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Pimenta: É terrorismo deputado abrigar no gabinete familiares de miliciano, provável autor dos disparos que mataram Marielle?; veja vídeo
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Pimenta: É terrorismo deputado abrigar no gabinete familiares de miliciano, provável autor dos disparos que mataram Marielle?; veja vídeo


12/02/2019 - 20h44

 

O QUE É TERRORISMO PARA UM GOVERNO COMO O DE BOLSONARO

por Paulo Pimenta*, no You Tube

A ação de milicianos é terrorismo ou não?

Abrigar num gabinete de Deputado familiares de milicianos, sendo um deles, ao que tudo indica, o autor dos disparos que mataram a Marielle, é terrorismo ou não?

Na minha opinião, quem emprega para proteger familiares de miliciano no gabinete é tão bandido quanto os milicianos, quem emprega familiares de assassinos no gabinete para proteger bandidos é tão bandido quanto os assassinos.

Assista ao meu discurso na tribuna da Câmara nesta terça-feria (12).

*Paulo Pimenta (RS) é líder da bancada do PT na Câmara dos Deputados

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



4 comentários

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Zé Maria

14 de fevereiro de 2019 às 22h08

O Ministério Público do Rio de Janeiro investiga
se a Milícia de Rio das Pedras chegou à orla do Recreio dos Bandeirantes.
Promotores do Gaeco encontraram indícios,
no celular do Major Ronald Paulo Alves Pereira,
preso na última terça-feira sob a acusação de ser
um dos chefes do Grupo Paramilitar [Esquadrão da Morte],
de que o oficial também é responsável por extorquir barraqueiros
e vendedores ambulantes na Praia do Recreio.

No telefone, policiais civis encontraram imagens de recortes de reportagens
colecionados pelo major que mencionam a existência da cobrança
de propina pela Milícia na Praia e que um Oficial da PM
era o Chefe do Grupo.

No celular do Major Ronald Paulo, apelidado de Tartaruga
por seus comparsas, os promotores também encontraram provas de sua estreita relação com o ex-capitão da PM
Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado como fundador
do Escritório do Crime, uma quadrilha de matadores de aluguel
que está por trás de diversos homicídios no Rio de Janeiro.

Em uma planilha contábil armazenada no aparelho,
Gordinho aparece como um dos beneficiários
da divisão de valores da quadrilha.
Segundo os promotores, somente amigos íntimos chamam
Adriano de Gordinho.
Na PM, os seus apelidos eram Urso Polar e Maromba,
por conta do porte físico.

A dupla é suspeita de envolvimento nos homicídios da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes.
Sinais de um celular ‘bucha’ de Ronald Paulo, comprado em nome de terceiro, foi captado perto do local do crime
dias antes da Execução de Marielle Franco.

O MP-RJ apresentou à Justiça Denúncia contra
o Major Ronald Paulo e os outros 12 Acusados
de integrar a Milícia.
[Extra.Globo]

Major da PM será julgado em 10 Abril
pela Chacina da Via Show

Em 10 de abril de 2019, o ex-Major da PM
Ronald Paulo vai à júri pela Execução Sumária
de 4 Jovens na antiga Boate Via Show,
na Baixada Fluminense, em 6 de dezembro de 2003.

Na ocasião, os irmãos Renan, de 13 anos, e Rafael Medina Paulino, de 18,
junto com o primo Bruno Muniz Paulino, de 20, e Geraldo Sant’Anna, de 21,
moradores do bairro Jardim Santo Antônio, em Guadalupe,
na zona Norte do Rio de Janeiro, saíram juntos para uma festa
e nunca mais voltaram.
Os quatro adolescentes foram Sequestrados, Torturados e Executados,
com Tiros na Nuca, por Policiais Militares que faziam
a Segurança da Boate Via Show.

https://anovademocracia.com.br/no-70/3038

Documentário: “LUTO COMO MÃE”

https://youtu.be/zr3MqmOnFCo
http://www.tvzero.com/projeto/luto-como-mae

Responder

Zé Maria

14 de fevereiro de 2019 às 20h43

A juíza Patrícia Lourival Acioli foi executada com 21 tiros,
no dia 12 de agosto de 2011, quando chegava em casa,
em Piratininga, Niterói, na Região Metropolitana
do Rio de Janeiro, onde morava havia três meses.

Em 10 anos, a juíza Patricia Acioli foi responsável pela Prisão
de cerca de 60 Policiais ligados a Milícias e Grupos de Extermínio.

Segundo investigadores, o nome da Juíza estava em uma lista
de 12 pessoas marcadas para morrer.
A Lista foi encontrada com Wanderson da Silva Tavares,
o Gordinho ou Tenente, preso em janeiro de 2011, no Espírito Santo, apontado como sendo um dos líderes de um Grupo de Extermínio
de São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro – Milícia conhecida como “Extermínio S/A”.

Horas antes de ser assassinada, a juíza Patrícia Acioli
decretou a prisão preventiva de dois Policiais Militares
do 7º BPM (Alcântara), Carlos Adílio Maciel e Sammy dos Santos Quintanilha acusados de forjar um ‘Auto de Resistência’ [*],
ocorrido no dia 5 de junho, no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo.

Patrícia ficou conhecida por sua rigorosa atuação
no julgamento de casos contra policiais milicianos.
Em 2010, por exemplo, decretou a prisão de pelo menos
quatro cabos da PM e uma mulher que seriam integrantes
de um Grupo de Extermínio da Marcha de Vans.

No início de 2011, a juíza mandou prender 6 PMs
suspeitos de forjar ‘Autos de Resistência’ [*].

Onze Policiais Militares foram condenados pelo crime
contra a Juíza.

A execução sumária de Patrícia Acioli teve as mesmas características
do assassinato brutal de Marielle Franco, no centro do Rio de Janeiro.

No dia 14 de março de 2018, a vereadora Marielle Franco
foi morta a tiros dentro de um carro na Rua Joaquim Palhares, no bairro do Estácio, na Região Central do Rio, por volta das 21h30.
Além da vereadora, o motorista do veículo, Anderson Pedro Gomes, também foi baleado e morreu.
Uma outra passageira, assessora de Marielle, foi atingida por estilhaços.

As primeiras informações deram conta de que bandidos,
em um carro, emparelharam ao lado do veículo, onde estava
a vereadora, e dispararam.
Marielle foi atingida com pelo menos quatro tiros na cabeça.
A perícia encontrou nove cápsulas de submetralhadora 9mm no local.

Marielle havia participado no início da noite de um evento
chamado “Jovens Negras Movendo as Estruturas”,
na Rua dos Inválidos, na Lapa.

[*] Se o Pacote do Sergio Moro tivesse virado Lei
na época de autuação da magistrada Patricia Acioli,
os Policiais Militares Bandidos estariam protegidos
pois não poderiam ser acusados por tal Crime.

Responder

Abelardo

13 de fevereiro de 2019 às 13h18

É o mínimo que se pode classificar, para tão pouco caso contra uma instituição secular.

Responder

Zé Maria

12 de fevereiro de 2019 às 21h15

Quem sai aos seus Não Regenera … Degenera …

Procurador-Geral, Pai do Chanceler Ernesto Araújo
dificultou Extradição de Nazista

Em 1978, Henrique Araújo negou pedidos de 3 Países
que buscavam julgar Gustav Wagner, Foragido no Brasil,
responsabilizado por 250 Mil Mortes entre 1942 e 1943.

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/02/procurador-geral-pai-do-chanceler-ernesto-araujo-dificultou-extradicao-de-nazista.shtml

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