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Uma maneira objetiva de a Globo ajudar a tirar o futebol da crise: defender que o Brasil colabore com as investigações do FBI
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Uma maneira objetiva de a Globo ajudar a tirar o futebol da crise: defender que o Brasil colabore com as investigações do FBI


14/06/2016 - 00h53

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Com a seleção brasileira na Argentina, nos bons tempos, a partir da direita Ricardo Teixeira, o agora ex-todo poderoso Marcelo Campos Pinto — da Globo Esportes — e J. Hawilla, dono de afiliadas da Globo no interior de São Paulo

A Globo é a única que transmite gratuitamente em TV aberta, como também fazemos com o futebol brasileiro há 40 anos. Mas protestar é direito do cidadão. Galvão Bueno, na TV Globo, em 02.03.2016, ao falar sobre protesto de torcedores do Corinthians

2015 vai entrar na história do futebol brasileiro como um grande ano. O ano em que há poucas semanas o presidente José Maria Marin passou o bastão para o presidente Marco Polo. Presidente Marin, em nome do grupo Globo, em meu nome, eu gostaria de agradecer todo o carinho, toda a atenção com a qual o senhor sempre nos brindou, sempre aberto a discutir os temas que interessam ao futebol brasileiro, dos quais me permito destacar, o novo formato da Copa do Brasil, que deu mais charme a essa competição promovida pela CBF, que é a verdadeira competição do futebol brasileiro. Marcelo Campos Pinto, ex-todo poderoso da Globo Esportes, discursando em evento em 2015

por Luiz Carlos Azenha

A frase de Galvão Bueno, dita durante uma partida entre Corinthians e Santa Fé, no Itaquerão, pela Libertadores da América, foi uma resposta às várias faixas que a Gaviões da Fiel exibiu na arquibancada. Futebol refém da Globo, dizia uma delas. Globo manipuladora, dizia outra.

O protesto da organizada do Corinthians se refere a vários aspectos do futebol, dentro e fora dos estádios.

É contra o fato de que a Globo define o calendário e o horário das partidas independentemente do interesse dos torcedores ou dos clubes, por exemplo.

Ao fato de que a emissora apoia a criminalização das organizadas e defende a punição coletiva a elas advogada pelo promotor Fernando Capez, que se elegeu deputado estadual graças à exposição midiática que obteve com suas propostas de combate à violência dentro e fora dos estádios.

É a Capez que a Gaviões se refere quando denuncia o “ladrão de merenda” — o hoje presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo e possível candidato de Geraldo Alckmin a governador em 2018 teria se beneficiado de propinas, num esquema de corrupção envolvendo a merenda escolar.

A resposta de Galvão aos protestos foi, em si, um exemplo da manipulação denunciada pelos corinthianos: ali, na Globo, segundo o narrador, os corinthianos poderiam ver de graça um jogo que teriam de pagar se quisessem assistir na Fox Sports, emissora acessível apenas na TV por assinatura e que comprou os direitos exclusivos para a TV fechada.

É como se a Globo fizesse um favor aos telespectadores e não tivesse faturado um tostão sequer ao longo de sua parceria de 40 anos com a CBF.

O LADO SUJO DO FUTEBOL

O livro, do qual sou co-autor ao lado de Leandro Cipoloni, Tony Chastinet e Amaury Ribeiro Jr., narra como João Havelange e seu genro e sucessor, Ricardo Teixeira, montaram uma arquitetura de poder oligárquica no futebol brasileiro que persiste até os dias de hoje.

José Maria Marin e Marco Polo Del Nero sucederam Teixeira e absolutamente nada mudou. Um está preso nos Estados Unidos, os outros dois não podem sair do Brasil.

A CBF se estrutura em torno de federações estaduais e clubes que são verdadeiros feudos e tem um formato de funil com o bico para cima: na prática, tira dos de baixo para beneficiar os de cima.

Tal arquitetura eterniza a ideia de que o Noroeste de Bauru, o Treze de Campina Grande e o ABC de Natal existem apenas para servir aos “grandes”.

Tal estrutura não teria sido erguida não fosse a parceria histórica com a TV Globo: os direitos de TV são a principal fonte de renda dos clubes e das próprias federações, já que para agradá-las Ricardo Teixeira inventou a Copa do Brasil, um torneio de 86 clubes que distribui migalhas a dirigentes e jogadores mas acaba essencialmente servindo ao funil.

Não existe um único caso de um clube que tenha se estruturado em torno da Copa do Brasil.

No campeonato, os “pequenos”, os “de longe”, repetem o ciclo que se vê com milhares de jogadores e técnicos que trabalham nas divisões inferiores: salários baixos, trabalho precário, risco sempre iminente do clube desaparecer do mapa.

A chance única: brilhar sob os holofotes da TV num lance fortuito, um gol espetacular, uma vitória improvável.

Como escrevemos no livro, a parceria com Havelange, Teixeira e sucessores serviu aos cartolas, mas serviu essencialmente à própria Globo.

Quando os grandes ensaiaram um clube dos 13 como embrião de uma liga independente, foram esmagados pelo trabalho de bastidores da emissora, ao lado de Ricardo Teixeira.

Escrevendo no Viomundo, Emanuel Leite Jr. resumiu como a Globo ainda hoje promove o apartheid no futebol brasileiro:

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Emanuel é autor do livro Cotas de televisão do Campeonato Brasileiro: apartheid futebolístico e risco de espanholização.

A estratificação que se observa na tabela acima é vantajosa para a Globo.

Os irmãos Marinho definem o valor que consideram “adequado” e dividem o bolo de acordo com critérios arbitrários, definidos a partir de seus objetivos comerciais.

O clube do grupo 7 almeja chegar ao grupo 6 e assim sucessivamente.

Fora do quadro estão as centenas de clubes que formam a verdadeira base do futebol brasileiro, aquele que apanhou de 7 a 1 da Alemanha e perdeu de 1 a 0 com gol de mão do Peru.

Para preservar sua altíssima taxa de lucro, é imperioso para a Globo manter a estrutura desigual dos dias de hoje, em que negocia clube a clube.

É muito diferente ter, do outro lado, uma liga independente, capaz de avaliar o verdadeiro valor dos direitos de TV e de explorar a disputa entre diferentes emissoras, como acontece com todos os principais esportes coletivos dos Estados Unidos, por exemplo.

Na NFL, a do futebol americano, diferentes pacotes de transmissão são vendidos para diferentes emissoras. Os clubes dão as cartas.

O valor total é rateado e dividido igualmente entre eles.

O objetivo é ter um campeonato mais competitivo.

É permitir que um clube de uma pequena cidade do interior seja campeão nacional.

É ter um mercado razoavelmente homogêneo, que produza público nas arquibancadas e venda de camisetas capazes de reforçar o caixa.

Apesar de todos os jogos do futebol americano serem transmitidos pela TV em distintas plataformas, a pior média de público de 2015 foi do Los Angeles Rams, com 52.402 pessoas por partida; no soccer, a média em 2015 nos Estados Unidos foi de 21.574 pessoas por partida; em 2016, até agora, a média no Campeonato Brasileiro do país do futebol é de 12.217 pessoas.

Para a Globo, tanto faz o clube ter 100 pessoas ou 20 mil nas arquibancadas de seu estádio.

Aliás, se tiver apenas 100 o clube ficará ainda mais dependente das antecipações de receita que a emissora costuma fazer para dar margem de manobra aos cartolas.

Formada pelos clubes, o principal compromisso da NFL é com a saúde financeira dos próprios clubes.

Enquanto isso, no Brasil, a CBF tem uma existência simbiótica com a Globo: muitas vezes, os patrocinadores da seleção brasileira, a maior forte de renda dos cartolas, são os mesmos dos grandes eventos da emissora!

É a CBF rica, assentada sobre clubes instáveis, que por sua vez estão no topo de uma pirâmide de miseráveis.

Quando denunciam o estado do futebol brasileiro, os jornalistas não têm coragem de apontar o dedo para o papel essencial da Globo nesta arquitetura injusta: pode ser o próximo emprego.

MAS, O QUE A GLOBO PODERIA FAZER?

É uma pergunta que os próprios torcedores se fazem.

Eles costumam argumentar que a Globo não entra em campo e, portanto, não pode responder por todas as mazelas do nosso futebol.

Verdade.

Porém, a Globo poderia fazer muito mais do que faz pela reforma do futebol, que no momento é absolutamente nada.

Poderia usar o poder de seus telejornais para promover um debate sobre decisão judicial inédita, que trancou a troca de informações entre autoridades brasileiras e dos Estados Unidos no escândalo da FIFA investigado pelo FBI.

Para dar um exemplo: foi a colaboração de autoridades suiças, na Lava Jato, que permitiu chegar aos dados comprometedores para o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que podem levar à delação premiada mais aguardada pelos brasileiros. Se Cunha delatar, pode arrastar com ele mais de 150 parlamentares.

Hoje, nos Estados Unidos, o empresário J. Hawilla e o ex-presidente da CBF, José Maria Marin, colaboram com as autoridades. Mas os investigadores norte-americanos dependem de documentos que só poderiam obter no Brasil para amarrar várias pontas.

Porém, em 30 de setembro do ano passado uma turma do TRF-2, do Rio de Janeiro e Espírito Santo, decidiu, por 2 votos a 1, conceder habeas corpus impetrado pelos advogados do empresário Kleber Leite e da empresa Klefer Produções e Promoções Ltda.

Os desembargadores Ivan Athié e Paulo Espírito Santo venceram o voto da colega Simone Schreiber ao entender que não pode haver cooperação direta entre autoridades dos Estados Unidos e do Brasil que não passe antes pelo Superior Tribunal de Justiça ou pelo Supremo Tribunal Federal.

É uma questão importante, polêmica e que realmente deve ser tratada com cuidado, já que existem aspectos da colaboração internacional que podem envolver questões de soberania nacional.

Mas, neste caso específico, para além da justa preocupação dos desembargadores, trata-se também de revirar as entranhas da corrupção no futebol, que é um esporte de âmbito internacional: as propinas circulam entre empresas e dirigentes esportivos de diferentes partes do mundo.

Por conta do habeas corpus, todas as decisões de primeira instância ficaram suspensas e todos os documentos obtidos em busca e apreensão na sede da Klefer, por exemplo, foram devolvidos, tornando-se de fato imprestáveis para uso, tanto na Justiça dos Estados Unidos quanto no Brasil.

No mesmo processo, que corre em segredo de Justiça, a nona Vara Federal do Rio de Janeiro havia determinado a quebra do sigilo fiscal de Ricardo Teixeira e da filha dele, Antonia, hoje uma adolescente.

São as pontas do lado de cá das delações obtidas nos Estados Unidos.

A Procuradoria Geral da República no Rio recorreu. Espera derrubar a decisão em instâncias superiores, mas isso atrasa o processo de investigação.

Se prejudica os investigadores do FBI e da Promotoria norte-americana, faz o mesmo quanto a possíveis investigações no Brasil.

Como demonstramos em O Lado Sujo do Futebol, quase todas as tentativas de investigar Ricardo Teixeira ou a CBF ao longo de décadas morreram na Justiça brasileira. Não fossem as autoridades suiças…

Ao tratar do assunto no Jornal Nacional com a mesma ênfase que tem dado à Lava Jato, ou seja, de forma diária, a Globo poderia deixar claro que interessa à população brasileira a investigação de todos os escândalos, inclusive o dos negócios do futebol.

Que as preocupações dos dois desembargadores sejam atendidas e o processo possa andar rápido, com uma troca de informações que leve Hawilla, Kleber e o próprio Teixeira a responder por eventuais crimes cometidos, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

Ao defender a colaboração com o FBI, o Jornal Nacional poderia reparar o terrível erro que cometeu no dia 12.03.2012, quando o repórter Tino Marcos dedicou três frases às denúncias contra Ricardo Teixeira — que naquela data se afastou da CBF — antes de passar a elogiá-lo efusivamente:

Ao longo da carreira, Ricardo Teixeira foi alvo de denúncias.

Diante de todas elas, Teixeira sempre disse que as acusações eram falsas e tinham caráter político.

A denúncia mais contundente foi a de que ele, e um grupo ligado a FIFA, teriam recebido dinheiro de forma irregular nas negociações de uma empresa de marketing esportivo, em 1999. Viu os processos serem arquivados pela Justiça.

A empresa de marketing esportivo à que o JN aludiu é a ISL, que faliu deixando um rombo bilionário. Era a grande fábrica de propinas da cartolagem internacional.

Em O Lado Sujo do Futebol tratamos detalhadamente das origens do escândalo. A ISL foi um braço da Adidas, cujo dono foi um dos grandes parceiros de negócios de Havelange.

No câmbio de hoje, Teixeira e o sogro Havelange foram acusados pelo promotor Thomas Hildbrand, do cantão de Zug, na Suiça, de terem recebido R$ 79.168.625,50 em propinas da ISL, especialmente através de uma empresa fantasma de nome Sanud, baseada no paraíso fiscal de Liechtenstein.

A origem do dinheiro? Os negócios envolvendo direitos de televisão. Assim como adianta dinheiro no Brasil aos cartolas, a Globo adiantou pagamento à ISL para tentar evitar a bancarrota da empresa-parceira.

Quem monopolizou os direitos da Copa do Mundo junto à FIFA e do futebol brasileiro junto à CBF durante o reinado da ISL, de Havelange e de Teixeira? A Globo.

Nas palavras de Galvão, “como fazemos há 40 anos”.

Está na hora da emissora acabar com as quatro décadas de omissão e manipulação quando se trata das mazelas — e notícias — do futebol brasileiro.

Leia também:

Camila Mattoso: Por quem chora Marcelo Campos Pinto

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10 comentários

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RONALD

14 de junho de 2016 às 15h44

O sinismo da Globo não tem fim. Nem percam o tempo, achando que algo de bom sairá dali. Ali é só trevas !!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

Silveira Filho

14 de junho de 2016 às 15h12

Além de distribuir melhor a renda de direitos sobre as partidas dos clubes outra medida que ajudaria a equilibrar a qualidade de partidas do futebol brasileiro seria adequar o calendário europeu ao brasileiro sem, contudo, fazer uma mera cópia daquele. Por isso proponho o explicado no livro Calendário Futebolístico dos Sonhos, onde: JAN -> Início da pré-temporada; FEV a MAI -> Disputa do 1º turno do campeonato brasileiro + 1º fase da Copa do Brasil + Libertadores; jUN e JUL -> Campeonatos Estaduais; AGO a NOV -> Disputa do 2º turno do campeonato brasileiro + 2º fase da Copa do Brasil + Copa Sul-Americana; DEZ -> Férias. Isso, além de evitar o excesso de jogos disputados por uma equipe, evitaria que jogadores saíssem em meio a disputa do campeonato brasileiro e/ou Copa do Brasil. Possibilta, também, que clubes possam disputar torneios internacionais em meados de JUN/JUL.

Responder

alvaro

14 de junho de 2016 às 11h24

As investigações contra a FIFA andam mais devagar que investigação de corrupto tucano pela justiça do tucanistão. provavelmente o marin toma ‘wiski’ todo dia no seu apartamento em prédio luxuoso em NY e vão acabar dando atestado de ‘Onestidade’ para gRoubo pelo apoio ao GOLPE no Brasil e outros lugares da América. Triste uso político da fé do povo em investigação contra a corrupção. Tudo vai continuar como sempre foi.

Responder

    Luiz Carlos da Silva

    25 de setembro de 2016 às 07h35

    PROPOSTA DE CALENDÁRIO PARA O FUTEBOL
    Campeonato Brasileiro
    LIGA OURO No mesmo formato atualmente. Os 20 clubes jogam entre si em turno e returno. Os três primeiros colocados vão para a Taça Libertadores. Do 3 ao 6° vão para a Copa Sulamericana. Os 4 últimos são despromovidos. LIGA PRATA No mesmo formato atualmente. Os 20 clubes jogam entre si em turno e returno. Os quatro primeiros ascendem a Liga Ouro.Os 4 últimos são rebaixados. Campeonato Nacional LIGA BRONZE
    Seria disputada por 320 clubes, divididos em 32 grupos de 10 clubes, em quatro turnos, dois de ida e dois de volta. Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná teriam dois grupos e os demais apenas um grupo. Para a Segunda Fase classifica o campeão de cada grupo, 16 grupos de dois clubes, os vencedores classifica para as oitavas, os vencedores das oitavas se classifica para as quartas, os vencedores das quartas se classifica para as semis e os vencedores das semis fariam a final. Os quatros primeiros são promovidos para a LIGA PRATA.
    COPA DO BRASIL
    Disputada por 16 equipes, assim distribuídas: 04 que disputaram a Libertadores, 04 que disputaram a Sulamericana e 08 da COPA DA LIGA. O Campeão é promovido para a Libertadores do ano seguinte.
    COPA DA LIGA
    Disputada por 32 clubes das Ligas Ouro e Prata que não disputaram as Copas Continentais (Libertadores e Sulamericana), divididos em 8 grupos de 4 equipes. O campeão de cada grupo é promovido a Copa do Brasil do mesmo ano. Os dois primeiros de cada grupo avança para as oitavas, os vencedores das oitavas se classifica para as quartas, os vencedores das quartas se classifica para as semis e os vencedores das semis fazem a final. O campeão disputará a Copa Sulamericana do ano seguinte.
    COPA NACIONAL
    Disputada pelas 320 equipes da Liga Bronze (Campeonato Nacional), divididos em 64 grupos de 5 clubes. Classificando o campeão de cada grupo para a fase seguinte, que será disputada em mata- mata até chegar ao campeão.
    SUPERCOPA DO BRASIL
    Disputada pelo Campeão da Liga Ouro e o Campeão da Copa do Brasil.
    SUPERCOPA DA LIGA
    Disputada pelo Campeão da Liga Prata e o Campeão da Copa da Liga.
    SUPERCOPA NACIONAL
    Disputada pelo Campeão do Campeonato Nacional (Liga Bronze) e o Campeão da Copa Nacional.
    OBSERVAÇÕES
    – Janeiro : Pré- temporada.
    – Fevereiro: Reservado para as seleções disputarem as Eliminatórias, Copas Continentais ( Copa América, Eurocopa, etc) e Copa do Mundo.
    – Os 360 clubes teriam um calendário de março a novembro, no mínimo disputariam 40 jogos e no máximo 60, retirando os jogos comemorativos de abertura de temporada ( Supercopa do Brasil, Supercopa da Liga, Supercopa Nacional e Recopa Sulamericana).
    – Dezembro seria disputado o Mundial de Clubes e férias para os jogadores.

Belmiro Machado Filho

14 de junho de 2016 às 11h16

Tudo que o dedo do rei Midas tocava virava ouro. Onde o dedo da rede Globo toca, literalmente APODRECE. O futebol é o caso mais gritante, porém, o vôlei caminha na mesma direção. Nossas equipes de vôlei se transformaram em verdadeiras usinas de fascistas e racistas.

Responder

Anna

14 de junho de 2016 às 08h34

O Serra estaria atolado até o pescoço em corrupção.
Novidade?

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/serra-e-citado-em-negociacao-de-delacao-premiada-da-oas-na-lava-jato/

Serra é citado em negociação de delação premiada da OAS na Lava Jato
Postado em 14 de junho de 2016 às 8:09 am no Diário do Centro do Mundo

Da folha:

A OAS citou o senador e chanceler José Serra (PSDB-SP) nas negociações para firmar acordo de delação premiada na Operação Lava Jato. O tucano integra lista de quase uma centena de políticos sobre os quais a empreiteira promete dar informações detalhadas de contribuições para campanhas eleitorais.

LISTA 2
Serra pode integrar também a delação da Odebrecht. Ele já aparecia na lista de mais de 200 políticos que foi obtida em operação de busca e apreensão feita na casa de um dos executivos da empreiteira.

VIVA VOZ
O chanceler sempre foi admirado na Odebrecht por pessoas do calibre de Pedro Novis, que antecedeu Marcelo Odebrecht na presidência da empreiteira. Novis vai depor na Lava Jato.

NO MUNDO
A coluna procurou Serra mas a assessoria do chanceler diz que não conseguiu encontrá-lo até o fechamento desta edição.

Responder

FrancoAtirador

14 de junho de 2016 às 03h39

.
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Capaz até dos Filhos Sem-Nome do Roberto Marinho

terem feito Acordo de Colaboração Premiada com o FBI.

Ou foi a Globo que fez Acordo de Leniência com o USDoS.
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Responder

FrancoAtirador

14 de junho de 2016 às 02h52

.
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“A Globo é a única que transmite
gratuitamente em TV aberta”

Galvão Bueno, da Rede Globo
.
Então tá, Sem Noção…

Será que quer dizer que o Custo das Propagandas
Veiculadas na Transmissão dos Jogos na Rede Globo
– que por isso é Paga pelas Empresas Patrocinadoras –
não é Repassado aos Torcedores, que os assistem,
quando compram as Mercadorias delas nas Lojas?

Significa que só os Impostos são Embutidos,
pelos Empresários, nos Preços dos Produtos
que são Comprados pelos Telespectadores?
.
Só Que Não, Gavião!
.
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Responder

Serjão

14 de junho de 2016 às 02h30 Responder

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