VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Governo taxa derivativos para conter queda do dólar


27/07/2011 - 12h46

27/07/2011 – 08h02

Reuters

Isabel Versiani, com reportagem adicional de Luciana Lopez

Governo taxa derivativos para conter queda do dólar

O governo publicou nesta quarta-feira (27) decreto impondo uma taxação de 1% sobre as operações de derivativos cambiais feitas por investidores brasileiros e estrangeiros no país.

A medida visa conter a desvalorização do dólar, que sofreu fortes quedas frente ao real desde a última semana, alimentando preocupações com a competitividade das exportações brasileiras. A divisa norte-americana está no menor patamar em mais de 12 anos e meio diante do impasse sobre a dívida dos Estados Unidos.

Uma medida provisória também publicada no Diário Oficial da União autoriza a taxação sobre os derivativos de uma forma geral a ser elevada a até 25%.

A MP abriu a possibilidade, ainda, da imposição de depósitos sobre os valores dos contratos e da definição, pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de limites, prazos e outras condições sobre negociação dos derivativos.

A taxação de derivativos cambiais com Imposto sobre Operações de Crédito (IOF) se dará sobre operações que resultem em aumento da posição vendida das instituições. Exposições abaixo de US$ 10 milhões terão alíquota zero.

A medida entra em vigor nesta quarta-feira. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deverá conceder entrevista à imprensa esta manhã para comentar a medida.

“Controles de capital, taxação etc., podem ajudar a alterar a composição dos fluxos de capital, mas não vão resolver o problema”, afirmou o economista para mercados emergentes da consultoria Capital Economics, David Rees, em Londres.

“A pressão sobre o real vai permanecer”, disse o analista, acrescentando que no médio e longo prazos o Brasil precisa reduzir sua taxa de juros e promover reformas estruturais.

Há duas semanas, fonte da equipe econômica havia adiantado à Reuters que o governo estudava impor um limite aos contratos de derivativos cambiais, preocupado com as posições vendidas em câmbio elevadas de investidores estrangeiros.

Na última sexta-feira, a presidente Dilma Rousseff indicou, contudo, que o governo não pretendia tomar medidas para o câmbio enquanto perdurassem as incertezas mais agudas em torno da negociação para a elevação do teto da dívida dos EUA e também com relação à crise da dívida soberana na Europa.

Já nesta semana, o ministro Mantega afirmou que o governo estaria sempre “propenso” a tomar medidas para evitar valorização excessiva do real. “Não vamos deixar a guerra cambial nos derrotar”, afirmou durante apresentação na terça-feira.

As operações com derivativos cambiais têm forte influência sobre a cotação da moeda norte-americana no mercado à vista. O dólar barato contribui no combate à inflação, que está no momento acima da meta do governo, mas torna as exportações brasileiras menos competitivas.

Na terça-feira, o dólar à vista fechou a R$ 1,539 para venda, em queda de 0,35% no dia.

PS do Viomundo: Alguém poderia me explicar o que isso representa?





36 comentários

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Fabio_Passos

28 de julho de 2011 às 10h50

Nassif em artigo esclarecedor sobre o tema.

Explica didaticamente o que são estes derivativos.

"A luta contra a apreciação cambial
Coluna Econômica

Para entender as medidas cambiais tomadas ontem pelo Conselho Monetário Nacional.

A sofisticação dos mercados financeiros criou a figura dos derivativos. São operações de mercado futuro "derivadas" de cotações no mercado real.

Por exemplo, um investidor se compromete a comprar determinado volume de dólares a R$ 1,60 para receber, digamos, dali a seis meses. Na outra ponta há outro investidor que se compromete e lhe vender os dólares no mesmo vencimento a R$ 1,60. Nem o primeiro tem dólares para vender, nem o segundo quer dólares para comprar. É apenas uma aposta.
"
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-luta-c…

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SILOÉ -RJ

28 de julho de 2011 às 00h19

Essa medida vai diminuir um pouco a entrada de dolares que só prejudica aos exportadores, em compensação estamos em exelente posição na captação de investimentos, como não dá para agradar Gregos e Troianos, fico com os "TROIANOS".

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    Fabio_Passos

    28 de julho de 2011 às 10h45

    Só prejudica exportadores?

    Aposto que você leu isso no PIG.

    Prejudica o Brasil porque nos desindustrializa.
    Porque agrava nosso subdesenvolvimento.

    Excelente posição por atrair "investimentos"?
    Estes "investimentos" são o famoso capital vagabundo. Especulação pura. Não produz nada… a não ser aumento da nossa dívida.

    Fala a verdade, de onde você tirou estas informações falsas? fsp, estadão, veja?

    SILOÉ -RJ

    28 de julho de 2011 às 23h57

    CORRIGINDO: Estamos em exelente colocação para ser mais explícita , na quinta posição em captação de grandes investimentos, que só é possível dada a confiabilidade e a credibilidade que o BRASIL tem agora junto aos grandes investidores.
    Não leio PIG,mas vejo os jornais televisivos e sei separar as coisas.
    Também não me referi ao capital especulativo, esse que já está sendo taxado.
    Estava me referindo ao investimentos de grande porte, das multinacionais que se instalarão por aqui, das aquisições de ações, de títulos do tesouro, investimentos de médio e longo prazo, o qual, reputo a esse último no momento pra pequenos investidores, o melhor negócio.

    Fabio_Passos

    29 de julho de 2011 às 07h46

    O que você deveria corrigir é que o real hipervalorizado "só prejudica exportadores". Isto é um erro. Uma mentira amplamente divulgada pela mídia seguindo interesses dos especuladores.

    E não estamos em excelente situação. Estamos em processo de desindustrialização. Fosse produtivo o "investimento" a que você se refere e nosso crescimento seria muito superior aos 4% previstos p/ este ano.

SILOÉ -RJ

28 de julho de 2011 às 00h06

Só pra descontrair: JOGO ANTOLÓGICO 5X4 COM NEYMAR GANSO E TUDO, ISSO É QUE É RAÇA!!!!

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Klaus

28 de julho de 2011 às 00h00

1%? Dinheiro de pinga…

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ZePovinho

27 de julho de 2011 às 19h39

É simples,mizifio Azenha.O mercado tá de olho na butique da Dilma.

[youtube 1m7tGHIpmrs http://www.youtube.com/watch?v=1m7tGHIpmrs youtube]

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VanderResende

27 de julho de 2011 às 19h29

O que é um derivativo?

citado de: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ECONOM…
Muitas vezes, uma pessoa jurídica tem um crédito em dólar para receber e negociar contratos que garantem a venda da moeda no futuro a um determinado preço com o intuito de não ter surpresas com a variação cambial. É o chamado derivativo. A MP autoriza o Conselho Monetário Nacional (CMN) a fixar novas restrições para as operações com derivativos.

Mantega ressalta que muitos bancos e empresas têm feito mais contratos do que vão necessitar no futuro, apostando no lucro com uma queda ainda maior do dólar. Nesse caso, os dólares são comprados no mercado por um valor mais baixo do que o dos contratos. Mas o comprador desses contratos é obrigado a adquirir o dólar pelo valor combinado antes. O movimento, dessa forma, acaba gerando mais pressão para que o dólar se desvalorize frente ao real.

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EUNAOSABIA

27 de julho de 2011 às 18h58

Uma semana depois da turma do Padim aumentar mais uma vez a SELIC, os caras são duns bão mermo rapaz… aumenta a SELIC depois inventa uma taxação maluca…. eita turminha boa de economia essa do PT..

Menos mal que não mudaram NADA do que receberam de FHC… isso no entanto é o motivo do Brasil ainda pagar os juros mais altos do mundo, o Padim ficou oito anos no poder sem fazer NADA… não saia do palanque e de seu brinquedinho predileto… seu avião milionário… a fatura chegou rapaziada.. e a bomba da herança maldita de Lula caiu no colo de Dilma….

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    edv

    28 de julho de 2011 às 15h21

    Juros de 42,5% para 8,25% entre HC e Lula não é mudar NADA?
    Eu não sabia…
    Juros para inflação (que FHC entregou a 12,5%)
    Taxa para desestimular entrada de dólares e sua desvalorização.
    Tendeu, Nãosabido?
    Agora é ver se será eficaz. Se não, vamos mudando, que economia não é coisa estática, como pensam FHC e seus seguidores.

Fabio_Passos

27 de julho de 2011 às 18h56

A iniciativa é ótima.
É preciso tascar taxa no capital vagabundo. Prá ontem.

Agora… 1% é muito pouco.

O real tem uma hipervalorização de 80%.
Além de aumentar a taxa e ampliar sua aplicação é preciso reduzir juros.

A Europa e os eua estão a beira do colapso.
O momento é esse. Precisamos nos proteger e resgatar nossa soberania.

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Gustavo Pamplona

27 de julho de 2011 às 17h18

Analisem esta reportagem, e desta vez não é "reporcagem".

[Dólar barato afeta indústrias e consumidores brasileiros]
http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/dola…

Comentei com vocês um tempo atrás que tinha deixado de assistir o JN e pinçava somente os vídeos mas confesso que nos últimos 10 dias nem fazendo isto eu estava fazendo mais,

Até que resolvi assistir uns vídeos agora a pouco, para ver se eles falaram que o Brasil se tornou o 5° país mais procurado por investidores estrangeiros… e sim… eles falaram.

Sei lá… Acho que deve ter sido o lance envolvendo mais outro ministro que foi derrubado, um tal de Alfredo Nascimento, eita governo que não dá um jeito no PIG!

Sabem como é… quando eu escuto a palavra "crise" (onde?) (*) no PIG eu resolvi me desligar um pouco mesmo.

(*) Crise? Qual crise? Qualquer crise? – parafraseando o PHA.

—-
Gustavo Eduardo Paim Pamplona – Belo Horizonte – MG
Desde Jun/2007 assistindo vídeos no "Vi o Mundo"! ;-)

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Bruno

27 de julho de 2011 às 17h11

Concordo que é bem possível que a medida não resolva o problema como um todo, mas ajuda e muito. Deixa este tipo de investimento menos atrativo, decerto.

Parabéns ao governo pela iniciativa.

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augusto

27 de julho de 2011 às 16h52

nao foi não. nos ultimos sete meses foi dilma. Nao esta na hora de ela mandar o Compom e as outras excrecencias de de teu idolo FHC para o lixo? Junto com tal independencia do BC, um dos teus mantras sagrados?

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lck

27 de julho de 2011 às 16h29

Veja como são as notícias. A medida "não vai resolver o problema". É mesmo? Talvez porque o Brasil não controle a economia mundial e não tenha esse poder.
Ninguém fala que as são as necessárias. Só falam em corte brusco de gastos para diminuir a taxa de juros. Haha, quem acredita nessa lorota?

Responder

Lousan

27 de julho de 2011 às 16h22

é mais facil aumentar um imposto do que baixar outro…
se baixassem o imposto das industrias nacionais não teria a canabalização dos chineses e nós continuaríamos comprando produtos nacionais…
mas se maner um imposto alto e criar um imposto novo, todo mundo ganha dinheiro, menos o povo.

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    O_Brasileiro

    27 de julho de 2011 às 16h45

    Exatamente! Você tem razão. A melhor saída para baixar os juros seria desonerar a indústria e o comércio, reduzindo os impostos, e incentivando o aumento na produção com incentivos fiscais.
    Mas, a guerra fiscal entre os Estados, e o ralo de dinheiro público que são boa parte (não todos!) dos gastos federais, tornam a reforma tributária algo quase que utópico nesse país!
    Ai, ao invés de aumentar a produção, aumentam-se os juros, e os empresários, já com bastante dinheiro aplicado em especulação, preferem ignoram as demandas do mercado… Aliás… Não ignoram, AUMENTAM OS PREÇOS!

Sagarana

27 de julho de 2011 às 15h26

E o companheiro Jobim, quem vai conter?

Responder

Lucas Brasil

27 de julho de 2011 às 14h35

É, tamos prisioneiros de uma política de juros absurda. Enquanto a SELIC não baixar, nada mudará.

Ganham os investidores estrangeiros e os bancos daqui e de fora. Perdemos tds nós, exceto os rentistas, é claro. No quesito juros se passaram 8 anos e meio e aina NÃO É um governo do PT. Somos 4o mundo!

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Hans Bintje

27 de julho de 2011 às 14h07

Carta Maior – 4º feira – 27/07/2011 – http://www.cartamaior.com.br/

"GATO E RATO: GOVERNO REAGE AOS DRIBLES DO MERCADO E SOBRETAXA A ESPECULAÇÃO CAMBIAL

Volumes tsunâmicos de capitais continuam a ingressar na economia brasilera por todos os poros. O governo dificultou alguns, outros se abriram. Nesta 4º feira, o governo anunciou um IOF de até 25% –antes era de 6%– nas operações especulativas sobre o valor futuro do dólar. Essa roleta reúne atualmente cerca de US$ 24 bi em apostas na queda do dólar. Exerce um poder desproporcional sobre as cotações pelas facilidades intrínsecas. O especulador só precisa depositar 8% do valor da aposta. Com menos de US$ 1 milhão, pode reunir contratos de US$ 10 milhões –multiplicando por 10 os ganhos com eventual queda do dólar. Esse cassino atrai capitais especulativos ao país que ganham ainda a diferença descomunal da taxa de juros, o carry trade que consiste na diferença entre tomar um empréstimo a juro zero lá fora e aplicar aqui a uma taxa real de 6,8%, a maior do planeta. Outro canal em alta são as operações intercompanhias, uma forma de internalizar dólares maquiados de investimento, portanto, isentos das restrições ao dinheiro especulativo. Há, ainda, o ingresso benigno de investimento produtivo efetivo, atraído pelas boas perspectivas do mercado brasileiro. É difícil para o governo separar o joio do trigo nesse aluvião em que especuladores e tesourarias de bancos e empresas –inclusive nacionais– muitas vezes se confundem. O conjunto forma uma avalanche que barateia o dólar e impulsiona as importações com dois efeitos contraditórios: arrefece a inflação com o ingresso de mercadoria barata, mas transfere emprego e produção para o exterior.É um corner estratégico para o qual não existe resposta estritamente técnica. No fundo trata-se de escolher a sociedade que se quer construir no Brasil. Na 3º feira, o empresário Jorge Gerdau, de cujas convicções conservadoras não se deve duvidar, defendeu abertamente limites ao ingresso de capital externo. Há 15 dias, metalúrgicos do ABC fizeram uma greve inédita 'contra a desindustrialização'. Alguns economistas de esquerda mostram-se céticos. Acham que o país perdeu o timming para agir na medida em que permitiu uma valorização cambial tão grande. Reverter a roda agora trará custos proporcionais ao exagero registrado em sentido contrário. No fundo, explicam, a desordem cambial reflete um desarranjo mais amplo nos preços básicos da economia –entre os quais a taxa de juros se sobressai como um aspirador que suga recursos ao rentismo, em detrimento de outras prioridades. Reordenar essa equação requer uma negociação política mais ampla. O antídoto ao rebote da inflação, por exemplo –ameaça embutida no caso de um controle cambial que encareça subitamente as importações– está numa repactuação das bases do crescimento. Mantida a equação ortodoxa não tem saída: é desindustrialização ou inflação. Com a palavra, sindicatos, partidos e movimentos sociais."

Responder

leandro

27 de julho de 2011 às 13h57

Eu vou pegar dinheiro nos EUA e aplicar aqui, pago quase zero de juros ao ano e recebo quase 13. Negocio da China…ops….do Brasil.

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    EUNAOSABIA

    27 de julho de 2011 às 14h57

    Coisas do Jênio Lula…. paga quase 13% ao ano aos especuladores mundias e empresta ao estadunidenses a uma taxa real negativa… e viva o Padim…..

    Panambi

    27 de julho de 2011 às 15h06

    O "encosto" do Azenha continua na ativa! E o Aecim, EUNUCOSABIA??

    Bruno

    27 de julho de 2011 às 17h48

    Tente prestar atenção ao argumento, Panambi, não ao modo de expressá-lo. O Brasil realmente capta a 13% nominais, e o Brasil realmente compra títulos públicos estrangeiros como os americanos. Perdemos uma boa grana todo ano com isto.

    Panambi

    27 de julho de 2011 às 18h33

    E pra você e o EUNUCOSABIA isto começou com o Lula e a Dilma, não é isto? Use os argumentos e o tempo corretos…

@sergiosilveira1

27 de julho de 2011 às 13h41

Azenha, até onde sei o mercado está com saldo de cerca de U$30bi em posições vendidas nesse mercado de derivativos. O mercado negocia esses derivativos apostanto no dólar mais barato no vencimento(futuro). Como esse volume é muito elevado, preciona o valor do dólar no mercado a vista (hoje).

Responder

Lucas

27 de julho de 2011 às 13h17

Me parece um bom sinal. Não baixaram os juros, e a nova taxa é risível, mas isso parece demonstrar que o governo já está considerando diminuir a farra dos rentistas. Mas não sou economista, e espero pra ver o que eles vão dizer.

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EUNAOSABIA

27 de julho de 2011 às 13h10

Com a maior taxa de juros do planeta??? querem fazer o dólar se valorizar como??? depois de oito anos daquele que prometeu mudar tudo isso que está aí…. obrigado Padim Lula……

Responder

    Julio

    27 de julho de 2011 às 15h07

    é realmente o juro é alto. Baixo era do farol e do padim , assim como a memória de alguns……

    EUNAOSABIA

    27 de julho de 2011 às 16h16

    Só quero te lembrar que quem foi eleito prometendo mudar tudo que está aí foi o Padim Lula.

    edv

    27 de julho de 2011 às 18h36

    Os juros de Lula chegaram a ~ 8,5% a/a, e estavam descendo. Descontando-se a inflação de ~5%…
    Só que ai veio uma crise mundial da economia, causada pelos amigos neoliberais de FHC, e …
    Ainda assim, ficamos fora do macaréu (tsunami em português)
    Graças ao Dr. Honoris Causa Lula da Silva.
    Se estivéssemos ainda sob o príncipe sociólogo, estaríamos na mer… digo, na Grécia…
    (pela quarta vez)…

    Ronaldo Luiz

    27 de julho de 2011 às 20h43

    Lembro que no passado o juro alconçou os 45%, e nossa divida estava em ,ais de 60% do nosso PIB. Mas isso já passou. Agora a questão é mais simples. O Brasil é um pais solvente, e continua a pagar um juro que agrada a todo o mundo. Enquanto isto perdurar, nada vai impedir que chovam dolares no Brasil. Repito, quem vai mandar dolares para a India, Inglaterra, Alemanha, França? Ninguem. Qualquer investidor de mediana inteligência vai mandar dolares para o Brasil. Só vão parar quando não for mais lucrativo e garantido. Não sou economista e custo acreditar que ninguem no ministério da fazenda sabe disto.

    edv

    28 de julho de 2011 às 15h14

    Esqueci de mencionar ao que NUNCASABENADA sobre os juros de FHC
    Que chegaram aos ~45%… e baixaram para até para ~8,5% com Lula.
    Concordo que o capital especulativo é indesejado, ao contrário do produtivo.
    Concordo que o dólar está por demais desvalorizado frente ao Real e precisa subir.
    Algo eficaz precisa ser feito.
    O que está sendo feito não é de todo mau, já que a taxação significa, além de desestimular o investimento especulativo, gerar uma boa receita para o governo.
    Resta saber se conseguiremos mostrar ao mundo que conseguiremos resolver o problema sem manipulação direta ou seremos obrigados a jogar o mesmo jogo que eles. Ex: China e os incansáveis impressores EEUU, que (ainda) conseguem fabricar papel e espalhá-lho pelo mundo, sem gerar a proporcional pressão interna.

    Jorge Nunes

    27 de julho de 2011 às 16h15

    Quanto era mesmo as taxas de juros de FHC?
    Lula reduziu as taxas de juros da era tucano a menos da metade… é só forçar a memória.

    EUNAOSABIA

    27 de julho de 2011 às 16h51

    Nobre comentarista Jorge Nunes, continuam as mais altas do mundo, com um segundo lugar muito distante, foi isso que eu quis dizer.. em economia as variávies que importam são as variáveis reais… abraços…


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