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Diário da Resistência

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Política

Krugman, sobre o banho de sangue: O problema é político, não econômico


08/08/2011 - 17h26

Alice, via @renanhrs, no tumblr:

“Este é o mais estúpido tea party do qual já participei”

por Luiz Carlos Azenha

O dia terminou com uma perda superior a 6% em Wall Street que, pelo tamanho do mercado, é o que realmente conta. O preço do ouro subiu e o do petróleo despencou. Com a grande dependência que a bolsa brasileira tem das flutuações da Petrobras, é natural que a Bovespa tenha despencado ainda mais.

Nos Estados Unidos, Paul Krugman botou, mais uma vez, o dedo na ferida.

Primeiro, sobre o rebaixamento do crédito dos Estados Unidos pela Standard & Poor’s, ele rememorou o fracasso da mesma agência de classificação de risco em 2008:

Notoriamente, a S & P deu à Lehman Brothers, cujo colapso disparou o pânico global, uma nota A no mês em que a empresa faliu. E como a S&P reagiu quando a empresa que tinha a nota A faliu? Divulgou um relatório negando que tivesse feito qualquer coisa errada.

Mais adiante:

O governo dos Estados Unidos não tem tido problema para emprestar e cobrir seu atual déficit. É certo que estamos acumulando dívida, sobre a qual eventualmente pagaremos juros.

Mas se você fizer as contas, em vez de declamar os grandes números com voz diabólica, vai descobrir que mesmo grandes déficits, nos próximos anos, terão pequeno impacto na sustentabilidade fiscal dos Estados Unidos. Não, o que faz os Estados Unidos parecerem frágeis não é a matemática, é a política.

E, por favor, vamos deixar de lado as declarações de que os dois lados [republicanos e democratas] são culpados. Nossos problemas são todos em um lado só, especificamente, eles são causados pela ascensão da extrema direita, que está preparada para criar repetidas crises em vez de ceder um centímetro só em suas exigências.

A verdade é que, do ponto-de-vista econômico, os problemas fiscais de longo prazo dos Estados Unidos não são muito difícies de consertar. É verdade que a população envelhece e que os gastos com saúde, sob a política atual, estão crescendo mais rapidamente que a receita. Mas os Estados Unidos tem custos de saúde muito maiores que os de outros países desenvolvidos e impostos bem mais baixos pelos padrões internacionais.

Se conseguissemos nos mover em direção à norma internacional, nas duas frentes, nossos problemas de orçamento seriam resolvidos. A questão real enfrentada pelos Estados Unidos, mesmo em termos puramente fiscais, não é se vamos cortar ou não um trilhão do déficit. É se os extremistas bloqueando qualquer tipo de política responsável podem ser derrotados e marginalizados.

Ele se refere, obviamente, ao Tea Party, que não aceita qualquer tipo de aumento de impostos e quer empurrar toda a conta para a coluna dos gastos sociais.

O artigo, em inglês, está aqui.

Leia aqui a opinião de uma economista brasileira a respeito deste momento da economia mundial

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41 comentários

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Na Europa, mão invisível do mercado toma um tapa | Viomundo - O que você não vê na mídia

12 de agosto de 2011 às 00h15

[…] Krugman: Crise política, não apenas econômica […]

Responder

Cronopio

09 de agosto de 2011 às 13h43

Insisto em achar que a separação entre economia e política é o grande erro do texto de Krugman. Talvez já tenha passado da hora de voltarmos a falar em economia política…

Responder

Hans Bintje

09 de agosto de 2011 às 11h41

Azenha

Gosto do seu jeito de fazer jornalismo. Que tal pedir para a Heloisa Villela tentar imitá-lo por algumas horas?

A questão que você faria para o público dos EUA é simples:

– Você já leu algum artigo do Paul Krugman?

E, se você estivesse num dia inspirado, perguntaria:

– O que você acha de Michael Moore?

O melhor é que você não emitiria qualquer opinião, simplesmente filmaria e exibiria a reação das pessoas.

Seria muito educativo para entender porque os EUA estão nessa crise brutal e – o mais importante – quais são as chances do país sair dela.

Responder

Carlos J. R. Araújo

09 de agosto de 2011 às 11h34

Algumas certezas tenho na vida: uma delas, é a de que os EUA não são exemplo e referência positivas para nada; e outra, a de que o capitalismo é pior que doente terminal: está sempre em crise e o custo da sua UTI liquida com a humanidade. Alguém já contablizou: desde 1929 houve mais de 300 crises. O velho Marx estava certo, sempre.

E agora? Depois de enganarem a quase (alguém se habilita a ser exceção?) todos com conversas moles de "empreendendorismo" (emprego é bobagem, seja seu próprio patrão!), individualismo exacerbado (os melhores vencem, não é mesmo?) e competência pessoal (se você não deu certo na vida e/ou está desempregado, é porque você é incompetente, não é mesmo?), o capital (o capital especulador e financeiro, ora pois) está aí, pedindo socorro. De 2008 para cá, em nome da "salvação", os países deram, gratuitamente, mais de 13 trilhões de dólares para os bancos privados. E nós aqui preocupados com os índices do Bovespa e fazendo futricas eletrônicas. Só rindo, para não chorar.

Responder

Marcos C.Campos

09 de agosto de 2011 às 10h23

"Ele se refere, obviamente, ao Tea Party, que não aceita qualquer tipo de aumento de impostos e quer empurrar toda a conta para a coluna dos gastos sociais."
Nós já vimos este filme antes, na era FHC, tal caminhar foi interrompido com a eleição do Lula. O Brasil entrou em um "clima" de "equilíbrio social" (relativamente falando) devido às politicas sociais do Governo Lula. E agora continuamos no mesmo caminho, a passos lentos é necessário que se diga.
Espero que o Ocidente se inspire mais no Brasil.

Responder

Roberto Locatelli

08 de agosto de 2011 às 23h05

Nos EUA há a direita – Partido Democrata – a extrema-direita – Partido Republicano e a ultra-direita – Tea Party.

A esquerda? Bom, pelo menos existe o Michael Moore, o Oliver Stone e o Benicio Del Toro. Já é alguma coisa.

Responder

Marcia Costa

08 de agosto de 2011 às 23h02

gente: o site do Rodrigo tá fora do ar… alguém sabe o que aconteceu?!

Responder

Eduardo Vieira

08 de agosto de 2011 às 22h30

Quem diria, falta um PMDB nos EUA.

Responder

    Bonifa

    09 de agosto de 2011 às 10h22

    E realmente falta, Eduardo. Obama teria que ter construido uma ampla e sólida aliança de políticos locais, interessados em primeiro lugar na solução dos problemas cotidianos de suas comunidades. A percepção do interesse federal pelas soluções a nível local daria um apoio radicular a Obama que contrastaria com as elocubrações retóricas do Tea Party. Mesmo que usassem contra ele a palavra "populista", anátema inventado pelo neoliberalismo para praguejar contra os que desafiam sua doutrina.

SILOÉ-RJ

08 de agosto de 2011 às 21h57

Não demora muito esse tipo de reação do proletariado desempregado inglês bate às portas dos EEuu.
Aí, eu quero ver até quando a ultra-direita aguentará tomar chá, com sabor do próprio sangue.

Responder

Carlos

08 de agosto de 2011 às 21h47

Cada dia que passa tenho uma certeza: os demo-tucanos mudaram-se para os EUA! O Serra deve estar dando assessoria ao Obama no trato da questão economica ( já que ele é economista). Na política deve estar sendo assessorado por FHC, pois o tempo mostra que pede o esqueçam o que ele escreveu e prometeu. Na defesa o novo ministro deverá ser Jobin ( e sua roupa de camuflagem…), enviado ao Afeganistão para enrolar os Talebans ( um dia ele diz uma coisa, no outro desmente, para no seguinte dizer o que não disse mas queria dizer). Toda plumagem demoniaca nos EUA! O bom disso tudo é que aos poucos vamos nos ver livres deles…

Responder

Luiz

08 de agosto de 2011 às 21h46

O brilhantes Krugman, como bom americano, não faz nenhum comentário sobre em "como resolver os problemas econômicos" sobre outras grandes fontes de despesas americanas. Elas são:
1- a grande máquina de apoio ao sistema (dezenas de agências de espionagem, análise, apoio, desenvolvimento tecnológico, etc,)
2- o envolvimento obrigatório em guerras para justificar esta estrutura, e consequentemente
3 -o grande contigente militar, e seu reequipamento constante.
Quebar por enquanto eles não quebram pois pegam empréstimos praticamente sem juros de todo o mundo. Mas no futuro a China pode achar que isto não está certo e desejar participar da festa e se outros países o acompanharem aí, sim, o império vai cair.

Responder

Yes we créu !!!

08 de agosto de 2011 às 20h26

Eu estou apostando que Obama vai ser reeleito e os EUA vao de uma vez pro buraco. Senao, vejamos:

Para as instituicoes financeiras, a principal preocupacao eh o deficit. Portanto, apenas o deficit estah sob discussao. Acontece que uma parcela enorme da populacao americana, segundo pesquisa da ABC News,
eh a favor do aumento de taxas para os mais ricos (72% a favor e 27% contra). O corte de gastos nos programas de saude nao eh bem visto por nada menos que 69% (Medicaid) e 78% (Medicare). As agencias de risco, claro, como manda a cartilha neoliberal, defendem o corte de gastos sociais. Portanto, para garantir o que resta de credibilidade dos EUA no mercado, Obama teria que ceder ao Tea Party, S&P, etc ou tentar ser reeleito sem fazer nenhum corte no gasto social.

Nao ha meio termo. Ou ha?

Responder

    anna db

    09 de agosto de 2011 às 08h48

    Melhor que um republicano do Tea no poder é um democrata frouxo enfraquecido politicamente refem da ultra direita. Se quiserem o fim do imperio torçam para que uma essas duas opções vingue em 2012.

    Bonifa

    09 de agosto de 2011 às 09h57

    Acredito que o golpe da S&P foi patrocinado pelo Tea para desestabilizar Obama, mas terá sido um tiro no pé. Uma agência que rebaixa os EUA e deixam a cambaleante França com AAA, só terá um caminho: o ridículo e a perda completa do que ainda tinha de credibilidade. Isso vai ajudar a desmontar as instituições financeiras outrora tidas como sagradas. O jogo agora é aberto, tornou-se aberto pelas posições alucinadas do Tea. Obama também jogará de maneira aberta. Não há como voltar atrás.

EUNAOSABIA

08 de agosto de 2011 às 20h09

Estou totalmente de acordo, o problema é muito mais político do que econômico.

Há também uma falta de liderança tanto nos EUA quanto na europa… o país mais poderoso da europa está nem aí pra essa crise…. a Alemanha…. se a Alemanha fraquejar, o Euro acaba….

Os Republicanos estão se comportando como o PT aqui no Brasil e para eles não importa o que vai acontecer com o país, o negócio é apostar no quanto pior melhor, destruir o governo de turno, o PT sempre agiu assim, mas não vão conseguir não, Obama vai sair dessa… os Ti Parti não vao prosperar…

Andei lendo alguns extremistas da velha esquerda estalinista aqui no Blog dizendo que os EUA…NUNCA… – caixa alta mesmo – pagariam essa dívida… além de um fanático, é acima de tudo um completo desinformado (estou sendo até amigável com ele) quando o assunto é economia ou história econômica, um amador.

Vou lhes dizer uma coisa, nunca comparem a economia de qualquer país do mundo com a economia dos EUA….eles não vão quebrar…

Responder

    betinho2

    08 de agosto de 2011 às 21h41

    TUSABIA que na verdade estão quebrados, mas vão sair sim, desde que adotem a receita Lulista e recorram mais aos ensinamentos de Karl Max.
    Outra receita é encher o Tea Party de cascudos, coloca-los na Caverna do Ostracismo como foi feito aqui com o Tea… digo demotunganato.

    Yes we créu !!!

    09 de agosto de 2011 às 08h57

    Boa!

    Eduardo Vieira

    08 de agosto de 2011 às 23h11

    Será mesmo que é o PT que aposta no quanto pior melhor?

    Quem tirou a verba da saúde que vinha da CPMF?
    Quem liderou a onde de desregulamentação trabalhista e privatizações?
    Quem usou dinheiro do contribuinte brasileiro para fazer campanha política em 1998, bancando uma taxa de câmbio ilusória (extramamente valorizada, o contrário para um país que precisa de recursos e importar) para ganhar as eleições?
    Quem forja caos aéreo antes mesmo da posse de um ministro?

    No mais, concordo contigo que os EUA, nunca vão quebrar, desde que as regras do jogo sejam as que estão na mesa. O problema, é que os EUA estão perdendo o jogo, e acabando com as regras. E no jogo sem regras, vira vale-tudo.

    Há uma queda-de-braço entre os estados (ente público) e as corporações. As corporações estão fortes, e os estados, principalmente na Europa Ocidental e na América do Norte, estão fracos, pouco podem fazer.

    anna db

    09 de agosto de 2011 às 08h43

    Com o enfraquecimento do Estado(que a direita tornou frouxo e covarde) e o fortalecimento dos terroristas ultra capitalista facistas neoliberais do Tea os USA vão continuar caminhando para a falencia. China ditará as novas regras do jogo. Cara de pau quem quer colocar a conta da desgraça que graça o mundo na esquerda. Inglaterra esta em chamas por causa da dama de ferro Margareth e seus filhotes sucessores que abandonaram o povo na indigencia. A historia ja demonstrou que isso nunca acaba bem… Mas eles não aprendem nunca até perderem o pesconço na guilhotina…

    João PR

    09 de agosto de 2011 às 04h22

    Cara, tu é doente e não sabe.

    Dizer que o PT torce para o "quanto pior, melhor" é, no mínimo, ter uma visão distorcida da realidade.

    A direita é que não tem preocupação nenhum com o país (seja aqui, seja nos EEUU, seja em qualquer lugar). A direita, ou é muito egoísta, ou é muito burra! Acho que um misto dos dois.

    O pior é que tem gente que "não tem um gato morto para puxar pelo rabo" (como diria meu avô), e faz o discurso da direita.

    Das três uma: ou tu és um milionário que vem aqui para nos encher o s…., ou tu és um analfabeto político, ou então tu és esquizofrênico mesmo.

    Já pensou em ir se tratar??

    Alvaro Tadeu Silva

    09 de agosto de 2011 às 09h28

    EU NÃO SABIA nunca soube, não sabe e não saberá. Faz análises políticas através de informações colhidas em "Veja", Urubóloga, William Waack e Monica Va-de-Volks. Se o Brasil não faliu em 2008, foi graças ao PT, se não vai falir agora, graças ao PT Quanto aos seus heróis, FHC, PSDB & cia., faliram o Brasil 3 vezes em oito anos. E aquelas crises asiáticas que começaram na Tailândia e jogaram o Brasil no chão, são fichinha perto do que houve e haverá..

    yacov

    09 de agosto de 2011 às 12h47

    Esse EUNAOSABIA só fala bos…. O PT sempre lutou contra "o quanto pior melhor", mané!! Por isso sempre foi oposição aos DEM-PSDBandalheras, que defendem essa lorota ridícula de neoliberalismo. Tanto assim que bastou eles saírem do poder para o Brasil dar certo. E o que significa "destruir o governo de turno"…. Por acaso algo parecido com os 20 anos de PSDB no des-governo de sampa????? Vc não passa de um URUBÓLOGO. SABE NADA!!!

    "O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

Pedro

08 de agosto de 2011 às 19h52 Responder

Regina Braga

08 de agosto de 2011 às 19h50

O duro é que entre democratas e republicanos vai restar o povo.Enquanto as Agências fazem o rebaixamento, os meninos das agências ,continuam assessorando o Obama.

Responder

Pedro

08 de agosto de 2011 às 19h47

O Krugman poderia continuar escrevendo sobre economia!

Responder

Elizabeth

08 de agosto de 2011 às 18h43

Esta me parecendo que os seres humanos são muitos estúpidos…. Lembro de Lula respondendo uma entrevista na BBC . " Nunca subestime a estupidez humana! (Falando a insensatez políticas e econômicas)
E o ano não acabou.. ainda estamos na metade de 2011! Depois… 2012?!!

Responder

ADILSON SANTOS

08 de agosto de 2011 às 18h31

Quando estas agencias de Risco rebaixavam a classificação de paises periféricos e subdesenvolvidos nos anos 80 e 90 , o conceito delas perante o Deus mercado era inabalável e indiscutível .

Não havia como argumentar , pois era a sacrossanta decisão dos analistas divinos destas agencias que haviam de forma peremptória mostrado ao mundo a incompetencia economica destas nações , constrastando com o Triplo A Estadunidense , qual seja o paraiso economico galático.

Interessante !

Quando estas mesmas agencias rebaixam a nota do Outrora inquebrantável Imperio dos Comedores de Hot Dog, então , elas cometeram um grande erro , uma análise política e patati patatá .

Caiam na Real , O Império Ruiu , viúvas . Entederam ? Acabou , Desmoronou , Cest Fini !!

Responder

    EUNAOSABIA

    08 de agosto de 2011 às 20h12

    Ui!

yacov

08 de agosto de 2011 às 17h48

"It's the Policy, STUPID"!!!

"O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

Responder

Vera Pereira

08 de agosto de 2011 às 17h43

Cadê o link para a economista brasileira?

Responder

    Conceição Lemes

    08 de agosto de 2011 às 18h22

    Vera, clique em cima da frase que fala da economista brasileira. Tá em verde musgo, negrito. bj

César Augusto Sandri

08 de agosto de 2011 às 17h41

Cade A Maria Conceição Tavares? è cada uma que essa mulher apronta, fora urubuzenta!!

Responder

    João PR

    09 de agosto de 2011 às 04h24

    Queria que você tivesse 1% da inteligência da Maria da Conceição Tavares. Daí, não ficaria por aqui escrevendo besteiras como essa.

José Maria Pimenta

08 de agosto de 2011 às 17h41

O Krugman tem toda razão. O movimento fundamentalista de extrema direita acredita que desetabilizar a economia americana nesse instante seja uma alternativa atraente talvez na esperança de gerar alguma guerra extra e para que os pobres milionários americanos não tenham seus impostos aumentados………

Responder

    SILOÉ-RJ

    08 de agosto de 2011 às 22h00

    Eles estão jogando muito pesado e corre o risco de pagar muito caro por isso.

    yacov

    09 de agosto de 2011 às 12h49

    E eles ainda se julgam benfeitores da humanidade, pois com uma grande guerra, reativariam a economia e realizariam um grande controle demográfico. Eles são uns amores, não é mesmo?!?!? HIENAS…

    "O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

Alexei_Alves

08 de agosto de 2011 às 17h39

Pessoas ainda olham para a S&P como se ela praticasse ciência. Ainda bem que há pessoas como Krugman por aí para nos lembrar da realidade. A S&P sempre fez suas avaliações de acordo com interesses próprios, em bases políticas e ideológicas. O que me assusta é que, por mais que esses "think tanks" errem, errem e errem de novo, as pessoas continuam lhes dando ouvidos.

Responder

    Bonifa

    08 de agosto de 2011 às 18h19

    Por enquanto, ainda penso que este rebaixamento faz parte de um jogo de poder. Jamais se atreveriam se não estivessem respaldados por um dos cachorros grandes: Ou Obama ou o Tea Party.

    betinho2

    08 de agosto de 2011 às 21h50

    Eu alertei sobre isso no Blog do Brizola Neto a alguns dias.
    Isso lembra o grande golpe dado na bolsa de Londres, pelos Rothchilds, logo que
    a França foi derrotada em Waterloo, por terem informações próprias e rápidas, sugeriram
    através de venda de ações inglesas, de que a França teria vencido.
    Em poucas horas despencaram as ações de empresas inglesas e alavancaram as francesas.
    A partir dai os Rothchilds inverteram a compra e venda. Quando os investidores acordaram as ações francesas estavam com eles, a preço alto, e as inglesas com os Rothchilds, a preço de banana.

    FrancoAtirador

    08 de agosto de 2011 às 22h48

    .
    .
    Só que agora,
    quem está dando o golpe
    são os Rottweilers
    .
    .


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