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Mensagem de estudantes da Esalq viraliza: carta lida diante de ministra de Bolsonaro repudia agronegócio que envenena o Brasil
Fotos: reprodução de vídeo e Esalq/USP
Política

Mensagem de estudantes da Esalq viraliza: carta lida diante de ministra de Bolsonaro repudia agronegócio que envenena o Brasil


15/01/2020 - 04h03

Da Redação

Desde 17 de janeiro de 2019, Durval Dourado Neto é diretor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP).

Localizada em Piracicaba, interior de São Paulo, ela é voltada aos cursos de ciências agrárias, sociais aplicadas e ambientais.

Em menos de um ano de gestão, um “feito” dele já tem lugar garantido na história da escola: a pressão sobre os alunos para a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ser a paraninfa das oito turmas de formandos de 2019.

A  intromissão do diretor na escolha funcionou.

Tereza Cristina foi convidada e aceitou ser a paraninfa de mais de 200 estudantes.

Mas nessa terça-feira, 14/01, os estudantes deram o troco em Dourado Neto, pois a ministra levou um carão na frente de todos os presentes ao encontro.

Nara Perobelli, formanda em Gestão Ambiental, desbancou a ministra.

Durante o encontro, ela leu uma dura carta dos estudantes, criticando a escolha da paraninfa, o modelo do agronegócio e o projeto da ministra e do governo Bolsonaro, que é a “cara da bancada ruralista”.

A carta termina com uma homenagem à agrônoma Ana Maria Primavesi, pioneira da agroecologia, que faleceu dia 5 de janeiro de 2020, aos 99 anos:

Acreditamos, trabalhamos para isso e seguiremos na luta em direção a um sistema, que, como diz nossa sempre presente Ana Maria Primavesi, “não é para vender adubos e defensivos, mas para produzir bem e barato”.

A agrônoma Ana Maria Primavesi, pioneira da agroecologia no Brasil. Foto: Reprodução

Abaixo, a íntegra da carta dos formandos das turmas de 2019 da Esalq/USP, lida por Nara Perobelli (veja vídeo no topo).

Bom dia a todas e a todos! 

Aqui na ESALQ nós passamos de 4 a 7 anos de nossas formações ouvindo, independentemente do curso que fazemos, sobre o agronegócio. Desde a administração, passando por ciência dos alimentos e engenharia florestal, todos, exceção, entram em contato com esse universo. 

De um agro que é pop, que é tech, que é tudo. Temos a certeza de que a senhora, ministra, e o governo Bolsonaro como um todo, representam, geram e reproduzem em seu projeto de país esse modelo. 

Um modelo que é a cara da bancada ruralista. Um projeto de governo fundamentado e sustentado no capital e na desigualdade. 

Que em 2019 gerou incêndios de proporções assustadoras;  

Que prendeu e matou ambientalistas, indígenas, quilombolas, agricultores, mulheres, negros, lgbtqi+; 

Que buscou silenciar cientistas, pesquisadores, professores e todos que com dados escancaravam os problemas trazidos pelo tipo de agricultura que vocês incentivam com palavras e dinheiro. 

Nós passamos de 4 a 7 anos aqui dentro ouvindo de muitos que essa era a única maneira possível de acabar com a fome no Brasil e no mundo. 

Ouvimos de muitos, mas não de todos. 

Hoje, segurando este microfone tenho o orgulho de representar quem entende, por meio da ciência, da ética, e do amor sem rótulos, que uma outra agricultura e modelo de sociedade são possíveis. 

Esse grupo de pessoas é formado por estudantes, professores e funcionários que fazem pesquisa e extensão fundamentados na agroecologia nesta universidade, que é pública e que deve ser de todos e todas. 

Para este grupo do qual eu faço parte, é intragável que esta Escola, que se diz gloriosa, seja conivente com uma forma de produção e um projeto de país que se baseia no lucro, excluindo as pessoas do campo e as múltiplas funções da agricultura. 

Um governo que cerceia a ciência e a autonomia das universidades, que distorce informações, que não se propõe a ouvir as nossas vozes nas ruas, mas que suporta nos escutar por dois minutos em troca de publicidade e uma placa de homenagem. 

Não, não representa a nenhuma ou nenhum de nós uma paraninfa ou paraninfo que do alto cargo de liderança que possui, escolha fazer política dessa forma. 

Acreditamos, trabalhamos para isso e seguiremos na luta em direção a um sistema, que, como diz nossa sempre presente Ana Maria Primavesi, “não é para vender adubos e defensivos, mas para produzir bem e barato”.

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69 comentários

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João Bosco da Silva Castro

18 de janeiro de 2020 às 12h34

Alunos corajosos. Isso dá um gás a mais pra saber que nem tudo está perdido. Essa juventude nos faz crer que ainda é possível tirar o nosso Brasil das mãos desses insanos.

Responder

Roberto

17 de janeiro de 2020 às 22h59

Privatiza logo e verão rapidamente que tipo de sociedade é possível sem que fiquem pendurados na tetas do Estado.

Responder

    Carlos

    18 de janeiro de 2020 às 12h23

    “Pendurados na tetas do governo”…. Só pode estar falando sobre o Bolsonaro e sua família, esses sim já tem quase 3 décadas na tetas do governo.

Zé Maria

17 de janeiro de 2020 às 17h56

Ruralistas que envenenam a Natureza e, portanto, a Comida
também são Nazistas. Só querem Lucros Exorbitantes e
não estão nem aí para o Ser Humano e para o Planeta.

Responder

Sergio Jesus

17 de janeiro de 2020 às 15h16

Parabéns aos alunos que repudiaram essa ministra. Precisamos de mais e mais cabeças pensantes e não de decerebrados como é esse Presidente e toda sua corja.

Responder

Elem Malheiros Toniolo Dutra

17 de janeiro de 2020 às 08h01

Lendo os comentários fico espantada ao ver “baratas defendendo o inseticida”. Não interessa quem escolheu a paraninfa, mas a coragem e o recado dado. São formandos em Gestão Ambienta, nada mais coerente. Nada a ver com esquerda, tudo a ver com um novo paradigma, sustentável e justo. Mas pra os embotados é difícil sair da caverna de Platão, quem tentar tira-los de lá vai apanhar. São os escravos do rentismo, dos donos do $ e poder – gado formatado – que repetem chavões sem reflexão e batem em quem ousa enfrentar e divergir. Parabéns pelo discurso e coragem.

Responder

    cesar de paula

    17 de janeiro de 2020 às 16h55

    Elem, toda carta, a ministra, a paraninfa, e a maioria das observações postadas são nos limites da ecologia rasa, fundamentada na razão/economia a absolutamente antropocêntrica. O paradigma/ideia teórica seguinte foi a ecologia profunda (Fritjof Capra) ainda antropocêntrica. O limiar do antropocentrismo para o mundicentrismo se deu com o conceito de autopoiese, hólons e principalmente de outridade. Fase centaurica no evolvimento da matéria, momento da união do planeta com o que de melhor se creou, a mente humana. Momento de integração para que tudo viva e não só todos os homens. A matéria é o exterior do interior consciência! abraços.

Jorge Raymond

16 de janeiro de 2020 às 21h14

O pior do Brasil continua sendo o brasileiro… A teoria é linda!

Responder

Célio francis

16 de janeiro de 2020 às 16h53

mais uma parte que se forma e serão esquerda….
em suma ja estarás desempregados, ou seja junte a luta do mar.
😂😂😂😂😂😂

Responder

    Pedro

    16 de janeiro de 2020 às 18h53

    Comentário sem noção

    Grampola

    18 de janeiro de 2020 às 23h10

    Mais um idiota que sequer conseguiu passar no vestibular e vive de bajular o capataz.

Tania

16 de janeiro de 2020 às 16h36

Que orgulho !!!
Juntos somos fortes !

Responder

Carlos Eduardo Costa Barbosa

16 de janeiro de 2020 às 15h54

Parabéns aos formandos ….. os bolsominions que peguem suas críticas e engulam com todos os agrotóxicos pra que parem de poluir o meio ambiente com suas existências miseráveis…. pq só estão ocupando espaço, consumindo recursos E convertendo nosso precioso oxigênio em gás carbônico …

Responder

    JR

    16 de janeiro de 2020 às 19h21

    Seu comentário foi sem pé nem cabeça…

    João Paulo

    17 de janeiro de 2020 às 17h44

    Vai tentar produzir em larga escala sem agrotóxicos. Vcs todos morrerão de fome, primeiro que a produção despencará, segundo o preço irá a estratosfera . Eu sou agricultor eu sei o que se passa na terra, não esses almofadinhas que acham que 5 anos de faculdade já sabem tudo. USP formando progressistas como nunca. Será que na faculdade tiveram aula de: Economia para imbecis?

    Bruno

    17 de janeiro de 2020 às 23h37

    Agricultor.. voce tem uma chacara?

Sady Grisa

16 de janeiro de 2020 às 15h37

Ovelhinha foi buscar lã, mas saiu tosquiada/tosada.

Responder

Joviniano Pereira da Silva Netto

16 de janeiro de 2020 às 14h17

Bravo!

Responder

Lucimara

16 de janeiro de 2020 às 13h02

Ah esses mínions. Em suas cabecinhas, dos que criticam o governo são petista, então querido o PT está imenso.

Responder

Bleid Ney Filho

16 de janeiro de 2020 às 12h00

Discurso lixo que só mostra o sucesso do Programa de Lavagem Cerebral da corja Esquerdista, nas Universidades. Bando de doutrinados que se calaram enquanto os governos Petistas nos roubavam e jogavam o País na lama. Atacam um Governo que, queiram ou não, está reerguendo a Economia, valores da família e colocando o Brasil no rumo. Cheguem ao mercado de trabalho com esse mimimi e verão que não haverá lugar para militantes comunistas e sim profissionais competentes e realistas.

Responder

    David Pedro Cassa

    16 de janeiro de 2020 às 14h11

    Comentário próprio de quem desconhece totalmente o atual momento brasileiro. Onde está o grande crescimento, onde está a honra da família??? Não existe esquerda ou direita, existem governos sim preocupados com o social, com o bem estar geral que combatem a desigualdade e governos que privilegiam minorias como este. Vc deve ser um evangélico bajulador desta corja, que esconde os crimes da própria família, mente descaradamente e se diz honesto. Governo pra lá de hipócrita, governo que acredita que a Terra é plana, que menino tem que vestir azul e menina cor de rosa, governo que demite grandes cientistas de renome internacional, governo com ministro da educação que comete erros primários de português. Você faz parte da boiada e pensa como boi. Todo apoio aos formandos da Esalq que negaram a ministra como paraninfa.

    Kkkkk

    17 de janeiro de 2020 às 10h21

    Ou é um robô, ou é pago pra isso…kkkk
    Acho que é os dois…kkkkk

    Ronaldo Teixeira de Melo

    15 de fevereiro de 2020 às 15h42

    Sou um pequeno produtor e faço parte de uma associação que tem em seu quadro associados tanto de esquerda quanto de direita, porém, uma coisa é relevante nenhum deles apóia o uso intenso de defensivos e optamos por unanimidade pelo uso da Agroecologia, o resultado foi muito bom, outra coisa, cerca de 70% dos produtos que chegam à sua mesa são de origem de pequenos agricultores, isso é fato.

Sônia Bulhões

16 de janeiro de 2020 às 11h46

Os formando que escolheram a paraninfa, sim, deveriam fazer auto critica publicamente.

Responder

Eliana Florindo

16 de janeiro de 2020 às 10h21

Parabéns pela sua postura consciente nestas palavras. Como professora de escola pública, sinto-me orgulhosa. Tenho certeza que somente pelo conhecimento, poderemos combater esse desmonte e sucateamento que a educação vem sofrendo neste país. Sucesso em sua caminhada.

Responder

    Renato

    16 de janeiro de 2020 às 17h50

    A senhora devetia ter vergonha de criticar o atual governo q esta tentando desfazer tudo de errado q governos anteriores do PT e companhia fizeram. A lavajem cerebral foi grande de mais ao ponto de vcs professores e alunos de faculdades, nao conseguirem diferenciar o certo do errado. Acorda! Mas com certeza tudo vai mudar nos proximos 8 anos do gov Bolsonaro… Vcs ainda darão valor a todas estas mudanças. De imbecis úteis estão se transformando em inúteis.

Celso Andrade

16 de janeiro de 2020 às 10h03

Sem agrotóxico todos morreriam de fome.

Responder

    Andreia

    16 de janeiro de 2020 às 14h07

    Nossa…onde você viu isso…que sem agrotóxicos morreríamos de fome? que planeta você veio? Me explique a sua tese para chegar nessa conclusão, mas tese essa baseado em fatos. Dai vou lhe apresentar os produtos orgânicos, produtos essa que a terra oferece, basta somente respeitar a natureza.

    Vanderly

    16 de janeiro de 2020 às 16h21

    Com agrotóxico, todos morreremos de câncer.

    JR

    16 de janeiro de 2020 às 19h24

    Os sonhadores querem sustentar bilhões de pessoas com agricultura orgânica. Falta combinar com as pragas que infestam as plantações…

    Ana Lucia

    17 de janeiro de 2020 às 23h59

    Desde 2016, o marretado MST se tornou o maior produtor de arroz orgânico da América Latina e de produtos orgânicos do Brasil.

THOMAS ISENBERG

16 de janeiro de 2020 às 06h36

Discurso lamentável. Tipico de aluno que não veio da agricultura e nunca sairá da academia. Fora da realidade!

Responder

Mariana De Araújo Lopes

16 de janeiro de 2020 às 06h11

Meus parabéns Nara!!! Te conheci na Esalq durante o meu curso de mestrado e me sinto mais orgulhosa ainda de ver sua sua postura tão importante nesse momento politico absurso que estamos vivenciando. Coml dizia Raul Seixas: “Coragem, coragem se o que você quer é aquilo que pensa e faz, coragem, coragem eu sei que você pode mais!!! “Gratidão! Namastê💗💗💗

Responder

    aser almeida

    16 de janeiro de 2020 às 16h07

    Parabéns a todos vocês, que aprenderam que a NATUREZA é VIVA e a vida só é possível com pessoas inteligentes que a protegem e brigam se necessário ..Unidossomosfortes. .

Shiguenobu Wada

16 de janeiro de 2020 às 03h52

Muito bom discurso.
Só faltou o principal.
A humildade de quem acabou de aprender a engatinhar nesta vida porque a teoria é a etapa mais fácil desta jornada, etapa que acha que sabe tudo, mas da realidade tem tudo a aprender.

Responder

    Ana Lucia

    17 de janeiro de 2020 às 23h02

    Que eu saiba, quem escolhe o paraninfo são os alunos. E normalmente é um professor ou mesmo o diretor da escola. Ninguém perde a humildade por ter o direito de escolher

Marcia

16 de janeiro de 2020 às 01h23

Agora é só ela incluir esta carta e o LULA LIVRE no final do currículo e sair procurando emprego no agronegócio. Vai ser um tal: -Ain, não acho emprego. A culpa é do Bozo.
Vai ser lindo! 💟

Responder

    Prenda

    16 de janeiro de 2020 às 21h08

    Então, de acordo com seu comentário o currículo não é escolhido após análise de competências adquiridas com o estudo e, pra quem exige experiência, demonstrada na prática. Parabéns pra vc então Márcia, que seleciona por simpatia. Vc é a cara do Brasil atual, orgulhe-se!

Suzane souza

16 de janeiro de 2020 às 00h16

Parabéns, não devemos nós calar, sempre na luta👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼

Responder

    Jorge Luiz Tripode

    16 de janeiro de 2020 às 12h14

    Apoiado!

AIDA CORIOLANO CARDOSO

16 de janeiro de 2020 às 00h11

É um orgulho saber que existem jovens brilhantes que desejam e lutam por um

mundo sempre melhor. Ainda há esperança. Parabéns

Responder

Luciano

16 de janeiro de 2020 às 00h10

Com ou sem pressão de reitor, quem elegeu a paraninfa? Os alunos, que já não são crianças. Então, infelizmente, mas muitíssimo infelizmente mesmo, a maioria dos alunos cagou e andou pra esse discurso maravilhoso. E certamente o reitor e a ministra também nem deram bola. Vamos acordar, galera, não adianta pregar pra convertido e comemorar algo fictício: isso não foi uma vitória. Só nós achamos maravilhoso. Os alunos elegeram essa monstra como paraninfa.

Responder

    Marcio

    16 de janeiro de 2020 às 06h54

    Monstra ? De ma? De diabólica ? O pior do Brasil é o brasileiro , defender o indefensável . Por favor não se reproduza

    Paulo Henrique Tavares

    16 de janeiro de 2020 às 07h55

    Muito bem observado

    Paulo Luciano

    16 de janeiro de 2020 às 11h24

    Prezado quase xará, não fomos convertidos como vc falou e sim vcs levaram uma lavagem cerebral dos esquerdopatas e hoje recrimina o uso de fertilizantes e agrotoxicos , que sem muita experiência de vida acha bonito ser contra e desrespeitar os mais velhos e competentes. Bem mais lá na frente vcs chegarão a entender o porque do uso desses produtos para se ter uma produção maior que não venha faltar à população. Lamento muito esse ocorrido e digo, estudem mais e se aprofundem antes de recriminar sem certeza. Abs

    Rodrigo Alves Costa

    16 de janeiro de 2020 às 11h38

    Muitas vezes a escolha do paraninfo é política. Tipicamente, quando os alunos escolhem o paraninfo de uma turma de formandos, eles escolhem um dos professores do próprio curso. Claramente esta foi política, a ministra não deu aula para eles.

Celi Devellard Gandra Cutrim

15 de janeiro de 2020 às 22h43

Aplaudindo de pé!

Responder

Ricardo Costa

15 de janeiro de 2020 às 21h56

Só faltou ouvir a outra parte, simples assim…

Responder

    Rosana

    16 de janeiro de 2020 às 00h52

    Isso não era um debate. Então não, ninguém tinha que ouvir o outro lado. O outro lado da história fez o que deveria fazer: ouvir, se encher de vergonha e calar.

    Marta Caminha

    16 de janeiro de 2020 às 10h00

    Isso daí é impossível…não têm argumentos….

    Ana Lucia

    17 de janeiro de 2020 às 23h38

    Que eu saiba, quem escolhe o paraninfo da turma são os próprios alunos, assim como quem escolhe os convidados é o aniversariante! O resto é conversa fiada e penetra. E o aniversariante tem o direito de não aceitar o furão. Talkey!

VÂNDER

15 de janeiro de 2020 às 21h55

O choro é livre

Responder

Terezinha Rachid Ozorio da Fonseca

15 de janeiro de 2020 às 21h37

Parabéns!!
Nem tudo esta perdido!!

Responder

Rogério B. Leite

15 de janeiro de 2020 às 21h02

Me sinto orgulhoso e esperançoso por saber que existem jovens estudantes que demonstram ter caráter e ideais humanitários. Parabéns.

Responder

Renato de Oliveira Veiga

15 de janeiro de 2020 às 21h00

Parabéns! Agora coloca seu currículo nas empresas do agronegócio que vc vai lacrar na rua dos desempregados.

Responder

    Márcia Fichera

    16 de janeiro de 2020 às 07h16

    E quem disse que ela quer depender desses caras? Por isso que vcs não lutam de cagaço de não arrumar emprego. Estão sempre na mão dos grandes.

    Rodrigo Costa

    16 de janeiro de 2020 às 11h42

    Acho que esse era o objetivo dela. As de agroecologia, de desenvolvimento sustentavel de agronomia baseada em biodinamica, vao se matar por esta profissional. Dá uma procurada no google e voce vai ver quem pratica.

    Paulo Gomes

    16 de janeiro de 2020 às 16h29

    Acho, idiota quem pensar que o agronegócio supre as necessidades do povo brasileiro. Quem pensa assim não sabe lê,escrever nem interpretar. São chamados de analfabetos funcionais . Agronegocio, pelo nome ja diz : É para produção de exportação. 90% da comida da mesa do brasileiro vem da agricultura familiar. Então quem pensa no ser humano , não produz alimento envenenado… Quem é cristão não envenena uma população nem tão pouco causa danos a saúde de outro ser humano . Quem apoia este Governo não tem compromisso com ser humano algum. É venha nós ao vosso reino….bando de idiotas analfabetos funcionais que nem sabem o que estão fazendo em Brasília. Pior ainda é quem apoia este tipo de gente. Não podemos nem chamar de animais por ofender os animais…. Enfim o discurso é rasteiro, chama de esquerdista até de comunista kkkk. Nem sabem o que é esquerda bem menos ainda direita,quiçá ser comunista kkkk .

Camila Peixoto Leme Santos

15 de janeiro de 2020 às 20h26

Magnífico!
Esse sim é o sentido da frase ” Nós seremos a resistência!”

Responder

João Brasileiro

15 de janeiro de 2020 às 20h17

Parabéns! Chega de hipocrisia e enrolação!

Responder

wilson Pagano

15 de janeiro de 2020 às 19h13

Parabéns meninos das Piras, mais uma ou duas universidades agindo assim logo, logo teremos orgulho realmente de vestir o Brasil novamente no coração.

Responder

Maria Heloisa Vieira da Silv

15 de janeiro de 2020 às 18h10

Li emocionada porque coragem e oportunidade fazem diferença nesse país tão maltratado por governantes estúpidos!!!

Responder

Anisete

15 de janeiro de 2020 às 17h58

Magnífico discurso! Tiveram que ouvir. Parabéns a estes formandos!

Responder

Nice Silva

15 de janeiro de 2020 às 14h07

Que orgulho saber que ainda existem jovens corajosos e cheios de ideais.
Parabéns!!

Responder

    Wagner Vianna

    15 de janeiro de 2020 às 18h40

    Discurso magnífico e legítimo. Parabéns, seguimos na luta!

Patricia

15 de janeiro de 2020 às 13h26

Lindo demais! Bravo!
Se posicionar é político e tal posicionamento dá um orgulho na gente. Parabéns pela coragem de lutar pelo o que acreditam!
Sejam voz!

Responder

Sonia Aparecida dos Santos

15 de janeiro de 2020 às 12h27

Perfeito discurso, limpo e objetivo, deu recado que muitos queriam e não tem oportunidade. Parabéns.

Responder

Carlos Guilherme Pfau Lenz

15 de janeiro de 2020 às 07h18

B R A V O !
Ainda bem que temos estudantes idealistas, pois as outras as outras categorias parece que já morreram.
Parabéns !

Responder

BRAULIO NEVES

15 de janeiro de 2020 às 06h56

Magnífico!
Temos ainda Mulheres e Homens de caráter!
Parabéns!!!
Sempre Primavesi!!!

Responder

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