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Diário da Resistência


Política

Altamiro Borges: A malandragem de O Globo com o manifesto


28/11/2014 - 18h45

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O manifesto e a malandragem de O Globo

Por Altamiro Borges, em seu blog

Na segunda-feira (24), um grupo de intelectuais, lutadores sociais e ativistas digitais – de várias origens e partidos políticos – lançou o manifesto “Em defesa do programa vitorioso nas urnas”.

O objetivo era criticar a violenta ofensiva da direita derrotada nas eleições, que tenta enquadrar a presidente Dilma Rousseff e, ao mesmo tempo, cobrar do novo governo uma postura mais ousada para avançar nas mudanças no Brasil.

O texto teve ampla repercussão nas redes sociais, ecoou no Palácio do Planalto e foi objeto das intrigas e das futricas da mídia oposicionista.

Nesta quinta-feira (27), o jornal O Globo reconheceu publicamente o impacto do documento e dedicou um editorial – intitulado malandramente de “Cegueira ideológica no manifesto petista” — para desqualificá-lo.

Os barões da mídia – que fizeram campanha aberta e criminosa contra a reeleição de Dilma Rousseff, conforme comprovado pelo site “Manchetômetro” e que agora esperneiam para impor o programa dos derrotados ao novo governo – não aceitam a legítima pressão de outros setores da sociedade.

Para eles, a luta de classes deveria ser extinta, de preferência nos porões da ditadura ou por um decreto tucano.

O jornal da famiglia Marinho, que faz pressão para impor seus ministros e seu programa neoliberal de austeridade fiscal, aperto monetário, privatização, arrocho salarial e desemprego, sentiu o impacto do manifesto e, por isso, tenta ridicularizá-lo.

Trata seus signatários como esquerdistas que não enxergam a realidade e que vivem num “mundo visto pela lógica das ideologias”.

Para o jornal O Globo, que defende os interesses dos banqueiros e dos latifundiários, o documento peca por criticar as escolhas do rentista Joaquim Levy e da ruralista Kátia Abreu para o ministério de Dilma.

A tentativa de demonizá-los, afirma o diário, confirmaria a visão maniqueísta de setores da esquerda, que “parecem acometidos de um purismo tardio e fora de época”.

Para o jornal, a confirmação destes nomes seria a prova cabal da força do “deus-mercado”.

“Esses militantes poderão se sentir traídos por Dilma. Mas terá de ser reconhecido que a presidente reeleita demonstrou admitir algo, de forma implícita, por sobre suas convicções ideológicas: que o Estado brasileiro ruma para a insolvência, devido ao fracasso da sua política do ‘novo marco macroeconômico’”.

“O manifesto falseia ao afirmar que possíveis nomeações de ministros ‘sinalizam uma regressão da agenda vitoriosa nas urnas’. Faltou atenção aos redatores: se em nenhum momento a candidata Dilma disse dos palanques o que faria em termos de política econômica, também não foi enfática na defesa da manutenção dos rumos. Alardear que está a favor da manutenção de empregos e dos pobres é o mesmo que defender em praça pública, a luz elétrica e a água encanada. Ninguém discorda. O problema é fazer com que não faltem nem luz nem água. E esta é responsabilidade direta da presidente, e não do PT e de seus militantes”, concluiu o editorial, que não esconde o seu titânico empenho em impor a agenda dos derrotados à presidente reeleita.

Em síntese: O Globo reconheceu a força do manifesto, que reproduzo abaixo – só para irritar os editorialistas a soldo da famiglia Marinho:

*****

Em defesa do programa vitorioso na urna

A campanha presidencial confrontou dois projetos para o país no segundo turno. À direita, alinhou-se o conjunto de forças favorável à inserção subordinada do país na rede global das grandes corporações, à expansão dos latifúndios sobre a pequena propriedade, florestas e áreas indígenas e à resolução de nosso problema fiscal não com crescimento econômico e impostos sobre os ricos, mas com o mergulho na recessão para facilitar o corte de salários, gastos sociais e direitos adquiridos.

A proposta vitoriosa unificou partidos e movimentos sociais favoráveis à participação popular nas decisões políticas, à soberania nacional e ao desenvolvimento econômico com redistribuição de renda e inclusão social.

A presidenta Dilma Rousseff ganhou mais uma chance nas urnas não porque cortejou as forças do rentismo e do atraso e sim porque movimentos sociais, sindicatos e milhares de militantes voluntários foram capazes de mostrar, corretamente, a ameaça de regressão com a vitória da oposição de direita.

A oposição não deu tréguas depois das eleições, buscando realizar um terceiro turno em que seu programa saísse vitorioso. Nosso papel histórico continua sendo o de derrotar esse programa, mas não queremos apenas eleger nossos representantes políticos por medo da alternativa.

No terceiro turno que está em jogo, a presidenta eleita parece levar mais em conta as forças cujo representante derrotou do que dialogar com as forças que a elegeram.

Os rumores de indicação de Joaquim Levy e Kátia Abreu para o Ministério sinalizam uma regressão da agenda vitoriosa nas urnas. Ambos são conhecidos pela solução conservadora e excludente do problema fiscal e pela defesa sistemática dos latifundiários contra o meio ambiente e os direitos de trabalhadores e comunidades indígenas.

As propostas de governo foram anunciadas claramente na campanha presidencial e apontaram para a ampliação dos direitos dos trabalhadores e não para a regressão social. A sociedade civil não pode ser surpreendida depois das eleições e tem o direito de participar ativamente na definição dos rumos do governo que elegeu.

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9 comentários

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O Mar da Silva

01 de dezembro de 2014 às 09h24

O Globo sabe que os movimentos sociais vão brigar para defender a agenda vitoriosa nas urnas. Por isso o ataque ao manifesto. Aliás, isso é ótimo. Mostra que a disputa pela agenda do governo está aberta. Ou seja, o mercado não levou.

Responder

Aroeira

01 de dezembro de 2014 às 09h10

Publicado em 01/12/2014 em http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/12/01/o-pt-vai-engolir-a-organizacao-criminosa-do-aecio/

O PT vai engolir a
“organização criminosa”
do Aécio ?
E a Dilma, líder “desse grupo político que está aí” ?

O Conversa Afiada reproduz artigo de Jeferson Miola, extraído da Carta Maior:

AÉCIO, O CAPRILES BRASILEIRO, TEM DE SER INTERPELADO JUDICIALMENTE

Ou Aécio perdeu o juízo ou então se presume intocável e impune com as declarações que fez dizendo que perdeu as eleições para uma ‘organização criminosa’.

“Na verdade, Roberto, eu não perdi a eleição para um partido político. Eu perdi a eleição para uma organização criminosa que se instalou no seio de algumas empresas brasileiras e patrocinada por esse grupo político que aí está”.

Programa Conexão Roberto D´Ávila, Globo News, 30/11/2014.

A obsessão histérica de certos integrantes do judiciário, da oposição e da mídia com o “risco bolivariano” [sic] atende ao objetivo de “venezuelizar” a maneira de fazer oposição ao governo. É um simulacro da direita para legitimar a torpeza do padrão político e de oposição selvagem ao governo Dilma.

Com grande cinismo, usam uma lente e uma linguagem delirante para atribuir ao governo Dilma supostas características “bolivarianas” que, em contrapartida, justificariam a adoção de comportamento idêntico ao da direita fascista da Venezuela.

Ritos ordinários fixados na Constituição Brasileira, como a nomeação de Ministros para o STF, são denunciados como provas do tal “risco bolivariano”. O que dizer, então, da proposta de participação da sociedade civil que está concebida na Constituição e Leis do país!?

A cultura política venezuelana não tem identidade com a do Brasil. O processo político venezuelano tem sua singularidade e uma dinâmica própria. Aquela é uma realidade complexa, onde tanto governo como oposição têm problemas sérios e cometem erros importantes.

Goste-se ou não do processo em andamento na Venezuela, é essencial se reconhecer que ele é legitimado por uma ordem constitucional fundada nos princípios da democracia representativa e participativa, inclusive com previsão para interromper mandatos através de referendos e plebiscitos. Apesar disso, a oposição conservadora venezuelana, inconformada com as sucessivas derrotas eleitorais, parte para a sabotagem das regras constitucionais, promove enfrentamentos, violência e caos para incendiar o país.

Henrique Capriles Radonski, governador do Estado de Miranda, é uma das principais expressões dessa direita, cuja delinquência política só é eclipsada pelo “cachorro louco” Leopoldo López, seu antigo parceiro de aventuras golpistas que optou por uma tática insurrecional para derrubar o governo do Presidente Nicolás Maduro.

No Wikipédia, Capriles está assim apresentado: “Apesar da origem judaica, é católico praticante, tendo até integrado a seção venezuelana da organização católica Tradição, Família e Propriedade na década de 1980. Começou sua carreira na política pelo partido de direita Copei. Em 2000, ao lado do conservador Leopoldo López, fundou o partido Primera Justicia. Ainda em 2000, Capriles aproximou-se do International Republican Institute (IRI), organização vinculada ao Partido Republicano dos Estados Unidos. Desde então, passou a ser conhecido como um dos principais opositores do governo venezuelano. Em 2002, participou ativamente do golpe de Estado contra o Presidente Hugo Chávez. No pleito presidencial de 7 de outubro de 2012, Capriles saiu derrotado por Hugo Chávez, por mais de 10% dos votos”.

Em 14 de abril de 2013, na eleição convocada devido à morte de Hugo Chávez, Nicolás Maduro foi eleito com 50,66% dos votos contra 49,07% de Capriles. Inconformado com a derrota, Capriles tentou, sem êxito, lançar uma campanha internacional contra a democracia venezuelana, e deu início à escalada de violência política, sabotagem econômica e desestabilização do governo que marca a sociedade venezuelana ainda nos dias de hoje.

No Brasil, a inconformidade da direita com a derrota eleitoral foi idêntica. O PSDB inventou um pedido de auditoria no TSE para lançar suspeição sobre o resultado eleitoral.

Lamentavelmente, na sua ação política, a direita brasileira adota os mesmos critérios da direita fascista e antidemocrática venezuelana. Com a reeleição da Dilma, o PSDB e partidos satélites [DEM, SDD, PPS], certos setores do Judiciário, o capital financeiro e a mídia oposicionista passaram à truculência sem limites.
Assumem, dessa forma, as consequências de uma radicalização que poderá dominar a sociedade, porque a maioria democrática do país certamente não silenciará ante as ameaças golpistas.

Aécio, como seus gestos e discursos demonstram, vestiu o figurino de Capriles da sociedade brasileira, e inaugurou um perigoso padrão de disputa. Esse padrão tem encorajado manifestações tresloucadas de impeachment, assim como movimentos que afrontam a Constituição e as Leis ao apregoar golpe militar – acompanhados com o surpreendente silêncio do Ministério Público e do Poder Judiciário.

Ou Aécio perdeu o juízo ou então se presume intocável e impune com as declarações que faz. Afirmar que perdeu a eleição “para uma organização criminosa que se instalou no seio de algumas empresas brasileiras e patrocinada por esse grupo político que aí está”, é uma acusação da maior gravidade que merece ser apurada com o máximo rigor.

Se espera que o PT e o governo interpelem judicialmente Aécio, para que ele tenha a oportunidade de comprovar essa grave acusação.

Ao invés de se converter nessa sucursal bastarda da direita venezuelana, Aécio poderia se civilizar lendo o artigo “NUNCA SE ROUBOU TÃO POUCO”, do empresário e peessedebista Ricardo Semler na FSP.

Lendo este insuspeito autor, Aécio e a direita poderiam finalmente aprender que uma oposição digna e democrática no Brasil não só é necessária, como é possível.

Em tempo: o Aécio Never não trabalha. Não vai ao Senado. Ele, como seu mentor, o da Dilma “quase ilegítima”, opera no PiG. – PHA

Responder

wendel

29 de novembro de 2014 às 15h56

Há que se ter muita calma neste momento!!!!
Discordo de alguns quando dizem que, se os indicados estão sendo elogiados pela mídia prostituta, pela febraban, pela cni, pela fiesp, pela fierj, enfim por todas as entidades rentistas e de produção, é a rendição da Dilma a estes conglomerados! Ela já disse e os mais cautelosos, sabem com quem estamos lidando, e não se governa apenas para os despossuídos! Há que se governar para todos, mesmo para os extremistas que nos atacaram e continuam a atacar, pois o equilibrio, o diáglogo, o transigir devem sempre prevalecer, sem contudo abrir mão do poder que lhe autorgamos.
Esperem, como eu, e verão que apesar deles, a Dilma fará um ótimo governo e saberá escolher sua equipe de forma coerente e inteligente.
Este sempre foi nosso desejo, e por isto a elegemos!!!!!

Responder

    renato

    29 de novembro de 2014 às 21h22

    Vamos colocar o Coronel Ultra na Casa Civil.
    Afinal eu sou brasileiro, não votei nesta praga,
    mas já que ela esta no balcão, que me atenda.
    Coloque uma dose de Katia Abreu…

FrancoAtirador

29 de novembro de 2014 às 13h56

.
.
Esconder que as Empreiteiras fizeram doações

para o Presidenciável Aécio Neves do PSDB,

isto sim é Sem-Vergonhice da Mídia-Empresa:

(http://imgur.com/HsRgqiG)
i.imgur.com/HsRgqiG.png

(http://inter01.tse.jus.br/spceweb.consulta.receitasdespesas2014/abrirTelaReceitasCandidato.action)
.
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Responder

    FrancoAtirador

    29 de novembro de 2014 às 17h35

    .
    .
    Apenas para ilustração da Sonegação de Informações

    pela Máfia Midiática dos Clãs Empresariais Fascistas:

    Das 40 (Quarenta) Doações que a CONSTRUTORA OAS fez

    ao Candidato do PSDB à Presidência AÉCIO Neves da Cunha,

    duas foram por meio de CHEQUES no valor de R$ 1.000.000,00

    UM MILHÃO DE REAIS, CADA UM, nos dias 30/7 e 04/8/2014.

    (http://imgur.com/SlyGLDG)
    i.imgur.com/SlyGLDG.png
    .
    .
    É bom esclarecer que, mesmo que a maioria absoluta (SEIS)
    dos Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)
    [Luiz Fux (Relator), Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli,
    Joaquim Barbosa, Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski]
    tenha já votado pela Inconstitucionalidade dos dispositivos
    da atual legislação que disciplina o financiamento de partidos políticos
    e campanhas eleitorais por Pessoas Jurídicas, ou seja, pelas Empresas Privadas, (Leis 9.096/1995 e 9.504/1997), no Julgamento da ADI 4650
    oposta pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Nacional),

    por enquanto, não há, em princípio, Ilegalidade nessas Doações,
    porque, no tocante, a Lei Eleitoral continua em plena vigência,
    uma vez que, coincidentemente, o Ministro Gilmar Mendes, do TSE/STF,
    pediu vista do Processo, o que obrigou a suspensão da votação
    e o adiamento do resultado final, mesmo estando ele vencido,
    pois, por diversas vezes no Plenário do STF, manifestou-se Favorável
    à Permanência na Legislação desse Tipo de Doação Empresarial Privada
    em favor de qualquer [email protected] ou Comitê Financeiro Partidário,
    por mais Imorais e Suspeitas que essas Operações possam parecer.

    Isto é, em termos de Moralidade das Eleições
    e no aspecto da Eqüidade do Processo Eleitoral,
    o Ministro Gilmar Mendes não vê problema algum
    nesses ‘Patrocínios Desinteressados’ das Empresas,
    ou seja, nessas ‘Doações Espontâneas’ feitas
    por Empreiteiras, Indústrias e Bancos Privados.
    .
    .

    FrancoAtirador

    29 de novembro de 2014 às 17h42

    .
    .
    02/04/2014 16h29
    UOL, em Brasília

    MAIORIA DO STF VOTA POR PROIBIR DOAÇÃO ELEITORAL DE EMPRESAS

    Por 6 votos a 1, a maioria dos ministros
    do STF (Supremo Tribunal Federal)
    votou nesta quarta-feira (2)
    por proibir doações de empresas
    a campanhas eleitorais e partidos políticos.

    Ainda faltam os votos de quatro magistrados.

    O julgamento foi suspenso
    porque o ministro Gilmar Mendes
    pediu vistas do processo…

    (http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2014/04/02/maioria-do-stf-vota-por-proibir-doacoes-de-empresas-a-campanhas-eleitorais.htm)
    .
    .
    Quarta-feira, 02 de abril de 2014
    Notícias STF

    NOVO PEDIDO DE VISTA SUSPENDE JULGAMENTO
    DE ADI SOBRE FINANCIAMENTO DE CAMPANHAS

    PEDIDO DE VISTA DO MINISTRO GILMAR MENDES
    suspendeu, nesta quarta-feira (2), o julgamento
    pelo Supremo Tribunal Federal (STF)
    da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4650,
    em que o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)
    questiona dispositivos da atual legislação que disciplina
    o financiamento de partidos políticos e campanhas eleitorais
    (Leis 9.096/1995 e 9.504/1997)…

    (http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=263981)
    .
    .

Eduardo Fuimarães

28 de novembro de 2014 às 20h58

E o sacana do JN desta sexta usou o manifesto dos intelectuais para avalizar a tese de estelionato eleitoral que Dilma teria praticado ao nomear Levy, como se ela tivesse decretado independência do Banco Central ou privatizado os Bancos Públicos

Responder

Andre

28 de novembro de 2014 às 20h01

Gosto muito dos textos do Altamiro, mas sinceramente dessa vez não da. Os representantes do tal PIG apoiaram . as indicações de Dilma para o ministério. Sinto muito, mas esta na hora de sair dessa canoa furada pois se em Editoral o grupo empresarial mais poderoso, autoritário e criptofascista da impresa apóia as indicações do ministério, todos que criticam o PIG acabaram de ser desautorizados pela própria presidente. Se o tal do PIG apóia as indicações do ministério de Dilma, como e possível atacar o PIG e não atacar o governo? As pessoas continuam querendo justificar o injustificável, tapar o sol com a peneira.

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