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Conceição Lemes: O projeto que despertou polêmica no horário eleitoral de SP


31/08/2012 - 02h11

Carlos Zarattini: “Os técnicos em Transportes da Prefeitura e os tucanos não entenderam bem a nossa proposta. Pena. Mas o povo está entendendo e gostando”. Foto: Agência Câmara

por Conceição Lemes

O Bilhete Único Mensal, uma das propostas da área de transportes de Fernando Haddad, candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, virou polêmica.

Em 24 de agosto, o programa de rádio de José Serra, candidato do PSDB à sucessão de Gilberto Kassab (PSD), chamou-o de “bilhete mensaleiro”, em alusão ao mensalão, em julgamento do Supremo Tribunal Federal Federal (STF).

No mesmo programa, um suposto eleitor questiona:

Tem candidato prometendo um bilhete mensaleiro. Mas assim fica mais caro porque estou pagando transporte mesmo quando estou dormindo, já paguei pelo mês inteiro. E no dia que eu estiver em um churrasco em casa? Já vou ter pago e não vou aproveitar?

Sem citar nomes, outro suposto eleitor responde:

Ele é o mesmo que criou a “taxa do lixo”, agora quer criar a taxa do bilhete mensaleiro. Eu não caio nessa, é só blá blá blá.

A fala é  referência à “taxa do lixo”, tributo implantado na gestão Marta Suplicy (2001 a 2004), que a oposição apelidou de “martaxa”.

Nos últimos dias, inclusive hoje, 31 de agosto, um dos destaques do site da campanha de Serra é justamente um filme de animação sobre o tema.

O filme diz:

Você lembra da taxa do lixo? Foi o Hadadd que fez. Agora ele quer criar uma nova taxa. A taxa do ônibus. Isso mesmo. Mas sem o nome de taxa, né? Estão chamando de Bilhete Único Mensal. Eu vou explicar: o Bilhete Único que ele quer criar agora que você paga mesmo que não use o transporte. R$ 150 reais por mês. Quer dizer você ficou em casa vendo o futebol? Paga! Você foi andar de bike no parque? Paga! Ficou jogando videogame com os amigos? Paga!!! Você paga 30 dias por mês, usando ou não. Que bela novidade, hein? PT e suas taxas. O velho jeito de governar. Em nova embalagem.

“Em primeiro lugar, acho que os técnicos em Transportes da Prefeitura e os tucanos não entenderam bem a nossa proposta”, estranha o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP). “Num filminho que está na internet, eles dizem que a pessoa vai pagar independentemente de usar ou não o bilhete. Isso não é verdade. Pena que eles não compreenderam, mas o povo está entendendo e gostando.”

“Em segundo lugar, dizer que é bilhete mensaleiro é uma tentativa de desqualificar a nossa proposta”, prossegue Zarattini. “Mas não pega. O povo já sabe que o bilhete mensal é economicamente vantajoso.”

Zarattini é economista, coordena a área de transportes do programa de Haddad e foi secretário dos Transportes de São Paulo na gestão Marta Suplicy. É o criador do aplaudido Bilhete Único, implantado em 2004 na capital e hoje adotado em muitas cidades brasileiras. É também o “pai” do Bilhete Único Mensal. Para botar a polêmica em pratos limpos, entrevistamos o próprio Zarattini.

Viomundo – O senhor imaginava que a proposta do Bilhete Único Mensal fosse gerar essa polêmica?

Carlos Zarattini – Não me surpreendeu. Foi assim lá atrás com o projeto do Bilhete Único. Em 1995, eu o apresentei na Câmara Municipal e foi aprovado. Porém, Paulo Maluf [na época, prefeito da capital], vetou-o. Nós só conseguimos implantá-lo aqui durante o governo Marta.

Na época, propusemos que fosse feito junto com o metrô e os trens. Alckmin era o  governador e se recusou a fazer a integração. Disse que o Bilhete Único não ia dar certo.

Iniciamos, então, apenas com os ônibus que são controlados pela Prefeitura. Foi um processo muito difícil, pois tínhamos quase 20 mil peruas clandestinas e as empresas de ônibus estavam quase falidas. A operação  exigiu reorganização do sistema de transporte na capital, inclusive mudança na legislação. E, agora, estamos propondo a ampliação do Bilhete Único.

Viomundo – Afinal, o que é o Bilhete Único Mensal?

Carlos Zarattini — A concepção do Bilhete Único é simples: a pessoa paga uma única vez para chegar ao seu destino, independentemente de quantos ônibus ou lotação usar.  Hoje, você pode usar durante 3 horas até 4 conduções. Quando lança mão de metrô ou trem, paga um adicional.

Agora, queremos ampliar o Bilhete Único. O objetivo é fidelizar quem recorre ao transporte público todo dia e, ao mesmo tempo, baratear o custo para esse (a) cidadão (a).

Cada pessoa  vai poder escolher qual a melhor opção para si. Se for usuária freqüente, é vantagem comprar o bilhete mensal.  Se usuária eventual, aí não traz benefício;  o melhor é continuar carregando como faz hoje.

Viomundo – O programa do Serra diz que a pessoa vai pagar independentemente de usar ou não.

Carlos Zarattini – Não é verdade, invenção tucana.

Viomundo – Quanto vai custar o bilhete mensal?

Carlos Zarattini — Nós estamos calculando quanto as pessoas gastam nos seus dias de trabalho – normalmente são cinco por semana. E, aí, multiplicamos pelo número de dias de trabalho ao longo do mês. É quanto vai pagar.Porém, ela vai poder usar muito mais vezes sem pagar nada. Por exemplo, ela vai poder empregá-lo gratuitamente nos finais de semana, feriados, fora dos horários de trabalho.  Mesmo na hora do almoço, se a precisar ir ao banco pagar uma conta e voltar ao emprego, ela poderá usar o transporte público sem gastar nada além.

Viomundo – Quanto vai custar para o usuário?

Carlos Zarattini – Para uma tarifa de ônibus de R$ 3, em torno de R$ 140.

Viomundo – Daria para o senhor detalhar?

Carlos Zarattini – Lembra-se de que eu disse que estamos calculando o valor com base no quanto as pessoas gastam nos seus dias de trabalho?

Bem, 45% dos usuários de transporte coletivo na cidade de São Paulo empregam o vale-transporte oferecido pelo patrão. O cartão vem exatamente com o número de dias úteis do mês. Se utilizá-lo no final de semana, por exemplo, vai faltar um dia no final do mês e a pessoa terá de pagar do próprio bolso. Isso é o que acontece no sistema atual.

Já com o Bilhete Único Mensal, não. A pessoa que o utilizar cotidianamente para ir e vir do trabalho terá o benefício de empregá-lo gratuitamente em outros horários e nos finais de semana, sem nenhum custo adicional.

Portanto, é mentira a propaganda tucana de que a pessoa vai pagar e não vai usar.

Viomundo O usuário do vale-transporte fica então numa camisa-de-força?

Carlos Zarattini – Exatamente. O mesmo acontece com o bilhete do estudante. Hoje, ele só pode usar nos dias úteis, quando tem aula. Se, no final da semana, o jovem quiser ir à biblioteca, ao cinema ou a um show, ele não passa na catraca, ela trava.

Por isso, a nossa proposta é que exista o bilhete mensal do estudante e que ele funcione nos mesmos moldes do bilhete mensal, ou seja, sem nenhuma restrição.

Viomundo – Mas 55% dos usuários não têm o vale-transporte. Pagam do próprio bolso. E às vezes não têm dinheiro para comprar o bilhete para o mês inteiro. Aí, como fica?

Carlos Zarattini — Nós vamos ter também a modalidade semanal. A pessoa vai poder comprar por semana.

Viomundo – E o valor os cerca de RS$ 140 seriam divididos por quatro semanas?

Carlos Zarattini – Exatamente Embora ela pague por cinco dias (10 passagens), ela vai poder utilizá-lo quantas vezes quiser, inclusive nos finais de semana, sem qualquer restrição.

Viomundo – Como fica a situação do usuário ocasional?

Carlos Zarattini – Vai fazer como hoje em dia, ou seja, carrega o Bilhete Único quando necessário. E mesmo quem paga o ônibus em dinheiro, na hora – muita gente faz isso –, vai poder continuar fazendo isso.

Essa é ideia geral. Cada pessoa  escolhe a melhor opção para condições e necessidades dela.

Viomundo – E quanto à validade, como funcionará?

Carlos Zarattini — Vale a partir do dia em que a pessoa comprou. Por exemplo, o mensal. Vamos supor que você comprou no dia 12. Ele vai valer até o dia 12 do mês seguinte. O semanal, mesma coisa. A semana passa a contar a partir do dia em que ela comprou.

Viomundo – Onde o bilhete mensal já está em uso?

Carlos Zarattini – Todas as grandes cidades dos Estados Unidos, como Nova York e Washington, e Europa, como Paris e Londres, têm. Você chega nesses locais e, dependendo do tempo em que vai ficar, compra o bilhete para um mês, uma semana. E, durante esse período, utiliza quantas conduções quiser. Muitas pessoas que viajam para o exterior, já tiveram essa experiência e sabem que vale a pena.

Viomundo – O bilhete mensal vai ser integrado com metrô e os trens da CPTM?

Carlos Zarattini — A nossa ideia é chegar lá. Nós queremos que o metrô, os trens da CPTM e os ônibus intermunicipais sejam integrados ao Bilhete Único Mensal.

Viomundo – Quem vai arcar com os custos adicionais?

Carlos Zarattini — No caso da Prefeitura, ela paga às empresas de ônibus e lotação, de acordo com o número de passageiros transportados. Consequentemente,  nós vamos ter um acréscimo no subsídio.

Já o metrô e a CPTM, que são empresas estatais, não têm custo adicional para transportar esses passageiros. Eles já estão funcionando. Nos horários de pico, já funcionam com carga máxima. Nos demais horários, têm capacidade ociosa. Então o custo para o metrô e a CPTM é absolutamente zero.

De modo que eu  não vejo nenhum motivo para o governo do Estado rejeitar o Bilhete Único Mensal no metrô e na CPTM, assim que implantarmos o bilhete mensal nos ônibus e lotações.

Hoje, como já disse, existe um adicional quando a pessoa utiliza o metrô ou o trem. Nós vamos ter de negociar um pequeno adicional para possa utilizá-lo também no metrô e nos trens da CPTM. Do ponto de vista técnico, isso pode ser facilmente resolvido.

Viomundo – Qual a sua  expectativa em relação ao Bilhete Único Mensal?

Carlos Zarattini – Imagine uma pessoa que mora no extremo Sul ou Oeste da capital, tem vale-transporte e todo dia usa o transporte público. Ela só tem a ganhar. Vai poder andar sábado, domingo, feriados, sem gastar nada.

Aliás, um dos maiores problemas democráticos na cidade de SP é a falta de circulação.  Tem uma pesquisa chamada Origem-Destino, feita de 10 em 10 anos, que mostrou que as pessoas de alta renda têm uma taxa de mobilidade muito superior às de baixa renda, que praticamente só têm mobilidade para ir e vir do trabalho.

Nós queremos acabar com essa limitação e ampliar a possibilidade de as pessoas de baixa renda conhecer a cidade, participar das atividades de fim de semana.

Nós queremos que elas tenham ampla mobilidade.  Queremos dar-lhes a oportunidade de andar pela cidade e usufruir um sem número de atividades de lazer de gratuitas nos finais de semana, como shows, passeios. E que elas não não vão poder deixar de ir  simplesmente porque não têm dinheiro para o transporte. Queremos acabar com isso.

Viomundo — Supondo que Haddad ganhe a eleição e o governador vete, como  em 2004, a integração do bilhete mensal com o metrô e os trens da CPTM, o que acontecerá?

Carlos Zarattini — Nós vamos pressionar politicamente o governador para que aprove a integração e, ao mesmo tempo, mostrar à população o prejuízo que ela terá [em caso de veto do governador].

 

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98 comentários

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Movimento Passe Livre – São Paulo » Blog Archive » Reflexões sobre o Bilhete Mensal

29 de abril de 2013 às 12h13

[…] [2] https://www.viomundo.com.br/politica/conceicao-lemes-na-polemica-sobre-o-bilhete-unico-mensal-quem-na… [3] Ibidem. […]

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elenil

26 de setembro de 2012 às 21h53

Aqui em Salvador, o pt (partido do terror) onde a violência é a unica que prospera a todo vapor, promete criar um bilhete unico por três
horas. Sabe para que? para favorecer o dono do trânsporte. porque aqui não se chega a lugar nemhum em apenas três horas,tá tudo engarrafado sempre! conversa para otário votar.
Aqui o bicho pega!!!

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Gerson de Sousa Santos

12 de setembro de 2012 às 22h03

Porque o bilhete unico a integração no metro é tarifada ao invés de ser gratuita igual o que ocorre nos ônibus.

Quer dizer quem utiliza o sistema do metrô fica no prejuízo.
Integração do bilhete no metrô é muito questionavél e são apenas 2 horas nos ônibus podemos utilizar 4 conduções com integração 100% “gratuita”. E no metrô é diferente mas só que para o pior.
Vejam logo abaixo.

1ª viagem partindo de ônibus

São debitados R$ 3,00 no cartão quando o usuário passa pelo validador no ônibus com direito a mais duas utilizações de ônibus até 3 horas da primeira validação, a diferença de R$ 1,65 é debitada no bloqueio do Metrô ou da CPTM no período de até duas horas a partir da primeira validação no ônibus.

O “certo” seria ser dada a mesma condição que ocorre com os ônibus o passageiro paga R$ 3,00 e faz até 4 viagens durante 3 horas.
Quando o usuário faz o primeiro embarque no ônibus, são debitados R$ 3,00 no cartão. A partir daí, no período de 3 horas, os três próximos embarques não são debitados.

Eu moro em Guarulhos sou muito prejudicado pelo transporte da minha cidade e quando venho geralmente para capital também sou prejudicado pago muito caro pelo transporte não tenho tranquilidade porque luto contra o tempo.

E apenas 3 horas é pouco o Governo massacra o povo deste modo.
Para ficar bom o transporte para a população deveria ser a passagem unica e os usuários poderiam utilizar quantos ônibus fossem necessários o dia todo, para facitar o deslocamento á varios destinos da cidade.
Infelizmente o salario do povo é pouco e quem paga aluguél então nem si fala, assim não dá nem para passear com a familia o transporte hoje é para poucos ou seja carissímo e não colabora com com a questão da mobilidade a população é efetivamente excluída de ir para diversos destinos.

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JC Tavares

03 de setembro de 2012 às 10h54

Os tucanalhas estão desesperados com as novidades da campanha petista. O preço é de 140 reais(se a pessoa pegasse uma única condução ida e volta por dia, já pagaria 180 reais) e só vai adquirir quem quiser, quem achar que é vantagem e não é obrigatório, portanto, não pode ser considerado taxa como querem os tucanos. Alem do mais, é um estímulo a deixar o carro na garagem e utilizar o transporte público. Os tucanos agem assim, sem competência, mentem e tentam desconstruir o que é bom.

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Geysa Guimarães

02 de setembro de 2012 às 13h03

Bilhete “bão” mesmo é esse que tá pintando no horizonte e deve levar o Chirico definitivamente pra casa.

Responder

Elias

01 de setembro de 2012 às 17h12

Em 1990, Luisa Erundina, prefeita de São Paulo, disse: “4 milhões de paulistanos não têm status para pagar passagem de ônibus”. Erundina afirmou que era possível dar ônibus de graça para todos os paulistanos e para isso haveria apenas um pequeno aumento no IPTU. A burguesia com suas manções chiou, a direita empresarial e seus vereadores empenharam-se em fazer o projeto sucumbir e consneguiram. O PT sempre investiu em idéias progressistas e de interesse para toda a coletividade, incluíndo, obviamente, os milhões de menos beneficiados. O Bilhete Único Mensal, o Semanal e o Avulso serão opções, ninguém é obrigado a usar o Mensal e o Semanal, mas, sem dúvida, é um avanço que só os reacionários, por inveja, ou por ódio discordam. Boa, Zarattini! Dá-lhe, Haddad!

Responder

    Elias

    02 de setembro de 2012 às 15h37

    Auto-correção

    A burguesia com suas *mansões chiou

Fatima Coelho SantAnna

01 de setembro de 2012 às 16h18

tudo que for bom para o povo, o serra é totalmente contra.agora nada que ele fala tem pesso ta fora.

Responder

    renato

    01 de setembro de 2012 às 20h22

    Na realidade o Serra não sabe nem avaliar o que é ruim.
    Votem no Haddad. Paulistas.

oziel f. albuquerque

01 de setembro de 2012 às 14h05

Tudo que é bom para as classes C e D, os tucanalhas são contras. Até porque, eles gostas das elites, pessoas humildes para eles são bandidos.

Responder

André

01 de setembro de 2012 às 12h16

“Carlos Zarattini – Exatamente. O mesmo acontece com o bilhete do estudante. Hoje, ele só pode usar nos dias úteis, quando tem aula. Se, no final da semana, o jovem quiser ir à biblioteca, ao cinema ou a um show, ele não passa na catraca, ela trava.”

Isso está incorreto, a catraca não trava para o bilhete de estudante aos finais de semana, visto que eu o uso. O problema é que, caso eu o utilize durante o mes todo nos dias úteis, não terei crédito para utilizá-lo aos finais de semana.

Responder

Urbano

01 de setembro de 2012 às 11h40

Os tunganos têm plena razão em querer evitar o desperdício de dinheiro público, até para que eles possam utilizar, como é praxe em suas ações, em coisas bem mais nobres.

Responder

Roderick

01 de setembro de 2012 às 10h52

Morei dois meses em Paris e usava o bilhete único mensal (orange card) tanto para trabalhar quanto para passear, valia muito a pena. Sei que outras cidades da Europa também adotam o tal bilhete. O PSDB virou o partido da mentira, obra e graça do Serra.

Responder

Jeca Tatu

01 de setembro de 2012 às 10h31

Por que tanta dificuldade de imnplantar algo que já existe em grandes capitais do mundo.
Londres tem o diário, o semanal e o mensal. Uma vez que você compra pode usar quantas vezes precisar, mas não só ônibus, vale para metrô e trem.
Digo isso porque eu mesmo usei e achei interessante. Inclusive já faz muito tempo, pois foi em 1995.

Responder

Elaine

01 de setembro de 2012 às 07h13

Gerson, vc vai na veia, cara, rsrsrs. Muito bom.

Responder

Maria Clara

01 de setembro de 2012 às 06h58

Deputado Zarattini ou quem mais da campanha do Haddad que esteja nos lendo A Conceição Lemes conseguiu — como sempre nas suas matérias — explicar de uma maneira clara,, didática, simples, o que é exatamente o Bilhete Único Mensal. Pelo amor de DEus, esclareçam desse jeito no horário eleitoral. Os tucanos aproveitam que comunicação não é é forte do PT pra espalhar mentiras.

Responder

Maria Clara

01 de setembro de 2012 às 06h43

Deputado Zarattini, abra o olho. Logo, logo, o Serra vai se apropriar dessa paternidade. Ainda bem que o Viomundo, antecipadamente, já submeteu a “criança” ao teste de paternidade. Saudações progressistas

Responder

Alexandre Silveira

01 de setembro de 2012 às 06h37

Agora entendi por que os tucanos estão contra. Excelente ideia, gente!

Responder

Ana Paula

01 de setembro de 2012 às 02h45

Mesmo com o bilhete único mensal os valores ainda assustam. Não nego que seja (aparentemente) melhor que a situação atual, mas isso não quer dizer muita coisa. R$ 140,00 correspondem a 23% do salário mínimo atual… é muito pra se gastar só com ônibus e metrô num mês! Ainda mais levando-se em consideração que com o álcool a R$ 1,77, com R$ 80,00 dá pra encher o tanque de um Uno e andar entre 20-30 dias tranquilamente. Num mero comparativo de custos mensais, não há como não entender a aspiração do trabalhador pelo veículo próprio, pois ele significa economia, mais tempo com a família, mais conforto nos fins de semana. Como pode parecer plausível que se pague 23% do salário mínimo em transporte público sobre-lotado, lento e que desrespeita os cidadãos, tratados como consumidores de quinta categoria?
Falta vislumbrar outros horizontes, como a efetiva municipalização do transporte público rodoviário, fazer o caminho inverso da privatização, ter transparência nas planilhas de custos que determinam as tarifas, etc. Será que é pedir demais pro PT? Será que se propormos um empréstimo coletivo do BNDES para podermos – nós – municipalizar as empresas de transporte (opa! Uma CONCESSÃO pra população, por 30 anos, depois a gente devolve pros tubarões do transporte… mesmo…) o Haddad atende?

Responder

    RicardãoCarioca

    01 de setembro de 2012 às 07h34

    Só vai usar o BUM (é a sigla, né? Fazer o que…) quem for economizar. Se tens carro e usá-lo fica mais barato para você, continue com ele. Mas, para quem pega ônibus, trem, metro e ainda precisa se locomover nos finais de semana? Entenda que o BUM não é imposição para todos. Leia toda a reportagem para entender.

    Ana Paula

    01 de setembro de 2012 às 08h56

    Ricardo, eu li a reportagem toda. Reveja meu comentário: eu disse que o Bilhete Único Mensal é MELHOR que a situação atual, porém não é o MELHOR cenário, pois existem OUTROS horizontes possíveis nas políticas de transporte coletivo. Dali eu parti para a defesa da municipalização do transporte público rodoviário e ironizei a política do governo Dilma de conceder empréstimos do BNDES para empresários privatizarem setores estratégicos nacionais, como os terminais aeroportos.

    paulo roberto

    01 de setembro de 2012 às 10h24

    Será que o candidato da Ana Paula tem uma proposta melhor?

    Arthur Schieck

    01 de setembro de 2012 às 12h41

    Ana, no planeta onde eu vivo eu não encontro álcool a menos de R$2,10. E se você consegue demorar 20 dias pra gastar um tanque cheio é sinal que o trabalho esta muito perto de casa. Neste caso o melhor é usar a bicicleta.

    Ana Paula

    01 de setembro de 2012 às 14h07

    O nível do debate na internet é péssimo, levam tudo para o pessoal, haja paciência! Me sinto no direito de partir para o pessoal também. Álcool a R$ 1,77 é o preço do posto onde abasteço, em Campinas, nas proximidades da Unicamp (é o MESMO preço no distrito todo, quem conhece sabe), porém moro em São Paulo (faço o trajeto todos os dias, exceto em fins de semana). Não tenho um Uno, tenho um carro popular semelhante, e evidentemente gasto muito mais combustível que isso num mês, com a diferença de que levo minha filha (que estuda em Campinas) e minha irmã junto no carro neste mesmo trajeto todo dia (por que me sinto na necessidade de me justificar? Me sinto tratada como uma adversária política das mais atrozes, enquanto isso os tubarões do transporte coletivo fazem a festa). O argumento que construí usando o exemplo de um carro popular econômico foi baseado no trajeto médio percorrido pelo brasileiro anualmente, que é, segundo revistas especializadas, cerca de 12~15k km ao ano. Caso uma pessoa percorra diariamente, no trajeto para o trabalho, ida e volta, 27 km, com um consumo de 12 km/l de etanol (um cenário de carro nem tão econômico assim), um tanque de combustível durará 20 dias tranquilamente.
    Ou 27 km você acha que é uma distância razoável para ir e voltar do trabalho todos os dias? Caso sim, parabéns pelo seu preparo físico e disponibilidade de roupas para trocar no vestiário do seu local de trabalho, que claro, também tem local para tomar banho assim que você desce da bicicleta, e evidentemente a cidade toda também tem ciclovias para que você, no “mundo em que vive”, onde não há etanol a 1,77, seja respeitado pelos carros de 3.500 kg que lotam as ruas de São Paulo, ou será que você só anda de bicicleta sem marcha na Paulista e na Augusta? É fácil ser hipster no Jardins, não? Mentalidade mais anarcóide indivualista essa de achar que todo mundo tem que se ajustar a um modo de vivenciar a metrópole, a um modo de transporte, ao invés de focar no principal, que é o fato de que o Bilhete Único Mensal é uma melhora suave para ALGUNS tipos de usuário de transporte coletivo, não trata da tarifa base, NÃO mexe com os tubarões das empresas de ônibus e garante o financiamento de campanha, não?

    Voltando ao meu argumento principal: o projeto do Haddad não lida com outro horizonte possível, que seria a municipalização do transporte público. Alguém se lembra de que a prefeitura subsidia as empresas de transporte público que cobram tarifas abusivas em R$ 800 milhões por ano? Por que o candidato não toca nesta questão? Cobrar o candidato FAZ PARTE do papel do eleitor, não apenas fechar os olhos e acatar qualquer proposta! É de uma ingenuidade sem tamanho tratar a política como uma via de mão única, é isso que torna os partidos em organizações de quadros e não de massa.

    Ana Paula

    01 de setembro de 2012 às 14h13

    Artur, aqui está o posto de combustível no planeta em que vivo:

    http://www.precodoscombustiveis.com.br/posto/13166/auto-posto-barbieri-de-barao-geraldo-ltda-epp

    Aumentou 3 centavos desde a última vez que abasteci.

    Ana Paula

    01 de setembro de 2012 às 14h20

    Artur, pelo visto o seu planeta é o Rio de Janeiro, onde estão vendendo álcool a preço de ouro, mas em São Paulo, tem posto vendendo até a R$ 1,50:

    http://www.precodoscombustiveis.com.br/mapa/busca?q=sao+paulo

    Breno Pacheco

    02 de setembro de 2012 às 04h52

    Boto fé, Ana.
    E me desculpe qualquer coisa, mas a sua inteligência me deixou impressionado.

    Breno Pacheco

    02 de setembro de 2012 às 06h20

    Inteligência e paciência haha

    Breno Pacheco

    02 de setembro de 2012 às 05h25

    E, o pior de tudo, NÃO ONERA, pois o que passa a ser mais utilizado são justamente os momentos em que há capacidade ociosa no transporte. As pessoas passam a também utilizar no fim de semana, por exemplo, em vez de deixar de sair de casa pq não têm dinheiro pra passagem – enquanto fica uma enorme capacidade ociosa rodando a cidade (o que é humanamente ridículo). Ou seja, é uma proposta inteligente e nada mais, mas que faz bastante bastante diferença. É somente organizar o do transporte público de forma inteligente, que estimule a circulação das pessoas quando há vagas ociosas, e sempre há (a não ser nas horas de rush) uma enorme capacidade ociosa circulando pela cidade, todos os dias. É burro não ocupar essas vagas. Sem nenhum gasto.
    Por outro lado, como disse a Ana Paula, é interessate notar que isso não só NÃO gera mais gastos aos ‘tubarões do transporte’ (garantindo que o PT não perca financiamento de campanha), como lhes AUMENTA ainda mais o lucro, sem lhes gerar nenhuma necessidade de investimento (já que receberão acréscimo no subsídio municipal, que já é de 800 milhões por ano).

    Sinistro. É uma ideia inteligentíssima. Por um lado, é realmente muito boa, e até óbvia. Por outro, não vai em nadiquíssima contra o sistema (em seu funcionamento mais privato-podre mesmo), mt pelo contrário. Minha conclusão é: a direita é burra de não fazer isso? A nossa, pelo menos? É que a nossa direita é também movida por preconceitos, necessidade de jogar os pobre pro lado de fora da cidade mesmo (e S. Paulo tem sido exemplo-mor disso). É o que um alto nível de hegemonia do capital, bem estabelecida, faz: a desumanização moral da política. rs

    Breno Pacheco

    02 de setembro de 2012 às 05h32

    PT -> Renovação da hegemonia do capital…
    …ou Partido da Transmutação (da hegemonia)
    E aí, será? rs

Arthur Schieck

01 de setembro de 2012 às 01h54

Eu cheguei a trabalhar uns 5 meses em Barcelona e lá havia uma infinidades de opções na hora de comprar o bilhete para usar no transporte público da cidade. Uma delas era o bilhete mensal. Se não me falha a memória, custava uns 30 ou 40 euros e eu podia usar livremente por um mês inteiro quantas vezes quisesse. Para usuários esporádicos não valia a pena, mas para estes havia várias outras opções.

Responder

José X.

01 de setembro de 2012 às 00h15

Se os tucanos estão reclamando do projeto então é porque é um projeto bom para o povo. Negócio bom pra tucano é o Pinheirinho.

Responder

    Maria Clara

    01 de setembro de 2012 às 06h48

    Assino embaixo,José X. abs

    Roberto Locatelli

    01 de setembro de 2012 às 07h08

    Exato, José X.! Se é bom para o povo, os tucanos são contra.

Cassio Zecati

31 de agosto de 2012 às 23h50

Esses tucanos são uns babacas. O tempo original do Bilhete Único, implementado no governo da Marta era de 4 horas. O Serra quando entrou na prefeitura o reduziu para 2 horas. Gerou polêmica na época, pois a prefeitura não avisou ninguém. Depois aumentaram 3 horas. Ou seja, aí sim houve perda de dinheiro. Lamentável o discurso do psdb. Depois a polêmica foi para os terminais de ônibus. Lá o tempo era livre, ou seja, vc chegava no terminal de ônibus, fazendo a baldeação sem problemas. Poderia esperar um ônibus mais vazio. O Serra tirou o tempo livre e passou a valer o tempo do Bilhete Único, ou seja, duas horas. Então o cidadão que antes esperava por um ônibus mais vazio internamente o Terminal, passou a pegar um ônibus cheio, se não as 2 horas do bilhete vencia… Acho que aqui o cidadão perdia dinheiro também. Lamentável de novo. O pior, como é que o PT de SP não tem essas informações para rebater os tucanos? O PT de SP não existe, é uma inércia só, quer seja a nível municipal, quer seja, estadual. Estou falando de mais? Bom o governo da Marta foi carimbado, é claro com a ajuda da imprensa, com o governo das taxas.. Basta fazer um cálculo simples de quanto foi o valor da taxa de lixo da época e comparar com os aumentos de taxas do governo do serra na prefeitura, principalmente o IPTU. É só fazer a conta. Os valores estão ali bem próximos, basta a direção do partido do PT pesquisar e mostrar para os eleitores que o serra cobrou várias taxas do lixo na sua gestão.. acorda PT-SP? Lamentavel novamente!

Responder

oswaldo j. baldo

31 de agosto de 2012 às 21h50

Após o trabalho vai sair a noite para a facu, namorar, ir ao cinema…………sem pagar um tusta com diria PHA.

Responder

Gerson Carneiro

31 de agosto de 2012 às 21h41

Vote Çerra Vereador nº 45171

Responder

Gerson Carneiro

31 de agosto de 2012 às 21h30

O Serra acaba de entrar na zona do rebaixamento.

Responder

    Maria Clara

    01 de setembro de 2012 às 06h46

    Oi, Gerson, que tal dar já um Bilhete Único Mensal pro Serra ir passear e nunca mais lembrar de nós, pobres paulistanos? abs fraternais

    José Huertas

    01 de setembro de 2012 às 18h36

    Desculpe meter a colher mas só se existir o BUSV (Bilhete Único Sem Volta)

will

31 de agosto de 2012 às 20h54

medida que beneficia demais a população. simplifica o deslocamento do cidadão.

colou o zap na testa do cerra!

Responder

Daniel

31 de agosto de 2012 às 20h49

A idéia é excelente… E com o detalhe de ser excelente TANTO para a população QUANTO para as empresas de ônibus.

Porquê?

Para o trabalhador, significa basicamente LIBERDADE DE IR E VIR. Poder sair – como já escreveram – de casa e voltar sem ter que ficar contando se o dinheiro no bolso vai dar, sabendo que vai desembolsar sempre um valor X por mês e que poderá sair de casa sem ser exclusivamente à trabalho para garantir que o dinheiro dê. Isso é uma mudança RADICAL.

E para a empresa de ônibus, significa uma renda praticamente garantida e previsível, com todo mundo pagando por mês sempre um certo valor fica bem mais fácil planejar as contas. Não terá mais um mês aonde se terá algum lucro e outro tendo prejuízo, todos os meses terá lucro

Responder

FrancoAtirador

31 de agosto de 2012 às 18h57

.
.
Ótima iniciativa.

Se é facultativa e pode ser benéfica

aos usuários do transporte coletivo,

não há por que não implementar.
.
.

Responder

Apavorado por Vírus e Bactérias

31 de agosto de 2012 às 18h44

O problema todo é que o demotucanalha Serra vai ficar fora do segundo turno. E por isso começa a atacar o segundo colocado nas intenções de voto, o Haddad, para tentar desqualificá-lo e roubar a segunda posição. Mas a tendência do demotucanalha Serra Pai Padim Irimão do Santo Aborto no Chile é nem se segurar nos 15. Vai para os 10% ou 11%. Não chega a 12. E aí, espero que o Nefasto se aposente e ganhe o xilindró e veja de seu local de sol quadrado, todo dinheiro que nos roubou repatriado.

Responder

Jairo Beraldo

31 de agosto de 2012 às 18h26

Deu agora na GloboNews:

-Russomano 31%
-Çerra 20%
-Haddad 17%

A coisa vai pegar!!!

Responder

    Fabio Passos

    31 de agosto de 2012 às 21h23

    globope?
    Então é mais provável que serra já esteja atrás do Haddad.

    O semancol bateu geral na população de São Paulo… serra só vai receber votos dos racistas que leem revista veja. rsrs

    FrancoAtirador

    31 de agosto de 2012 às 21h43

    .
    .
    Acabo de presenciar um momento ímpar:

    a Cheirosa Cantanhêde, com lágrima nos olhos,

    tentando entender o que está acontecendo.
    .
    .

Bertold

31 de agosto de 2012 às 18h20

Amigo, o Alckmim não governa para o povão mas sim para as elites da paulicéia, portanto, não tá nem ai para pressão popular quando ele tem uma imprensa em geral que o apoia e o protege incondicionalmente. Quiçaz, se for do interesse eleitoral dele para 2014, ele talvez encampe a proposta. Ai o bilhete único mensal se completa também com o metrô.

Responder

    Apavorado por Vírus e Bactérias

    31 de agosto de 2012 às 18h48

    Em 2014 Serra e Alckmin serão pó político. A polícia vai amontoar o pó e por no xilindró. Aliás a demotucanalha em peso vai tomar café de canequinha e vestir um conjuntinho listrado, do modelito metralha.

Julio Silveira

31 de agosto de 2012 às 17h22

Meu conselho ao pessoal do Haddad é que patenteiem a Ideia. Conhecendo o Cerra, e sua turma tucana, com se conhece não duvido nada se logo ali na frente venham dizer que essa ideia foi origninalmente deles.

Responder

Vinicius Garcia

31 de agosto de 2012 às 16h11

Acho melhor não alertá-los, que continuem assim, aí o Coiso quem sabe atinge mais de 50% de rejeição.

Responder

José Silva

31 de agosto de 2012 às 14h58

Pra mim é mais um tiro no pé da campanha tucana, pois quando o PT explicar para o povo o Serra cai mais uns pontinhos por ter mentido mais uma vez como é de costume. Tem marqueteiro que pensa que o povo é besta, principalmente os mais “cheirosinhos”. SERRA VAI COM SEU ÓDIO PROS QUINTOS DOS INFERNOS!!!

Responder

Dialética

31 de agosto de 2012 às 14h32

O comércio vai agradecer. São Paulo é uma cidade escravocrata.Os politicos e empresários tem a cara de pau de usar as pessoas como escravas durante a semana, pois os salários básicos aqui são um horror, e no final de semana essas pessoas nem podem sair pra um passeio pois não tem condições de pagar.

Responder

Dialética

31 de agosto de 2012 às 14h29

Nas férias os estudantes ficam sem tiquet e nem podem sair de casa.
Uma estudante disse que após o antigo bilhete único a vida dela melhorou bem.Qualquer real é bom para estudante.

Responder

Darcy Brasil Rodrigues da Silva

31 de agosto de 2012 às 14h22

A proposta é excelente! Economicamente , dado que se baseia no custo que já representa hoje para o trabalhador, pode parecer que não compensa. Porém não é verdade, na medida que os dias que hoje não pode usar , como os domingos, passam a serem admitidos. Na verdade , a lógica da mobilidade para o trabalho, que representa também um interesse economicista, que contempla apenas a mobilidade do trabalhador para o seu local de trabalho, considerando essa mobilidade no custo da força-de-trabalho materializado no “vale-transporte”, é substituída pela lógica do “direito de ir e vir”,formalizado na Constituição, e aqui concedido compulsoriamente ,pelo menos aos trabalhadores formais” (que , a meu ver não terão porquê optar por outro bilhete que não o único) e,pelo que disse o autor da proposta, também aos estudantes. Isso significa que, a lógica economicista foi suplantada pela lógica da cidadania. Imaginemos que Haddad proponha,já durante a sua campanha, converter os domingos em dia da semana agendado pela prefeitura para a oferta de farta programação cultural, como eventos gratuitos nas praças e ao ar livre ou em salas e teatro públicos, combinada com outras atividades culturais vendidas a preços módicos,ao alcance do bolso do trabalhador e de sua família. A diferença do bilhete único me parece expressiva, posto que um casal que trabalha e que tem seus dois filhos na escola poderão se deslocar gratuitamente para assistir a um show também gratuito promovido pela prefeitura de, por exemplo, Pereira da Viola ( escolhi esse nome para faze propaganda desse extraordinário músico do Vale do Jequitinhonha mineiro) em um espaço destinado a divulgar artistas populares brasileiros esquecidos pela mídia. Bem, a diferença entre o que existe hoje e o que esta proposta representa me parece gritante. Porém, espero que um dia o “direito de ir e vir” esteja figurando ,lado a lado, com os direitos à saúde e à educação, como direitos que devem ser oferecidos a todos os cidadãos de forma gratuita e com qualidade. Mas muita água ainda vão ter que passar debaixo desta ponte que separa o presente desse futuro.

Responder

Moacir Moreira

31 de agosto de 2012 às 13h48

Tem razão quem diz que as eleições se tornaram um fla-flu.

Cada um vestido com a camisa do seu candidato preferido, debatendo quem contratou o melhor marqueteiro.

Como diria o companheiro Paulo Maluf, toda jogada de marketing é boa.

Responder

Fernando

31 de agosto de 2012 às 13h08

Na Região Metropolitana do Recife, usamos o Vale Eletrônico Metropolitano (VEM), integrado ao metrô, que possui diversas “modalidades”, como o VEM Estudantil e o VEM Trabalhador, cada uma com suas particularidades em termos de carregamento e uso.

O VEM Estudantil, por exemplo, pode ser recarregado com, salvo engano, no máximo R$123,00 por mês e pode ser utilizado até 70 vezes durante o mês, não importa se durante finais de semana ou dias úteis, com o máximo de 6 ou 8 vezes ao dia.

Acredito que a melhor solução é a de deixar que o próprio usuário decida que valores pretende carregar e quantas vezes pretende usar o cartão e em quem dias. Nada mais simples e fácil.

Responder

Duarte

31 de agosto de 2012 às 12h52

Amigo, o PT conseguiu mais tempo na TV tb para explicar as agressões Zé bolinha. Não consegui dizer pro povão tendo tempo desdobra na TV, é assinar um manifesto da burrice

Responder

RicardãoCarioca

31 de agosto de 2012 às 12h33

Aqui no Rio eu pego integracão ônibus/trem e trem/ônibus o que dá R$9,90 por dia, ida e volta, do trabalho. Vezes 21 dias úteis por mês é igual a R$207,90 e aos sábados uso trem ida e volta para a faculdade. São 2,90 (trem) x 2 (ida e volta) x 4 (sábados por mês) é igual a R$32,20 mais R$207,90 é igual a R$231,10 que eu gasto de Bilhete Único por mês, em média.

Esse da proposta, de R$150,00 fixo por mês e poder pegar quantas conducões forem precisas, para o meu caso, seria ótimo e eu o utilizaria, se morasse em SP.

Qualquer um que raciocine e que saiba fazer contas, chegará às suas conclusões.

Não é à toa que O Globo admite hoje empate técnico entre Serra e Haddad, e ainda faltam cinco semanas de horário eleitoral. Isso que dá se concentrar no mensalão e esquecer o mitômano indolente.

Responder

Valdeci Elias

31 de agosto de 2012 às 12h11

Se o Bilhete Único Mensal funcionar, Na proxima eleição pra presidente, Serra vai se intitular O Pai do Bilhete Unico !!!!

Responder

    Luciana

    31 de agosto de 2012 às 12h45

    Meu caro, isso (infelizmente) já aconteceu!

    Foi em 2010, quando tentava puxar o tapete da Dilma Roussef.

    Esse vampiro fala qualquer coisa. É um insano.

Zezinho

31 de agosto de 2012 às 11h58

A proposta do que jeito que está não funciona. O preço deve ser inferior ao que o usuário pagaria normalmente. É assim que funciona nos outros países. Segundo Zattini se o usuário já paga normalmente um total de R$140 qual a vantagem do bilhete? Nenhuma. Se o objetivo é incentivar o uso do transporte público então a tarifa deveria ser de valor inferior.

Responder

    Aline C Pavia

    31 de agosto de 2012 às 12h29

    Foi preguiça de ler ou é dificuldade de entender?

    Se eu pago 140 reais e só posso usar 4 vezes ao dia, por no máximo 3 horas, e não posso usar em feriados e finais de semana, OBVIAMENTE se os mesmos 140 reais na recarga passam a valer 24 horas por dia sem limite de passagens e TAMBÉM em feriados e fins de semana, FICA DEMONSTRADO que FICOU MAIS BARATO para o usuário.

    Prefere que eu desenhe?

    RicardãoCarioca

    31 de agosto de 2012 às 12h44

    O comercial do PSDB parece aquele dos republicanos americanos sobre o plano de universalizacão da saúde, proposto pelo Obama: ‘Eles vão escolher o médico que irá te atender e a consulta terá de ser realizada onde eles quiserem também!’. Tucanos tratam as pessoas do povo como debilóides. Já estão praticamente fora do segundo turno das eleicões para a capital paulista.

    Zezinho

    31 de agosto de 2012 às 13h55

    Pelo jeito é preciso desenhar para vc. Vou repetir, o ticket mensal tem que custar mais barato do que normalmente se cobraria pelo uso convencional e é assim que se faz em muitas cidades mundo afora. É assim que ele se torna atrativo.

    Cibele

    31 de agosto de 2012 às 21h20

    FICARÁ mais barato, meu santo! Óbvio. Proposta irretocável.

    Bertold

    31 de agosto de 2012 às 18h11

    Eita anta! Se o bilhete é para uso sem limites de viajens, inclusive nos finais de semana, é claro que o valor de 150 pila mensal é um valor bem realista e bem abaixo do que a maioria dos paulistanos gastam mensalmente com transporte público. Mais ainda, tendo em vista os custos que a prefeitura vai arcar com subsídio, essa proposta é um ganho para o povão´. Imagine poder passear à vontade nos finais de semana e feriado já que falta de dinheiro não será problema?

    Darcy Brasil Rodrigues da Silva

    31 de agosto de 2012 às 19h46

    BERTOLD, o seu esclarecimento foi perfeito. Porém, o “Eita anta” é absolutamente dispensável! O amigo não compreendeu? Então , caba a nós esclarecer. Aqui só se sarrafa aos trols.

    paulo roberto

    01 de setembro de 2012 às 10h43

    É o Zezinho Serra falando, só pode.

francisco niterói

31 de agosto de 2012 às 11h57

Alem do bilhete mensal, o semanal tb é importante pois ajuda aos vositantes da cidade pra negocio ou turismo. Pessoas que tb movimentam a economia.

Recentemente, em Paris, comprei um semanal ( sempre de segunda a domingo) por algo em torno de 19 euros, ou seja, menos do que eu gasto aqui em niteroi-rio no mesmo periodo. Sem falar na diferença de renda entre lá e cá.

Agora uma coisa que me choca: como que o povo do PSDB, tao chique e cheiroso, tao ligado no primeiro mundo, pode nao entender o bilhete mensal?

Sera que eles vao pra Paris, por exemplo, só pra fazer compras e dar uma de deslumbrados? ETA ELITEZINHA MEQUETREFE.

Responder

    RicardãoCarioca

    31 de agosto de 2012 às 12h38

    Com as centenas de milhões de reais roubados na privataria tucana, você acha que eles passam perto de conducão pública? De povo (ainda que de franceses)? Em Paris, eles só andam de limosine, no mínimo, ou até apenas de helicóptero.

Mardones Ferreira

31 de agosto de 2012 às 11h56

Precisa explicar isso no horário da tv, pois tempo de tv, o Haddad tem de sobra. E por ironia do destino, com ajuda do partido do Maluf, que vetou o projeto um tempo atrás.

Mentira de tucano é redundância. k k k k

Responder

    Elaine

    01 de setembro de 2012 às 07h16

    Mardones, vc está certíssimo. Tomara que alguém da campanha do Haddad te ouça! abs


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