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Diário da Resistência

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Política

Crise, agora na Itália: Réquiem para o euro


08/11/2011 - 19h43

trecho de artigo de John Plender, no Financial Times

Reforma estrutural leva tempo. E se um governo tecnocrata tem ou não a legitimidade necessária para fazer passar as reformas realmente radicais é indiferente, especialmente se o eleitorado [da Itália] pensa que o governo está fazendo o que querem os punitivos políticos alemães. Vale a pena relembrar que o grande sucesso da Itália em gerenciar a dívida pública não se deu sob tecnocratas, mas sob um forte regime fascista depois da primeira guerra mundial.

Entre 1922 e 1926 a relação dívida do governo-PIB foi reduzida de 74,8% para 49,7%, enquanto o déficit do orçamento era eliminado. Isso coincidiu com a aniquilação de toda a oposição política ao regime de Mussolini.  A medicina fiscal também incluiu duas moratórias de fato, na forma de duas conversões para estender a maturação da dívida, em 1926 e 1934.

Se as rotas de saída forem muito difíceis, algo terá de ceder. E pode ser, em maior ou menor extensão, a própria zona do euro. Ironicamente, Angela Merkel e Nicolas Sarkozy podem ter acelerado o processo ao quebrar o tabu e se referir a possíveis saídas da zona do euro. É uma forma perfeita de encorajar a desestabilizadora fuga de capitais do sul da Europa. Talvez moratórias desordenadas e saídas da zona do euro sejam a única maneira de escapar  desta construção em forma de pesadelo, que traz tantos ecos desagradáveis do período entre guerras. Esta solução pode ser altamente perigosa. Mas seria pior que anos de deflação e torturante desemprego em todo o sul da Europa?



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36 comentários

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Pedro

13 de novembro de 2011 às 12h20

Pensemos no seguinte: aquilo que o dinheiro compra – esqueçam, por um instante, as denominações euro, dólar, real, seja qual for – existe em abundância no mundo inteiro. O que por ventura estiver faltando, por exemplo num país africano, é porque está sobrando em alguma parte do mundo. Esta riqueza que existe abundantemente no mundo não está causando nenhuma crise, muito pelo contrário. Ela pode, é o que creio, resolver a crise. Portanto, não pretendo dar nenhuma receita, soluções existem. O que a realidade parece indicar é que o acesso a essa riqueza vai ser um golpe fatal contra o dinheiro, este intermediário que não mais facilita as trocas, como postulava a Economia Política, e continuam a pensar aqueles que acham que existe crise porque não é ele o governante, ou seja, os economistas. A crise atual é significativa porque ela significa um impasse radical na produção e reprodução da vida passando pela forma mercadoria. O que vemos no mundo financeiro não é propriamente a crise do dólar ou do euro, mas a crise do dinheiro.

Responder

Claudio

12 de novembro de 2011 às 15h23

Se tudo der certo, estamos F%$$#@!

Responder

Crise, agora na Itália: Réquiem para o euro |

09 de novembro de 2011 às 13h48

[…] Viomundo – O que você não vê na mídia. Share this:TwitterFacebookLike this:LikeBe the first to like this […]

Responder

Carlos Nunes

09 de novembro de 2011 às 09h37

Klein levanta no Doutrina do Choque, fortes ajustes sociais e fiscais só são possíveis em regimes autoritários. Esse é o risco que se corre – se a Europa tiver que fazer mudanças, vai ter que ser na força.
Como diz o texto, algo tem que ceder, talvez a própria democracia.
Cada vez mais a olhos vistos o 'invisível' da mão do mercado.

Responder

    EUNAOSABIA

    09 de novembro de 2011 às 10h01

    É assim que surgem os "salvadores da pátria", os "messias""… lembra do…""eu vou mudar tudo isso que está aí?"""..

    Pois é, o caldo de cultura está dado…

    Mas no nosso caso ainda bem que ele não mudou foi nada mesmo, mudou algumas coisas para pior é verdade, mas manteve os mesmo pilares da política econômica, os programas sociais eram os mesmos, esqueceu tudo o que pregou a vida toda.

    Saludo.

Bonifa

09 de novembro de 2011 às 09h30

O que aconteceu na Grécia não foi pouca coisa. Foi simplesmente o primeiro Golpe de Estado perpetrado diretamente, sem subterfúgios, pelo próprio sistema financeiro internacional em um país europeu. O que espantou foi o pouquíssimo caso que a pseudo-democracia neoliberal fez da instituição democrática em sí, a qual foi colocada corajosamente no tablado do jogo pelo mandatário grego que caiu, justamente por este gesto. Já Berlusconi, joga segundo as regras da máfia. Ele sabe quando não será mais benvindo.

Responder

Julio Silveira

09 de novembro de 2011 às 09h12

Pelo que pude perceber por tantos apartes ao Robo, bobão, EUNÃOSABIA (que nem sabe em que país vive), ninguém conseguiu seguir a orientação de como deixar de alimentar os trolls. Mas compreendo realmente é dificil vê-los fazendo enorme esforço para serem vistos e alimentados e ninguem lhes proporcionar nem uma letra, uma letrinha para subsistência, seria muita crueldade. hahahahahahaha.

Responder

FrancoAtirador

09 de novembro de 2011 às 02h26

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Um dos jornais do PSDB de São Paulo está fazendo uma enquete sobre a sugestão

do nobre iluminado D. Ferdinand Henry Toucan (FHC, na sigla em português).

Participe, respondendo sim ou não. Tanto faz.
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Estadão
Radar Político

ENQUETE: FHC SUGERIU “YES, WE CARE” COMO SLOGAN DO PSDB. FUNCIONA?

http://blogs.estadao.com.br/radar-politico/2011/1

Responder

SILOÉ-RJ

09 de novembro de 2011 às 01h45

Com toda pompa, circunstância, MÁFIA, MÍDIA, parlamento,ouro. euro, IMPÁFIA e ARROGÂNCIA do mundo!!!
Do mais alto pedestal da DIREITA NEO-FACISTA…
CAI SÍLVIO BERLUSCONI!!! Que maravilha!!!
Pode até nos afetar financeiramente, mas a SOCIAL DEMOCRACIA está em festa por esse precioso resgate.
Enquanto isso… na maior cara de pau a DIREITA DAQUÍ:
"YES, WE CARE"!!!
Quanta imaginação!!!

Responder

    Morvan

    09 de novembro de 2011 às 09h31

    Bom dia.

    Isso mesmo, Siloé. O carcamano vai cair. Mas vão ficar outros títeres, como a Angela Merkel, Cameron e o Sarkozi, dentre outros, cachorrinhos amestrados do capital internacional.
    De qualquer modo, a queda do Berlusconi é para comemorar. E nem precisa ser com Bunga-Bunga.

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

FrancoAtirador

09 de novembro de 2011 às 00h21

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O fato é que o neoliberalismo, sob às lideranças de Reagan e Thatcher, a partir dos anos 1980,

através dos mecanismos das privatizações e da generalizada desregulamentação financeira,

que permitiu, com o descontrole das relações interbancárias globalizadas, a fuga de capitais,

sequestrou o Estado, tornando-o ingovernável, em qualquer país que o haja implementado.
.
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Responder

    SILOÉ-RJ

    09 de novembro de 2011 às 01h56

    Ai Franco!!!
    Sua cotação está alta com o "TROLHA CAPRINO!!!
    Tá com tudo e não está prosa heim!!!!

    FrancoAtirador

    09 de novembro de 2011 às 02h37

    .
    .
    Aí, SILOÉ-RJ !!!

    Como disse o insuperável Aldir Blanc:

    "O amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixões"

    Um abraço libertário.
    .
    .

    EUNAOSABIA

    09 de novembro de 2011 às 08h33

    Ei fanático, vai estudar alguma coisa rapaz, todos esses governos da Europa são de esquerda, todos eles, exceção feita à Itália de Berluscone – a quem eu invejo por seu modo de vida esbornesco, falo sério, admiro o modo que esse velho leva a vida – mas todos esses governos são de esquerda.

    A Grécia está lascada e mal paga por conta de um ministro de esquerda, foram políticas de esquerdopatas e socialistas de meia pataca que arrebentaram a Grécia, acreditava que podia aposentar um pessoa aos 48 anos de idade, bancar um SPA em suas ilhas para cada funcionário e por aí vai, enquanto na Alemanha que hoje tem que lhe dar esmolas se aposenta com 60 e pancada.

    Vai estudar velho, Inglaterra não caiu nessa lorota do Euro e privatizou o que podia.. pergunta se eles estão se lixando para esses demagogos que estão falindo???

    Esquerdopata de meia pataca é assim, prega um mundo maravilhoso onde todo mundo quer se dar bem, mas ninguém que trabalhar, todo mundo quer comer o pão que o “o outro” produz.

    Vai estudar rapaz, tu não tem menor noção do que seja uma Lei de Responsabilidade Fiscal, entra no gugou e procura saber a origem da palavra “economia” que é grega aliás…de cara vais entender a importância de uma lei assim.

    Vai estudar rapaz, não tens a menor noção que dizes.

    FrancoAtirador

    09 de novembro de 2011 às 15h00

    .
    .
    ESTE É O RESULTADO DE 30 ANOS DE NEOLIBERALISMO
    .
    .
    OS 20 PAÍSES MAIS ENDIVIDADOS DO PLANETA

    RELAÇÃO DÍVIDA/PIB

    20º. Estados Unidos – 101,1%
    Dívida (como % do PIB): 101,1%
    Dívida bruta: US$ 14,825 trilhões
    PIB de 2009 (est): US$14,66 trilhões
    Dívida per capita: US$ 48.258

    19º. Hungria – 120,1%
    Dívida (como % do PIB): 120,1%
    Dívida bruta: US$ 225,24 bilhões
    PIB de 2009 (est): US$ 187,6 bilhões
    Dívida per capita: US$ 22.739

    18º. Austrália – 138,9%
    Dívida (como % do PIB): 138,9%
    Dívida bruta: US$ 1,23 trilhão
    PIB de 2010 (est): US$ 882,4 bilhões
    Dívida per capita: US$ 57.641

    17º. Itália – 146,6%
    Dívida (como % do PIB): 146,6%
    Dívida bruta: US$ 2,602 trilhões
    PIB de 2010 (est): US$ 1,77 trilhão
    Dívida per capita: US$ 44.760

    16º. Espanha – 179,4%
    Dívida (como % do PIB): 179,4%
    Dívida bruta: US$ 2,46 trilhões
    PIB de 2010 (est): US$ 1,37 trilhão
    Dívida per capita: US$ 60.614

    15º. Grécia – 182,2%
    Dívida (como % do PIB): 182,2%
    Dívida bruta: US$ 579,7 bilhões
    PIB de 2010 (est): US$ 318,1 bilhões
    Dívida per capita: $ 53.984

    14º. Alemanha – 185,1%
    Dívida (como % do PIB): 185,1%
    Dívida bruta: US$ 5,44 trilhões
    PIB de 2010 (est): US$ 2,94 trilhões
    Dívida per capita: US$51.572

    13º. Portugal – 223,6%
    Dívida (como % do PIB): 223,6%
    Dívida bruta: US$ 552,23 bilhões
    PIB de 2010 (est): US$ 247 bilhões
    Dívida per capita: US$ 51.572

    12º. França – 250%
    Dívida (como % do PIB): 250%
    Dívida bruta: US$ 5,37 trilhões
    PIB de 2010 (est): US$ 2,15 trilhões
    Dívida per capita: US$ 83.781

    11º. Hong Kong – 250,4%
    Dívida (como % do PIB): 250,4%
    Dívida bruta: US$ 815,65 bilhões
    PIB de 2010 (est): US$ 325,8 bilhões
    Dívida per capita: US$ 115.612

    10º. Noruega – 251%
    Dívida (como % do PIB): 251%
    Dívida bruta: US$ 640,7 bilhões
    PIB de 2010 (est): US$ 255,3 bilhões
    Dívida per capita: US$ 137.476

    9º. Áustria – 261,1%
    Dívida (como % do PIB): 261,1%
    Dívida bruta: US$ 867,14 bilhões
    PIB de 2010 (est): US$ 332 bilhões
    Dívida per capita: US$ 105.616

    8º. Finlândia – 271,5%
    Dívida (como % do PIB): 271,5%
    Dívida bruta: US$ 505,06 bilhões
    PIB de 2010 (est): US$ 186 bilhões
    Dívida per capita: US$ 96.197

    7º. Suécia – 282,2%
    Dívida (como % do PIB): 282,2%
    Dívida bruta: US$ 1,001 trilhão
    PIB de 2010 (est): US$ 354,7 bilhões
    Dívida per capita: US$ 110.479

    6º. Dinamarca – 310,4%
    Dívida (como % do PIB): 310,4%
    Dívida bruta: US$ 626,1 bilhões
    PIB de 2010 (est): US$ 201,7 bilhões
    Dívida per capita: $113.826

    5º. Bélgica – 335,9%
    Dívida (como % do PIB): 335,9%
    Dívida bruta: US$ 1,324 trilhão
    PIB de 2010 (est): US$ 394,3 bilhões
    Dívida per capita: US$ 127.197

    4º. Holanda – 376,3%
    Dívida (como % do PIB): 376,3%
    Dívida bruta: $2,55 trilhões
    PIB de 2010 (est): $676,9 bilhões
    Dívida per capita: $152.380

    3º. Suíça – 401,9%
    Dívida (como % do PIB): 401,9%
    Dívida bruta: US$ 1,304 trilhão
    PIB de 2010 (est): US$ 324,5 bilhões
    Dívida per capita: $171.528

    2º. Reino Unido da Grã-Bretanha (INGLATERRA INCLUSA) – 413,3%
    Dívida (como % do PIB): 413,3%
    Dívida bruta:: US$ 8,981 trilhões
    PIB de 2010 (est): US$ 2,173 trilhões
    Dívida per capita: US$ 146.953

    1º. Irlanda – 1.382%
    Dívida (como % do PIB): 1.382%
    Dívida bruta: US$ 2,38 trilhões
    PIB de 2010 (est): US$ 172,3 bilhões
    Dívida per capita: US$ 566.756

    http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/os-20-pa

    edv

    09 de novembro de 2011 às 17h39

    Ô tolinho, quem derrubou a Europa foi exatamente este neoliberalismo desenfreado.

    Eu morei lá e sei o quanto me beneficiei da boa dose de socialismo que existia antes que a namoradinha inglesa de Reagan, com a providencial ajuda de Galtieri nas Falklands, iniciou a derrocada do povo para as empresas e a banca, com seu neoliberalismo, que começou a grassar por toda a Europa.

    Quanto ao mundo maravilhoso, quem come o pão e também tudo o mais, sem trabalhar, é exatamente a meRdiocrelite neoliberal e sua Banca.

    Tem nada a ver com economia ou com Euro.

    É a dívida com a banca, estúpido!

    Bonifa

    16 de novembro de 2011 às 19h30

    Este cara não tem noção…

_Rorschach_

08 de novembro de 2011 às 22h41

O Berlusca vai pedir o chapéu. Não vamos mais poder rir com o mais engraçado cometedor de gafes do mundo.

Aí daqui um ano chamam o velho de novo.

Não tem ninhguém melhorizinho por lá não?

Responder

pereiralopes

08 de novembro de 2011 às 22h40

Francisco, essa do seu amigo doidão é boa vamos faze-lá

Responder

EUNAOSABIA

08 de novembro de 2011 às 22h07

O cara aí manja pra caramba de economia meu… segundo ele o que vai nos livrar dessa crise é o Mercosul…faz dias que ele solta isso por aqui… o cara manja pra caramba mesmo meu….

O Uruguai é menor do que a Zona Leste, o Paraguai é um pouco maior, deve ser do tamanho Franco da Rocha, e São Paulo sozinho tem um PIB do tamanho da Argentina, se São Paulo fosse um país, estaria no G20…. mas quem vai nos salvar é o Mercosul…

A tá, não esqueçam dos BRICs, para o especialista em quase tudo, além do Mercosul, a nossa salvação está nos BRICs, manja muito ou não??? o nosso país tem afinidades culturais, geográficas, políticas e econômicas com os países dos BRICs que só vendo.. Rússia e Índia tem tudo a ver com a gente por exemplo… é meu.. o cara manja muito de economia mesmo…

Esse é da turma que acha que o Gabão vai criar uma base na superfície de Marte usando a tecnologia do plantio de mandioca da EMBRAPA….

Não substimem esses gênios, eles podem nos surpreender a qualquer momento…

O dado concreto é, e estou convencido de que, hoje em dia andamos de cabeça erguida graças ao…bla bla.

Saludos.

Responder

    TONI BORGATTO

    08 de novembro de 2011 às 22h41

    E EU QUE NEM SABIA…..

    Rodrigo Falcon

    08 de novembro de 2011 às 22h56

    Sábio passageiro do expresso caverna, tens toda razão. Me calo sob teus pés!

    desinformacaonao

    08 de novembro de 2011 às 23h50

    EUNAOSABIA, acho que o artigo original foi cortado. Nesse aqui não fala nada sobre Mercosul, fala sobre Merkel, Angela Merkel, e das atitudes dela com o Sarkozy que acusaram a Italia nesta última reunião de ter culpa nas crises, e por isso que o dito cujo que assina esse texto diz que a Itália pode vir a sair da zona do Euro.

    Passa o link aí onde tem essas informações importantes sobre o Mercosul salvar a zona do Euro.

    Mico Jagër

    09 de novembro de 2011 às 01h10

    EUNAOSABIA, como você é bem-informado! Fico com inveja quando me deparo com um ser pensante tão superior como você.

ZePovinho

08 de novembro de 2011 às 21h50

O euro não desabará.O EUNAOSABIA(com a Lei de Responsabilidade Fiscal que tira dinheiro dos governos para dar aos banqueiros ladrões)dará um jeito nessa bagaça.

Responder

    EUNAOSABIA

    09 de novembro de 2011 às 08h36

    Se a LRF não presta, por que o Doutor em coisa nenhuma não a revogou em oito anos de triste mandato.

    Vai estudar rapaz.

Francisco

08 de novembro de 2011 às 20h23

Um amigo doidão dizia que a melhor maneira de acabar com o capitalismo era todo o povo colocar a data do pagamento do cartão de crédito para o mesmo dia, feito isso passava o resto do mês comprando feito uma Paris Hilton ensandecida…

No dia de pagar o cartão, chegava lá e dizia: não pago!!!

Pelo visto meu amigo doidão não ganhou o Nobel de economia por pouco…

Responder

Roberto Locatelli

08 de novembro de 2011 às 20h08

A saída para a Europa (e para o mundo) é a estatização de tdos os bancos. Mas isso nós não leremos no Financial Times ou no Wall Street Journal.

Responder

    Lu_Witovisk

    08 de novembro de 2011 às 20h15

    Pois é Roberto, e alguém vai se propor a isso?? tomaram chá de cueca de banqueiros a vida toda…. não se importam em ver o povo à mingua.

    Luiz Moreira

    08 de novembro de 2011 às 22h45

    Roberto! O problema desta estatização seria que cortaria uma fonte de gigantescos financiamentos para a Maquina da corrupção de grande porte. A direita se preocupa com aquela corrupção do Jeitinho, como vender lugar na fila ou coisas assim. A grande, das privatizações milionarias, atingiria os caciques políticos e outros corruptos de grande porte. Por isto são favoráveis as privatizações e odeiam estatizações. Olhe DETRANS, Bancos, etc, Bem gerenciados para dar muito dinheiro para os patrões e os apaniguados da área politico-economica.

    FrancoAtirador

    09 de novembro de 2011 às 01h50

    .
    .
    Se o Brasil estatizasse o BRADESCO e o ITAU/UNIBANCO,

    resolveria o problema da dívida pública federal interna.
    .
    .

    augusto

    09 de novembro de 2011 às 09h00

    Exato, locatelli.
    Tem que ser isso ou, no minimo, a compra e estatizaçao do que restar de algumas massas falidas (bancos privados), ficando dois ou tres Bancos publicos para concorrer, sob regulaçao mais estrita.
    Todo o mundo está vendo isso.
    Mas nao vai sair no FT. nem os brits como esse vao dizer que estao imprimindo moeda como o FED.

    SILOÉ-RJ

    09 de novembro de 2011 às 12h53

    Mas quem se atreve???

    beattrice

    10 de novembro de 2011 às 15h25

    A única porta de saída, sem dúvida

Lu_Witovisk

08 de novembro de 2011 às 19h53

Ou o povo do mundo se une de uma vez e vai pro quebra-pau ou estaremos todos globalmente ferrados… quem vai morrer mais se os bancos privados quebrarem, o povo ou os grandes empresarios e banqueiros?? ta na hora de virar a mesa e chutar o balde.

Responder

    Polengo

    08 de novembro de 2011 às 22h31

    De acordo.
    Que quebrem os bancos.

    A gente precisa, inclusive, da moçada da USP.
    Eles são dos nossos.


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