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Psol leva deputados quebradores de placas do PSL ao Conselho de Ética da Câmara
Os deputados Bruno Silveira e coronel Tadeu trocam cumprimentos no plenário da Câmara. Foto Lula Marques, via Fotos Públicas
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Psol leva deputados quebradores de placas do PSL ao Conselho de Ética da Câmara


19/11/2019 - 23h13

Antes (Reprodução twitter)

por Marcelo Freixo (Psol-RJ)*

A história do Brasil é marcada pela violência do tronco e do açoite.

E nós não aceitaremos deputado feitor.

Vão responder pelo crime de racismo.

Outro deputado do PSL, o mesmo que quebrou a placa da Marielle [Bruno Silveira, PSL-RJ), disse que os negros morrem mais porque cometem mais crimes.

Essa declaração racista nojenta não pode ser tolerada no Parlamento.

Racismo é crime, e eles vão responder no Conselho de Ética.

O ato do Coronel Tadeu, do PSL, de destruir um quadro que denuncia a violência contra os negros é compatível com a mesma violência praticada pelo Estado nas favelas brasileiras.

Essa é uma casa de ideias, não de violência. Quem não as tem, não deveria estar aqui.

Racismo é crime. E os dois deputados racistas do PSL vão responder por isso no Conselho de Ética da Câmara.

*Escrito no twitter

Depois (Foto Lula Marques)

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1 comentário

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Zé Maria

22 de novembro de 2019 às 20h06

https://twitter.com/edugoldenberg/status/1197970606505025536

Três pessoas, e não duas como a polícia acreditava inicialmente,
estavam no carro de onde partiram os tiros que mataram
a vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes,
na noite do dia 14 de março [de 2018], segundo a TV Globo, que teve acesso
ao inquérito de investigação das execuções.

No documento, a Polícia Civil do Rio registra a presença de uma pessoa
ao lado do motorista do carros dos assassinos de Marielle.
Num primeiro momento, acreditava-se que havia apenas mais uma pessoa
no banco de trás. Mas uma câmera instalada no percurso por onde passou
a vereadora minutos antes de ser assassinada captou uma imagem de frente
do carro do atirador, que foi capaz de detectar a presença de alguém no banco
do carona.

Os vidros do veículo foram cobertos por uma película escura que dificulta
a identificação dos ocupantes. Mas, com recursos tecnológicos, foi possível atestar a presença dessa terceira pessoa.

http://www.osul.com.br/a-policia-aponta-tres-pessoas-no-carro-de-assassinos-da-vereadora-marielle-franco/

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