VIOMUNDO

Diário da Resistência


Fidel perdeu o sono. Marina prega “transição” em Cuba
Política

Fidel perdeu o sono. Marina prega “transição” em Cuba


24/09/2014 - 05h50

fidel

Fidel, chateadíssimo!

Marina plagia os EUA e ataca Cuba!

A candidata-carona Marina Silva não plagia apenas as ideias econômicas neoliberais dos tucanos – o que gerou comentários irônicos do próprio Aécio Neves.

Ela também parece ter copiado a visão imperial do Departamento de Estado dos EUA para a América Latina.

Em recente entrevista, a ex-verde atacou Cuba, dizendo que, se eleita, vai se empenhar pela “transição do atual regime para a democracia” – típica bravata da “diplomacia” ianque. Antes, ela já havia criticado o “modelo bolivariano” da Venezuela e de outros países do continente e a atual política externa brasileira de fortalecimento do Mercosul e da Unasul.

Já o seu programa “plagiado” estabelece como prioridade reforçar os laços com os EUA. Diante destas manifestações de servilismo, Marco Aurélio Garcia, assessor especial para assuntos internacionais da presidenta Dilma Rousseff, reagiu de imediato. Neste sábado (20), em entrevista à agência EFE, ele afirmou que “o Brasil não tem vocação imperial e não é uma agência de certificação que distribuiu definições sobre outros países. Respeitamos Cuba, assim como respeitamos Estados Unidos, França e China”.

Para ele, a visão Marina Silva sobre política externa representa um retrocesso. “Não temos a posição de intervir em nenhum país do mundo e respeitamos o princípio da autodeterminação. Os rumos de Cuba devem ser decididos pelos próprios cubanos”.Sobre os EUA, Marco Aurélio Garcia afirmou que nunca houve “ruptura de relações”, mas sim críticas à política externa agressiva do império.

Ele lembrou o episódio da espionagem dirigida pela Agência Nacional de Segurança (NSA) e explicou que esta ingerência exigiu uma resposta altiva e dura do Brasil – expressa no discurso de Dilma Rousseff na ONU e também no cancelamento da visita oficial ao presidente Barack Obama. “Se a candidata [Marina Silva] não considera isso relevante me surpreende muito. Isto não quer dizer que se crie um clima de hostilidade permanente entre nossos países, mas vamos ter que discutir como superar esta mancha”.

Complexo de vira-lata

A visão colonizada de Marina Silva sobre a política externa não é nova. Pelo contrário. Na campanha de 2010, ela já havia manifestado o mesmo “complexo de vira-latas”. Na ocasião, porém, ninguém deu muita atenção ao que ela falava. A ex-verde não disputava para valer a Presidência, apenas cumpria o papel de coadjuvante na manobra para viabilizar o tucano José Serra no segundo turno.

Agora, não! Daí a imediata reação de Marco Aurélio Garcia às suas opiniões. Em 2010, por exemplo, numa entrevista ao jornal O Globo e à rádio CBN, Marina Silva já havia plagiado o programa imperial do governo dos EUA e destilou seu veneno contra os governos progressistas da América Latina.

“Não podemos ficar reféns dessa combinação que é um pouco preocupante, da democracia representativa com a democracia direta. No caso da América Latina, a Venezuela tem uma ênfase plebiscitária que pode colocar em risco a alternância de poder… Nós não podemos, em hipótese alguma, compactuar com a subtração da liberdade, do direito de expressão, da livre forma de pensamento”, afirmou à âncora Lucia Hippolito.

Sobre Cuba, ela repetiu a tese da transição. “O país precisa se abrir para o mundo e se transformar numa a democracia… A defesa da liberdade de expressão e dos direitos humanos precisa ser defendida como um valor. No caso de Cuba, essas liberdades estão sendo cerceadas”. E ainda há quem se iluda com o conversa fiada da ex-verde!

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50 comentários

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Nelson

25 de setembro de 2014 às 16h50

Meu caro Jorsom.

Não estou a fechar os olhos para os problemas existentes em Cuba. Mas, um país que garante a qualquer dos seus cidadãos o acesso a um emprego, à saúde e à educação de qualidade e ao mínimo necessário para a sobrevivência, não pode ser tachado, simplesmente, de ditadura, como quer o governo dos Estados Unidos. Quantas das chamadas democracias garantem isso a todos os seus cidadãos?

A verdade é que os Estados Unidos não podem deixar que os cubanos vivam livres. Cuba se transformaria num apelo ainda mais irresistível para outros povos. O êxito cubano mostraria ao mundo que é possível se viver em uma sociedade diferente, mais humana, mais igualitária, mais solidária e cooperativa.

Então, Jorsom, os EUA têm que manter, permanentemente, a “bota no pescoço dos cubanos”, ameaçando, eternamente, com a invasão do país e obrigando o governo de Cuba a retardar mais e mais qualquer abertura política.

Cuba tem uns 11 milhões de habitantes, um território de apenas 110.000 km² e seu PIB é de US$ 68 bilhões. Imagine em que estágio estaria Cuba hoje, se tivessem entrado no país os cerca de US$ 1 trilhão que deixaram de girar em sua economia por conta do criminoso bloqueio que os EUA vêm impondo há mais de 50 anos.
Imagine qualquer dos Estados brasileiros, mesmo o mais rico, de São Paulo, girando em sua economia, recursos da ordem de 20 bilhões de dólares anuais durante meio século. O quanto poderia a economia desse Estado deslanchar?

Já que estamos falando em democracia, Jorsom, eu pergunto. Será que podemos considerar como sendo uma democracia um país que impõe um bloqueio criminoso desses por várias décadas sobre outro país?

Pense nisso, Jorsom. A questão cubana merece uma avaliação bem mais aprofundada.

Responder

Nelson

25 de setembro de 2014 às 16h49

Meu caro amigo Jorsom.

Parafraseando o Cazuza, eu diria: democracia, eu quero uma prá viver!

Qual o modelo de democracia que você receitaria para Cuba?

Vejamos os países da Europa Ocidental, ditos civilizados, democráticos e modernos. Não estiveram ombreando com os governos dos EUA na destruição da Iugoslávia, do Iraque e da Líbia?

É a democracia desses países que você está predicando para o povo cubano?

Responder

Nelson

25 de setembro de 2014 às 16h48

Meu caro amigo Jorsom.

Parafraseando o Cazuza, eu diria: democracia, eu quero uma prá viver!

Qual o modelo de democracia que você receitaria para Cuba?

O modelo estadunidense, no qual o país mais rico do planeta deixa um sexto de sua população, cerca de 50 milhões de pessoas, sem ter qualquer acesso a algum cuidado de saúde?

O modelo que despejou 4.500.000 de toneladas de bombas e mais de 80 milhões de litros de venenos agrícolas (agente laranja incluído) sobre um pequeno país do sudeste asiático?

O modelo que deixou um rastro de 3.000.000 de mortos nesse pequeno país?

A democracia que invadiu um dos mais prósperos países árabes, o Iraque, afirmando que iria levar a democracia àquele povo e, na verdade, levou bombas de 2.000 libras eivadas de urânio “empobrecido”?

A democracia que deixou mais de 1 milhão de mortos e cinco milhões de órfãos nesse mesmo país?

A democracia que, com o urânio “empobrecido” provocou uma verdadeira epidemia de câncer e de nascimento de crianças deformadas, horror que já havia provocado no Vietnam com o agente laranja?

A democracia que segue linchando negros e escorraçando imigrantes?

Continua…

Responder

Nelson

25 de setembro de 2014 às 16h48

Meu caro amigo Jorsom.

Parafraseando o Cazuza, eu diria: democracia, eu quero uma prá viver!

Eu te pergunto. Qual o modelo de democracia que você receitaria para Cuba?

O brasileiro, em que, em oito anos, dados da Justiça Eleitoral, os gastos eleitorais pularam de R$ 800 milhões para R$ 4,8 bilhões?

O modelo em que 513 deputados federais eleitos em 2010 gastaram, em média, 12 vezes mais que os não eleitos?

O modelo de democracia que garante vida de nababo a um pequeno contingente de sua população, uns 5% mais ou menos, ao passo que os remediados, uns 70%, são obrigados a correrem sem parar para poderem ter uma vida digna, e os restantes um quarto só sobrevivem porque recebem uma renda mínima do governo?

Continua…

Responder

Mariza

25 de setembro de 2014 às 15h32

Hoje fico pensando e a chego a conclusão de que a Marineca, no fundo foi sempre isso, uma entreguista, agora está mostrando as unhas. Ela só demonstra, com isso, que fez o certo, em ter saído do PT. Não queremos esse flagelo no partido. Nós sempre lutamos e trabalhamos por mais justiça social para o povo brasileiro.

Responder

Mariza

25 de setembro de 2014 às 15h27

Hoje fico pensando e a chego a conclusão de que a Marineca, no fundo foi sempre isso, agora está mostrando as unhas. Ela só demonstra que fez mais do que certo ter saído do PT. Não queremos esse flagelo no partido que sempre lutou e trabalhou por mais justiça social para nossa nação.

Responder

Leonardo Santos

25 de setembro de 2014 às 14h32

Olha, não dá pra acreditar que essa mulher teve sua formação política nas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), movimentos populares e no PT.
Com todo os respeito aos seu eleitores, mas essa mulher é uma serpente!

Responder

FrancoAtirador

25 de setembro de 2014 às 13h22

.
.
Na última Escala da Tosquice
moram os ‘argumentos’:
‘Muda pra Cuba então’,
‘Vai morar na Síria’ e
‘Vai ser sapatão em Gaza’.

Milly Lacombe
Escritora
(via Twitter)

(https://twitter.com/millylacombe)
.
.

Responder

MAAR

25 de setembro de 2014 às 13h13

Mais uma prova de que a candidata carpideira está a serviço dos interesses do fascismo capitaneado pelo grande capital internacional.

Responder

Maria Maria

25 de setembro de 2014 às 12h28

Ô sem nocáo, ta loca, né. Nunca será uma estadista essa Blá blá.

Responder

Horridus Bendegó

25 de setembro de 2014 às 09h17

Que a Divina Providência nos livre de tal impostora.

Responder

Francisco

25 de setembro de 2014 às 04h32

É importante alguém lembrar a Marina que Guantánamo é em Cuba, mas quem tortura e prende sem processo por lá, num claro atentado à democracia, é alguém que ela não vai ter tanto “pescoço grosso” para “impor a democracia”.

Quem te vê e quem te via, hein Marina? Tu acaba colunista do Estadão…

Responder

Marat

24 de setembro de 2014 às 22h22

Marina, Marina… você se pintou de azul e vermelho…
Mais uma Monika Lewinsky, como se não as tivéssemos aos borbotões, por estas plagas…

Responder

Jorsom

24 de setembro de 2014 às 21h46

Reconheço que a geopolítica dos EUA seja tão maléfica, assim como a ausência da democracia na vida do povo cubano. Para citar um exemplo em que só é possível em uma democracia, hoje foi divulgado em São Paulo por entidades de classes trabalhistas e movimentos sociais o resultados de um plebiscito popular em quer 97,5% disseram sim a favor de uma Constituinte Exclusiva para a reforma política no Brasil. Vagner Freitas-CUT, destacou: “a conclusão do processo mostra o poder de mobilização dos movimentos sociais. Nossa capacidade de mobilização mostra a importância de dar voz a quem precisa ter voz”. O embargo econômico americano a Cuba não serve como desculpa para que os nossos irmãos cubanos continuem vivendo em uma ditadura. Somente em uma democracia é possível exercermos a nossa cidadania em prol de anseios comuns.

Responder

Nelson

24 de setembro de 2014 às 18h20

A 19 de agosto, em seu blog, http://blogdobourdoukan.blogspot.com.br/, o jornalista e escritor, Georges Bourdoukan, voltou a publicar nota que publicara pela primeira vez em abril de 2010 sobre a visita da dona Marina aos Estados Unidos.

Já daquela feita, dona Marina dava mostras de sua sabujice abjeta. Eis um trecho da nota do Bourdoukan:

“A candidata a presidente Marina Silva está nos Estados Unidos.

Não, ela não criticou as invasões do Iraque e do Afeganistão, e nem o comportamento da mídia daquele pais.

Ela criticou a política brasileira em relação ao Iran.

“A nossa posição é de crítica e de estranhamento em relação à atitude do governo brasileiro. O Brasil é a única democracia ocidental que tem dado audiência pro Ahmadinejad”, disse Marina Silva.

É uma pena que dona Marina critique o Brasil, um país que se pauta pelo diálogo e harmonia entre os povos, e não se manifeste uma vez sequer contra um país que faz das invasões, ocupações e saques sua razão política de ser.”

Responder

Fabio Passos

24 de setembro de 2014 às 17h11

Viva Cuba!
Orgulho do povo latinoamericanos!

Abaixo marina!
Capacho do PiG! Lambe-botas do imperialismo ianque!

Esta entreguista quer entregar o Brasil para os ianques desfrutarem.

Responder

renato

24 de setembro de 2014 às 17h06

Delirios, insanos de uma mente conturbada.
Pela possibilidade que quase se tornou
realidade por alguns dias.
Um choque entre o Ego e a alma sonhadora.
Um sono eterno de benfazejos atos, que se
perdem diante do MUNDO..
Uma peça malograda da mente agora, já doentia.
Enquanto os que cercam a pupila mais nova dos
senhores da vida e da morte. As Potesdades
Internacionais que infiltram-se em nossa País..
Abaixo esta mulher e todo o seu pensamento Nefasto.

Responder

    Mário SF Alves

    24 de setembro de 2014 às 17h28

    Renato,

    Partindo da premissa de que de fato ela se ajoelhou ante os interesses publicamente inconfessáveis do neocolonialismo neoliberal e que, assim, supõe-se, como dizem certos ambientalistas, neodarwinistas sociais, “gente vale menos do que uma galinha”, defender os diretos e garantias constitucionais do povo do Brasil seria de somenos importância, resta saber:

    Nessa suposta rendição, o que poderia constar como claúsula inegociável junto aos [confiáveis] algozes do neocolonialismo?

    1- Os interesses do povo visto como menos importante do que as galinhas?

    2- Os índios ainda inaculturados da Amazônia?

    3- Outros interesses?

Jorsom

24 de setembro de 2014 às 15h16

Concordo que Marina não está preparada para governar o Brasil, concordo com o Marco Aurélio Garcia a repeito da nossa política externa, agora uma coisa não entendo: lutamos pelo fim da ditadura e por eleições diretas aqui no Brasil e agora queremos a democratização da mídia e a reforma política, mas alguns dos que aqui escrevem ou comentam não desejam avanços democráticos em Cuba. Porque essa fixação em querer que Cuba continue em um regime ditatorial?

Responder

    Mário SF Alves

    24 de setembro de 2014 às 17h34

    Boa pergunta, Jorson.

    Se fosse eu com a dúvida, antes me perguntaria: por que os EUA ainda insistem nesse quase meio século de embargo econômico à Cuba? Será que sem essa ditadura econômica dos EUA imposta à Cuba, esse cantinho do Universo ainda seria uma ditadura política?

    Jorsom

    25 de setembro de 2014 às 08h27

    Mário SF Alves

    Desculpe-me, minha resposta saiu antes como comentário. Mais aí vai novamente.

    Reconheço que a geopolítica dos EUA seja tão maléfica, assim como a ausência da democracia na vida do povo cubano. Para citar um exemplo em que só é possível em uma democracia, hoje foi divulgado em São Paulo por entidades de classes trabalhistas e movimentos sociais o resultados de um plebiscito popular em quer 97,5% disseram sim a favor de uma Constituinte Exclusiva para a reforma política no Brasil. Vagner Freitas-CUT, destacou: “a conclusão do processo mostra o poder de mobilização dos movimentos sociais. Nossa capacidade de mobilização mostra a importância de dar voz a quem precisa ter voz”. O embargo econômico americano a Cuba não serve como desculpa para que os nossos irmãos cubanos continuem vivendo em uma ditadura. Somente em uma democracia é possível exercermos a nossa cidadania em prol de anseios comuns.

    abolicionista

    29 de setembro de 2014 às 11h41

    A democracia existe nos EUA? Desde quando? Que eu saiba, o Patriotic Act suspendeu os direitos civis, o Pentágono espiona e controla a vida pública e privada dos cidadãos (os presos de Guantánamo nunca tiveram direito a um processo formal). O próprio Obama recentemente admitiu a prática de tortura nas dependências do exército americano. Isso sem falar no fato de que o domínio de fato há muito tempo migrou das instâncias representativas para as corporações e os bancos. Antes de implantar a democracia em Cuba, é preciso implantá-la nos EUA.

    Giordano

    24 de setembro de 2014 às 21h15

    Leia com calma o que o Marco Aurélio Garcia disse. Talvez você mude de opinião e apague seu comentário. Quem realmente deve resolver os problemas internos de ordem política de um país é seu povo e o governo, em harmonia. Ou uma nova Sierra Maestra, se necessário for.

    Jorsom

    25 de setembro de 2014 às 08h35

    Marco Aurélio Garcia disse: “o Brasil não tem vocação imperial e não é uma agência de certificação que distribuiu definições sobre outros países. Respeitamos Cuba, assim como respeitamos Estados Unidos, França e China”. Sobre isso eu e você já concordamos e espero que compartilhe comigo o desejo de ver o povo cubano vivendo numa democracia, democracia esta que permitiu ao Presidente Lula e a Presidenta Dilma trazer ao povo brasileiro uma revolução social que é exemplo para o mundo.

    abolicionista

    26 de setembro de 2014 às 20h54

    Além do caso de Cuba, acho que chegou a hora de instalar a democracia nos EUA, não acha?

Urbano

24 de setembro de 2014 às 13h20

A czarina tem dado mostras suficientes de que é outro besouro vira boston. É bom se analisar direitinho porque pode nem ser o besouro…

Responder

Mário SF Alves

24 de setembro de 2014 às 12h30

Cuméqueé? Não sou PRAGMÁTICA, sou programática?

É muito farol. É tanto farol que a continuar assim não sobra nada pro outro, o de Alexandria.

______________________________
Traduzindo:

Penso que ela não seja progamática, mas, plenamente programada!

E, verdade seja dita. No universo dela, no mundo pró-verdade yankee dela, que a meu ver é arrogante e anti-dialético, ela é, sim, total e absolutamente PRAGMÁTICA.

Responder

    Mário SF Alves

    24 de setembro de 2014 às 13h31

    Deve ser… pororocogramática, isso, sim.

    Ih, é bom parar. Começo a achar que essa candidata “amanhã eu vou lá hoje” já está a me esgotar a paciência.

Pedro Xavier

24 de setembro de 2014 às 12h15

Francamente, não me importa o que a Marina fala. Mas fico apavorado em ver vcs defenderem uma ditadura vagabunda como essa cubana. Ditadura é ditadura, pode ser de direita, esquerda, qquer coisa. Todos que defendem esses ditadores deveriam passar alguns dias, só alguns, como os cubanos vivem p ver se ainda continuariam c essa ideia. Eu já fiz isso, 5 dias, foi de lascar.

Responder

    abolicionista

    29 de setembro de 2014 às 11h48

    Ditadura é ditadura. E tautologia é tautologia.

    Por que os EUA não bloqueiam os Emirados Árabes?

    Quando Cuba era uma ditadura amiga, que mantinha seu povo analfabeto e miserável, os EUA não impunham bloqueio nenhum, né?

    Os cubanos que fogem de Cuba não estão em busca de democracia (até porque imigrante não goza de plenos direitos políticos nos EUA), vão atrás de condições financeiras, de trabalho e de dinheiro. Esse discurso ridículo sobre a falta de liberdade em Cuba não engana mais nem minha avó, francamente.

Mário SF Alves

24 de setembro de 2014 às 11h25

Meus deus! Até onde já chega o desespero.

Essa candidata itaúúúnica tá demais. Dessa vez, enfiaram o Maquiavel com areia e tudo.

Ela sabe o tamanho da falácia. Sabe porque não é ingênua a esse ponto. No entando, nas entrelinhas o que ela quer covardemente quer dizer é:

Olha, eu vim do PT, mas não comunista não, viu?

Palhaçada tem limites, dona Marina.

Primeiro, ainda como vice no chapão do PSB, buzinou-nos com aquela estória escabrosa de chavismo petista, depois mais do mesmo, e cravou o bolivarianismo do PT. Ora, é muita cara de pau.

Afinal, é Marina ou é Reinaldo-Olavo-Azevedo?

Responder

Valmont

24 de setembro de 2014 às 11h16

O Prof. Moniz Bandeira, em carta dirigida ao Presidente do PSB, fez uma afirmação que me impressionou. Segundo ele, Marina é agente da “shadow wars” americana. Analisando as ações da candidata, as ideias que difunde, as alianças que constrói, tudo indica que o Professor tem razão. Mesmo descartando as referências às estranhas circunstâncias que envolveram a morte de Eduardo Campos, não há dúvidas quanto à preferência da Casa Branca por Marionete Silva.

Responder

Harley Carapiá

24 de setembro de 2014 às 10h48

Marina não tem condições psicológicas de tomar decisões administrativas, politicas ou sociais, não tem saúde para enfrentar as batalhas de um governo central e não tem sustentação politica para manter um governo funcionando,então, como ela quer ser presidenta? Num quadro otimista acredito que antes de 2 anos de um governo de Marina ela sofrerá um “Impeachment” comandada pelos golpistas de plantão existentes no Brasil (políticos, banqueiros, empresários, a grande mídia, etc.) com o aval do PSB.

Responder

    Mário SF Alves

    24 de setembro de 2014 às 11h55

    Muito bem. Mas quanto a esse “não tem sustentação politica” fica a dúvida:

    1- Tanto ela, quanto o Aécio são apoiados pelos USA, ou melhor, pelas corporações que sequestraram o Estado nos EUA e em grande parte da velha Europa;
    2- Tal apoio é imprescindível à sustentação do projeto de exclusão social do poder econômico [e midiático] sediado no Brasil;
    3- Tanto ela, quanto ele podem colher temporaria, estratégica e tacitamente o que jamais plantaram, ou seja, parte do que o PT – a trancos e barrancos – construiu ao longo destes últimos doze anos.

    Se eleitos, resta saber:

    1- Qual o tamanho do rombo em termos de impacto social negativo resultante de semelhante, porém mais grave, sequestro do Estado [a pequena e insuficiente parte dele que conseguimos salvar] no Brasil?
    2- Quanto tempo demoraria para que se esvaziasse o tampão das referidas conquistas sociais para que ao fim o povo sentisse na carne a dor provocada por tal impacto?
    3- Com que força e como reagiriam os movimentos sociais e os BRICS e demais países Latino Americanos prejudicados por tais “governantes” e tal impacto?

    Grosso modo, penso que seja daí que se poderia saber até quando iria o gás [neon] do regime se eleitos tais candidatos.

Vinicius Garcia

24 de setembro de 2014 às 10h02

Marina está com crise de seachismo, séria doença sempre negada pelo enfermo.

Responder

FrancoAtirador

24 de setembro de 2014 às 09h58

.
.
A MariNéca já tem uma Ministra das Relações Exteriores:

É Yoani Sánches, La Bloguera Cucaracha de Los Yankees,

que vai despachar pelo Twitter, direto da Costa Rica…

(http://brasil.elpais.com/brasil/2014/04/22/internacional/1398195841_782073.html)
(http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=cd506ab1234b234645dcf279691347f5&cod=9468)
.
.

Responder

    Mário SF Alves

    24 de setembro de 2014 às 12h08

    E como falácia pouca é bobagem e, entrando na onda do me-segura-que-já-tou-perdida, do malabarismo eleitoralesco, de fato, deve ser isso mesmo:

    Yoani Sánches, La Bloguera Cucaracha de Más Querida de Los Yankees, no Ministério das sub-Relações [tira o sapato!] Exteriores.

Paulo ETV

24 de setembro de 2014 às 09h14

conviver com o pessoal da grana e do “pudê” ´da nisso!

já mais radical,numa roda de gente grande ,logo ,logo Marina será apenas uma interlocutora da CIA,etc

Responder

Gerson Carneiro

24 de setembro de 2014 às 08h49

Desde criança ouço dizer que Jesus vai voltar. Acredito que depois de Marina não será preciso. A salvadora do mundo já está entre nós.

Responder

    Mário SF Alves

    24 de setembro de 2014 às 12h20

    De qual mundo?

    Só se for do mundo dos aristocratas sequestradores de Estados. Aqueles que agora mesmo estão bombardeando parte do território da Síria sob o pretexto de tirar do poder o que mui convenientemente e unilateralmente definem como ditador,

    Hã, então tá.

    Mário SF Alves

    24 de setembro de 2014 às 13h14

    E por falar nisso, o Waak, no telejornal de ontem, 23/09, fez o já tradicional, MAS e pipocou: “numa entrevista coletiva em NY, a presidente Dilma Roussef lamentou enormemente as ações militares contra os terroristas islâmicos… para, logo em seguida, entre e caras e bocas, num típico PS do Viomundo, concluir: está aí mais um erro de nossa diplomacia!”
    _________________________________________
    A referida matéria tinha por objetivo maior relatar os desdobramentos da Cúpula do Clima na ONU.

    Alguns detalhes:

    1- Chamada de capa:

    “Brasil não assina acordo para acabar com o desmatamento até 2030
    Na Cúpula do Clima, em Nova York, compromisso é firmado por 30 países.
    Mais de 120 líderes mundiais se reuniram. Entre eles estava Dilma Rousseff.”

    2- Uma das ênfases:

    “A Cúpula do Clima teve a participação de mais de 120 líderes mundiais, mas quem acabou fazendo um dos discursos mais fortes foi um ator de Hollywood. Leonardo DiCaprio disse às autoridades: “Vocês podem fazer história ou serão desprezados por ela. Resolver a crise do clima não é uma questão de política, mas de sobrevivência”.

    ___________________________________________
    História? Ora, mas isso ainda existe? Onde enfiaram a sentença daquele norte-americano, Francis Fukuyama, ícone endeusado pela maioria dos neocolonialistas, que, imediatamente após a queda do muro de Berlim, publicou livro decretando o fim da História?

    Nada como um dia após o outro.

    Mário SF Alves

    24 de setembro de 2014 às 13h35

Gilson

24 de setembro de 2014 às 08h43

Marina,fede.

Responder

jaide

24 de setembro de 2014 às 08h33

Lamento não recordar o nome daquele dissidente do PSB que teve dois artigos publicados pelo viomundo. Em um dos artigos, ele informou que em reunião com barões das finanças em Nova Yorque, dois nomes foram impostos ao Lula para compor seu governo: Henrique Meirelles e Marina Silva. Quando li, achei que somente fazia sentido a indicação do Meirelles. Agora, com o andar da carruagem eleitoral, mostrando ao Brasil quem é de fato a acreana, incluindo nesta descoberta informações de jornalistas estrangeiros, nenhuma ressalva à informação daquele dissidente. Talvez não seja correto afirmar que a Marina filiou-se ao PT décadas atrás. Parece mais adequado dizer que infiltrou-se no partido.

Responder

Julio Silveira

24 de setembro de 2014 às 08h25

O engraçado é que essa forte bravateira quando teve a chance de mostrar força numa área da qual foi principal representante, como ministra do governo Lula, o meio ambiente, afrouxou as pernas para a multinacional Monsanto e o contrabando de soja da Argentina, feita por produtores apoiados pela FARSUL e certamente assessorados. Ao invés de lutar pela legalidade e buscar criminalizar o ilícito, aceitou como um fato consumado a invasão desse produto no país de forma irregular.
Alguns esquecem, outros querem reescrever suas trajetórias, apagar, mas até nisso essa sra. é uma enganadora.

Responder

    Mário SF Alves

    24 de setembro de 2014 às 14h06

    Num chora não, prezado Júlio. Você não está só. Ela me enganou também.

    Por ela, naquela ocasião, eu punha minha mão no fogo. Ia queimar. E tanto que nem reconstutuição com pele transgênica iria resolver.

    O Brasil merece!

    Vai ser grande demais, vai ser tão potencialmente rico e promissor, vai. Vai enveredar pelo proibido caminho do desenvolvimento socioeconômico, vai. Vai superar o regime Casa-Grande-Brasil-Eterna-Senzala, vai. Vai com, isso, ameaçar os interesses e a geopolítica do solícito e generosíssimo Grande Irmão do Norte, vai.

    Julio Silveira

    24 de setembro de 2014 às 20h44

    Sabe, meu caro Mario, se tem uma coisa que tenho, ainda boa, é memória. E te digo, com muita sinceridade, ela não é seletiva. Muitos me decepcionaram neste PT, do qual sou apenas um simpatizante, e critico, mas não sou idiota para ignorar que o PT não são só os seus maus exemplos, são também os que tentam manter acesa a chama da dignidade na politica brasileira e esses estão lá em muito maior numero do que em seus adversarios. Que, no tempo histórico, até ontem governaram o Brasil trabalhando pela manutenção da cultura de corrupção, que querem atribuir agora aos representantes da classe trabalhadora brasileira. Como numa corrida, cujo bastão que sempre carregaram e estivesse pesando e num passe de magica transferem-no para o adversário e critico.

Marcos Oliveira

24 de setembro de 2014 às 07h21

Ela não pára, cada vez mais à direita, cada vez mais conservadora. Praticamente um Olavo de Carvalho de saias. Lamentável.

Responder

Fabio Passos

24 de setembro de 2014 às 06h58

O PiG cavalga a marina.

marina faz de tudo pelos mimos da “elite” branca e rica.

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