VIOMUNDO

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Política

Assistindo ao mesmo tempo a Al Jazeera e a CNN


03/02/2011 - 00h57

por Luiz Carlos Azenha

Tiros disparados contra manifestantes na praça central do Cairo. Notícias de um morto e vários feridos. Depoimentos emocionados, por telefone, de manifestantes. Imagens ao vivo de confrontos e da guerra de coquetéis molotov. Tudo isso ao vivo, na Al Jazeera.

Enquanto isso, na CNN, a cobertura está centrada nas dificuldades que os jornalistas da própria CNN enfrentaram no Cairo. Os repórteres aparecem ao vivo para descrever como correram perigo. As imagens são dos próprios repórteres. Corta para uma entrevista com Barbara Walters, em que ela lança algumas platitudes sobre as coberturas que fez na região. Ah, sim, os acontecimentos que a Al Jazeera mostra ao vivo, na CNN servem apenas como cenário. A preocupação central, logicamente, é com o futuro de Israel. E eles — Walters e o entrevistador — ainda tiveram a cara de pau de cobrar Obama: os Estados Unidos foram pegos de surpresa pelos acontecimentos na Tunísia e no Egito.

Naturalmente, diria eu, quem mandou Obama ficar na CNN?





62 comentários

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Thiago M Silva

04 de fevereiro de 2011 às 03h15

Nessa quinta-feira à tarde, uma jornalista da CNN mostrando cenas de violência na praça Tahir lamentou que esses manifestantes não entendem que isso prejudica o turismo do país e sua imagem no mundo…Olha que chique, tanta besteira em inglês!

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    Janes Rodriguez

    05 de fevereiro de 2011 às 12h29

    Isso ém que é ser analfabeto em várias línguas…

Mubarak: Morde e assopra lembra campanhas de Israel | Viomundo - O que você não vê na mídia

03 de fevereiro de 2011 às 17h52

[…] Minha ficha caiu ontem à noite, quando eu assistia simultaneamente às redes Al Jazeera e CNN Internacional. […]

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Yes we créu !!!

03 de fevereiro de 2011 às 17h04

Os governos, os canais de TV e as fraldas devem ser mudados com frequencia, e pela mesma razao.

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Rafael

03 de fevereiro de 2011 às 16h47

Por quê Mubarak é chamado de presidente?

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luiz pinheiro

03 de fevereiro de 2011 às 15h00

A Eliane Cantanhede critica hoje na Folha o governo brasileiro por manter-se calado, enquanto o dos EUA pronunciou-se recriminando Mubarak. Para mim, essa crítica da Eliane é sintomaticamente reveladora: a colega jornalista acha normal que a grande potência do Norte dite as regras ao Egito, como a todos os países. Os EUA mantiveram a tirania do Mubarak no Egito por trinta anos, usando e abusando dos mesmos direitos imperiais com os quais agora ordenam que ele saia, apenas para evitar o mal maior, que seria a revolução popular. O Brasil, prezada jornalista, não é potência imperial, não pretende ditar normas ao Egito, nem ao Irã, nem a quem quer que seja. Pretende apenas colocar-se ao lado das gestões de paz, e defender o respeito à liberdade e à integridade física dos povos.

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    Luciano Prado

    04 de fevereiro de 2011 às 13h19

    Essa moça é pura má-fé. Quando Lula colocava o Brasil como um dos protagonistas dos acontecimentos internacionais ela criticava. O negócio dela é o Johnbim. Aliás, ela sabe tudo dele e sobre ele.

Leandro Heck

03 de fevereiro de 2011 às 14h33

Hoje o embaixador do Brasil em entrevista a uma rádio disse que existem provas documentais de que os "manifestantes pró-Mubarak" eram, na verdade, policiais à paisana. Mas não vi nada ainda na grande mídia…

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Renato

03 de fevereiro de 2011 às 14h32

Infelizmente o petróleo e as demais riquezas do mundo árabe está nas mãos de poucos. Na teocrática Arábia Saudita um pobre coitado que furta alimentos pode ter uma das mãos decepadas. A situação da mulher é terrível, pois predominam costumes medievalescos, tudo em nome da religião, que infelizmente continua sendo "o ópio do povo". Estive no Egito em 2009 e fiquei perplexo com a corrupção da polícia, mancomunada com os agentes de hotéis e taxistas do Cairo. Eu e minha esposa fomos de táxi até Sakkarah e fomos literalmente roubados. Reclamamos e fomos ridicularizados pelos policiais.A mulher é desrespeitada. Como diria Norbert Elias o processo civilizador está engatinhando entre eles, pois um povo que não respeita a mulher não merece ser respeitado. Oxalá ocorra uma revolução de verdade no mundo árabe, mas que seja laica e democrática. Em relação as classe dominantes deste países, espero que sejam um dia expropriadas daquilo que roubaram ao longo da história. Só um socialismo democr[ático pode tornar o Egito um país melhor.

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José Eduardo Camargo

03 de fevereiro de 2011 às 14h11

A preocupação dos EUA com Israel é cristalina. Pois Israel hoje não passa de um braço militar dos interesses estadunidenses na região. Simples assim! E apoiar irrestritamente ditaduras "amigas" sempre foi a política dos EUA em todo o mundo desde ao menos o fim da II Guerra Mundial. Nenhuma surpresa, portanto!

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Elton

03 de fevereiro de 2011 às 13h26

Paras os EUA o que SEMPRE mais interessará será Israel, o entorno é complemento. E que alguém me prove o contrário!!!

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ANA

03 de fevereiro de 2011 às 12h55

A imprensa ontem inisistiu em omitir que eram os pró-Mubarak, tentando transformar os eventos em Guerra Civil.

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Jairo_Beraldo

03 de fevereiro de 2011 às 12h52

"Confrontos entre grupos pró e contra Mubarak seguiam na capital do Egito."(G1)

Os mesmos miicianos de Mubarak, que antes espancavam o povo rebelado, podem estar fazendo o papel de "apoiadores" do governo. Não precisa nem da "inteligencia" estadunidense ou israelense para fazer acontecer tal confronto.

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Gustavo Pamplona

03 de fevereiro de 2011 às 12h28

Vou explicar para vocês a "Geopolítica". E que vocês pensam que eu não sei.

Existem hoje três nações que dominam e subjugam o mundo: EUA, Rússia e China.

Os EUA dominam o Ocidente ou em outras palavras: Eles dominam as Américas, a União Européia bom… somente os países da Europa Ocidental e que acham que são independentes dos EUA mas a maioria deles é totalmente alinhada

Vocês querem um exemplo?

A "poderosa" Alemanha, tão "poderosa" que é obrigada a ter bases militares americanas em seu território e aí deles se eles podem simplesmente querer que os EUA os deixem.

No caso das Américas do Sul e Central, como a região não representa muita ameaça (ninguém tem bombas nucleares) a não ser alguns latinos idiotas que tentam atravessar a fronteira do México, mas para isto serviu o NAFTA do qual o México hoje é totalmente subordinado.

Mas como eles não conseguem mais explorar o povo americano, visto que este não vai aceitar trabalhar ganhando pouco… então para isto serve a boa e velha "mão-de-obra barata latino-americana".

Os EUA também dominam a maior parte dos países africanos, na realidade quase a totalidade deles e inclusive financiam alguns ditadores em países da África Centro-Ocidental e conforme vocês tambem testemunharam eles financiam ditadores de alguns países árabes do Norte da Africa além é claro de alguns ditadores do Oriente Médio…

A Rússia ainda domina os países da Europa Oriental (os da chamada Cortina de Ferro), diria que isto é de certa maneira uma "especialidade" deles…

Bom… eles dominam aqueles países com aquelas línguas cheias de consoantes e palavras inteligíveis para nossos ouvidos e para variar alguns como a Ucrânia que se acha independente, mas que de fato não é) ainda usam o alfabeto cirílico, ou seja uma total subordinação.

A Rússia domina também o resto dos países do Oriente Médio, notavelmente a parte asiática deles e inclusive os municia de armas e equipamentos militares… Eles praticamente dominam todos aqueles terminados em "ão", com exceção do Afeganistão e Paquistão

Mas o resto como Turcomenistão, Quirguistão, etc. são todos ainda ex-repúblicas soviéticas que acham que são independentes mas ainda tem o russo como uma das línguas oficiais.

A China domina os países do sudeste asiático, todas aquelas republiquetas… Vai de Malásia até Tailândia… passando pelo Vietnã, Cambodja, etc e até mesmo a Indonésia…

Se bem que a Indonésia hoje está mais sendo dominada é pelos EUA.

Mas a Ásia tem o que eu chamaria de "corruptelas" já que 5 países não são dominados ou pela China ou Rússia e 1 é dominado por ambos.

Bom… Dois já mencionei acima, o Afeganistão, hoje dominado pelos EUA e o Paquistão que já foi do Reino Unido um dia e ainda mantem o inglês como uma das línguas oficiais… ou seja, de certa maneira é dominado pelos interesses ocidentais dos EUA. Tem armas nucleares mas é alinhado com o Ocidente.

Os outros 3 são:

– Índia: Vide a mesma explicação que fiz para o Paquistão e hoje a maior parte dos indianos pensa mesmo é exportar filmes da Bollywood

– Japão: eu até diria que o Japão é o mais ocidental dos países asiáticos e totalmente dominado pelos EUA… apenas lembrem-se de Hiroshima e Nagasaki.

– Córeia do Sul: Um Japão "feito nas coxas", eu até diria que os sul-coreanos invejam os japoneses.

Ahhhh… e sobre aquele que falei que é dominado por ambos, China e Rússia Hummmmnnn. Adivinhem?

Seria a Córeia do Norte? Acertaram!!!

Opa! Falei de 4 continentes, América, Áfria, Ásia e Europa, ficou faltando um ou seriam dois? Qual será? Vai Gustavo… me conta… vai…

Seria a Oceania? Siiiimmm!!!!

Austrália, Nova Zelândia que não passam de Estados do Commonwealth e inclusive ainda são subordinados pela coroa britânica e aquelas ilhas minúsculas da Polinésia, Micronésia e Melanésia que são todas dominadas pelo Ocidente

Ahhhh.. E não se esqueçam da Antártida… administrada por um consórcio internacional de países do ocidente intitulado "Tratado da Antártida"

Como o Ártico não passa de uma calota de gelo sem terra por baixo não pode ser chamado de continente mas aquela região ali de certa maneira é administrada pela Rússia… o Canadá e os EUA com o Alasca apenas pensam que controlam o Ártico.

Tem a Groenlândia também… mas esta quem controla é a Dinamarca, ou seja outro do Ocidente controlado pelos EUA.

Responder

    Elton

    03 de fevereiro de 2011 às 14h37

    Só um detalhe: A Ucrânia, a Bielorússia (Belarus), a Bulgária e a Sérvia utilizam o alfabeto cirílico há mais de cinco séculos e se isso é "subordinação", então até os EUA estão "subordinados" ao imério romano, que é de onde saiu o alfabeto latino, por nós também usado. São origens culturais diferentes e não "subordinação" meu caro Gustavo. Você tem bons conhecimentos básicos de Geopolítica, mas a questão da dominação do mundo ou partes dele por uma ou mais potências econômico-militares SEMPRE significou a tentativa de limitação ou atenuação da mesma por parte dos subordinados. Entre os vizinhos sul-americanos há muitos que vêem no Brasil um país imperialista.

    Gustavo Pamplona

    03 de fevereiro de 2011 às 15h09

    Sim… eu sei que muitos veem o Brasil como um país imperialista… afinal de contas nós tomamos várias terras que seriam da América espanhola no decorrer de 500 anos. Senão o Brasil teria sido aquele "paisinho mixuruca" do Tratado de Tordesilhas.

    Elton… finalmente estou achando um leitor "sensato" por aqui,. não um que vive num "mundo de faz-de-conta.

    Amigo… Leio regularmente o "Vi o Mundo" desde Jun/2007 e comento regularmente desde Fev/2008,

    Elton

    03 de fevereiro de 2011 às 14h39

    Turcomenistão, Tadjiquistão, Quirguistão e Usbequistão não pertencem ao Oriente médio como está em seu texto e sim à Ásia Central, também islâmica.

    Gustavo Pamplona

    03 de fevereiro de 2011 às 15h14

    O Sr. está correto… peço desculpas por isto… foi falha minha… eu tinha escrito isto ontem a noite e não revisei o texto direito…

    E o Sr. Elton deve notar que eu sou uma "exceção" por aqui. Sempre escrevo comentários diferentes e 90% das vezes comento algo diferente.

    Te explico: As vezes escrevo comentários no "Bloco de Notas" e já teve umas vezes em que eu estava dentro de um ônibus aqui em BH e escrevi comentários numa folha de papel.

    Orsola Ronzoni

    03 de fevereiro de 2011 às 14h55

    A pergunta que não quer calar; responda-me rápido: você foi assessor do Celso Magalonanico Amorim?

    Luis Fernando

    03 de fevereiro de 2011 às 15h19

    Quanta simplicidade e bobeira no seu comentário.

    Orsola Ronzoni

    03 de fevereiro de 2011 às 16h40

    A pergunta que não quer calar: onde você aprendeu "Geopolítica"? Nem geografia você sabe direito Você mistura Carolina de Sá Leitão com Caçarolinha de Assar Leitão.

    Bonifa

    04 de fevereiro de 2011 às 02h13

    Nobres amigos, não respondam ao Pamplona, senão ele pega corda e vai longe. Eis aí um cri-cri que nos deixa com saudades do velho e bom Dvorak.

    Marco A Rodrigues

    04 de fevereiro de 2011 às 20h27

    Só uma sugestão, ao invés de subordinado, o correto seria dominado, ou digamos a verdade, escravizado.
    é a mais pura realidade.

waleria

03 de fevereiro de 2011 às 12h28

Ainda bem que eu só vejo a Al Jazeera.

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giovanni sousa

03 de fevereiro de 2011 às 12h27

Não é novidade nenhuma que os repórteres e "jornalistas" da CNN se coloquem acima das notícias. Quem assiste a esse canal conhece de nome cada um dos seus profissionais, mas pouco se recorda das pessoas que realmente fazem notícia. Repare-se como nas chamadas dessa emissora se dá destaque ao nome do profissional que apresenta cada um de seus programas. É o "jornalista" como superstar — aliás, uma característica que se estende a todo o telejornalismo norte-americano.

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Regina Braga

03 de fevereiro de 2011 às 12h06

Existe quem diga que a revoluçaõ é do celular e do twitter…Entaõ porque o pig está preocupado? Na visaõ do pig,bolinhas de papel têm a mesma importância do que saques e pedradas…Mudamos o canal mas a montagem é a mesma…Naõ dá, Presidenta para contar só com o controle remoto.Enquanto, o Povo sofre, o pig se alimenta da carniça de interesses.

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Roberto Locatelli

03 de fevereiro de 2011 às 11h58

Do blog do Miro: A Frente em Defesa do Povo Palestino , que reúne mais de 50 instituições, entre centrais sindicais, movimentos sociais e entidades árabes-brasileiras e islâmicas, além de indivíduos solidários à causa, realiza na próxima sexta-feira (4/2) ato em apoio ao movimento popular no Egito contra a ditadura Mubarak e a favor da autodeterminação dos povos. A concentração será em frente ao Shopping 25 de Março a partir das 16h30 para saída em passeata pelas ruas do centro de São Paulo.

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Roberto Locatelli

03 de fevereiro de 2011 às 11h57

Só lembrando: http://english.aljazeera.net é o endereço da rede de TV Al Jazeera.

Responder

Jotaroberto

03 de fevereiro de 2011 às 11h52

Seis jornalistas da Al-Jazeera detidos no Cairo
Por Redacção Jornal A Bola- Portugal

Seis jornalistas do serviço em inglês da Al-Jazeera foram detidos, esta segunda-feira, no Cairo, segundo noticiou o canal de televisão árabe.

A notícia foi avançada depois de um dos repórteres detidos ter anunciado a detenção na sua página pessoal do Twitter: «Quatro soldados entraram na sala e levaram a nossa câmara. Estamos sob detenção militar».

Recorde-se que ontem o governo de Mubarak decidiu encerrar as operações da cadeia televisiva no Egipto, que tem estado a fazer a cobertura dos protestos em todo o país. Ontem, a Al-Jazeera revelou que o seu sinal de satélite havia sido interrompido em vários países do Médio Oriente.

Hoje a Al Jazeera está fora do ar, o conglomerado CNN-PIG tomou conta da noticia. Viva a democracia.

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Jose Saguy Tenorio

03 de fevereiro de 2011 às 11h50

Azenha e pessoal,
De uma coisa tenham certeza a Internet no Brasil ajudou a eleger a Dilma, pois sempre que o PIG com uma nota tentando atacar o LULA e a Dilma, logo em seguida os blogueiros sujos, rapidinhos, rebatiam com clareza a real situação. Eles estão perdidaços. As notícias deles envelhecem rapidamente diante da agilidade dos internautas, blogueiros sujos e cia. E quando a banda larga for implatada, ou eles se ajustarão a nova realidade ou morrerão por inanição.

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Luiz Claudio

03 de fevereiro de 2011 às 11h29

Muito interessante o post de Rodrigo Aft. Interessante mesmo. Caso não se tenha percebido, há uma retórica anti-judaica, cada vez mais forte, cuja origem está nas ações dos judeus contra os palestinos, na sua intransigência, na sua fobia racista. Alguém já disse: "nada mais nazista que um judeu"! E com toda razão.
Mas, o mais interessante da história é que o post lembra a argumentação dos nazistas contra os judeus, responsabilizando-os por um poder oculto e maquiavélico (ou seria judaico) contra os não-judeus.
Como sou a favor da liberdade de expressão e de religião, não tenho nada contra uns e outros.
Mas que é conveniente que os judeus ponham as barbas de molho, lá isso é.

Responder

    rodrigo.aft

    03 de fevereiro de 2011 às 22h55

    Luiz Claudio,

    obrigado pela atenção.
    eu, particularmente, não tenho nada contra judeu enquanto cidadão do mundo, como eu sou.
    ninguém precisa concordar com ninguém para ser respeitado.
    existe um código de conduta comum mínimo, e se todos o respeitassem, as diferenças étnicas não teriam importância quase nenhuma.

    da mesma maneira q critico preconceitos religiosos cristãos e muculmanos (alguns tbém bastante radicais), estou agora a criticar preconceitos dos judeus em relação a outros povos. Leia o link abaixo e depois voltamos a conversar.
    Os judeus q não seguem ensinamentos discriminatórios em relação a outros povos são muito bem vindos. Absolutamente nada contra (pessoas ótimas, normalmente com uma visão bastante abrangente).
    Leia e entenda a visão q os rabinos passam à maioria dos judeus, fazendo com q acreditem serem "diferenciados" dos demais seres humanos (genericamente designados gentios), justificando sua "superioridade e permissão" para explorar as outras raças, em função do q eles conseguem ganhar uma antipatia mundial Junte a isto o sionismo (se não conhece, pesquise – este é fácil de encontrar) e pronto! Eis o caminho para ganhar dinheiro e influência por um lado e antipatia e raiva e outro.
    Este livro existe tbém na Amazon – não é ficção: http://www.vho.org/aaargh/fran/livres6/OTalm.pdf

    Assista também os vídeos abaixo e entenda como é fácil manipular a mente humana, jogando irmão contra irmão por interesses mesquinhos de minorias, prevalescendo sobre maiorias bovinas. http://www.youtube.com/watch?v=thAzHvoUQrQ&fehttp://www.youtube.com/watch?v=d65q9LsMN_g
    depois assista este, e entenderá melhor o q o apresentador argumenta: http://www.youtube.com/watch?v=9dTqZNR33BE
    e finalmente entenderá pq os sionistas visam tanto os meios de comunicação.

    tem um monte de referência a mais. procure, filtre e interprete.

urbano

03 de fevereiro de 2011 às 11h29

Hoje a Al Jazira esta sem acesso. Deve ter material explosivo sendo filmado e não fica bem que as pessoas vejam. Depois quando houver denuncia de censura ficaremos dias e dias discutindo a liberdade de imprensa do Estadão e da CNN.
E claro o governo autoritario do Irã

Responder

Armando Habib

03 de fevereiro de 2011 às 11h06

Quem não sabe de tudo isto ai acima. Os conglomerados estãos nas mãos de quem?

Responder

sergio

03 de fevereiro de 2011 às 10h54

O PIG comporta-se de forma similar em todos os locais, afinal, os colonizados daqui aprenderam com os de lá.

Responder

Polengo

03 de fevereiro de 2011 às 10h46

Não, Azenha, quem realizou os saques nos museus foi o pessoal da APEOESP.
Li ontem mesmo, na veja.

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Tomudjin

03 de fevereiro de 2011 às 10h38

Estratégias muito similares às daqui, essas que eles usam por lá, enfiltrar policiais no meio dos protestos.
Acredito na possibilidade de haver estratégia parecida em outros movimentos também. Como o MST e sindicatos trabalhistas, por exemplo.
De qualquer forma, é sempre saudável que os representantes desses movimentos fiquem atentos.

Responder

Mello

03 de fevereiro de 2011 às 10h24

O tom contra as manifestações está subindo aos poucos…

Mas ainda não vi nenhum jornal reclamar de Mubarak por ter quarto invadido e imagens confiscadas.

Mas se fosse um dos "você sabe quem" gritariam em uníssono: "Ditadura"!!!!!!!

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Maria Lucia

03 de fevereiro de 2011 às 10h19

Ontem se viu claramente qual é o jogo do imperialismo: usar de toda a violência contra os civis egípcios desarmados,desde que a revolta popular seja esmagada. O clima de guerra civil se instalou.
E o que faz a ONU? Nada.
Ou melhor, faz o jogo dos EUA e de Israel.
Os ardís usados contra a população desde o início da revolta são de uma crueldade inimaginável: abrir as portas das prisões, soltando todos os criminosos para que a população intimidada não saísse às ruas,logo no início, foi algo inédito. Colocar policiais sobre camelos e cavalos invadindo a grande Praça, onde se concentravam um milhão de pessoas na terça-feira, também foi muito "criativo".
Mas como em Honduras, o povo não recua. E vai para o sacrifício, diante dos olhos do mundo omisso e acovardado.
O Museu do Cairo corre sério risco de ter o mesmo destino do de Bagdá e de outras cidades do Iraque: ser destruído e saqueado.
E o povo egípcio segue sendo assassinado e dizimado, tudo passando nas telas e telinhas das tvs, dos computadores, dos celulares.
Obama e Hillary se dizem "preocupados." E posam ao telefone, papeando com Mubarak.
Fidel e Chávez soltam o verbo. Tony Blair declara que Mubarac é ótima pessoa.
E o povo egípcio segue sendo atacado e dizimado por querer emprego e comida.
É a civilização ocidental, é a mais perfeita exibição da ideologia neoliberal. É o fim do caminho?

Responder

tcpsilva

03 de fevereiro de 2011 às 10h14

hahahahaha

tem muito político no Brasil também que tá perdendo o bonde da história por ficar com o PiG

Responder

Aracy_

03 de fevereiro de 2011 às 07h43

Notícias publicadas pelo PIG brasileiro dizem que manifestantes contra Mubarak saquearam obras do Museu do Cairo. Duvide-o-dó, uma vez que baderneiros locais e agentes da CIA infiltrados podem executar saques e outras barbáries com perfeição.
É o Efeito Cutrale na mídia tupiniquim: criminalizar quem luta por seu direito à liberdade.

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    LuisCPPrudente

    03 de fevereiro de 2011 às 10h45

    O PIG disse isto depois que os especialistas de plantão da Globo conseguiram provar, quadro a quadro, que todos os manifestantes que saquearam o Museu do Cairo eram contrários ao Mubarak, pois os especialistas analisaram o discurso dos opositores/saqueadores com a famosa técnica da leitura labial, quando estes opositores disseram justamente isto: "Somos opositores ao Mubarak, por isto estamos saqueando o Museu do Cairo"!!!!

Marat

03 de fevereiro de 2011 às 07h33

Isso prova o quanto essa racinha se acha superior. Estão preocupados apenas com a própria pele (como sempre)… Que caia logo o ditador e o Egito caminhe sua trilha em paz e sem os grilhões do capitalismo sujo internacional!

Responder

Paulo

03 de fevereiro de 2011 às 05h40

Na Foxtrote, então, é um universo paralelo ou ilhas de realidades individuais, como antecipara, o excelente filme soviético 'SOLARIS', há quarenta anos.

Responder

    Bonifa

    03 de fevereiro de 2011 às 11h06

    Gostei do "ilhas de realidades individuais". É uma característica marcante da propaganda do neoliberalismo global.

    Marat

    04 de fevereiro de 2011 às 15h35

    Esse filme foi um dos melhores que já assisti. Sobre o pessoal da Foxtrote (rs), eu os vejo como, quem não é esquizofrênico é mentiroso…

Galerius

03 de fevereiro de 2011 às 02h56

Azenha, voce conhece os EU e isto não te faria surpresa, mas veja a entrevista do Assange no 60Minutes esta semana que ilustra muito bem como a prensa americana funciona e o "creed" pelo qual eles praticam jornalismo, o dito jornalismo. Muito interessante pela maneira direta e reveladora que diz muito mais sobre o jornalismo americano do que sobre o Assange sendo entrevistado. Está no Youtube.

Responder

rodrigo.aft

03 de fevereiro de 2011 às 02h43

Se vc não sabe (rsrs), Azenha, vou lhe dar uma dica (leiam os links, intessantíssimos):

AL JAZIRA
"…Criada em 1996 por Hamad bin Khalifa Al Thani, emir do Catar, no intuito de transformar seu pequeno país em centro cultural da região, Al Jazira iniciou suas transmissões em 1º de novembro daquele ano e logo se destacou por alcançar um nível de liberdade de expressão e de oposição raramente visto no mundo árabe, acostumado a uma mídia controlada e dócil, mera porta-voz de comunicados oficiais.
Al Jazira já tinha uma atuação internacional, com sucursais e correspondentes espalhados pelo mundo, mas somente começou a chamar a atenção do Ocidente ao mostrar manifestações populares antiamericanas em seguida aos atentados de 11 de setembro. Sua cobertura das guerras do Afeganistão (2002) e do Iraque (2003) fugiu ao padrão ufanista geralmente adotado pelas grandes redes de TV norte-americanas.

O governo Bush não gostou de ver imagens de seus soldados capturados, mortos ou feridos e, em represália, proibiu seus membros mais graduados de falarem à emissora. Esta foi a reação visível. Clandestinamente, tentou destruir as instalações da emissora e mandou hackers invadirem seu sítio oficial na Internet. Nos primeiros dias da invasão do Iraque, duas sedes provisórias da Al Jazira foram atingidas pela artilharia da "Coalizão", matando quatro jornalistas".
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Al_Jazira

VERSUS

CNN (referência no meio de texto)
"…Quem se der ao trabalho de investigar o nome dos integrantes dos diretórios ou dos acionistas das grandes corporações e bancos transnacionais estadunidenses e europeus que controlam desde o comércio exterior e interior até os sistemas econômicos produtivos dos países, tanto centrais como "subdesenvolvidos" ou "emergentes", poderá facilmente comprovar que (em uma importante maioria) são de origem judia.

As direções e acionistas das primeiras trinta megaempresas transnacionais e bancos (as maiores do mundo) que cotizam o índice Dow Jones de Wall Street, são em sua maioria de origem judia.

Megacorporações do capitalismo sem fronteiras como: Wal-Mart Stores, Walt Disney, Microsoft, Pfizer Inc, General Motors, Hewlett Packard, Home Depot, Honeywell, IBM, Intel Corporation, Johnson & Johnson, JP Morgan Chase, American International Group, American Express, AT & T, Boeing Co (armamentista), Caterpillar, Citigroup, Coca Cola, Dupont, Exxon Mobil (petroleira), General Electric, McDonalds, Merck & Co, Procter & Gamble, United Technologies, Verizon, são controladas e/ou gerenciadas por capitais e pessoas de origem judia.

Estas corporações representam o creme do creme dos grandes consórcios transnacional judeu sionista que, através do lobby exercido pelas embaixadas estadunidenses e européias, ditam e condicionam a política mundial e o comportamento dos governos, exércitos, ou instituições mundiais oficiais ou privadas.

São os amos invisíveis do planeta: os que manejam os países e presidentes por controle remoto, como se fossem títeres de última geração.

Quem investigue com este mesmo critério, ademais, os meios de comunicação, a indústria cultural ou artística, câmaras empresariais, organizações sociais, fundações, organizações profissionais, ONGs, tanto nos países centrais como periféricos, vai se surpreender com a notável incidência de pessoas de origem judia em seus mais altos níveis de decisão.

As três principais cadeias televisivas dos EEUU (CNN, ABC, NBC y Fox), os três principais diários (The Wall Street Journal, The New York Times y The Washington Post) estão controlados e gerenciados (através de pacotes acionistas ou de famílias) por grupos do lobby judeu, principalmente novayorquino.

Da mesma forma as três mais influentes revistas (Newsweek, Time y The New Yorker), e consórcios hegemônicos da Internet como Time-Warner (fundidos com América on Line) o Yahoo, estão controlados por gerenciamento e capital judeu que opera a nível de redes e conglomerados entrelaçados com outras empresas.

Colossos do cinema como Hollywood e do espetáculo como The Walt Disney Company, Warner Brothers, Columbia Pictures, Paramount, 20th Century Fox, entre outros, formam parte desta rede interativa do capital sionista imperialista."
fonte em espanhol: http://www.iarnoticias.com/2010/secciones/contrai
fonte em português: http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2010/06

Então, Azenha, conseguiu descobrir alguma diferença no foco das coberturas?

Responder

    Bonifa

    03 de fevereiro de 2011 às 11h39

    Ví no blog de um tal de Pedro Porfírio estas duas fotos:
    http://1.bp.blogspot.com/_6vMNomUP3xc/SW_hG3jMrUI…. http://1.bp.blogspot.com/_6vMNomUP3xc/SW_gCvplEUI….

    Fiquei estupefato. Jamais poderia imaginar que judeus ortodoxos podem ser pessoas de paz e estarem prontos a militarem pelo entendimento e o diálogo com iranianos e palestinos.

    rodrigo.aft

    03 de fevereiro de 2011 às 23h21

    Bonifa, eu tbém já havia visto isso, mas ainda acho q é mais do mesmo.

    Eles seguem quase cegamente o Talmud e a Torá, com alguns de seus ensinamentos altamente preconceituosos (por. ex., poder mentir e explorar um gentio; para saber mais veja o link http://www.vho.org/aaargh/fran/livres6/OTalm.pdf).
    A parte religiosa, como expliquei acima, ao Luiz Claudio, não me atrevo a criticar, pois é uma questão de foro íntimo, e respeito profundamente a crença individual.
    A única diferença destes para a maioria dos judeus não ortodoxos é a não existênica do estado de Israel (em alguns casos, tbém contra o sionismo internacional).
    Entretando, não vou escrever um tratado, mas colocar alguns pontos para discussão, a parte mais visível dos judeus ortodoxos foi o contrabando (para não pagar imposto) mundial de diamantes por muitos e muitos anos, mantendo, inclusive, apoio ao apartheid na áfrica do sul e aos regimes sanguinários africanos em troca da exclusividade na exploração das minas (justamente por acreditar na supremacia dos "escolhidos" em relação aos gentios – preconizados, principalmente pelo Talmud).
    Sem fazer grandes pesquisas, achei dois links interessantes para adicionar outros pontos de vista à sua intervenção. http://blog.controversia.com.br/2009/06/17/diamanhttp://israelixo.jeeran.com/lavagem.htm http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/osjude… (com fotos interessantes)
    (não compartilho de todas as opiniões do alfredo braga)

    Recruta

    03 de fevereiro de 2011 às 12h26

    De certo, há judeus que envergonham seu povo…
    Como também houve católicos na idade média que ordenaram matanças…
    Indios na américa central que escravizavam outros indios….
    Negros que matam outros negros por diamante…
    Brancos que negam saúde publica universal para seus iguais menos afortunados…
    Orientais que negam a religião encrustada em sua própria cultura…
    Todos exemplos de vergonha para seu próprio povo.
    Tem uma cena interessante no filme "The Men Who Stare at Goats" quando um americano pede desculpas a um árabe pela violencia gratuita de suas tropas, dizendo que nem todo americano era assim. O árabe, em contrapartida, pediu desculpas pelos terroristas, pois, com toda certeza, nem todo árabe é assim.

    rodrigo.aft

    03 de fevereiro de 2011 às 23h30

    Recruta,

    QUALQUER cidadão do mundo, sem ter a religião como perturbadora do senso de igualdade e fraternidade e entendimento entre as pessoas é bem vindo!!!

    o problema é q, ao seguir o judaísmo, é incutido à pessoa aceitar alguns preconceitos do Talud e da Torá, começando aí a "crise" rsrs. Religião é uma coisa, preconceito é outra!!! (e isso serve para todas: catolicismo, protestantismo, islamismo, blá blá blá…).

    sei q existem bons judeus, q não se acham superiores a outros povos e não acreditam nos ensinamentos discriminatórios, principalmente do Talmud.
    Como já disse antes, sendo assim, somos irmãos!

Otaciel de Oliveira

03 de fevereiro de 2011 às 02h40

E a história, Azenha, da briga entre os partidários de Mubarak, montado em camelos, contra o povo que protestava nas ruas, hem?

Responder

carmen silvia

03 de fevereiro de 2011 às 02h34

Será que ser autocentrado(Obama e toda a nação que ele governa)pode ser um risco a saúde?

Responder

Thiago M. Silva

03 de fevereiro de 2011 às 02h15

Ao meu ver, a CNN também tá muito preocupada com o BUSINESS. A alta do petróleo, que tem que passar pelo canal de Suez e mesmo as multinacionais no país.

Desde o começo, a Al Jazeera se centrava somente nos protestos e manifestações políticas. A CNN fazia e faz "alertas" do "ambiente impróprio para os negócios" no Egito. É a falta de estabilidade, o pesadelo da Hillary.

Responder

Rafael Andrade

03 de fevereiro de 2011 às 02h12

É Azenha, o pior de tudo é o cinismo.

Responder

Otaciel de Oliveira

03 de fevereiro de 2011 às 02h12

E a história, Azenha, da briga entre os partidários de Mubarak, montado em camelos, contra o povo que protestava nas ruas, hem?

Eu disse para um amigo que viu a cena que "os partidários" de Mubarak era a polícia montada de Mubarak.

Tava na cara e esta versão dos fatos foi logo confirmada. Lá a polícia monta em camelos bem alimentados.

Qual a novidade? A comida que alimenta os camelos de Mubarak é a que falta na mesa do povo egípcio.

Elementar, meu caro Watson.

Responder

Nilva

03 de fevereiro de 2011 às 02h02

Hehehe! Azenha, você se supera a cada dia.

Responder

Pedro Luiz Paredes

03 de fevereiro de 2011 às 02h02

kkkkk, a bobonews fez a mesma coisa!
Ninguém pegou ninguém de surpresa, muito menos Obama, ou acham que ele não esta trabalhando nos bastidores para fazer peso nas reformas que acontecerão daqui pra frente no Egito?
Se não consegue vencê-los, junte se a eles, ainda mais se for para conquistar a opinião pública!!!
Esse povo acha que agente é tonto.
Das coisas que acontecem na geopolítica, a maioria se explica através de ditos populares mais velhos do que a Bíblia!

Responder

    Leider_Lincoln

    09 de fevereiro de 2011 às 06h11

    O Obama foi sim pego de surpresa, como toda esta gente. O que acontece é que os Estados Unidos se esqueceram há muito do sabiamente disse Abraham Lincoln: que se pode enganar uma pessoa todo o tempo ou todas as pessoas por algum tempo, mas nunca todas as pessoas, todo o tempo. Acharam que os árabes seriam idiotas eternos. Mas daqui para frente…

Ronaldo Caetano

03 de fevereiro de 2011 às 01h59

A verdade Azenha é que se os USA resolverem selar a paz no Oriente Médio a CNN (e todas as demais estações de notícias 24 horas) fecha no dia seguinte. Mais de 50% da programação dessas emissoras é em cima de guerras, incidentes, conflitos e eventos diversos no Oriente Médio.

Responder

Thiago M. Silva

03 de fevereiro de 2011 às 01h29

Ao meu ver, a CNN tb tá muito preocupada com o BUSINESS. A alta do petróleo, que tem que passar pelo canal de Suez e mesmo as transnacionais no país.

Enquanto a Al Jazeera esteve centrada somente nos acontecimentos do levante todo o tempo, a CNN chegou a "alertar" nos primeiros dias para o "ambiente impróprio" para negócios no país, a "falta de estabilidade". Ridículo!

Responder

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