Por Gerson Carneiro*
Abordo tema que até então tenho explanado apenas em conversas particulares. Faço aqui até para que me seja oportunizada possibilidade de aprendizagem em eventual debate que venha surgir.
Trata-se de compreensão individual, minha, sobre delicado tema.
Considero-me uma pessoa sem pecados.
Isto mesmo.
Passo a explicar.
O que é um pecado?
Em minha compreensão, é um pilar eclesial doutrinário que define e delimita o que fiéis devam aceitar como certo e errado.
Ou seja, um código de condutas tipificadas por alguma religião destinado a seus seguidores.
Importante lembrar que não são todas as religiões que adotam a ideia de pecado.
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Logo, não sendo eu seguidor de nenhuma religião, a mim não se aplica o código de condutas tipificadas como pecados por algumas religiões.
Desta forma, concluo ser pessoa sem pecados.
Vamos para o exemplo prático.
Existe o Código Penal Militar.
O Código Penal Militar estipula o conjunto de normas jurídicas que define crimes militares. É aplicado, obviamente, tão somente aos indivíduos que são militares.
Logo, não sendo eu militar jamais cometerei crime militar. Analogicamente, não sendo eu seguidor de nenhuma religião, a mim não se aplica o que determinadas religiões definem como pecados.
Sim, acredito em um Deus.
Não exatamente os Deuses das religiões.
Meu Deus é o Universo. Essa misteriosa e infinita entidade que assombra por sua assustadora magnitude.
Ressalto que todos os seres vivos são compostos da mesma matéria, e energia, advindas do Universo. Logo, somos feitos a imagem e semelhança do Deus Universo.
*Gerson Carneiro é leitor do Viomundo.
Este artigo não representa obrigatoriamente a opinião do Viomundo




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