Contra-manifesto: Pelo pluralismo encarnado e igualdade democrática nas universidades
Tempo de leitura: 19 min
Por Conceição Lemes
Há cerca de uma semana um grupo de docentes e pesquisadores lançaram o manifesto intitulado Em defesa do pluralismo e da liberdade acadêmica.
O documento ganhou espaço tanto na mídia corporativa — Folha de S. Paulo, O Globo e Estadão – quanto em veículos de extrema direita na internet.
Só que, sob pretexto de defender o ‘’pluralismo e a liberdade acadêmica’’, o discurso do documento tem servido para legitimar ataques a políticas de inclusão, diversidade e democratização das universidades públicas brasileiras.
Em resposta, foi lançado na sexta-feira, 8/5, um contra-manifesto: Em Defesa do Pluralismo Encarnado. Pela Igualdade Democrática nas Universidades.
Trata-se de um contraponto crítico, que propõe reflexão urgente sobre os sentidos políticos em disputa dentro do ambiente universitário.
O manifesto do Pluralismo Encarnado questiona a apropriação abstrata da ideia de pluralismo por setores que denunciam uma suposta “hegemonia ideológica” nas universidades, enquanto desconsideram processos históricos de exclusão e silenciamento de grupos minorizados.
O contra-manifesto do Pluralismo Encarnado propõe outro caminho: compreender o pluralismo questionando uma neutralidade formal ou equivalência artificial entre posições.
Ou seja, uma prática concreta de convivência democrática ancorada nas experiências reais de pessoas historicamente atravessadas por desigualdades de raça, gênero, classe, território e sexualidade.
Seguem a íntegra do contra-manifesto e signatários.
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Em defesa do Pluralismo Encarnado: Contra-manifesto pela igualdade democrática nas Universidades
“Este texto se contrapõe ao manifesto de colegas que se reuniram no Centro MariAntônia, na Universidade de São Paulo, em abril de 2026, para um seminário intitulado ‘Pluralismo e liberdade acadêmica nas universidades’.
Ao fazer este texto, buscamos amplificar o debate e escutar, na vida universitária, uma multiplicidade de vozes democráticas, assumindo uma posição declaradamente favorável à igualdade democrática. Por mais irônicos que sejam os tempos atuais, ainda é preciso falar de igualdade democrática nas universidades.
A questão que orienta este texto é a contra-argumentação a uma dinâmica sociopolítica crucial: a diferença entre um pluralismo democrático e igualitário e uma mera coleção de opiniões isoladas que, descontextualizadas de sua história e de seu tecido social, geram hostilidade e ressentimento na defesa de um pluralismo assentado na racionalidade neoliberal.
A questão nodal aqui não é apenas diagnosticar o que denominamos “pluralismo desencarnado”: um pluralismo que, ao se desvincular da história e da sociedade, não pluraliza o poder, mas multiplica o ressentimento.
Mas também argumentar acerca da liberdade acadêmica: não da liberdade abstrata, e sim da liberdade endossada pelo princípio da igualdade democrática; da liberdade que considera a história como movimento de lutas e disputas, uma aprendizagem social de longo prazo; e da ética como um conjunto de premissas que a interrogam acerca de sua busca pela igualdade de direitos.
A racionalidade neoliberal, intrincada em nossas relações, exige um esforço adicional para que sua crítica se torne mais aguda. Um de seus mecanismos mais centrais é a desconsideração histórica, ou seja, a ausência de contexto histórico em relação a uma ideia.
Desencarnar as ideias da história das sociedades resulta na perda de profundidade e de responsabilidade. Sem uma perspectiva histórica, todas as ideias parecem ter o mesmo peso e a mesma validade; por isso, parecem plurais quando, no entanto, são ideias particulares de uma comunidade bastante específica: a comunidade do ressentimento.
É nesse sentido que Wendy Brown e Melinda Cooper chamaram a atenção para uma compreensão do neoliberalismo não apenas como um conjunto de políticas econômicas, mas também como uma racionalidade governamental que incide sobre subjetividades, instituições e, sobretudo, a própria noção de petição política (BROWN, 2015; COOPER, 2017).
Ao converter cidadãos em agentes de mercado e transformar questões coletivas em preferências individuais e opiniões, o neoliberalismo produz exatamente o a-historicismo que aqui criticamos: um presente eternamente novo, descolado de qualquer movimento histórico e, portanto, incapaz de aprender e reconhecer os elementos relacionais do passado ou as conquistas arduamente construídas.
Essa desencarnação do tempo histórico tem uma consequência direta na noção de pluralismo: sem memória coletiva das lutas e dos embates políticos, o debate de ideias perde sua dimensão de responsabilidade ética e política.
A sociedade existente, resultado de longos processos históricos de luta, negociação e conquista, aparece ao olhar desencarnado e ressentido como um obstáculo irracional à “nova” ideia de um pluralismo sem igualdade democrática; e não como a sedimentação complexa do esforço humano coletivo para constituir-se como sujeito político.
O truque afetivo aqui acionado é que a desencarnação das petições e das ideias acaba por fomentar afetos políticos como o ressentimento: ao ignorar a história e suas complexidades, a comunidade de ressentidos lê a resistência das instituições e dos grupos sociais como má-fé, o embate político como aniquilação e a liberdade como mera opinião, em vez de encarar a história como o peso legítimo de uma herança compartilhada.
Em States of Injury, Brown (1995) mostra que o ressentimento pode se tornar não apenas um subproduto do pluralismo desencarnado, mas também sua própria lógica constitutiva. Relendo Nietzsche (2009), a autora desenvolve o conceito de “identidades feridas” (wounded identities): identidades políticas que se constituem em torno da dor, da vitimização e do dano sofrido.
O problema aqui não está em reconhecer o dano; ele existe, e reconhecê-lo é necessário e justo. O problema está em não compreender como a identidade passa a depender, estruturalmente, do obstáculo que a constitui como um momento intrínseco a ela, como seu próprio conteúdo.
Nesse ponto, o ressentimento deixa de ser uma reação para se tornar uma posição melancólica que instala a petição marcada pelo objeto obstaculizador: uma identidade residual da própria dor.
O sujeito do ressentimento nietzschiano formula o ‘eu’ como vítima e o ‘outro’ como culpado e, nessa operação, reproduz exatamente a lógica de poder que afirma combater. (BROWN, 1995, p. 68-69, tradução nossa)
Compreendido esse elemento constitutivo do pluralismo desencarnado, percebe-se que um debate de ideias não ancorado na responsabilidade histórica e social desliza facilmente para uma dinâmica em que grupos e comunidades não debatem mais propostas, mas agem como identidades feridas, depurando termos à luz de seus próprios interesses e se apresentando como vítimas de ataques, pois se entendem como “iluminados da liberdade acadêmica”.
É nesse contexto que a ideia de liberdade se apresenta completamente desvinculada de qualquer articulação com a igualdade, a não ser em relação de oposição.
Dar sua opinião parece ser sinônimo de liberdade de expressão; porém, como essa opinião está constituída e movida pela melancolia da ferida e pelo ressentimento, ela encarna sempre a ideia de que os direitos do outro obstaculizam os próprios direitos.
Ernesto Laclau (2005) já demonstrou que petições podem ser oriundas de posicionalidades distintas, mas, para que inaugurem um campo político e um limite às lógicas hegemônicas, elas precisam criar uma cadeia de equivalências; do contrário, como elementos soltos e livres, alimentam e solidificam cada vez mais as hegemonias hierárquicas dos direitos como se fossem privilégios.
Pode-se apreender, portanto, a dimensão propriamente política como parte de nossa contraposição: o ressentimento é, antes de tudo, uma renúncia à ação. A comunidade do ressentimento não age: ela reage, imputa e acusa.
É por esse caminho que um pluralismo robusto e democrático deverá se contrapor, assumindo a posição de que, sustentado pela história, pelo compromisso entre os e as participantes e pela ética da liberdade democrática, transforma a disposição para o conflito em deliberação, a dor do dano em demanda por equivalência e o afeto arruinador em projeto coletivo.
A ausência desse pluralismo da igualdade democrática, de um ‘nós’ histórico e social, produz a sensação de que a crítica ou o fracasso de uma ideia seja percebido como afronta pessoal, cancelamento virtual, interrupção forçada ou agressão, e não como parte de um processo complexo de embates e disputas no campo político.
Sem a mediação do coletivo e da história, o dissenso vira ofensa e a política, julgamento moral. O que se vê de fato é que muitos e muitas colegas que advogam pelo pluralismo desencarnado, o manifesto assinado que tomamos aqui como ponto crítico é um bom exemplo, em verdade são confrontados pelo debate público, este sim plural, recheado por vozes nunca escutadas anteriormente, tidas como incapazes, ruídos inescrutáveis, corpos não reconhecidos, experiências descartadas, quando não patologizadas e criminalizadas, e que agora são legítimas de reconhecimento, participação e consideração nas inúmeras arenas de embate.
Não por outros motivos, a comunidade ressentida passa a reivindicar ordenamentos e arbitragens normativas já em disputa, exigindo condenações e exclusões como se fossem opiniões livres e legítimas. Argumenta por crimes e exclusivismos exatamente porque, desencarnada da história e ressentida pela dor da melancolia, apresenta-se como defensora de uma suposta neutralidade do método e da ciência em pleno século XXI.
Advogar pela neutralidade institucional é o mesmo que negar a própria história: quando as instituições universitárias foram neutras? Enquanto dominadas por um certo grau de elitismo e por um sentido iluminista, as chamadas posições vanguardistas não tinham uma posição política definida?
Um debate socialmente engajado exige compromisso ético, empatia pela diferença e a busca pelo alargamento democrático da igualdade: o bem comum não é mais definido por uma elite que se julga iluminada e intelectual, mas pela cidadania.
O pluralismo desencarnado, ao contrário, promove a “opinião” como direito absoluto e irredutível, sem o dever correspondente de engajamento prático e de consideração pelas consequências coletivas.
Mais do que isso, o pluralismo desencarnado entende a petição da diferença como ameaça à própria identidade, percebe a luta do outro como luta contra si e instala, portanto, uma nova forma de disputar: simular o embate em defesa do plural contra o pluralismo para preservar a permanência da hierarquia social.
É aqui, contudo, que esse liberalismo esvaziado tenta instalar uma comunidade de bem comum aparentemente neutra — como defende o manifesto dos e das colegas reunidos no Centro MariAntônia.
Esse tipo de apelo ao “bem comum” ou à “comunidade neutra” normalmente envolve exclusões, diversas homogeneizações e novas formas de opressão, especialmente quando o bem comum é definido a partir de uma identidade dominante que se apresenta como universal, legítima e representativa (BROWN, 2019).
É preciso cuidado com esse tipo de liberalismo. Pode ser, ele sim, bastante autoritário, porque insensível às desigualdades. Essa tensão nos obriga a precisar: qual pluralismo encarnado estamos propondo? Um pluralismo que sustente a igualdade democrática e, ao defender o bem comum e a liberdade, o faça a partir da história de seu tempo, encarnada na igualdade e na democracia constitucional das lutas sociais.
Posição: Por um Pluralismo Encarnado
A síntese entre o diagnóstico do pluralismo desencarnado como produtor de ressentimento e a crítica à petição neoliberal permite formular uma proposição mais robusta: o pluralismo de ideias só é construtivo quando encarnado em três dimensões simultaneamente (BROWN, 2015): a história, a sociedade e a ética.
Primeiro, encarnado na história: as ideias precisam ser avaliadas à luz de sua trajetória, de seus antecedentes e de suas consequências no tempo. Sem memória e aprendizagem históricas, o debate se torna um eterno presente de opiniões pseudo-equivalentes, incapaz de distinguir o que foi tentado, o que falhou e o que ainda não foi realizado.
Segundo, encarnado na sociedade: as ideias precisam ser testadas pelo crivo da realidade coletiva, mediadas por instituições constitucionais e democráticas que transformem o conflito em deliberação e a diferença em proposta. O demos não é dado — ele é construído laboriosamente por meio de práticas políticas que reconhecem tanto a igualdade quanto a diferença como momentos decisivos dos parâmetros do pluralismo democrático e da liberdade de cátedra.
Terceiro, encarnado na ética responsável: a liberdade de opinião, para não se tornar monólogo ressentido, exige o dever correspondente de engajamento, de se deixar transformar pelo argumento, de reconhecer o outro como interlocutor legítimo, de aceitar que a rejeição de uma ideia não é uma afronta pessoal, mas parte da vida democrática, e de compreender que as desigualdades não podem ser a garantia da validade de uma suposta opinião livre.
A história, a sociedade e a ética responsável devem ser nossos árbitros para uma universidade livre, plural e de direitos equivalentes. Admitir que as universidades são hoje as pontes necessárias entre distintos e legítimos centros e contextos de pensamento e saberes nos parece fundamental para alargar os sentidos do reconhecimento da diferença e a radicalidade dos sentidos da igualdade.
Esse tripé da encarnação, histórica, social e ética é o que distingue o pluralismo democrático do mercado de ressentimentos em que a política contemporânea frequentemente tem sido convertida e depurada. Sem demos, sem história, sem responsabilidade ética, o pluralismo reivindicado pelo manifesto dos e das colegas reunidas no Centro MariAntônia não liberta: apenas multiplica as feridas e legitima ainda mais as hierarquias sociais da desigualdade entre nós.
Somos, portanto, aqui, pelo pluralismo radicalmente baseado na igualdade democrática, aquele que reconhece que a história, a sociedade e a ética responsável alteram as condições discursivas institucionais, e que estas alterações exigem cuidado democrático e elegância crítica para que a liberdade possa ser radicalizada nos parâmetros da igualdade democrática. Se a liberdade de expressão já não é o direito de dizer qualquer coisa sobre qualquer coisa, inclusive de insultar ou agredir verbalmente, a liberdade acadêmica exige um ônus argumentativo muito maior.
Reconhecer que novas vozes no mundo acadêmico e outras formas de produção de conhecimento e saberes são legítimas implicará, sem dúvida, rever qualquer ideia abstrata, supostamente neutra e cinicamente iluminada de liberdade.
Referências
BROWN, Wendy. States of Injury: Power and Freedom in Late Modernity. Princeton: Princeton University Press, 1995.
BROWN, Wendy. Undoing the Demos: Neoliberalism’s Stealth Revolution. New York: Zone Books, 2015.
BROWN, Wendy. In the Ruins of Neoliberalism: The Rise of Antidemocratic Politics in the West. New York: Columbia University Press, 2019.
COOPER, Melinda. Family Values: Between Neoliberalism and the New Social Conservatism. New York: Zone Books, 2017.
LACLAU, Ernesto. On Populist Reason. London: Verso, 2005.
NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral: uma polêmica. Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. [1887]
ASSINAM ESTE CONTRA-MANIFESTO
Ada Beatriz Gallicchio Kroef – UFC
Adelina De Oliveira Novaes – UNICID
Adiara Pereira – AVD
Ágnes Cristina Da Silva Pala – UniLaSalle /
UERJ
Alan Brasileiro De Souza – UFAL
Alan Rebouças Pereira – UFBA
Alan Silvio Ribeiro Carneiro – UNIFESP
Alana Fagundes Valério – USP / F. Anhanguera
Alamo Pimentel – UFSB
Alberto Calil Elias Junior – UNIRIO
Alberto Edmundo Fabricio Canseco – UFMG
Ale Attia – USP | RNB+B
Alef Diogo Da Silva Santana – UFPB
Alexandre Bortolini – ABETH
Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia – UFMG
Alexandre Nunes De Sousa – UFCA
Allan Kardec Da Silva Pereira – UFFS
Aline Correia Antonini – UFGD
Aline Passos De Jesus Santana – FD 8 de
Julho
Alinne Bonetti – UFSC
Alisson Cruz Soledade – UFAM
Amanda Cristina Danaga – UEMS
Amanda Muniz Oliveira – UFJF
Amanda Dos Santos Moura – PPGCOM/UFF
Amana Rocha Mattos – UERJ
Ana Carênina De Albuquerque Ximenes – IFCE
Ana Carolina De Morais Colombaroli – UNESP
Ana Carolina Marsicano – FUNDAJ
Ana Claudia Rodrigues De Oliveira – UEL
Ana Cristina Teodoro Da Silva – UEM
Ana De Medeiros Arnt – UNICAMP
Ana Karina Moutinho Lima – UFPE
Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer – FFLCH-USP
Ana Luiza Pacheco E Silva – FAUD-USP
Ana Maria Jacó-Vilela – UERJ
Ana Maria Veiga – UFPB
Ana Paula Da Silva – UFF
Ana Paula Dos Santos – UFT
Analice De Lima Palombini – UFRGS
Analice Paron De Silva – UFSCar
Anabelle Carrilho – UNB
Anaxsuell Fernando Da Silva – UNILA
Anderson Antonio Horta – UEMG
Anderson Dall Agnol – IFRS
Anderson Lopes Da Silva – Chula U. (Thailand)
Andrea Moraes Alves – UFRJ
André Brasil – UFMG
André Luis Mitidieri – UESC
André Rocha Rodrigues – UEM
Andréa Mara Macedo – UFMG
Andre De Lemos Freixo – UFOP
Angela Cristina Salgueiro Marques – UFMG
Angelina Pandita Pereira – UFBA
Anita Leocadia Pereira Dos Santos – UFPB
Anna Carolina Horstmann Amorim – UEMS
Anna Cristina Rodopiano De Carvalho Ribeiro –
USP / UNESP
Anna Luiza Martins De Oliveira – UFPE
Anna Paula Da Silva – UFBA
Anna Paula Uziel – UERJ
Anna Paula Vencato – UFMG
Anne Freire Farias – FMU
Antonella Galindo – UFPE
Antônio Augusto Lemos Rausch – UFMG
Andityas Soares De Moura Costa Matos –
UFMG
Andreza Cristina Mantovani – PMM
Arquivo Lésbico Brasileiro – ALB
Aron Giovanni Alves De Oliveira – FGV –
CPDOC
Arthur Antunes De Souza Pinho – ISC-UFBA
Arthur Alves De Oliveira Silva – UFMG
Arthur Fontgaland – I. Matizes
Arthur Oliveira Dos Anjos – UFRJ
Associação Brasileira De Estudos Da Trans-
Homocultura – ABETH
Augusto Platini Menna Barreto Gomes – UFPR
Aureliano Lopes Da Silva Junior – UFRRJ
Bárbara Araújo Machado – UERJ
Bárbara Castro – UNICAMP
Beatriz Bento Gargano – UNB
Beatriz Borges Brambilla – PUC SP
Beatriz Nader – UFES
Beatriz Segall – UFG
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Beatriz Dos Santos Landa – UEMS
Benedito Medrado – UFPE
Benito Bisso Schmidt – UFRGS
Berenice Bento – UNB
Bernardo Ordoñez – UFBA
Bernardo Tymburibá Elian – UFMG
Breno De Oliveira Ferreira- UFAM
Bruna Andrade Irineu – UFMT
Bruna Benevides – ANTRA
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Bruno Lutianny Fagundes Monção –
Unimontes /UFU
Bruno Nascimento De Souza – UERJ
Caio Dayrell Santos – UFMG
Caio Maximino De Oliveira – UFPA / UNIFESSPA
Caio Tedesco – UFRGS
Camila Augusta Dos Santos – FIOCRUZ
Camila Mainardi – UFG
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UFRGS
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Célia Regina Rossi – UNESP (RC)
Celine Verissimo – UNILA
Céu Cavalcanti – UFRJ
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Claudia Wasserman – UFRGS
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Cláudia Pereira Vianna – USP
Clóvis Frederico Ramaiana Moraes Oliveira –
UEFS
Coletivo Trans João W. Nery-FND/UFRJ –
CTJWN-FND/UFRJ
Cristiana Gonçalves Da T – UNIFESP (BS)
Cristiane Kerches – USP
Cristiane Maria Marinho – UECE
Cristina Scheibe Wolff – UFSC
Cristina T. Ribas – UFSM
Cristiano Rodrigues – UFMG
Daliana Cristina De Lima Antonio – Unimontes
Dandara Camélia Da Silva Domingues – UNESP
Daniel Abs – USP
Daniel Dantas Lemos – UFRN
Daniel Kerry Dos Santos – UDESC
Daniel Maurício De Aragão – UFBA
Daniel Mazzaro Vilar De Almeida – UFU
Daniel Vasconcelos De Araujo – UERJ
Daniela Felix – UNB
Daniele Filgueiras – UFF
Daner Silva Martins – IFRS
Danielly Jardim Milano – UFRGS
Danielle Tega – UFG
Danilo Sales Do Nascimento França – UFF
Danusa Marques – UNB
Daisy Cordeiro Dos Santos – UFBA
Dayana Melo – USP
Dayane Do Carmo Barretos – UFMG
Débora Augusto Franco – UERJ
Degenera – UERJ
Deise Monica Medina Silveira – IFBA
Deivison Faustino – USP
Dennis De Oliveira – USP
Denise Carreira – USP
Denise Coutinho – UFBA
Diego Arthur Lima Pinheiro – UEFS
Diego Nunes – UFSC
Diogenes Cariaga – UEMS
Diósnio Machado Neto – USP
Dom Condeixa – UNIFESSPA
Dominique Macedo – UFPR
Douglas Roque Andrade – USP
Edivan Marcelo Canto Da Silva – UEPA
Eduardo Januário – USP
Eduardo Leal Cunha – UFS
Eduardo Rocha Lima – UFBA
Edilene Coffaci De Lima – UFPR
Ela Wiecko De Castilho – UNB
Elenita Pinheiro De Queiroz Silva – UFU
Elias Ferreira Veras – UFAL
Elizabete Franco Cruz – USP
Elizabete Pellegrini Garcia – UFSCar
Emerson Erivan De Araújo Ramos – UFT
Erica Renata De Souza – UFMG
Estefânia Maria De Queiroz Barboza – UFPR
Evandro Cruz Silva – UNICAMP
Evelyn Caroline Silva – FFLCH-USP
Ezequias Cardozo Da Cunha Júnior – UFU
Éberton Da Costa Moreira – UFSCar
Érico Oliveira De Araújo Lima – UFMG
Fabiana Cristina Severi – FDRP-USP
Fabiane Framento Martinazzo – UFRGS
Fabricio Vieira Monteiro – USP
Fábio Baqueiro Figueiredo – UFBA
Fábio Figueiredo Camargo – UFU
Fábio Henrique Lopes – UFRRJ
Felipe Milanez – UFBA
Felipe Paes Piva – USP
Felipe Salvador Grisolia – UERJ
Felipe Viero Kolinski Machado Mendonça –
UFMG/UFOP
Fernanda Capibaribe Leite – UFPE
Fernanda Marciano – UFSCar
Fernanda Spanier Amador – UFRGS
Fernando Cássio – USP
Fernando Gabriel Lopes Cavalcante – UEFS
Fernando Monteiro Camargo – UNICAMP
Fernando Pocahy – UERJ
Fernando Rabossi – UFRJ
Fernando Santana De Paiva – UFJF
Flavia Teixeira – UFU
Flávio Alves Da Silva – UMC
Flávia Bulegon Pilecco – UFMG
Flávia Máximo – UFOP
Francirosy Campos Barbosa – USP
Frankie Oliveira Da Silva Cruz – UFU
Frederico Almeida – UNICAMP
Frederico Alves Costa – UFAL
Frederico Salmi – UFRGS
Frederico Viana Machado – UFRGS
Gabriel Linares Fernandes Da Conceição –USP
Gabriel Francisco Mota Batista – UNIR
Gabriela Junqueira Calazans – USP
Gabrielle Gusmão – FAUUSP
Gabrielle Weber – USP
Genio Nascimento – Intercom
Gisele Gaigher Ferreira – EACH-USP
Gisele Guimarães Cittadino – PUC-Rio
Glauco B. Ferreira – UFG
Grazielly Alessandra Baggenstoss – UFSC
Grégori Lucas Dias Da Silva – IDP
Guilherme Da Rocha Campos – UFMG
Guilherme Djrdjrjan Santos – USP (FFLCH)
Guilherme Gomes Ferreira – UFRGS
Guilherme Neiva Souza – USP
Guilherme Pessatti Do Couto – UFSCar
Guilhermo Aderaldo – UNESP
Gustavo Do Amaral Loureiro – CRB / KCL
Gustavo Gilson Oliveira – UFPE
Gustavo Lucena Padilha – UNICAMP
Hailey Kaas – USP
Hanna Oliveira – USP
Haroldo Loguercio Carvalho – UFRN
Hayaldo Copque Fraga De Oliveira – UESB
Helena Moraes Cortes- UFSC
Heloisa Buarque De Almeida – USP
Henry Chinaski Ramalho Dos Santos – UFPB
Henry Germuts Paulo – USP
Henrique Araújo Aragusuku – USP/CEBRAP
Henrique Caetano Nardi – UFRGS
Henrique Da Costa Silva – UNILAB
Hígor Kleizer De Oliveira Moreira – UNICAMP
Hilton Luis Alves Filho – UFPEL
Hugo Menezes Neto – UFPE
Iacy Maia Mata – UFBA
Iago Henrique Fernandes De Sousa Moura –
UFPB
Iasmin Emmanuel Souza Dos Santos Rodrigues
– UNB / Fiocruz
Ícaro Melo – UFG
Igor Souza De Abreu – UENF
Inês Hennigen – UFRGS
Indiara Launa Teodoro Da Silva Lima – UFRPE
Ingrid Leão – UEMS
Iracélli Da Cruz Alves – SEC-BA
Isabel Fernandes De Oliveira – UFRN
Isadora Lins França – UNICAMP
Isadora Machado – UFBA
Ivan Maia De Mello – UFBA
Ivanilda Figueiredo – FD-UERJ
Ive Rubini – USCS
Jacqueline Magalhães Alves – UFLA
Jacqueline Moraes Teixeira – USP
Jade Novaes De Figueiredo – UNICAMP
Jáder Ferreira Leite – UFRN
Jaqueline Gomes De Jesus – IFRJ
Jaqueline Tittoni – UFRGS
Jeffrey Aislan De Souza Silva – UPE
Jefferson Gustavo Dos Santos Campos –
UNEAL
Jessyca Pacheco Pozzi – UNB
Jéssica Elaine Moreira Sampaio – UFES
Jéssica Lucas Vieira Campos – EACH – USP
Jéssica Melo Rivetti – USP
Jimena De Garay Hernández – UERJ
Jinx Vilhas – UNICAMP
Joana Maria Pedro – UFSC
Joana Ziller – UFMG
Joao Manuel De Oliveira – ISCTE-IUL
Joanna Leoni – UDESC
João Bardy – UFRJ
João Otávio Galbieri – IUPERJ-UCAM
João Paulo De Lorena Silva – UFAL
João Paulo Gugliotti – FMUSP
João Vitor Vakiuti – UFPR
Jonatan Damasceno Alves De Menezes – UEG
Joni Magalhães Pinto – SEEDUC-RJ
Jorge Lyra – UFPE
José Alex R Soares – PUCCAMP
José Alves De Freitas Neto – UNICAMP
José Baptista De Mello Neto – UEPB / UFPB
José Carlos Teles Soares – UFAL
José Fernando Andrade Costa – UEFS
José Francisco Dos Passos Neto – UFRN
José Luiz Alves Neto – UNIFAL
José Marcelo Matos De Almeida Filho – UEFS
José Miguel Nieto Olivar – USP
José Ricardo Vieira Neto – UFSC
José Rodrigo Rodriguez – UNISINOS / CEBRAP
Josimara Delgado – UFBA
Jocy Meneses Dos Santos Junior – UFG / MPI
Joyce Alves Da Silva – UFRRJ
Joyce Muzi – IFPR
Juarez Guimarães Dias – UFMG
Juliana Aggio – UFBA
Juliana De Farias Mello E Lima – UERJ
Juliana Do Prado – UEMS
Juliana Jayme – PUC MINAS
Juliana Soares Gonçalves – UFAM
Juliana Sousa Feitoza – UNB
Juliano Barros Dalmas – UFRGS
Júlia De Moura Martins Guimarães – UFMT
Júlio Ernesto Souza De Oliveira – U. Paris-
Saclay / UND
Karina Gomes Barbosa – UFOP
Katia Maheirie – UFSC
Kelly Leticia Da Silva Sakata – UEMS
Kenia Soares Maia – UERJ
Kleber Amancio – UFRB
Kleber José Fonseca Simoes – UNEB
Laiz Chohfi – USP
Lara Roberta Rodrigues Facioli – UFPR
Larissa Mazuchelli – UFU
Larissa Peixoto Vale Gomes – U. Edimburgo
Larissa Pelúcio – UNESP
Lauri Miranda Silva – IFRS
Lauren Suzana Rodrigues – UFRGS
Leandro Colling – UFBA
Leandro Franklin Gosdorf – UFPR
Lenio Luiz Streck – UNISINOS / UNESA
Leonardo De Oliveira Fontes – UNICAMP
Leonardo Dos Passos Miranda Name – UFBA
Leonardo Lemos De Souza – UNESP
Leonardo Santos Amâncio Cabral – UFSCar
Lia De Mattos Rocha – UERJ
Lia Vainer Schucman – UFSC
Lia Zanotta Machado – UNB
Liliam Deisy Ghizoni – UFSC
Livia De Tommasi – UFMG
Lorena Mochel – UFRRJ
Lorenzo Dos Santos Konageski – UNB
Luciana Boiteux – UFRJ
Luciana De Oliveira – UFMG
Luciana Ferreira Barcellos – UERJ
Luciana Leila Fontes Vieira – UFPE
Luciana Mourão Cerqueira E Silva – UERJ
Luciano Batista De Oliveira – UNICAMP
Luciano Bedin Da Costa – UFRGS
Lucci Del Santos Laporta – TRAFEM
Lucas Amaral De Oliveira – UFBA
Lucas Araujo Chagas – UEMS
Lucas De Almeida Pinheiro – UEM
Lucas Martins De Oliveira – URCA
Lucas Pereira Rezende – UFMG
Luís Celestino – UFCA
Luiz Alex Silva Saraiva – UFMG
Luiz Felipe Batista Morato – UNB
Luiz Fernando Ferreira Nasta – UFMG
Luiz Fernando Prado Uchôa – UNIP
Luiz Manoel Lopes – UFCA
Luppiter Dos Santos Sales Silva – UFF
Lux Ferreira Lima – UNICAMP
Lygia De Sousa Viégas – UFBA
Maíra Kubik – UFBA
Maíra Spanghero Ferreira – UFBA
Marcela Da Silva Canto Bastos – UFRRJ
Marcelo Andrade Cattoni De Oliveira – UFMG
Marcelo Bloizi Iglesias – UEFS
Marcelo De Troi – USP (EACH)
Marcelo Sousa Da Silva – Aquatrans
Marcelo Träsel – UFRGS
Marcia Cristina Barbosa – UFRGS
Marco Antonio Torres – UFOP
Marco Aurélio Máximo Prado – UFMG
Marco José De Oliveira Duarte – UFJF
Marcos Lopes De Souza – UESB
Marcos Nascimento – FIOCRUZ
Marcos Ribeiro Mesquita – UFAL
Marcos Roberto Vieira Garcia – UFSCAR
Marcos Vinícius Brunhari – UERJ
Marcus Antônio Assis Lima – UESB
Marcus Paulo Da Silva Conceição – SEDUC
Marcus Santos De Sousa – UESPI
Margareth Diniz – UFOP
Maria Aparecida Moura – UFMG
Maria Beatriz Barreto Do Carmo – UFBA
Maria Cecilia Sousa De Castro – UFF
Maria Clara Araújo – USP
Maria Cláudia Novaes Messias – UERJ
Maria Consuelo Passos – UNICAP
Maria Cristina Cavaleiro – UENP
Maria Cristina Vicentin – USP
Maria De Lourdes Fernandes Silva – UFG
Maria Elisa Máximo – UDESC
Maria Fernanda Salcedo Repoles – UFMG
Maria Gislene Carvalho Fonseca – UFMA
Maria Helena Lopes Sant’Ana – UFRGS
Maria Helena Silva Soares – UERJ
Maria Izabel Souza Ribeiro – UFBA
Maria Luísa Jimenez Jimenez – UEL
Maria Ribeiro – USP
Maria Rita De Assis Cesar – UFPR
Maria Rita Drumond Viana – UFOP
Mariana Esteves – UFMS
Mariana Menezes Marcondes – USP
Mariana Petry Cabral – UFMG
Mariana Ramalho Procópio – UFV
Mariane Pisani – UFPI
Marina Assis Pinheiro – UFPE
Marina Duarte – UFMG
Marina Pinheiro De Campos – USP – EACH
Marisa Dantas Do Rego Barros – USP
Marivete Gesser – UFSC
Marlise Matos – UFMG
Marluce Dias Fagundes – UFRGS
Marlene Souza Dos Santos – UENF
Marília Moschkovich – USP
Marilia Velardi – USP
Mário Augusto Pedroso Carneiro –
PPGCS/IFCH/UNICAMP
Marta Gouveia De Oliveira Rovai – UNIFAL
Mary Garcia Castro – UFBA (Aposentada)
Mary Sandra Carlotto- UNB
Matheus Henrique Da Silva Martins – USP
Matheus Lucas Vieira – UFF
Matheux Schwartzmann – UNESP
Maurício Donavan Rodrigues Paniza – UFSCAR
Maurício João Vieira Filho – UFLA
Mayara Balestro – UFJF
Márcia Car – USP
Márcia Freitas – UFBA
Marcelo Da Silva Campos – IFBA
MentalTrans – CNPq/UFSC
Michele Escoura – UFPA
Michele Schultz – USP
Michelle Barbosa Agnoletti – UFPB
Miguel Rodrigues De Sousa Neto – UFMS
Milena Da Rosa Silva – UFRGS
Miranda Benez – UNICAMP
Moisés Lino – UFBA
Monica Jones Costa – UFSCAR
Murillo Da Silva Castro – UFBA
Murillo Medeiros Carvalho – UFBA
Mônica De Melo – PUC-SP
Mônica Saldanha Coelho – UFSC
Míriam Cristiane Alves – PPGPSI / UFRGS
Natália Sátyro – UFMG
Natalia Lago – UNIRIO
Natalia Pietra Méndez – UFRGS
Naywá Moura Carvalho – UFPE
Nealla Valentim Machado – UFMT
Neuza Maria De Fátima Guareschi – UFRGS
Nilcelio Sacramento De Sousa – UFT
Núcleo De Práticas Sociais, Estética E Política
– NUPRA / UFSC
Pablo Assumpção Barros Costa – UFC
Pablo Moreno Fernandes – PUC Minas
Pacor – UNESP
Patricia Pavesi – UFES
Patricia Porchat – UNESP
Patrícia Izar – USP
Patrícia Valim – UFBA
Paula Costa Nunes De Carvalho – USP
Paula Regina Costa Ribeiro – FURG
Paula Sandrine Machado – UFRGS
Paula Silveira-Barbosa – UFMG
Paulo Carim Bevilacqua – UFRGS
Paulo César García – UNEB
Paulo Henrique De Queiroz Nogueira – UFMG
Paulo Iotti – UNISANTA / UNIFIEO
Paulo Victor Leite Lopes – UFRN
Paulo Vitor Guedes De Souza – Fiocruz / U.Leeds
Pedro Lopes – USP
Pedro Paulo Gastalho De Bicalho – UFRJ
Phellipy Jácome – UFMG
Priscila Evelin De Carvalho Penna – UFRJ
Pyetro Bellon De Oliveira – UFRGS
Raabe Cesar Moreira Bastos – UFMG
Rafael Alessandro De Matos Andrade – UFVJM
Rafael De Tilio – UFTM
Rafael França Gonçalves Dos Santos – UFSB
Rafael Machado Saldanha – UFRR
Rafael Dos Santos Reis – UNOESTE
Ramon Reis – UEPA
Raquel Guzzo – PUCCAMP
Raul Nunes – UFF
Ravi Xavier Gorman – PUC-Rio
Regiane Lorenzetti Collares – UFC
Regina Facchini – UNICAMP
Renan Quinalha – UNIFESP
Renan Vieira De Santana Rocha – UNIFESP
Renata Lucena Gribel – UFBA
Revista Estudos Transviades – Rev. Estudos
Transviades
Ricardo Avalone Athanásio Dantas – IFPA
Ricardo De Mattos Russo Rafael – UERJ
Ricardo Dias De Castro – UFBA
Ricardo Dos Santos Batista – UFBA
Rita De Cassia Cidreira De Jesus – FVC
Roberto Calazans – UFSJ
Roberto Efrem Filho – UFPE
Roberto Marques – URCA
Roberta Liana Damasceno Costa – UFPE
Robson Aparecido Da Costa Silva – UFMG
Rodolfo Rodrigues De Souza – UERJ
Rodrigo Borba – UFRJ
Rodrigo Otávio Moretti Pires – UFSC
Rodrigo De Azevedo Weimer – UFRGS
Rogério Diniz Junqueira – INEP
Ronald Canabarro – UFRJ
Rose De Melo Rocha – GP Juvenália
Rossana Brandão Tavares – UFF
Ruana Michela Santos Cardoso – UFS
Rudson Adriano Rossato Da Luz – UCS
Rui Harayama – UFOPA
Rômulo Lopes Da Silva – UNESP
Sabrina Deise Finamori – UFMG
Samira Safadi Bastos – UFBA
Sandra D. Torossian – UFRGS
Sandra Simone Pacheco – UNEB
Sara Wagner York – UNESP / FAPESP
Saulo Daniel Campos De Oliveira – IFBA
Sean Purdy – USP
Sérgio Aboud – UFF
Sherloin Schultz – IdEM-UFE
Shirlei Rezende Sales – UFMG
Silvana Nascimento – USP
Silvia Aguião – AFRO-CEBRAP / UEMA
Silvia Badim Marques – UNB
Simone Brandão Souza – UFRB
Simone Mainieri Paulon – UFRGS
Solluá Borges De Souza – UNICAMP
Sonia Corrêa – SPW-ABIA
Sônia Caldas Pessoa – UFMG
Stella Maria Leal Bastos Senes – UFBA
Steyce Dayane Lopes – UFPR
Sylvia Gemignani Garcia – FFLCH-USP
Talita Fabiano De Carvalho – UNESP (Assis)
Tamires Ferreira Coêlho – UFMT
Tânia Ferreira Rezende – UFG
Tânia Vasconcelos – UNEB
Tatiana Minchoni – UFSC
Tatiane Maíra Klein – USP
Tathiana Cristina Da Silva Anízio Cassiano –UDESC
Telma Low – UFAL
Thais Farias Lassali – UNICAMP
Thais Gava – FCC
Thaís Seltzer Goldstein – UFBA
Thiago Da Silva Azevêdo Reis – FSS
Thiago Emanoel Ferreira Dos Santos – TRACC-UFBA
Thiago Ranniery – UFRJ
Ticiano Jardim Pimenta – Unifran
Tonantzin Ribeiro Gonçalves – UFCSPA
Unai Tupinambás – UFMG
Valentini Petrovsky Ferreira Silva Dos Santos –UFES
Vanessa Andrade De Barros – UFMG
Vanessa Cardozo Brandão – UFMG
Vanessa Leite – UNIFESSPA
Vanessa Sander – UFMG
Vânia Vasconcelos – UNEB
Vera Karam De Chueiri – UFPR
Vi Grunvald – USP
Victor Rodrigues Alves – USP
Vinicius Anciães Darriba – UERJ
Vinícios Kabral Ribeiro – UFRJ
Vinícius Sawczenko Morais Provazzi – UFG
Virginia Helena Ferreira Da Costa – FFLCH-USP
Vitor Luiz Pacheco Morgado – UFPR
Vitoria Ribeiro Rodrigues Mesquita – UECE
Vítor De Souza Costa – PUC-Rio
Viviane Mattar – UERJ
Wallace Matos Da Silva – IFBA
Yan Gabriel Farias Do Ó – UFPE
Yuri Fraccaroli – UCSB/A. Bajubá
Yuri Michel – UNIASSELVI
Zuleica Pretto – UFSC




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