Jeferson Miola: O mundo sob o domínio do banditismo fascista e nazisionista

Tempo de leitura: 2 min

Por Jeferson Miola, em seu blog

No primeiro ano deste segundo mandato, Trump já bombardeou sete países – Somália, Iraque, Iêmen, Nigéria, Síria, Venezuela e Irã, atacado duas vezes.

Acabou a funcionalidade da diplomacia.

A ONU é hoje um cartório protocolar para a mera anotação memorial do gangsterismo e do banditismo de Trump e Netanyahu, este último elemento um fugitivo de mandado de prisão do TPI.

A força militar seria a única maneira capaz de deter as ações criminosas dos EUA e de Israel contra países e povos soberanos.

Apenas outras duas potências militares poderiam exercer algum poder de dissuasão: a Rússia; e, em menor proporção, a China.

No entanto, não foi pelos palestinos, vítimas de genocídio, e por Gaza, sede do Holocausto do século 21, que China e Rússia decidiram peitar Trump para correr o risco da terceira guerra mundial. Essa que seria uma guerra de dimensões catastróficas imponderáveis.

Tampouco foi pela Venezuela, como seria esperável, dado o intenso relacionamento do país caribenho-sulamericano com China e Rússia.

E, ao que tudo indica, também não será pelo Irã que China e Rússia assumirão protagonismo militar para deter os EUA e Israel. No máximo, empregarão retóricas mais duras e contundentes. E ficamos por aí, por enquanto.

Considerando essa paisagem, nem é preciso grande esforço analítico para inferir que Cuba tem enormes chances de ser a próxima Gaza.

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Sem a existência de um sistema mínimo de pesos e contrapesos, a lei internacional foi morta, e os Hitlers redivivos avançam livres e desimpedidos para levar o mundo a uma explosão total.

A narrativa da mídia hegemônica, legitimadora do ataque criminoso dos EUA e de Israel ao Irã, é asquerosa, para não dizer vomitável.

A culpa pelo ataque é do Irã, repetem, que é tão culpado pela agressão imperial quanto a Venezuela, Cuba ….

Nesta toada, com sua “ditadura do judiciário” e seu “governo comunista” que ofendeu a tradição judaico-cristã e esfriou relações diplomáticas com o Estado nazisionista de Israel, o Brasil também poderá ser alvo de ataques criminosos da potência imperial e do sionismo.

Eventual ataque ao Brasil poderá acontecer, por exemplo, na eleição. E seria um bombardeio via big techs e plataformas digitais.

Não menos nojento que a posição editorial anti-Irã/anti-Persa da mídia hegemônica, é a vassalagem obscena de líderes europeus.

Macron/França, Merz/Alemanha, e Starmer/Reino unido, se superaram. Condenaram o Irã, a vítima, e aplaudiram os dois países párias do mundo.

E os vassalos foram ainda mais longe: perfilaram suas capacidades bélicas ao lado de Trump e de Netanyahu, para serem cúmplices da destruição devastadora do Irã.

A lei internacional foi definitivamente morta, e o mundo está sob o domínio do banditismo fascista e nazisionista. Vassalos europeus desse banditismo são tão criminosos quanto, uma vez que que cúmplices e coautores.

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