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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Janio de Freitas: Ana do Relho, combatente da corrupção, recebeu sem trabalhar do Senado

05 de agosto de 2018 às 20h10

Edilson Rodrigues/Agência Senado

Fora do armário

Ana Amélia recebeu salários no Senado, antes de eleita, por cargo que não exercia

De Janio de Freitas, na Folha

A escolha da senadora Ana Amélia Lemos, situada à direita da direita, para vice de Geraldo Alckmin é muito mais do que a complementação de uma chapa eleitoral.

A escolha exprime uma definição do dúbio Alckmin e acaba com a ambiguidade do PSDB.

Em termos políticos, Ana Amélia é uma versão nunca fardada de Jair Bolsonaro.

A equipará-los ainda melhor, já em termos morais, se Bolsonaro não explicou aquisições imobiliárias, Ana Amélia tem no seu prontuário o recebimento de salários no Senado, muito antes de eleita, por cargo que não exercia.

Em termos institucionais, a condição de vice dá a Ana Amélia a possibilidade de ocupar a Presidência da República sem ter merecido dos próprios conterrâneos, apesar do intenso apoio jornalístico e financeiro, os votos para mais do que um terceiro lugar na eleição de governador gaúcho, em 2014.

Sua escolha para possível substituição de Alckmin, se eleito, é tão debitável ao candidato quanto ao partido, cuja cúpula se mobilizou para convencê-la.

Inclusive com apelos de Fernando Henrique Cardoso, como noticiou o jornal do qual é colaborador, “O Globo”.

Como jornalista, por três décadas Ana Amélia defendeu e fez propaganda da ditadura, com coluna em jornal e programas de TV e rádio, no Rio Grande do Sul.

Chefiava uma sucursal gaúcha em Brasília quando, em 1987, foi nomeada secretária do gabinete do senador biônico (não eleito, apenas nomeado pela ditadura) Octavio Omar Cardoso. Seu marido.

As 40 horas semanais de trabalho ficaram só no ato de nomeação, Ana Amélia ocupando-se apenas de sua atividade na sucursal e em receber no Senado o salário do fácil dinheiro público.

O despudor dos que falam em moralidade pública, se dizem liberais, e se acumpliciam para as vantagens é o propulsor do triste percurso brasileiro no tempo.

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10 Comentários escrever comentário »

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adhemir

11/08/2018 - 09h50

Fora Amélia golpista
Vc.já era golpista

Responder

Cláudio

08/08/2018 - 06h13

:
: * * * * 04:13 * * * * .:. Ouvindo As Vozes do Bra♥♥S♥♥il e postando:

Ana Amélia Lemos ou Ana, a Velha do Relho, é mais uma gloriosa contribuição do Sul Maravilha para a história desse País (Brasil), vide Sérgio Moro et caterva… Se o Nordeste tem “contribuído” com Sarney, Collor, Agripino Maia e outras “coisas” desse tipo, nem assim supera os caprichos da Ré-púb(l)ica de CUritiba e a contribuição geral dos verdadeiros divisionistas (tá na história) de gaúchos, catarinenses, paranaenses, paulistas/paulistanos, capixabas, fluminenses e mineiros para o Brasil de então (08ago2018), um espetáculo grotesco de surreal (no pior sentido) vivendo um fantástico conto dos vigaristas e das vigaristas. E se ainda assim, com tudo isso já de “bagagem”, ainda houver fraude nas eleições ou nem haver eleições? A maquininha “caixa-preta” do TSE poderá obrar milagres, se for “necessário”…
.:.
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
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Por uma verdadeira e justa Ley de Medios Já pra antonti (anteontem. Eu muito avisei…) ! ! ! ! Lul(inh)a Paz e Amor (mas sem contemporizações indevidas, ou seja : SEM VASELINA) 2018 neles/as (que já PERDERAM, tomaram DE QUATRO nas 4 mais recentes eleições presidenciais no BraSil) ! ! ! ! !
* * * * | * * * * * * * * * * * * * | ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏
:: 👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏
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Responder

robertoAP

07/08/2018 - 17h22

Como todo e qualquer integrante da direita extremista, é corrupta,vigarista e gosta de passar a mão no dinheiro do contribuinte.
Quem vota com a direita, tem isso de retorno. Parabéns!

Responder

José Eduardo de Camargo

07/08/2018 - 15h15

O moralismo sem moral é típico dos fascistas. Não é à toa que o regime nazista foi o mais corrupto da história da Alemanha.

Responder

Eduardo

07/08/2018 - 10h45

O General vice do Bolsonaro, disse que o país herdou a indolëncia do índio e a malandragem do negro! Só podia mesmo ser vice do Bolsonaro! Esqueceu-se de dizer que o país herdou todo o resto dele e de quem não é negro nem índio! Calado, talvez ele possa pelo menos não sacanear o Bolsonaro!

Responder

    Richard Leon

    09/08/2018 - 10h21

    Realmente esse general tem que bater continência para o capitão. Qual experiência administrativa no executivo esses dois tem ? Nenhuma.
    São achistas e só.

Nuno

06/08/2018 - 16h39

“É só tirar a Dilma”!

Responder

Ibsen Marques

06/08/2018 - 12h00

E não deixa de ser inusitado que esse candidato, o Alckmin, receba apoio da esposa do Vlado como forma de combater a virulência do Bolsonaro e a “corrupção do PT”. Melhor, para garantir uma investigação justa sobre a morte de seu marido nada melhor do que apoiar aquele que colocará um general para cuidar da segurança.

Responder

Nelson

06/08/2018 - 10h26

Os gaúchos, que nos arvoramos os mais politizados do país e críticos severos da corrupção, elegemos essa sujeita para o Senado Federal.

Ela aparecia todo dia na telinha da RBS, desde Brasília, a despejar sua verborragia. Bastou para que, independentemente de sua arenga que nada dizia de interessante para o grosso da população, os mais politizados se encantassem com a comentarista e se dispusessem a premiá-la com um mandato no Senado.

Não quiseram nem saber de seu passado de apoio à ditadura e de suas ideias retrógradas. Meu saudoso pai, que estudou apenas dois anos em sua longa vida, dizia que “é como você criar um corvo e, depois de grande, ele vir e furar os teus olhos”.

É o caso dessa senadora. Então, ao colocá-la de vice em sua chapa, Alckmin “junta a fome com a vontade de comer”. Como afirmei a um colega de banco, curva de rio é fichinha perto dessa chapa.

Responder

a.ali

05/08/2018 - 23h30

a mais pura verdade a”do relho” é uma safada, saudosa da ditadura, porta voz da sucursal(quebrada)da gloBOSTA e desfruta uma vidona sobre o lombo do brasileiro burro de carga… sem contar as “heranças” do biônico lá pelo oeste do pais. não é de surpeender ela se “acolhar” com o que há de mais pobre na politicagem brasileira

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