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Rovai propõe debate a Fernando Rodrigues sobre publicidade


17/12/2014 - 19h28

folha

A Folha pariu um balão

Fernando Rodrigues precisa explicar suas contas

Por Renato Rovai, em seu blog

dezembro 17, 2014 15:00

O jornalista Fernando Rodrigues, que conheci quando ainda era trotskista lá no campus da Universidade Metodista, tem desempenhado há alguns anos o papel de setorista pra questões do financiamento da mídia independente na Folha de S. Paulo, de onde, consta, foi recentemente demitido. De tempos em tempos ele busca, com informações levantadas no governo federal, prejudicar veículos que têm tido um papel importante na oxigenação do ambiente midiático. E atira na política de pulverização das verbas publicitárias, como se defendesse com isso o interesse democrático. Na prática, apenas faz o jogo dos donos da mídia tradicional.

Mas dessa vez Fernandinho, como era conhecido na universidade, jogou pesado. Ele publicou um texto a 1h58 da madrugada de hoje no seu blogue e talvez pelo adiantado da hora cometeu uma série de devaneios matemáticos. Acontece que os devaneios deturpam todos os dados e são prejudiciais apenas a um lado, o dos veículos que Fernando Rodrigues quer impedir que existam e tenham o legítimo direito de disputar verbas no mercado publicitário.

A tranquilidade abunda do lado de cá para tratar deste tema. Em primeiro lugar, porque pela reportagem de Rodrigues a Revista Fórum é o site com maior audiência de todos os citados e foi o que recebeu o menor volume de publicidade entre todos. E exatamente por isso, nenhuma linha do texto é dedicada à Fórum. Que também não entra nas contas de Rodrigues. Isso não quer dizer que não seremos solidários com os outros veículos parceiros de blogosfera. Porque eles não receberam nada a mais do que merecem. Muito pelo contrário.

Vamos às armadilhas Rodriguianas

1) A primeira coisa que se precisa explicar ao Fernando é que ele não pode pegar o volume de recursos do ano recebido por uma publicação e dividir pelos visitantes únicos de um único mês. E escolher pra isso exatamente o mês de menor audiência na internet, dezembro. Trata-se de uma clara manipulação estatística. Fernando pega, por exemplo, os R$ 618,2 mil recebidos da Caixa e do BB pelo Conversa afiada e divide por 236 mil visitantes únicos de dezembro/2103, o o que resultaria num custo por visitante de R$ 2,60. Hã? Como assim? Dividir o volume de recursos do ano todo pelos visitantes únicos de um único mês, de onde ele tirou isso? Para o leitor que não é do ramo entender seria o mesmo que dividir todo o recurso do ano arrecadado nos jogos do Morumbi pela quantidade de pessoas que foram ao estádio em dezembro.

2) Ao mesmo tempo Rodrigues pega todo o recurso recebido durante o ano inteiro pelo Terra, que teria sido de R$ 5,5 milhões, e divide…tchan, tchan, tchan pela audiência de 24,9 milhões de visitantes únicos de, segundo o texto, 2013. E não de apenas um mês. E aí chega a um custo por visitante único bem menor.

3) Em relação à Fórum, Rodrigues preferiu não fazer contas. Claro que nos deixou de lado porque já estava tarde e não com base numa certa seletividade jornalística. Mas seguindo o padrão das contas dele, Fórum que teve 470 mil visitantes únicos, segundo os dados ele, em dezembro de 2013 e recebeu ao longo do ano a impressionante cifra de R$ 58,2 mil das estatais citadas, teria um custo mesmo assim menor que o do Terra, que seria de R$ 0,21. O da Fórum seria de R$ 0,12. Mas aí a conta não foi feita. O leitor do Rodrigues não tem o direito de saber disso. Reportagem não pode ser correta, tem que ser sacana.

4) Acontece que todas essas contas valem muito pouco, porque não há lógica alguma em nada disso. O mercado não usa visitante único como base em nenhuma plataforma. Visitante único é o mesmo que leitor, ouvinte, telespectador. Ou seja, se eu for ler a Folha todo dia quando um anunciante for contratar a publicidade ele só me contará uma vez durante o mês? Se eu vejo a Globo todos os dias minha audiência é contada só uma vez durante o mês? Evidente que não. Por isso o mercado usa como referência o critério de page views na hora de comprar publicidade na internet. Isso vale para o UOL, pro Globo e pra Fórum.

5) Os veículos que Fernando Rodrigues diz ter audiência limitada, por exemplo, tem mais audiência que IstoÉ na internet. Basta ele ir lá no Alexa e comparar. Nem é necessário pedir estatísticas para empresa privada. No caso da Fórum, eu topo abrir o Analytics na frente dele (o Analytics é do Google, que não é bolivariano) pra mostrar que limitado é o jornalismo que deturpa números para forjar uma tese que não se sustenta sem fraude matemática.

Enfim, a lista poderia ser grande. Há outras muitas incoerências na matéria da Folha, assinada pelo blogueiro do UOL. E se o Fernando Rodrigues desejar, estou à disposição para debater com ele essas contas. Porque seriedade com os dados e suas correlações é o mínimo que se espera de quem diz respeitar a profissão.

PS do Viomundo: O patrulheiro fiscal do UOL pariu um balão desonesto e não deu conta de explicar quem, na mídia, recebeu R$ 155 milhões dos tucanos. O Viomundo defende a extinção de toda a publicidade oficial, nos moldes do que fez Roberto Requião quando governava o Paraná. É preciso ensinar à mídia como se faz superávit primário eliminando a publicidade com dinheiro público. Nada de engordar o Otavinho ou seus prepostos. Era só o que faltava empresas que apoiaram o golpe militar e que fizeram fortuna durante a ditadura, mamando nas tetas do Estado ou recebendo favores oficiais, agora posarem de árbitros!

Leia também:

Emanuel Cancella: A Globo sempre jogou sujo contra a Petrobras





10 comentários

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FrancoAtirador

19 de dezembro de 2014 às 13h41

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O Medo das Empresas de Comunicação

Por Fábio de Oliveira Ribeiro, no GGN

Uma das coisas mais interessantes que aprendi lendo “Ab Urbe Condita Libri”,
de Tito Lívio, foi justamente sobre o medo.

O medo é um sentimento comum a todos os homens e, sem dúvida alguma, o maior problema com que se depararam e deparam os comandantes militares.

O medo, que pode ser provocado por alguma coisa real ou imaginária, se propaga pelos soldados fazendo-os ficar paralisados e, eventualmente, dar as costas ao inimigo fugindo em desordem. O maior medo de qualquer comandante deveria ter, portanto, era o de perder o controle de seus comandados.

Os romanos descobriram que a única maneira de fazer isto era obrigar os soldados temerem mais seus comandantes do que os inimigos.
As punições impostas aos legionários romanos que agiam como covardes eram cruéis e quase sempre mortais.
Antes de uma investida, houve um comandante romano que mandou queimar o acampamento na retaguarda para que os soldados soubessem que se não vencessem os inimigos não teriam para onde voltar.

Quando uma tropa refugava o combate, o comandante submetia-a à dizimação (execução aleatório de um em cada dez soldados).
Os soldados acovardados podiam ser enforcados no tronco e vergastados (espancados com varas como se fossem crianças).
A punição mais temida pelos soldados romanos, porém, era o banimento do acampamento fortificado (caso em que o soldado ficaria a mercê do inimigo, da fome, do clima e das feras).

Vencer ou vencer era um lema e para tanto os comandantes romanos sempre colocavam seus soldados entre dois medos:
o medo do inimigo e o medo da punição imposta pelo comandante.
Além de controlar o medo entre seus comandados,
os comandantes romanos faziam de tudo para projetar medo entre os inimigos.

Ao atacar ferozmente os Blogs as empresas de comunicação
(que sofreram perdas econômicas em razão da crescente informatização
da economia e da sociedade brasileira) querem projetar medo
num adversário mais fraco que tem potencial para se tornar mais forte.

O que conseguiram, entretanto, foi exatamente o oposto:
quem se sente suficientemente seguro de si não incomoda um adversário
supostamente mais fraco que sabe poder destruir completamente quando bem entender.

O medo das empresas de comunicação é evidente.

Mas ele é apenas a ponta de um iceberg de medo enterrado em balanços
que provavelmente tem sido maquiados para permitir sua sobrevivência.

Seus donos sabem que se tornaram mais e mais dependentes das verbas estatais de publicidade
e que terão que disputá-las com os Blogs num futuro próximo.

Antecipando a derrota em razão do temerário ataque que revela apenas seu medo,
as empresas de comunicação já se deram por derrotadas.

(http://jornalggn.com.br/noticia/o-medo-das-empresas-de-comunicacao)
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alvaro

18 de dezembro de 2014 às 20h41

Esse papo de financiamento de blogs é tão enviezado que chega a dar pena da argumentação dos bate-paus do PIG. Se a mídia velha tivesse um pouquinho de juízo não tocava nesse assunto nunca. Mas é que o desespero da falência já deve estar batendo no joelho. Mas não me admira nada esse Fernando Rodrigues. É o que sempre foi. Tem nego que sempre consegue a proeza de empurrar o fundo do poço mais para baixo.

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Adilson

18 de dezembro de 2014 às 15h58

Rovai fez o que os parlamentares do PT não fazem, matou a cobra e chamou o adversário pro pau.

Responder

FrancoAtirador

18 de dezembro de 2014 às 13h18

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Como o governo do PT banca[va] a pior mídia do planeta

Por Leandro Fortes, no DCM, via GGN

O recente levantamento publicado pela “Folha de S.Paulo” sobre despesas de publicidade do governo federal, nos últimos 14 anos, 12 dos quais sob o comando do PT, é, ao mesmo tempo, um espanto estatístico e um desalento político.

Foram 15,7 bilhões de reais despejados, prioritariamente, em veículos de comunicação moralmente falidos e explicitamente a serviço das forças do atraso e da reação. Quando não, do golpe.

O mais incrível é que 10 entre 10 colunistas cães de guarda da mídia não perdem a chance de abrir a bocarra para, na maior cara de pau, acusar blogueiros de receber dinheiro do governo para falar bem do PT.

Ainda que fosse verdade (99% dos blogueiros não recebem um centavo de ninguém), ainda assim, não seria injusto.

Isso porque somente a Globo recebeu 5 bilhões de reais dos cofres públicos para, basicamente, falar mal do PT. Nada menos que 1/3 de todo dinheiro gasto com publicidade pelo governo federal.

E se pode, ainda, colocar mais 1 bilhão de reais por fora, valor atualizado da sonegação de impostos com a qual a Globo está envolvida.

Sem falar na Editora Abril,
responsável pelo esgoto da revista Veja.

Apesar do histórico de invencionices,
o balcão dos Civita faturou
quase 300 milhões (!!) de reais
de grana do contribuinte para produzir
lixo tóxico disfarçado de jornalismo.

Isso significa que o negócio do jornalismo no Brasil, sempre tão ávido em apontar o dedo para o governo, simplesmente, não vive sem o dinheiro da Viúva.

Esse levantamento reforça a tenebrosa impressão de que os governos do PT foram definitivamente dominados pelos oligopólios da mídia de forma a garantir-lhes renda líquida e necessária, mesmo que a contrapartida seja a fatura conhecida de todos: calúnia, difamação, injúria, mentiras, boatos, assassinatos de reputação e ataques editoriais.

Por essa razão, tornou-se imperiosa a necessidade de se fazer, imediatamente, uma revisão geral dos critérios de aplicação de publicidade oficial nessas máquinas privadas de sucção de dinheiro público.

Em um mundo virtual, onde a comunicação de rede trabalha com audiência de milhões de pessoas em torno de um único post nas redes sociais, tornou-se totalmente obsoleto o tal “critério técnico”, seguido como evangelho pelo governo federal.

Está bem claro quem são os beneficiários dessa armadilha burocrática mantida intacta pelo Palácio do Planalto.

E, é bom que se diga, isso nada tem a ver com regulação da mídia, nem se inclui em qualquer dessas falsas polêmicas relativas a liberdade de imprensa e de expressão – tão caras a moralistas e hipócritas a soldo das empresas de comunicação.

Trata-se de acabar com um sorvedouro de dinheiro público.

(http://jornalggn.com.br/noticia/e-imperiosa-a-necessidade-de-revisar-os-gastos-federais-com-publicidade)

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/image193.jpg

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FrancoAtirador

18 de dezembro de 2014 às 12h28

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Carta Maior irá processar a Folha de São Paulo [Grupo Folha]

Com obsessiva recorrência, o oligopólio midiático que domina a sociedade brasileira desembainha armas para fustigar qualquer ensaio de pluralidade na estrutura de comunicação do país.

Interditar a participação, mesmo que tangencial, como acontece hoje, dos veículos progressistas na programação da publicidade estatal, é um dos carros-chefes dessa guerra diuturna.

Mais uma vez, o jornal Folha de São Paulo bateu continência nesse cerco, nesta 4ª feira, com a veiculação da reportagem ‘Sites alinhados ao governo foram beneficiados com gasto em publicidade’.

Nela, o principal diário da família Frias, cuja empresa ostentaria em seu histórico um intercurso explícito com órgãos de repressão da ditadura militar, exercita o que sabe fazer de melhor: a falsificação dos fatos em benefício de teses preconcebidas.

Estamos falando de uma expertise reconhecida.

Recorde-se o desconcertante episódio da ‘ficha falsa da Dilma’, de 2009.

Na edição de 5 de abril daquele ano, em aquecimento para a campanha presidencial de 2010, quando seu candidato eterno, o tucano José Serra, enfrentaria a então ministra Dilma Roussef, a Folha veiculou, junto com reportagem que tratava de um suposto plano de sequestro do então ministro Delfim Netto, durante a ditadura, um documento falso sobre a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

Meses depois, à fórceps, o jornal admitiria parcialmente que ‘a ficha’ publicada fora obtida por e-mail, e pinçada de um site de extrema-direita, ‘Ternuma’.

Não havia qualquer traço de veracidade no documento e, menos ainda, de responsabilidade jornalística na forma como a Folha o veiculou, dando como origem, não checada, o Arquivo Público do Estado de São Paulo, onde estaria guardado com outros documentos do Dops.

Era mentira.

A mesma receita de jornalismo de cavalaria ligeira –vamos dizer assim– repete-se agora na reportagem desta 4ª feira, com a qual o diário dos Frias lança uma sombra de suspeição sobre o que denomina ‘sites alinhados ao governo’ , que tiveram acesso a verbas de publicidade estatal.

De saída é forçoso reconhecer: a própria Folha estampa na reportagem números francamente desfavoráveis à sua tese.

A saber: nos últimos 14 anos, as estatais brasileiras investiram R$ 15,7 bilhões em publicidade. Desse total, oito veículos apontados como ‘alinhados’ pelo jornal – entre os quais ela inclui Carta Maior– receberiam menos de R$ 75 milhões em publicidade.

Enquanto isso, paladinos daquilo que os Frias possivelmente qualifiquem como jornalismo isento, abocanharam enormes fatias dos gastos totais. Cerca de 1/3 do total dos R$ 15,7 bilhões, portanto, mais de R$ 5 bilhões, aterrissaram no caixa das Organizações Globo, por exemplo. Ao grupo Folha, sozinho, coube um fluxo de R$ 250 milhões, mais de três vezes o total direcionado ao conjunto dos denominados ‘sites alinhados’.

Abatida na aritmética, a tese da suspeição embutida na ‘reportagem’ investe então em outra frente.

Baseada em informações obtidas junto a fontes não declinadas da ‘oposição’ –a exemplo do que fez no episódio da ficha falsa da Dilma’, o jornal afirma que : ‘Acusados pela oposição de serem financiados pelo Palácio do Planalto e o PT, sites e publicações que adotam em linhas gerais uma posição de defesa do governo também receberam recursos de publicidade das principais estatais brasileiras nestes 14 anos’.

Carta Maior nunca omitiu sua linha editorial de esquerda, nem ocultou o apoio crítico aos governos progressistas que dirigem o país desde 2003.

Esse apoio crítico frequentemente se traduz na reprovação a medidas e políticas adotadas em Brasília.

A coerência com seus princípios editoriais está estampado em suas páginas sendo do conhecimento de seus leitores.

Esse veículo que a Folha agora denomina de “alinhado com o governo” foi seu parceiro de conteúdo durante longos quatro (4) anos, período em que centenas de matérias, produzidas pela Carta Maior, foram publicadas no Portal UOL, de propriedade do Grupo Folha.

Foi somente no ano de 2002, na crispação da disputa eleitoral, é que o UOL parou de publicar matérias da Carta Maior, atendendo a um pedido do então candidato José Serra, segundo informações de “congressistas da oposição “.

Mais que isso.

Durante mais de 10 anos o Jornal Folha de São Paulo publicou uma excelente coluna do jornalista Nelson de Sá, denominada TODA MÍDIA, recentemente extinta. Pois bem, esse insuspeito jornalista, na sua insuspeita Coluna Toda Mídia, publicou mais de 300 textos remetendo a Carta Maior, o indigitado veículo de esquerda agora “alinhado ao governo, segundo o jornal.

Carta Maior não mudou.

Ontem como hoje, sua independência se assenta em uma transparência de propósitos políticos claramente assumidos em sua página. Entre eles, o de contribuir para o debate progressista no Brasil e a construção de uma verdadeira democracia social no país.

Avulta assim inaceitável a afirmação da reportagem da Folha de que Carta Maior –a exemplo dos demais veículos arrolados pelo jornal– se enquadra naquilo que fontes não declinadas afirmam serem sites e publicações ‘ financiados pelo Palácio do Planalto e o PT’.

Diante da fraude mais uma vez ancorada em fontes anônimas – não checadas, insista-se, a exemplo do que se fez deliberadamente com a ‘ficha falsa da Dilma’ pinçada de um site de extrema –direita— a direção de Carta Maior decidiu acionar a Justiça para que interpele o diário dos Frias sobre suas afirmações, nos seguintes termos:

‘Na data de hoje foi veiculada uma notícia (em anexo) dando conta de que a empresa Carta Maior teria recebido dinheiro do Partido dos Trabalhadores. “Congressistas” seriam a fonte de tal informação.

A Carta Maior (através do seu advogado abaixo assinado) vem por meio dessa solicitar a Vossas Senhorias, em razão dessa afirmação falsa, as seguintes providências:

a) o Grupo Folha deve informar, não só à Carta Maior, mas aos próprios leitores de Vossas Senhorias, quem são os “congressistas” anônimos que fizeram tal afirmação falsa;

b) O Grupo Folha deve publicar matéria com o mesmo destaque dado à informação falsa, informando aos seus leitores que Carta Maior JAMAIS recebeu qualquer quantia do Partido dos Trabalhadores.

Cordiais saudações,

Carta Maior

(http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Midia/Carta-Maior-interpela-Folha-na-Justica/12/32467)
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Responder

Elias

18 de dezembro de 2014 às 11h42

A única seriedade que se pode atribuir ao “folhista” demitido é o fato de que nunca ri. Quanto à honestidade jornalística pode-se concluir nos anos em que trabalhou na Folha, um jornal que mente.

Responder

Flavio de Oliveira Lima

18 de dezembro de 2014 às 11h10

“Nada de engordar o Otavinho ou seus prepostos. Era só o que faltava empresas que apoiaram o golpe militar e que fizeram fortuna durante a ditadura, mamando nas tetas do Estado ou recebendo favores oficiais, agora posarem de árbitros!”
Boa Azenha! Essa pegou na testa!

Responder

José Cláuver

18 de dezembro de 2014 às 08h39

Como assinante da Folha,

pedi uma satisfação à ombudsman, a quem encaminhei em anexo o texto do Renato Rovai. Pura perda de tempo, mas o jornal não vai poder dizer que não tomou conhecimento das críticas…

Responder

Sérgio Rodrigues

18 de dezembro de 2014 às 02h10

Trosko é trosko!…Esperar o que?…

Responder

Marat

17 de dezembro de 2014 às 23h58

Rsrsrsrsrsrsrsrsrs
Tanto o texto do Rovai, quanto o PS do Viomundo desmancharam o castelo de cartas de um aspirante a associado do clube do PIG – “Ei, aqui neste clube só entra quem provar que é malandro…”
Pobre Rodrigues, poderia dormir sem estas…

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