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Alckmin e Haddad anunciam: Tarifa de ônibus, metrô e trem volta para R$ 3


19/06/2013 - 18h03

Instante em que integrantes do MPF, no Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, ficam sabendo que tarifa volta custar R$ 3. Foto: Luiz Carlos Azenha

da Folha/Uol

Após seis atos populares –pacíficos e violentos– contra o aumento da tarifa do transporte coletivo em São Paulo, o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), e o prefeito da capital, Fernando Haddad (PT), anunciaram que o valor voltará a ser R$ 3. O anúncio foi feito durante uma coletiva de imprensa realizada na noite desta quarta-feira (19). “Quero dizer que no caso do metrô e trem, nós vamos revogar o reajuste dado, voltando a tarifa original de R$ 3. É Um sacrifício grande, vamos ter que cortar investimentos, porque as empresas não têm como arcar com esses custos”, disse Alckmin.

Inicialmente, Alckmin e Haddad se mostraram irredutíveis e descartaram inclusive a hipótese de suspender, por 45 dias, o reajuste já aplicado nas tarifas. O prefeito afirmou ainda que uma possível diminuição implicaria em reduzir recursos destinados para outras áreas, como educação e saúde.

Os discursos, no entanto, começaram a mudar com a resistência dos manifestantes. No início desta semana, Haddad chegou a dizer que avaliava “algumas alternativas” para reduzir o valor das passagens.

Ontem, a ministra Gleisi Hoffmann afirmou que duas desonerações feitas pelo governo federal permitiam que os municípios, inclusive São Paulo, fizessem reajustes menores ou reduzissem o preço nos casos em que o reajuste já havia sido feito, com queda de 7,23%.

No entanto, Haddad “corrigiu” a informação da ministra e afirmou ao UOL que “o reajuste da tarifa de ônibus no município já foi feito com base nas desonerações do governo federal.

Nesta quarta, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o governo não tem mais espaço para cortar impostos que incidem sobre as tarifas de transporte público no país. Segundo o ministro, “a parte mais salgada da conta já foi reduzida”.

Em entrevista coletiva na manhã de hoje, Haddad disse que reduzir a tarifa de ônibus seria uma medida populista e que não iria tomar essa decisão se tivesse que retirar dinheiro de outras áreas do orçamento da capital paulista.

*****************

/06/2013 – 17h52

DANIELA LIMA
DE SÃO PAULO
BRUNO BOGHOSSIAN
DO PAINEL, Folha de S.Paulo

Após negociação entre os governos municipal e estadual, a tarifa de ônibus e metrô de São Paulo voltará a custar R$ 3. O anúncio será feito pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e pelo prefeito Fernando Haddad (PT), na noite de hoje, no Palácio dos Bandeirantes.

Ontem, ocorreu o sexto protesto contra as tarifas na capital paulista. O ato começou de forma pacífica na praça da Sé, mas um grupo mais exaltado atravessou a grades que faziam o isolamento na frente da prefeitura e atiraram objetos contra os guadas-civis que faziam um cordão na frente do prédio. Ao menos dois guardas ficaram feridos.

Houve ainda pichações ao prédio da prefeitura e bandeiras hasteadas na frente do prédio foram arrancadas. Mais tarde, um grupo de pessoas ainda depredou e saqueou lojas da região central. Até a madrugada, ao menos, 63 pessoas tinham sido detidas.

VANDALISMO

Sobre os episódios de violência ocorridos ontem, durante o sexto protesto contra o aumento da passagem de ônibus, o prefeito disse que existem grupos no movimento que querem interditar o diálogo.

“Infelizmente o debate tem sido interditado por grupos que não confiam na democracia. São criminosos os que estão agindo nas ruas”, criticou.

“Gestos como o de ontem não contribuem para o funcionamento da cidade. Independente da manifestação, as pessoas têm o direito de chegar ao trabalho, de chegar em casa. Mas você não precisa, para ter manifestação, excluir os demais direitos das pessoas. O que aconteceu foi uma atrocidade contra a cidade.”

Sobre as críticas de que a Polícia Militar demorou a agir ontem, Haddad disse que telefonou ao secretário Fernando Grella (Segurança Pública) e ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) e ouviu explicações de que existe uma preocupação da polícia em só agir em último caso.

“Obviamente, depois da quinta-feira, existe uma preocupação muito grande para que, de parte da população, não haja uma percepção de que a polícia esteja em contradição com ela. Existe uma preocupação grande da Polícia Militar neste momento de só agir em último caso, preservando a integridade física das pessoas.”

Na quinta-feira (13), a PM foi criticada por ter contido a manifestação com uso indiscriminado de balas de borracha, que atingiram inclusive jornalistas, e detenções de pessoas que portavam apenas frascos com vinagre –usado para amenizar os efeitos do gás lacrimogêneo.

Haddad disse ainda que a GCM (Guarda Civil Metropolitana) preservou o prédio da prefeitura e só acionou a PM “no tempo devido”.

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45 comentários

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Julio Silveira

20 de junho de 2013 às 08h14

E no fim, o cidadão que vandalizou a prefeitura não era militar como acreditei que fosse, pela aparência. Me serve de exemplo, as aparências enganam. No fim era apenas um estudante, desses porra loca, classe média ou alta, que aproveitou o movimento para extravasar suas frustações psicológicas, uma besta que estuda mas não aprende.

Responder

Messias Franca de Macedo

20 de junho de 2013 às 00h15

A ALTA CÚPULA DO PT “SITIOU” O PREFEITO FERNANDO HADDAD! ISSO, SIM, MERECE UM VEEMENTE PROTESTO!…
##########################

O prefeito Fernando Haddad (PT) resistiu até o último minuto a bancar com recursos municipais a redução da tarifa de ônibus para R$ 3 porque queria que o governo Dilma Rousseff promovesse nova desoneração fiscal. A presidente, porém, não concordou com a nova ajuda, forçando Haddad a reduzir o preço da passagem com dinheiro da Prefeitura.
As declarações do prefeito, de dirigentes do PT e de ministros, ao longo do dia, expuseram as divergências entre Haddad e o governo federal. Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pressionaram o prefeito, em conversa na terça-feira à noite, a recuar no preço da tarifa do transporte coletivo, na tentativa de conter a forte onda de protestos nas ruas. A preocupação do Palácio do Planalto é com o impacto das manifestações na imagem de Dilma, candidata à reeleição, e de governantes do PT, num momento de escalada da inflação, juros altos e baixo crescimento.
A preocupação do Palácio do Planalto é com o impacto das manifestações na imagem de Dilma, candidata à reeleição, e de governantes do PT, num momento de escalada da inflação, juros altos e baixo crescimento. [A esgarçada e retrógrada tese da “defesa da governabilidade a qualquer custo: econômico, moral, ético, histórico…! ” ainda dizimará o PT da possibilidade de qualquer aliança com as massas e com a própria história do partido!” A(de)n(do) sujo do matuto!]
(…)
Com assessores, secretários municipais e até guardas-civis metropolitanos encurralados na Prefeitura, Haddad foi buscar sossego em casa, no bairro do Paraíso, zona sul de São Paulo. A trégua, porém, durou pouco. Por volta das 22h, o prédio do prefeito já estava tomado pelos manifestantes, que o chamavam de “covarde” e “ladrão”.
O coro assustou não só o petista, mas sua família. Segundo pessoas próximas, a filha do prefeito, Ana Carolina, de 13 anos, chorou com medo de que o apartamento fosse invadido. Os vizinhos ameaçaram chamar a polícia. Foi aí que ele resolveu ceder.

FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,dilma-e-lula-pressionam-e-haddad-cede,1044490,0.htm

########################

O homem público, intelectual… E pai de família, Fernando Haddad não merecia sofrer essa ignomínia!…

RESCALDO: A ALTA CÚPULA DO PT “SITIOU” O PREFEITO FERNANDO HADDAD! ISSO, SIM, MERECE UM VEEMENTE PROTESTO!… Nessa manifestação, eu vou!…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Alckmin e Haddad anunciam: Tarifa de ônibus, metrô e trem volta para R$ 3 | Bahia Livre

20 de junho de 2013 às 00h00

[…] Article from https://www.viomundo.com.br/politica/alckmin-e-haddad-decidem-tarifa-de-onibus-e-metro-voltara-a-cust… /* Veja tambémNota do MPL-SP: O motor das mobilizações é o aumento de tarifaSobre […]

Responder

Renato

19 de junho de 2013 às 23h24

Perfeito, Muito lindo e muito bom.
Mas ficam lições aprendidas.

1) Dilma perdeu 2014. Poderia ter usado a prerrogativa que tem para entrar nas nossas tvs no horário nobre e lembrar-nos cada conquista nos 12 anos de pt no planalto. (Não o Fez)
2) Partindo do ponto que os manifestantes fazem parte da oposição (Começou com os partidos Extrema-Esquerdistas e foi abraçado pela direita), como conseguiram fazer que as reivindicações serem atendidas, o próximo passo será aplicar o golpe de estado.
3) 12 Anos de demonstração para o Mundo que o Brasil é um novo país, que de fato o é, jogados no lixo.
4) Protestos contra as copas, eu não vi ninguém protestar no início. E sim o país inteiro querendo a copa e as olimpiadas. Teve festa, com direito a vestir a estátua do JK no momento do anuncio que a Fifa escolheria o Brasil.
5) Ressalto que os movimentos são contra o PT. Para mim o Haddad não queria abaixar o valor das tarifas e ficou sem reação e sozinho quando o Geraldino decidiu recuar.

Responder

Eduardo

19 de junho de 2013 às 22h49

Um movimento que é contra tudo, é contra nada.
Que tal essas lutas:
1)Dinheiro do pré-sal exclusivamente para a educação.
2)Democratização dos meios de comunicação, que se concentram nas mãos de algumas famílias (Marinho, Frias, Civita, Mesquita) e políticos (ACM, Sarney, Tasso Jereré etc).
3)Reforma política debatida com a sociedade.
Tenho certeza absoluta que valem muito mais que ser contra tudo para, por fim, ser um movimento pautado pela mídia da direita, com direito a histeria coletiva.

Responder

    Fabio Passos

    19 de junho de 2013 às 23h17

    – Baixar pedagios
    – Reducao da jornada de trabalho para 40 hrs semanais
    – Interrupcao dos leiloes de petroleo
    – Reestatizacao da Vale do Rio Doce

    E ao inves de assistir o PiG tentando contrabandear pauta reacionaria… chamar as centrais sindicais, a UNE e demais movimentos sociais para encher as ruas com as demandas historicas da esquerda.

    Leo V

    19 de junho de 2013 às 23h34

    Vc está colocando ainda mais coisas no tudo!

    A novidade foi essa, a direita e a grande mídia tentaram neutralizar as manifestações incluindo outras pautas que nao a original (tarifa do transporte) e a repressão policial que se tonou inerente após a repressão.

Messias Franca de Macedo

19 de junho de 2013 às 22h49

“O PIBinho do PIG fez um gol!” ENTENDA

Uma das poucas críticas embasadas da oposição é a de que, no Brasil, em relação ao PIB são pífios os investimentos públicos, mormente nas áreas de infraestrutura. Tudo bem: correta a argumentação!… No entanto, o prefeito Fernando Haddad e o governador Geraldo Alckmin informaram que “a redução das tarifas dos transportes coletivos implicará sacrifícios às administrações municipal e estadual”, ressaltando que a medida será viabilizada em função de cortes nos investimentos das máquinas públicas!

… Ou seja, “gol para o PIBinho do PIG! Gol da [eterna, nefasta e famigerada] OPOSIÇÃO AO BRASIL!”… O Merval, o Sardenberg et caterva devem estar felicíssimos que nem o tal (IN)feliciano por outras trevas (sic)…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

José X.

19 de junho de 2013 às 21h59

Agora vamos esperar pelas próximas ordens de nossos novos governantes, o “MPL”.

Francamente, acho um absurdo alguém eleito com milhões de votos seguir ordens de um grupelho autoritário.

Haddad está enterrando sua carreira política, manchando sua biografia, declinando de sua autoridade. Nunca mais vai deixar de ser chantageado por esse e outros grupelhos.

Responder

    Leo V

    19 de junho de 2013 às 22h29

    Se é para manifestações de rua e movimentos sociais não poderem influir nas decisões de governantes eleitos, então é melhor proibi-los.

    Quer dizer que o governo pode ser influenciado pelo interesse dos empresários de onibus, pelo capital financeiro, capital imobiliario (que evidentemente não precisam sair nas ruas pois a fonte de poder deles é econômica), mas ser influenciado por trabalhadores não pode.

    José X.

    19 de junho de 2013 às 23h40

    “Quer dizer que o governo pode ser influenciado pelo interesse dos empresários de onibus, pelo capital financeiro, capital imobiliario”

    É, vocês estão em boa companhia. Já foram na tv do Alckmin. Logo vão poder dizer “mamãe, estou na Globo”.

    rodrigo

    20 de junho de 2013 às 06h31

    Issaê Zé!!! E o “seu” governo federal está em EXCELENTE companhia da Kátia Abreu, queridinha da TFP.

Marat

19 de junho de 2013 às 21h39

Os empregados dos donos dos Grupos Folha, Estado, Globo, Abril, SBT, Bandeirantes et caterva sempre martelavam frases no sentido de passar a seguinte mensagem: “O povo faz manifestações contra o aumento dos ônibus” (como se Metrô e Trens não tivessem tido aumento”; “O culpado pela crise é o Haddad” etc., etc., etc., Agora os mesmos empregados do oligopólio da (des)informação tenta passar a seguinte mensagem: “O Governador provou redução nas tarifas dos transportes”… Continuam subestimando o povo… Será que o povo que se diz de esquerda, vai deixar isso tudo barato? Já não está na hora de haver manifestações em frente às emissoras e em frente às casas dos donos do oligopólio, no sentido de cobrar vergonha na cara e isenção??????????????????????????????????????

Responder

    Zanchetta

    19 de junho de 2013 às 22h15

    É que o Alckmin reduziu as tarifas. O Haddad perguntou para o Lula se podia…

Fabio Passos

19 de junho de 2013 às 21h20

Impedir aumento das passagens e uma grande vitoria do MPL.
Os ativistas, que a esquerda eleita deixou orfaos, mostraram que lutando nas ruas e possivel conseguir vitorias concretas.

Se Haddad tivesse mais sensibilidade teria tomado a decisao ha uma semana atras.
Tomar a decisao em conjunto com alkmin e prova cabal de que as criticas sobre semelhancas PT e psdb procedem.

Responder

Marcos Rocha

19 de junho de 2013 às 21h09

Parabéns ao MPL!

Mostrou que o povo, unido, tem condições de reivindicar contra os poderosos em pé de igualdade!

Alckmin reafirmou sua política de truculência (menos contra os bandidos).

Haddad mostrou-se um banana digno de pena.

Segue o jogo…

Responder

Flor de Ipê

19 de junho de 2013 às 20h01

Paramos de falar no metrô por que?

Responder

Marcelo de Matos

19 de junho de 2013 às 19h51

Esse é o retrato do que restou do movimento desencadeado pelo “Passe Livre”. Parecia ser um movimento reivindicatório, embora pudesse ser também, na verdade, um movimento antipetista. Agora assumiu o nítido matiz de movimento antipetista, já que as passagens serão baixadas e as outras bandeiras são: contra a corrupção; contra os gastos com estádios; contra a carga tributária excessiva; por melhora na educação e na saúde. O pessoal do jet set encampou o movimento. Expulsaram a turma que portava bandeiras partidárias e ensaiam uma réplica da Marcha da Família com Deus Pela Liberdade, dos idos de 1964. É o golpe em marcha, mas, ninguém tem culpa. O que tiver de ser será.

Responder

Bernardino

19 de junho de 2013 às 19h41

Que esquerda sr Patrick estas a falar? neste País esquerdas viraram burgueses atras de um biquinho no Governo. A CULPA de tudo o que ocorreu é do sr HADDAD.Por quê? Fez um campanha focando o transporte publico promentendo bilhete mensal pra facilitar a vida dos trabalhadores e na cara de pau no inicio do governo dá um aumento de transporte.È muita inccompetencia ou falta de brio do mesmo.Deixasse pra dar aumento com um ano de governo ai sim ganharia a simpatia da populaçao,porem veio com discurso de tecnocrata igualzinho aos da direita,querendo justificar o aumento.Votei nele pra mim agora mais um CINICO E SAFADO!!

Pior que agora recua junto com o ALCKMIN e ficara desmoralizado e fragillizado como liderança.Pra mim nao terá futuro politico bem como todos da esquerda e esse PSDB bandido.Estamos sem ESTADISTAS so temos PILANTRAS dai esse movimento sem pe e sem cabeça querendo ser apartidario o que é um Perigo pra DEMOCRACIA uma vez que se infiltra todo tipo de cafajeste pra bagunçar.Duvido que nesse angu nao haja caroço com o DEDO da CIA manipulando sorrateiramente ainda mais com o Apoio que a NIDIA BANDIDA esta dando visando provocar o caos no Pais assim como estao fazendo com a ECONOMIA,tentando sujar o GOVERNO que pra mim é frouxo e nao reage à altura!!!

Responder

Deca

19 de junho de 2013 às 19h30

O Haddad deveria ter tido essa atitude antes. Deu mole para a “oposição”, o PIG e ainda por cima queimou o “filme” da Dilma. Patético!

Responder

    Fabio Passos

    19 de junho de 2013 às 21h24

    Falou e disse!
    Haddad teve n oportunidades mas faltou sensibilidade. Demorou.
    E no final, nesta questao, saiu do mesmo tamanho que alckmin. Minusculo.

    Haddad deu municao para aqueles que apontam semelhancas entre PT e psdb.

Messias Franca de Macedo

19 de junho de 2013 às 19h21

… Com a decisão conjunta, o Geraldo Alckmin não ganha nem tampouco perde: tudo continua sendo um ‘picolé de chuchu à paulistana’! Ademais, nesse episódio, o governador tucano não é vidraça!… Portanto, se alguém perdeu com o recuo, esse alguém é o partido que assumiu a bandeira ‘tudo pela governabilidade’: o PT do Fernando Haddad!…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Deca

    19 de junho de 2013 às 19h33

    Concordo Plenamente!

    Messias Franca de Macedo

    19 de junho de 2013 às 19h42

    Prezado Deca, faltou o Fernando Hadddad entender/reconhecer: ‘A vidraça é o PT, estúpido’!

    QUESTÃO DE ESCLARECIMENTO: o termo estúpido usando de forma genérica – e grafado com o objetivo de parodiar o ‘É a Economia, estúpido!’…

    Felicidades!

    Hasta la Victoria Siempre!

    República de ‘Nois’ Bananas
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

Maria Izabel L Silva

19 de junho de 2013 às 19h20

Vamos para o proximo ato desta opera bufa. Encerrada a pauta do MPL.Vamos ver agora para onde vai a moçada desmiolada.Como no filme “Os Imortais” os portões do Tartaro estão abertos e os titãs estão soltos. A galera do bem esta dividida. Alguns acham que o Haddad deve ceder, e ja devia ter feito isso há muito tempo. Outros acham que o Haddad deve manter tudo do jeito que esta, e deixar o pau quebrar. Agora durma com um barulho desses … Em tempo. Me preocupo com a vida desse rapaz, o prefeito de São Paulo. Fascista quando não ganha no voto, ganha na ponta da faca ou na bala. Na Globo News ja tem uma “professora” dizendo que a violencia faz parte do nosso dia a dia. Se matarem alguem do PT, vão dizer que a culpa é na vitima . Oremos.

Responder

    Felipe

    19 de junho de 2013 às 19h58

    Quem costuma matar desafetos é o PT…

Marcela

19 de junho de 2013 às 19h19

Pode ter havido ganhos indesejados na carona do movimento, mas, indiscutivelmente, foi vitória da mobilização. Parabéns ao MPL e que sirva de lição às esquerdas inertes, choronas, medrosas, derrotistas e dogmáticas.

Responder

Jeanette

19 de junho de 2013 às 19h19

E esse fantasmagórico espectro do logotipo da gLOBo refletido aí na foto?, só pode ser provocação do fotógrafo… Quanto ao vandalismo na Prefeitura, vi na tv que o fortinho-invocado foi identificado como sendo filho de empresário do ramo de transportes.

Responder

Zanchetta

19 de junho de 2013 às 19h17

Uma vez que o Haddad tinha dito na entrevista ao meio-dia que não podia reduzir a tarifa, chega-se a conclusão que foi o Alckmin que decidiu reduzir a tarifa do metrô e o Haddad foi no embalo…

Responder

    Marat

    19 de junho de 2013 às 21h44

    Caro Zanchetta, não se esqueça que o Haddad tem uns poucos (e provavelmente incompetentes assessores). Já o Alckmin, além da enorme equipe, tem todo um QG de Assessoria de Imprensa, que faz bico no PIG…

Lucas C.

19 de junho de 2013 às 19h08

A tarifa do transporte público foi reduzida na cidade de São Paulo, graças aos enormes protestos ocorridos nos últimos dias. Protestos extremamente antipatizados por petistas incondicionais.

Ou seja: vale a pena, para o povo, o fato de este não ser um incondicional apoiador do governo. Não serve aos interesses do povo que este seja a tão falada massa de manobra.

O governo que se lembre bem disso. Se é que ainda quer continuar a ser governo. Ser vitrine não é para qualquer um, afinal de contas.

Petistas incondicionais estavam, há pouco, comentando o jogo de futebol Brasil X México, via Facebook, avidamente. Eram praticamente os únicos que falavam da pelada em minha rede de amigos virtuais. Conheci o tempo em que os fanáticos petistas odiavam tal uso do nosso esporte favorito. Eles queriam que o povo discutisse política. Sempre acharam o brasileiro atrasado pelo excessivo apego à bola. Futebol já foi coisa de pelego. Mas o povo queria futebol, não política. Hoje, no governo petista, muitos do povo querem política. No entanto, nunca vi um time brasileiro de futebol despertando tão pouco interesse. Os mais interessados nele são os petistas incondicionais, talvez por verem no futebol uma oportunidade para, ironia das ironias, retirar de pauta o debate político.

Hoje, petistas fanáticos querem futebol, despertando em mim uma completa perplexidade. Essa associação política/futebol não desperta boas memórias em quem conhece a nossa história. Os petistas incondicionais, por conta dessa leitura histórica, inclusive, sempre apontavam o dedo para Médici, um grande fã da seleção de futebol da Copa de 1970.

Os petistas incondicionais, no entanto, precisam saber que o povo tem compromisso, antes de tudo, com as suas vidas e as de suas famílias. Projetos de poder de partidos A, B ou C ficam para terceiro, quarto ou quinto plano para a maioria das pessoas. E as pessoas descobriram que as suas vidas e as de suas famílias são diretamente afetadas pelo debate político. Elas querem pautar as políticas públicas em seu benefício. Era isso que a esquerda, nos seus áureos tempos ideológicos, desejava, afinal de contas. O Partido dos Trabalhadores sonhava com a maior consciência política da população, pelo menos antes de estar no poder.

Que o governo lembre disso para ano que vem: nós queremos escola, transporte e saúde públicas para a nossas famílias. Se o PT não puder nos proporcionar isso… Tanto pior para o seu projeto de poder, com o qual não temos nenhum compromisso. Nosso compromisso é com as nossas famílias. Com nossas vidas.

Responder

    Rene Oliveira

    19 de junho de 2013 às 20h53

    Gostei do seu comentário, vou ser sincero, votei na Dilma e havia votado no Lula nas suas duas gestões, mas hoje vejo que a Dilma me desagradou muito em diversos aspectos, por exemplo; concessão dos aeroportos, algo que deve estar sobre autarquia do estado, passar para iniciativa privada soa como incapacidade de gestão pública, faltou alavancar debate sobre democratizar os meios de comunicação, faltou o pulso firme que eu e muitos esperavam para realmente mudar, faltou a reforma tributária e muitos outros assuntos. O discurso que o Brasil melhorou nos 8 anos após gestão anterior já não cola mais, faz parte do passado, melhorou mas já está batido, gestão Dilma era um governo que deveria criar sua identidade aproveitando as vantagens que teve, mas preferiu o velho discurso comparando passado, mas esqueceram que aquelas crianças que tinham 10 anos quando Lula obteve sua primeira vitória hoje tem entre 20-21 anos, eles não vivenciaram a fase anterior avidamente sendo parte ativa da economia e hoje a intolerância que muitos jovens tem com PT, é similar a que muitos tinham do governo tucano, claro que muitos vão comentar:

    – Mas a mídia manipula e distorce a verdade!

    Claro concordo até por isso PSDB não tem meu voto, mas o PT hoje também não, porque?

    O PT está precisando conhecer a derrota, a sua ganância por apenas tomar os redutos tucanos, acabou cegando seus próprios ideais, como nos casos das alianças a qualquer preço somente pra atrair eleitorado, o partido está precisando de renovação, afinal não posso votar co a fé cega em um partido, não posso votar na filosofia:

    -Vou votar em X pois é menos pior que Y.

    Pra finalizar acho que Dilma ainda tem tempo, curtíssimo mais tem.

J Tavannes

19 de junho de 2013 às 19h03

O ponto positivo dos protestos foi desmascarar o Sr. Alckmin e o imprensalão golpista, que tentava passar que o reajuste de tarifa era apenas para ônibus. Pena que agora vão usar os manifestantes pra atingir o governo Dilma.

Responder

Edfg.

19 de junho de 2013 às 18h59

Tá lascado. Deu sinal de fraqueza e vai ficar refém de todo e qualquer grupo, por mais absurda que seja a reivindicação.

Responder

    Leo V

    19 de junho de 2013 às 19h49

    Depois de cada eleição, se nao se está organizado para ir às ruas, fica-se refém do governante por 4 anos, e assim sucessivamente.

    Edfg.

    19 de junho de 2013 às 23h06

    Só que esses tem votos. Quem votou no MPL mesmo ?? (além de vossa sapiência, claro).

    Leo V

    19 de junho de 2013 às 23h38

    Vamos se realistas, um governo eleito não faz o que quer, faz o que é pressionado a fazer. E a maior pressão é sempre do poder econômico.

    Se os de baixo não se organizam (e seu poder só vem da força coletiva), você pode vota em quem fo mas quem vai governar será o $$$

    No mundo que vivo existe um conflito permanente entre classes, e esse conflito se reflete também numa luta sobre o orçamento público.

Messias Franca de Macedo

19 de junho de 2013 às 18h37

… Haddad ô Haddad, através do famigerado ‘efeito manada’, a DIREITONA já conseguiu o intento pretendido: macular a imagem do Brasil no cenário mundial; colocar em xeque, os instrumentos de segurança pública do país; constranger as pessoas que não compactuam com o sofisma de que “o Brasil vai mal, muito obrigado, a Espanha também é aqui!”…

… Esse precedente aberto poderá produzir sequelas perigosas! A meu ver, a atitude pedagógica e politicamente correta seria, por exemplo, baixar um decreto congelando os valores das passagens por, digamos, quatro anos… A lei, de forma absolutamente transparente, sendo instituída após discussão com todos os atores do processo; considerada a possibilidade do reajuste tarifário ocorrer, exclusivamente, em função de eventuais alterações da conjuntura econômica.

… De qualquer sorte, vamos ver como será a reação dos “protestantes militantes (sic)”!… E o governo federal que trate de recolher e cuidar dos “cacos”!…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

trombeta

19 de junho de 2013 às 18h37

Gostaria muito de ver os manifestantes pressionarem o congresso para votar 100% dos recursos do pré-sal para a educação.

O importante mais do que a vitória dos manifestantes é que a democracia brasileira vem resistindo.

Responder

Oswaldo

19 de junho de 2013 às 18h22

Que essa volta atrás não seja a senha para interditar a discussão sobre o oligopólio dos empresários de ônibus (que está na raiz do problema)
Sobre isso, deixo o link da entrevista da Marilena Chauí, relatando sobre a reunião da prefeitura com o MPL e o Conselho da Cidade.

https://soundcloud.com/redebrasilatual/baixar-tarifa-n-o-resolve

Responder

    Gabro

    19 de junho de 2013 às 19h56

    É isso aí !

    E a caixa preta das concessões do transporte público, vai ser aberta ?

    Em SP, RJ, BH e todo o Brasil.

    Queremos o fim dessas máfias, que lucram horrores e travam a expansão dos metrôs, trens, bondes, etc.

    É preciso insistir nesse ponto !

    Esse é que é o tumor maligno desse câncer !

Horridus Bendegó

19 de junho de 2013 às 18h21

Haddad burro!!!!

Muito diploma e pouca habilidade política!

Deixou uma bomba no colo da Dilma!

Lula já mostrou que diploma não significa inteligência!

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Chomsky

19 de junho de 2013 às 18h18

Haddad perdeu uma grande oportunidade de deixar o Geraldo Opus Dei pra trás. Devia ter anunciado a redução sem consultar o nazista. Foi tonto, marcão. Até dá vontade de entrar pro PT só pra ensinar a eles como se lida com a direita.

Responder

    Neotupi

    19 de junho de 2013 às 23h05

    Se baixar o ônibus sem baixar o Metrô, o ônibus lota mais e piora mais ainda a qualidade do serviço. Até empregadores darão o vale transporte para o bilhete que for mais barato. Em SP há muitos anos há paridade nas tarifas para não haver migração de passageiros desequilibrando os sistemas.
    O PIG vai dizer isso que você está falando, mas a gente da blogosfera que tem mais compromisso com a informação certa temos que disseminar as coisas como elas são. Só não gostei da entrevista coletiva em conjunto. Cada um podia anunciar o fato separadamente. Mas, diferente de mim, talvez a massa da população goste mais de um prefeito que mostre boa vontade em relacionar institucionalmente bem com o goernador por dever de ofício.


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A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.