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Luciana Genro estuda apoio a Dilma Rousseff no segundo turno
Política

Luciana Genro estuda apoio a Dilma Rousseff no segundo turno


05/10/2014 - 22h22

luciana

05/10/14 22:00 – Nacional

Luciana Genro diz ter ficado ‘feliz’ com votação e estuda apoio a Dilma

da Agência Brasil, no JCNet

A candidata do PSOL à Presidência, Luciana Genro, afirmou na noite deste domingo (5) que ficou “feliz” com os votos angariados e que os mais de 1,5 milhão de pessoas que votaram na legenda representam uma parcela da população que não se conforma com a situação atual do país.

Segundo ela, o partido ainda vai decidir se apoia a presidente Dilma Rousseff no segundo turno.

Luciana Genro falou a jornalistas na sede do partido em Porto Alegre, após o final da apuração da maior parte dos votos. Ela estava acompanhada do candidato a governador do Rio Grande do Sul Roberto Robaina, da vice Gabi Tolotti e dos candidatos à Assembleia Pedro Ruas e Fernanda Melchiona, todos do PSOL.

Genro afirmou que as bandeiras defendidas por sua campanha, como os direitos civis da população LGBT e a taxação de grandes fortunas, continuam pendentes e que os candidatos que foram para o segundo turno não irão resolver os problemas do país.

Ela também comemorou o fato de ter atingido uma votação maior que os candidatos Levy Fidelix (PRTB) e Pastor Everaldo (PSC). “Isso mostra claramente que as pautas progressistas estão tomando a frente do debate político do Brasil”, afirma.

Questionada a respeito da votação obtida por candidatos com pautas opostas às suas, como Marco Feliciano (PSC-SP) e Jair Bolsonaro (PP-RJ), Genro disse que o poder econômico torna o processo eleitoral desequilibrado.

“Essas pessoas têm um poder econômico muito forte, que desequilibra a balança eleitoral e, definitivamente, não representam a maior parcela da população. Ao mesmo tempo, é possível notar uma reação conservadora às pautas progressistas que vêm à tona. Eles representam cidadãos que não defendem os direitos da população”, afirmou.

Luciana Genro também agradeceu à comunidade LGBT pelo apoio à sua campanha. “Foram os que mais me acolheram. Quero que saibam que o PSOL é um partido parceiro das suas pautas”, disse.

Segundo ela, o PSOL divulgou sua candidatura com um orçamento muito menor do que o dos principais candidatos e teve entre seu eleitorado principalmente a parcela jovem da população.

“Com certeza isso tem a ver com o fato de termos conseguido vocalizar as demandas de junho de 2013. Não digo que os representávamos, mas conseguimos levar as demandas das ruas para os debates”, analisa.

Ela ainda criticou a atuação da imprensa durante o período de campanha. Para Genro, sua candidatura foi “boicotada” pelos principais veículos de comunicação do país. “Eles davam a impressão de que só existiam três possibilidades viáveis e isso se refletia nas pesquisas”, reclamou.

SEGUNDO TURNO

De acordo com a candidata, o PSOL irá se reunir durante a semana para decidir sua posição em relação ao segundo turno das eleições presidenciais.

Ela afirmou que a única certeza no momento é que não apoiarão o candidato do PSDB, Aécio Neves.

“Não digo que apoiaremos a Dilma, mas tudo será decidido com muita calma e racionalidade”, argumenta.

O candidato a deputado estadual eleito no Rio Grande do Sul, Pedro Ruas, afirmou que o partido não negociará com direções de outras siglas e não fará parte de qualquer outro governo.

“Todas as decisões serão tomadas pelos militantes. Não deixaremos ninguém influenciar”, disse.

PS do Viomundo: Este apoio dificilmente se concretizará, por conta da absurda polarização entre militantes dos dois lados. Talvez até seja desejo das lideranças, mas as “bases” já se acostumaram a tratar uns aos outros como inimigos mortais, mais até que gente da direita.

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35 comentários

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maria do carmo barcellos

13 de outubro de 2014 às 21h55

Votei na Luciana Genro com muita convicção. Agora votarei em Dilma Roussef por várias razões. Torço para que a Luciana apoie essa candidatura e contribua para que o país não caia nas mãos das oligarquias absurdas.

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Orlando Soares Varêda

07 de outubro de 2014 às 13h41

Concordo com aqueles que criticam os equívocos e erros cometidos pelo Partido dos Trabalhadores.
Em alguns momentos, o desânimo chega a bater forte. Quando isso ocorre, sento e deixo a cabeça esfriar…com o radiador mais fresco, me vem à mente o Brasil dos anos 90.

“Putsgrilla!” Como mudamos. Sobretudo, entre os brasileiros que não faziam parte dos excelentes programas econômicos voltados aos interesses dos mais preparados e dos mais competentes rentistas.

Daqueles que não precisam de governo algum. A não ser, quando o calo aperta, ou precisam de uma colocação pro “neto” muito talentoso que nunca trabalhou, mas, necessita arrumar um cargo de aspone.

Pois, mesmo o gajo tendo painho cheio da grana e os cofres públicos ao alcance da mão. Necessitam proporcionar ao rebento, melhores apetrechos para enfrentar a competitividade do mercado. O menino precisa adquirir musculatura, engrossar o pescoço. Depois, nada como construir um aeroportozinho na fazenda de titio com o dinheiro público, pra treinar.

Comparativamente. Quem por acaso, ou, por qualquer infortúnio chegou até as franjas de alguma grande cidade. Nas periferias, onde vive trabalhadores menos apetrechados. Ou na zona rural. Quando nos bons tempos dos anos 90, nem luz, por lá existia.

Mas, pensado bem, aos tucanos bem aquinhoados que interesse há na vida dessa gente? Precisamos, segundo eles, cuidar dos 15% mais educados e competitivos.

Estes pontos, deveriam ser suficientes para definir o apoio dos brasileiros. Sabe-se que, não fossem os adesistas, os traíras, e os deficientes visuais políticos. A fina flor dos minoritários 15%, não se manteriam com tanto poder. Creio, que Luciana Genro, e demais esquerdistas, apoiarão a população trabalhadora* (*PT).

Orlando

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jose carlos

07 de outubro de 2014 às 11h32

Luciana você é inteligente de mais para deixa os tucanos val tarem ao poder.

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Eunice

06 de outubro de 2014 às 15h55

Se Luciana Genro apoiar o PT ela cresce, fica mais conhecida nacionalmente e se torna alternativa para uma futura presidenta, ou Deputada novamente, ou Ministra.

A Direita faz cada acordo….não se avexe.

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Urbano

06 de outubro de 2014 às 13h22

Fora disso, a campanha foi apenas mise-en-scène…

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    Urbano

    06 de outubro de 2014 às 18h18

    Corrigindo: … a campanha viria a ser apenas…

Zilda

06 de outubro de 2014 às 09h39

Os eleitores de Luciana Genro e do PSOL poderiam optar por essa decisão de apoiar Dilma. Mas com o discurso sectário de figuras como Lungaretti, Maringoni e outros expoentes da chamada ultraesquerda fica difícil. Preferem o discurso revolucionário abstrato – que considero de má-fé porque a possibilidade de uma revolução nos moldes das que já aconteceram no mundo é igual a 0 ou então a posição cômoda de assistir de camarote um processo exitoso(com todos os problemas e limitações)já iniciado. Eu sempre me pergunto; onde que o Brasil e o povo brasileiro entra na análise e nas decisões dessa gente. Será que ainda pensam que se o povo passar fome e tiver que enfrentar todo tipo de dificuldade desperta a consciência crítica ou de classe? É isso?

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    Mauro

    06 de outubro de 2014 às 12h02

    Zilda,

    concordo com você.Esse radicalismo, essa ideologia utópica me parece uma coisa mais de EGO; orgulho e vaidade, do que outra coisa.Por mais que haja divergências é preciso separar o real do ideal.É incontestável o avanço:

    http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2014/09/o-brasil-real-de-2002-2013.html

    Luiz Bodisatva

    06 de outubro de 2014 às 16h20

    Zilda, muito lúcida a sua observação. Sou simpatizante do PC do B e de fato alguns partidos de esquerda mantendo este purismo de não fazer alianças retiram da discussão o povo desassistido, menos favorecido. Pouco se lixam para os avanços em favor dos ideais marxistas. A grande discussão está em fazer ou nâo fazer alianças…e morrer sempre com alguns miseros 1 ou 2 % dos votos, mesmo porque não tem importancia alguma a eleição. Segundo esta teoria a eleição é um ideal burguês. Eu me pergunto se o PC do B não tivesse feito alianças teria conseguido vencer a oligarquia no Maranhão?

Leopoldo

06 de outubro de 2014 às 08h42

A melhor candidata, a mais convincente, a mais autêntica, a mais empolgante foi Luciana Genro. Espero que o PSOL apoie o PT, com ressalvas, obviamente, mais pela inclusão social do que pela política econômica.

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    Alex

    06 de outubro de 2014 às 11h09

    Perfeito Leopoldo!
    Mais pela inclusão social, que pela política econômica.
    Vamos ver o que o PSOL decide “oficialmente”.

Denilson

06 de outubro de 2014 às 08h20

Fico impressionado com a capacidade microscópica de observarem diferenças entre as candidaturas de Dilma do PT e aliados (que são muitos!) e a de Aécio Neves do PSDB e aliados (que também são muitos). Ambas candidaturas, apesar de partidos que se degladiam em disputa eleitoral, defendem o mesmo conteúdo programático e ideológico. Ainda reside no imaginário popular a imaginação de um partido depositário de um conteúdo popular e de esquerda que teima em ser identificada no PT e no PCdoB e há muito foi abandonado e retirado das praticas e programas desses partidos (PT e PCdoB). Hoje, é de fácil identificação e observação o cumprimento de todo receituário e condução do projeto capitalista e ou neoliberal por esses partidos: PT e o PCdoB.
Eles passaram por um profundo transformismo onde devido seu passado em defesa de bandeiras populares e da esquerda, conseguem ainda induzir a muitos a apoiarem seus “novos” Projetos em defesa do neoliberalismo. Hoje o Partido dos Trabalhadores, é legitimo porta voz do capital que precisa “amansar” os movimentos sindicais e populares na implementação do seu projeto econômico, politico e social.Não existiria instrumento politico melhor para garanti a hegemonia politica da classe dominante. que pudesse vestir-se de cordeiro na pele do lobo.
Me utilizo do comentário do próprio intelectual do PSDB – Fernando Henrique Cardoso, no programa Roda Viva. Quando questionado sobre as diferenças entre o seu partido e o PT. Posto a rivalidade antiga. O mesmo disse: “do ponto de vista programático NÃO há quase nada diferente ou substancial que nos diferencie. Mas temos diferenças no gerenciamento desses projetos”.
Isso para mim é suficiente e prova cabal, de um membro do próprio PSDB, da similaridade entre os dois “arqui inimigos”! Puro jogo de cena e conflitos dos mesmos. Semelhante a luta super conflituosa entre Democratas e Republicanos nos EUA.
Não apoiar Dilma contra Aécio é saber identificar e perceber que são projetos similares e muitíssimo parecidos estão se degladiando na escolha do seu GERENTE! Portanto, é uma postura coerente e lúcida do cidadão que percebe essa nuance.

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gracinete

06 de outubro de 2014 às 07h27

Nunca na historia do brasil as pessoas humilde foi tao privilegiada com tantos beneficios antes do pt governar nosso pais nos +humildes nao tinhamos direito de ter 1carrinho 1 moto nen mesmo o .alimento no maximo 1 bicicleta para ir oa trabalho Eu mesma passei muita fome com meus irmaos quando criancas hoje gracas a Deus e ao pt temos 1 vida bem melhor que antes nossos filhos nao conhece a fome, hoje mesmo os mais humildes tem 1 carro tem1 moto e o mais importante temos moradia fixa temos 1 teto sobre nossas cabecas sei que minha historia de vida se repete por todo o brasil entao fica a dica time que esta ganhando nao se mexe .

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    Mauro

    06 de outubro de 2014 às 14h28

    Gracinete,

    muitos não tinham nem geladeira, porque a luz não chegava onde eles moravam.Os avanços são incontestáveis.

fernanda

06 de outubro de 2014 às 01h20

Que absurdo! Gente olha quanta corrupção a Dilma se meteu. Cadê o amor a liberdade? Ao amor? Como assim a Luciana vai entrar no meio dessa cobra…
Fica neutra Luciana. Pra na próxima vc ter mais chances. Dilma afundou o Brasil.
Vai ajudar vc tbm! Pelo amor de Deus fica na sua amiga! Que horror vc apoiar essa naja

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    EDSON ROCHA

    06 de outubro de 2014 às 12h10

    Acho que pessoas estão mal informadas, apresentem alguma lista de corrupção em que DILMA foi beneficiada, como em todos os governos sempre tem algum idiota que quer levar algum por fora, se fosse por isso FHC e AÉCIO não poderiam ser candidatos deveriam ser expurgados da política, agora no 2 turno as sujeiras deles vão aparecer para as pessoas verem que de santo eles não tem é nada. Voto em DILMA pela pessoa que ela representa em todos os avanços sociais conquistados não pelo governo mas pelo povo brasileiro, que antes nunca recebeu nada nos governos FHC.

    Cristiane Carvalho

    06 de outubro de 2014 às 13h01

    Me prove com fatos que “Dilma afundou o Brasil”.

    Mauro

    06 de outubro de 2014 às 14h43

Eduatdo

06 de outubro de 2014 às 01h17

Como assim?? Foi super contra as ideologias da
Dilma e agora ai declarar apoio a ela? Eu votei na Luciana e já estou arrependido apenas pela hipótese dela apoiar outro . Talvez o aecio estava certo: tudo farinha do mesmo saco

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Adilson

06 de outubro de 2014 às 01h00

O PSOL não deve declarar apoio a Dilma. Além de ser movido por paixões (e pontas de rancores) foi um partido que, infelizmente, optou por fazer oposição de forma sabotadora. Chegaram a subir em plenário fazendo denúncias com O Globo nas mãos, como faz a direita hidrófoba. Com a exceção de Jean Wyiilis, que foi o único a dizer abertamente que a postura de não ir a reunião da Reforma Política era um grande equívoco, que teve a hombridade de ir na Papuda e, mesmo podendo capitalizar politicamente, disse a verdade contrariando a mídia, não vejo uma liderança nacional forte capaz de chamá-los a essa responsa. O que é uma pena. Por outro lado, conforta a certeza que os eleitores de Luciana não seguirão a provável orientação do partido. Na hora ‘h’ saberão a importância da união da esquerda diante da onda reacionária que subirá no Brasil a partir de amanhã.

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SILOÉ-RJ

06 de outubro de 2014 às 00h17

Na atual conjuntura em benefício até deles próprios, toda ajuda é bem vinda. Embora não aceite o falso “purismo” do partido.

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Bacellar

05 de outubro de 2014 às 23h42

Nunca votei no Psol mas já votei muito no PSTU…Hora da esquerda se unir! O senado ficou péssimo, ainda não vi as camaras mas suponho que refletem tambem o anti-petismo. Fundamental a esquerda se unir em torno de Dilma.

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    mineiro

    06 de outubro de 2014 às 09h47

    anti-petismo uma ova, anti brasil , o que veio dessas eleiçoes foi o pior que tem na politica e isso com certeza nao vai ferrar nao é o pt nao , e sim nos brasileiros. ta vendo povo manipulado a lambança que fez? ta achando que vai ferrar é o pt? nao é o brasil. agora é unir forças e ve no que da. infelizmente os facista sairam vitoriosos dessas eleiçao , mas se a dilma for eleita eles nao tem r……………………….para travar o brail nao , mas vai dificultar.

    Mauro

    06 de outubro de 2014 às 14h52

    Mineiro,

    bem dito por você, mas vou além, é ferrar com uma nova ordem mundial, com o surgimento dos BRICS tirando poder do império anglo-sionista-americano.
    EUA, Europa e cia atacando Rússia e desestabilizando o Brasil:

    http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2014/09/califato-anglosionistaeua-versus-os.html

Ives gonçalves Rodrigues

05 de outubro de 2014 às 23h35

Aqui em casa muitos votaram na Luciana e agora não tem dúvidas. vão votar no PT. Eu embora simpatizasse com suas propostas, sou petista e votei na Dilma. Mas sempre que pude e senti a oportunidade falei positivamente da Luciana. parabéns pela Campanha.

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Oto

05 de outubro de 2014 às 22h57

Quero ver o PSOL assistindo a toda a direita apoiando o Aécio, e eles ficando isentos de responsabilidade.

Quem não quer contraditório é ditador, em política fazer opção é ser comprometido, e nesse caso apoiar a Dilma é um forma de levá-la mais a esquerda e exigir o aprofundamento dos ganhos sociais.

Responder

Oto

05 de outubro de 2014 às 22h51

Bom o pessoal do PSOL (o PT dos anos 80) precisa pensar se quer o PT com todos os seus “defeitos” mas que fez o maior processo de inclusão social da história do Brasil, ou se vai deixar o PSDB com possibilidade de ganhar, e aí voltar a idade das trevas na distribuição de renda, na evolução social, na democratização, na entrega do estado ao capitalismo selvagem, no Brasil submisso aos norte americanos e europeus, no Brasil república das bananas etc.
A esquerda precisa parar com essa merda de ser fratecida, quem ganha com isso é só a casagrande.

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Narr

05 de outubro de 2014 às 22h37

Aécio Neves vai comemorar a neutralidade do PSOL. Serão 1,5 milhão de votos a menos para a Dilma

Responder

    evair da costa nunes

    05 de outubro de 2014 às 23h10

    Narr, espero que as lideranças do PSOL tenham a racionalidade expressa pelo comentário de Isabela, regredir, jamais!!!!!!!

Isabela

05 de outubro de 2014 às 22h34

Meu voto foi pra ela, com muito orgulho: foi um voto ideológico e ao mesmo tempo um jeito de dizer que não estou 100% satisfeita com o governo federal. É sensato ela apoiar o PT, e até importante: toda junção de forças é necessária agora! Regredir, jamais!

Responder

    Ygor

    06 de outubro de 2014 às 01h30

    Perfeito, Isabela. Meu voto foi nela com o mesmo pensamento que o seu, bem como para “forçar” uma puxada do governo petista de volta mais à esquerda, uma chacoalhada que o faça se mover no sentido de menos gradualismos e mais reformas. No entanto, no 2º turno a questão é não brincar com o futuro do País, é a hora de ser pragmático, então a esquerda deve se unir, e o Psol deveria pensar que, com uma disputa tão acirrada, os votos da Luciana Genro vão “valer muito” para o PT, oportunidade de ouro para pressionar o governo de Dilma a se comprometer mais com pautas da esquerda nos próximos 4 anos.

    Fernando

    06 de outubro de 2014 às 11h18

    É hipócrita ela apoiar o PT, afinal, não são os irmãos siameses. Ela bateu da forma que pode em todos a sua volta, anunciar apoio agora seria lamentável.

    Mauro

    06 de outubro de 2014 às 14h47

    Ela apoiar o PT, apesar das divergências é reconhecer os avanços, e salvar o país de uma direita entreguista com o Aécio.
    Se quer mudanças, para isso existe o congresso.


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