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Diário da Resistência


Lula é condenado de novo, desta vez a 13 anos por sítio de Atibaia; Gleisi sugere que é para barrar Nobel
Ricardo Stuckert
Política

Lula é condenado de novo, desta vez a 13 anos por sítio de Atibaia; Gleisi sugere que é para barrar Nobel


06/02/2019 - 16h38

A perseguição a Lula não para. Uma segunda condenação a jato foi proferida, exatamente quando cresce a possibilidade de Lula ser Nobel da Paz. Na memória do povo e na história, Lula será sempre maior do que seus carrascos. Gleisi Hoffmann, presidenta do PT

É escandaloso que, às vésperas de o STF se debruçar novamente sobre a aberrante abolição do princípio da presunção de inocência, o juízo de 1ª grau se precipite para condenar, pela 2ª vez, um homem que já é vítima de prisão política. A sanha persecutória a Lula parece não ter fim. Senador Humberto Costa (PT-PE)

Gabriela Hardt condena Lula a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no sítio de Atibaia

Juíza federal da Lava Jato impõe nova sentença ao ex-presidente, por supostas propinas das empreiteiras Odebrecht, OAS e Schahin correspondentes às reformas de R$ 1 milhão no imóvel localizado no interior de São Paulo; petista está preso na sede da Polícia Federal em Curitiba desde 7 de abril do ano passado, cumprindo pena de 12 anos e um mês na ação do triplex do Guarujá

Ricardo Brandt, Luiz Vassallo, Julia Affonso e Fausto Macedo, no Estadão

A juíza federal Gabriela Hardt condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na ação penal que envolve o sítio Santa Bárbara, em Atibaia.

O petista foi sentenciado por supostamente receber R$ 1 milhão em propinas referentes às reformas do imóvel, que está em nome de Fernando Bittar, filho do amigo de Lula e ex-prefeito de Campinas, Jacó Bittar.

Segundo a sentença, as obras foram custeadas pelas empreiteiras OAS, Odebrecht e Schahin.

A Lava Jato afirma que o sítio passou por três reformas: uma sob comando do pecuarista José Carlos Bumlai, no valor de R$ 150 mil, outra da Odebrecht, de R$ 700 mil e uma terceira reforma na cozinha, pela OAS, de R$ 170 mil, em um total de R$ 1,02 milhão.

Em interrogatório, Bumlai declarou não ter pago ‘nem um real’ nas obras. O sítio de Atibaia está em nome do empresário Fernando Bittar, filho de Jacó Bittar, amigo de longa data do ex-presidente.

Em depoimento, Fernando Bittar negou que tenha pago a obra. “Eu não sei dizer se eles (Lula e Marisa) pagaram. Mas na minha cabeça…”

Apontado por delatores como o homem de confiança do ex-presidente que tocou a obra do sítio, o ex-segurança de Lula Rogério Aurélio Pimentel afirmou ter sido o ‘capataz’ das reformas no imóvel e confirmou os pagamentos da Odebrecht.

Em alegações finais, a defesa do ex-assessor da Presidência da República afirmou que se ele ‘não sabia sequer as quantias que continham nos envelopes, tampouco possa se esperar que soubesse de eventual origem ilícita dos valores’.

Ação. O sítio Santa Bárbara é pivô da terceira ação penal da Lava Jato, no Paraná, contra o ex-presidente – além de sua segunda condenação.

O petista ainda é acusado por corrupção e lavagem de dinheiro por supostas propinas da Odebrecht – um terreno que abrigaria o Instituto Lula e um apartamento vizinho ao que morava o ex-presidente em São Bernardo do Campo. O processo também já teve a entrega de alegações finais e aguarda sentença.

Prisão. O ex-presidente já cumpre pena de 12 anos e um mês de prisão no caso triplex, em ‘sala especial’, na sede da Polícia Federal do Paraná, em Curitiba, desde 7 abril de 2018, por ordem do então juiz federal Sérgio Moro.

Lula foi sentenciado pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo suposta propina de R$ 2,2 milhões da OAS referente às reformas do imóvel.

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



13 comentários

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Netho

08 de fevereiro de 2019 às 12h22

Lula tomou a decisão errada quando rendeu-se aos carcereiros da Lava Jato.
A sua assessoria jurídica e política foi de quinta categoria!
Inocente, Lula não tinha outra alternativa, senão o asilo diplomático; este sim, um ato integralmente político coerente e denunciatório da discriminação negativa do Judiciário da Casa Grande.
Inúmeras embaixadas estaria prontas para prestar-lhe a proteção política cabível.
Lula cometeu um erro primário perante os seus inimigos de classe.
Acreditou que havia sido recepcionado pelos salões da Casa Grande esquecendo-se de que suas raízes de classe atávicas estão fincadas nas senzalas.
Paga o preço de um Partido que cometeu vários desvios insensatos em nome de um pragmatismo incoerente (para lembrar a lição de Guevara).
Agora está – “com Supremo, com tudo” -, nas mãos dos algozes, aos quais abriu as arcas do Tesouro e do Banco Central, ingenuamente imaginando que as classes dominantes estivesses apenas interessas em acumular mais riquezas, quando sempre estiveram cientes de que o mais importante para as grandes fortunas intocadas pelo PT era a conservação em suas próprias mãos do ‘império e hegemonia de classe”.
Ademais, sem Lula no centro político do tabuleiro, as esquerdas e o centro-esquerda batem cabeças diariamente.
O governo demencial da legião de imbecis está sem oposição alguma.
Só não andou mais rápido até agora por conta dos seus lorpas, aloprados e safardanas, que pululam às escâncaras.

Responder

lulipe

07 de fevereiro de 2019 às 12h56

Só mesmo os adoradores da seita PT pra acharem que darão um Nobel a um criminoso condenado por corrupção e lavagem de dinheiro há mais de 24 anos de cadeia. Acordem que ainda dá tempo! Lula tá preso, alienados.

Responder

    Conceição Lemes

    07 de fevereiro de 2019 às 23h05

    Lulipe, o disco tá riscado? vá procurar a tua turma. Respeite os leitores que frequentam este espaço. sds

Julio Silveira

07 de fevereiro de 2019 às 11h01

Meu sentimento em relação ao Lula é de profundo pesar, o tipo de dor que se dedica a um ente querido que cometeu um suicidio. A vida me diz, reaja esqueça o morto, ele morreu por sua própria escolha. E não siga essa escolha.

Responder

Aureliano

07 de fevereiro de 2019 às 10h49

Fora de Pauta
Publicado no Blog do Altamiro Borges

General Mourão progressista é ilusão de ótica
Por João Filho, no site The Intercept-Brasil:

Há quatro anos, quando chefiava o Comando Militar do Sul, o general Hamilton Mourão fez uma palestra para oficiais da reserva convocando os presentes para o “despertar de uma luta patriótica”. Um dos slides exibidos continha a frase “mudar é preciso”. O impeachment de Dilma estava na pauta, e o general aproveitou para atacar toda a classe política. Na ocasião, Mourão alertou a tropa: “ainda temos muitos inimigos internos, mas eles se enganam achando que os militares estão desprevenidos”. E ainda lançou um desafio: “Eles que venham!” Poucos dias depois, Mourão organizou um evento em homenagem ao coronel Ustra, o principal torturador da ditadura militar.

O golpismo de Mourão foi punido pelo comandante do Exército Eduardo Villas-Boas que, pressionado pelo então ministro da Defesa Aldo Rebelo (PCdoB) e pelo senador Aloysio Nunes (PSDB), o retirou do comando da tropa e o empurrou para um cargo meramente burocrático.

Foram essas credenciais pouco democráticas que encantaram Bolsonaro, que escolheu o general para ser seu vice-presidente. O presidente chegou a dizer em campanha: “Quero governabilidade. Tenho que ter um vice que trabalha junto comigo e não seja uma peça decorativa”. Bom, hoje o presidente pode dizer que seu vice não é decorativo, mas certamente não pode dizer que trabalha junto com ele.

Desde o fim da campanha, o Mourão golpista deu lugar ao Mourão republicano. E isso tem sido um problema sério para o presidente. Os dois têm discordado em praticamente todos os assuntos. Não é raro o vice aparecer dizendo diametralmente o oposto do presidente. E sempre com muito mais propriedade e categoria.

Quando Bolsonaro estupidamente detonou a China e deixou os chineses ressabiados, Mourão tentou segurar a onda e disse que não podíamos “nos descuidar do relacionamento com o nosso principal parceiro comercial”. Quando Bolsonaro anunciou a mudança da embaixada brasileira para Jerusalém, Mourão retrucou: “é óbvio que a questão terá que ser bem pensada. É uma decisão que não pode ser tomada de afogadilho, de orelhada”. Sobre o aquecimento global, a opinião do general também não sintonizou com os delírios dos Bolsonaro: “não resta dúvida de que ele existe. Não acho que seja uma trama marxista”. Quando Jean Wyllys anunciou a desistência em assumir o cargo na Câmara por causa das ameaças de morte, o presidente comemorou “o grande dia” no Twitter. Já Mourão declarou que a ameaça contra o deputado é um “crime contra a democracia”. Sobre o decreto que facilita a posse de armas no país com a finalidade de melhorar a segurança pública, Mourão afirmou que “não se trata de uma medida de combate à violência”, mas apenas do “cumprimento de uma promessa feita em campanha”.

Enfim, para cada absurdo do presidente, o vice oferece uma dose de sensatez.

Em menos de 30 dias de governo, o vice-presidente Mourão já assumiu a presidência por duas vezes. É curioso notar como o general fica mais à vontade no papel de presidente do que o próprio capitão. Diferentemente de Jair, Mourão domina bem todos os assuntos pertinentes ao governo, fala com desenvoltura, trata bem a imprensa e adversários políticos. O fato é que enquanto Jair Bolsonaro se comporta como um bolsominion enfurecido no WhatsApp, Mourão se comporta como um presidente da República. O ex-capitão não tem capacidade intelectual para atuar fora da bolha de ideologismo barato que Olavo de Carvalho construiu para ele. Funcionou bem durante a campanha, mas agora não mais. Isso ficou ainda mais evidente quando ele usou apenas seis dos 45 minutos que tinha para representar o país no maior fórum econômico do mundo.

Mourão, por outro lado, tem atuado com diplomacia e pragmatismo. Não se vê nem sombra daquele militar golpista que atiçava as tropas contra os políticos em 2015. Já o presidente Bolsonaro ainda se vê preso no olavismo, no papel de cachorrinho fiel de Donald Trump e no crime organizado de Rio das Pedras.

A cada dia que passa, o ex-capitão vai ficando cada vez mais minúsculo perto do general, que faz questão de deixar isso claro a todo momento. O protagonismo do vice tem deixado Bolsonaro e sua família bastante preocupados. Enquanto eles sangram e se mostram incapazes de explicar as relações com o crime organizado, Mourão vai ganhando respeito de todos os lados, construindo pontes e ganhando força política.

O vice-presidente insiste bater de frente com o olavismo que intoxica o governo Bolsonaro. O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, um fiel olavista indicado ao cargo pelo guru, tem sido solenemente ignorado pelo general. Além de estar mantendo reuniões com embaixadores de diversos países sem a presença do chanceler, como é de praxe, Mourão debochou da sua atuação excessivamente ideológica: “Vai todo mundo virar israelense desde criancinha? Vai todo mundo virar fã dos americanos de qualquer jeito? A diplomacia são métodos e objetivos, não um fim. É preciso inserir conceitos claros, não interferir em assuntos de outros países. E ainda não está claro” – uma verdadeira lacrada no olavismo, como dizem.

Os atritos entre o filósofo e o general foram aumentando até culminar com declaração de Mourão lamentando as ameaças a Jean. Olavo se indignou com o general e correu vomitar sua megalomania delirante no YouTube. Além de descer a lenha em Mourão e acusar os militares brasileiros de serem historicamente coniventes com os comunistas, o maluco de Virgínia (EUA) aproveitou para se dizer vítima “da maior campanha de assassinato de reputação contra um cidadão privado já visto na história humana”, chamar Maria do Rosário de “vagabunda” e dizer que “há sérias suspeitas de que Jean é um dos mandantes do assassinato de Bolsonaro”.

A lisergia de Olavo não tolera a prudência, a racionalidade e o pragmatismo de Mourão. Ele acredita que estamos no meio de um guerra contra o marxismo cultural globalista, e numa guerra não se deve ter tolerância com os inimigos. O general desprezou o ataque do filósofo: “Quem se importa com as opiniões do Olavo?”A pergunta foi retórica, mas deve ser respondida: Jair Bolsonaro e o núcleo bolsonarista não só se importam como são criaturas dele.

Não se sabe exatamente quais são os interesses de Mourão ao rivalizar tão firmemente com Bolsonaro dentro do governo. Muitos já dizem que ele está preparando o terreno para assumir o poder com o apoio dos militares caso o ex-capitão se enfraqueça ainda mais politicamente. É também o que pensa um dos filhos do presidente, como relatou a Folha. Quem acompanha o Brasil nos últimos cinco anos, sabe que nenhuma possibilidade pode ser descartada. Há pouco o que se fazer para controlar o general, já que ele não pode ser demitido. A essa altura o capitão deve estar amargamente arrependido de não ter escolhido o sempre dócil e fiel Magno Malta para ser seu vice.

O vice-presidente parece ter virado um oposicionista do presidente, o que o fez ganhar simpatia de muita gente na esquerda. Nessa semana, Mourão surpreendeu ainda mais ao afirmar que “o aborto deve ser uma decisão da mulher”.

Mas vamos com calma. Até pouco tempo atrás, Mourão agitava as tropas contra “inimigos da nação” e homenageava torturador. Já durante a campanha, admitiu a possibilidade de um “autogolpe” com a ajuda das Forças Armadas em caso de “anarquia”. Defendeu uma nova Constituição sem Constituinte. Ligou os indígenas à “indolência” e os negros à “malandragem”. Chamou famílias chefiadas por mães e avós de “fábrica de criminosos”.

O general parece progressista perto de Jair Bolsonaro, mas é apenas uma questão de referência. Até um trezoitão carregado parece progressista ao lado do nosso presidente.
Postado por Altamiro Borges às 10:35

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Zé Maria

07 de fevereiro de 2019 às 00h27

Nota da defesa de Lula sobre absurda condenação no caso do sítio de Atibaia

“A decisão desconsiderou as provas de inocência
apresentadas pela Defesa de Lula nas 1.643 páginas das alegações finais protocoladas
há menos de um mês [pela Defesa]”

íntegra:

A defesa do ex-presidente Lula recorrerá de mais uma decisão condenatória proferida hoje (06/02/2019) pela 13ª. Justiça Federal de Curitiba que atenta aos mais basilares parâmetros jurídicos e reforça o uso perverso das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política, prática que reputamos como “ lawfare”.

A sentença segue a mesma linha da sentença proferida pelo ex-juiz Sérgio Moro, que condenou Lula sem ele ter praticado qualquer ato de ofício vinculado ao recebimento de vantagens indevidas, vale dizer, sem ter praticado o crime de corrupção que lhe foi imputado.
Uma vez mais a Justiça Federal de Curitiba atribuiu responsabilidade criminal ao ex-presidente tendo por base uma acusação que envolve um imóvel do qual ele não é o proprietário, um “caixa geral” e outras narrativas acusatórias referenciadas apenas por delatores generosamente beneficiados.

A decisão desconsiderou as provas de inocência apresentadas pela Defesa de Lula nas 1.643 páginas das alegações finais protocoladas há menos de um mês (07/01/2019) — com exaustivo exame dos 101 depoimentos prestados no curso da ação penal, laudos técnicos e documentos anexados aos autos.
Chega-se ao ponto de a sentença rebater genericamente a argumentação da defesa de Lula fazendo referência a “depoimentos prestados por colaboradores e co-réus Leo Pinheiro e José Adelmário” (p. 114), como se fossem pessoas diferentes, o que evidencia o distanciamento dos fundamentos apresentados na sentença da realidade.

Ainda para evidenciar o absurdo da nova sentença condenatória, registra-se que:

– Lula foi condenado pelo “pelo recebimento de R$ 700 mil em vantagens indevidas da Odebrecht” mesmo a defesa tendo comprovado, por meio de laudo pericial elaborado a partir da análise do próprio sistema de contabilidade paralelo da Odebrecht, que tal valor foi sacado em proveito de um dos principais executivos do grupo Odebrecht (presidente do Conselho de Administração); esse documento técnico (elaborado por auditor e perito com responsabilidade legal sobre o seu conteúdo) e comprovado por documentos do próprio sistema da Odebrecht foi descartado sob o censurável fundamento de que “esta é uma análise contratada por parte da ação penal, buscando corroborar a tese defensiva” — como se toda demonstração técnica apresentada no processo pela defesa não tivesse valor probatório;

– Lula foi condenado pelo crime de corrupção passiva por afirmado “recebimento de R$ 170 mil em vantagens indevidas da OAS” no ano de 2014 quando ele não exercia qualquer função pública e, a despeito do reconhecimento, já exposto, de que não foi identificado pela sentença qualquer ato de ofício praticado pelo ex-presidente em benefício das empreiteiras envolvidas no processo;

– foi aplicada a Lula, uma vez mais, uma pena fora de qualquer parâmetro das penas já aplicadas no âmbito da própria Operação Lava Jato — que segundo julgamento do TRF4 realizado em 2016, não precisa seguir as “regras gerais” — mediante fundamentação retórica e sem a observância dos padrões legalmente estabelecidos.

Em 2016 a defesa demonstrou perante o Comitê de Direitos Humanos da ONU a ocorrência de grosseiras violações às garantais fundamentais, inclusive no tocante à ausência de um julgamento justo, imparcial e independente.
O conteúdo da sentença condenatória proferida hoje somente confirma essa situação e por isso será levada ao conhecimento do Comitê, que poderá julgar o comunicado ainda neste ano — e eventualmente auxiliar o país a restabelecer os direitos de Lula.

Responder

Zé Maria

07 de fevereiro de 2019 às 00h18

“Mais uma condenação sem provas!
Agora pelo sítio em Atibaia.
Fizeram de tudo para tirar Lula das eleições
em 2018 e seguem no lawfare,
rompendo o Estado democrático de Direito
e as garantias individuais” #LutarPorLulaLivre

Jandira Feghali
Deputada Federal (PCdoB=RJ)

Responder

Zé Maria

06 de fevereiro de 2019 às 23h38

Parece mentira, mas não é não.
É Evidência Fascista de Perseguição Judicial
contra qualquer Líder Político do PT:

‘Justiça do Rio condena Lindbergh Farias (PT=RJ), pelo uso de um Sol Estilizado junto com o Logotipo da Prefeitura, quando era Prefeito de Nova Iguaçu’

“INACREDITÁVEL! Fui condenado pelo TJ do Rio pelo uso de um sol nos materiais da prefeitura de Nova Iguaçu.
Um inquérito c as mesmas alegações já tinha sido arquivado p UNANIMIDADE no STF. Alegaram promoção pessoal. Como assim?
O q tenho a ver c o sol? Se ao menos eu fosse do PSOL ou o símbolo fosse uma estrela.
Impressionante!
Essa decisão escancara a perseguição aos petistas e denuncia a partidarização da justiça no Brasil”,
disse Lindbergh Farias.

https://jornalggn.com.br/noticia/justica-do-rio-condena-lindbergh-por-usar-o-sol-como-simbolo/

Responder

Apolinario jose pereira

06 de fevereiro de 2019 às 22h03

Eh impressionante como se condena alguem que nao eh dono do imovel, a juiza ainda diz que so por que ele foi variad vezes la, e que dormia na suite do sitio que absurdo essa podre justiça e ministerio puto do brasil. Olha meus amigos na minha cada eu sempre dou minha suite pra cadais parentes e amigos, e nem por isso meu imovel pertence aos parentes e amigos, no que eh meu eu façi o que entendo, ora bolas juizes e procuradores nojentos , podres e frustantes e ainda condena o Lula a pagar 200.000,00 e bloque o bem que nao lhe pertence(sitio) quem ja se viu isso, so no brasil dos absurdos, mesmo. Prisao imediatos nesses procuradores e juizes fascistas.

Responder

Zé Maria

06 de fevereiro de 2019 às 20h59

O Governo Bolsonaro tem uma Agenda de Factóides combinados para esconder decisões de amplo impacto social, prejudiciais à População Brasileira, ao mesmo tempo em que ferem de morte a Esquerda, em Geral,
e particularmente o PT. O Golpe se perpetua.

Responder

Jardel

06 de fevereiro de 2019 às 20h33

Enquanto isso o Aécio, com 4 malas de dinheiro nas costas, está tão tranquilo quanto o Serra, com 23 milhões depositados pela empreiteira na Suíça e, o Geraldo, com a merenda o Rodoanel e o Trensalão.
Mas “em compensação” há muitos coxinhas e “pessoas de bem”, muito contentes com a perseguição ao Lula.

Responder

+almeida

06 de fevereiro de 2019 às 19h12

Que vergonha e que injustiça, Sra justiça. Onde queres chegar com tanto ódio, com tanto preconceito, com tanto rancor, com tanta fraqueza, com tanta inveja, com tanta inferioridade, com tanta covardia, com tanto abuso de poder, com tanto desequilíbrio, com tanta mesquinhez, e com tanto desamor, contra aquele que não tem culpa de lhe ser maior e de ser superior?

Responder

Fabrício

06 de fevereiro de 2019 às 19h01

Espero que dessa vez mostrem provas irrefutáveis. Notícia do Jornal O Globo servir de prova é a piada da piada. Só faltava ser notícia de horóscopo.
Aquela sentença tabajara do Moro é um acinte a inteligência de qualquer um. Não tem prova.
Fica difícil confiar numa justiça que fabrica crimes. Já não bastava a polícia fazer isso.

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