2013 às 18h18

    Wilian, homem de Deus, concordo com você.
    Acompanhe meu raciocínio.
    Se um Zé-Mané, como era o Lula, chegou a ser
    Presidente da Republica.
    Desafio você, a ir no Instituto do Lula, ou
    na casa dele, e isto deve ser bem mais fácil
    para você.Ou não consegue nem isto.
    Vai lá e fala com ele, frente a frente,tudo
    o que os Baba Ovos não falam, depois vem aqui
    e conta para nós…Quem sabe você entra numas
    paginas do Livro do Meu Rei!

    renato

    06 de maio de 2013 às 18h19

    Você está numa democracia e é livre!

    Narr

    06 de maio de 2013 às 20h49

    Lula usou uma figura de linguagem! É obvio que ninguém consegue governar sem ler jornal, sem saber o que pensa o inimigo. O que Lula quis dizer é que não se deve ficar apavorado com as invencionices do PIG. Foi só isso. Agora, o Lula usa uma figura de linguagem, vocês da direita não entendem, e depois ele é que é o burro?

    willian

    06 de maio de 2013 às 20h57

    Leia os comentarios dos progressistas e avalie o que eles entenderam.

    Paulo ETV

    06 de maio de 2013 às 20h55

    este caminho é bom ,leia sempre as duas versões e estabeleça o que voce acha que deva ser a sua verdade,aí sim,a coisa fica boa para todo mundo.

    AlvaroTadeu

    06 de maio de 2013 às 22h59

    O Viomundo concede liberdade de crítica a essa meia dúzia de fascistas, cujos órgãos de comunicação não aceitam opiniões que os contrariem. Experimentem, tentem fazer essas críticas na Veja, Globo, Estadão, Folha, eles jamais publicam.Durante o consulado de FHC, a sabujice era tão escandalosa que ele próprio comentou que a imprensa estava exagerando no apoio à privatização (doação) das teles. Hoje temos uma tarifa sueca e serviços com a qualidade da Etiópia, nossa telefonia é Sueciópia. Cinco famiglias ditam o que o povo brasileiro deve pensar, falar, votar e se comportar. Esse Willian que podia ser Waack ou Bonner tem tudo a ver.

    Sérgio Luis J.

    06 de maio de 2013 às 23h29

    “Legal um presidente só ler, ver e ouvir os bajuladores, aqueles que falam o que ele quer ouvir. ”

    Você não leu ou não entendeu a entrevista.

    Abolicionista

    07 de maio de 2013 às 09h26

    Lula está coberto de razão. Não de deve perder tempo com a direita radical

Wilson D.REsende

06 de maio de 2013 às 15h06

Certo o Lula! tb ja tinha tomado esta decisão de nao ver telejornais e nem ler jornais de Manha! Pq? pq eu estava desanimando! O pessimismo é tao grande , que vc pensa: Nao vou fazer negocios hoje, pq a imprensa ta dizendo que vai piorar!….E apos esta decisao …tdo esta melhor! O Pais esta crescendo, bombando de novos negocios, apesar da midia, e se nao vai a luta , vc fica pra traz!…

Responder

lulipe

06 de maio de 2013 às 15h00

“(…) ‘Marisa, a partir de hoje, se a gente quiser governar este país, a gente não vai ver televisão, a gente não vai ver revista, a gente não vai ler jornal’(…)”

O pior cego….

Responder

    Paulo Figueira

    06 de maio de 2013 às 17h09

    Aquele que não quer enxergar, esse é o pior cego, segundo o dito popular.
    Você certamente está inserido entre eles, mais de setenta por cento da população brasileira reconhece os méritos do governo Lula, assim como a comunidade internacional. Seria aconselhável abandonar a bengala dos barões da nossa mídia.

    damastor dagobé

    07 de maio de 2013 às 09h18

    o pior cego …é o que vê TV

    renato

    07 de maio de 2013 às 22h05

    Sonoplastia: Voz do LulA:

    “(…) ‘Marisa, a partir de hoje, se a gente quiser governar este país, a gente não vai ver televisão, a gente não vai ver revista, a gente não vai ler jornal’(…)” Chama o LULIPE, e o Willian.
    Eles sabem como acertar o Brasil, mas digam para eles não assitirem a Globo,Não lerem a Veja, e não lerem os comentários do PHA.
    Vai dar certo, Marisa…

Elias

06 de maio de 2013 às 14h39

“…pouco dinheiro na mão de muitos é distribuição de renda, muito dinheiro na mão de poucos é concentração de renda.”

Pouca palavra na boca de muitos é distribuição de imprensa, muita palavra na boca de poucos é concentração de imprensa.

E a concentração de imprensa foi, é e sempre será arrogante, quando não assassina.

A própria Lei de Meios, que nunca saiu do papel, parece-me capenga diante de uma real liberdade de imprensa.

PS: Relevem por ter pego um gancho meio enferrujado de uma frase límpida do nosso grande ex-presidente.

Responder

    Paulo ETV

    06 de maio de 2013 às 20h53

    gostei disto que voce fez ,é um corolário perfeito ,serve até de slogan!

    Fabio Passos

    06 de maio de 2013 às 22h54

    Ficou bom mesmo.
    Porque e a mais pura verdade

wendel

06 de maio de 2013 às 14h36

Onde mais iríamos ler esta entrevista senão num Blog! É por isto que digo: temos que pressionar o governo para mandar ao Congresso o Projeto de Lei que disciplina as Comunicações no País!
Sem isto, o que que sempre veremos, será estes vassalos denegrindo o País, e vendendo a alma ao diabo por conta de supostos benefícios!
Parte de uma entrevista como esta, jamais veremos publicado na chamada “Grande Imprensa”. Há que se mudar, e só mudaremos se fizermos um abaixo assinado com 1.000 assinaturas para pressionar o governo!
Avante Brasil…………

Responder

Falando pra pobre

06 de maio de 2013 às 14h01

Único!

Responder

Falando pra pobre

06 de maio de 2013 às 14h00

Só Lula!

Responder

João Vargas

06 de maio de 2013 às 13h04

Uma das entrevistas mais lúcidas de Lula que já li. Falou várias verdades. E acho que ele está certo em formar uma constituinte para fazer a reforma política, caso contrário nunca vamos tê-la. O sistema tem que ser mais democrático e menos dependente do capital. Tem que acabar com os privilégios dos parlamentares,como o foro privilegiado. E aqueles que hoje detêm os mandatos nunca farão uma reforma profunda como precisamos.

Responder

    Roberto Locatelli

    07 de maio de 2013 às 13h45

    Concordo, João, a Constituinte é necessária. Os parlamentares que aí estão foram eleitos no atual sistema e muitos resistem a mudá-lo.

Rasec

06 de maio de 2013 às 12h22

Lula, aqui em casa todo mundo fez o mesmo. Nada de ser contaminado por jornais! Até nas notícias boas sobre o Brasil a mídia mente, camufla, põe adversativas. E foi assim que vimos vc se reeleger e ajudar a eleger a sucessora.
Parabéns!

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A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.