VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

A polêmica sobre os “profetas do pânico” na Copa


28/01/2014 - 11h57

Clique aqui para ver a cobertura do Bom Dia Brasil, com imagens do momento em que o manifestante é baleado

Vitor Araújo, o Vitinho, que perdeu a visão no olho direito durante os protestos de setembro passado, é o porta-voz de um dos coletivos que organizam as manifestações, o Contra a Copa.

por Luiz Carlos Azenha

Resumindo a entrevista, que você ouve na íntegra abaixo:

1. A mídia distorceu a cobertura, atribuindo aos manifestantes o fogo no Fusca;

2. Existem P2 (do serviço reservado da Polícia Militar) infiltrados nas manifestações;

3. É impossível controlar a multidão;

4. Há um estopim para os quebra-quebras que nunca é mostrado;

5. O movimento não é organizado pelo PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) ou pelo PSOL (Partido Socialismo e Liberdade).

6. Há gente no movimento de várias tendências ideológicas, “tem gente que é anarquista mas discorda de algumas coisas”.

7. O protesto é pelo fato de o Brasil não ter feito os investimentos de infraestrutura ao longo dos últimos anos, mas se concentrado nos estádios.

8. As manifestações vão continuar até a Copa do Mundo.

25/01/2014 – Copyleft

Antonio Lassance
Vai ter Copa: argumentos para enfrentar quem torce contra o Brasil

Como a desinformação alimenta o festival de besteiras ditas contra a Copa do Mundo de Futebol no Brasil.

por Antonio Lassance, na Carta Maior


Profetas do pânico: os gupos que patrocinam a campanha anticopa

Existe uma campanha orquestrada contra a Copa do Mundo no Brasil. A torcida para que as coisas deem errado é pequena, mas é barulhenta e até agora tem sido muito bem sucedida em queimar o filme do evento.

Tiveram, para isso, uma mãozinha de alguns governos, como o do estado do Paraná e da prefeitura de Curitiba, que deram o pior de todos exemplos ao abandonarem seus compromissos com as obras da Arena da Baixada, praticamente comprometida como sede.

A arrogância e o elitismo dos cartolas da Fifa também ajudaram. Aliás, a velha palavra “cartola” permanece a mais perfeita designação da arrogância e do elitismo de muitos dirigentes de futebol do mundo inteiro.

Mas a campanha anticopa não seria nada sem o bombardeio de informação podre patrocinado pelos profetas do pânico.

O objetivo desses falsos profetas não é prever nada, mas incendiar a opinião pública contra tudo e contra todos, inclusive contra o bom senso.

Afinal, nada melhor do que o pânico para se assassinar o bom senso.



Como conseguiram azedar o clima da Copa do Mundo no Brasil



O grande problema é quando os profetas do pânico levam consigo muita gente que não é nem virulenta, nem violenta, mas que acaba entrando no clima de replicar desinformações, disseminar raiva e ódio e incutir, em si mesmas, a descrença sobre a capacidade do Brasil dar conta do recado.

Isso azedou o clima. Pela primeira vez em todas as copas, a principal preocupação do brasileiro não é se a nossa seleção irá ganhar ou perder a competição.

A campanha anticopa foi tão forte e, reconheçamos, tão eficiente que provocou algo estranho. Um clima esquisito se alastrou e, justo quando a Copa é no Brasil, até agora não apareceu aquela sensação que, por aqui, sempre foi equivalente à do Carnaval.

Se depender desses Panicopas (os profetas do pânico na Copa), essa será a mais triste de todas as copas.

“Hello!”: já fizemos uma copa antes



Até hoje, os países que recebem uma Copa tornam-se, por um ano, os maiores entusiastas do evento. Foi assim, inclusive, no Brasil, em 1950. Sediamos o mundial com muito menos condições do que temos agora.

Aquela Copa nos deixou três grandes legados. O primeiro foi o Maracanã, o maior estádio do mundo – que só ficou pronto faltando poucos dias para o início dos jogos.

O segundo, graças à derrota para o Uruguai (“El Maracanazo”), foi o eterno medo que muitos brasileiros têm de que as coisas saiam errado no final e de o Brasil dar vexame diante do mundo — o que Nélson Rodrigues apelidou de “complexo de vira-latas”,  a ideia de que o brasileiro nasceu para perder, para errar, para sofrer.

O terceiro legado, inestimável, foi a associação cada vez mais profunda entre o futebol e a imagem do país. O futebol continua sendo o principal cartão de visitas do Brasil – imbatível nesse aspecto.

O cartunista Henfil, quando foi à China, em 1977, foi recebido com sorrisos no rosto e com a única palavra que os chineses sabiam do Português: “Pelé” (está no livro “Henfil na China”, de 1978).

O valor dessa imagem para o Brasil, se for calculada em campanhas publicitárias para se gerar o mesmo efeito, vale uma centena de Maracanãs.



Desinformação #1: o dinheiro da Copa vai ser gasto em estádios e em jogos de futebol, e isso não é importante



O pior sobre a Copa é a desinformação. É da desinformação que se alimenta o festival de besteiras que são ditas contra a Copa.

Não conheço uma única pessoa que fale dos gastos da Copa e saiba dizer quanto isso custará para o Brasil. Ou, pelo menos, quanto custarão só os estádios. Ou que tenha visto uma planilha de gastos da copa.

A “Copa” vai consumir quase 26 bilhões de reais.

A construção de estádios (8 bi) é cerca de 30% desse valor.

Cerca de 70% dos gastos da Copa não são em estádios, mas em infraestrutura, serviços e formação de mão de obra.

Os gastos com mobilidade urbana praticamente empatam com os dos estádios.

Oa gastos em aeroportos (6,7 bi), somados ao que será investido pela iniciativa privada (2,8 bi até 2014) são maiores que os gastos com estádios.

O ministério que teve o maior crescimento do volume de recursos, de 2012 para 2013, não foi o dos Esportes (que cuida da Copa), mas sim a Secretaria da Aviação Civil (que cuida de aeroportos).

Quase 2 bi serão gastos em segurança pública, formação de mão de obra e outros serviços.

Ou seja, o maior gasto da Copa não é em estádios. Quem acha o contrário está desinformado e, provavelmente, desinformando outras pessoas.

Desinformação #2: se deu mais atenção à Copa do que a questões mais importantes

Os atrasos nas obras pelo menos serviram para mostrar que a organização do evento não está isenta de problemas que afetam também outras áreas. De todo modo, não dá para se dizer que a organização da Copa teve mais colher de chá que outras áreas. 

Certamente, os recursos a serem gastos em estádios seriam úteis a outras áreas. Mas se os problemas do Brasil pudessem ser resolvidos com 8 bi, já teriam sido.

Em 2013, os recursos destinados à educação e à saúde cresceram. Em 2014, vão crescer de novo. 

Portanto, o Brasil não irá gastar menos com saúde e educação por causa da Copa. Ao contrário, vai gastar mais. Não por causa da Copa, mas independentemente dela.

No que se refere à segurança pública, também haverá mais recursos para a área. Aqui, uma das razões é, sim, a Copa.

Dados como esses estão disponíveis na proposta orçamentária enviada pelo Executivo e aprovada pelo Congresso.

Se alguém quiser ajudar de verdade a melhorar a saúde e a educação do país, ao invés de protestar contra a Copa, o alvo certo é lutar pela aprovação do Plano Nacional de Educação, pelo cumprimento do piso salarial nacional dos professores, pela fixação de percentuais mais elevados e progressivos de financiamento público para a saúde e pela regulação mais firme sobre os planos de saúde.

Se quiserem lutar contra a corrupção, sugiro protestos em frente às instâncias do Poder Judiciário, que andam deixando prescrever crimes sem o devido julgamento, e rolezinhos diante das sedes do Ministério Público em alguns estados, que andam com as gavetas cheias de processos, sem dar a eles qualquer andamento.

Marchar em frente aos estádios, quebrar orelhões públicos e pichar veículos em concessionárias não tem nada a ver com lutar pela saúde e pela educação.

Os estádios, que foram malhados como Judas e tratados como ícones do desperdício, geraram, até a Copa das Confederações, 24,5 mil empregos diretos. Alto lá quando alguém falar que isso não é importante.

Será que o raciocínio contra os estádios vale também para a Praça da Apoteose e para todos os monumentos de Niemeyer? Vale para a estátua do Cristo Redentor? Vale para as igrejas de Ouro Preto e Mariana? 

Havia coisas mais importantes a serem feitas no Brasil, antes desses monumentos extraordinários. Mas o que não foi feito de importante deixou de ser feito porque construíram o bondinho do Pão-de-Açúcar? 

Até mesmo para o futebol, o jogo e o estádio são, para dizer a verdade, um detalhe menos importante. No fundo, estádios e jogos são apenas formas para se juntar as pessoas. Isso sim é muito importante. Mais do que alguns imaginam.

Desinformação #3: O Brasil não está preparado para sediar o mundial e vai passar vexame

Se o Brasil deu conta da Copa do Mundo em 1950, por que não daria conta agora? 

Se realizou a Copa das Confederações no ano passado, por que não daria conta da Copa do Mundo? 

Se recebeu muito mais gente na Jornada Mundial da Juventude, em uma só cidade, porque teria dificuldades para receber um evento com menos turistas, e espalhados em mais de uma cidade?

O Brasil não vai dar vexame, quando o assunto for segurança, nem diante da Alemanha, que se viu rendida quando dos atentados terroristas em Munique, nos Jogos Olímpicos de Verão de 1972; nem diante dos Estados Unidos, que sofreram atentados na Maratona Internacional de Boston, no ano passado.

O Brasil não vai dar vexame diante da Itália, quando o assunto for a maneira como tratamos estrangeiros, sejam eles europeus, americanos ou africanos.

O Brasil não vai dar vexame diante da Inglaterra e da França, quando o assunto for racismo no futebol. Ninguém vai jogar bananas para nenhum jogador, a não ser que haja um Panicopa no meio da torcida. 

O Brasil não vai dar vexame diante da Rússia, quando o assunto for respeito à diversidade e combate à homofobia.

O Brasil não vai dar vexame diante de ninguém quando o assunto for manifestações populares, desde que os governadores de cada estado convençam seus comandantes da PM a usarem a inteligência antes do spray de pimenta e a evitar a farra das balas de borracha.

Podem ocorrer problemas? Podem. Certamente ocorrerão. Eles ocorrem todos os dias. Por que na Copa seria diferente? A grande questão não é se haverá problemas. É de que forma nós, brasileiros, iremos lidar com tais problemas.

Desinformação #4: os turistas estrangeiros estão com medo de vir ao Brasil 



De tanto medo do Brasil, o turismo para o Brasil cresceu 5,6% em 2013, acima da média mundial. Foi um recorde histórico (a última maior marca havia sido em 2005).

Recebemos mais de 6 milhões de estrangeiros. Em 2014, só a Copa deve trazer meio milhão de pessoas. 

De quebra, o Brasil ainda foi colocado em primeiro lugar entre os melhores países para se visitar em 2014, conforme o prestigiado guia turístico Lonely Planet.

Adivinhe qual uma das principais razões para a sugestão? Pois é, a Copa.

Desinformação #5: a Copa é uma forma de enganar o povo e desviá-lo de seus reais problemas

O Brasil tem de problemas que não foram causados e nem serão resolvidos pela Copa.

O Brasil tem futebol sem precisar, para isso, fazer uma copa do mundo. E a maioria assiste aos jogos da seleção sem ir a estádios. 

Quem quiser torcer contra o Brasil que torça. Há quem não goste de futebol, é um direito a ser respeitado. Mas daí querer dar ares de “visão crítica” é piada.

Desinformação #6: muitas coisas não ficarão prontas antes da Copa, o que é um grave problema



É verdade, muitas coisas não ficarão prontas antes da Copa, mas isso não é um grave problema. Tem até um nome: chama-se “legado”.

Mas, além do legado em infraestrutura para o país, a Copa provocou um outro, imaterial, mas que pode fazer uma boa diferença. 

Trata-se da medida provisória enviada por Dilma e aprovada pelo Congresso (entrará em vigor em abril deste ano), que limita o tempo de mandato de dirigentes esportivos.

A lei ainda obrigará as entidades (não apenas de futebol) a fazer o que nunca fizeram: prestar contas, em meios eletrônicos, sobre dados econômicos e financeiros, contratos, patrocínios, direitos de imagem e outros aspectos de gestão.

Os atletas também terão direito a voto e participação na direção. Seria bom se o aclamado Barcelona, de Neymar, fizesse o mesmo.

Estresse de 2013 virou o jogo contra a Copa

Foi o estresse de 2013 que virou o jogo contra a Copa. Principalmente quando aos protestos se misturaram os críticos mascarados e os descarados.

Os mascarados acompanharam os protestos de perto e neles pegaram carona, quebrando e botando fogo. Os descarados ficaram bem de longe, noticiando o que não viam e nem ouviam; dando cartaz ao que não tinha cartaz; fingindo dublar a “voz das ruas”, enquanto as ruas hostilizavam as emissoras, os jornalões, as revistinhas e até as coitadas das bancas.

O fato é que um sentimento estranho tomou conta dos brasileiros. Diferentemente de outras copas, o que mais as pessoas querem hoje saber não é a data dos jogos, nem os grupos, nem a escalação dos times de cada seleção.

A maioria quer saber se o país irá funcionar bem e se terá paz durante a competição. Estranho. 

É quase um termômetro, ou um teste do grau de envenenamento a que uma pessoa está acometida.

Pergunte a alguém sobre a Copa e ouça se ela fala dos jogos ou de algo que tenha a ver com medo. Assim se descobre se ela está empolgada ou se sentou em uma flecha envenenada deixada por um profeta do apocalipse.

Todo mundo em pânico: esse filme de comédia a gente já viu



Funciona assim: os profetas do pânico rogam uma praga e marcam a data para a tragédia acontecer. E esperam para ver o que acontece.

Se algo “previsto” não acontece, não tem problema. A intenção era só disseminar o pânico e o baixo astral mesmo.

O que diziam os profetas do pânico sobre o Brasil em 2013?

Entre outras coisas:

Que estávamos à beira de um sério apagão elétrico.

Que o Brasil não conseguiria cumprir sua meta de inflação e nem de superávit primário.

Que o preço dos alimentos estava fora de controle.

Que não se conseguiria aprontar todos os estádios para a Copa das Confederações.

O apagão não veio e as termelétricas foram desligadas antes do previsto. A inflação ficou dentro da meta. A inflação de alimentos retrocedeu. Todos os estádios previstos para a Copa das Confederações foram entregues.

Essas foram as profecias de 2013. Todas furadas.

Cada ano tem suas previsões malditas mais badaladas. Em 2007 e 2008, a mesma turma do pânico dizia que o Brasil estava tendo uma grande epidemia de febre amarela. Acabou morrendo mais gente de overdose de vacina do que de febre amarela, graças aos profetas do pânico.

Em 2009 e 2010, os agourentos diziam que o Brasil não estava preparado para enfrentar a gripe aviária e nem a gripe “suína”, o H1N1.

Segundo esses especialistas em catástrofes, os brasileiros não tinham competência nem estrutura para lidar com um problema daquele tamanho. Soa parecido com o discurso anticopa, não?

O cataclismo do H1N1 seria gravíssimo. Os videntes falavam aos quatro cantos que não se poderia pegar ônibus, metrô ou trem, tal o contágio. Não se poderia ir à escola, ao trabalho, ao supermercado. Resultado? Não houve epidemia de coisa alguma.

Mas os profetas do pânico não se dão por vencidos. Eles são insistentes (e chatos também).

Quando uma de suas profecias furadas não acontece, eles simplesmente adiam a data do juízo final, ou trocam de praga.

Agora, atenção todos, o próximo fim do mundo é a Copa. “Imagina na Copa” é o slogan. E há muita gente boa que não só reproduz tal slogan como perde seu tempo e sua paciência acreditando nisso, pela enésima vez.

Para enfrentar o pessoal que é ruim da cabeça ou doente do pé



O pânico é a bomba criada pelos covardes e pulhas para abater os incautos, os ingênuos e os desinformados.

Só existe um antídoto para se enfrentar os profetas do pânico. É combater a desinformação com dados, argumentos e, sobretudo, bom senso, a principal vítima da campanha contra a Copa.

Informação é para ser usada. É para se fazer o enfrentamento do debate. Na escola, no trabalho, na família, na mesa de bar.

É preciso que cada um seja mais veemente, mais incisivo e mais altivo que os profetas do pânico. Eles gostam de falar grosso? Vamos ver como se comportam se forem jogados contra a parede, desmascarados por uma informação que desmonta sua desinformação.

As pessoas precisam tomar consciência de que deixar uma informação errada e uma opinião maldosa se disseminar é como jogar lixo na rua. 

Deixar envenenar o ambiente não é um bom caminho para melhorar o país.

A essa altura do campeonato, faltando poucos meses para a abertura do evento, já não se trata mais de Fifa. É do Brasil que estamos falando.

É claro que as informações deste texto só fazem sentido para quem as palavras “Brasil” e “brasileiros” significam alguma coisa.

Há quem por aqui nasceu, mas não nutre qualquer sentimento nacional, qualquer brasilidade; sequer acreditam que isso existe. Paciência. São os que pensam diferente que têm que mostrar que isso existe sim.

Ter orgulho do país e torcer para que as coisas deem certo não deve ser confundido com compactuar com as mazelas que persistem e precisam ser superadas. É simplesmente tentar colocar cada coisa em seu lugar.

Uma das maneiras de se colocar as coisas no lugar é desmascarar oportunistas que querem usar da pregação anticopa para atingir objetivos que nunca foram o de melhorar o país.

O pior dessa campanha fúnebre não é a tentativa de se desmoralizar governos, mas a tentativa de desmoralizar o Brasil.

É preciso enfrentar, confrontar e vencer esse debate. É preciso mostrar que esse pessoal que é profeta do pânico é ruim da cabeça ou doente do pé.

(*) Antonio Lassance é doutor em Ciência Política e torcedor da Seleção Brasileira de Futebol desde sempre.

Clique aqui para os links oferecidos pelo Lassance com mais informações

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Protesto contra a Globo, mas Folha e Estadão ajudam a promover a próxima manifestação:

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109 comentários

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Abelardo

30 de janeiro de 2014 às 09h36

Na ocasião em que se fez a divulgação de qual seria o país sede da Copa do Mundo de Futebol 2014, a torcida brasileira favorável a realização era maioria esmagadora. Se divulgarem os arquivos da época, antes e depois da escolha do país sede, encontrarão essa maioria esmagadora da brasileira, que torciam pela escolha do Brasil, fazendo depoimentos espontâneos e sinceros onde podemos perceber a alegria e esperança na realização do evento e no legado que a Copa do Mundo deixará ao país, é só conferir. Porém, penso que poderia ser tudo maravilhoso se não tivesse um problema: o governo que levaria a fama e o destaque internacional com o sucesso do evento seria o governo de Lula e isso incomodou aos antigos donos do Brasil. Contudo, ainda assim, eles ainda contavam em ganhar a eleição presidencial seguinte, que lhes garantiria a fama e o destaque mundial pela realização da Copa do Mundo no Brasil. Daí, inconformados por mais uma derrota, entraram em desespero e desenvolveram um aumento feroz, descontrolado e violento de oposição ao governo da presidenta Dilma, fato que os fizeram expelir mais raiva, inveja, despeito, preconceito e muito ciúme pelo sucesso obtido. Eu posso imaginar, que se a vitória nas eleições fosse deles, a prioridade do governo não mais seria atender as carências dos mais necessitados, com a distribuição de oportunidades e desenvolvimento social. Imagino, também, que a publicidade da Copa do Mundo, que seria executada pela mídia despudorada, ganharia uma fabulosa e onerosa campanha de motivação, de incentivo e que seria feita convocação nacional para que toda a população ajudasse a realizar a maior Copa do Mundo de todos os tempos. Acredito que se houve mudanças de opinião em escala significativa é um sinal de que boa parte dessa massa pode ter sucumbido a influência do “quanto pior melhor”, que está sendo divulgado maciçamente pelos derrotados políticos, que são conhecidos como “Os Profetas do Pânico”.

Responder

Luís Carlos

29 de janeiro de 2014 às 22h39

O dono do carro incendiado deixou claro o que ocorreu, desmentindo quem disse que ele passou por cima dos colchões, como se a culpa fosse do motorista do fusca. O culpado é o motorista do fusca que ” se atirou sobre os colchões em chamas que surgiram do nada na pista”? As imagens não deixam dúvidas, e os gritos da criança dentro do carro também. Aliás, outros vídeos na web mostram black Blocks atacando manifestantes do Occupy e sabotando movimento. Qual objetivo?

Responder

    Luís Carlos

    29 de janeiro de 2014 às 23h27

    Vídeo feito pelo Blog da Cidadania do Edu Guimarães com motorista do fusca, Sr. itamar e esposa, Sra. Cida, apresenta extrato bancário cm doações recebidas até o momento por campanha iniciada pelo blog. No vídeo, Itamar desmente versão de que ele seria culpado por ter avançado sobre colchão em chamas. Além da imagens, a palavra dele desmente completamente versão que tenta culpá-lo, inocentando black Blocks. Vai demorar para esquecer os gritos da criança dentro do carro, conforme vídeo da Record.

Diego Vilela

29 de janeiro de 2014 às 21h27

Uma pena ver jóvens como o Vitinho, perdendo a capacidade de enxergar o contexto total dos problemas brasileiros, mesmo antes de perder a visão em protestos manipulados.

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    Leo V

    30 de janeiro de 2014 às 14h09

    Guerreiro. Além de perder a visão de um olho, ainda enfrenta essa violência simbólica de comentaristas de internet.

    É engraçado que justamente aqueles que constróem movimentos autônomos, independente de partidos, sejam taxados de “manipulados” ou coisa parecida.

    Sina de movimento social e de militante ter que ouvir essas coisas.

    MST já enfrentou muito.

Abelardo

29 de janeiro de 2014 às 20h44

Na ocasião em que se fez a divulgação de qual seria o país sede da Copa do Mundo de Futebol 2014, a torcida brasileira favorável a realização era maioria esmagadora. E penso que poderia ser tudo maravilhoso se não tivesse um problema: o governo que levaria a fama seria o de Lula e isso incomodou aos antigos donos do Brasil. Porém, ainda assim, eles contavam em ganhar as eleições seguintes, que lhes garantiriam a fama da realização da Copa do Mundo no Brasil. Então, mais uma vez, eles perderam e essa nova derrota fez aumentar bastante a inveja, o despeito, o ciúme, o preconceito, a dor de cotovelo e o ódio gratuito pelo governo da presidenta Dilma. Imagino que se o governo fosse deles, a prioridade do governo não mais seria para os mais necessitados, mas a publicidade da Copa do Mundo, que seria executada pela mídia despudorada, ganharia uma fabulosa e onerosa campanha de motivação, de incentivo e de convocação para que toda a população ajudasse a realizar a maior Copa do Mundo de todos os tempos. Se divulgarem os arquivos da época, antes e depois da escolha do país sede, encontrarão essa maioria esmagadora de brasileiros e brasileiras, que torciam pela escolha do Brasil, fazendo depoimentos espontâneos e sinceros onde podemos perceber a alegria e esperança na realização e no legado que a Copa do Mundo deixará ao país, é só conferir. Acredito que se houve mudanças de opinião em escala significativa é um sinal de que boa parte dessa massa pode ter sucumbido a influência do “quanto pior melhor”, que está sendo divulgado maciçamente pelos derrotados políticos, que são conhecidos como “Os Profetas do Pânico”.

Responder

Amaro Doce

29 de janeiro de 2014 às 20h33

DILMA, Davos, jantar em Lisboa, Porto de Mariel, Copa do Mundo e muito mais, tudo neste vídeo: http://youtu.be/b7TclXps4-E

Responder

RicardoJ.

29 de janeiro de 2014 às 17h18

E a melhor maneira de fazer circulara a verdade e quebrar este insistente “circo do terror”, é exigir a aprovação da Lei da Mídia Democrática”, pulverizando os canais de comunicação como previsto na constituição… Onde anda “O Direito Imediato” encaminhado pelo Sen.Requião, senhores senadores?

Responder

Aline C. Pavia

29 de janeiro de 2014 às 15h33

Profeta do pânico? Oh coitado.
Cadê aquela menina do Passe Livre que disse que não ia mais promover manifestações porque não queria que se transformasse em uma agenda de direita?
Irrelevante e inverossímil, daqui a algumas semanas ninguém mais vai nem lembrar do nome desse moço.

Responder

Messias Franca de Macedo

29 de janeiro de 2014 às 14h39

‘É A ECONOMIA, ESTÚPIDO’ CUIDA DOS ARRUACEIROS! ‘VAI TER COPA, SIM!’ Entenda a partir de uma leitura, digamos, desapontada do PIG!

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Por fim, se os “black blocs”

RIO DE JANEIRO – Estou preocupado com os “black blocs”. Eles garantem que “Não vai ter Copa!”, mas temo que o aparato que usam hoje nas manifestações –capacete, viseira, máscara contra gases, jaqueta preta, calças de combate, joelheira, botas, porrete, estilete e estilingue, perfeitos para enfrentar a PM– seja insuficiente para os novos inimigos que eles terão de encarar. E, contra esses inimigos, as lixeiras incendiárias, os postes à guisa de aríetes e a plêiade de advogados a seu favor serão inúteis.
Os “black blocs” já não contam com as centenas de milhares de pessoas de junho passado, com as quais podiam misturar-se. Aliás, foi por causa deles que elas preferiram ficar em casa. Com isso, os “black blocs” reduziram-se a uns 100 militantes no RJ e em SP e nem isso nas outras cidades. Até o América tem mais torcedores.
Contra si, eles terão os milhões de interessados em que haja Copa. Entre estes, estão os camelôs, já preparados para vender exclusivos produtos Fifa fabricados na China ou em Nova Iguaçu, e os ambulantes, com seus monumentais estoques de cerveja e de camisas falsificadas do Brasil e das outras seleções…
(…)

em
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2014/01/1404068-por-fim-se-os-black-blocs.shtml

LÁ VEM O MATUTO QUE SENTE CHEIRO DE GOLPE DESDE O DIA EM QUE NASCEU EM PINDORAMA!

Notaram no “Estou preocupado com os ‘black blocs’” do Ruy Castro “da Folha dos Frias da ‘ditbranda’”?!… É a mesma “preocupação” do Ferreira Gullart, “preocupação” da Marina Silva “do Dudu”… Tudo nas entrelinhas!…

Lá isso é oPÓsição,sô?!…

República da [eterna] oPÓsição ao Brasil! “O cheiro do PÓ ‘cheiroso’ (sic) e dos cavalos ao do povo!”
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Leo V

29 de janeiro de 2014 às 12h58

Claro, o final do texto o autor apela pro nacionalismo.

Qualquer semelhança com 1970 não é mera coincidência.

Deve ser em nome da tal pátria também que o autor concorda com o aparato repressivo, jurídico e militar, que está sendo construído para a Copa.

A nação do autor encobre as classes sociais. Antonio Ermirio, Ricardo Teixeira, os Marinho e o adolescente e sua mãe que trabalham na carvoaria clandestina no interior de MG são todos brasileiros. Para o autor a Copa interessa igualmente a todos.

Responder

DARCY BRASIL RODRIGUES DA SILVA

29 de janeiro de 2014 às 11h13

Duas teses defendidas pela maioria dos petistas e pelo PCdoB não me convenceram até hoje. Antes de revelar quais são essas teses,somente para não ficar exposto a ataques sectários de comentaristas simpatizantes do governo Dilma, antecipo que , do ponto de vista da luta institucional, das futuras eleições, continuo avaliando que não há nada que seja mais favorável à luta não institucional ( que eu, como marxista-leninista, considero muito mais importante do que a luta institucional),ou seja, aquela luta travada pelos movimentos sociais, voltada para a conscientização , mobilização e organização dos trabalhadores e do povo em geral, do que a reeleição de Dilma. E vou mais longe: duvido que , no âmbito da república brasileira, se possa um dia chegar a um momento de hegemonia das esquerdas dentro do Congresso Nacional. No seio do Estado como um todo, a hegemonia dos conservadores sempre será avassaladora , enquanto prevalecer a correlação de forças que ainda não permita à luta não institucional colocar para si a questão da tomada do poder político, transformando o Estado liberal burguês em um Estado Democrático e Popular Socialista. Essas são, em minha opinião, as limitações incontornáveis da luta por cima. A única saída, em minha opinião, está na radicalização e ampliação da luta por baixo, assim entendendo as lutas não institucionais levadas a cabo pelos movimentos sociais. Como se vê, divirjo de quase todos os comentaristas , sejam eles vinculados ao PT, pertencentes à chamada esquerda governista, sejam eles ligados a partidos como o Psol , o PSTU ou o PCB. Porém, dou importância às eleições, e minha candidata é Dilma.

A primeira das duas teses a que me referi na introdução é a da defesa do leilão do campo de Libra. Nesse caso, argumentou-se contra aqueles que acusavam um prejuízo nacional inerente a esse leilão, demonstrando-se ganhos compensatórios por conta do sistema de tributação dos rendimentos das empresas participantes do consórcio. O que, em minha opinião, provava precisamente o contrário, ou seja, a precariedade destes ganhos, na medida em que bastaria mexer nesse sistema de taxações para inverter o sentido do favor, do público para o privado, do nacional para o estrangeiro. E mexer em um sistema de tributação é politicamente muito mais fácil do que mudar o regime de propriedade. Porém, eu tinha minhas próprias razões para considerar válida a participação de estatais chinesas no consórcio. Estas razões eram de natureza geopolítica, devido às dificuldades de se defender militarmente campos de petróleo situados em alto-mar , há mais de 50 km da costa, e à presença da IV Frota estadunidense, país acostumado a lançar mão do uso da força para rapinagem de recursos naturais pertencentes a outros povos. Voltaremos um dia a essa discussão.

A segunda tese é a da conveniência da realização da Copa do Mundo no Brasil. Me sinto autorizado em proceder às críticas contra a realização da Copa, pois, até onde me lembro, fui quem escreveu os primeiros textos de comentaristas contra a realização da Copa do Mundo no Brasil ( nesses textos eu defendia, entretanto, a realização das Olimpíadas, por entender que estas proporcionavam a oportunidade para alavancar os esportes em todas as modalidades no interior do Brasil, demandando a construção de uma infra-estrutura voltada a práticas desportivas que são, em emu entender, do interesse público, o que não pôde ocorrer, até o momento, precisamente por estarem as referidas Olimpíadas ofuscadas pela própria Copa do Mundo, verificando-se uma incrível reprodução de um fenômeno nacional em que o desenvolvimento dos demais esportes´, olímpicos ou não, é travado pela hegemonia do futebol masculino).

Em minha opinião, a Copa do Mundo , realizada nos termos da Fifa, foi um equívoco. A megalomania desenvolvimentista esteve por trás desta aprovação. Do ponto de vista político e ideológico, enxergou-se nesse megaevento um momento de afirmação do Brasil perante o mundo e, principalmente, diante de nós mesmos, brasileiros, ou seja, um momento de extirpação de nosso suposto “complexo de vira-latas”. Eu, intimamente, entendo essa forma de combater esse complexo de inferioridade – cultivado entre nós, de forma intencional, pelos mecanismos de controle ideológico em mãos das elites – como sendo, contraditoriamente, uma manifestação particular deste mesmo complexo de inferioridade (algo que lembra aquele sujeito que recém ingressou na classe média, se convertendo em um “novo rico”, que decide comprar um carro luxuoso apenas para marcar o seu selo de “homem bem-sucedido”. Mas essa é uma avaliação subjetiva que , talvez, não me possa dar razão).

Porém, reconheço que personalidades políticas como Lula e Aldo Rebelo, por exemplo, não se empolgaram com a Copa por razões que favorecessem a interesses privados, como os oportunistas de esquerda e de direita tentam fazer o povo acreditar ( sabemos que estas “oportunidades de negócios”, de lucros líquidos e certos, foram, por certo, enxergadas pelas grandes empreiteiras que se responsabilizaram pela realização das obras, mas estes lucros , de certa maneira inevitáveis em regime capitalista, não eram o que motivava o governo ). Para o governo de Lula, e para a maioria do PT e para o PCdoB , a Copa representou uma janela de oportunidades para o Brasil, que traria ganhos superiores aos seus custos, inscrevendo-se dentro da concepção neo-desenvolvimentista do governo liderado pelo PT, sempre obcecado por espalhar canteiros de obras pelo Brasil, por necessidades de se incrementar o desenvolvimento das forças produtivas no seio do capitalismo brasileiro, fundado-as em uma contrapartida social de distribuição de renda, geração de empregos e melhoria paulatina das condições de vida do povo ( não sou adepto pleno desse modelo, me importando muito mais o desenvolvimento da consciência política e cidadã do povo do que o desenvolvimento das forças produtivas, como objetivo maior a ser perseguido por um governo de esquerda, mas esse tema daria um livro de 5000 páginas).

Duvido que a Copa seja deficitária, do ponto de vista econômico, ou seja, quando se considera a diferença entre o que o país irá gastar confrontada com o que o país irá receber. Com certeza o saldo de ingresso de divisas será bastante elevado. Porém, a pergunta é a seguinte:a quem esse saldo positivo favorecerá privilegiadamente? Quem será o grande embolsador desses lucros? Certamente poder-se-á sempre apontar legados públicos da Copa, relacionados a determinadas intervenções destinadas a melhorar a mobilização urbana , por exemplo. Mas isso não responde à minha pergunta. Pelo que tenho acompanhado pela imprensa (e eu sou um daqueles caras que sempre procura julgar de forma objetiva, lendo de forma imparcial as diversas abordagens sobre as obras da Copa, reconhecendo a inevitável ideologização desse debate, e as variadas tentativas de manipulação da opinião pública, em lugar de esclarecê-la) as benesses públicas não correspondem à magnitude do gasto total, mesmo estimando, tão positivamente como fazem alguns, retornos como o ganho que o país terá, do ponto de vista publicitário, ao expandir o conhecimento de sua imagem a nível mundial ( aqui também nunca li nenhum documento científico que estabeleça o valor econômico desse benefício em particular, tendo lido apenas afirmações genéricas e subjetivas, que se limitam a nos lembrar o óbvio, ou seja, que o Brasil será um país muito mais conhecido mundialmente depois da Copa, embora isso nada nos informe sobre os valores que teriam que ser empregados para obter um efeito igual por conta de outras campanhas de publicidade do Brasil no exterior , única forma de considerar vantajosa a realização da Copa sob esse aspecto ).

A meu ver, são muitos os prejuízos sociais decorrentes da realização da Copa em nosso país ( reconheço que não tenho clareza, por falta de informações, baseadas em dados e não apenas em opiniões subjetivas, da dimensão dos ganhos sociais, e, mesmo admitindo, por hipótese, um saldo positivo entre o que se ganhará e o que se perderá no plano social, ainda assim , perguntaria: não poderia ser esse saldo bem maior se as prioridades de utilização desses recursos tivessem sido outras?.) Por que o PT e o PCdoB não enfrentam a questão dos milhares de cidadãos desalojados por conta das festejadas obras de revitalização e de mobilidade urbana ? Por que temos que acreditar que estas obras só estão a ocorrer por causa da realização da Copa e que, sem a mesma, tais obras não teriam sido realizadas? Por que se esconde o fato de que a concepção de arena imposta pela Fifa promoveu a elitização dos estádios de futebol, afastando o povo de um de seus poucos hábitos de lazer históricos.

Focando apenas no Rio de Janeiro, que conheço melhor, será que as obras de mobilização urbana e “revitalização” de bairros como a região portuária constituiriam, de fato, prioridades para serem objetos dos gastos realizados pelos governos municipal, estadual e federal? Um projeto de mobilidade urbana inspirado por um governo popular teria realizado as mesmas intervenções que assistimos? É racional, por exemplo, a destruição do elevado da Perimetral, uma obra orçada em bilhões de reais ( reconheço o equívoco arquitetônico representado pela construção deste elevado,iniciada já na década de 1950, um paquiderme de cimento e aço, porém, sua demolição e a construção da via subterrânea tem um custo, tanto por se perder o que se investiu de dinheiro público no que será demolido, quanto no que se terá que investir no que será construído, e minha pergunta é se esse custo representa uma prioridade entre tantas outras que poderiam ser arroladas). Que destino está sendo dado às milhares de pessoas que foram, estão ou serão removidas dos seus locais de moradias por conta desta obras?

Porém, concordo que a palavra de ordem “Não vai ter Copa” é absolutamente inconsequente e francamente oportunista. Aqueles que eram contrários à realização da Copa, nas condições em que ela será realizada, deveriam reconhecer que tentar impedir a sua realização a essa altura seria causar prejuízos inestimáveis aos interesses do país e do próprio povo. Nosso esforço deveria, ao contrário, estar focado na crítica construtiva dos métodos políticos adotados para realizar as obras da Copa, que sistematicamente desconheceram a opinião do povo, atropelando os interesses dos atingidos pelas obras vinculadas a este megaevento. Devemos criticar duramente o controle e a influência que as grandes empreiteiras e a especulação imobiliária mantiveram sobre o perfil das obras, escolhendo aquelas que melhor atendia aos seus interesses privados que, como é por demais sabido, quase nunca coincidem com os interesses maiores do povo, do cidadão comum.

Podemos continuar perguntando, nessa linha,por que a esquerda governista, como o Antonio Lassance, insiste em falar apenas no trigo, esquecendo-se do joio, evitando associar , por exemplo, como se não houvesse uma relação de causa e efeito,a explosão dos preços dos imóveis nas cidades que sediarão a Copa, como o Rio de Janeiro, a um pensado projeto especulativo comandado, no caso de minha cidade natal, pelo governo de Sérgio Cabral, e que teve como uma de suas principais justificativas a
realização da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos? Quantas pessoas foram deslocadas de bairros melhor localizados, mais próximos dos seus locais de trabalho e de serviços públicos e privados de qualidade, para bairros periféricos distantes, por não poderem mais arcar com o custo dos aluguéis catapultados pela especulação imobiliária de 2005 para cá? A especulação imobiliária, ao elevar artificialmente o preço dos imóveis e dos aluguéis, em cidades como o Rio de Janeiro, elevou, também de forma artificial, o custo dos insumos das obras de mobilidade urbana, na medida em que estas demandam muitos materiais comuns utilizados pela construção de edifícios de apartamentos. Por que o governo federal não interferiu nesse mercado, condicionando os financiamentos do BNDES e da Caixa Econômica Federal ao regramento do preço desses insumos? ( lembrando que estes preços afetam a construção até mesmo de um simples puxadinho em um barraco existente em qualquer cidade brasileira).

Bem, são muitas as questões que eu poderia continuar levantando. Entretanto, gostaria de firmar os pontos de concordância com todos que condenam a palavra-de-ordem “NÃO VAI TER COPA”, entendendo tratar-se de um movimento oportunista, motivado por interesses políticos-eleitoreiros, tendentes a beneficiar, mesmo que assim não o desejem os que a levantam, as forças conservadoras representadas pela candidatura de Aécio Neves.

Responder

Julio

29 de janeiro de 2014 às 11h07

Não dá para comparar 1950 com 2014. Naquela época nem existia televisão! Podia-se contar nos dedos quem veio de outros países para assistir os jogos. Em 1950 a Copa teve apenas 6 sedes. Nesta, a exigência mínima da FIFA era de 08 sedes mas o governo insistiu em ter 12, colocando locais sem nenhuma tradição futebolística como Manaus, Cuiabá e Natal. Quando o Brasil foi escolhido como sede, o governo prometeu: 90% dos recursos seriam privados. O que temos hoje é quase o inverso: a maior parte dos recursos são públicos, e com o preço das obras bem acima do inicialmente previsto. É claro que o(s) governo(s) não iriam investir esse recurso em saúde, educação, etc. Mas serão recursos desperdiçados, pois o tal legado será mínimo: nem o tal BRT (o bonde modernizado) conseguiram construir! O que terá de legado mesmo serão dívidas a pagar, e com nosso dinheiro!

Responder

    Alex Back

    29 de janeiro de 2014 às 19h49

    Estou vendendo lentes cor-de-rosa pra quem quiser reler o artigo…

jeferson

29 de janeiro de 2014 às 10h41

PORQUE OS PROTESTOIS NAO COMEÇARAM A 7 ANIOS ATRAS QUANDO O BRASIL GANHOU PARA REALIZAR A COPA, ESSES COXINHAS FILINHOS DE PAPAI DEVERIAM TER VERGONHA VAO ESTUDAR CAMBADO DE BOCA ABERTA, VAI NUMA FAVELA, AJUDAR AS PESSOAS
VOCES SÃO BANDIDOS O COMO BANDIDO TEM QUE SER TRATADO PELO ESTADO E PRESOS E RESPONDER.
E OLHA SOU MUITO ANARQUISTA, MAS DESSE JEITO NAO.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    29 de janeiro de 2014 às 10h45

    Minúsculas, Jeferson. Por favor. abs

    jeferson

    29 de janeiro de 2014 às 13h51

    desculpe

    Fernando

    29 de janeiro de 2014 às 11h00

    Porque foi dito há sete anos atrás que nenhum centavo de dinheiro público seria usado pra construir estádio de futebol.

    Leo V

    29 de janeiro de 2014 às 12h29

    Por que o Diretas Já não começou em 64?

Matheus

29 de janeiro de 2014 às 10h21

ALGUMAS PALAVRAS SOBRE A COPA

* Foram ou serão expulsos de casa entre 170 e 250 mil pessoas para as obras da Copa e Olimpíadas. Essas remoções forçadas tem sido denunciadas pelos Comitês Populares da Copa. É um movimento social articulado, que denuncia os sofrimentos que são impostos a pessoas em função dos lucros privados da FIFA.

* As análises mais sérias, sem oficialismo, sobre os gastos da Copa serão algo entre 63,5 bilhões e 100 bilhões. É um desperdício escandaloso de dinheiro público, por meio direto (investimento) ou indireto (crédito subsidiado, isenções fiscais e gastos adicionais com policiamento outros serviços e equipamentos exclusivos para a Copa). Os gastos são basicamente para construir estádios de luxo e modernosos, caríssimos para o país e para o consumidor (o que institui o apartheid dentro do futebol), que, em grande parte, serão elefantes brancos. Os indícios de superfaturamento são muito claros e facilitados ainda pela execução das obras em regime de emergência. Num país onde há tanta exclusão social, tanta precariedade e deterioração de infraestrutura básica, tanta demanda reprimida por serviços públicos, torrar dinheiro público em Copa é um ato CRIMINOSO.

* Como se não bastasse, temos um conjunto de leis de exceção com medidas realmente ditatoriais, além de portarias e manuais que preveem uso da força militar (FFAA) contra o próprio povo, caso esse não aja como ovelhas dóceis. Será uma verdadeira ditadura temporária da FIFA, que certamente deixará sequelas e reforçará o pesado legado da ditadura.

* As projeções de “lucros” da Copa são enormes para a FIFA e oligopólios privados associados, mas a geração de empregos descente e arrecadação é risível. Tomaremos um prejuízo econômico e social coletivo pesadíssimo, que expulsões milhares de casa, desperdiçou dinheiro público em elefantes brancos superfaturados, institui uma ditadura privatizada temporária, reforçou a segregação urbana e militarização das cidades.

* Sendo assim, a quem interessa a Copa? Não aos membros da classes populares expulsos de casa, não ao contribuinte forçado a financiar a festança da FIFA e dos ricaços, não aos ativistas que sofrerão perseguição e repressão brutal e implacável. Certamente interessa à oligopólios privados, como FIFA, Globo, etc. Dizer que o NãoVaiTerCopa é “pauta burguesa” é demência, delírio, coisa de quem vive numa realidade paralela.

* Existem outras injustiças sendo cometidas no país? Sem dúvida alguma, mas não faz sentido dizer que não se pode protestar contra a Copa porque existe dívida pública ilegal, ou porque existe isso e aquilo, ou que deveria protestar contra X e não Y, quando na verdade a própria experiência de mobilização coletiva pelo questionamento de supressão de injustiças e opressões é positivo por si mesmo e salutar para uma democracia que seja algo além de apertar um botão de quatro em quatro anos. Uma pauta emancipadora reforça a outra. O NãoVaiTerCopa não nega a necessidade de desmilitarização da segurança pública, tributação justa, reforma agrária, mobilidade urbana ou eleições limpas. Usaram argumento semelhante de “por que não protesta contra isso e aquilo?” contra o movimento pelo transporte coletivo, mas no fim das contas esse movimento acabou “puxando” muitos outros, e hoje temos aí um debate mais ampliado pela reforma político-eleitoral, desmilitarização da polícia e também contra as graves violações de direitos que foram e estão sendo provocadas pela Copa.

* Os governos federal, estaduais e municipais que imploraram pela FIFA durante anos são diretamente responsáveis por estas violações de direitos humanos, corrupção, desperdício, segregação e militarização, ao lado da alta burguesia que vai lucrar muito com o seu mega-evento. Se não queriam enfrentar luta e resistência, que não cometessem ainda mais injustiças que o capitalismo selvagem brasileiro já provoca cotidianamente.

Responder

    Leo V

    29 de janeiro de 2014 às 12h31

    Isso Matheus.

    E para qualquer um de esquerda, só as leis de exceção e os aparatos repressivos e de espionagem que estão sendo criados pra Copa já seriam motivo mais que suficiente pra ser contra.
    A Copa está trazendo um retrocesso nos direitos civis.

    Aparato repressivo e policial que no futuro pode se voltar contra seus próprios criadores.

    O governo tá chocando o ovo da serpente.

    Andre

    29 de janeiro de 2014 às 13h34

    É algumas pessoas em posições no Estado, na midia e nas grandes empresas estão chocando o ovo da serpente sentados nos camisas negras que atuam nas ruas…

    Alex Back

    29 de janeiro de 2014 às 19h55

    Pois o verdadeiro legado que restara à sociedade é a criminalização dos movimentos sociais.

    Forças armadas contra protestos populares, este é o nosso legado.

    Leo V

    29 de janeiro de 2014 às 23h07

    Exato.

    Nossa legado será a Portaria que o governo baixou, atribuindo às Forças Armadas papel para reprimir greve, manifestação e ocupação de terra.

    O papo da “correlação de forças” entre capital e trabalho não permitir o governo avançar à esquerda virou papo furadíssimo. O governo coloca o exército para a correlação de forças continuar favorável ao capital. Quando manifestações com explícito sentido e desejos à esquerda tomam as ruas o que tem sido feito? Tentar suprimi-las por todos os meios.

    Quem não está domesticado há que morrer! Permitiremos voltar alguns séculos na história?

    http://www.criticaconstitucional.com/portaria-do-ministerio-da-defesa-viola-a-liberdade-de-manifestacao/

jr

29 de janeiro de 2014 às 09h25

Se não queriam a copa, pq não começaram a protestar na hora da candidatura do país a ser sede?
É a mesma coisa que ser contra o ovo e ver os pintinhos serem comprados, alimentados, crescerem, a galinha já adulta botar ovos…e começar a quebrar tudo quando vê o ovo frito no prato.
Ironias à parte, esse bando não percebe que está sendo massa de manobra.

Responder

FrancoAtirador

29 de janeiro de 2014 às 05h39

.
.
Que tal lançar o Movimento 2014 #NãoVaiTerCopo ?

De início, acabamos com o Carnaval

do Aébrio Nébulus no Camarote da Globo.

E, na eleição, a Dilma vence por W.O.

(http://www.youtube.com/watch?v=rT6HDOi1DO0)

Responder

sergio

29 de janeiro de 2014 às 02h07

Alguém precisa avisar os coxinhas da mídia que o dinheiro que tinha que ser gasto com a Copa já foi. Eles estão atrasados uns cinco anos.

Responder

Lucas G.

28 de janeiro de 2014 às 23h39

ah se a copa estivesse sendo feita por um governo tucano… nunca na história deste país se leu tanta hipocrisia em comentários de blogs progressistas.

Responder

Osvaldo Ferreira

28 de janeiro de 2014 às 23h37

Ao PSTU, PSOL(que sempre se alia ao tucanato contra o PT) e doidivanas aliados da direita fascista: O dia em que forem às ruas reclamar dos 70 km de metrô do PSDB, contem comigo. O resto é conversa mole porque cidade grande se locomove por baixo da terra…simples assim!

No mais, trata-se de uma malta ignara, esta mesma que sai às ruas e que é instrumentalizada pela Globo, Folha e Estadão…Tudo a serviço da direita.

Responder

lukas

28 de janeiro de 2014 às 22h05

O que será feito com estádios de Natal, Manaus e Cuiabá depois da Copa?

Responder

    Elza

    29 de janeiro de 2014 às 03h04

    lukas só duas perguntinhas básicas vc é de Natal? Vc conhece o Nordeste? Ñ emita opiniões de onde vc ñ conhece. Eu poderia citar uma lista enorme dos benefícios que a Copa trará p/ a cidade do Natal, porém ñ vou perder meu tempo com pessoas, que se pauta na mídia q torce contra o Brasil, o crescimento do Nordeste e que tem visão de 45º.

    francisco pereira neto

    29 de janeiro de 2014 às 12h54

    Que tal você ficar com um deles?
    Ai você usa para fazer reuniões tucanas, simpósios, reuniões para discutir o Trensalão, Lista de Furnas, Mensalão tucano, debates sobre os efeitos políticos dos livros Privataria Tucana, Príncipe da Privataria e o mais recente Operação Banqueiro.

    Alex Back

    29 de janeiro de 2014 às 20h31

    Acho cômico quando o pessoal não tem respostas minimamente decentes e parte para o ataque rasteiro e barato. Parecem crianças de 5 anos espumando de raiva…

    Afinal, o que vai ser feito dos estádios de Cuiabá, Natal, Manaus e Brasília (1/3 dos incríveis estádios para atender a “exigência do padrão inegociável FIFA”?

Fernando Garcia

28 de janeiro de 2014 às 20h47

Estava na região da Paulista no momento das manifestações. Fiquei bastante surpreso quando soube dos vários problemas que ocorreram dado a tranquilidade do entorno, e isso por volta das 8 da noite…

Horas antes, por volta das 15:30 horas, me aproximei do grupo que se organizava no vão do MASP e recolhi panfletos para melhor entender as revindicações. Não tenho facebook e achei melhor saber sobre a manifestação por eles mesmos. Minha ideia era ler alguns panfletos e bater um papo com o pessoal. Mas adianto que, em nenhum momento, pensei em participar do movimento já que, essencialmente, não sou contra a realização dos mega-eventos, seja esta COPA ou as Olimpíadas

Fiquei com uma impressão tão ruim ao ler os panfletos que abortei a segunda parte. Os textos me pareciam peça de propaganda política, sem qualquer intenção de informar a população. Mas seria propaganda direcionada ao que, exatamente? Num panfleto que aponta dedos para o governo federal do PT e estadual dos tucanos, PSOL e PSTU parecem ser os suspeitos usuais. No entanto, o que realmente acredito é que os panfletos miram numa tentativa de jogar a discussão política numa vala comum, contribuindo apenas para a desinformação (REDE?, acho que não).

Como exemplo, cito duas afirmações do panfleto “Se não tiver direitos, não vai ter COPA”:

1. “Somos o quarto país do mundo que mais paga impostos…”;

Não vejo sob que critério esta afirmação é verdadeira. E esta informação é dada sem nenhuma qualificação sobre quem, no Brasil, de fato paga estes impostos,

2. Os recursos para garantir nossos direitos já existem; mas os governos acabam priorizando o lucros dos bancos e das empreiteiras…

O orçamento per capita do Estado Brasileiro (ou seja, o que o Estado tem para investir por cidadão) é mínimo se comparado com qualquer social democracia e mesmo com os EUA. Este pessoal realmente acredita que todos os demais países do mundo são ineficientes em seus gastos públicos e que o Brasil será capaz de garantir direitos constitucionais com muito menos recursos?

O restante do panfleto é tão ruim ou pior que isso aí. Pela entrevista do Vitor Araújo a impressão que tenho é que eu que, repito, sou a favor da realização do evento, saberia argumentar argumentar melhor contra o evento do que este pessoal.

Responder

marcosomag

28 de janeiro de 2014 às 20h19

Antes de mais nada, lamento o que aconteceu a este rapaz.

Não sei se ele é uma das lideranças “Black Bloc” treinadas no exterior ou apenas um manifestantes que entrou na onda do Facebook.

Caso seja um marionete da CANVAS, já deveria ter o seu histórico todo narrado em um inquérito da PF, e estar preso. Caso seja um simples manifestantes, creio que aprendeu da pior maneira que entrar em ondinhas sem pensar pode fazer mal à saúde.

Passemos a constestação do que disse este rapaz:

1)A mídia NÃO distorceu a cobertura no caso do Fusca. As imagens são claríssimas: manifestantes jogaram o colchão na via pública, colocando em risco as pessoas que estavam no automóvel. Podem ser perfeitamente identificados pelas imagens e já deveriam estar presos.

2)Não adianta colocar a culpa nos P2. Podem existir sim, elementos “black bloc” musculosos, bem diferentes do porte físico habitual dos manifestantes, estrategicamente colocados para serem filmados e caracterizados como P2. Este tipo de tática CANVAS foi largamente usada no Egito, Venezuela, e agora, na Ucrânia. Existem documentários no You Tube que desmascaram o teatrinho “black bloc”/CANVAS.

3)Quem tem liderança pode controlar sim, a multidão. Um caso clássico foi o do Lula evitando o pânico em mais de 100 mil pessoas no Estádio Vila Euclides, durante a greve dos metalúrgicos de 1980 quando helicópteros do Exército davam rasantes com militares apontando metralhadoras para a multidão. O caso do “black bloc”/CANVAS é outro: apostam na criação de um “caos” artificial no país.

4)O estopim para o quebra-quebra é a ação orquestrada de elementos treinados para criar um clima de anomia no Brasil, e que nunca são detidos pelos manifestantes pacíficos. Estranho, não?

5)Elementos similares ao PSTU e PSOL fizeram campanha contra as propostas de Chavez que implantariam formas comuns de propriedade na Venezuela. Partidos “socialistas” contra o socialismo? Isso cheira a operações “self-behind” da CIA, Departamento de Estado, NED e… chegamos a CANVAS/”black bloc”. Não acredito em coincidências…

6)A única tendência ideológica do “movimento” é seguir à risca as instruções dos manuais CANVAS.

7)Muito desinformado este rapaz! Nunca ouviu falar de PAC, Minha Casa Minha Vida, Suape, Pecém… As obras da Copa consumiram uma pequena fraçao dos recursos destinados às obras estruturantes que estão aí.

8)Espero que a ABIN aja, e mate no ninho este “movimento” que cessaria imediatamente caso o “aspirador de pó” chegasse ao Planalto. Igualzinho ao Egito: bastou Mursi cair e os militares fecharem a fronteira com Gaza, isolando ainda mais os palestinos e fazendo o jogo de EUA e Israel, que os “black bloc” sumiram das ruas.

Responder

    lourdes

    29 de janeiro de 2014 às 09h50

    Uma das melhores análises que li

    Andre

    29 de janeiro de 2014 às 11h02

    Concordo com quase tudo, fiz um comentário parecido. Só tem um problema: o bode expiatório no seu comentário e vários outros é o PSOL e o PSTU. Esses movimentos que estão na rua são ‘apartidários’ e ‘sem partido’ são grupelhos anarcóides e fascitoides. O alvo deles é TODA a esquerda, incluindo o PSOL E o PSTU. Sua análise e dos outros é uma vitória para esses grupelhos. Quanto a ABIN meu caro, é melhor nem falar…

    Aline C. Pavia

    29 de janeiro de 2014 às 15h26

    PSOL do Jean Wyllys e Plínio de Arruda Sampaio?
    Que esquerda é essa? qua qua ra qua qua.

    Andre

    29 de janeiro de 2014 às 20h15

    Aline minha cara pelos seus comentários anteriores estou vendo que você está defendendo a copa e portando o governo. Ao contrário de você não sair colocando legenda partidária em quem eu não conheço e que não explicitou sua filiação ou simpatia partidária. Mas acho que você não entendeu meu comentário. Não estou defendendo um partido; eu acho – e talvez eu esteja equivocado – que TODAS(desculpe mas tenho que colocar em caixa alta novamente!) as esquerdas estão ameçadas hoje(elas são muitas). Eu estou defendendo As esquerdas, porque enquanto os Partidos se engalfinham em lutas menores a extrema direita de todos os matizes conquista corações e mentes de uma juventude que pode ser minoritária mas é engajada. Não acredito que é hora de picunha boba de ficar discutindo ‘eu sou mais esquerda que você’. Isso é o que eles querem.

Heitor

28 de janeiro de 2014 às 19h43

Pelo amor de Deus, quem quer criticar, critique, mas não venha dizer que se não torcer para a selecinha, não é patriota. É justamente o contrário; por ser muito mais patriota que qualquer coxinha é que torço contra a selecinha, a favor da Copa, e sim, a favor do PT.

Responder

João Vargas

28 de janeiro de 2014 às 18h35

O Brasil pagou só de juros em 2013 mais de 200 bihões aos banqueiros e especuladores. Por que ninguém vai para as ruas protestar contra isto? este sim é o verdadeiro saque ao povo brasileiro. Cada percentual de aumento na taxa de juros são bilhóes que vão pelo ralo.

Responder

    Osvaldo Ferreira

    29 de janeiro de 2014 às 00h10

    Esses coxinhas da esquerda são uns analfabetos políticos. Por isso que a Globo, a Folha e o Estadão tocam a boiada em cima deles. Vai boi, vai boi…

Lukas

28 de janeiro de 2014 às 18h31

A Fifa vai ganhar muito dinheiro com a Copa;
a CBF certamente vai ganhar muito dinheiro com a Copa;
a Rede Globo, mais uma vez, vai ganhar muito dinheiro com a Copa;
Neymar vai ganhar ainda mais dinheiro com a Copa.

O Brasil? Bem, o Brasil gastou muito dinheiro com a Copa.

Responder

    Aline C. Pavia

    29 de janeiro de 2014 às 15h27

    O Brasil terá um retorno de R$ 150 bi com a Copa. Boa noite.

    Alex Back

    31 de janeiro de 2014 às 14h49

    De onde esse número, querida? Cadê a fonte? Você ouviu isso de um passarinho ou você só acha isso?

    E outra… no bolso de quem? Globo? CBF? FIFA?

    E mais outra… 80% do público nos estádios será brasileiro, não será dinheiro novo entrando na economia.

Marco Ferreira

28 de janeiro de 2014 às 18h13

Videos:

Acidente com o fusca: http://www.youtube.com/watch?v=G0x1oniXhP4

Rocam atropelando manifestante: http://www.youtube.com/watch?v=SXF8_PQrW0A

Responder

Isidoro Guedes

28 de janeiro de 2014 às 17h54

Reafirmo o que já disse antes: quem não criticou os investimentos da Copa e das Olimpíadas anos antes, quando quase todos entraram no oba… oba… da louvação e dos elogios a esses eventos agora não tem moral para fazê-lo. Eu mesmo nunca vi com simpatia esses mega-eventos por aqui, e até os considero uma das derrapadas do governo Lula, uma perda de tempo, recursos e energia que deveriam estar voltados para outras prioridades…
Paciência… Na época dos anúncios de escolha do Brasil como sede desses eventos com cara de popular, mas mais elitizados do que nunca, não faltou gente pra elogiar o governo ou ao menos se calar ante a euforia da maioria…
Só que agora os oportunistas de sempre resolveram entrar em campo, e não pra jogar limpo, mas para marcar gols de golpismo, desfaçatez e canalhice das mais baratas… Aproveitando-se da ingenuidade desses jovens (filhos da classe média mais reacionária, mas que pensam ter cabeça de esquerdista revolucionário…) para fazê-los de inocentes úteis e cavalos de Tróia de suas intenções de dar uma rasteira no governo, nas urnas (o que tem sido difícil nos últimos anos) ou na marra como de costume (pois de golpe essa gente entende, e entende muito bem – ainda mais com a ajudinha da mídia reaça que é sua aliada de longas datas…).
Os (jovens) que sofrem dessa doença infantil do esquerdismo e os black bobocas (que se creditam anarquistas…) estão fazendo justamente o que o pessoal da direitolândia espera deles: tumultuar as coisas…
É legítimo que exijam um país mais justo e igualitário, um Estado cada vez mais democrático e voltado para priorizar os interesses da maioria, governos que invistam cada vez mais em programas de redução das desigualdades sociais, em projetos de (mais) qualidade de vida (na Saúde, Educação, Transporte, Habitação, Infraestrutura, Mobilidade Urbana, etc…) e em equipamentos que facilitem e melhorem a vida dos cidadãos…
Só que ao fazerem o jogo da direitolândia… essa juventude desavisada faz justamente o contrário: torpedeia um dos poucos governos que nas últimas décadas e talvez até em todo período republicano navegou nesse sentido (no sentido de priorizar a questão social e reduzir as desigualdades de ordem social, econômica, racial, de gênero…), ainda que para isso tivesse que fazer alianças indesejáveis (com personagens não menos indesejáveis) e montado estratégias heterodoxas (também indesejáveis) de governabilidade para chegar a esse fim (mas que é o possível de se fazer dentro de um sistema político e eleitoral montado para favorecer e priorizar os interesses do poder econômico)…
A direitolândia não quer o país que alguns desses jovens ingênuos quer (digo alguns porque muitos desses jovens na verdade sequer sabem ainda que tipo e país querem para si e para seus filhos). A direitolândia que acha que gasto social é gasto supérfluo e sem retorno, quer mesmo é a volta daquele país de mão de obra farta (semi-escrava) e barata, de gente com instrução básica (para serviçal, jamais para ingressar numa universidade…), de gente que não recebe qualquer benefício ou programa social (que eles chamam de “esmola” e “populismo”) para atenuaros efeitos perversos de um sistema social injusto, que lhes nega oportunidades e que não distribui renda.
A direitolândia quer marcha-a-ré em direção ao velho Brasil que sempre conduziram com o chicote na mão e com o povo em rédeas curtas… À eles não interessa nenhum Brasil moderno o bastante que simbolize o fim dos privilégios da casa-grande e emancipação dos que sempre estiveram no sofrimento das senzalas ou na miséria das favelas…

Responder

    Edemar Motta

    28 de janeiro de 2014 às 21h10

    Perfeito. Ultrapassamos o ponto de retorno. Combater a Copa agora só piorará as coisas, sem trazer nada de positivo. Infantilidade, imbecilidade ou má fé. Quem sabe, tudo junto.

    lourdes

    29 de janeiro de 2014 às 09h55

    Verdade!

Romanelli

28 de janeiro de 2014 às 17h54

NÃO haverá ganho com a COPA ..ainda mais se contabilizarmos as perdas de produtividade que sempre ocorrem, e os feriados forçados que já nos será impostos (vide férias escolares).

A maioria dos produtos publicitários já estão vindo da CHINA. (bola, mascotes, chaveiros, mascaras, bandeiras, material esportivo diverso)

Alguns setores ganham, a maioria não vai ver a cor da grana ..ou pior, sentira a inflação localizada.

A infraestrutura, o MAIS importante de tudo, com ou sem COPA, deveria ter sido entregue, e NÃO foi.

Fora os atrasos, desvios e aditivos ..que vergonha ..e pensar que aqui tb poderíamos ter feito a diferença ..agora já foi, deixa pra daqui mais 100 anos, quem sabe ?!.

Muito dinheiro, como em SP, foi dado SIM dinheiro (R$ 1 bi) – na forma de renuncia fiscal – prum clube particular, pra cartolas, pro ITAU que ficou com boa parte do ágio ..isso é desvio ou que ?

Tudo bem, dirão que foi legal, mas foi MORAL ? ..tal qual a privataria da CVRD, isso foi uma expropriação forçada.

Ademais, ela esta sendo a COPA mais cara de todas ( o dobro das ultimas duas, em US$, que o governo jura que não esta represando), e pior, a quantidade de estádios construídos (dos que muitos ficarão SEM FUNÇÃO, ou mesmo clube pra ocupar) beira o absurdo

..ainda mais se pensarmos que o país já tinha um número suficiente deles pra realizar tal evento esportivo.

Olha, quer saber ? recomendo ao missivista que assista a uma matéria muito boa feita pelo própria Azenha pra Record e que denuncia muito do que falei.

pior de tudo é que depois de dar dinheiro pro Corinthians, o Malddad veio na outra ponta e TASCOU 9,4% de aumento no IPTU a vista ..isso quando ele jurou (depois da JUSTIÇA o condenar) que a majoração seria só de 8% (um índice já acima de qq inflação.

Responder

    Osvaldo Ferreira

    29 de janeiro de 2014 às 00h14

    Vai boi, eh boi ( a Globo tocando a boiada como faz sempre nos seus golpes).

    lourdes

    29 de janeiro de 2014 às 10h05

    Ah, também acho que a copa poderia não ter vindo para o Brasil, mas essa é uma decisão que foi tomada lá atrás e no momento de decidir quem é contra ficou quieto. Agora que investimentos já foram feitos, tumultuar com manifestações contrárias só vai piorar, até porque há quem questione seus argumentos e diz que o evento pode sim trazer ganhos para os países que o cediam.
    Espero que toda essa energia “das ruas” deixe de servir a interesses da direita e de fato sirva para impulsionar as políticas sociais e de inclusão do povo brasileiro.
    Achar que a copa, um evento de grandes proporções cujo principal característica é trazer divisas, impulsionar o turismo e dar visibilidade para o país que o sedia, sirva para esse próposito é no mínimo ingenuidade ou má-fé.

    lourdes

    29 de janeiro de 2014 às 10h06

    corrigindo, onde se lê cediam, por favor leiam sediam!

francisco pereira neto

28 de janeiro de 2014 às 17h36

Pelo que estou lendo e sentindo, o blog vive um momento de desconfiança por incrível que pareça, exatamente por ser aberto a todas as correntes de opiniões. Estou cansado de dar uns hooks no queixo do Rodrigo Leme, do Lulipe, Lukas, Leandro e outros teleguiados.
A respeito do Rodrigo, sempre disse que suas intervenções, quase que exclusivamente se trata para pegar no pé do Genoino e Zé Dirceu. Sua especialidade é essa. Se trata de um psicopata. Apenas isso.
Quando Azenha perguntou ao Vitinho o que eles irão fazer daqui para frente, eu tomo a liberdade para responder no lugar dele.
Já perdeu um olho e vai acabar perdendo o outro.
Desculpe a minha ofensa, mas não passa de um burro. Está sendo mutilado por quem? Pela Guarda Nacional? Pela Polícia Federal? Não. Esta sendo mutilado pela PM do Alckmin.
Se eles são contra a Copa, porque só agora depois que as manifestações de junho do ano passado trouxe mais prejuízos às oposições do que para Dilma? Neste momento Dilma praticamente recuperou os seus índices de aprovação.
Se eles são contra a Copa, porque não fizeram essas manifestações logo em seguida o Brasil ter ganho a batalha para ser a sede do Mundial?
A saúde, a educação, a segurança pública estavam funcionando perfeitamente? Só começou a se deteriorar quando o governo começou a distribuir verbas para construir estádios?
Dizem eles, insuflados pela grande mídia, que são 30 bi para construir estádios. Ou são ignorantes, ou então mal intencionados mesmo. Esses recursos envolvem um projeto mais amplo que está, inclusive são os de maiores valores, incluídos os de mobilidade urbana.
Eles estão apanhando da direita e se revoltam contra um governo que tenta mediar uma situação que a própria direita criou.
Só um néscio não percebe qual é o jogo. A oposição não tem propostas, não tem programa, não tem projeto. Por isso amargam 12 anos na fila. A continuar nessa estratégia vai ficar mais 12 anos pelo menos. E pelo caminho vão aparecer muito Vitinhos mutilados. E se acham inteligentes.

Responder

    Marcos

    28 de janeiro de 2014 às 22h21

    Mandou bem!!!!

    lourdes

    29 de janeiro de 2014 às 10h08

    disse tudo!

leprechaun

28 de janeiro de 2014 às 17h20

a verdade é uma só, os petistas tão com medo que os protestos contra a copa entorne o caldo das eleições praticamente ganhas pela Dilma…se fosse outro governo eles estariam contra exatamente da mesma maneira e com os mesmos argumentos dos “coxinhas”, só não sairiam às ruas pq petista é meio preguiçoso pra isso….mais uma pergunta cadê o legado do Pan? A promessa de trabalho foi cumprida?

Responder

leprechaun

28 de janeiro de 2014 às 17h15

a torcida contra copa é pequena, mas a torcida a favor também é….eu acho que a maioria tá pouco se lixando pra copa no Brasil…eu vou torcer pra
Argentina porque desde moleque eu torço pra Argentina, simplesmente porque eu gosto do futebol argentino, e pra mim esporte é esporte, não tem nada que ver com patriotismo, amor ao país, etc….e a copa no Brasil serve pra girar o capital especulativo, para repor o processo em si, mas a esquerda tradicional ainda acredita na promessa de trabalho, no tal do “legado”….não haverá legado algum de trabalho, as obras em si já são a reprodução, já são trabalho posto….o único legado é a expulsão dos mais pobres dos estádios que não poderão pagar as entradas em estádios de luxo….um higienização de tipo europeia….os antigos torcedores do Chelsea, que era um clube de bairro, nunca mais pisaram em Stamford Bridge depois de Abramovitch, aqui pode acontecer o mesmo…com exceção das máfias organizadas que ganham ingressos das respectivas diretorias

Responder

    Lukas

    28 de janeiro de 2014 às 21h19

    Concordo com quase tudo, mas esta história dos torcedores do Chelsea é lorota… Quem não vai é o arruaceiro, o pai com os filhos agora podem ir ao estádio.

    leprechaun

    29 de janeiro de 2014 às 11h09

    não é lorota, eu só citei o Chelsea pra ilustrar a questão, fenômeno ocorre com quase todas as torcidas da Inglaterra e da Espanha, a Itália e a Alemanha preservaram suas “populares”. E outra, arruaceiro tem em toda classe social, e mais outra, a entrevista era com um senhorzinho de mais de 50 anos que sempre foi torcedor do chelsea e não parecia arruaceiro, mas se a solução pros arruaceiros for elitizar o futebol – que eu acho que no Brasil não resolveria pq os clubes dependem das organizadas – belo governo de esquerda, hein…

    J Fernando

    29 de janeiro de 2014 às 14h44

    Como não tem legado?
    Aqui em BH houve grandes investimentos na área de mobilidade pública (ônibus BRT), com corredores exclusivos. Começarão a funcionar em fevereiro.
    Investimentos no Aeroporto de Confins. Não vão terminar a tempo (os colunistas adoram esta parte), mas, para todos que eu leio vou lá e comento: MAS FICARÃO PRONTOS DEPOIS DA COPA, de qualquer forna.
    BH tem prefeito do PSD e Minas é governada pelo PSDB. Não voto nestes candidatos, mas de forma alguma protesto contra as obras que eles trouxeram de carona com a Copa.

Lukas

28 de janeiro de 2014 às 17h10

O ÚNICO motivo de vocês estarem defendendo a Copa é porque o governo é do PT: patriotismo, amor ao futebol, blá blá blá, nada disto importa. Foi o Lula que trouxe a Copa, é o governo do PT que está organizando e o sucesso ou fracasso podem refletir nas eleições. É só isto. Deixemos de hipocrisia. Fosse um governo do PSDB estariam nas ruas queimando Fuscas.

Agora, comparar a logística de se organizar a Copa em 2014 com a da Copa de 50 é de uma desonestidade intelectual gritante. Só a certeza de estar falando para a claque petista permite um argumento tão frouxo.

A Copa de 50 nem televisão tinha. Quase não tinha jornalistas estrangeiros, nenhum torcedor de outro país veio assistir e eram apenas 13 países participando (o grupo do Uruguai era composto dele e a Bolívia (placar 8 x 0).

Poderia falar mais, mas não vale a pena.

Obs: a organização da Copa de 50 TAMBÉM foi uma BAGUNÇA.

Responder

    Osvaldo Ferreira

    29 de janeiro de 2014 às 00h15

    Vai, boi,,,ê boi vai!

Andre

28 de janeiro de 2014 às 17h06

Não sei se sinto raiva ou pena desses garotos. Ou ele é um agente muito bem treinado ou é completamente inocente, e a segunda hipótese é a pior. Por partes:
1. Ele culpa a mídia e em alguns momentos o próprio motorista. MAs a midia nem o motorista botaram fogo em um colchão no meio de uma rua em que haviam outras pessoas;(parece discurso de agente treinado ou de alguem que sofreu lavagem cerebral via internet)
2.sinto muito em informar, mas em manifestações convocadas por sindicatos e partidos esses são quase sempre responsabilizados judicialmente pelas consequencias; se esconder atrás da ‘galera’ é fácil. Já fui a manifestações como as das diretas em plena ditadura ou no comicio do lula em 99 que encheram a Av. presidente vargas no Rio. Nenhum quebraquebra.
3. P2 em manifestação há desde de sempre; o problema é que as pessoas que estão em manifestações organizadas não reagem a provocação dos P2 porque sabem que eles estão lá para isso. Se os P2 provocam e um bando vai atrás é porque tem algo mais do que P2 nas manifestações. Culpar só a P2 também é facil.
3. Há pessoas de várias ideologias: pergunta, isso inclui neonazis, nacional anarquistas e pessoal da terceira posição?
4. PSTU E PSOl já pularam foram porque sentiram que estavam sevindo de buxa de canhão; veja o que aconteceu com a greve dos professores no Rio.
Esse menino e os outros deveriam estudar a história da SA um movimento de massa pequeno burgues (agora se chama classe média) que de forma violenta ajudou o nazismo a chegar ao poder. quando Hitler chegou ao poder a SA decepcionada começou a pedir uma segunda revolução para destruir a direita depois da primeira que destruiu a esquerda (é so uma semelhança,ok?)
O que aconteceu com a SA? em um acordo com os seus chefes – o estado maior das forças amardas alemães – Hitler mandou matar todos os membros da SA na ‘noite das facas longas’.

Responder

    Andre

    28 de janeiro de 2014 às 17h10

    corrigindo: me referi ao comício do Lula em 1989.
    Aproveito para acrescentar: o pior eles – seja lá quem for – já conseguiram, interditar qualquer possibilidade de critica. O texto que segue a entrevista é horrivelmente ufanista. Não se pode mais ser critico, ou se está completamente contra ou a favor de qualquer coisa.Essa é a semente do ódio.

    marcosomag

    28 de janeiro de 2014 às 20h47

    A classe média daquí não aprende! Insuflados pela mídia, conspiraram contra João Goulart. Quando os militares demonstraram que vieram para ficar e não dar “um freio de arrumação no país” como prometeram, foram às ruas. Ganharam em resposta o AI-5 e seus filhos sacrificando suas vidas na luta armada para tentar consertar a merda que seus pais fizeram.

Bacellar

28 de janeiro de 2014 às 16h56

FGV estimou em 140bi a grana a ser movimentada na Copa, é retorno garantido. Esse “não vai ter copa” ai é a maior cagada…

Responder

Ivo

28 de janeiro de 2014 às 16h43

Enquanto a galera se mobiliza nas ruas e protesta nesse ano de copa, to estudando pra concurso…passarei em outro, ganharei mais, minha filha vai ter vida boa…estou com o olho doendo de tanto ler e com a coluna também doendo….protestar é fácil, estudar não…

Responder

orgulho brasil

28 de janeiro de 2014 às 16h39

Já foram realizados pelo mundo afora vários eventos em que os países anfitriões,tiveram que construir ou recuperar locais para abrigar os esportistas ou para a práticas das atividades esportivas,e todos eles tinham por certo,problemas estruturais,sociais econômicos,tiveram dinheiro público investido.Atualmente a Rússia vive estes problemas com as olimpíadas neste ano,a Africa do sul viveu esta situação,a Espanha e outros,e todos vislumbraram os efeitos positivos,maior número de pessoas empregadas,aumento de ocupação dos hotéis,aumento na atividade do comércio , industrial e publicidade,tudo com perspectiva de aumento de emprego,só existe uma exceção a tudo isso,aqui no Brasil tem uma imprensa primitiva político,ideológica e uma classe média com complexo de vira-latas.

Responder

    Lukas

    28 de janeiro de 2014 às 17h13

    O Canadá está pagando as olimpíadas de 1976 até hoje; os estádios da Africa do Sul são elefantes brancos; a Olimpíada de Atlanta foi um desastre financeiro, bem como a de Atenas.

    Não é só o Brasil que faz besteira, a estupidez está bem dividida pelo mundo todo.

    P.S. Vai ter Copa, uma Copa a brasileira, mas vai ter.

    leprechaun

    29 de janeiro de 2014 às 11h28

    não é estupidez, é necessidade de reprodução do capital fictício que não deixará legado algum, a exemplo do PAN, o próprio processo de construção dos estádios e da infra já é a reprodução em si, depois não virá nda

Marcelo

28 de janeiro de 2014 às 16h26

Liliana Ayalde.
Facebook faz o que quer http://stallman.org/facebook
Eu quando tinha feice, notei que o facebook manipulava postagens, palavras-chave …
Delírio? Viagem? seilaoque… ???
Um movimento social nasce legítimo no Feice e pode ser manipulado, pra mais, pra menos, prum lado, proutro…

Responder

Gilson Raslan

28 de janeiro de 2014 às 16h08

Antonio Lassance foi bem didático em suas ponderações. Só não cai na real quem é a favor do contra, como esses coxinhas da vida, que são uns rebeldes sem causa.

Responder

Alex Back

28 de janeiro de 2014 às 16h01

#1 – “Copa não se faz com hospitais.” Ronaldo.

#2 – 12 estádios. Pra que? A citada copa de 1950 foi realizada com apenas 6 estádios. Alguém me explica pra que doze. Pra que?

#3 – Estádio Mané Garrincha: R$ 1,778 bi (relatório TC-DF). Ou… R$ 26.150 por assento. Ou, considerando 4 assentos para uma família média, o suficiente para construir uma casa confortável. Uma cidade nova inteira. Em Brasília, que tem enorme tradição no futebol.

#4 – Curitiba: R$ 20 milhões apenas para a tal fan-fest curitibana, que vai deixar legado ZERO para a cidade. No dia seguinte, só a sujeira que sobrar. Tomara, tomara que o prefeito Fruet não abra mais uma vez os cofres da prefeitura, como fez a gestão anterior. (Afinal, o governador Beto Bicha já quebrou o Estado, lá já secou a fonte).

#5 – São Paulo: o Morumbi não era o suficiente? Claro que não. A copa tem que ser no estádio novo do timinho querido do Lula. Alguém me explica porque o Morumbi não era o suficiente?

#6 – Previsão de lucro da FIFA é de R$ 10 bilhões. E ganharam isenção de impostos… (e tem gente que ainda fica feliz em ser voluntário).

#7 – R$ 8 bilhões dos estádios significam que cada homem, mulher, criança e idoso estão colaborando com aproximadamente R$40,00 cada um. CADA BRASILEIRO, desde o recém-nascido até aquele no leito de morte. Falando nisso, quem tem R$ 40 na carteira nesse momento?

#8 – “Mas se os problemas do Brasil pudessem ser resolvidos com 8 bi, já teriam sido.” Tá certo! Afinal, deve ter sido o mesmo pensamento do tucanado em São Paulo a respeito da máfia do metrô.

#9 – Vamos falar dos jogos Panamericanos do Rio??? De quanto custou, do legado prometido e o que realmente sobrou?

#10 – “Copa não se faz com hospitais.” Ronaldo. (pois essa frase nunca será suficientemente repetida).

#11 – Se o objetivo era fazer publicidade internacional do Brasil, poderiam ter investido R$ 8 bilhões dos estádios no programa espacial brasileiro, apenas para citar um único mísero exemplo.

Responder

    marcio luz

    28 de janeiro de 2014 às 17h55

    Perfeito!

    emerson57

    28 de janeiro de 2014 às 18h37

    perfeito!!!!!!!!!
    perfeito idiota.

    Alex Back

    28 de janeiro de 2014 às 17h59

    Aumentando a lista…

    #12 – Índios expulsos para dar lugar às obras do Maracanã.

    marcosomag

    28 de janeiro de 2014 às 20h40

    Realmente, Copa não se faz com hospitais.

    A Copa de 1950 teve 16 seleções. A de 2014 terá 32 seleções. Será preciso que eu detalhe o crescimento exponencial da Copa em importância econômica de 1950 para cá para justificar os 12 estádios?

    Comparações de custo entre um estádio e uma casa popular são totalmente descabidos pois são construções com objetivos e público-alvo inteiramente diferentes.

    Ficaria mais caro reformar o Morumbí para atender as exigências de conforto, condições de trabalho para a imprensa, estacionamento e outras exigidas pela FIFA do que construir um novo estádio.

    Além do mais, a FIFA não confiava no governo de SP em relação ao sucesso da reforma. Para a última competição mundial realizada em SP, o Mundial de Basquete Feminino de 2006, o então governador Geraldo Alckmin prometeu reformar o Ginásio do Ibirapuera.

    Não fez nada e as jogadoras sofreram com as goteiras no teto do ginásio (fez uma semana de chuva em SP). Na final entre EUA e Austrália, o jogo teve que ser interrompido várias vezes para que a quadra fosse seca de forma improvisada por funcionários e seus rodinhos. Um vexame transmitido pela tv para todo o mundo. De lá para cá, SP perdeu até a sede do Mundial de Futsal para a pequena Carlos Barbosa, no Rio Grande do Sul.

    Alex Back

    29 de janeiro de 2014 às 20h25

    Bom.. eu vou repetir o meu argumento #11 a respeito de projeção, consquista de respeito internacional e legado.

    #11 – Se o objetivo era fazer publicidade internacional do Brasil, poderiam ter investido R$ 8 bilhões dos estádios no programa espacial brasileiro, apenas para citar um único mísero exemplo.

    Os chineses estão com uma sonda pousada na Lua. Os indianos lançaram uma sonda rumo à Marte. Russos, europeus e americanos… não preciso sequer mencionar, não é mesmo? Todos muitos respeitados e lembrados, com um legado científico ímpar e a motivação de sua juventude no sentido da ciência e cultura. E nós, brasileiro? Um astronauta-turista e um foguete explodido. 60 anos se passaram desde que o primeiro satélite foi lançado e não temos um programa espacial soberano.

    Mas tem gente que entende ser melhor 12 estádios padrão FIFA… este tal padrão FIFA não pode ser negociado? Veja, não sou contra futebol. É bom ter dar um refresco pra alma sempre que possível. Fui a muitos jogos na Arena da Baixada, em Curitiba, antes de se iniciar a atual reforma. Óbvio que seriam necessários retoques para receber um evento como a Copa do Mundo. Mas o que é essa imposição do tal “padrão FIFA”? Ninguém questiona isso? Não tem negociação nas suntuosidades “exigidas pela FIFA”? Se o Brasil queria realizar a Copa, a FIFA também queria realizar no Brasil. Por que não “baixaram a bola” nas “exigências”? “Ah não, mas é a FIFA!”

    O Brasil tinha e continua a ter ótimos estádios. Estão aí pra quem quiser ver todos os times que participaram e participam da Taça Libertadores. Como que estes estádios serviram tão bem a um torneio continental e, de repente, não tem um único que não atenda “as exigências da FIFA”.

    E olha, marcosmag… só lí no teu comentário você falar “a FIFA”, “os estádios”, “a FIFA”, “os estádios”, “a FIFA”… E usar isso pra atacar o governo de SP. OK, o tucanado paulista não presta, isso é ponto pacífico. Mas o que toda essa discussão, a meu ver, é melancólica. Visa apenas fazer vista grossa ao quem vem sendo feito, procurando defender o governo e as próximas eleições.

    Luís Carlos

    29 de janeiro de 2014 às 22h25

    Alex
    Nem chineses, nem indianos, nem russos, menos ainda estadunidenses, tem sistema de saúde universal como o SUS. A Rússia tinha, antes da glasnost e da perestroyka.

    Alex Back

    31 de janeiro de 2014 às 14h57

    Não estou falando do que eles tem e nós não temos. Isso seria uma relação sem fim do que tem lá ou do que tem aqui.

    A questão é a PROJEÇÃO E PUBLICIDADE INTERNACIONAL versus LEGADO versus INVESTIMENTO NECESSÁRIO.

    Se o governo estava com coceira no bolso por causa de 8 bilhões de reais que “não resolvem os problemas do Brasil”, poderia ter investido na minha sugestão, por exemplo. Tenho certeza que outras muito melhores existem por aí.

Antonio Silva

28 de janeiro de 2014 às 15h56

Cadê a campanha publicitária do Governo Federal que deveria esclarecer sobre os motivos positivos (econômicos e de auto-estima) para que o Brasil organize esta Copa em 2014 ? .
Por que a Helena Chagas continua feito um papagaio de pirata nos ombros de Dilma ao invés de deslanchar uma campanha para desmentir todos estes factóides ?

Responder

    Lukas

    28 de janeiro de 2014 às 17h17

    Uma coisa é desmentir aqui, num blog, para a claque petista; outra é ir à TV e ter que desmentir apresentando números e recebendo de volta o contraditório.

    A maioria do povo é contra os gastos da Copa, não contra a Copa.

    Vocês assistiram ao filme uruguaio “O Banheiro do Papa”?

    emerson57

    28 de janeiro de 2014 às 19h08

    maioria do povo?
    maioria?
    de qual povo?
    a maioria do povo apoia o PT,
    a maioria do povo quer copa e fez festa quando Lula conseguiu a copa para o Brasil.
    ou….
    eu durmi e perdi a eleição do ÇERRA45? ou da Osmarina?
    me poupe………………….
    tá cheio de profetas (pagos?) e porta vozes do povo.
    resta saber qual povo….

    marcosomag

    28 de janeiro de 2014 às 20h42

    O contraditório seria a propaganda do governo pois a mídia desinforma a população todos os dia sobre os gastos na Copa. E não seria difícil desconstruir a campanha contra a Copa pois seus argumentos não resistem a menor análise.

Porco Rosso

28 de janeiro de 2014 às 15h27

Ahn… será que as pessoas expulsas de suas casas por forças militares também fazem parte dessa campanha de desinformação?

Abraços!

Responder

Marcelo Lucas

28 de janeiro de 2014 às 15h27

Só tenho uma palavra pra esse rapaz: BABACA!

Responder

    Gilson Raslan

    28 de janeiro de 2014 às 16h10

    Igualmente, Marcelo.

Francisco de Assis

28 de janeiro de 2014 às 14h40

O Viomundo poderia agora solicitar do Vitor Araújo, o entrevistado do blog, que rebatesse os argumentos do Antonio Lassance.

O Viomundo poderia também poderia solicitar do Antonio Lassance que rebatesse especificamente os argumentos do Vitor nesta entrevista. Acho que ele não deixaria de responder ao blog.

Mas a oportunidade real é do entrevistado. Já pensou, Vitor, quantos não iriam aderir à sua luta se você ganhasse essa discussão ? Aguardamos.

Responder

Joao Carlos

28 de janeiro de 2014 às 14h21

O que esses grupos trazem ao Brasil é um retrocesso, estamos perdendo o direito e a legitimidade de irmos para a rua manifestarmos nossas opiniões de forma pacífica, eles querem uma Síria, uma Ucrânia ou um Egito no Brasil, querem trazer para o Brasil um estado de emergência, um estado de exceção.
Se defendem mudanças vamos brigar por mais espaços democráticos, mais transparência, uma reforma política com regime de financiamento público de campanhas com igualdade financeiras a todos os partidos, aliás poderiam se filiar a algum partido e lutarem por mudança via democrática.
Na minha opinião essa juventude de hoje é altamente alienada e não quer saber de trabalhar ou estudar, ou os dois como eu sempre fiz, vejo grandes oportunidades pelo Brasil a fora em minhas viagens, mas pouquíssimas pessoas dispostas a abrirem mão de algum conforto e trabalhar para um país melhor…querem ficar dando rolezinho em Shopping ou praia ao invés de irem onde as oportunidades existem (Norte, Nordeste e Cento-Oeste).

Responder

Fernando

28 de janeiro de 2014 às 14h12

É no mínimo falta de sensibilidade desse Antonio Lassance falar que oito bilhões de reais não servem pra nada com o tanto de brasileiro morrendo em hospitais precários, sendo estuprados em presídios, com escolas sucateadas, esperando reforma agrária…

O texto tem trechos bastante lamentáveis.

Responder

    Alex Back

    28 de janeiro de 2014 às 16h50

    Mas você usou óculos com lentes cor-de-rosa pra ler o artigo?

Osvaldo Ferreira

28 de janeiro de 2014 às 12h52

O argumento 7 do menino no hospital é de lascar o cano e tipicamente de coxinha desinformado. Caso este blog continue dando espaços a esses sujeitos que são linha auxiliar da direita e do PSDB cancelarei meu suporte financeiro.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    28 de janeiro de 2014 às 12h57

    Repudiamos qualquer tentativa de pressão quanto ao conteúdo do blogue, seja de uma corporação multinacional, seja de um leitor insatisfeito. Vc tem todo o direito de cancelar qdo bem entender, não o de tentar usar sua contribuição para calar este ou aquele ponto-de-vista. abs e obrigado por ter contribuído até agora.

    ricardo

    28 de janeiro de 2014 às 14h30

    Por que não economiza para ajudar na campanha da Dilma? E aproveita para fazer uma reza forte para a canarinho ganhar a copa. Acho que não há outra possibilidade de essa coisa toda acabar em festa para o governo. Como a possibilidade de não haver manifestações é praticamente zero, a coisa fica assim: arruaça sem taça resulta em derrota para o governo. Arruaça com taça… bem, aí vamos ver.

    Maria Rita

    30 de janeiro de 2014 às 10h37

    Desculpa, garoto. Mas isso é uma ameaça ou uma promessa? Não vejo argumentos equilibrados nessa resposta. Se é ódio puro e é, ao que parece, uma declaração de guerra, a adesão vai ser dos mesmos. Confusa, difusa,seletiva em relação ao foco, com poucas chances de convencimento.

Rodrigo

28 de janeiro de 2014 às 12h46

Esse blogue não engana mais :
(14/01/2014) Dilma oferece mais R$ 701 milhões para financiar porto cubano

Ao lado do presidente (ditador) cubano, Raúl Castro, a presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira um investimento adicional de US$ 290 milhões (R$ 701 milhões) na zona econômica especial do porto de Mariel, dos quais 85% virão de crédito do BNDES e os restantes 15% serão a contrapartida do governo cubano.

(26/05/2013) Portos brasileiros funcionam no meio do caos –

Porto 24 Horas que trabalha apenas no horário comercial. Porto sem papel que não consegue eliminar a papelada. Filas de navios que querem carregar. Filas quilométricas de caminhões que querem descarregar.
“A logística está no acostamento das estradas. Chegamos a esse absurdo”, diz o engenheiro Paulo Resende, professor da Fundação Dom Cabral, em Belo Horizonte.

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    Ulisses

    28 de janeiro de 2014 às 13h12

    Deixa de ser mentiroso seu desinformado! Seu PSDB fudeu o país em 8 anos. Olha o que o PT fez que seu PSDB roubou!
    http://www.pac.gov.br/transportes/portos
    http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/125533/Portos-fecham-2013-com-investimento-recorde.htm
    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140127_estrada_porto_mariel_kawaguti_rw.shtml
    Nunca se investiu tanto na modernização dos portos no Brasil
    O investimento em Cuba é para o melhor do Brasil
    Você é o típico zé coxinha desinformado que papagaeia desinformação dos reaças da direita que querem fuder o Brasil de novo!

    Joao Carlos

    28 de janeiro de 2014 às 14h13

    Ulisses o Rodrigo é um “Lacerdinha” e muito do desinformado, dos cerca de US$ 900,00 milhoes que o BNDS emprestou para Cuba cerca de US$ 800 milhões terão que serem gastos com produtos (indústria e empregos) e serviços no Brasil (empresas, consultores, engenheiros + empregos), portanto o BNDS empresta para CUBA mas tem que gastar no BRASIL. Bom mesmo era quando o BNDS emprestava para os banqueiros que financiavam o PSDB e só!

    roger

    28 de janeiro de 2014 às 14h23

    fazer silagem ,ninguem quer, joga tudo na estrada e dane -se e ai vem uma queixa bossal, igual a esta ai!!!!!

    roberto

    28 de janeiro de 2014 às 16h16

    O Brasil empresta para Cuba com a condição dos Cubanos comprarem produtos e serviços do Brasil.
    Assim fazem todas as potências comerciais, realmente a desinformação é grande.

    Luís Carlos

    29 de janeiro de 2014 às 22h32

    Rodrigo seria um defensor da ALCA, felizmente esvaziada por Lula? Rodrigo não quer comércio de Brasil e Cuba, quer vassalagem brasileira para “sócios” do norte?

Anti-Copa????

28 de janeiro de 2014 às 12h34

A maioria que quer a Copa vai dar uma lição nesses sabotadores. Acredito que eles, logo, logo, vão ter que pedir proteção da PM. Outra coisa, quero ver a postura de alguns quando o ataque for às Olimpíadas.

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Rasec

28 de janeiro de 2014 às 12h25

O post serve pra livrar Psol e PSTU. O blog não engana mais!

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    Luiz Carlos Azenha

    28 de janeiro de 2014 às 13h02

    O post oferece um amplo ponto-de-vista sobre os acontecimentos. Só isso. abs

    Gilson Raslan

    28 de janeiro de 2014 às 16h04

    Azenha, quando você responde essas pessoas, o que você está fazendo é dar importância a quem não tem, é tirar um coxinha da obscuridade.

    Marcelo

    28 de janeiro de 2014 às 18h53

    Entenda Azenha , PT é perfeito e falar mal dele é coisa de nazista manipulado pelo grande irmão.

    Editor da Caverna

    28 de janeiro de 2014 às 13h13

    Acho válido dar voz para os coxinhas (Sejam os do PSTU, do PSOL, do PSDB, ou qualquer outro grupo que luta contra o Brasil), isso é jornalismo… Aliás, acho bom pq. mostra bem a alienação desse pessoal (em especial em pontos como a desculpa esfarrapada n. 7 que não tem base fática alguma). No fim do dia é uma ´esquerda´ útil ao interesse de partidos de direita, que ao mesmo tempo que querem a Copa, também não querem (para o governo não capitalizar), aí joga na bagunça , no caos e na derrota (se der certo, paciência, se der errado a culpa será do governo)… Tem sido essa a tônica da ´esquerda´ (PSOL e PSTU em especial) e da direita que os utiliza. Isso e o fato da necessidade humana atual de ter seus 5 minutos de fama, somado à agressividade e alienação política.

    Leo V

    29 de janeiro de 2014 às 16h07

    A esquerda útil pra FIFA e pros interesses do capital sobre o interesse das pessoas é qual?


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