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Cartas de Minas
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Sakamoto: Temer quer cobrar INSS de aposentados que recebem a merreca de R$ 880, mas protege os ricaços de taxação

29 de outubro de 2016 às 18h51

idoso

Governo discute cobrar INSS de aposentados, mas protege ricos de taxação

por Leonardo Sakamoto, em seu blog 

Se a equipe responsável por desenhar a Reforma da Previdência confirmar que o governo federal deve propor a possibilidade de cobrança de contribuição ao INSS de todos os aposentados, teremos algumas comprovações – isso, é claro, se ainda restar um país depois dos protestos causados pela aprovação dessa medida.

Primeiro, ficará comprovado que o governo Michel Temer acha que desiguais, ricos e pobres, devem ser tratados de forma desigual.

Não como deveria ser, com os trabalhadores sendo mais protegidos pelo Estado por sua condição de vulnerabilidade econômica e social.

Mas com as pessoas que dependem do INSS mensalmente para sobreviver, ou seja, a camada mais pobre da sociedade, tendo que voltar a contribuir com a Previdência para ajudar nas contas do país.

Enquanto isso, o governo evita discutir a taxação de dividendos recebidos de empresas (como acontecia antigamente e como é feito em todo o mundo), a fazer uma alteração decente na tabela do Imposto de Renda (criando novas alíquotas para cobrar mais de quem ganha muito e isentando a maior parte da classe média), a regulamentar um imposto sobre grandes fortunas e aumentar a taxação de grandes heranças (seguindo o modelo norte-americano ou europeu).

Isso poderia ajudar o caixa da Previdência e serviria como política de redistribuição ao mesmo tempo, o que é sempre bem vindo em um país concentrador de riqueza como o Brasil.

Mostraria também que somos uma democracia de verdade, com o chicote estalando no lombo de ricos e pobres.

Segundo, mostrará que o governo utiliza-se de malabarismos semânticos e lógicos para tentar justificar o injustificável.

Segundo os estudos em curso, trazidos à tona em matéria da Folha de S.Paulo, deste sábado (29), o trabalhador que recebe bruto um salário mínimo quando está na ativa sofre o desconto do INSS.

Então, pela lógica da equipe de Temer, ele deveria ser continuar sendo descontados e receber o mesmo valor quando aposentado e não o valor cheio.

Não importa que os gastos extras com saúde de uma pessoa idosa sejam maiores que de uma pessoa jovem e saudável.

Não importa que a pessoa não receba mais FGTS ou tenha acesso a benefícios dos trabalhadores da ativa.

O que importa é o cálculo nominal, frio e desumanizado.

O valor de R$ 70,40 pode não representar nada para governantes e magistrados que discutem hoje a redução de direitos.

Mas para quem recebe uma merreca de aposentadoria de R$ 880,00 pode ser a diferença em ter dignidade ou não.

Por fim, o governo Michel Temer, com esses estudos e balões de ensaio, segue mostrando que acha que o Brasil é um grande escritório com ar condicionado.

Um dos objetivos da Reforma da Previdência é manter os trabalhadores no mercado de trabalho.

Usa para isso a justificativa que a expectativa de vida aumentou, a população mais jovem diminuiu e é necessário alterar as leis para garantir que aposentadorias continuem sendo pagas – o que não discordo de uma maneira geral.

Para isso, querem uma idade mínima de 65 anos para a aposentadoria. Aí reside o problema.

Normalmente quem defende a imposição dessa idade somos nós, jornalistas, cientistas sociais, economistas, administradores públicos e privados, advogados, políticos.

Pessoas que não costumam carregar sacos de cimento nas costas durante toda uma jornada de trabalho, cortar mais de 12 toneladas de cana de açúcar diariamente, queimar-se ao produzir carradas de carvão vegetal para abastecer siderúrgicas e limpar pastos ou colher frutas sob um sol escaldante.

Afinal de contas, o que são 65 anos para nós, que trabalhamos em atividades que nos exigem muito mais intelectualmente?

Diante da incapacidade de se colocar no lugar do outro, do trabalhador e da trabalhadora que dependem de sua força física para ganhar o pão, no campo e na cidade, esquecemos que seus corpos se degradam a uma velocidade muito maior que a dos nossos.

E a menos que tenham tirado a sorte grande na loteria da genética, eles tendem a ter uma vida mais curta (e sofrida) que a nossa.

Aos 14 anos, muitos deles já estavam na luta e nem sempre apenas como aprendizes, como manda a lei.

Às vezes, começaram no batente até antes, aos 12, dez ou menos.

O ideal seria, antes de fazer uma Reforma da Previdência Social, garantirmos a qualidade do trabalho, melhorando o salário e a formação de quem vende sua força física, proporcionando a eles e elas qualidade de vida – seja através do desenvolvimento da tecnologia, seja através da adoção de limites mais rigorosos para a exploração do trabalho.

O que tende a aumentar, é claro, a produtividade.

Mas como isso está longe de acontecer, o governo deveria estar discutindo o estabelecimento de um regime diferenciado para determinadas categorias nessa reforma para proteger os trabalhadores que se esfolam fisicamente durante sua vida economicamente útil.

O que não seria algo simples, claro, pois em algumas delas os profissionais são levados aos limites e aposentados não por danos físicos, mas psicológicos, chegando aos 60 sem condições de desfrutar o merecido descanso.

É claro que o Brasil precisa alterar os parâmetros de sua Previdência Social e mesmo atualizar a CLT.

O país está mais velho e isso deve ser levado em consideração para os que, agora, ingresso no mercado de trabalho.

Mas a reforma da Previdência que vem sendo desenhada por Michel Temer sob a benção de Henrique Meirelles ignora que há milhões de trabalhadores que começaram cedo na labuta e, exauridos de força, mal estão chegando vivos a essa idade.

Portanto, é um caso de delinquência política e social que vem sendo aplaudido por setores e grupos para os quais R$ 70,40 significa apenas o preço da caipiroska no almoço de sábado.

Leia também:

Paulo Nogueira: A aterradora confissão do procurador da Lava Jato

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38 Comentários escrever comentário »

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FrancoAtirador

04/11/2016 - 20h13

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PMDB e PSDB se adiantaram à Votação da PEC 55

e resolveram fazer Laboratório no Rio de Janeiro:

Dupla de Fantoches da Globo, Pezão & Dornelles,

Decreta o Massacre da População Fluminense.

https://twitter.com/Ciro2018/status/794300185744703488
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Responder

FrancoAtirador

03/11/2016 - 15h47

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Sonegação no Rio Grande do Sul Ultrapassa os R$ 6 BILHÕES

E quem paga o Pato são @s Professores e Demais Servidores

https://twitter.com/BohnGass/status/794175224526807040
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Responder

Reinaldo José Mercador Dantas

31/10/2016 - 17h31

E as panelas não batem mais? Triste Brasil. Tempos sombrios.

Responder

Nelson

31/10/2016 - 16h46

O objetivo real da reforma da Previdência nada tem a ver com déficit. Até porque não existe déficit algum; há muitos anos, a Previdência vem obtendo superávits.

O objetivo real é abrir espaço para os planos de aposentadoria privados, não só aqui no Brasil como em vários países do planeta onde a previdência pública também está sob pressão. A previdência privada é um filão, uma mina de lucros para o setor financeiro.

Se você, assim como o teu patrão, está fazendo, regiamente, a contribuição mensal para a Previdência pública e esta é bem administrada, você tem certeza que, ao findar o teu período laboral, vai usufruir de uma aposentadoria digna, a chama jubilação.

Dificilmente, você vai se interessar em fazer um plano de aposentadoria privado. Para que pagar taxa de administração? Você mesmo faz a tua poupança e administra ela.

De outra parte, se você fica sabendo que só vai se aposentar ao 65 anos ou no “Dia de São Nunca” e, assim mesmo, vai receber uma merreca que o fará passar fome, você se sentirá muito mais inclinado, muito mais incentivado a buscar uma aposentadoria privada.

Então, a jogada do governo Temer, como a de outros governos, é esta: tornar a previdência pública inviável, no sentido de que não garantirá a aposentadoria digna a que qualquer cidadão tem direito, para fazê-o correr atrás de um plano de previdência privado.

Assim abre-se um suculento mercado para turbinar os lucros do setor financeiro.

Responder

FrancoAtirador

31/10/2016 - 14h31

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Entrevista: Ronaldo Curado Fleury, Procurador-Geral do Trabalho (MPT)

“A CLT Existe para Equilibrar uma Relação
que é Naturalmente Desigual”

“É aquele Conceito do Ruy Barbosa,
tratar desigualmente para que se tornem iguais.
Toda Norma Trabalhista é assim.
E onde houve a retirada de Direitos Trabalhistas,
com intuito econômico, essa retirada foi catastrófica”

“A Espanha tem 25% de desemprego
e a Grécia totalmente quebrada.
Retirar direitos trabalhistas funcionou? Não.
Estamos falando na Europa que tem
uma desigualdade menos gravosa que a nossa”

http://jornalggn.com.br/noticia/governo-nao-pode-retirar-direitos-trabalhistas-por-crise-diz-chefe-do-mpt
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Responder

francisco Sim lima

31/10/2016 - 04h13

é um absurdo..o país continua em mãos de esquadrões do roubo.não bastasse quebrar o país agora querem tirar uns tostões do pobre…como pessoas de passado obscuro falam em reforma..cuidado gente Deus Deus e todo maravilhoso e neste casos de achar que vai ficar impune…nas mãos dele quem deve é perdoado se pedir perdão so que tem que pagar..conforme a dívida..não eh brincadeira não..muitos casos de câncer malignos destruidores na classe políticas..pitta.irmão Collor…por aí vai…han….

Responder

    francisco Sim lima

    31/10/2016 - 04h27

    vamos rezar para que o país saía de mãos de governantes ruins que só querem prejudicar o povo e caia em mãos de pessoas certas..quem sabe o Gov.do Rio eleito faça um bom governo e seja iluminado para ser o novo presidente. ..

je

30/10/2016 - 22h52

Já passou da hora de reagir.

Responder

    RONALD

    31/10/2016 - 17h59

    JE, você está enganado, filho. SEMPRE é tempo de se rebelar contra um REGIME TIRANO, SEMPRE !!!!!!!

Indignado

30/10/2016 - 22h40

Nunca na História dessa caricatura de República os três poderes foram tão ruins AO MESMO TEMPO! Com o PT ao menos o executivo fez e muito pelo país. Agora, juntamente com Ministério Público, o projeto é turbinar a concentração de renda e entregar o patrimônio nacional ao capital-financeiro-rentista transnacional.
FORA TEMER e demais GOLPISTAS antes que nada sobre do BRASIL!

Responder

Carlos Abdon Souza Barreto

30/10/2016 - 18h32

Esse presidente de meia pataca é um criminoso. Agora ele quer cobrar INSS dos aposentados aí eu faço há seguinte pergunta cadê as manifestações, cade os panelaço. Essa quadrilha vai acaba com os trabalhadores e aposentados do nosso país. Vamos acordá Brasil para esses políticos que só querem vê os interesses dos ricos.

Responder

Marcos Antonio Pereira Marques

30/10/2016 - 17h37

Fôra governo golpista com toda roubalheira preferia o governo do PT

Responder

Marcos Antonio Pereira Marques

30/10/2016 - 17h35

É isso aí políticos maravilhosos para o povo brasileiro, e tome golpe vamos eleger dinovo essa cambada de canalhas pra afundar o restinho dos cofres do Brasil e usar essas empresas de caminho para o cx 2 e meter a mão em bilhões de reais e só devolver o que quiser,
Até o poder judiciário está a favor do governo voltando contra a população exemplo está semana foi a desaposentacao do INSS isto é imoral vamos pra rua população antes que esses governantes nos mate de fome.

Responder

Fernanda

30/10/2016 - 16h40

O que será dos brasileiros ? a cada dia que se passa a situação piora .
#ForaTemer#

Responder

RONALD

30/10/2016 - 15h14

Faltaram os R$ 224 bilhões que serão DADOS em 2017 como Bolsa-FIESP a estes empresários canalhas conspiradores. Usaram a desoneração do IPI que Dilma deu para eles, embolsaram os lucros sem baixar os preços e depois usaram a “caixinha” para corromper deputados e senadores vendilhões, para afastar sem crime, a presidente eleita com 54 milhões de votos.
Onde estão os 50 bilhões de reais que o Santander e o Itau devem à Receita Federal e não pagam ???
Taxar aposentado?! é muita covardia até para um verme como Temer Breve Tosco !!!!
Auditar a fantasmagórica dívida pública ( privada), taxar dividendos, taxar os lucros dos bancos( único setor impávido na crise), usar a Porcaria241 para reduzir os pagamentos a bancos, tornar o IR realmente progressivo, entre outras medidas, NUNCA estarão na agenda deste Regime Temer Tosco. O Congresso também, com raríssimas exceções, virou uma Casa da Finança e só a ela dá retorno e se ajoelha.
Estamos sitiados num mar enlameado, com um LEVIATÃ a nos perseguir e nos humilhar.
Como diria Cazusa em sua Burguesia: ” VAMOS PRA RUA, VAMOS PRA RUA” !!!
Sem MBL, VEM P RUA e outros sócios de Cunha e dos EUA.
Ana Júlia, Ana Júlia !!!!!! Somos teus fãs !!!!! Você é o futuro da Nação !!!!!

FORA TEMER !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

FrancoAtirador

30/10/2016 - 15h13

.
.
https://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/23
.
CONFIDÊNCIA
(Castro Alves)
.
Quando, Maria, vês de minha fronte
Negra idéia voando no horizonte,
As asas desdobrar,
Triste segues então meu pensamento,
Como fita o barqueiro de Sorrento
As nuvens ao luar.
.
E tu me dizes, pálida inocente,
Derramando uma lágrima tremente,
Como orvalho de dor:
“Por que sofres? A selva tem odores,
“O céu tem astros, os vergéis têm flores,
“Nossas almas o amor”.
.
Ai! tu vês nos teus sonhos de criança
A ave de amor que o ramo da esperança
Traz no bico a voar;
E eu vejo um negro abutre que esvoaça,
Que co’as garras a púrpura espedaça
Do manto popular.
.
Tu vês na onda a flor azul dos campos,
Donde os astros, errantes pirilampos,
Se elevam para os céus;
E eu vejo a noite borbulhar das vagas
E a consciência é quem me aponta as plagas
Voltada para Deus.
.
Tua alma é como as veigas sorrentinas
Onde passam gemendo as cavatinas
Cantadas ao luar.
A minha – eco do grito, que soluça,
Grito de toda dor que se debruça
Do lábio a soluçar.
.
É que eu escuto o sussurrar de idéias,
O marulho talvez das epopéias,
Em torno aos mausoléus,
E me curvo no túm’lo das idades
– Crânios de pedra, cheios de verdades
E da sombra de Deus.
.
E nessas horas julgo que o passado
Dos túmulos a meio levantado
Me diz na solidão:
“Que és tu, poeta? A lâmpada da orgia,
“Ou a estrela de luz, que os povos guia
“À nova redenção?”
.
Ó Maria, mal sabes o fadário
Que o moço bardo arrasta solitário
Na impotência da dor.
Quando vê que debalde à liberdade
Abriu sua alma – urna da verdade
Da esperança e do amor! …
.
Quando vê que uma lúgubre coorte
Contra a estátua (sagrada pela morte)
Do grande imperador,
Hipócrita, amotina a populaça,
Que morde o bronze, como um cão de caça
No seu louco furor! …
.
Sem poder esmagar a iniqüidade
Que tem na boca sempre a liberdade,
Nada no coração;
Que ri da dor cruel de mil escravos,
– Hiena, que do túmulo dos bravos,
Morde a reputação! …
.
Sim… quando vejo, ó Deus, que o sacerdote
As espáduas fustiga com o chicote
Ao cativo infeliz;
Que o pescador das almas já se esquece
Das santas pescarias e adormece
Junto da meretriz…
.
Que o apóstolo, o símplice romeiro,
Sem bolsa, sem sandálias, sem dinheiro,
Pobre como Jesus,
Que mendigava outrora à caridade
Pagando o pão com o pão da eternidade,
Pagando o amor com a luz,
.
Agora adota a escravidão por filha,
Amolando nas páginas da Bíblia
O cutelo do algoz…
Sinto não ter um raio em cada verso
Para escrever na fronte do perverso:
“Maldição sobre vós!”
.
Maldição sobre vós, tribuno falso!
Rei, que julgais que o negro cadafalso
É dos tronos o irmão!
Bardo, que a lira prostituis na orgia
– Eunuco incensador da tirania –
Sobre ti maldição!
.
Maldição sobre tí, rico devasso,
Que da música, ao lânguido compasso,
Embriagado não vês
A criança faminta que na rua
Abraça u’a mulher pálida e nua,
Tua amante… talvez!…
.
Maldição! … Mas que importa?… Ela espedaça
Acaso a flor olente que se enlaça
Nas c’roas festivais?
Nodoa a veste rica ao sibarita?
Que importam cantos, se é mais alta a grita
Das loucas bacanais?
.
Oh! por isso, Maria, vês, me curvo
Na face do presente escuro e turvo
E interrogo o porvir;
Ou levantando a voz por sobre os montes, –
“Liberdade”, pergunto aos horizontes,
Quando enfim hás de vir?”
.
Por isso, quando vês as noites belas,
Onde voa a poeira das estrelas
E das constelações,
Eu fito o abismo que a meus pés fermenta,
E onde, como santelmos da tormenta,
Fulgem revoluções!…
.
http://www.literaturabrasileira.ufsc.br/_documents/0006-00807.html#Confidência
.
https://books.google.com.br/books?id=jYVcAAAAQBAJ&pg=PR1&dq=Escravos+Castro+Alves+1883
.
.

Responder

Sebastiao Magalhaes

30/10/2016 - 14h36

Sr. Sakamoto, mais uma informação para o sr.: Tenho 71 e comecei a trabalhar no pesado um pouquinho antes dos 5 anos, na roça!

Responder

Eugenio

30/10/2016 - 12h16

Não meu caro, nada há de demoníaco no que falei. Trata-se tão somente da velha reciprocidade.

Quem fechou com o diabo, foram aqueles que se acovardaram. Pior, patrocinaram o que está vindo.

E perdoa, mas foi a maioria da população. Porque pior que aqueles que confessam o ranço que guardam no coração, são aqueles que se acovardam. A covardia é a maior traição.

Temer é traidor porque é covarde. Jamais se exporia a vergonha de ser rejeitado nas urnas. Até debocha, porque alcançou o poder sem precisar delas. Precisa menos ainda da tal opinião pública, manipulada porque é bovina.

Então para estes, o castigo.

O castigo que atormenta os covardes, que é se submeter incondicionalmente aos desmandos, aos desatinos atilados que só irão beneficiar a casa grande.

Porque gastar o tempo defendendo quem adora a chibata. Já dizem os psicólogos que há uma parceria entre vítima e algoz. Aí está a parceria, porque combater algo tão deliciosamente nefasto.

Que se encontrem, que se arrebentem, quem sabe daí um dia nasça algo além da tirania.

Em tempo, como ensinava o Millor, um dia o medo e a ambição se casaram e deram a luz a um tirano… eis aí o medo do povo e a ambição de uma autointitulada elite… pariram.

Responder

    CLEIDE REIS

    31/10/2016 - 14h59

    Perfeito.

José Carlos

30/10/2016 - 11h18

Acabem com a sonegação, com as fraudes na previdência, com a otimização dos recursos e uma gestão profissional e principalmente com o abismo existente entre a pública e a privada para ver se não resolve o problema.

Responder

Paulo

30/10/2016 - 09h14

O problema é que todos os governos que entraram lá ninguém, tem a coragem de taxar os mais ricos deste pais só os mais pobres.A gente vamos nos lembrar dos Deputados e senadores que estão apoiando este Governo golpista do PMDB e aliados.Temos que criar bastar que se não o pouco que temos ele vai acabar com tudo.

Responder

Alfredo Maia

30/10/2016 - 07h33

PEC 247: vinte anos de sacrifícios para nada

29 de outubro de 2016 – 11h08
Em 13 anos, Brasil transferiu R$ 3 trilhões ao sistema financeiro
A busca incessante por superávits primários – elevada a um patamar superior na gestão Temer-Meirelles – drena verbas de áreas como saúde, educação, previdência e novos investimentos para o pagamento de juros da dívida pública. Tudo sob o argumento de que é preciso equilibrar as contas do governo. Apesar de tamanho esforço fiscal, que prejudica a maioria da população em benefício de poucos rentistas, o estoque do endividamento só faz crescer, expondo a falácia do discurso corrente.

Kliass: “catastrofismo” criado em torno da dívida é utilizado justificar ajuste e privatizações, que beneficiam rentistas e elite empresarial. Kliass: “catastrofismo” criado em torno da dívida é utilizado justificar ajuste e privatizações, que beneficiam rentistas e elite empresarial.

Por Joana Rozowykwiat

http://www.vermelho.org.br/noticia/288963-1

De acordo com relatório do Tesouro Nacional, pela primeira vez na história, a dívida pública federal superou o simbólico marco de R$ 3 trilhões. Só entre agosto e setembro, houve um aumento de 3,1%, e o montante passou de R$ 2,955 trilhões para R$ 3,046.

Se analisados os últimos doze meses, o estoque da dívida pública federal cresceu pouco mais de 10%. Saiu de cerca de R$ 2,7 trilhões para o atual patamar. Em entrevista ao Portal Vermelho, o economista Paulo Kliass destaca que, no mesmo período, o Brasil pagou algo em torno de R$ 400 bilhões em juros.

O valor é cerca de 13 vezes maior que o previsto no Orçamento de 2017 para o Programa Bolsa Família (R$ 29,7 bilhões) e quase 12 vezes acima dos investimentos em Educação (R$ 33,7 bilhões).

O pior dos mundos

Segundo os cálculos de Kliass, de 2003 até hoje – com uma taxa básica de juros em 14%, que mantém o país campeão de juros reais no mundo -, o Brasil transferiu ao sistema financeiro o equivalente a R$ 3 trilhões em valores atualizados. Mesmo assim, o estoque da dívida só fez crescer. Saiu de R$ 965,8 bilhões em dezembro de 2003 para agora ultrapassar os R$ 3 trilhões.

“É um absurdo. Ou seja, você tem um crescimento muito grande do estoque da dívida, apesar de todo o esforço que foi feito, em termos de política econômica, por mais de 20 anos, no sentido de promover a chamada geração de superávit primário”, critica Kliass, que é doutor em Economia pela Universidade de Paris 10 e Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, carreira do governo federal.

Um governo registra superávit primário quando, ao final de um período, o valor que gasta é menor que aquilo que arrecada. Nesse cálculo, contudo, só são computadas as despesas primárias – aquelas com saúde, educação, previdência, pessoal, novos investimentos etc. Os gastos de natureza financeira não entram nesta conta. Em outras palavras, como o superávit primário não computa as despesas financeiras, ele reprersenta a economia que o governo faz para pagar os juros da dívida pública.

O cenário atual “é o pior dos mundos”, avalia o economista, ao apontar que, por mais que o Brasil tenha seguido a cartilha do financismo – comprimindo despesas que beneficiariam a maioria da população para assegurar recursos do orçamento para o pagamento de juros -, a dívida continua a crescer. “Fazer a política do ‘bom mocismo’ não resolve. Porque a taxa de juros é muito alta”, concluiu.

“Você cumpre o seu dever de casa aos olhos do sistema financeiro, faz um baita de um esforço fiscal, o país inteiro sofre por isso, tudo com o discurso de que isso é para reduzir o endividamento, mas, nesses últimos 13 anos, o país pagou R$ 3 trilhões em juros e ainda aumentou o estoque de endividamento, comprometendo a política econômica agora. Isso é uma loucura”, afirmou.

A combinação da perseguição ao superávit com elevadas taxas de juros – que fazem a dívida se ampliar por mais que se dispendam recursos para administrá-la – beneficia muito poucos, em detrimento da maior parte da população. Ganham basicamente as instituições do sistema financeiro nacionais e internacionais e setores do topo da pirâmide econômica e social, que têm parcela de seus ativos mobiliários na forma de dívida pública.

Como exemplo, Kliass mencionou que, em plena recessão no país, a unidade brasileira do Banco Santander voltou a representar a maior contribuição individual para o lucro do grupo internacional. “Serve para mostrar como o regime financeiro do Brasil é generoso com o sistema financeiro. No fim, você cria um mecanismo em que a elite termina sempre se beneficiando desse tipo de regime”.

Em economia, um país não é igual a uma família

Ele destaca que, diferente do que tenta fazer crer o discurso hegemônico, a dívida pública, em si, não é um problema. Pelo contrário, ela é um elemento importante que o governo tem para fazer política econômica.

A dívida pública é um instrumento utilizado por governos para financiar parte de seus gastos que não são cobertos pela arrecadação de impostos. Assim, o Tesouro Nacional oferece títulos da dívida pública ao mercado e passa a dever às instituições que adquiriram aqueles papéis, pagando sobre eles juros.

De forma equivocada, a atual gestão do presidente Michel Temer – mas não apenas ela – costuma comparar as finanças públicas àquelas de uma dona de casa. Busca, assim, demonizar o endividamento, como se ele fosse levar o país à bancarrota. O paralelo, contudo, não se aplica.

“A dívida pública não tem a ver com você ir ao banco ou pedir empréstimos a um amigo, é algo muito diferente”, ponderou Kliass. Ele explicou que governos de países seguem outra lógica. Diferente de uma família que pode não ter como pagar seus débitos, os estados soberanos podem fazer uso de alguns instrumentos, como a rolagem da dívida. Ou seja, podem emitir novos títulos como garantia de que aquela dívida será paga mais à frente.

Além disso, os estados nacionais são capazes de imprimir mais dinheiro ou fazer uso de reservas internacionais, por exemplo, o que faz com que seja bem mais difícil um país quebrar.

Paulo Kliass resgata uma famosa frase do ex-ministro Delfim Netto, para quem “dívida não se paga, se rola”. Tanto é assim, completa o economista, que não há Estados que decidiram simplesmente zerar sua dívida. “O que você tem é o controle do grau de endividamento, pode ter momentos em que você recolhe dívida ou aumenta, mas a dívida pública de qualquer estado soberano sempre existe”.

A dívida brasileira não é grande

Se o problema não é a dívida em si, mas o nível desse endividamento, em que pé está a situação brasileira? A comparação com outros países indica que a ideia de que o país encontra-se em apuros devido à situação fiscal não passa de um mito. No Brasil, a dívida pública líquida (descontadas as reservas) está em torno de 40% do Produto Interno Bruto. Já a dívida bruta equivale a 66,2% do PIB, segundo dados do Banco Central de 2015.

Embora existam alguns países com dívidas menores que a brasileira, caso de Argentina e Chile, vários outros países, mesmo aqueles mais desenvolvidos, possuem endividamento substancialmente maior, como é o caso dos Estados Unidos (104%), do Japão (230%), da Zona do Euro (90% em média) e do Canadá (92%).

“A situação do Brasil não é tão grave. Ninguém está aí achando que o Japão, por exemplo, vai quebrar. E o Brasil está num nível de endividamento bem abaixo. Estamos em situação até confortável. O que vivemos agora é conjunturalmente uma crise fiscal, isso ninguém nega. Mas não significa que a economia e a sociedade brasileiras não tenham um potencial de cumprir com essas obrigações assim que houver a recuperação da atividade econômica”, avaliou Kliass.

Além de, na comparação com outros países, o Brasil ter um endividamento até baixo, a dívida brasileira, hoje, é majoritariamente em moeda brasileira, o que afasta muitos riscos. No ano 2000, 20% da dívida brasileira era em moeda estrangeira. Em 2015, esse percentual caiu para 6%.

“Desde o Plano Real e, principalmente, com o boom das commodities, a retomada da boa performance exportadora, os saldos superavitários no balanço de pagamentos, houve um processo crescente de internalização da dívida externa, embora o sistema do endividamento continue parecido, porque há agentes externos que compram títulos da dívida brasileira”, apontou Kliass. Outro elemento que dá segurança ao Brasil é o fato de que hoje o país possui cerca de R$370 bilhões em reservas internacionais.

Catastrofismo a serviço da elite

Segundo o economista, o “catastrofismo” criado em torno da dívida brasileira é utilizado para gerar “pânico” e justificar a implementação de políticas de ajuste e de privatizações, que beneficiam os mesmos de sempre: rentistas e uma elite empresarial.

“Há uma tentativa de dizer que, se você não fizer o ajuste fiscal nesse ano ou, pior, como propõe a PEC 241, nos próximos 20 anos, o país quebra num cenário próximo. Não é nada disso. O país não vai quebrar. Usa-se isso para promover privatização, para reduzir o papel do Estado na economia, retirar direitos sociais, reduzir o custo do trabalho. Mas, do ponto de vista objetivo, a comparação com outros países não autoriza nenhum grau de pânico e catástrofe”, observou.

Para ele, a situação momentânea das contas do país exige cuidados, mas o remédio adequado seria exatamente o oposto do receitado pelo governo Temer. Em meio à crise, a gestão tem optado por cortar gastos, o que tem aprofundado a recessão e provocado ainda maior queda na arrecadação, em um verdadeiro ciclo vicioso.

“O que deveria ter é uma política pública anticíclica. Ao invés de cortar, esse é um momento em que se deveria estar gastando para atenuar os efeitos da crise, reduzir o tempo da crise e, no próximo ciclo de crescimento, tudo isso acaba sendo resolvido com a própria dinâmica da economia. Ninguém pode achar que o Brasil vai passar de hoje até os finais do tempo da história numa recessão”, colocou.

O último dos moicanos

Segundo Kliass, o Brasil é um dos últimos países a seguir à risca a receita da austeridade no mundo. “O próprio Banco Mundial, o FMI, países europeus, Estados Unidos, Canadá, Japão, todos eles, de alguma maneira, passaram por cima disso. Porque perceberam que você precisa ter – principalmente em momentos de recessão – o protagonismo do setor público para superar a crise”.

Ele citou como exemplo o resgate dos bancos e da indústria automobilística, bancado pelos Estados Unidos, em meio à crise de 2008. “Tinha aquilo do ‘grande demais para falir’, a ideia de que não poderia deixar quebrar porque a sociedade toda iria perder, e é verdade”, destacou.

“Não existe essa história de demonizar o setor público, isso o mundo capitalista já superou, e mais ainda essa coisa do superávit primário. Com essa ideia de privilegiar de maneira exacerbada o setor financeiro, você acaba penalizando setores não só nessa clivagem dos ricos contra os pobres ou do capital contra o trabalho. Mesmo dentro dos setores das classes dominantes, você faz uma diferença muito grande entre o setor produtivo e o financismo”, analisou.

Kliass lembrou que, durante os governos Lula, era comum ver o então vice-presidente José de Alencar, empresário do setor têxtil, criticar a política monetária de Henrique Meirelles, que era presidente do Banco Central e agora comanda a Fazenda.

“Para o setor produtivo, não interessa juros elevados dessa maneira. O que acaba acontecendo é que os empresários terminam indo buscar os caminhos dos lobbies para obter recursos públicos a taxas subsidiadas e sem oferecer contrapartidas. Mas é isso. Somos os últimos dos moicanos. Ninguém mais no mundo faz o que estamos fazendo”, concluiu.

PEC 241 para perpetuar privilégios

Nesse sentido, a Proposta de Emenda Constitucional 241 – que estabelece um teto para o crescimento dos gastos públicos primários por 20 anos – é mais um passo na contramão. Kliass destaca que a nova regra fiscal que o governo Temer tenta aprovar introduz na Constituição a ideia da busca do superávit primário.

Isso porque, pelo projeto do governo, o limite ao crescimento das despesas não se aplicará aos gastos com juros, mas apenas àqueles em áreas como saúde, educação, previdência e assistência social.

“A malandragem da PEC é exatamente essa. Só ataca as despesas primárias, continua dando o tratamento da bondade e do privilégio para a despesa financeira. A PEC introduz no texto constitucional e perpetua isso. É um baita engessamento”, criticou o economista.

De acordo com ele, o governo está propondo impor perdas à saúde, à educação, aos salários dos servidores, aos novos investimentos, por exemplo, sob o argumento de que não pode gastar mais do que arrecada. Mas, ao mesmo tempo, não fala em restringir o que vai para o ralo dos juros da dívida, algo em torno de 9% do PIB.

“Eles dizem: ‘ah, mas não posso mexer nos contratos’. Está bem. Mas e os contratos sociais em que você está mexendo? Aí pode? É a mesma coisa”, defendeu. Para ele, impor limites às despesas de natureza financeira não significa dar calote nos credores, mas rolar a dívida, por exemplo.

A PEC só favorece, portanto, rentistas e setores da iniciativa privada. Isso porque, na prática, a nova regra fiscal reduz a capacidade do Estado de prestar serviços públicos à população, que terá que recorrer à iniciativa privada – engordando, assim, o bolso de uma elite.

“Você está apresentando à sociedade um quadro em que as pessoas vão continuar tendo que estudar, ir ao médico, se aposentar, mas infelizmente o Estado não poderá mais fazer, o governante não poderá mais fazer porque a Constituição proíbe. Então vai ter que recorrer ao sistema privado. E aí você tem explicitamente a privatização dos serviços públicos. Ou, se quiser pensar do ponto de vista de funcionários, não vai poder fazer concurso ou realizar reajuste, então vai terceirizar as funções públicas – um outro mecanismo de privatização”, previu.

Leia também:
Teto de gastos ataca direitos do povo e preserva privilégios dos ricos
Grazielle David: PEC 241 inviabiliza direitos garantidos pela Constituição Cidadã

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Cláudio

30/10/2016 - 04h21

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: * * * * 04:13 * * * * .:. Ouvindo As Vozes do Bra♥♥S♥♥il e postando: A grande mídia (mérdia) é composta por sabujos sujos e sabujas sujas a serviço dos ianque$ e do $ionismo de capital especulativo internacional e outras máfias (como a ma$$onaria) dos e das canalhas direitistas…
.
Má sORTE para a direita e para @s seus/suas [email protected] [email protected] [email protected] ! ! Sem dó nem piedade ! ! . . .
.
PARA A ENÉSIMA PUTifARIA ( patifaria + putaria ) DA DIREITA:
Foi com muito cálculo que se preparou mais essa para o PT (e/ou as esquerdas, o progressismo/trabalhismo). E, ao que parece, o partido não contava nem se preveniu para essa eventualidade. Aliás, é estranho o número de vezes que o PT é pego de calças curtas, desprevenido e perplexo. E, o que mais espanta, é que seus inimigos nem parecem ser tão espertos assim.
.

Poesia contra a distopia (Distopia = Ideia ou descrição de um país ou de uma sociedade imaginários em que tudo está organizado de uma forma opressiva, assustadora ou totalitária, por oposição à utopia. “Distopia”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/distopia [consultado em 01-10-2016].)

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O fetiche da mercadoria
ou
dA coi$ificaçãØ do ser humano
……………………………………………………………para o poetamigo e Doutor em Comunicação Laerte Magalhães
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…………………………………………………………………………………………………………(Cláudio Carvalho Fernandes)
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O poema acima (O fetiche da mercadoria…) apresenta-se, no original, em forma de cubo, o protótipo da mercadoria.
::
Desalienando a ma$$ificação coi$ificante
.
É melhor
Ser um, mesmo que zero, à esquerda
Do que, títere-palhaço, a-penas (só) faz-ser nú-mero$-$$ à direita
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
::
Poema Z
…………………………………………….Para Dilma, Lula e o PT e todas as forças progressistas brasileiras (e mundiais). Sinta-se homenageado/a, também.
.
Penso
Logo(S)
ReXisto
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
::
Sempre
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A vida
Entre duas pedras:
Sobre
Viver
Ou
Morrer
Sob…
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
::
Tão duro mas tão terno
.
É preciso
Não ter esperança alguma
Para se construir
Da necessidade (de viver, do viver)
Algo melhor
Do que não ter esperança alguma
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
::
Doce conformismo ?
Ou
Da “queda” da poesia para a história
.
As coisas são como são
E não como deveriam ser
Penar por elas é em vão (ou não)
(S)E ultrapassa o próprio viver
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
::
ReXistência
.
Não deixe que aluguem o seu pensamento:
Simplesmente mude de canal ou desligue a TV
Diga “NãO” à Rede Goebbels
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
::
(Em la lucha de clases)
.
Em la lucha de clases
Todas las armas son buenas
Piedras
Noches
Poemas
…………………………………………….(Paulo Leminski)
::
(Não é a beleza)
.
Não é a beleza
Mas sim a humanidade
O objetivo da literatura
…………………………………………….(Salamah Mussa)
::
A existência precede a essência.
…………………………………………….(Jean-Paul Sartre)
::
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* 1 * 2 * 13 * 4
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♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
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Por uma verdadeira e justa Ley de Medios Já pra antonti (anteontem. Eu muito avisei…) !!!! Lula (sem vaselina) 2018 neles (que já tomaram DE QUATRO) !!!!
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Responder

Cláudio

30/10/2016 - 04h13

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PARA A ENÉSIMA PUTifARIA ( patifaria + putaria ) DA DIREITA:
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Poesia contra a distopia (Distopia = Ideia ou descrição de um país ou de uma sociedade imaginários em que tudo está organizado de uma forma opressiva, assustadora ou totalitária, por oposição à utopia. “Distopia”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/distopia [consultado em 01-10-2016].)

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…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
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E não como deveriam ser
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Não deixe que aluguem o seu pensamento:
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Todas las armas son buenas
Piedras
Noches
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…………………………………………….(Paulo Leminski)
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(Não é a beleza)
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Não é a beleza
Mas sim a humanidade
O objetivo da literatura
…………………………………………….(Salamah Mussa)
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Responder

JORd

30/10/2016 - 00h36

Temer fora
Ele vai direto

Responder

FrancoAtirador

29/10/2016 - 22h45

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“Os Ricos Farão de Tudo Pelos Pobres,
Menos Descer de suas Costas”
Leon Tolstoi

https://pbs.twimg.com/profile_banners/104492666/1475546510/1500×500
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Responder

Gloria

29/10/2016 - 22h00

Governo corrupto! Povo omisso acorda vamos dizer não a esse ditador

Responder

Luiz Carlos P. Oliveira

29/10/2016 - 21h48

Dá-lhe! Arrebentem com esse país. Mostrem para os coxinhas quem é o pato. Mostrem por que usurparamo poder. Mostrem à que vieram. Vou assistir de camarote a ruína daquele que poderia ser um dos melhores paises do mundo. Agora eu quero ver o fundo do poço. E já começou: desemprego e empresas e lojas fechando por todo o país. Viva os coxinhas! Viva os inconsequentes! Viva os imbecis e os idiotizados.

Responder

DeBlu

29/10/2016 - 20h29

Desse jeito temos que partir para a ignorância armada.

Responder

Eugenio Arima

29/10/2016 - 19h42

Com honestidade e profunda amargura, digo que o que irá ocorrer é justo e merecido.

O tal povo, aquele que de modo mais direto foi beneficiado pelos programas sociais, pela recuperacao do valor de compra do salário mínimo, pelas políticas afirmativas, as bolsas nas faculdades, foram os primeiros a abandonar o governo que por obrigacao, devolveu estes direitos aos cidadaos.

Estes dirao que deixaram de apoiar aquele governo por conta da corrupcao. Diziam que se nao houvesse, haveria muito mais. Que argumento ingenuo!

Para alguem que fura filas, quase derruba os mais incapazes na hora de entrar no onibus, que se “encostam” no INSS para receber algum sem trabalhar, que provocam a demissao para receber o seguro desemprego e depois se recolocar e receber o salário “por fora” para ganhar mais um pouco, nao se acham corruptos. Como sempre, no país, sao os outros.

Assistiram candidamente a tomada do poder e se calaram acovardados. Pior, ao melhor estilo traíra, foram pedir por Barrabás.

Agora vem a paga. Merecida, adequada.

Que sejam retirados todos os “benefícios” ,afinal, pagamos imposto para ter melhores estradas pavimentadas, para a maravilhosa seguranca (ops, isto cabe ao governo estadual), para o sistema de habitacao, que aliás, estava fechado para o público remediado há quase trinta e cinco anos.

Pois é, para mim, espero nao muito longe ir embora deste hospício.

Liberalismo para voces, selvageria para voces, vergonha sobre voces.

Responder

    JORd

    30/10/2016 - 00h30

    vc deve ter um espirito do diabo
    como esse temer porque esse cara e o diabo disfarcado de gente
    mas todos os pobres vao lembrar dos deputados que acompanhar esse demoniaco

FrancoAtirador

29/10/2016 - 19h33

.
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Aqui, Rico Não Paga nem IPVA de Lanchas, Iates, Helicópteros e Jatinhos Particulares.

Em Toda a História Moderna, Não Houve Um País Sequer que Tenha se Desenvolvido,

Econômica e Socialmente, Sem Cobrar Impostos dos Ricaços e Sem Isentar os Pobres.
.
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Responder

    FrancoAtirador

    29/10/2016 - 19h48

    .
    .
    E Precisamente Neste Momento, o Problema Financeiro do País
    Não Decorre das Despesas, Mas Sim da Redução da Arrecadação.
    .
    E Esse Governo Fantoche dos Plutocratas Mente Descaradamente
    pra Beneficiar Meia Dúzia de Banqueiros e Empresários Bilionários,

    entre os quais os Proprietários do Itau, do Bradesco e da Rede Globo,
    que Não Produzem Nada, a Não Ser Humilhação às Pessoas Carentes.
    .
    .

    Gloria

    29/10/2016 - 22h14

    Perfeito franco!

    FrancoAtirador

    30/10/2016 - 14h04

    .
    .
    Valeu, Glória!
    Até a Vitória!
    !!! Sempre !!!
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