Contra-manifesto: Pelo pluralismo encarnado e igualdade democrática nas universidades

Tempo de leitura: 19 min
A formatura de aluno Xavante na UFSCar mostra a importância da inclusão nas universidades públicas brasileiras. Fotos: Reprodução e arquivo pessoal

Por Conceição Lemes

Há cerca de uma semana um grupo de docentes e pesquisadores lançaram o manifesto intitulado Em defesa do pluralismo e da liberdade acadêmica.

O documento ganhou espaço tanto na mídia corporativa — Folha de S. Paulo, O Globo e Estadão – quanto em veículos de extrema direita na internet.

Só que, sob pretexto de defender o ‘’pluralismo e a liberdade acadêmica’’, o discurso do documento tem servido para legitimar ataques a políticas de inclusão, diversidade e democratização das universidades públicas brasileiras.

Em resposta, foi lançado na sexta-feira, 8/5, um contra-manifesto: Em Defesa do Pluralismo Encarnado. Pela Igualdade Democrática nas Universidades.

Trata-se de um contraponto crítico, que propõe reflexão urgente sobre os sentidos políticos em disputa dentro do ambiente universitário.

O manifesto do Pluralismo Encarnado questiona a apropriação abstrata da ideia de pluralismo por setores que denunciam uma suposta “hegemonia ideológica” nas universidades, enquanto desconsideram processos históricos de exclusão e silenciamento de grupos minorizados.

O contra-manifesto do Pluralismo Encarnado propõe outro caminho: compreender o pluralismo questionando uma neutralidade formal ou equivalência artificial entre posições.

Ou seja, uma prática concreta de convivência democrática ancorada nas experiências reais de pessoas historicamente atravessadas por desigualdades de raça, gênero, classe, território e sexualidade.

Seguem a íntegra do contra-manifesto e signatários.

Apoie o VIOMUNDO

Em defesa do Pluralismo Encarnado: Contra-manifesto pela igualdade democrática nas Universidades

“Este texto se contrapõe ao manifesto de colegas que se reuniram no Centro MariAntônia, na Universidade de São Paulo, em abril de 2026, para um seminário intitulado ‘Pluralismo e liberdade acadêmica nas universidades’.

Ao fazer este texto, buscamos amplificar o debate e escutar, na vida universitária, uma multiplicidade de vozes democráticas, assumindo uma posição declaradamente favorável à igualdade democrática. Por mais irônicos que sejam os tempos atuais, ainda é preciso falar de igualdade democrática nas universidades.

A questão que orienta este texto é a contra-argumentação a uma dinâmica sociopolítica crucial: a diferença entre um pluralismo democrático e igualitário e uma mera coleção de opiniões isoladas que, descontextualizadas de sua história e de seu tecido social, geram hostilidade e ressentimento na defesa de um pluralismo assentado na racionalidade neoliberal.

A questão nodal aqui não é apenas diagnosticar o que denominamos “pluralismo desencarnado”: um pluralismo que, ao se desvincular da história e da sociedade, não pluraliza o poder, mas multiplica o ressentimento.

Mas também argumentar acerca da liberdade acadêmica: não da liberdade abstrata, e sim da liberdade endossada pelo princípio da igualdade democrática; da liberdade que considera a história como movimento de lutas e disputas, uma aprendizagem social de longo prazo; e da ética como um conjunto de premissas que a interrogam acerca de sua busca pela igualdade de direitos.

A racionalidade neoliberal, intrincada em nossas relações, exige um esforço adicional para que sua crítica se torne mais aguda. Um de seus mecanismos mais centrais é a desconsideração histórica, ou seja, a ausência de contexto histórico em relação a uma ideia.

Desencarnar as ideias da história das sociedades resulta na perda de profundidade e de responsabilidade. Sem uma perspectiva histórica, todas as ideias parecem ter o mesmo peso e a mesma validade; por isso, parecem plurais quando, no entanto, são ideias particulares de uma comunidade bastante específica: a comunidade do ressentimento.

É nesse sentido que Wendy Brown e Melinda Cooper chamaram a atenção para uma compreensão do neoliberalismo não apenas como um conjunto de políticas econômicas, mas também como uma racionalidade governamental que incide sobre subjetividades, instituições e, sobretudo, a própria noção de petição política (BROWN, 2015; COOPER, 2017).

Ao converter cidadãos em agentes de mercado e transformar questões coletivas em preferências individuais e opiniões, o neoliberalismo produz exatamente o a-historicismo que aqui criticamos: um presente eternamente novo, descolado de qualquer movimento histórico e, portanto, incapaz de aprender e reconhecer os elementos relacionais do passado ou as conquistas arduamente construídas.

Essa desencarnação do tempo histórico tem uma consequência direta na noção de pluralismo: sem memória coletiva das lutas e dos embates políticos, o debate de ideias perde sua dimensão de responsabilidade ética e política.

A sociedade existente, resultado de longos processos históricos de luta, negociação e conquista, aparece ao olhar desencarnado e ressentido como um obstáculo irracional à “nova” ideia de um pluralismo sem igualdade democrática; e não como a sedimentação complexa do esforço humano coletivo para constituir-se como sujeito político.

O truque afetivo aqui acionado é que a desencarnação das petições e das ideias acaba por fomentar afetos políticos como o ressentimento: ao ignorar a história e suas complexidades, a comunidade de ressentidos lê a resistência das instituições e dos grupos sociais como má-fé, o embate político como aniquilação e a liberdade como mera opinião, em vez de encarar a história como o peso legítimo de uma herança compartilhada.

Em States of Injury, Brown (1995) mostra que o ressentimento pode se tornar não apenas um subproduto do pluralismo desencarnado, mas também sua própria lógica constitutiva. Relendo Nietzsche (2009), a autora desenvolve o conceito de “identidades feridas” (wounded identities): identidades políticas que se constituem em torno da dor, da vitimização e do dano sofrido.

O problema aqui não está em reconhecer o dano; ele existe, e reconhecê-lo é necessário e justo. O problema está em não compreender como a identidade passa a depender, estruturalmente, do obstáculo que a constitui como um momento intrínseco a ela, como seu próprio conteúdo.

Nesse ponto, o ressentimento deixa de ser uma reação para se tornar uma posição melancólica que instala a petição marcada pelo objeto obstaculizador: uma identidade residual da própria dor.

O sujeito do ressentimento nietzschiano formula o ‘eu’ como vítima e o ‘outro’ como culpado e, nessa operação, reproduz exatamente a lógica de poder que afirma combater. (BROWN, 1995, p. 68-69, tradução nossa)

Compreendido esse elemento constitutivo do pluralismo desencarnado, percebe-se que um debate de ideias não ancorado na responsabilidade histórica e social desliza facilmente para uma dinâmica em que grupos e comunidades não debatem mais propostas, mas agem como identidades feridas, depurando termos à luz de seus próprios interesses e se apresentando como vítimas de ataques, pois se entendem como “iluminados da liberdade acadêmica”.

É nesse contexto que a ideia de liberdade se apresenta completamente desvinculada de qualquer articulação com a igualdade, a não ser em relação de oposição.

Dar sua opinião parece ser sinônimo de liberdade de expressão; porém, como essa opinião está constituída e movida pela melancolia da ferida e pelo ressentimento, ela encarna sempre a ideia de que os direitos do outro obstaculizam os próprios direitos.

Ernesto Laclau (2005) já demonstrou que petições podem ser oriundas de posicionalidades distintas, mas, para que inaugurem um campo político e um limite às lógicas hegemônicas, elas precisam criar uma cadeia de equivalências; do contrário, como elementos soltos e livres, alimentam e solidificam cada vez mais as hegemonias hierárquicas dos direitos como se fossem privilégios.

Pode-se apreender, portanto, a dimensão propriamente política como parte de nossa contraposição: o ressentimento é, antes de tudo, uma renúncia à ação. A comunidade do ressentimento não age: ela reage, imputa e acusa.

É por esse caminho que um pluralismo robusto e democrático deverá se contrapor, assumindo a posição de que, sustentado pela história, pelo compromisso entre os e as participantes e pela ética da liberdade democrática, transforma a disposição para o conflito em deliberação, a dor do dano em demanda por equivalência e o afeto arruinador em projeto coletivo.

A ausência desse pluralismo da igualdade democrática, de um ‘nós’ histórico e social, produz a sensação de que a crítica ou o fracasso de uma ideia seja percebido como afronta pessoal, cancelamento virtual, interrupção forçada ou agressão, e não como parte de um processo complexo de embates e disputas no campo político.

Sem a mediação do coletivo e da história, o dissenso vira ofensa e a política, julgamento moral. O que se vê de fato é que muitos e muitas colegas que advogam pelo pluralismo desencarnado, o manifesto assinado que tomamos aqui como ponto crítico é um bom exemplo, em verdade são confrontados pelo debate público, este sim plural, recheado por vozes nunca escutadas anteriormente, tidas como incapazes, ruídos inescrutáveis, corpos não reconhecidos, experiências descartadas, quando não patologizadas e criminalizadas, e que agora são legítimas de reconhecimento, participação e consideração nas inúmeras arenas de embate.

Não por outros motivos, a comunidade ressentida passa a reivindicar ordenamentos e arbitragens normativas já em disputa, exigindo condenações e exclusões como se fossem opiniões livres e legítimas. Argumenta por crimes e exclusivismos exatamente porque, desencarnada da história e ressentida pela dor da melancolia, apresenta-se como defensora de uma suposta neutralidade do método e da ciência em pleno século XXI.

Advogar pela neutralidade institucional é o mesmo que negar a própria história: quando as instituições universitárias foram neutras? Enquanto dominadas por um certo grau de elitismo e por um sentido iluminista, as chamadas posições vanguardistas não tinham uma posição política definida?

Um debate socialmente engajado exige compromisso ético, empatia pela diferença e a busca pelo alargamento democrático da igualdade: o bem comum não é mais definido por uma elite que se julga iluminada e intelectual, mas pela cidadania.

O pluralismo desencarnado, ao contrário, promove a “opinião” como direito absoluto e irredutível, sem o dever correspondente de engajamento prático e de consideração pelas consequências coletivas.

Mais do que isso, o pluralismo desencarnado entende a petição da diferença como ameaça à própria identidade, percebe a luta do outro como luta contra si e instala, portanto, uma nova forma de disputar: simular o embate em defesa do plural contra o pluralismo para preservar a permanência da hierarquia social.

É aqui, contudo, que esse liberalismo esvaziado tenta instalar uma comunidade de bem comum aparentemente neutra — como defende o manifesto dos e das colegas reunidos no Centro MariAntônia.

Esse tipo de apelo ao “bem comum” ou à “comunidade neutra” normalmente envolve exclusões, diversas homogeneizações e novas formas de opressão, especialmente quando o bem comum é definido a partir de uma identidade dominante que se apresenta como universal, legítima e representativa (BROWN, 2019).

É preciso cuidado com esse tipo de liberalismo. Pode ser, ele sim, bastante autoritário, porque insensível às desigualdades. Essa tensão nos obriga a precisar: qual pluralismo encarnado estamos propondo? Um pluralismo que sustente a igualdade democrática e, ao defender o bem comum e a liberdade, o faça a partir da história de seu tempo, encarnada na igualdade e na democracia constitucional das lutas sociais.

Posição: Por um Pluralismo Encarnado

A síntese entre o diagnóstico do pluralismo desencarnado como produtor de ressentimento e a crítica à petição neoliberal permite formular uma proposição mais robusta: o pluralismo de ideias só é construtivo quando encarnado em três dimensões simultaneamente (BROWN, 2015): a história, a sociedade e a ética.

Primeiro, encarnado na história: as ideias precisam ser avaliadas à luz de sua trajetória, de seus antecedentes e de suas consequências no tempo. Sem memória e aprendizagem históricas, o debate se torna um eterno presente de opiniões pseudo-equivalentes, incapaz de distinguir o que foi tentado, o que falhou e o que ainda não foi realizado.

Segundo, encarnado na sociedade: as ideias precisam ser testadas pelo crivo da realidade coletiva, mediadas por instituições constitucionais e democráticas que transformem o conflito em deliberação e a diferença em proposta. O demos não é dado — ele é construído laboriosamente por meio de práticas políticas que reconhecem tanto a igualdade quanto a diferença como momentos decisivos dos parâmetros do pluralismo democrático e da liberdade de cátedra.

Terceiro, encarnado na ética responsável: a liberdade de opinião, para não se tornar monólogo ressentido, exige o dever correspondente de engajamento, de se deixar transformar pelo argumento, de reconhecer o outro como interlocutor legítimo, de aceitar que a rejeição de uma ideia não é uma afronta pessoal, mas parte da vida democrática, e de compreender que as desigualdades não podem ser a garantia da validade de uma suposta opinião livre.

A história, a sociedade e a ética responsável devem ser nossos árbitros para uma universidade livre, plural e de direitos equivalentes. Admitir que as universidades são hoje as pontes necessárias entre distintos e legítimos centros e contextos de pensamento e saberes nos parece fundamental para alargar os sentidos do reconhecimento da diferença e a radicalidade dos sentidos da igualdade.

Esse tripé da encarnação, histórica, social e ética é o que distingue o pluralismo democrático do mercado de ressentimentos em que a política contemporânea frequentemente tem sido convertida e depurada. Sem demos, sem história, sem responsabilidade ética, o pluralismo reivindicado pelo manifesto dos e das colegas reunidas no Centro MariAntônia não liberta: apenas multiplica as feridas e legitima ainda mais as hierarquias sociais da desigualdade entre nós.

Somos, portanto, aqui, pelo pluralismo radicalmente baseado na igualdade democrática, aquele que reconhece que a história, a sociedade e a ética responsável alteram as condições discursivas institucionais, e que estas alterações exigem cuidado democrático e elegância crítica para que a liberdade possa ser radicalizada nos parâmetros da igualdade democrática. Se a liberdade de expressão já não é o direito de dizer qualquer coisa sobre qualquer coisa, inclusive de insultar ou agredir verbalmente, a liberdade acadêmica exige um ônus argumentativo muito maior.

Reconhecer que novas vozes no mundo acadêmico e outras formas de produção de conhecimento e saberes são legítimas implicará, sem dúvida, rever qualquer ideia abstrata, supostamente neutra e cinicamente iluminada de liberdade.

Referências

BROWN, Wendy. States of Injury: Power and Freedom in Late Modernity. Princeton: Princeton University Press, 1995.

BROWN, Wendy. Undoing the Demos: Neoliberalism’s Stealth Revolution. New York: Zone Books, 2015.

BROWN, Wendy. In the Ruins of Neoliberalism: The Rise of Antidemocratic Politics in the West. New York: Columbia University Press, 2019.

COOPER, Melinda. Family Values: Between Neoliberalism and the New Social Conservatism. New York: Zone Books, 2017.

LACLAU, Ernesto. On Populist Reason. London: Verso, 2005.

NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral: uma polêmica. Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. [1887]

ASSINAM ESTE CONTRA-MANIFESTO

Ada Beatriz Gallicchio Kroef – UFC

Adelina De Oliveira Novaes – UNICID

Adiara Pereira – AVD

Ágnes Cristina Da Silva Pala – UniLaSalle /
UERJ

Alan Brasileiro De Souza – UFAL

Alan Rebouças Pereira – UFBA

Alan Silvio Ribeiro Carneiro – UNIFESP

Alana Fagundes Valério – USP / F. Anhanguera

Alamo Pimentel – UFSB

Alberto Calil Elias Junior – UNIRIO

Alberto Edmundo Fabricio Canseco – UFMG

Ale Attia – USP | RNB+B

Alef Diogo Da Silva Santana – UFPB

Alexandre Bortolini – ABETH

Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia – UFMG

Alexandre Nunes De Sousa – UFCA

Allan Kardec Da Silva Pereira – UFFS

Aline Correia Antonini – UFGD

Aline Passos De Jesus Santana – FD 8 de
Julho

Alinne Bonetti – UFSC

Alisson Cruz Soledade – UFAM

Amanda Cristina Danaga – UEMS

Amanda Muniz Oliveira – UFJF

Amanda Dos Santos Moura – PPGCOM/UFF

Amana Rocha Mattos – UERJ

Ana Carênina De Albuquerque Ximenes – IFCE

Ana Carolina De Morais Colombaroli – UNESP

Ana Carolina Marsicano – FUNDAJ

Ana Claudia Rodrigues De Oliveira – UEL

Ana Cristina Teodoro Da Silva – UEM

Ana De Medeiros Arnt – UNICAMP

Ana Karina Moutinho Lima – UFPE

Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer – FFLCH-USP

Ana Luiza Pacheco E Silva – FAUD-USP

Ana Maria Jacó-Vilela – UERJ

Ana Maria Veiga – UFPB

Ana Paula Da Silva – UFF

Ana Paula Dos Santos – UFT

Analice De Lima Palombini – UFRGS

Analice Paron De Silva – UFSCar

Anabelle Carrilho – UNB

Anaxsuell Fernando Da Silva – UNILA

Anderson Antonio Horta – UEMG

Anderson Dall Agnol – IFRS

Anderson Lopes Da Silva – Chula U. (Thailand)

Andrea Moraes Alves – UFRJ

André Brasil – UFMG

André Luis Mitidieri – UESC

André Rocha Rodrigues – UEM

Andréa Mara Macedo – UFMG

Andre De Lemos Freixo – UFOP

Angela Cristina Salgueiro Marques – UFMG

Angelina Pandita Pereira – UFBA

Anita Leocadia Pereira Dos Santos – UFPB

Anna Carolina Horstmann Amorim – UEMS

Anna Cristina Rodopiano De Carvalho Ribeiro –
USP / UNESP

Anna Luiza Martins De Oliveira – UFPE

Anna Paula Da Silva – UFBA

Anna Paula Uziel – UERJ

Anna Paula Vencato – UFMG

Anne Freire Farias – FMU

Antonella Galindo – UFPE

Antônio Augusto Lemos Rausch – UFMG

Andityas Soares De Moura Costa Matos –
UFMG

Andreza Cristina Mantovani – PMM

Arquivo Lésbico Brasileiro – ALB

Aron Giovanni Alves De Oliveira – FGV –
CPDOC

Arthur Antunes De Souza Pinho – ISC-UFBA

Arthur Alves De Oliveira Silva – UFMG

Arthur Fontgaland – I. Matizes

Arthur Oliveira Dos Anjos – UFRJ

Associação Brasileira De Estudos Da Trans-
Homocultura – ABETH

Augusto Platini Menna Barreto Gomes – UFPR

Aureliano Lopes Da Silva Junior – UFRRJ

Bárbara Araújo Machado – UERJ

Bárbara Castro – UNICAMP

Beatriz Bento Gargano – UNB

Beatriz Borges Brambilla – PUC SP

Beatriz Nader – UFES

Beatriz Segall – UFG

Beatriz Siqueira Coutinho Suassuna – UEPB

Beatriz Dos Santos Landa – UEMS

Benedito Medrado – UFPE

Benito Bisso Schmidt – UFRGS

Berenice Bento – UNB

Bernardo Ordoñez – UFBA

Bernardo Tymburibá Elian – UFMG

Breno De Oliveira Ferreira- UFAM

Bruna Andrade Irineu – UFMT

Bruna Benevides – ANTRA

Bruna Quinsan Camargo – UFSCar

Brunello Souza Stancioli – UFMG

Bruno Lutianny Fagundes Monção –
Unimontes /UFU

Bruno Nascimento De Souza – UERJ

Caio Dayrell Santos – UFMG

Caio Maximino De Oliveira – UFPA / UNIFESSPA

Caio Tedesco – UFRGS

Camila Augusta Dos Santos – FIOCRUZ

Camila Mainardi – UFG

Camila Salvatore Condini – Cidadã

Camila Silva Nicácio – UFMG

Camila Soares Lippi – UNIFAP

Camilla De Magalhães Gomes – UFRJ

Candida Maria Bezerra Dantas – UNB

Carla Curty – UFRJ

Carla Freitas Dos Reis – NUCUS

Carlos Alberto De Carvalho – UFMG

Carlos Augusto Mello Machado – UNB

Carlos Henrique Bem Gonçalves – UFSC

Carlos Henrique Cerezer Machado – PPGAS-
UFRGS

Carlos Henrique De Lucas – UFOB

Carlos Humberto Ferreira Silva Júnior- UFLA

Carlos Wellington Soares Martins – UFMA

Carlos Zacarias F. De Sena Júnior – UFBA

Carolina Albornoz Costa – UFRGS

Carolina Bonomi – UNICAMP

Carolina Iara – USP / ALESP

Carolina Parreiras – USP

Carolyne Reis Barros – UFMG

Carly Machado – UFRRJ

Cecilia Izidoro – UFRJ

Célia Regina Rossi – UNESP (RC)

Celine Verissimo – UNILA

Céu Cavalcanti – UFRJ

César Geraldo Guimarães – UFMG

Charbel Niño El-Hani – UFBA

Christian Gustavo De Sousa – UERJ

Claudia Lago – USP

Claudia Wasserman – UFRGS

Clovis Roberto Zimmermann – UFBA

Cláudia Mesquita – UFMG

Cláudia Pereira Vianna – USP

Clóvis Frederico Ramaiana Moraes Oliveira –
UEFS

Coletivo Trans João W. Nery-FND/UFRJ –
CTJWN-FND/UFRJ

Cristiana Gonçalves Da T – UNIFESP (BS)

Cristiane Kerches – USP

Cristiane Maria Marinho – UECE

Cristina Scheibe Wolff – UFSC

Cristina T. Ribas – UFSM

Cristiano Rodrigues – UFMG

Daliana Cristina De Lima Antonio – Unimontes

Dandara Camélia Da Silva Domingues – UNESP

Daniel Abs – USP

Daniel Dantas Lemos – UFRN

Daniel Kerry Dos Santos – UDESC

Daniel Maurício De Aragão – UFBA

Daniel Mazzaro Vilar De Almeida – UFU

Daniel Vasconcelos De Araujo – UERJ

Daniela Felix – UNB

Daniele Filgueiras – UFF

Daner Silva Martins – IFRS

Danielly Jardim Milano – UFRGS

Danielle Tega – UFG

Danilo Sales Do Nascimento França – UFF

Danusa Marques – UNB

Daisy Cordeiro Dos Santos – UFBA

Dayana Melo – USP

Dayane Do Carmo Barretos – UFMG

Débora Augusto Franco – UERJ

Degenera – UERJ

Deise Monica Medina Silveira – IFBA

Deivison Faustino – USP

Dennis De Oliveira – USP

Denise Carreira – USP

Denise Coutinho – UFBA

Diego Arthur Lima Pinheiro – UEFS

Diego Nunes – UFSC

Diogenes Cariaga – UEMS

Diósnio Machado Neto – USP

Dom Condeixa – UNIFESSPA

Dominique Macedo – UFPR

Douglas Roque Andrade – USP

Edivan Marcelo Canto Da Silva – UEPA

Eduardo Januário – USP

Eduardo Leal Cunha – UFS

Eduardo Rocha Lima – UFBA

Edilene Coffaci De Lima – UFPR

Ela Wiecko De Castilho – UNB

Elenita Pinheiro De Queiroz Silva – UFU

Elias Ferreira Veras – UFAL

Elizabete Franco Cruz – USP

Elizabete Pellegrini Garcia – UFSCar

Emerson Erivan De Araújo Ramos – UFT

Erica Renata De Souza – UFMG

Estefânia Maria De Queiroz Barboza – UFPR

Evandro Cruz Silva – UNICAMP

Evelyn Caroline Silva – FFLCH-USP

Ezequias Cardozo Da Cunha Júnior – UFU

Éberton Da Costa Moreira – UFSCar

Érico Oliveira De Araújo Lima – UFMG

Fabiana Cristina Severi – FDRP-USP

Fabiane Framento Martinazzo – UFRGS

Fabricio Vieira Monteiro – USP

Fábio Baqueiro Figueiredo – UFBA

Fábio Figueiredo Camargo – UFU

Fábio Henrique Lopes – UFRRJ

Felipe Milanez – UFBA

Felipe Paes Piva – USP

Felipe Salvador Grisolia – UERJ

Felipe Viero Kolinski Machado Mendonça –
UFMG/UFOP

Fernanda Capibaribe Leite – UFPE

Fernanda Marciano – UFSCar

Fernanda Spanier Amador – UFRGS

Fernando Cássio – USP

Fernando Gabriel Lopes Cavalcante – UEFS

Fernando Monteiro Camargo – UNICAMP

Fernando Pocahy – UERJ

Fernando Rabossi – UFRJ

Fernando Santana De Paiva – UFJF

Flavia Teixeira – UFU

Flávio Alves Da Silva – UMC

Flávia Bulegon Pilecco – UFMG

Flávia Máximo – UFOP

Francirosy Campos Barbosa – USP

Frankie Oliveira Da Silva Cruz – UFU

Frederico Almeida – UNICAMP

Frederico Alves Costa – UFAL

Frederico Salmi – UFRGS

Frederico Viana Machado – UFRGS

Gabriel Linares Fernandes Da Conceição –USP

Gabriel Francisco Mota Batista – UNIR

Gabriela Junqueira Calazans – USP

Gabrielle Gusmão – FAUUSP

Gabrielle Weber – USP

Genio Nascimento – Intercom

Gisele Gaigher Ferreira – EACH-USP

Gisele Guimarães Cittadino – PUC-Rio

Glauco B. Ferreira – UFG

Grazielly Alessandra Baggenstoss – UFSC

Grégori Lucas Dias Da Silva – IDP

Guilherme Da Rocha Campos – UFMG

Guilherme Djrdjrjan Santos – USP (FFLCH)

Guilherme Gomes Ferreira – UFRGS

Guilherme Neiva Souza – USP

Guilherme Pessatti Do Couto – UFSCar

Guilhermo Aderaldo – UNESP

Gustavo Do Amaral Loureiro – CRB / KCL

Gustavo Gilson Oliveira – UFPE

Gustavo Lucena Padilha – UNICAMP

Hailey Kaas – USP

Hanna Oliveira – USP

Haroldo Loguercio Carvalho – UFRN

Hayaldo Copque Fraga De Oliveira – UESB

Helena Moraes Cortes- UFSC

Heloisa Buarque De Almeida – USP

Henry Chinaski Ramalho Dos Santos – UFPB

Henry Germuts Paulo – USP

Henrique Araújo Aragusuku – USP/CEBRAP

Henrique Caetano Nardi – UFRGS

Henrique Da Costa Silva – UNILAB

Hígor Kleizer De Oliveira Moreira – UNICAMP

Hilton Luis Alves Filho – UFPEL

Hugo Menezes Neto – UFPE

Iacy Maia Mata – UFBA

Iago Henrique Fernandes De Sousa Moura –
UFPB

Iasmin Emmanuel Souza Dos Santos Rodrigues
– UNB / Fiocruz

Ícaro Melo – UFG

Igor Souza De Abreu – UENF

Inês Hennigen – UFRGS

Indiara Launa Teodoro Da Silva Lima – UFRPE

Ingrid Leão – UEMS

Iracélli Da Cruz Alves – SEC-BA

Isabel Fernandes De Oliveira – UFRN

Isadora Lins França – UNICAMP

Isadora Machado – UFBA

Ivan Maia De Mello – UFBA

Ivanilda Figueiredo – FD-UERJ

Ive Rubini – USCS

Jacqueline Magalhães Alves – UFLA

Jacqueline Moraes Teixeira – USP

Jade Novaes De Figueiredo – UNICAMP

Jáder Ferreira Leite – UFRN

Jaqueline Gomes De Jesus – IFRJ

Jaqueline Tittoni – UFRGS

Jeffrey Aislan De Souza Silva – UPE

Jefferson Gustavo Dos Santos Campos –
UNEAL

Jessyca Pacheco Pozzi – UNB

Jéssica Elaine Moreira Sampaio – UFES

Jéssica Lucas Vieira Campos – EACH – USP

Jéssica Melo Rivetti – USP

Jimena De Garay Hernández – UERJ

Jinx Vilhas – UNICAMP

Joana Maria Pedro – UFSC

Joana Ziller – UFMG

Joao Manuel De Oliveira – ISCTE-IUL

Joanna Leoni – UDESC

João Bardy – UFRJ

João Otávio Galbieri – IUPERJ-UCAM

João Paulo De Lorena Silva – UFAL

João Paulo Gugliotti – FMUSP

João Vitor Vakiuti – UFPR

Jonatan Damasceno Alves De Menezes – UEG

Joni Magalhães Pinto – SEEDUC-RJ

Jorge Lyra – UFPE

José Alex R Soares – PUCCAMP

José Alves De Freitas Neto – UNICAMP

José Baptista De Mello Neto – UEPB / UFPB

José Carlos Teles Soares – UFAL

José Fernando Andrade Costa – UEFS

José Francisco Dos Passos Neto – UFRN

José Luiz Alves Neto – UNIFAL

José Marcelo Matos De Almeida Filho – UEFS

José Miguel Nieto Olivar – USP

José Ricardo Vieira Neto – UFSC

José Rodrigo Rodriguez – UNISINOS / CEBRAP

Josimara Delgado – UFBA

Jocy Meneses Dos Santos Junior – UFG / MPI

Joyce Alves Da Silva – UFRRJ

Joyce Muzi – IFPR

Juarez Guimarães Dias – UFMG

Juliana Aggio – UFBA

Juliana De Farias Mello E Lima – UERJ

Juliana Do Prado – UEMS

Juliana Jayme – PUC MINAS

Juliana Soares Gonçalves – UFAM

Juliana Sousa Feitoza – UNB

Juliano Barros Dalmas – UFRGS

Júlia De Moura Martins Guimarães – UFMT

Júlio Ernesto Souza De Oliveira – U. Paris-
Saclay / UND

Karina Gomes Barbosa – UFOP

Katia Maheirie – UFSC

Kelly Leticia Da Silva Sakata – UEMS

Kenia Soares Maia – UERJ

Kleber Amancio – UFRB

Kleber José Fonseca Simoes – UNEB

Laiz Chohfi – USP

Lara Roberta Rodrigues Facioli – UFPR

Larissa Mazuchelli – UFU

Larissa Peixoto Vale Gomes – U. Edimburgo

Larissa Pelúcio – UNESP

Lauri Miranda Silva – IFRS

Lauren Suzana Rodrigues – UFRGS

Leandro Colling – UFBA

Leandro Franklin Gosdorf – UFPR

Lenio Luiz Streck – UNISINOS / UNESA

Leonardo De Oliveira Fontes – UNICAMP

Leonardo Dos Passos Miranda Name – UFBA

Leonardo Lemos De Souza – UNESP

Leonardo Santos Amâncio Cabral – UFSCar

Lia De Mattos Rocha – UERJ

Lia Vainer Schucman – UFSC

Lia Zanotta Machado – UNB

Liliam Deisy Ghizoni – UFSC

Livia De Tommasi – UFMG

Lorena Mochel – UFRRJ

Lorenzo Dos Santos Konageski – UNB

Luciana Boiteux – UFRJ

Luciana De Oliveira – UFMG

Luciana Ferreira Barcellos – UERJ

Luciana Leila Fontes Vieira – UFPE

Luciana Mourão Cerqueira E Silva – UERJ

Luciano Batista De Oliveira – UNICAMP

Luciano Bedin Da Costa – UFRGS

Lucci Del Santos Laporta – TRAFEM

Lucas Amaral De Oliveira – UFBA

Lucas Araujo Chagas – UEMS

Lucas De Almeida Pinheiro – UEM

Lucas Martins De Oliveira – URCA

Lucas Pereira Rezende – UFMG

Luís Celestino – UFCA

Luiz Alex Silva Saraiva – UFMG

Luiz Felipe Batista Morato – UNB

Luiz Fernando Ferreira Nasta – UFMG

Luiz Fernando Prado Uchôa – UNIP

Luiz Manoel Lopes – UFCA

Luppiter Dos Santos Sales Silva – UFF

Lux Ferreira Lima – UNICAMP

Lygia De Sousa Viégas – UFBA

Maíra Kubik – UFBA

Maíra Spanghero Ferreira – UFBA

Marcela Da Silva Canto Bastos – UFRRJ

Marcelo Andrade Cattoni De Oliveira – UFMG

Marcelo Bloizi Iglesias – UEFS

Marcelo De Troi – USP (EACH)

Marcelo Sousa Da Silva – Aquatrans

Marcelo Träsel – UFRGS

Marcia Cristina Barbosa – UFRGS

Marco Antonio Torres – UFOP

Marco Aurélio Máximo Prado – UFMG

Marco José De Oliveira Duarte – UFJF

Marcos Lopes De Souza – UESB

Marcos Nascimento – FIOCRUZ

Marcos Ribeiro Mesquita – UFAL

Marcos Roberto Vieira Garcia – UFSCAR

Marcos Vinícius Brunhari – UERJ

Marcus Antônio Assis Lima – UESB

Marcus Paulo Da Silva Conceição – SEDUC

Marcus Santos De Sousa – UESPI

Margareth Diniz – UFOP

Maria Aparecida Moura – UFMG

Maria Beatriz Barreto Do Carmo – UFBA

Maria Cecilia Sousa De Castro – UFF

Maria Clara Araújo – USP

Maria Cláudia Novaes Messias – UERJ

Maria Consuelo Passos – UNICAP

Maria Cristina Cavaleiro – UENP

Maria Cristina Vicentin – USP

Maria De Lourdes Fernandes Silva – UFG

Maria Elisa Máximo – UDESC

Maria Fernanda Salcedo Repoles – UFMG

Maria Gislene Carvalho Fonseca – UFMA

Maria Helena Lopes Sant’Ana – UFRGS

Maria Helena Silva Soares – UERJ

Maria Izabel Souza Ribeiro – UFBA

Maria Luísa Jimenez Jimenez – UEL

Maria Ribeiro – USP

Maria Rita De Assis Cesar – UFPR

Maria Rita Drumond Viana – UFOP

Mariana Esteves – UFMS

Mariana Menezes Marcondes – USP

Mariana Petry Cabral – UFMG

Mariana Ramalho Procópio – UFV

Mariane Pisani – UFPI

Marina Assis Pinheiro – UFPE

Marina Duarte – UFMG

Marina Pinheiro De Campos – USP – EACH

Marisa Dantas Do Rego Barros – USP

Marivete Gesser – UFSC

Marlise Matos – UFMG

Marluce Dias Fagundes – UFRGS

Marlene Souza Dos Santos – UENF

Marília Moschkovich – USP

Marilia Velardi – USP

Mário Augusto Pedroso Carneiro –
PPGCS/IFCH/UNICAMP

Marta Gouveia De Oliveira Rovai – UNIFAL

Mary Garcia Castro – UFBA (Aposentada)

Mary Sandra Carlotto- UNB

Matheus Henrique Da Silva Martins – USP

Matheus Lucas Vieira – UFF

Matheux Schwartzmann – UNESP

Maurício Donavan Rodrigues Paniza – UFSCAR

Maurício João Vieira Filho – UFLA

Mayara Balestro – UFJF

Márcia Car – USP

Márcia Freitas – UFBA

Marcelo Da Silva Campos – IFBA

MentalTrans – CNPq/UFSC

Michele Escoura – UFPA

Michele Schultz – USP

Michelle Barbosa Agnoletti – UFPB

Miguel Rodrigues De Sousa Neto – UFMS

Milena Da Rosa Silva – UFRGS

Miranda Benez – UNICAMP

Moisés Lino – UFBA

Monica Jones Costa – UFSCAR

Murillo Da Silva Castro – UFBA

Murillo Medeiros Carvalho – UFBA

Mônica De Melo – PUC-SP

Mônica Saldanha Coelho – UFSC

Míriam Cristiane Alves – PPGPSI / UFRGS

Natália Sátyro – UFMG

Natalia Lago – UNIRIO

Natalia Pietra Méndez – UFRGS

Naywá Moura Carvalho – UFPE

Nealla Valentim Machado – UFMT

Neuza Maria De Fátima Guareschi – UFRGS

Nilcelio Sacramento De Sousa – UFT

Núcleo De Práticas Sociais, Estética E Política
– NUPRA / UFSC

Pablo Assumpção Barros Costa – UFC

Pablo Moreno Fernandes – PUC Minas

Pacor – UNESP

Patricia Pavesi – UFES

Patricia Porchat – UNESP

Patrícia Izar – USP

Patrícia Valim – UFBA

Paula Costa Nunes De Carvalho – USP

Paula Regina Costa Ribeiro – FURG

Paula Sandrine Machado – UFRGS

Paula Silveira-Barbosa – UFMG

Paulo Carim Bevilacqua – UFRGS

Paulo César García – UNEB

Paulo Henrique De Queiroz Nogueira – UFMG

Paulo Iotti – UNISANTA / UNIFIEO

Paulo Victor Leite Lopes – UFRN

Paulo Vitor Guedes De Souza – Fiocruz / U.Leeds

Pedro Lopes – USP

Pedro Paulo Gastalho De Bicalho – UFRJ

Phellipy Jácome – UFMG

Priscila Evelin De Carvalho Penna – UFRJ

Pyetro Bellon De Oliveira – UFRGS

Raabe Cesar Moreira Bastos – UFMG

Rafael Alessandro De Matos Andrade – UFVJM

Rafael De Tilio – UFTM

Rafael França Gonçalves Dos Santos – UFSB

Rafael Machado Saldanha – UFRR

Rafael Dos Santos Reis – UNOESTE

Ramon Reis – UEPA

Raquel Guzzo – PUCCAMP

Raul Nunes – UFF

Ravi Xavier Gorman – PUC-Rio

Regiane Lorenzetti Collares – UFC

Regina Facchini – UNICAMP

Renan Quinalha – UNIFESP

Renan Vieira De Santana Rocha – UNIFESP

Renata Lucena Gribel – UFBA

Revista Estudos Transviades – Rev. Estudos
Transviades

Ricardo Avalone Athanásio Dantas – IFPA

Ricardo De Mattos Russo Rafael – UERJ

Ricardo Dias De Castro – UFBA

Ricardo Dos Santos Batista – UFBA

Rita De Cassia Cidreira De Jesus – FVC

Roberto Calazans – UFSJ

Roberto Efrem Filho – UFPE

Roberto Marques – URCA

Roberta Liana Damasceno Costa – UFPE

Robson Aparecido Da Costa Silva – UFMG

Rodolfo Rodrigues De Souza – UERJ

Rodrigo Borba – UFRJ

Rodrigo Otávio Moretti Pires – UFSC

Rodrigo De Azevedo Weimer – UFRGS

Rogério Diniz Junqueira – INEP

Ronald Canabarro – UFRJ

Rose De Melo Rocha – GP Juvenália

Rossana Brandão Tavares – UFF

Ruana Michela Santos Cardoso – UFS

Rudson Adriano Rossato Da Luz – UCS

Rui Harayama – UFOPA

Rômulo Lopes Da Silva – UNESP

Sabrina Deise Finamori – UFMG

Samira Safadi Bastos – UFBA

Sandra D. Torossian – UFRGS

Sandra Simone Pacheco – UNEB

Sara Wagner York – UNESP / FAPESP

Saulo Daniel Campos De Oliveira – IFBA

Sean Purdy – USP

Sérgio Aboud – UFF

Sherloin Schultz – IdEM-UFE

Shirlei Rezende Sales – UFMG

Silvana Nascimento – USP

Silvia Aguião – AFRO-CEBRAP / UEMA

Silvia Badim Marques – UNB

Simone Brandão Souza – UFRB

Simone Mainieri Paulon – UFRGS

Solluá Borges De Souza – UNICAMP

Sonia Corrêa – SPW-ABIA

Sônia Caldas Pessoa – UFMG

Stella Maria Leal Bastos Senes – UFBA

Steyce Dayane Lopes – UFPR

Sylvia Gemignani Garcia – FFLCH-USP

Talita Fabiano De Carvalho – UNESP (Assis)

Tamires Ferreira Coêlho – UFMT

Tânia Ferreira Rezende – UFG

Tânia Vasconcelos – UNEB

Tatiana Minchoni – UFSC

Tatiane Maíra Klein – USP

Tathiana Cristina Da Silva Anízio Cassiano –UDESC

Telma Low – UFAL

Thais Farias Lassali – UNICAMP

Thais Gava – FCC

Thaís Seltzer Goldstein – UFBA

Thiago Da Silva Azevêdo Reis – FSS

Thiago Emanoel Ferreira Dos Santos – TRACC-UFBA

Thiago Ranniery – UFRJ

Ticiano Jardim Pimenta – Unifran

Tonantzin Ribeiro Gonçalves – UFCSPA

Unai Tupinambás – UFMG

Valentini Petrovsky Ferreira Silva Dos Santos –UFES

Vanessa Andrade De Barros – UFMG

Vanessa Cardozo Brandão – UFMG

Vanessa Leite – UNIFESSPA

Vanessa Sander – UFMG

Vânia Vasconcelos – UNEB

Vera Karam De Chueiri – UFPR

Vi Grunvald – USP

Victor Rodrigues Alves – USP

Vinicius Anciães Darriba – UERJ

Vinícios Kabral Ribeiro – UFRJ

Vinícius Sawczenko Morais Provazzi – UFG

Virginia Helena Ferreira Da Costa – FFLCH-USP

Vitor Luiz Pacheco Morgado – UFPR

Vitoria Ribeiro Rodrigues Mesquita – UECE

Vítor De Souza Costa – PUC-Rio

Viviane Mattar – UERJ

Wallace Matos Da Silva – IFBA

Yan Gabriel Farias Do Ó – UFPE

Yuri Fraccaroli – UCSB/A. Bajubá

Yuri Michel – UNIASSELVI

Zuleica Pretto – UFSC

Apoie o VIOMUNDO


Siga-nos no


Comentários

Clique aqui para ler e comentar

Nenhum comentário ainda, seja o primeiro!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


Leia também