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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Brasil trará até 4 mil médicos cubanos, anuncia Padilha

21 de agosto de 2013 às 18h22

21/8/2013 às 17h53 (Atualizado em 21/8/2013 às 18h16)

Brasil trará 4.000 médicos cubanos

Profissionais serão encaminhados para regiões que não foram escolhidos por médicos brasileiros

do R7

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (21) a vinda de 4.000 médicos de Cuba para as vagas que não foram preenchidas por médicos brasileiros no programa Mais Médicos.

O acordo foi afirmado entre o governo brasileira e a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde). Segundo o ministro, 400 médicos já serão encaminhados para a primeira parte do programa.

A previsão é que mais 2.000 médicos cubanos cheguem no dia 4 de outubro para as vagas não preenchidas no segundo mês do programa Mais Médicos.

Os profissionais serão encaminhados para as 701 municípios que estão no programa, mas não foram escolhidos por médicos brasileiros formados no Brasil ou no exterior. Destas cidades, 84 % estão na região Norte e Nordeste do País.

De acordo com o ministro, 84% dos médicos cubanos encaminhados para o Brasil têm mais de 16 anos de experiência e todos já participaram de missões internacionais em países que falam português. Além disso, todos são especializados em medicina familiar e comunitária.

Segunda etapa

A segunda fase de inscrições foram abertas nesta segunda-feira, 19. Prefeituras e profissionais que não aderiram ou que não completaram a inscrição na primeira fase terão até o dia 30 para se inscrever. O primeiro mês de seleção contabilizou a adesão de 3.511 municípios, que indicaram 15.460 vagas. Ao final dessa etapa, 1.618 profissionais confirmaram participação.

Leia também:

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100 Comentários escrever comentário »

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nona fernandes

22/08/2013 - 18h11

Leia-se as boas vindas em vez de a boa vinda

Responder

nona fernandes

22/08/2013 - 18h07

Fiquei até emocionada com a concretização da vinda dos médicos cubanos. Senti uma vontade danada de ir ao aeroporto no dia das suas chegadas, para recepcioná-los e lhes dar a boa vinda. Por tudo que conheço de Cuba e da sua gente, inclusive pessoalmente, acho que esse é o povo mais solidário do planeta. Eles querem ganhar dinheiro e querem consumir, sim, mas com outro modo de ver as coisas e as pessoas. Se eu conseguir chegar perto de um deles aqui pelo interior da Bahia, vou conversar muito com ele sobre essa missão que os médicos do seu País desenvolvem pelo mundo afora

Responder

Maria Amélia Martins Branco

22/08/2013 - 16h56

Essa gente abjeta ainda vão cair nas mãos dos competentes médicos cubanos, quem viver,verá.

Responder

Avelino

22/08/2013 - 16h34

Parabéns Dilma, os mesmo que foram contra o CPMF, que apoiam as agressões contra os trabalhadores, adorariam um Brazil escravo para andarem de liteiras, vem falar em humanidade?!
Saúde é um direito, setores da classe média que surtem a vontade.

Responder

Mardones

22/08/2013 - 16h16

Amém!

Demorou!

Vários prefeitos pediram ao governo federal auxílio para terem médicos em seus municípios.

O Brasil não pode ficar refém de uma máfia de branco que só pensa em seus interesses.

O governo precisa resolver para ontem a questão da saúde pública e o financiamento do SUS precisa ser rediscutido.

A formação do médico precisa ser voltado ao atendimento básico prioritariamente.

Responder

francisco

22/08/2013 - 15h31

http://redecastorphoto.blogspot.com.br
Desgoverno mundial totalitário
[*] Adriano Benayon – 14.08.2013
01. Estamos diante de mudança qualitativa na situação mundial, tanto no plano econômico como no político.
02. Depressão, desemprego crescente, concentração e financeirização absurdamente elevadas – incompatíveis sequer com o pouco que restava do estado de direito – têm levado ao Estado totalitário, cujas instituições aplicam meios e armas tecnológicas, nunca dantes vistas, para desinformar, espionar e reprimir as pessoas.
03. Poucos países, como Rússia, China e Irã, não se comportam como capachos do império anglo americano, sofrendo, por isso, pressões militares, políticas e constante campanha denigridora, apesar de com ele colaborarem em muitos terrenos e questões (1). Nem esses se desvencilharam plenamente da oligarquia financeira anglo americana, absoluta em numerosas nações subjugadas, de todos os continentes.
04. Isso, inclusive porque o império logra manter seu sistema financeiro fraudulento, inclusive o dólar e o euro no grosso das transações mundiais e constituindo mais de 90% das reservas de divisas (só o dólar, mais de 60%).
05. Sem a ameaça do poder militar e sem as incríveis manipulações nos “mercados financeiros” pelos bancos da oligarquia, o dólar teria, de há muito, perdido toda credibilidade.

06. Essa moeda é emitida em quantidades colossais, mais de vinte trilhões tendo sido passados aos bancos da oligarquia financeira angloamericana e a alguns europeus a ela vinculados, para livrá-los do colapso criado por esses próprios bancos, com a orgia dos derivativos.
07. A injeção de dinheiro no sistema financeiro oligárquico, por parte dos tesouros nacionais e dos bancos centrais, através da criação de moeda, levou os tesouros a se superendividar, e os bancos centrais a exceder os limites toleráveis de emissões.
08. Por isso, não haverá como usar o mesmo “remédio” no próximo colapso, que terá consequências ainda piores que as do anterior, de 2007/2008, inclusive, como já aconteceu em Chipre, o confisco de haveres dos depositantes.
09. Desde o anterior, com as empresas produtivas e as pessoas em dificuldades, os bancos quase não emprestaram aos que produzem, e geraram a bolha do dólar e as dos mercados de títulos e de ações.
10. De fato, os governos títeres fizeram o contrário do que recomenda a ciência econômica não pautada pela submissão ideológica à oligarquia: deixar falir os grandes bancos e aplicar recursos financeiros na produção em bases saudáveis, desmontando carteis e oligopólios e fomentando pequenas e médias empresas, bem como fortalecendo as estatais e investindo na infra-estrutura.
11. O montante dos derivativos não registrados em bolsas (over the counter), que havia ultrapassado 600 trilhões de dólares no auge da “crise” em 2008, voltou a fazê-lo em 2011 (dados do Bank for International Settlements – BIS).
12. Grande, se não a maior, parte dos derivativos revelou-se podre, por serem pacotes de obrigações securitizadas, em cuja base estavam instrumentos de crédito-débito sem condições de serem adimplidos.

13. Os vultosos prejuízos resultantes desencadearam o colapso e deveriam ter causado a falência dos grandes bancos, cujos controladores, executivos e acionistas haviam obtido ganhos bilionários com as fraudes.
14. A sequela do colapso financeiro foi a depressão e o desemprego nos EUA, Inglaterra, Japão e na quase totalidade da Europa, com reflexos em todo o Mundo.

15. Aí entra a desinformação. Nos EUA, os órgãos oficiais falseiam as estatísticas de diversas formas, inclusive superestimando a produção, ao aplicar aos preços deflatores muito inferiores à inflação verdadeira, e subestimando o desemprego.
16. Mas as pessoas sentem a deterioração de suas condições de vida e protestam. Diante disso, a oligarquia recorre à repressão policial, reforçando cada vez mais a natureza totalitária do poder público que controla. É o inelutável reverso político da medalha econômica e social.
17. O Estado policial, a serviço da oligarquia, já estava consolidado antes da implosão das Torres Gêmeas, em Nova York, e do míssil disparado conta o Pentágono, em Washington, em 11.09.2001, pois praticar um golpe dessa magnitude, conseguir ocultá-lo na “investigação”, reprimir os que demonstraram a verdade e impor à mídia a difusão da mentira oficial, são façanhas só possíveis sob instituições totalitárias.
18. Esse golpe – vale recordar – foi perpetrado para aterrorizar a população, obter do Congresso mais leis repressoras e “justificar” ações de guerra de grande envergadura, no Oriente Próximo e no Norte e Leste da África, no Afeganistão, Iraque, Líbia, e mais recentemente Síria.
19. Muita gente imagina que a oligarquia não tem como evitar a depressão e crê que ela não entende como a política econômica a poderia suprimir.
20. Entretanto, a recorrência das depressões e a continuidade das guerras demonstram que elas não são catástrofes naturais, mas, sim, deliberadamente cultivadas, além de consequência da concentração extrema do poder econômico, causada pelas políticas públicas comandadas pela oligarquia.
21. A oligarquia tem por objetivo central aprofundar e tornar absoluto seu poder
econômico e político. Para isso, nada melhor que tornar pobre a grande maioria dos razoavelmente prósperos e a totalidade dos trabalhadores, que, em situação de vida menos desfavorável, contariam com recursos financeiros e tempo para organizar-se e resistir à concentração do poder e aos desmandos da repressão totalitária.
22. Um exemplo disso ocorre com os brasileiros, que, se empregados, têm de desperdiçar cinco horas diárias estressando-se no trânsito. Além disso, o lazer é arruinado pela anticultura, e pela promoção de vícios e pela destruição de valores inculcadas pelos meios de comunicação e de entretenimento.
23. Os moderníssimos e cada vez mais poderosos instrumentos da eletrônica e da informática são intensamente empregados a serviço disso, como também da espionagem industrial e a repressiva, causando danos às economias nacionais e à privacidade e à segurança de cada indivíduo.
24. O Brasil, transformado em zona passiva da exploração e da opressão imperiais, tem o “privilégio” de votar na urna eletrônica menos confiável do Mundo, e agora seus eleitores vão ser submetidos pela “Justiça” ao cadastramento biométrico, ficando, assim, expostos a mais abusos contra seus direitos.

25. Por mais absurdo que pareça às mentes sadias, infere-se o objetivo de dizimar a população mundial, por parte da oligarquia instituidora da “nova ordem mundial”. Basta, para isso, ver o que ocorre, há decênios.
26. Percebe-se mais um “sentido” da depressão econômica: favorecer o aumento da subnutrição, da má nutrição e das doenças, inclusive através do estresse, fonte da intoxicação endógena e da perda da imunidade.
27. O fomento das doenças, além de fonte de lucros das indústrias da “saúde”, faz “controle demográfico”, complementando o controle da natalidade. Para tanto, estão aí os transgênicos, agrotóxicos, o lançamento de rastros químicos por aviões, a gigantesca poluição de produtos como petróleo e seus derivados, carvão, xisto, os da indústria química e n outros.
28. Na mesma direção, refrigerantes, fumo, drogas, antibióticos, quimioterapia, radioterapia e os hormônios, inclusive administrados ao gado e aves. Ademais, a medicina orientada pelos interesses financeiros da indústria farmacêutica e da de equipamentos médicos.

(1) O caso emblemático do analista Snowden provocou a fúria dos agentes imperiais, tendo o presidente Putin agido com exemplar firmeza, ao lhe conceder asilo, em contraste com a atitude dúbia da China, que rapidamente o despachou para a Rússia.

[*] Adriano Benayon – Consultor em finanças e em biomassa. Doutor em Economia, pela Universidade de Hamburgo, Bacharel em Direito, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Diplomado no Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, Itamaraty. Diplomata de carreira, postos na Holanda, Paraguai, Bulgária, Alemanha, Estados Unidos e México. Delegado do Brasil em reuniões multilaterais nas áreas econômica e tecnológica. Depois, Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados e do Senado Federal na área de economia. Professor da Universidade de Brasília (Empresas Multinacionais; Sistema Financeiro Internacional; Estado e Desenvolvimento no Brasil). Autor de Globalização versus Desenvolvimento, 2ª ed. Editora Escrituras, São Paulo.

Responder

Urbano

22/08/2013 - 15h24

É como se diz: “quer, quer; não quer, tem quem quer”.

Responder

Almerindo

22/08/2013 - 14h45

Grande Azenha, fora do assunto, veja o que as operadoras de telefonia estão querendo!

http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2013/08/teles-querem-anatel-no-papel-de-reguladora-da-internet.shtml

É MOLE???

Responder

FrancoAtirador

22/08/2013 - 14h20

.
.
Querem realmente saber por que Cuba é, hoje,

referência mundial em Medicina Preventiva?

Aí vai… Só uma palhinha…
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POLÍTICAS PÚBLICAS E O DESENVOLVIMENTO DA BIOTECNOLOGIA EM CUBA

Por Tirso Walfrido Sáenz, em T&C Amazônia, Ano VI, Nº 13, Fev/2008

A biotecnologia moderna com aplicações médicas é uma das atividades científico-tecnológico-produtivas em Cuba que mostra resultados da mais alta relevância em termos de processos bem-sucedidos de inovação.

Neste trabalho busca-se mostrar a importante e decisiva influência de uma política pública e da adequada utilização de métodos gerenciais e organizativos.

POLÍTICA NACIONAL DE BIOTECNOLOGIA EM SAÚDE

Um grande esforço, como criar, desenvolver e alcançar de forma sustentada resultados positivos de inovação, com a participação de múltiplos atores, requer uma política e uma estratégia coerentes.
O governo cubano, desde o início dos anos 80, identificou o desenvolvimento da biotecnologia como prioridade nos programas nacionais de desenvolvimento . No início do Período Especial [pós-URSS], voltou a enfatizar a importância estratégica do programa de biotecnologia como um dos três pilares da economia cubana.

O PÓLO CIENTÍFICO-PRODUTIVO (PCP) DO OESTE DE HAVANA
Uma das medidas organizativas mais importantes nessa direção foi a criação do Pólo Científico Produtivo do Oeste da Havana (PCP), no começo dos anos 90. Para um setor como a biotecnologia, que requer forte base de conhecimentos, as curtas distâncias geográficas entre os diferentes atores que participam dos diversos processos inovativos, e as comunicações diretas, assim como um monitoramento permanente das atividades são fatores importantes para o êxito de processos inovativos.
O PCP é uma estrutura organizativa virtual integrada por um conjunto de unidades que, numa forma organizada, juntam seus esforços, cooperam e se integram em processos de inovação para a inovação e difusão de tecnologias biotecnológicas de importância econômica e social. Esta concepção favorece a utilização de modelos de inovação mais avançados e integrados . Poderíamos dizer que o PCP foi criado e firmou-se como uma experiência que apresenta características do que a teoria organizacional chamaria de “cluster”. As bases que possibilitaram essa iniciativa estavam dadas pelos esforços anteriores para o fortalecimento e institucionalização da ciência e tecnologia no país.

Em 1962, foi criado o Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CENIC) cujas tarefas iniciais focalizavam, principalmente, a medicina. O CENIC se converteu num centro multidisciplinar com excelentes possibilidades para o trabalho interdisciplinar. Nele, um pequeno grupo multidisciplinar se dedicou à pesquisa básica em biologia molecular.

Em 1980, o Dr. Lee Clark, ex-presidente do M. D. Anderson Cancer Center em Houston, no Texas, visitou Cuba e despertou o interesse dos mais altos níveis do governo cubano acerca das possibilidades da utilização do interferon para a cura do câncer. O grupo de cientistas da biologia molecular do CENIC assumiria esta tarefa. Alguns de seus participantes foram à Finlândia e outros aos EE.UU. para receberem treinamento na produção de interferon. Ao voltarem, em menos de dois meses, conseguiram produzir essa sustância em um laboratório instalado numa pequena casa na periferia de Havana.

Entre 1981 e 1982, criou-se o Centro de Pesquisas Biológicas (CIB), com as tarefas principais de produzir o interferon recombinante e anticorpos monoclonais.
Essa experiência inicial relacionava-se à biotecnologia e ao desenvolvimento de equipamentos e instrumentos para uso médico, tendo como objetivo primeiro o de apoiar as políticas de saúde pública no país.

Em 1986, inaugurou-se o Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia (CIGB), que constituiu o núcleo principal de uma rede de centros vinculados à biotecnologia e produz vários dos produtos farmacêuticos e vacinas desenvolvidas internamente.
A concepção e o sentido estratégico do trabalho dos centros do Pólo se expressam nos objetivos básicos do CIGB: incorporar as principais recentes disciplinas científicas, como a genômica, a proteônica e a nanotecnologia; alcançar os mercados do Primeiro Mundo; converter-se em um dos principais setores econômicos do país; contribuir efetivamente à saúde e à nutrição (por meio da agrobiotecnologia, um novo ramo do Centro) da população cubana .

Nos anos 80, foram construídas muitas das instalações principais do Pólo, além daquelas já mencionadas acima. Entre elas, o Instituto Finlay, dedicado, principalmente à produção de vacinas; o Instituto de Medicina Tropical “Pedro Kourí”, para o monitoramento de doenças epidêmicas, mas também para o desenvolvimento de vacinas; o Centro Nacional de Biopreparados, para a produção de reagentes; o Centro Nacional para a Produção de Animais de Laboratório, para a pesquisa.

Mais tarde, em 1994, inaugurou-se o Centro de Imunologia Molecular, voltado à pesquisa, desenvolvimento e produção de anticorpos monoclonais para o tratamento do câncer.
Consultoria Biomundi é o nome comercial do Centro de Inteligência Empresarial, cuja missão é oferecer serviços de consultoria em perfis estratégicos, estudos de mercado e de prospectiva, assim como a implantação de sistemas de inteligência tecnológica e organizacional.
Com a criação do Biomundi, introduziu-se no país uma nova forma de manejar e difundir informação, em virtude dos investimentos em inteligência empresarial.
No Pólo estão presentes centros científico-tecnológicos e universitários de excelência, serviços – incluindo hospitais -, e áreas de produção.
A maioria deles está concentrada fisicamente na zona ocidental de Havana.
São 47 instituições integradas ao Pólo, com mais de 12.000 empregados, entre os quais sete mil cientistas e engenheiros, sendo mais de 500 com nível de doutorado.

O POTENCIAL HUMANO E MATERIAL: FORMAÇÃO E ATIVIDADES

A política de vacinação maciça e a necessidade de uma ampla distribuição de medicamentos para garantir a política de saúde em Cuba desempenharam papel central no desenvolvimento da biotecnologia. Entre outros exemplos, em 1997, havia 212.000 diabéticos em Cuba, dos quais 33.000 eram dependentes de insulina.

Em 1984, foi possível produzir insulina recombinante, para o que foi construída uma planta no CIGB. Esse foi o primeiro êxito cubano na produção de um medicamento biotecnológico.

Grandes recursos materiais e financeiros foram dedicados ao Pólo para construir prédios, laboratórios com modernos e sofisticados equipamentos, assim como facilidades de produção de medicamentos e vacinas, que cumprem todos os requisitos contemporâneos de controle de qualidade.

Outro elemento primordial foi a qualificação de um número apreciável de recursos humanos de alto nível: cientistas, engenheiros de projetos e de produção, desenhistas, pessoal especializado em marketing, vendas e serviços pós-venda. Esses diferentes atores foram treinados para trabalhar de forma interativa entre eles e também com os usuários atuais ou potenciais. Dessa forma, criaram-se capacidades competitivas que abriram um novo, importante e crescente campo para exportações.

A experiência cubana indica que para desenvolver e inovar no campo da biotecnologia é necessário formar capacidade em pesquisa básica e aplicada.
Ao mesmo tempo, deve-se construir e desenvolver capacidade em desenvolvimento experimental, engenharia e produção.
Essas capacidades devem ser estreitamente vinculadas e interconectadas.
As atividades de pesquisa básica são realizadas com uma perspectiva de longo prazo, para obter novas gerações de produtos e conseguir, continuadamente, maior originalidade nos seus resultados.
Um exemplo recente é a vacina contra o hemófilo tipo B, a primeira vacina sintética obtida no mundo; resultado de trabalhos de pesquisa básica continuados até à inovação.

Uma das maiores fortalezas do CIGB é sua excepcional capacidade de engenharia.
Um exemplo é a planta para a produção da vacina contra a hepatite B.
É a única planta de moderna tecnologia desta vacina aprovada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Ela foi completamente desenhada e construída pelo pessoal de engenharia do próprio Centro.
Exceto a Faculdade de Química Farmacêutica da Universidade de Havana, pouca pesquisa básica ou aplicada em biotecnologia para usos médicos é realizada nos centros de ensino superior de Cuba.
A base material necessária para realizar trabalhos de alta qualidade nessa esfera exige recursos muito vultosos. Portanto, a grande maioria das pesquisas necessárias para essa atividade se realiza nas instituições do Pólo.
No caso da Faculdade de Química, o prédio onde está instalada foi construído na área geográfica do Pólo sem necessidade de custosas instalações de laboratório.
Considerou-se mais racional utilizar os excelentes laboratórios existentes nos centros do Pólo para incorporar professores e estudantes aos atuais projetos de pesquisa. Isto foi mais racional.
Estudantes universitários de ciências básicas e engenharia, mas também de economia e administração, entre outras carreiras, começam a integrar-se de forma parcial aos centros do Pólo nos dois últimos anos de estudo. Por sua vez, os centros têm o direito de selecionar os melhores estudantes, depois de formados, para compor as equipes de que necessitam.

Desde o estabelecimento do Pólo, os salários para todos os seus empregados nas diferentes instituições, incluindo o pessoal administrativo e o não qualificado, são significativamente mais altos que em instituições similares no país.
Além disso, busca-se oferecer facilidades quotidianas que facilitam o trabalho, como moradia, escolas e creches nas áreas do Pólo.

PRINCIPAIS ASPECTOS ORGANIZATIVOS E GERENCIAIS

A indústria biofarmacêutica é altamente multidisciplinar e intensiva em informação.
Sua integração com outras disciplinas é uma característica que a distingue.
Esta se realiza mediante alianças, colaboração, licenciamento, mecanismos de harmonização, produção compartilhada, pesquisa por contrato e muitas outras modalidades de articulação.
Isto obriga tanto ao conhecimento cabal das contrapartes comerciais, dos aliados e dos clientes como ao profundo conhecimento científico para a obtenção de novos medicamentos, assim como para o desenvolvimento das suas bases científicas e tecnológicas.

Vários centros do Pólo estão subordinados a diferentes ministérios. Dez deles – vinculados diretamente à biotecnologia – estão subordinados ao Conselho de Estado e atendidos pelo Secretário do Conselho, e dele recebem parte dos respectivos orçamentos.
Quando um centro necessita de financiamento adicional, a questão é discutida no âmbito do Pólo e da Oficina. Se há disponibilidade de recursos nos fundos dos outros centros, a quantidade solicitada é concedida. Portanto, os centros do Pólo vinculados ao Conselho de Estado funcionam, no seu conjunto, como uma holding.

Cada centro possui instalações de produção, de vendas e marketing, além da capacidade interna de pesquisa e engenharia. Mas atuam também em cooperação com outros centros do Pólo, de modo a ampliar as possibilidades de transformar resultados científicos em produtos comercializáveis .

Estes centros têm uma unidade comercial para a exportação e outra para o consumo nacional. Ou seja, eles têm sua própria fonte de recursos e são rentáveis tanto em moeda nacional quanto em divisas . Eles podem ser considerados como empresas de produção e comercializadoras com um alto conteúdo científico e tecnológico.

ALGUNS IMPORTANTES RESULTADOS

Muitos produtos biotecnológicos de relevância econômica e social foram obtidos pelas instituições do Pólo.
Entre eles, mais de 20 novos medicamentos e vacinas, dos quais dois são únicos em escala mundial: a vacina contra a meningite bacteriana tipo B e a estreptoquinasa recombinante contra os infartos.
Mais de 200 produtos farmacêuticos foram desenvolvidos para satisfazer as demandas do sistema nacional cubano de saúde e as exportações.
A vacina contra a meningite bacteriana tipo B foi o primeiro medicamento cubano premiado com a Medalha de Ouro da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI).
Mais de 34 patentes foram depositadas nos EE.UU.
Com a aplicação da vacina contra a meningite, toda a população cubana com menos de 20 anos está imunizada contra esta doença.
Estão em processo de desenvolvimento numerosos produtos, entre eles uma vacina recombinante contra o dengue, vacinas contra a AIDS, uma vacina terapêutica contra o câncer e anticorpos monoclonais para imunoterapia do câncer.

CONCLUSÕES

Vários fatores relevantes podem ser colocados com relação ao desenvolvimento bem-sucedido da biotecnologia com fins médicos em Cuba:

• Explícita política científica e tecnológica na esfera da saúde pública, vinculada a metas de desenvolvimento social e econômico. Essa foi a motivação social inicial para produzir medicamentos por via biotecnológica, que abriu as portas para importantes impactos econômicos;

• Vontade política do Estado forte e sustentada, promovendo e fornecendo os necessários recursos para gerar conhecimentos científicos, desenvolver novas e avançadas tecnologias, produzir e colocar nos mercados nacional e internacional medicamentos e vacinas;

• Estratégia e definição das principais características das tecnologias a serem desenvolvidas, tomando em consideração os usuários finais;

• Desenvolvimento antecipado de um sólido potencial humano científico e tecnológico, e a criação de uma infra-estrutura capaz de produzir com elevados requisitos contemporâneos de qualidade;

• Complexa e interativa rede de inovação, pela integração da pesquisa básica e aplicada, do desenvolvimento experimental, da engenharia de projetos e de produção, do controle da qualidade, do marketing, dos serviços pós-venda e das modernas técnicas de gestão empresarial;

• Concepção moderna e instrumentação de continuados processos de gestão da inovação
para assegurar a competitividade;

• Estabelecimento e gestão do Pólo Científico e Produtivo do Oeste de Havana como uma eficaz rede de inovação.

A experiência cubana no campo da biotecnologia para usos médicos indica que um empreendimento público pode ser eficiente e inovador se funcionar com um apoio político forte e sustentado, estratégias e conceitos claros, sólidas capacidades científicas e tecnológicas, de produção e de marketing; pessoal altamente estimulado e motivado, adequado uso de tecnologias gerenciais e lideranças efetivas.

*Tirso Walfrido Sáenz é graduado em Engenharia Química (1954) pela Rensselaer Polytechnic Institute-NY-USA (http://bit.ly/13IV8UU) e doutor em Ciências Técnicas (1981) pelo Ministério de Educação Superior.
Atualmente é Colaborador Externo do Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da Universidade de Brasília (http://bit.ly/17NoBds), professor visitante do Instituto Superior de Ciencias y Tecnologías Nucleares de La Havana, conselheiro – Revista Interciencia, membro da área vi – ciência e sociedade – Programa Ibero-Americano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo, conselheiro – Revista Ciencias Sociales, professor do Instituto Superior Pedagogico José Antonio Echevarria e conselheiro – Revista Science Of Sciences.
Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Políticas Públicas, atuando principalmente nos seguintes temas: ciência e tecnologia, américa latina, gestão de C&T&I, sustentabilidade e universidade-empresa, cooperação tecnológica.

(http://www.fucapi.br/tec/imagens/revistas/003_ed013_politicas_publicas.pdf)

Leia também:

Cuba—innovation through synergy
(NATURE BIOTECHNOLOGY; volume 22, suplemento, dezembro de 2004)

(http://www.jointcentreforbioethics.ca/rss/news/documents/nature_cuba.pdf)

Responder

Donizeti - SP

22/08/2013 - 14h08

Até agora não entendi a histeria da classe médica brasileira contra o programa Mais Médicos.

O programa tem aprovação de 54% da população,e não está tirando emprego de médicos brasileiros, eles que não querem medicar nas regiões pobres do país e não querem que profissionais de fora trabalhem nos locais.

Essa vergonhosa reação corporativa e sem sentido da classe médica acaba justificando infame apelido popular contra a classe: a máfia de branco, pois é como isso que estão se comportando nessa campanha idiota contra esse bom programa.

A classe médica e suas entidades vão ficar com a broxa na mão nessa disputa com o governo federal, pois o programa é bom e será muito bem aceito nas cidades que não tem médicos ou os tem em pouca quantidade.

Responder

Mário SF Alves

22/08/2013 - 13h59

Tem gente por aí que acredita mesmo que o Viomundo é uma ilha. E é por isso que por vezes abusam tanto da paciência alheia. Tudo bem. Eu também acredito que aqui seja uma ilha de democracia. Mas, portanto, e por isso mesmo, aves de arribação, enquanto a democracia que temos for a democracia engendrada pelos generais a serviço dos eua e da pior elite do mundo, devagar com o andor que o santo é de barro. E, de uma vez por todas, aí vai um apelo: deixem de covardia e, pelo menos aqui, sejam mais francos e menos prostituídos ideologicamente. Todos só teríamos a ganhar.
___________________________________
E viva a presidenta Dilma! E viva o ministro Ricardo Lewandowski, ainda que Estado seja o estado moldado para e pela pior elite do mundo; ainda que o Estado seja ainda o estado antipovo imposto a ferro e fogo por eles.
______________________________________
E viva a não ortodoxia médica! E viva a medicina preventiva! E viva a agroecologia! E viva a superação do capitalismo subdesenvolvimentista brasileiro!

Responder

Claudio Freire

22/08/2013 - 13h49

Putz, tem uns comentários aí em baixo de gente que parece estar vivendo ainda na guerra fria. Vêem comunistas em todos os cantos.

Que gente de visão limitada.

Responder

Lilica

22/08/2013 - 13h24

Entendam queridos, em Cuba há uma visão da medicina que não é mercantilista como aqui,
Lá a medicina é para servir o povo cubano, a humanidade e a ciência.
O jovem cubano ao se formar médico totalmente subsidiado pelo Estado, sabe muito bem disso.
A direita dá engulhos. É o ego na sua forma mais pura.

Responder

FrancoAtirador

22/08/2013 - 12h58

.
.
A má informação atrapalhou o debate sobre a importação de médicos

Por Paulo Nogueira, no DCM

Há um problema dramático de má comunicação na questão de importação de médicos.

Não vamos nem falar no lastimável comportamento dos médicos e suas associações, agarrados a um corporativismo ululante, egoísta e desinformado.

Uma boa frase estava circulando ontem no Twitter:
“Esses caras não saem da Paulista nem para fazer protestos.”

Vamos nos centrar, especificamente, na maneira como a decisão de trazer médicos de fora foi apresentada pelo governo aos brasileiros.

Subitamente, pouco tempo atrás, a sociedade soube que havia vontade de trazer 6.000 médicos cubanos para atuar nos lugares remotos que não atraem os médicos brasileiros.

Na boataria que nasceu, houve gente que acreditou no rumor de que poderia ser o embrião de uma revolução comunista promovida por guerrilheiros cubanos disfarçados de médicos.

Faltou ao governo esclarecer, de início, duas coisas:

1) A medicina cubana é reconhecida mundialmente pela excelência, ao contrário da brasileira, ineficiente e mercantilizada.
A medicina cubana tem um caráter preventivo, e é altamente eficiente: a expectativa de vida em Cuba é comparável à dos países mais desenvolvidos do mundo.

“Basta ver as estatísticas de Cuba para avaliar sua medicina”, disse um médico inglês que mais de uma vez esteve na ilha para estudar o modelo cubano.

Num momento em que reformulava seu mitológico sistema de saúde, o NHS, a Inglaterra mandou uma equipe a Cuba para ver o poderia aprender com o jeito cubano de cuidar da saúde.

Hoje, a saúde pública britânica é, como a de Cuba, focada na prevenção.

2) Outros países altamente desenvolvidos importam médicos quando eles são necessários para a saúde pública.

Isso quer dizer o seguinte: o Brasil estava apenas copiando uma boa prática.

Cerca de 40% dos quase 235 mil médicos registrados no Reino Unido são estrangeiros.
A Índia é o principal fornecedor para os ingleses, com 25 mil profissionais.

Os Estados Unidos também são grandes importadores.
A cota de profissionais estrangeiros entre os americanos ultrapassa de 25%.

Também a Noruega vai atrás de médicos no exterior.
“O programa de importação de médicos da Noruega é considerado um exemplo”, notou o site alemão DW numa recente reportagem sobre o tema.

Cuba, neste quadro, é um tradicional exportador de médicos.
Há ou já houve médicos cubanos em 108 países.

A medicina cubana tem relevância internacional também na área de remédios.

Nos anos 90, Cuba se tornou o primeiro país a desenvolver e comercializar a vacina contra a meningite B.

Depois, Cuba criou vacinas contra a hepatite B, fornecidas para 30 países, entre eles China, Índia e Rússia.

O debate no Brasil sobre a importação de médicos estrangeiros – cubanos e de outros países – acabou prejudicado pela falta de informações vitais do governo, pela cobertura míope da mídia e pela reação histérica dos médicos brasileiros.

Resta torcer que a saúde pública brasileira não termine como a grande derrotada na polêmica.

(http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-ma-informacao-atrapalhou-o-debate-sobre-a-importacao-de-medicos)

Responder

    dida

    22/08/2013 - 14h17

    Algumas perguntinhas, Franco:
    1) Os demais médicos estrangeiros também não terão direito ao seu salário? Li que do total pago aos cubanos, 7% são destinado a eles; o restante, fica com sua família (retida em Cuba) e cerca de 70% ficam com o governo cubano.
    2) Os demais médicos estrangeiros podem trazer sua família?
    3) Os demais médicos estrangeiros ficam com o passaporte retido?

    FrancoAtirador

    22/08/2013 - 16h32

    .
    .
    MÍDIA BANDIDA: A OMISSÃO DA INFORMAÇÃO COMO ARMA IDEOLÓGICA

    O fracasso da diplomacia da desintegração

    Por Beto Almeida, na Carta Maior

    A campanha de over exposição midiática da blogueira cubana Yoani Sanchez revelou uma frágil tentativa de distorcer a gigantesca função histórica libertadora da Revolução Cubana e, também, uma fracassada operação da diplomacia da desintegração.

    Trata-se de uma ação geopolítica da direita para tentar impedir a crescente presença política de Cuba na América Latina e Caribe por meio de vários projetos de cooperação, mas sobretudo, pela criação da CELAC – Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos, da qual Cuba é hoje presidente.
    Para isto, foram derrotados, pelos povos da região, todos os esforços da agressiva política dos EUA para isolar a ilha caribenha.

    Começo por reivindicar 1% do espaço midiático dado a ela, para discutir este outro ponto de vista.

    Era previsível que a blogueira tivesse ampla cobertura da mídia.
    Cobertura marcada pela repetição de uma única tese e, na proporção inversa, pela negativa em informar sobre o que é exatamente a realidade de Cuba, a começar pela informação de que Cuba exerce a presidência da Celac.

    Isto, para um país que foi bloqueado, expulso da OEA, atacado militarmente pelos EUA, impedido de ter acesso pleno ao sistema financeiro internacional, representa, fundamentalmente, uma vitória de Cuba e da causa da integração latino-americana e caribenha.

    Obviamente, representa um fracasso de todos os países imperiais, de seus meios de comunicação e de personagens como Yoani Sanches, que, observa que seu discurso é de absoluta sintonia com os polos mais conservadores da sociedade brasileira, discurso que tem sido derrotado.
    O discurso dela e da mídia brasileira que o exalta, é o discurso que quer o fracasso da política externa brasileira de prioridade à integração com a América Latina.

    Biotecnologia: avanço técnico-científico

    Seria muito informativo e educativo para o povo brasileiro se, na mesma proporção do oferecido à blogueira, também fosse dado espaço midiático aos cientistas cubanos para falar como um país pobre, em pouco mais de 50 anos de Revolução, e sob bloqueio, conseguiu desenvolver uma indústria de biotecnologia das mais avançadas do mundo, com medicamentos de eficácia comprovada e sucesso internacional como o Óleo de Schostakovsky (para a gastrite), o complexo para combater diabetes, a vacina contra o câncer de intestino (um laboratório dos EUA tentou comprar mas foi proibido pelo governo Bush), as vacinas contra a meningite, etc.

    Antes da Revolução, Cuba sequer possuía indústria farmacêutica; hoje exporta medicamentos, ciência, e médicos.

    Países imperiais exportam soldados, armas, intervenções militares…
    Esta mesma mídia brasileira que é sócia da SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa, apoiadora de todas as ditaduras da região), também fez um grande estardalhaço para tentar impedir que o Brasil reatasse relações com Cuba em 1986, sob o Governo Sarney.

    Na época, o Brasil teve um surto de meningite e esta mesma mídia, que fez uma acirrada campanha para que o Brasil não comprasse as vacinas cubanas contra a meningite.

    Uma operação econômica e ideológica.

    No primeiro caso, o Brasil tinha e ainda tem o seu setor de medicamentos quase totalmente controlado e ocupado por umas poucas multinacionais farmacêuticas, grandes anunciantes desta mídia, ambos lutando para não perder o controle do mercado para as vacinas cubanas, que o governo Sarney acabou importando em grande quantidade, apesar da pressão dos oligopólios.

    E era também uma operação ideológica, com a intenção de dizer que era impossível que uma ilha pequenina, cercada de hostilidades imperiais por todos os lados, pudesse, com poucos anos de socialização de sua economia, ter alcançado tal êxito técnico-científico, a ponto de transformar-se em exportadora de sofisticados medicamentos, enquanto o Brasil, uma economia muitas vezes superior, era ainda dependente de sua importação.

    Sarney e as vacinas cubanas

    A ruidosa campanha contra as vacinas cubanas na época – questionando até sua eficácia terapêutica, apesar dos reconhecimentos da Organização Mundial da Saúde – era uma desumana tentativa de intimidar o governo Sarney que, não apenas reatou com Cuba, mas começou a realizar um processo de intercâmbio comercial, científico e cultural com a Ilha.

    Vale citar, o ministro da Cultura de Sarney era o inesquecível Celso Furtado…
    O discurso da mídia então, submisso aos ditames imperiais, queria também impedir a criação do Mercosul, cujo fortalecimento posterior e sua consolidação hoje, é algo que desagrada enormemente aos inimigos da integração, pois é evidente que um Mercosul cada vez mais forte e amplo, com a entrada da Venezuela e, proximamente, da Bolívia e do Equador, representa uma alternativa histórica real aos “Cem Anos de Solidão” de uma América Latina antes submissa e desunida e, agora, em processo de transformação, com governos populares e com uma cooperação cada vez maior com Cuba.
    Estamos abrindo as páginas dos Cem Anos de Cooperação…

    *Jornalista, Membro da Junta Diretiva da Telesur.

    Íntegra em:

    (http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=5983)

Mauro Assis

22/08/2013 - 11h50

Galera, paixões à parte, essa história de pagar 10 paus/médico pro governo cubano e eles pagarem uma “ajuda de custo” prá turma não é exploração? Por acaso os médicos que virão de outros países serão contratados segundo o mesmo modelo? Se bem que com a “mina” de médicos mais em conta providos por Cuba o Padilha nem vai deixar os médicos portugueses por lá mesmo… como diria seu Salim: “Broveita a bromoção, brimo!”.

Responder

Seu Zé

22/08/2013 - 11h08

Os comentários raivosos postados aqui são sempre dos mesmos (ou mesmo) paspalhos. E tem gente que ainda responde…tsc

Responder

FrancoAtirador

22/08/2013 - 11h01

.
.
A questão é ideológica.

Se a manchete do post fosse

‘Brasil trará 4.000 médicos espanhóis’

os robôs trôlhas não apareceriam aqui.
.
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Responder

Eduardo

22/08/2013 - 10h53

Não falei que os reaças iam surtar??
Estou lendo coisas que não ouvia/lia desde 1989! Juro que já ouvi até a velha ameaça de mudarem a cor da bandeira do Brasil pra vermelho!
Mais de duas décadas se passaram desde o fim da guerra fria e a nossa asquerosa elite não evoluiu NADA!
Bastou um convênio do governo brasileiro com Cubra pros sentimentos das viúvas de 1964 voltar a tona e intactos.
Tem gente que não consegue perceber que o século XXI já chegou!

Responder

    edir

    22/08/2013 - 12h58

    Pois é, aquela vacina que Cuba descobriu e fabrica, e que o Brasil importa, poderá ajudar um dia esse reacionário. Pena que o idiota é täo tapado, que nada sabe sobre Cuba.

silveira

22/08/2013 - 10h41

Imaginemos que nestas cidades em que os médicos cubanos vão trabalhar os indíces de mortalidade infatil e de outras causas mortis reduzirem acentuadamente. Como vamos explicar?

Responder

Julio Silveira

22/08/2013 - 10h19

Duas coisas, acredito, podem explicar a oposição do CRM(sindicato) a importação de médicos estrangeiros. A pretensão a uma reserva de mercado e a possibilidade dos estrangeiros provarem que podem fazer mais com o que existe hoje, e se verificar o embuste do discurso. De resto as criticas que se verificam antes de se ver como atuarão esses profissionais e os resultados que poderão alcançar não passam de xamanismo. Pior seria o imobilismo, e nesse caso parabéns ao governo por tentar fazer e procurar alternativas. Isso é melhor que a ladainha dos descomprometidos que fizeram da saúde dos mais frágeis socialmente tão lamentável.

Responder

    Julio Silveira

    22/08/2013 - 10h21

    Correção: onde se lê CRM(sindicato) leia-se CFM(sindicato). Desculpem

Deco

22/08/2013 - 10h01

A Dilma tem todo apoio de quem utiliza o SUS, tenho visto nas ruas as pessoas mais humildes apoiando o programa. Sejam Bem-Vindos!!!

Responder

Marmeladov

22/08/2013 - 09h47

Quién vai tratar da saúde del Comandante!? Quién??

Responder

M.Cruz

22/08/2013 - 09h05

O comentário do Eduardo matou a pau: agora os reaças vão surtar!
Dito e feito, eles vieram aqui neste espaço democrático espumando ódio, preconceito e muita, muita desinformação.
Como pessoas, que ainda por cima se dizem médicos, não têm noção a que ponto baixo chegam quando atacam seus oponentes (governo federal, Cuba e o povão brasileiro) jogando-lhes na cara defeitos e doenças? Por que não argumentar, de maneira convincente, como médicos cubanos seriam prejudiciais aos desassistidos de mais de 500 anos de Brasil?
PS.: O que Lula e C. Battisti tem a ver com essa história toda?

Responder

Geraldo

22/08/2013 - 08h46

Não sou médico e não sei como se diz, mas no baixo calão, quando uma pessoa está com raiva de alguma coisa que aconteceu, diz-se que ela “rasgou o ….. com a unha”. Desculpem-me, mas é o que muita gente deve estar fazendo ao receber esta notícia. Bienvenidos !!!

Responder

Tiao

22/08/2013 - 07h47

Enquanto os cães ladram a caravana passa. Que sejam todos muito bem vindos!!!

Responder

J Souza

22/08/2013 - 07h22

O governo está certíssimo!

Os municípios precisam dos médicos e a burocracia e o endividamento estatais os impedem de contratar os profissionais.

E o governo também está certo ao querer lançar os “mais professores”!
Parabéns ao governo por ter tido a coragem de acabar com a burocracia do concurso público.
O governo deve ter agilidade para contratar quem quiser, quando quiser e do jeito que quiser, para resolver os problemas urgentes do país!

Quanto à revalidação, isso não passa de uma exigência de conselhos como OAB, CFM, COREN, que só se preocupam com a reserva de mercado. Não passam de meros arrecadadores de taxas. O mercado se auto-regula, como acontece com os meios de comunicação há décadas, e tem funcionado muito bem!

Mas, o grande avanço do governo com esse programa “mais médicos” foi algo que os empresários sempre defenderam: o fim dos direitos trabalhistas como eram, e que emperravam o desenvolvimento do país. Agora, com a institucionalização das bolsas, governos e empresários ficam livres dos pesados encargos trabalhistas. Assim, sobrará a eles mais dinheiro para investir no país e para pagar os juros e amortizações da dívida.

Como esses profissionais pagarão o INSS como autônomos, quem quiser se aposentar com o maior valor, R$ 4.157,05, pode pagar o teto da contribuição. É mais do que o salário mínimo proposto pelo DIEESE. Ou seja, não poderão reclamar. E quem não quiser pagar o teto da contribuição, paga só referente ao salário mínimo. O governo, como deve ser, não deve interferir. Assim são as economias dos países desenvolvidos.

Agora o país vai!

Responder

    J Souza

    22/08/2013 - 08h32

    Bem. Sejamos justos!
    Com a reforma da previdência pelo Lula, e o fim da aposentadoria integral para o funcionalismo público pela Dilma, os governos do PT já avançaram muito para a modernização da economia.
    E, além disso, o governo do PT baixou os impostos e encargos trabalhistas através das desonerações.
    Os empresários não têm do que se queixar do PT.

    Nelson

    22/08/2013 - 19h52

    Como é que é, Sr Souza?

    “Modernizar a economia” é o mesmo que fazer uma reforma previdenciária restritora de direitos, como fez Lula?

    Por coerência com seu passado, Lula e o seu PT deveriam ter implementado uma reforma que garantisse a qualquer cidadão o direito a uma aposentadoria digna.

    Mas, o que Lula fez, foi abrir ainda mais espaços no cobiçado nicho de mercado para os planos de previdência privados, um nicho de mercado que oferece oportunidades de lucros fabulosos a esses planos e aos bancos, é claro.

    Lucros fabulosos que serão pagos por quem, cara-pálida? Pelos trabalhadores e o povo brasileiro como um todo, é óbvio.

    “Modernizar a economia” é acabar com os direitos daqueles que os conquistaram, considerando-os privilégios, usando o critério de “nivelar por baixo”?

    “Modernizar a economia” é baixar impostos e encargos trabalhistas para que os empresários privados sigam auferindo lucros gordos, às custas da aposentadoria dos trabalhadores e do acesso destes a serviços públicos de qualidade?

    J Souza

    22/08/2013 - 10h19

    O fato de os médicos cubanos terem experiência com a cólera (doença!), é mais uma prova de que o ministério da saúde está certo em trazê-los, já que Cuba, um país com condições sanitárias e atendimento médico infinitamente melhores do que as brasileiros, apresentou neste ano um surto desta doença.
    Se até Cuba, que conta com os médicos cubanos, que são melhores do que os brasileiros, teve um surto de cólera no século XXI, imaginem o Brasil…
    http://www.bbc.co.uk/portuguese/ultimas_noticias/2013/01/130115_colera_cuba_dt_rn.shtml
    Ou seja, até para a cólera o Brasil vai estar preparado. Médicos cubanos já!

    J Souza

    22/08/2013 - 10h45

    E os médicos cubanos com certeza só não conseguiram salvar a vida do Hugo Chávez por causa dos embargos econômicos dos Estados Unidos.
    Se os médicos cubanos tivessem os mesmos recursos dos médicos brasileiros que cuidaram do José de Alencar, da Dilma e do Lula, por exemplo, teriam conseguido salvar a vida do comandante bolivariano.

    P.S.: E os médicos cubanos são mais eficientes também em manter a privacidade dos seus pacientes. Ninguém sabia o que o Chávez tinha, nem como, nem quando e nem onde estava sendo tratado. Segurança total!

Adriano Medeiros Costa

22/08/2013 - 04h13

Os médicos brasileiros, praticamente todos com origem nas classes mais privilegiadas, já se mobilizam contra a vinda dos cubanos, como se esses heróis internacionalistas fossem tirar clientes (ôps! pacientes) dos médicos locais, os quais preferem ver os pobres morrerem a vê-los atendidos pelos cubanos. Bem, não é novidade, afinal os médicos brasileiros quando se formam fazem seu juramento “hipócrita”.

Responder

Fabio Passos

22/08/2013 - 02h04

São duas ótimas notícias.
Milhões de brasileiros vão finalmente receber atendimento digno de saúde… e a “elite” branca vai mostrar mais uma vez sua insensibilidade e compromisso com a perpetuação das injustiças.

Obrigado, Cuba.
Nosso povo será muito grato por sua solidariedade.

Responder

Eric

22/08/2013 - 01h18

O ministro afirmou não ter conhecimento sobre
quanto dos R$ 10 mil ficará com os médicos e
quanto irá para o governo cubano. Ele disse que
não cabe ao governo brasileiro fazer esse
questionamento. O representante da Opas no
Brasil, Joaquín Molina, presente à entrevista
coletiva concedida nesta quarta no Ministério da
Saúde , disse que também não sabia informar.

Responder

    R Godinho

    22/08/2013 - 08h51

    Que tipo de pergunta imbeciloide é essa?
    O convênio é com a OPAS, não com o governo de Cuba. O Brasil paga aos médicos, no Brasil. Se eles remeterem o dinheiro para casa e pagarem 99,99% de IR, problema deles.
    É mais uma daquelas babaquices de direitistas idiotas, que não vendo argumentos para questionar o uso de médicos aprovados pela OPAS e pela OMS, querem ideologizar a coisa, questionando se o nosso país vai dar dinheiro para o regime comunista cubano. Ora, dane-se se vamos dar dinheiro para comunistas, nazista ou ao próprio Satanás. O que interessa é ocupar as vagas de médicos que os municípios participantes registraram no programa.
    Quando a gente tá com um filho com 40° graus de febre, mesmo que seja um porcaria de uma infecção de garganta, não queremos saber de onde virá a ajuda. Queremos é alguém que possa indicar como tratar, o que dar e o que fazer, alguém que possa curar a criança. Se é médico formado aqui ou na Conchinchina, se é médico, enfermeiro ou paramédico, não interessa. Nessa hora só interessa resolver o problema.

Marat

22/08/2013 - 00h10

Teremos muitos médicos engajados, inteligentes e oriundos de um país onde a medicina figura entre as melhores do mundo. Juntando-se a eles, temos médicos inteligentes, sensíveis e com senso de honra da profissão. Ótimo. O resto, ora, o resto é discurso vazio de médico mauricinho que tem nojo até de sangue, e discurso hipócrita da direita que só lê veja.

Responder

    Fabio Passos

    22/08/2013 - 01h44

    A Presidenta merece aplausos pela coragem.

Marcelo Xavier

21/08/2013 - 23h15

Pois é, a cambada do PT não desiste fácil. Tanto fizeram que vão acabar trazendo para cá os agentes do Fidel. É mais barato trazer estangeiros que dar condições dignas de trabalho para os médicos daqui, né? Se houvesse condições de trabalho, os médicos iriam para outros lugares. E o pior é que nem médicos de verdade esses cubanos são. Comparados com os currículos dos cursos de medicina do Brasil, eles são, na melhor das hipóteses, enfermeiros licenciados. Até o Paraguai já os rejeitou por sua baixa qualidade.
Vejam:
http://amarretadoazarao.blogspot.com.br/2013/07/paraguai-rejeita-medicos-made-in-cuba.html

http://amarretadoazarao.blogspot.com.br/2013/07/acharam-o-dedo-do-lula.html

Responder

    José-Arlindo

    22/08/2013 - 09h56

    Leia isso, seu imbecilóide: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/sistema-de-saude-cubano-e-elogiado-por-medicos-dos-eua

    Aline C Pavia

    22/08/2013 - 09h59

    Meu amigo, leia no New England Journal (EUA), especialmente quando fala que mais de 31 mil médicos cubanos estão prestando assistência em 108 países.
    O New England Journal of Medicine, aquele panfleto petista.

    edir

    22/08/2013 - 13h06

    O senhor sabia que falta médico no Brasil ? isso mesmo, falta médico no Brasil, o senhor conhece o verbo faltar ? siguinifica que näo tem o suficiente. Falta médico no Brasil, Falta médico no Brasil, Falta médico no Brasil, Falta médico no Brasil, Falta médico no Brasil, Falta médico no Brasil, Falta médico no Brasil, Falta médico no Brasil, Falta médico no Brasil. repeti , para ter certeza que o Senhor poderá entender o problema .

    Nelson

    22/08/2013 - 19h37

    Não lembro de ter visto o Xavier vir aqui reclamar da presença de agentes do Bush ou do Obama em nossas terras. Esses, sim, vêm com a intenção única de roubar o povo brasileiro.
    Enquanto isso, os “agentes de Fidel”, já está comprovado em inúmeras missões realizadas a vários países, vêm para trazer a atenção que os brasileiros merecem em termos de saúde.
    Que diferença!
    Qual dos dois tipos de agentes seria o mais indicado para nós, Xavier?

nigro

21/08/2013 - 22h53

Interessante… O dinheiro (10 paus) vai ser pago para o governo cubano… Quantos centavos so “médicos” cubanos vão receber? Alguém aposta?
Qualquer coisa para ajudar nosso irmãos revolucionários de Cuba.
Revolução que revolucionou o que?
citem uma droga, um anticorpo, que tenha sido desenvolvido por Cuba.
manda a Dilma tratar o linfoma, o Lula o carcinoma e o Alencar o Sarcoma em Cuba….
Quer um sistema público socializado de saúde que preste? Imite o inglês ou o Canadense.

Responder

    Aline C Pavia

    22/08/2013 - 10h01

    A Inglaterra e o Canadá têm médicos cubanos prestando assistência também.

    augusto2

    22/08/2013 - 12h41

    o nigro esqueceu de quanto o canada e uk cobram de imposto de renda na fonte pra financiar o sistema. Que o brasil nao cobra e por isso nao tem.
    que mesmo assim apela para cubanos.
    esqueceu tambem daqueles bombeiros de NY que, apos 11 se setembro, carregados de problemas pulmonares pela fuligem, pó e cinza -desistiram de curar-se nos USA e foram para cuba…
    Mas o nigro (deve ser medico que tentou “melar” o programa e se lascou…) tem razao numa coisa. Os cubanos vao ser um problema.
    Um problema no dia em que seus contratos acabarem no Brasil e voltarem pra casa.
    aliás ‘nigros’ de verdade sao os medicos cubanos.
    Os daqui não, nem na Bahia, não é, sr nigromante?

Bernardino

21/08/2013 - 22h35

PARABENS NIGRO,pela COragem de enfrentaar os PETRALHAS que frequentam esse BLOG e digo mais é pura demaggogia e desrespeito às LEIS trabalhistas uma vez que os mesmos receberao esse dinheiro como uma Bolsa e nao salario pois nao tem registro,nem sao estatutarios.Uma vergonha pra esse governo de merda sem coragem no qual votei duas vezes e nao mais votarei e pasmem a gasolina vai subir e com certeza detonara o rebotalho de governo que aí está
Quanto aos medicos cubanos ou estrangeiros sem o REVALIDA nao estao preparados e mais vai resolver os desempregados de Cuba que para aqui virao como uma tabua de salvaçaoDigo isso como Medico que sou a Medicina cubana nao tem Qualidade tecnica sao tecnicos sociais de cuidados pramarios Issso poderia ser substtuiodo por uma politica de saude com SANEAMENTO BASICO eficiente,educaçao sanitaria e uma boa REforma Agraria pra evitar os inchaços Habitacionais nas metropoles! Cadê coragem a esse governo FROUXO que so passa POMADA NOS Problemas Sociais e se preocupa tao somente em se perpetuar no PODER com fanfarronices e DEMAGOGIA!!

A REALIDADE NAO cabe em NENHUMA IDEOLOGIA e Cuba nao PASSA de um CADAVER INSEPULTO sem Coveiro pra enterra-lo.É o recado que dou aos PETRALHAS

Responder

    JULIO*Dilma2014/Contagem(MG)

    22/08/2013 - 00h46

    Olha a tucanalha aí genteeeee !!!!!
    vai um trensalão aí, vai !!!!

    tiago carneiro

    22/08/2013 - 01h51

    Favor pontuar sua frase =)

    Aline C Pavia

    22/08/2013 - 10h04

    Coitado de vc meu amigo. Não difere muito de um papagaio amestrado, que repete qualquer bobagem que ensinam pra ele.

    Do blog Saúde Brasil

    Sistema de Saúde cubano é elogiado no The New England Journal

    Um Modelo Diferente – Atenção Médica em Cuba

    Edward W. Campion, M.D., and Stephen Morrissey, Ph.D.

    The New England Journal of Medicine, January 24, 2013.

    Para um visitante dos Estados Unidos, Cuba desorienta. Automóveis norte-americanos estão em todo lugar, mas todos datam dos anos 50. Nossos cartões bancários, cartões de crédito e telefones inteligentes não funcionam. O acesso à internet é praticamente inexistente. E o sistema de saúde também parece irreal. Há médicos demais.

    Todo mundo tem um médico da família. Tudo é de graça, totalmente de graça — e não precisa de aprovação prévia ou de algum tipo de pagamento. Todo o sistema parece de cabeça para baixo. É tudo muito organizado e a prioridade absoluta é a prevenção. Embora Cuba tenha recursos econômicos limitados, seu sistema de saúde resolveu alguns problemas que o nosso [dos Estados Unidos] ainda nem enfrentou.

    Médicos de família, junto com enfermeiras e outros profissionais de saúde, são os responsáveis por dar atendimento primário e serviços preventivos para seu grupo de pacientes — cerca de mil pacientes por médico em áreas urbanas.

    Todo o cuidado é organizado no plano local e os pacientes e seus profissionais de saúde geralmente vivem na mesma comunidade. Os dados médicos em fichas de papel são simples e escritos à mão, parecidos com os que eram usados nos Estados Unidos 50 anos atrás. Mas o sistema é surpreendentemente rico em informação e focado na saúde da população.

    Todos os pacientes são categorizados de acordo com o nível de risco de saúde, de I a IV. Fumantes, por exemplo, estão na categoria de risco II, e pacientes com doença pulmonar crônica, mas estável, ficam na categoria III.

    As clínicas comunitárias informam regularmente ao distrito sobre quantos pacientes tem em cada categoria de risco e sobre o número de pacientes com doenças como a hipertensão (bem controlada ou não), diabetes, asma, assim como sobre o status de imunização, data do último teste de Papanicolau e casos de gravidez/cuidado pré-natal.

    Todo paciente é visitado em casa uma vez por ano e aqueles com doenças crônicas recebem visitas mais frequentes. Quando necessário, os pacientes podem ser direcionados a policlínicas distritais para avaliação de especialistas, mas eles retornam para as equipes comunitárias para acompanhamento. Por exemplo, a equipe local é responsável por garantir que o paciente com tuberculose siga as recomendações sobre o regime antimicrobial e que faça os exames.

    Visitas em casa e conversas com familiares são táticas comuns para fazer com que os pacientes sigam as recomendações médicas, não abandonem o tratamento e mesmo para evitar gravidez indesejada. Numa tentativa de evitar infecções como a dengue, a equipe de saúde local visita as casas para fazer inspeções e ensinar as pessoas sobre como se livrar da água parada.

    Este sistema altamente estruturado, orientado para a prevenção, produziu resultados positivos. As taxas de vacinação de Cuba estão entre as mais altas do mundo.

    A expectativa de vida de 78 anos de idade é virtualmente idêntica à dos Estados Unidos. A taxa de mortalidade infantil em Cuba caiu de 80 por mil nos anos 50 para menos de 5 por mil — menor que nos Estados Unidos, embora a taxa de mortalidade materna esteja bem acima daquela dos países desenvolvidos e na média para os países do Caribe.

    Sem dúvida, os resultados são consequência de melhorias em nutrição e educação, determinantes sociais básicos para a saúde pública. A taxa de alfabetização de Cuba é de 99% e o ensino sobre saúde é parte do currículo obrigatório das escolas. Um recente programa nacional para promover a aceitação de homens que fazem sexo com homens foi desenhado para reduzir as taxas de doenças sexualmente transmissíveis e aumentar a aceitação e adesão aos tratamentos.

    Os cigarros já não são oferecidos na cesta básica mensal e o número de fumantes decresceu, embora as equipes médicas locais digam que continua difícil convencer fumantes a deixar o vício. Os contraceptivos são gratuitos e fortemente encorajados. O aborto é legal, mas considerado um fracasso do trabalho de prevenção.

    Não se deve romantizar o sistema de saúde cubano. O sistema não é desenhado para escolha do consumidor ou iniciativas individuais. Não existe sistema de saúde privado pago como alternativa. Os médicos recebem benefícios do governo como moradia e alimentação, mas o salário é de apenas 20 dólares por mês. A educação é gratuita e eles são respeitados, mas é improvável que obtenham riqueza pessoal.

    Cuba é um país em que 80% dos cidadãos trabalham para o governo e o governo é quem gerencia orçamentos. Nas clínicas de saúde comunitárias, placas informam aos pacientes quanto o sistema custa ao Estado, mas não há forças de mercado para promover eficiência.

    Os recursos são limitados, como descobrimos ao ter contato com médicos e profissionais de saúde cubanos como parte de um grupo de editores-visitantes dos Estados Unidos. Um nefrologista de Cienfuegos, a 240 quilômetros de Havana, tem uma lista de 77 pacientes em diálise na província, o que em termos de população dá 40% da taxa dos Estados Unidos — similar ao que era nos Estados Unidos em 1985.

    Um neurologista nos informou que seu hospital só recebeu um CT scanner doze anos atrás. Estudantes norte-americanos de universidades médicas cubanas dizem que o trabalho nas salas de cirurgia é rápido e eficiente, mas com pouca tecnologia. Acesso à informação via internet é mínimo. Um estudante informou que tem 30 minutos por semana de acesso discado.

    Esta limitação, como muitas outras dificuldades de recursos que afetam o progresso, é atribuída ao embargo econômico dos Estados Unidos [imposto em 1960], mas podem existir outras forças no governo central trabalhando contra a comunicação fácil e rápida entre cubanos e os Estados Unidos.

    Como resultado do estrito embargo econômico, Cuba desenvolveu sua própria indústria farmacêutica e agora fabrica a maior parte das drogas de sua farmacopeia básica, mas também alimenta uma indústria de exportação. Recursos foram investidos no desenvolvimento de expertise em biotecnologia, em busca de tornar Cuba competitiva no setor com os países avançados.

    Existem jornais médicos acadêmicos em todas as especialidades e a liderança médica encoraja fortemente a pesquisa, a publicação e o fortalecimento de relações com outros países latino-americanos. As universidades médicas de Cuba, agora 22, continuam focadas em atendimento primário, com medicina familiar exigida como primeira residência de todos os formandos, embora Cuba já tenha hoje o dobro dos médicos per capita que os Estados Unidos.

    Muitos dos médicos cubanos trabalham fora do país, como voluntários num programa de dois anos ou mais, pelo qual recebem compensação especial. Em 2008, havia 37 mil profissionais de saúde cubanos trabalhando em 70 países do mundo. A maioria trabalha em áreas carentes, como parte da ajuda externa de Cuba, mas alguns estão em áreas mais desenvolvidas e seu trabalho traz benefício financeiro para o governo cubano (por exemplo, subsídios de petróleo da Venezuela).

    Todo visitante pode ver que Cuba continua distante de ser um país desenvolvido em infraestrutura básica, como estradas, moradias e saneamento. Ainda assim, os cubanos começam a enfrentar os mesmos problemas de saúde de países desenvolvidos, com taxas crescentes de doenças coronárias, obesidade e uma população que envelhece (11,7% dos cubanos tem 65 anos de idade ou mais).

    O seu incomum sistema de saúde enfrenta estes problemas com estratégias que evoluíram da peculiar história política e econômica de Cuba, um sistema que — com médicos para todos, foco em prevenção e atenção à saúde comunitária — pode informar progresso também para outros países.

    augusto2

    22/08/2013 - 12h49

    é a primeira vez que uma potencia economica,militar e populacional se preocupa por 50 anos seguidos em matar um cadaver mediante uma duzia de leis de bloqueio…
    A potencia envia ao exterior, sem convite, meio milhao de soldados e mercenarios para matar.
    O cadaver recebe convites o tempo todo para que MAIS ainda médicos e paramedicos se somem aos 30 mil que ja o fazem.
    Um exporta a morte.
    O outro vida e esperança.
    Ouviu, moleque?

    Lindivaldo

    22/08/2013 - 12h53

    Bernardino,
    Se você souber de Medicina tanto quanto da Língua Portuguesa, coitado dos seus pacientes!!!!!
    Que texto confuso; com grosseiros erros de pontuação; de concordância nominal e verbal; de ortografia; de semântica; etc e etc.
    Afinal, o que você está tentando dizer? Explique-se…
    Com certeza, os médicos de cuba devem conhecer mais a nossa Língua do que você!
    Que venham os médicos cubanos – que estão entre os melhores do mundo!

    Fernando Soares

    22/08/2013 - 14h49

    Caramba, essa figura se diz médico ??
    Agora eu sei porque estamos com tantos problemas na saúde, imagine passando uma receita médica para um paciente !!!
    Sinceramente, duvido muito que esse sacripanta seja de fato quem diz ser que é, em todo caso uma figura que começa seu texto falando de petralhas diz bem sobre o indigente nível intelectual e democrático dessa pessoa.

    Avelino

    22/08/2013 - 16h23

    Calma, Bernardino, logo você terá 4.000 médicos a mais no Brasil, quem sabe eles saibam de algum remédio para sua doença.

    JOTACE

    22/08/2013 - 20h36

    Caro Bernadino,

    Desculpa minha sinceridade, mas como brasileiro me envergonha a tua explosão de ódio e ressentimento contra uma ação de mérito extraordinário, ainda que quase isolada, do atual governo. Com ela te colocas no mesmo bloco dos pseudofilósofos, bacuraus de vôos rasteiros, que tentam convencer com o seu trinado de maria-é-dia que dilma é a salvação do país. Ou naquele bando dos papagaios amestrados de que falou a Aline C. Pavia. Mas pensa no belíssimo trabalho que os médicos da grande nação cubana irão desenvolver junto às populações sofridas dos rincões mais distantes do país e às quais a máfia de branco nunca deu a menor importância. Cordialmente, Jotace

Lukas

21/08/2013 - 22h34

Escravos cubanos para a senzala brasileira.

Responder

nigro

21/08/2013 - 21h35

A saúde não melhorará. Pode trazer até 5000 médicos de Harvard, Oxford Yale e o escambau.
O povo come mal, mora em casa suja, não tem esgoto, não tem noção de higiene, de prevenção à gravidez, NADA!
E essa besteira de que os médicos cubanos são excelentes é controversa. Têm formação precária, são quase técnicos em medicina. O que eles farão pode ser feito por qualquer médico, desde que haja uma política, protocolos a seguir.
Tem que revalidar sim o diploma. Eu já cansei de ver médico mal formado- mesmo aqui no Brasil- e posso garantir que nada ajudarão.
Esse programa foi feito nas coxas, para tentar eleger o padilha e para dar uma “resposta” aos “protestos” de junho.
É a mania do Governo Brasileiro (especialmente dos petistas, mas não só deles) de querer resolver tudo por decreto. O Estado decrépito que temos é incapaz sequer de colocar asfalto numa estrada. Políticas de saúde? Médicos importados? Hahaha é de dar dó! Dó!
Pior ainda é serem os amaldiçoados Cubanos. Não são cidadãos livres. São semi-escravos de um governo ditatorial esclerosado, que parou no tempo. Abram-se as porteiras de Cuba e verão quantos gatos pingados ficarão naquela ilha. Vão todos a Miami tomar coca-cola naqueles copos de 1L, com hambúrguer e batatas fritas.
Resignemo-nos com nosso país, que nasceu para fracassar.

Responder

    Guilherme

    21/08/2013 - 22h13

    Se não conhece Cuba, não foi à Cuba, por favor não fale de Cuba!!! Existem problemas econômicos sim, por conta do embargo, por conta de limitações de recursos, por conta dos erros da revolução. Porém querido, não existe ditadura nenhuma em Cuba, alias sempre quando estive lá me senti mais livre que no Brasil, as ruas estão sempre cheias e a violência é uma virgula perto da nossa!!

    nigro

    21/08/2013 - 22h49

    Mas é ditadura. Não há escolha democrática alguma, isso sem falar na semi-escravidão. É democrática a ditadura dosCastro? Esse Romantismo de esquerda é uma besteira só. cite uma contribuição de Cuba à humanidade além dos charutos.

    Aline C Pavia

    22/08/2013 - 10h06

    Em Cuba não há um Snowden ou Bradley Manning, condenados à prisão por falarem a verdade. Vide Yoani Sánchez, a “blogueira” cubana que viaja pelo mundo falando um monte de bobagens, e mesmo assim a “ditadura” deixa ela livre leve e solta.

    RUDIMAR

    21/08/2013 - 22h48

    Os médicos são bem vindos sim. Tem que acabar com essa reserva de mercado. Tem médico ganhando até 80.000,00 por mês. a carga horária de 20 horas semanais possibilita a alguns terem até 4 empregos.

    Mágda Carvalho

    21/08/2013 - 23h10

    Nigro, a imprensa disseminou vários equívocos sobre o mais médicos. Como jornalista profissional há 30 anos, há muito tempo prefiro confiar mais nas minhas coberturas do que nas coisas que a mídia divulga, e que muitas vezes confundem mais do que informa. Gosto de pensar por mim mesma, e acho que todos deveríam fazer o mesmo. Vi a cobertura do lançamento do Mais Médicos pela TV no Canal NBR. Eles transmitiram na íntegra o lançsmento. Aí da pra gente entender os equívocos e ter a informação correta. O trecho mais importante, o discurso da Dilma sobre o projeto pode ser visto em http://www.youtube.com/watch?v=s5KjX7vlkLk. Há informações adicionais que podem ser obtidas em outros vídeos, com o Padilha e o Mercadante, que explicam que o revalida só não pode ser usado porque ele dá direito e equipara o médico estrangeiro ao Brasileiro, dando-lhe o direito de exercer a profissão em qualquer lugar do Brasil e por quanto tempo quiserem. Como a ideia é dar atendimento a quem precisa e não competir com os médicos brasileiros, foi adotado um sistema em que os estrangeiros atuaram sob supervisão de médicos brasileiros que atuam em faculdades medicina, que serão remunerados para isso. Ouça as informações e julgue por você mesmo. Todo mundo tem direito de pensar por conta própria se for inteligente o bastante. Até para criticar. Informação é poder.

    edir

    22/08/2013 - 13h11

    Europeus portadores da doenca de pele conhecida por Vitiligo, väo à Cuba para tratamento.

    augusto2

    22/08/2013 - 16h22

    estas tão furiosinho, não? com a rapidez com que o governo petista agiu?
    E o sucesso é mais ou menos 100% garantido, não é, béllo? Tchúpa!
    Pois é só o começo, cara nigra!

    Maria Amélia Martins Branco

    22/08/2013 - 16h52

    O Trensalão descarrilou e foi parar no lamaçal do CHIQUEIRO TUCANO, Nigro você um idiota pago pra vomitar a inveja dos filhos da puta Tucanos.

José Souza

21/08/2013 - 21h24

Desejo parabenizar à Presidenta Dilma, ao Ministro Padilha e toda a equipe de articuladores/negociadores que conseguiram implantar esse projeto.

Responder

Julio Silveira

21/08/2013 - 20h36

Oxalá consiga.

Responder

Fabio Passos

21/08/2013 - 20h21

Finalmente milhões de brasileiros carentes, que hoje não tem sequer acesso a um médico, vão receber atendimento digno de saúde.

Viva a solidariedade de Cuba!

E que a “elite” branca e seus capachos racistas adestrados pelo PiG se afoguem de ódio…

Responder

    nigro

    21/08/2013 - 21h36

    Ai de novo esse negócio de “elite”…. Diga-me, você é da elite?

    demetrius

    21/08/2013 - 21h53

    Ele não sei, mas pelo seu sobrenome vc é ou quer ser.
    Herdeiro das panelas?

    Que venham mais médicos, que a elite médica que só quer atender europeu engula seco.

    José Reinaldo Rosado

    22/08/2013 - 09h06

    Demetrius
    Essa foi muito boa! Herdeiro das panelas!!!! rsrsrsrsrs

    Eduardo

    22/08/2013 - 11h08

    HAHAHAHAHA
    “Herdeiro de panelas” foi muito bom!!!

Zilda

21/08/2013 - 20h20

No começo da década de 90 o TO contratou médicos cubanos para muitos municípios e a experiência foi muito positiva. Foi a ação do corporativismo dos médicos brasileiros que os mandou embora.

Responder

Stela

21/08/2013 - 20h11

Bem vindos companheiros cubanos,vcs vão ajudar a melhorar a saúde dos brasileiros. Parabens Presidenta
Dilma que não se intimidou com os protestos, continue firme e corajosa como vc sempre foi.

Responder

Arthur Araújo

21/08/2013 - 20h05

Pronto ! Agora, a Veja tem certeza: está consumada a invasão de espiões cubanos que querem tomar o Brasil.

Responder

FrancoAtirador

21/08/2013 - 19h54

.
.
Mêu dêêêuuusss!!!

Os petralhas do partido do diabo

vão trazer mesmo os comunistas

para matar as criancinhas

no ventre das prostitutas!!!

É o Armagedon do Apocalipse!
.
.

Responder

    José Souza

    21/08/2013 - 21h21

    FrancoAtirador, aproveita que você é um “atirador” e dê, em você mesmo, um tiro. Não vai fazer falta ao país. Os médicos sim estão fazendo falta. Acorda ô pastel.

    JULIO*Dilma2014/Contagem(MG)

    22/08/2013 - 00h50

    Uai, mas como uma ilha atrasada e faminta tem de sobra 4.000 médicos para
    mandar para o Brasil, a gROBO, vai ter de me explicar.

    FrancoAtirador

    22/08/2013 - 10h42

    .
    .
    Calma, José Souza, foi só uma ironia.
    .
    .

    abrantes

    22/08/2013 - 13h02

    José pelo seu comentário parece que é a primeira vez que você acessa esse blog,pois o franco atirador é um velho conhecido nesse blog e em outros sujinhos e todos os frequentadores sabem os seus posicionamentos.Esse comentário foi uma ironia com os pitbulls reaças que aparecem nessas horas para destilar todo seu ódio contra decisões que favorecem os mais necessitados.

M.Cruz

21/08/2013 - 19h42

Se os médicos e suas entidades representativas nos dessem sequer UM MOTIVO DECENTE para impedir/bloquear esse esforço TARDIO de levar saúde aos milhões que sempre foram excluídos em nossa sociedade, teriam todo nosso apoio.
Mas como os motivos até agora apresentados mostram-se ideológicos, mesquinhos, elitistas, corporativistas, mercenários e até desumanos, eu, bem como 54% da população (segundo a última pesquisa do DATAFOLHA), aprovamos a contratação dos médicos estrangeiros para suprir as áreas carentes de médicos.
Assim sendo, parabéns ministro e equipe pela persistência. E que venham os médicos cubanos! Está mais do que na hora de mudar os paradigmas sociais deste país a fim de nos tornarmos realmente uma democracia e uma sociedade mais justa e de todos.

Responder

Nadir Pinto de Arruda

21/08/2013 - 19h40

Nas circunstâncias, extremamente, precárias em que sempre esteve e piora cada vez mais a saúde pública no Brasil em face do aumento populacional, reputo o projeto MAIS MÉDICOS como o mais GANANCIOSO, o mais AUDACIOSO projeto que nenhum outro Presidente da República ousara desde o Descobrimento do Brasil, hoje, arquitetado e levado à ação pelo Partido dos Trabalhadores(PT)na pessoa da corajosa, inigualável Presidenta DILMA ROUSSEFF. É,realmente, FANTÁSTICO, MAGNÍFICO!..OBRIGADA PRESIDENTA!!!…

Responder

Zanchetta

21/08/2013 - 19h34

São 4 mil médicos cubanos… Alguém sabe quantos feitores vêm com eles?

Responder

    José Souza

    21/08/2013 - 21h17

    Zanchetta, aproveite para rever seus conceitos. Ainda há tempo. Informe-se melhor. Aconselho não ler o “detrito da maré baixa” e muito menos ver a rede bobo. Pode também, em último caso, dar um passeio pelo interior do país e constatar como a população tem dificuldade em se consultar com um médico quando necessita. Acorda ô múmia.

    nigro

    21/08/2013 - 21h38

    Ótima pergunta. Eles não são livres. Se quiserem desertar, os doidões do governo os deportarão, o que não fizeram com o criminoso C BAttisti.

    Luiz Moreira

    22/08/2013 - 09h12

    Os feitores vem para te pegar de jeito, reaça da matilha dos torturadores.

    Paulo

    22/08/2013 - 09h15

    Os feitores somos nós!

    “Terceirizar” esta classe, a dos feitores, segundo as normas da escravidão moderna, ainda não está no manual para salvamento do capitalismo de estado da ilha dos Castro.

    Mas, ideologicamente qustionando, a “mais valia” vai ficar com quem?

    Nem Marx explica, né!

    Ave Guevara!

    Luiz Moreira

    22/08/2013 - 11h06

    Ave, quem diz, são as “AVES”TUCANAS Deixem esta cachorrada ladrar. Vão se reunir com o BOLSONARO, da mesma classe avícola de voces

Luís Carlos

21/08/2013 - 19h33

Apesar de todos boatos espalhados de que o Governo Federal tinha desistido de trazer os cubanos, a iniciativa sempre foi mantida pelo Governo. Parabéns Dilma e Padilha pela iniciativa.

Responder

edir

21/08/2013 - 18h58

Estou feliz da vida. Dilma a nossa querida Presidenta. Presidenta de todos os brasileiros que constroi esse país. A mulher corajosa, séria, persistente, batalhadora. O nosso país só tem melhorado na gestäo da Dilma.

Responder

Eduardo

21/08/2013 - 18h56

Agora que os reaças vão surtar!!!!!

Responder

Bacellar

21/08/2013 - 18h45

Ow my god! Os médicos cubanos se aproximam! Corram para as colinas! Socorro bolivarianismo!

Responder

    Rosangela Aparecida de Oliveira

    21/08/2013 - 19h29

    quanta ignorancia em bacellar???????????
    Embora pessoas como vc não goste terá que engolir.
    Rumo a melhoria da saúde.
    ParabEns PESIDENTE DILMA, PARABENS PADILHA.

    José Souza

    21/08/2013 - 21h13

    Rosângela,o Bacellar parece que nunca esteve no interior do país ou em periferia de nossas grandes cidades. Ele não sabe a dificuldade por que passa a população desses locais. Vamos torcer para que ele se informe, atualize-se e reveja os conceitos expostos.

    nigro

    21/08/2013 - 21h39

    “Terá que engolir”.. Uau que comentário democrático, parabéns.

    Bacellar

    21/08/2013 - 23h54

    Ironia? Oi?

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