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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Paulo Teixeira: “A Folha não queria me encontrar. A matéria já estava pronta, toda editada”

18 de abril de 2011 às 22h47

por Conceição Lemes

O que acharia se lesse a primeira manchete na capa de um jornal, e a segunda, no caderno interno?

Pois isso aconteceu nesse domingo, 17 de abril, na Folha de S. Paulo. A vítima da vez: o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), líder da bancada na Câmara Federal.

Curiosamente, na capa, o jornal ressalta: Procurado não deu resposta.  Depois no caderno interno, capricha: A Folha fez vários pedidos de entrevista ao deputado desde 16 de março, mas sua assessoria não deu resposta.

Desde 16 de março e a matéria só foi publicada em 17 de abril?! A Folha esperaria tanto?!  Nem criança acredita nessa história da carochinha. Repórter quando quer encontrar MESMO uma fonte, acha. E se é de Brasília, onde o deputado passa boa parte da semana, é mel na sopa. E com um mês de lambuja é covardia! Só Freud explica. Ou melhor, só a Folha explica.

“A Folha não me ouviu antes de fazer a matéria”, revela Paulo Teixeira. “O repórter Felipe Coutinho mandou e-mail para a minha assessoria de imprensa, perguntando sobre ‘microtraficantes’. A assessoria avaliou que não deveríamos entrar nesse debate num momento em que precisamos aprovar matérias importantes no Parlamento para a continuidade do processo de crescimento econômico com distribuição de renda. O repórter não disse que faria uma matéria sobre uma fala minha num evento.”

“Curiosamente, o mesmo jornalista ligou no meu celular ontem [domingo] para repercutir. Eu perguntei por que não o fez antes, a exemplo de todos os jornalistas da Folha, que me ligam diretamente no celular. Ele disse que não quis passar por cima da assessoria”, observa Teixeira. “Depois de ver a chamada da matéria na capa e a mobilização dos editores para comentá-la, percebi que a Folha não queria me encontrar, não queria realmente saber a minha opinião. Ela já tinha a matéria pronta, toda editada.”

Pena que o jornal tenha usado esse expediente num tema tão sério, que exige responsabilidade e ética. Afinal, estamos falando de saúde pública. Por isso, resolvi aprofundar a entrevista com o deputado Paulo Teixeira, para colocar os pingos nos is.

Viomundo – Deputado, a Folha cita uma palestra do senhor. É daí que foram tiradas as informações que estão na matéria?

Paulo Teixeira — A Folha teve acesso às informações por meio de um vídeo que foi postado na internet, não sei se com a fala integral ou parcial. De qualquer forma, a matéria não expressa o que eu penso, mostra apenas uma parte, com uma abordagem sensacionalista, parcial, com frases pinçadas de um contexto. Há quinze anos acompanho este tema, em diferentes foros mundiais. Não estimulo o uso de drogas, mas acho que o problema precisa de uma abordagem menos preconceituosa.

Viomundo — Na chamada de capa, a Folha diz que o senhor defende o uso da maconha e ataca o Big Mac, dando a impressão de que estimula o uso. É isso mesmo?

Paulo Teixeira — É uma insinuação inadmissível da Folha. Toda vez que falo sobre a política de drogas, faço questão salientar os prejuízos à saúde e demais danos sociais que a droga pode causar.

Falo inicialmente do álcool, que, para mim, é o problema mais grave da sociedade brasileira. Causa acidente de trânsito, brigas com morte, violência contra mulher. A sociedade brasileira precisa proibir a propaganda do álcool na TV. Em relação à maconha, falo dos riscos à saúde do usuário, da necessidade de prevenir o seu uso. Muitos usuários podem, inclusive, desencadear doenças psíquicas pelo uso.

A realidade atual é gravíssima. Drogas ilícitas são oferecidas à luz do dia. Esse mercado é muito capitalizado. Diante desse quadro, o que fazer para torná-lo menos  perigoso? Deixar os usuários consumir substâncias adulteradas? Permitir a crescente capitalização desse mercado?

Minhas propostas são retirar o usuário da esfera penal, descriminalizando o uso e a posse de drogas e esvaziar o poder econômico do tráfico. Em relação ao Big Mac, minha preocupação é estabelecer uma exigência para que os produtos alimentícios informem o teor de gordura, de sódio e gordura trans que contêm.

Viomundo —  A Folha diz que o senhor defende o plantio de maconha por cooperativas de usuários. O que falou sobre isso?

Paulo Teixeira — Eu me referi a experiências de Espanha e Portugal, entre outros países, onde o problema foi abordado de uma forma pragmática. No caso da Espanha, o  resultado foi importante para diminuir a exposição de usuários à convivência com traficantes e esquemas criminosos. Lá, especificamente, são permitidas cooperativas  de plantio formadas por consumidores. Essa estratégia enfraquece a economia da droga.

Em Portugal, os resultados foram muito positivos também. Depois da descriminalização ocorrida há dez anos, diminuiu a violência associada ao uso de drogas, diminuiu inclusive o consumo. Lá o conhecimento por parte da autoridade policial do porte de qualquer droga pelo usuário está fora da órbita criminal e submetido a infrações administrativas, como  advertências, cursos, multas, entre outras.

As experiências de Portugal e Espanha são apenas exemplos de estratégias mais pragmáticas. Não sei se servem para o Brasil, porém podem iluminar um novo caminho.

Viomundo – No Brasil, há especialistas que defendem a descriminalização da maconha. As cooperativas seriam o  caminho para viabilizar essa proposta?

Paulo Teixeira – Acho importante analisar as estratégias adotadas por outros países e os resultados. A experiência Portugal, que eu acabei de citar, é muito interessante. Ao descriminalizar o usuário, distinguindo-o claramente do traficante, descapitalizou grande parte do mercado de drogas ilícitas em geral. Com isso, ajudou a diminuir a violência associada a esse mercado, com resultados fantásticos em relação à diminuição das doenças associadas ao uso de drogas.

Todos os países estão discutindo a questão das drogas leves, como a maconha, e o Brasil não pode ficar fora desse debate. Há muita hipocrisia. Quase todo mundo conhece alguma história de alguém que se envolveu com drogas. Há casos de pessoas que são apenas usuários e vão parar na cadeia em razão de um flagrante armado ou fruto de uma legislação que ainda está longe da dos países que resolveram encarar o problema de frente.

Viomundo – Nós temos uma epidemia de crack, que é uma droga devastadora, vicia rapidamente… O fato de no momento as atenções estarem focalizadas principalmente nele atrapalha o debate sobre as drogas em geral?

Paulo Teixeira O crack é uma droga que se desenvolveu a partir do controle das substâncias químicas destinadas ao refino da cocaína. Assim, o crack é o refino da cocaína feito com substâncias muito pesadas e nocivas à saúde. Ele é produto da política de guerra às drogas.

Temos que prevenir o seu uso e tratar os eventuais usuários, o que não é fácil.

Por isso, acho importante que o tema das drogas seja discutido à luz do dia para que não cheguemos a esse absurdo que é o crack. É uma questão de saúde pública.

Viomundo — Drogas devem ser assunto de saúde pública ou de polícia?

Paulo Teixeira — O uso de drogas não pode ser assunto de polícia. Deve ser unicamente de políticas públicas.

Insisto: o usuário deve ser  tratado fora da esfera penal. Isso ajuda a mudar de mãos quem cuida do assunto. Em lugar da polícia e dos traficantes, teremos a família, a escola, as atividades culturais e esportivas e a saúde para cuidar dos usuários.

Viomundo – O senhor acompanha a discussão sobre as drogas há muito tempo. O que acha da nossa da legislação?

Paulo Teixeira – Realmente, é um tema, que me preocupa muito e trato bastante. Já participei de conferências no Canadá, nos EUA, no México, em vários países da América Latina, Europa e Ásia e em vários estados brasileiros. Acho que precisamos rever rapidamente a legislação brasileira.

Viomundo – O modo de o Brasil combater as drogas está dando certo?

Paulo TeixeiraNossa política sobre drogas é um entroncamento das políticas norte-americana e europeia. Temos muitos problemas, principalmente carcerários. Há uma grande massa de presos, que são pequenos infratores enquadrados na lei de drogas. Segundo os estudos, o perfil desses presos é o seguinte: réus primários, agiram sozinhos e sem emprego de armas. Os presídios são locais privilegiados para organização da violência no país. E esses presos, pequenos infratores por causa de drogas, são recrutados para ações criminais mais danosas à nossa sociedade.

Viomundo – Que outras consequências acarretam essa forma de se lidar com as drogas?

Paulo Teixeira — A nossa realidade é preocupante em relação ao abuso de drogas. Temos um foco na repressão, que consome grande quantia de recursos e que dilui os esforços das forças de segurança no combate ao pequeno delito de drogas, impedindo que as ações se concentrem no crime organizado. Diante disso, não conseguimos diminuir o número de usuários. A aquisição dessas substâncias dá-se no mercado ilegal, resultando em perigos de todos os tipos. Como ainda está sob a lei penal, o usuário tem risco permanente de uma abordagem desproporcional da polícia.

Viomundo – A atual política está conseguindo prevenir o uso de drogas?

Paulo Teixeira – De acordo com estudos publicados, o consumo de drogas no Brasil aumenta a cada dia.

Viomundo – Estados Unidos ou Europa, qual a melhor direção?

Paulo Teixeira — A política de guerra às drogas é hegemônica no mundo. O Brasil desenvolve políticas mais criativas em comparação aos EUA. A Europa tem conseguido resultados muito mais favoráveis com a política de redução de danos. Creio que essa é a direção mais correta.

Redução de danos é uma estratégia que busca prevenir o uso de drogas, mas atende o usuário na perspectiva de conseguir resultados progressivos para a saúde e  a vida social dele enquanto ainda estiver nessa condição. Educar para evitar que seja infectado pelo vírus da Aids, da hepatite.  Educar também para evitar overdose, perda do emprego, de vínculos sociais. Essas são estratégias da política de redução de danos.

Oferecer tratamento para a superação do uso e tratar das motivações que levam o usuário ao abuso são outras estratégias dos programas de redução de danos.

Viomundo — Como deveria ser a política de combate às drogas?

Paulo Teixeira — Defendo uma política democrática, com livre circulação de informações, prevenção, melhor distribuição de renda, educação, cultura e lazer. Ampliar os horizontes das pessoas.

Em relação às drogas, temos de convencer os jovens sobre a repercussão em sua saúde pelo uso ou abuso. Buscar promover espaços para o fortalecimento político da nossa juventude, para que exerçam plenamente a sua cidadania. Temos de buscar convencê-los a não usar drogas. Mas, caso usem, evitar o abuso e maiores danos à sua saúde e à sua vida. Mas, antes de tudo, é preciso convencê-los e apoiá-los.

Viomundo — A matéria diz que o senhor tem uma visão diferente da presidenta Dilma. Seria uma forma de intrigá-lo e dificultar a sua posição como líder da bancada do PT na Câmara dos Deputados?

Paulo Teixeira — Tais posições são exclusivamente minhas. A presidenta  está concentrada no assunto, acelerando a atenção aos usuários, aumentando os leitos hospitalares… Esse esforço terá resultados positivos. Noutra ponta do tema, o governo vem aumentando a eficácia das ações contra o crime organizado. Não tenho divergências com a presidenta Dilma Rousseff . O repórter tentou usar a questão como fonte de potencial intriga, mas se esqueceu de que tanto a presidenta como eu estamos preocupados com a questão das drogas.

Viomundo — Para finalizar, o que o senhor diria aos pais?

Paulo Teixeira – Não adianta a gente enfiar a cabeça no buraco, fazer de conta que as drogas nunca vão afetar os nossos filhos. Talvez muitos pais não saibam, mas cada vez mais as drogas são adulteradas, ficando ainda mais perigosas à saúde.  Sabem que têm essa informação? Os traficantes. Sabem nas mãos de quem os jovens usuários  estão hoje em dia? Nas mãos dos traficantes e da polícia.

Se quisermos mudar o rumo das coisas, temos que começar a discutir essa questão às claras, sem hipocrisia nem preconceito.

Sou pai de seis filhos. Eu e a minha esposa sempre proporcionamos ambiente aberto para dialogar com nossos filhos. Sempre que eles tiveram crises de adolescência, paramos tudo para cuidar deles. Valorizamos suas iniciativas. Sou vinculado à Igreja Católica em São Paulo. Para a construção das minhas posições, consultei teólogos, bispos, padres e leigos na área religiosa. Construí minhas posições ouvindo também médicos, sociólogos, políticos, antropólogos, cientistas sociais e demais profissionais. Aconselho a todo o pai o diálogo.

Leia aqui por que os especialistas acham que a repressão está perdendo terreno na luta contra as drogas.

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115 Comentários escrever comentário »

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Sandra Chaiben

10/05/2011 - 00h05

Sou psicopedagoga e tenho constatado em atendimento clínico que quando o adolescente se envolve com drogas a aprendizagem deixa de ser o foco e toda sua vida muda para pior, a família adoece, a dor emocional fica sem controle e ninguém sabe como agir, pois o uso ainda é visto como à margem da sociedade e a idéia que acontece só com o outro e nunca com pessoas próximas ainda persevera. Também, como tantos outros que postaram seus comentários vejo o uso e abuso de substância química como uma questão de saúde pública e de educação. Não podemos perder 'inteligências e vidas' para as drogas. O usuário perde, a família perde, a sociedade perde e o pais mais ainda. É preciso repensar e modificar o mais rápido possível as políticas existentes.

Responder

WAGNER GUICHO

21/04/2011 - 01h30

O meu espanto é como existem pessoas que ainda se assombram com isso! A única diferênça entre a folha e jornalecos de cidade de interior que são comandados por prefeitos em troca de editais é o PREÇO.
E tambem não adianta discutir cultura ou idealismo politico com quem ta com fome, eu naõ sei oque é pior se é trabalhar pra elite como o PSDB ou aturar a compra de votos do PT travestida de distribuição de renda.
Ta na hora de esquecer os partidos e lembrar do nosso bom e velho BRASIL.
Para isso presisamos mais do que nunca mobilização de massas com um fim de desenvolvimento de politicas de melhorias substanciais na divisão de renda e melhoria continua da educação, mas para isso precisamos de mobilização, mas não é falando pro mesmo público ou chovendo no molhado ou simplismente colocando palavras de alto nivel e textos complexos para arrotar o vocabulario rico que conseguiremos mudar esse quadro, e como dizia um velho pensador "POLITICA SE FAZ NA RUA".
Vamos cada vez mais nos aproximarmos de classes menos favorecidas e levar soluções e acima de tudo mostrar que a força esta na comunicação, se utilizando muitas vezes de midia barata como a "rádio peão" para mostrar a força de pensamentos transformadores de uma forma mais simples e ao alcance de todos, esta forma de comunicação foi alcançada pelo ex presidente Lula, uma pena que o PT de hoje não seja o mesmo .

Responder

Kátia Regina

20/04/2011 - 22h47

Com certeza ai tem motivação política,como as eleições estão chegando sempre a Folha tem algum candidato a ser lançado e mais uma vez ela precisa de um Boi de Piranha,como sempre fez e continuará fazendo. O pouco que conheço das materias publicadas nas midias confiaveis referente ao Paulo Teixeira desde que ele era , Dep. Estadual, Secretario de Habitação ,Vereador e como Referença no CONSELHO MUNDIAL DA SAÚDE NA "ONU", MESMO SEM SER Médico a Folha nunca fez uma referencia se quer a respeito disso Agora que ele e LIDER DA BANCADA DOS DEPUTADOS FEDERAL DO PT a REVISTA FOLHA VEM COM COMENTARIOS CONSERVADORES, DIRECIONADA E TENDENCIOSA, precisamos sim parar com facismo e levar a materia mais a fundo sem preconceitos e demagogia só assim consegiremos uma política pública mais eficaz no combate a Drogadição e livrando o Judiciario da questão da Saúde Pública dando a ele o fim de Direito que e combater os grandes traficantes de Drogas, Armas e Pessoas .
A câmara dos deputados estão cheio de materias a serem votadas e a Folha só quer tirar o foco disso

Responder

Kátia Regina

20/04/2011 - 22h46

A Folha de São Paulo mais uma vez esta tentando,usar de seu poder para turbar e destorcer as informaçoes
dita pelo Dep. Paulo Teixeira, mas nem um momento ela cita como exemplo da lei de Redução de Danos de sua autoria diminuino o numero de pessoas infectadas pelo virus HIV e outros problemas trasidos pelo uso de Drogas injetadas a Qual teve uma grande redução no Brasil.

Responder

Ed.LIMA

20/04/2011 - 19h57

Êsse repórter da fôia,fumou bosta de jumento,nunca a Canábis Sativa.

Responder

jotaCE

20/04/2011 - 14h00

Prezada Conceição,

Muito agradeço a informação. Você está certa e eu me me penitencio pelo engano cuja causa primeira foi o comportamento da Folha. Que este sirva de estímulo ao Deputado Paulo Teixeira para diligenciar, como líder do PT, toda a ajuda possível à grande Deputada Luiza Erundina na busca da criação da Lei dos Meios. Esta representa o único recurso para que todo o povo tenha direito à real liberdade de expressão. Abraços,

JotaCe

Responder

Melinho

20/04/2011 - 12h35

Novamente, fora de pauta.

LAND HOVER DE AÉCIO NEVES PARADO EM BLITZ NO RJ TEM MULTAS POR VELOCIDADE
(Matéria Completa Blog dos Amigos do Presidente Lula)

"A Land Rover usada pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), que foi parada em blitz da Lei Seca, domingo, no Leblon, recebeu só este ano duas multas de trânsito no Rio por excesso de velocidade. Nos dois casos, o veículo, adquirido em novembro do ano passado, por R$ 340 mil, ultrapassou em até 20% o limite de velocidade permitido, segundo dados do Detran de Minas Gerais, onde o carro está registrado. A assessoria do senador e Aécio Neves disse que não poderia informar quem estava ao volante no momento das infrações".

E o PIG ainda diz que o escândalo do bafômetro foi um incidente isolado. Isolado um tomate!

Responder

Julio Silveira

20/04/2011 - 11h56

Eu gostaria de saber se depois dessa percepção de engodo o deputado vai levar livre, alias como a maioria faz, essa enganação da Folha.
Não digo pelo tema, mas pela forma quase contumaz de distorcer em prejuizo de seus adversários politicos, já que não passa de um panfleto tucano com viés de noticia.

Responder

José Ruiz

20/04/2011 - 11h55

Seja como for, com todos os ruídos, cabe uma reflexão: a maconha é muito melhor para a humanidade do que o Big Mac…

Responder

Melinho

20/04/2011 - 06h50

Fora de Pauta

O PLAYBOY MINEIRO VOLTA AO CONGRESSO DEPOIS DO ESCÂNDALO DO BAFÔMETRO

Eu sei que parece manchete do Jornal Folha de São Paulo quando quer detonar um desafeto, não e? Mas vamos lá.

O Aécio voltou todo desconfiado, visivelmente abalado, e evitou as perguntas de uma repórter que se encontrava no hall de entrada do Senado. Também constrangido e desorientado se dirigiu a um senador que eu não identifiquei o nome. Era um senhor já idoso que lhe deu um tremendo PITO. Eu não sei fazer leitura labial, mas claramente o Playboy mineiro ouviu umas poucas e boas de um de seus correligionários.

Depois desse carão, o nosso Berlusconi se escafedeu por um elevador privativo.

Podem apostar, esse incidente ainda vai ter muitos desdobramentos. Principalmente na campanha de 2014. O playboy mineiro não perde por esperar.

Responder

Andre Luis

20/04/2011 - 03h05

Sobre o que ele falou da política da Espanha sobre a maconha, o filme "Volver" – Almodovar mostra essa questão. Para manter o usuário longe dos traficantes, o governo autoriza o plantio de algumas mudas. Assim como qualquer filme americano onde, o ato de acender um baseado é tão comum que, ficamos em dúvida se os EUA realmente tem a política mais rigorosa do mundo para o usuário de maconha. A maconha já está tão disseminada na cultura mundial que, no futuro, será um negócio muito mais lucrativo que o cigarro. E reinará por um bom tempo. Como o cigarro. Evidentemente, até começarem a contabilizar as mortes. Que, com o cigarro, demoraram uns cincoenta anos …

Responder

    Claudio

    23/04/2011 - 04h06

    Só tem um detalhe André, a maconha já é consumida ha milhares de anos… será que as mortes só irão aparecer depois que o governo controlar?

jotaCE

20/04/2011 - 00h43

Prezada Conceição,

Em tempo: gostaria de acrescentar algo à mensagem anterior e dirigida, como esta, aos colegas comentaristas do blogue por seu intermédio. O adendo, se não dirime de forma plena a sugestão que fiz para que o PT, dinamizasse mais o andamento do processo de criação da Lei dos Meios, envolve boas notícias, para as quais certamente esse partido, e o seu líder, o Deputado Paulo Teixeira, devem ter concorrido: é que estaria planejada para hoje o lançamento oficial do nome da Deputada Luiza Erundina para presidente da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão. Para representar o PT no ato, foi escolhido o Deputado Emiliano José. Tais notícias, aliadas à de que a Frente já contaria com um número de parlamentares superior ao que seria necessário para a sua formação, prenunciam um bom combate contra o domínio da grande mídia. Abraços
JotaCe

Responder

jotaCE

19/04/2011 - 23h42

Prezada Conceição,

Ave! Com o devido respeito ao Deputado Paulo Teixeira e ao trabalho que desenvolve, creio que ele deveria ter sido mais cuidadoso, menos precipitado, e não usar a Folha como meio de divulgar os seus propósitos a respeito de tema tão importante e delicado. Pois ele e seus assessores não desconhecem o comportamento daquele jornal, em seu desrespeito à verdade, à veracidade da notícia, aos descaminhos que pratica no sentido de favorecer à política que interessa ao jornal. E, antes mesmo do que o Deputado dê uma maior e necessária contribuição com o seu partido (no qual tenho votado sempre) pra dinamizar o andamento do projeto da Lei dos Meios, que parece já esquecido, ele teria, a exemplo de grandes luminares, a possibilidade de usar os blogues progressistas para conceder em primeira mão a mesma entrevista. Abraços e Feliz Pácoa pra todos do blogue!

JotaCe

Responder

    Conceição Lemes

    20/04/2011 - 10h18

    JotaCe, Paulo Teixeira não deu entrevista pra Folha sobre drogas!!!!!!! abs

    Bruno

    20/04/2011 - 10h25

    Claro que não deu. E o fez com o propósito premeditado de atacar o jornal tão logo a matéria fosse publicada. Att.

Almerindo

19/04/2011 - 23h26

Azenha, fora do assunto, mas dá uma olhada: o cara que fez a matéria abaixo, escreveu Gilmar Dantas no primeiro parágrafo… pelo jeito, ele vive acessando o “blog sujo” do PH!!! KKKKKKKKKK!!!
http://correiodobrasil.com.br/roger-abdelmassih-u

Tem que dar printscreen antes que eles corrijam!

Responder

CC.Brega.mim

19/04/2011 - 23h05

os ataques são sempre deslocados
ataca-se a posição anti-drogas
(a mais lúcida moderna refletida)
e atinge-se um lutador anti-monopólio midiático!
isso aí é liberdade de expressão em jogo…

Responder

Matheus

19/04/2011 - 22h25

Paulo Teixeira não disse que era a favor da "liberação", mas sim da regulamentação, o que é bem diferente.
A regulamentação proposta visa uma redução de danos, conscientização, etc. Não é apenas para favorecer o usuário, mas fazer uma tentativa de tirar do risco toda a sociedade.
Para mim, os argumentos dele foram claros. Concordo com tudo.

Responder

Tarso

19/04/2011 - 22h12

Folha: não dá mais pra ler! Ponto final.

Responder

FrancoAtirador

19/04/2011 - 19h14

.
.
Isto é mais uma prova de que…

A ENXOVALHADA DE S.PAULO

É UMA FACÇÃO PARTIDÁRIA

DE EXTREMA-DIREITA.
.
.

Responder

Renato

19/04/2011 - 18h20

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Não sou a favor e nem defendo a proibição da maconha, que é um tema tratado de forma muito conservadora e hipócrita. É uma planta utilizado na indústria farmacêutica para produção de medicamentos, ao mesmo tempo que seu uso é considerado crime. Muito dinheiro se gasta para manter sua proibição, e é necessário revelar certos mitos ao uso da maconha.

Responder

    Renato

    19/04/2011 - 21h19

    Pra quem quiser uma visão alternativa do "Estado e da Mídia" sobre a maconha, o documentário: O Sindicato – O negócio por trás do barato, é uma alternativa.
    http://www.youtube.com/watch?v=0YWaCTjX94U

wagner

19/04/2011 - 17h49

Azenha. A Folha tirou o FHC do foco em relação a discriminização da "erva" e achou facilmente um substituto para dar de bandeija a classe media. O texto vai de encontro a pregação dos setores "evangélica e carismática" satanizando o PT e principalmente atingindo por tabela o governo.
Quando o deputado dá entrevista a esses picaretas, deve presumir que pode ter sua opinião manipulada e distorcida e o que é pior, está homologando a lógica de que o jornal é plural e imparcial, quando sabemos que são parciais e partidários.

Responder

Pedro Teixeira

19/04/2011 - 15h10

A posição do parlamentar é respeitadíssima pela sua racionalidade e sensatez — e, além, em virtude da experiência histórica do mundo em termos do combate falido às drogas nos moldes norte-americanos, de "War on Drugs".

Dito isso, digo que não há necessidade de apelar, religiosamente, ao término da entrevista, com colocações do tipo "busquei apoio de téologos", desta forma caminhando no sentido da desinformação e da "des-ciência", como é notório, o posicionamento OFICIAL da Igreja Católica referente às políticas de redução de danos (inclusive proibindo entre os seus o uso de camisinha para fins de reducação de danos). Isso sem aludir a outras temáticas.

Logo, o apelo à autoridade feito pelo Sr., ao término da entrevista, é incipiente, primeiro por que não dá força ao argumento em si mesmo; e segundo por que apela-se a uma autoridade que o (se) é noutras temáticas que em nada se referem ao tema de saúde pública, que dirá, de redução de danos — como se depreende dos motivos supra aludidos.

Responder

Edmundo

19/04/2011 - 14h57

Ora Deputado! Tenha coragem, processe o Jornal já que o senhor se julga prejudicado. Não sei porque o PT tem tando medo de abrir processos contra os jornais Folha , Estadão e o Globo e sem falar na Revista Veja. Será porque eles podem patrulhar e achar algo estranho no ar e começar a divulgar e assim atrapalhar a vida dos caras.

Responder

    Bruno

    20/04/2011 - 10h30

    Tem medo porque tem culpa, simples assim.

Rogério Leonardo

19/04/2011 - 14h56

O triste é ver um político que é um grande estudioso sobre o tema ser desqualificado por conta de uma manchete e uma matéria sensacionalista e inverídica (se você vê o vídeo e tem um mínimo de inteligência sobre o tema, entende o argumento do deputado perfeitamente).

O combate às drogas é um assunto complexo e interdisciplinar que exige daqueles que querem discuti-lo um necessário afastamento de suas convicções pessoais e um grande esforço para entender sem preconceitos as possibilidades que algumas políticas de liberalização e descriminalização tem de minorar os efeitos nocivos das drogas para a saúde pública.

É assunto polêmico e que mexe de forma indiscutível com alguns dos mais conservadores e reacionários dogmas de nossa sociedade.

A Folha, como sempre, preferiu apenas partir para o ataque à reputação de seu alvo preferido (o PT) sem se preocupar em esmiuçar a ideia do deputado no contexto amplo de política pública em que ela está inserida.

O que fica claro é que esta porcaria de folhetim não quer fazer jornalismo, se quisesse explorava o conhecimento do Deputado sobre o assunto e alavancava um debate sério sobre o tema, mesmo que fosse para criticar a ideia, ao invés disso tenta jogar para o leitor a ideia simplista de que o "PT quer legalizar a maconha".

Como o que não falta são pessoas ignorantes e sectárias, ainda aparecem alguns idiotas para defender o tablóide, sem se preocupar ao menos em perceber a total dissonância entre a manchete sensacionalista e o conteúdo da matéria.

Parafraseando Nelson Rodrigues (hoje, pela segunda vez) "os idiotas perderam a modéstia".

Responder

francisco.latorre

19/04/2011 - 14h17

fh pode. o pt não pode.

o truque traque é por aí.

tentam afastar o pt da classemérdia.

é o plano que o cardoso lançou com a 'competência' de sempre..

os planos do usamerika não são tão ruins.. apesar de manjados.

ruim mesmo são os atores/títeres.. o brasil não produz bons traidores.

é. apesar das derrotas seguidas.. [tragipatéticas. vão pra história. clássicos do humor involuntário..] o usamerika com seus lacaios não desiste.

olho. vivo.

apesar que é difícil não cair no riso.

patetada. interminável. não dá pra levar a sério.

..

Responder

Eduardo Guimarães

19/04/2011 - 14h17

E o pior é que FHC tem a mesma opinião do Paulo Teixeira, mas recebe da Folha tratamento diametralmente diferente – discreto e comedido

Responder

    luiz pinheiro

    19/04/2011 - 14h36

    Ô Eduardo, é o repórter Todinho que rides again!

    @rcleme

    19/04/2011 - 14h54

    O FHC não chamou Big Mac de droga pra justificar a maconha. Aliás, a capacidade de argumentação do deputado é a maior droga dessa história toda.

    luiz pinheiro

    19/04/2011 - 19h20

    Triste constatar haver quem ainda não percebe que o big-mac é uma droga, um veneno. Mas essa não é a questão central, essa não foi a manchete.

    priscila presotto

    19/04/2011 - 21h58

    Cá entre nós Leme ,todo fastfood é uma drogra ,portanto o Big Mac tb é….

    @rcleme

    20/04/2011 - 10h46

    Cá entre nós, eu também acho, mas a comparação é descompensada. Big Mac não é trampolim para liberar maconha. É argumento fraco, beira o ridículo.

    Isso sem falar que o argumento de "existem coisas piores que são liberadas" é fraco demais. É assumir a preguiça de controlar as "piores" indo pelo caminho fácil do LIBERA GERAL.

    Maconha é droga, ponto. Big Mac é droga? No sentido legal não, no sentido prático sim. Não à toa existem campanhas por alimentação saudável entre jovens e adolescentes, que são o target disso. Assim como existem leis antifumo, leis secas para o álcool e outros que tentam restringir este consumo.

    Partido do princípio que brigamos como doidos para coibir as "drogas legais", o que justifica liberar MAIS drogas?

    Pedro1

    19/04/2011 - 22h08

    E você é o Demóstenes do Seculo XXI. Ofender é facil, rcleme. O difícil é ter uma posição coerente e muitíssimo bem fundamentada como tem o deputado.

    Bruno

    20/04/2011 - 10h31

    Fundamentada pelo sanduíche ianque? Tsc tsc…

Carlos

19/04/2011 - 13h53

É isso mesmo. Só cai quem quer. Mas os parlamentares do PT não aprendem. Eu não defendo mais essas pessoas. Amanhã estarão dando nova entrevista para a Falha.

Responder

bissolijr

19/04/2011 - 12h41

quanta falácia nos argumentos dos reacionários.
leiam agora a carta capital: é inconstitucional o estado imiscuir-se na vida privada do cidadão, quando este não viola o espaço alheio. só um adendo ao texto. são pouquíssimos os que podem ter algum desvio na sanidade mental por usar maconha. são os de estrutura psicótica e não é a maconha que provoca isso, apenas cataliza, o que por certo aconteceria com qualquer outra substância psicoativa e mais: aconteceria, como acontece, sem qualquer substância. os surtos psicóticos podem ser ativados apenas com uma palavra!

Responder

Prof. José Carlos Vaz » Blog Archive » Folha de S. Paulo: jornalismo de esgoto contra Dep. Paulo Teixeira

19/04/2011 - 11h38

[…] Além de registrar minha solidariedade ao Dep. Paulo Teixeira, sugiro a leitura da sua entrevista à jornalista Conceição Lemes, do Vi o Mundo. […]

Responder

Marco Aurélio Mello

19/04/2011 - 11h31

Essa Folha de S. Paulo não aprende, não é mesmo? Uma hora a máscara cai. É só esperar.

Responder

Marcelo de Matos

19/04/2011 - 11h27

A repressão ao uso parece não surtir muito efeito. A descriminalização talvez fosse uma boa medida. O problema do envolvimento com drogas é sempre as más companhias. No âmbito internacional, essas companhias têm nome: Paraguai, Bolívia, Venezuela, Colômbia, Peru, Suriname… O Brasil não produz coca. Então, como um subproduto dessa droga, o crack, pode constituir verdadeiro flagelo de nossa população? Por que somos tolerantes com a entrada desses produtos? Ou não somos? A PF faz policiamento nas fronteiras, mas, não dá para vigiar tudo. É preciso que o governo, por meios diplomáticos, aja contra o tráfico, com medidas enérgicas, como sanções econômicas. O Paraguai está ampliando suas fábricas de cigarro para contrabando. A PF prende alguns coitados que vêm trazendo pacotes. Enquanto isso os fabricantes guaranis ficam numa boa. Isso tem de acabar, mas, será que podemos falar no assunto? Não é esse um ponto de vista tucano, ou de direita? Droga é droga e traficante, seja indivíduo ou país, tem de ser combatido.

Responder

    Pedro1

    19/04/2011 - 22h10

    Só existe produção porque existe consumo. Só existe consumo porque os meios de combatê-lo no Brasil (repressão, na maioria das vezes), na minha humilde opinião, são equivocados. Atacar os produtores não vai dar em muita coisa. Se o consumo existir, rapidinho se arranjam outros produtores e a coisa continua igual. O foco deve ser no consumo.

    jotaCE

    19/04/2011 - 23h20

    Caro Marcelo,

    A política que você sugere de ‘cortar as más companhias’ me parece infantil e não faz nenhum sentido. Ao contrário do que você preconiza, o que o Brasil precisa mesmo é de fomentar as melhores relações com todos esses países que são, inclusive, parceiros comerciais. O Mercosul e a Unasul foram criados justamente pra fortificar os laços de amizade dentro da grande Pátria Latina e consta dos estatutos do primeiro a obrigação de coibir a produção e o tráfico de drogas. A Venezuela, por você mencionada é vítima também, sequer as produz e tem estabelecido recordes de apreensão delas. Ademais, a política sugerida seria inviável, pois envolveria o maior recipiente e consumidor de drogas do mundo, os Estados Unidos, que é um grande parceiro comercial do Brasil e grande produtor de maconha de linhagens especiais, mais ricas nos princípios ativos tão a gosto dos consumidores…
    Abraços,

    JotaCe

Bonifa

19/04/2011 - 11h04

A Folha quis se vingar do que andaram dizendo do Fernando Henrique, que ele havia entrado no mundo das drogas, etc. A Folha não tem noção nem do que ela própria representa, fica parecendo guerra de jornalzinho de bairro.

Responder

Marcelo de Matos

19/04/2011 - 10h57

Sempre fui contrário à descriminalização da maconha. Essa era uma bandeira do FHC e do Gabeira. Estou tentando rever meu ponto de vista. Um blogueiro da Folha dizia que trabalhava no centro e ia a pé para sua casa na Mooca. Todo dia via dezenas de pessoas fumando maconha nos bares. Eu mesmo, quando saio a pé aqui no bairro (Perdizes) vejo jovens com roupas estranhas e uma cigarrilha preta na mão. Não conheço bem o cheiro da erva, mas, só pode ser maconha. A TV mostrou hoje uma menina de 15 anos apanhando de outras garotas, em uma escola pública de Franca-SP, porque se recusava a fumar a erva. Como nossas escolas não têm estrutura para impedir o assédio dos traficantes aos jovens, melhor é descriminalizar mesmo. Assim não ficaremos reféns dos traficantes. Outra coisa em que já convenho com os tucanos (no caso, Serra): o Brasil precisa advertir o Paraguai com sansões econômicas. A PF combate o tráfico de cigarros prendendo pobres coitados na fronteira, enquanto grandes empresários continuam a fabricar cigarros para vender ao Brasil.

Responder

Julio C. Montenegro

19/04/2011 - 10h07

Dignos de programas humoristicos babacas os comentários preconceituosos, típicos de torcedores em disputas esportivas & histéricos que alguns se orgulham em postar por aqui. Nota-se imediatamente que são de acostumados a pensar por cima da "gentinha" e que não se deram conta (como o fhchefão) que gentinha ou o povão é, APENAS, gente como a gente. De uns tempos pra cá, só caem na real quando sua histérica AFIRMAÇÃO é votada em eleição…

Responder

JoseIvan

19/04/2011 - 09h56

Parabéns ao VIOMUNDO e ao Deputado Paulo Teixeira pela excelente e esclarecedora entrevista.
Se houvesse uma Lei dos Meios de Comunicação no País a FSP não teria feito essa covardia.
Como não há, vamos replicar o Direito de Resposta em todos os blogs em que seja possível exercitar o bom jornalismo.
José Ivan Mayer de Aquino
Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela vida

Responder

Alberto

19/04/2011 - 09h45

Já passou da hora de presentear a Folha com milhares e milhares de processos. Essa corja não tem mais limites. Chega de contemporizar com o demônio.

Responder

    Bruno

    20/04/2011 - 10h34

    Comece você a processando, se acha que vale. Tenho certeza que os advogados da Folha vão adorar.

Organizado

19/04/2011 - 09h40

Agora os filhos dos ricos também estão inseridos no problema, talvez surjam soluções. Quando envolvia somente jovens pobres encarcerar foi a melhor solução.O problema de consumo de drogas é devastador, e com consequências devastadoras para a sociedade.Para as famílias pobres envolvidas é uma situação de tortura.Combate à miséria educação com reformulação no ensino e no método, saúde, melhores salários, combate à corrupção, combate às drogas e armas nas fronteiras são ações emergenciais para salvar nossos jovens e adolescentes deste fenômeno de destruição em massa. Álcool fico perplexa ao ver artistas "populares" e atleta do futebol fazendo campanha para estimular o consumo de bebida! Porque tantas residências estão sendo furtadas?Realmente se não houver uma política séria de combate aos "chefões" do crime organizado, se não houver um confisco de seus bens patrimoniais e punição aos que fazem circular o dinheiro, o processo de lavanderia continuará vigoroso.

Responder

sergio

19/04/2011 - 09h32

De rabo preso com o lixo jornalistico, esse deveria ser o bordão do jornaleco da Barão de Limeira.

Responder

Hélio Pereira

19/04/2011 - 09h27

Sem duvida Paulo Teixeira é um dos melhores Parlamentares de Brasília.
A Folha publicou uma típica matéria pra desviar a atenção dos Leitores,tirando FHC do foco.
A Folha é um Jornal de péssima reputação,que manipula informações,com interesses Políticos Partidários.
A Folha imagina que sua opinião publicada,ainda se transforma em opinião publica.
O Tempo passou,mas a Folha não percebeu.

Responder

Carmem Leporace

19/04/2011 - 09h25

Concordo com esse deputado do PT… o que há de mal em alguém que curte um baseado, plantar seu próprio mato????

Assim acaba com o tráfico mesmo… sugiro mais… aos moldes do PT, sugiro a criação do "bolsa mato"" com investimentos pesados na EMBRAPA a fim de desenvolver espécies com melhoras genéticas… financiamento do BNDS e tudo… esse partido é mesmo o máximo….

Responder

    Marcelo Fraga

    19/04/2011 - 10h01

    E o que há de mal um senador e ex-governador sair por aí dirigindo possivelmente bêbado e ainda recusar uma prática que ele endossou em rede nacional?

    xacal & blade runner

    19/04/2011 - 10h03

    Esse era "dubom", hein dona Carmen. Sobrou alguma coiasa? "Putz, mó viagem".

    Carlos Ribeiro

    19/04/2011 - 10h29

    E você é mesmo uma coitada. Oh dó!!

    MA_Jorge

    19/04/2011 - 12h04

    Totalmente desnecessário envolver a Embrapa, já que congêneres americanas já possuem linhas de pesquisa na área. Lá, em certos estados, a Canabis (ver Wikipedia) já é pesquisada para uso medicinal e mesmo para consumo próprio / reservado; não é preciso dizer que, lá como cá, sempre existe um desviozinho para "absorver" os custos do empreendimento.

    Como pode ser visto, para que inventar a roda, os gringos estão muito mais a frente no assunto, seja em consumo(maior do mundo) e em pesquisas.

    José Ruiz

    20/04/2011 - 14h51

    Pô, achei que a Leporace "deu uma dentro" e fica todo mundo criticando? Excelente a idéia, Carmem, sobretudo a pesquisa da EMBRAPA para melhorar as espécies… só não pode descambar para o agronegócio porque aí vira uma droga…

    Claudio

    21/04/2011 - 05h02

    Que gracinha… "bolsa mato"… Eu soube que os traficantes criaram o "bolsa proibicionista".. é uma grana que os traficantes dão a todos que tentam impedir que o governo controle o consumo e o comércio da maconha, ajudando a empurrar a demanda para o tráfico.

lourdes

19/04/2011 - 09h09

Excelente entrevista, esclarecedora! Me orgulho de ter votado no Paulo Teixeira.

Responder

MA_Jorge

19/04/2011 - 09h02

Esperar ética e responsabilidade da parte da Falha de São Paulo ou de qualquer "jornalista" do PIG é uma tremenda idiotice. São todos apenas defensores de interesses maiores, por que não até de capos envolvidos em negócios que tanto buscam polemizar com suas reporcagens e que, ao final, acabam por expor outros como sendo aqueles a serem combatidos. Este é o o mais elementar dos diversos diversionismos praticados pelas agências do PiG; o Curso Básico de Jornalismo Manipulativo – Estilo PiG bem o demonstra em diversos parágrafos mas, nada tão explícito como naqueles que envolvem assassinato de reputações.

Aliás, para os que ainda não o fizeram, recomendo fazer o download e leitura do Curso acima citado, facilmente encontrado em mecanismos de busca – Google, etc.

Responder

mauro silva

19/04/2011 - 09h02

Caro Azenha
O desarmamento é colocado para novo referendo porque trinta e poucos porcento dos cidadãos favoráveis a ele, os iluminados, se acham mais qualificados que sessenta e tantos contrários, uma vez que estes foram, supostamente, "manipulados" ao rejeita-lo. Tudo muito "democrático": eu tenho opinião diversa porque fui "manipulado" e não vejo a "luz dos iluminados", logo estou desqualificado e o meu voto não vale.
Tentemos o espírito republicano sem autoritarismos peseudodemocráticos: ao invés de se discutir em referendo, mais uma vez, o desarmamento como quer Sarney e assemelhados, do alto dos princípios morais deles, que tal se debater a maconha?
As posições do Dep. Paulo Teixeira estão colocadas há bem mais de 15 anos. Existe, da década de 80, um livro, "a maconha em debate", que trata o tema com a seriedade merecida.

Responder

Emmanuel

19/04/2011 - 08h58

Estes jovens reporters que querem dar um furo de materia para ficar bem na fita, acabam dando um tiro no pé. Claro que o editor tem sua parcela de culpa. Se a matéria saiu, alguém autorizou. O que me deixa perplexo é o jornalista que inicia a carreira desda forma, sem equilíbrio e achando que está prestando um ótimo serviço para a sociedade. Eu se fosse jornalista ficaria envergonhado com histórias desta natureza.

Abs

Responder

Leonardo Santos

19/04/2011 - 08h57

Conceição,

Por que não ouvir a professora Gilberta Acselrad sobre o assunto? Entrevistada pela jornalista Leilane Neubarth, na Globo News, ele começou a expor um ponto de vista muito próximo do deputado ("A realidade atual é gravíssima. Drogas ilícitas são oferecidas à luz do dia. Esse mercado é muito capitalizado. Diante desse quadro, o que fazer para torná-lo menos perigoso? Deixar os usuários consumir substâncias adulteradas?") e foi censurada pela mãe Leilane Neubarth.
É um tema espinhoso, mas precisa ser debatido sobretudo porque, conforme ressalta o deputado, e também destacou a professora, o consumo de drogas no Brasil aumenta a cada dia, apesar de inúmeras campanhas alertando para os riscos do uso.
Seria interessante vê-la desenvolver e demonstrar com mais liberdade (e sem hipocrisia) suas idéias.

Responder

Luiz

19/04/2011 - 08h56

É por isto que a "Falha" foi censurada.
Na verdade, a folha é um periódico medíocre, transvestido de uma linguagem fulosa, que utiliza, licitamente, de uma concessão pública [que deveria ser contestada pelo poder público judiciário] para denegrir a imagem das pessoas e obter benefícios próprios.

Responder

    Bruno BH

    19/04/2011 - 10h05

    Caro Luiz.
    A bem da verdade, a impressao de jornais e revistas sao liberdades constitucionais (qualquer brasileiro pode imprimir o que quiser – liberdade de expressao). Concessoes sao para radios e TVs, que usam ondas eletromagneticas para propagar a sua mensagem. Ambos aguardam desde 1988 regulamentacao especifica para estabelecer os seus limites conforme os parametros constitucionais.

    Luiz

    19/04/2011 - 12h23

    Obrigado, seu comentário veio enriquecer mais ainda a minha opinião.

Alexandre

19/04/2011 - 08h48

Alguem pode mandar a entrevista para a Foia? Aquele que nao da para ler?

Responder

ZePovinho

19/04/2011 - 08h40

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2011

Uns "goles" a mais, uma Land Rover e a confissão: Aécio é dono de rádio

Matéria públicada ontem aqui no blog "Senador não pode ter rádio. A irmã do senador Aécio tem a concessão da rádio Arco Iris Ltda. Vamos imaginar que uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa.Mas, em nota à imprensa, a assessoria disse que o carro Land Rover que Aécio dirigia, quando foi parado na blitz da lei seca, era da empresa Arco-Iris da irmã"………………………………………………….

Responder

Cunha

19/04/2011 - 08h39

Não defendo a liberação. O processo mencionado pelo deputado pode servir lá naqueles países europeus ,mas,aqui , acabaria em bagunça. Em quantos pontos de nossas cifades, policiais inescrupulosos pedem uma "para a cervejinha" e quantos cidadãos o atendem? Quantos médicos emitem atestados falsos? Em quantos condomínios existem queixas de vizinhos que se lixam para as normas internas e ,em especial,a Lei do Silêncio? Senhores,o Brasil é carente de educação para cidadania,fruto de um regime colonial e não combatido pelas elites posteriores ,exatamente para se diferenciarem perante o resto da população! Pode-se pensar que com o tempo se acerta e etc,mas,se tratando de maconha , primeiro degrau para as demais,fará muito estrago. Pode-ser viável? Sim,mas, ainda não em Pindorama. Temos muita,mas muita coisa para acertar em nossa sociedade com cacatrizes históricas.

Responder

    Pedro1

    19/04/2011 - 22h14

    Mas tem tudo isso lá nos países ricos. E, além do mais, entre um eventual desvio, e a certeza de desvios e mortes que temos como o tráfico, prefiro o eventual que com o tempo é combatido.

    Bruno

    20/04/2011 - 10h38

    Realmente, a corrupção na Suécia é exatamente igual em intensidade e desfaçatez à do Brasil. Cada uma…

    Claudio

    21/04/2011 - 05h11

    Liberação?! Também não defendo. Defendo a regulamentação, o controle. Liberado já está.
    A maconha é o primeiro degrau para as demais drogas?! E qual seria o degrau para a maconha? Mesmo se essa afirmativa fosse verdadeira, seria mais um exelente motivo para um controle.
    O cargo de "primeiro degrau" já está ocupado pelo álcool… que é outra droga que precisa urgentemente ser controlada com mais rigidez.

Rodrigo

19/04/2011 - 08h36

Falou a bobagem, depois quer dizer que não falou e culpa a imprensa. Típico…

Adoro o "um vídeo que foi postado na internet, não sei se com a fala integral ou parcial". Faltando os culhões pra sustentar o que fala, joga nas costas da Folha. Que ser admirável.

E claro, pro Azenha qqer chance de bater na "grande mídia" tá valendo. Até passar a mão em cabeça de petista que fala merda faz parte. Será que teria essa condescendência com um PSDBista ou DEMo?

Responder

    Marcelo Fraga

    19/04/2011 - 09h56

    Você fala como se a Folha fosse uma entidade sagrada, ou coisa que o valha.

    @rcleme

    19/04/2011 - 13h37

    Longe de ser sagrada, mas ela limitou-se a reproduzir o que aquele senhor falou. Se lhe faltou coragem de sustentar o problema não é da Folha.

    E assim como no caso do Emir Sader, há gravação dele falando isso, não dá nem pra sair dizendo "eu nunca disse isso".

    altamir

    19/04/2011 - 17h05

    Nem importa muito o que ele falou ou não. Importa maneira rasteira que o assunto foi tratado por um jornal que se acha dos melhores do mundo…

    Jairo_Beraldo

    19/04/2011 - 19h21

    Mas o pior de tudo, ninguem está mais falando…da cusparada que a presidente petista deu em seus eleitores. Esse PT- Paulo Teixeira- é só mais um a querer aparecer na mídia…e paulista gosta destes tipos…falsos moralistas….

    Marcelo de Matos

    19/04/2011 - 10h41

    O mais notório defensor da descriminalização do uso da maconha chama-se Fernando Henrique Cardoso. O segundo mais notável nessa área é o Gabeira. O caro comentarista deve conhecê-los muito bem e, talvez, até admirá-los. Por que não?

    @rcleme

    19/04/2011 - 13h36

    Eu sou contra a legalização. Se minha mãe falar a favor da legalização será criticada do mesmo jeito. A diferença é que o caro petista fala a bobagem, gravada em vídeo, e depois qdo lhe apertam pela merda que falou quer sair com o discurso de "a culpa é da imprensa". Se acredita no que fala, sustente, não fique jogando nos outros a bronca.

    Aristharco

    19/04/2011 - 14h13

    O Teixeirinha, acuado, repercute na maior, o entreguista-mór do Brasil que, em seus desvarios, alardeia campanha da ervinha do mal. E o deputado (do PT!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!) engoliu e, sem careta, faz eco…
    Ferrou-se.

    Conceição Lemes

    19/04/2011 - 14h58

    Aristharco, brigar com a verdade factual é estupidez. O que vc diz não procede. Há muitos anos o Paulo Teixeira debate a questão das drogas com a seriedade que o assunto exige.

    @rcleme

    19/04/2011 - 16h13

    Chamar Big Mac de "droga" para traçar um paralelo com maconha não é seriedade. Se ele trata com seriedade o assunto, deveria no mínimo trabalhar na argumentação.

    Culpart a Folha porque o deputado falou uma bobagem dessas é ridículo. Ainda mais quando a Folha volta e meia dá exemplos muito mais concretos de mau jornalismo.

    Paulo Preto

    19/04/2011 - 18h50

    Vc já trabalhou na Folha ou para a Folha pra sair em defesa do jornal?
    Pelo visto não, pois pelos comentários nem sonha como é a redação do jornal ou imagina os métodos do tal periódico

    @rcleme

    20/04/2011 - 08h16

    Você trabalha pro deputado? Já que estamos discutindo nesses termos…

    Lucas Cardoso

    19/04/2011 - 23h32

    Na verdade, a comparação entre a maconha e o Big Mac é bem apta. Ambos fazem a pessoa se sentir bem ao mesmo tempo que fazem mal à saúde. Ambos podem viciar. E não há motivos para tornar nenhum dos dois ilegal.

    Além disso, mesmo se fosse bobagem, só um cego não vê que a manchete é tendenciosa.

    ailtonfilho

    20/04/2011 - 13h59

    É claro que o paralelo não é sério. O Big Mac traz muito mais males a saúde que a maconha.

    Henrique

    19/04/2011 - 19h08

    Eles não são favoraveis ao uso e sim a legalização.

    Uma coisa nao tem nada a ver com a outra.

    Aliás, a proibição que ta gerando a elevada oferta!!

    Pensem!!

    Bruno

    20/04/2011 - 10h27

    São outros dois que não merecem o respeito. Ao invés de proibir o tabaco, querem legalizar, hoje, a maconha. E amanhã será o pó, e depois a heroína…

    Claudio

    23/04/2011 - 04h20

    Ele já assume essa ideologia há mais de dez anos, o Senado inteiro sabe.
    Participa de inúmeros debates e entrevistas há muito tempo falando exatamente a mesma coisa.
    .
    E quem não se lembra do dia 22 de outubro de 2009?
    O deputado discursou sobre mudanças na legislação e na política sobre drogas no grande expediente da Câmara do Senado e foi trasmitido ao vivo pela TV Câmara.
    .
    A única novidade que a Folha mostrou foi um sensacionalismo barato, mal feito e irresponsável, que por sinal não é novidade vindo de onde veio. Conseguiram exatamente o que queriam: criar polêmica, chamar a atenção e faturar em cima.

H Aljubarrota

19/04/2011 - 07h11

Bem… É só ler a manchete de hoje da Folha para entender o que eu e vários outros comentarista vem alertando aqui. A diferença do PIG é o Lula; não nos iludamos. Sabem que só vão conseguir massacrar a Dilma se antes quebrarem Lula.

É uma gente desqualificada…

Responder

Uélintom

19/04/2011 - 07h05

É o Escroterguy fazendo escola.

Responder

alex

19/04/2011 - 07h02

A Folha fede.

Responder

ricardo silveira

19/04/2011 - 01h42

Parece que droga não é um problema de polícia. O único problema de droga que é caso de política é a Folha de São Paulo.

Responder

Messias Macedo

19/04/2011 - 00h59

[Data venia]

Entenda o que é jornalismo decifrativo!

… "Ôces" precisavam de ver a Cristiana Lôbo 'da RouboNews' detalhando (sic) o episódio que envolveu o senador tucano das Minas Gerais, o gol contra da vez do PIG!… "Seu menino", se alguém tivesse passado o final de semana "comendo água" – e sem acessar o noticiário – iria continuar totalmente por fora da mutreta, inocente da resenha…
Cristiana "do PIG" *esclareceu (idem sic) o imbróglio mais ou menos assim: "[Carlos] Monforte, o senador e ex-governador Aécio Neves, provável futuro presidente do Brasil, neste final de semana esteve no Rio de Janeiro [em Realengo?!]… E, aí, [Carlos] Monforte [cadê a Eliane Cantanhêde, para dar me dar uma forcinha!]… Bom, aconteceu que $%¨&89#$%¨&*((*&¨$#@@#$%¨&*()(*&¨%$#@[email protected]#$%¨&*()?????… O Jânio Quadros, o Miguel Arraes… O próprio presidente Lula… São exemplos de políticos que, publicamente, já fizeram apologia à 'branquinha'…"
O PIG é uma gracinha
lálálálá
O PIG é uma gracinha
lálálálá
Bis 'n' vezes

*comentário 'profeLIDO' no 'Jornal da Dez', GloboNews, edição de 18/04/11
RESCALDO: a Cristiana Lôbo deverá mudar a seção 'o papo no cafezinho', para 'o papo na biritinha'! Convida a Lúcia Hippócrito, convida!…

República de 'Nois' Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Roberto Locatelli

19/04/2011 - 00h56

Muito coerente e consciente o dep. Paulo Teixeira.

Assim como ele, sou contra o uso de drogas, mas a favor de descriminalizar as drogas. Aliás, o álcool é droga pesadíssima e já nasceu descriminalizado.

Com que moral um pai diz a seu filho para não usar drogas, se ele, pai, está com um copo de cerveja na mão?

Então, como disse o deputado, a questão é de saúde pública e informação. É preciso esclarecer as pessoas que o álcool e as outras drogas destroem o indivíduo.

Quanto à matéria da Folha, o que esperar desse lixo que alguns ainda chamam de jornal?

Responder

    @rcleme

    19/04/2011 - 10h28

    Eu acho engraçado justificar a liberação de uma droga a partir da existência de outra.

    Quais os ´próximos passos? Reverter a lei antifumo? Liberar Ecstasy? Cocaína?

    Bah, se o pai se mata de tomar cachaça, pq não deixar o moleque fumar crack?

    Pedro1

    19/04/2011 - 22h17

    Crack não é nem cogitado. É um veneno. Que na opinião do Paulo Teixeira surgiu exatamente da falta e controle do Estado sobre as drogas. Se o Estado controlasse o consumo de cocaína, até mesmo para promover a desintoxicação, o crack não teria surgido.

    Bruno

    20/04/2011 - 10h39

    O álcool também é um veneno. Não seja hipócrita.

    @rcleme

    20/04/2011 - 10h48

    Aí Pedro, dentro do racicínio do "tem drogas piores", argumenta-se "álcool também é um veneno, então pq não crack?".

    José Ruiz

    20/04/2011 - 11h57

    Seria excelente reverter a lei anti-fumo (que é ilegal), liberar o ecstasy, etc…

Alvaro Tadeu Silva

19/04/2011 - 00h22

FHC é presidente de um órgão internacional que defende a liberalização da maconha. (descriminalização, como dizem). A posição do ex-Presidente é oficial, mas isso não rende manchetes. A fala de um deputado federal é mais importante do que a posição droguística de FHC?

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    mauro silva

    19/04/2011 - 09h54

    Prezado Álvaro.
    Discriminalização é bem diferente de liberação.
    E a posição do FHC, o farol como diz P.H.Amorin, rendeu muitas manchetes positivas porque ele é "amiguinho" dos donos do PIG.
    Já um Deputado do PT …..

    @rcleme

    19/04/2011 - 13h01

    Diga uma manchete positiva.

    @rcleme

    19/04/2011 - 10h28

    Como não rende manchetes? Qdo FHC se posicionou a favor da liberação, saiu em TODO lugar. Levou até lapada do Reinaldo Azevedo,,,

Antonio Alves

19/04/2011 - 00h22

….depois a polícia vai ter que fiscalizar os cooperados para que não vendam o EXCEDENTE da produção.
Cooperativas vão proliferar que nem essas ONGs parasitas que existem aos montes por aí e que são financiadas com nosso suor.

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SILOÉ

19/04/2011 - 00h11

Essa foi para só desviar à atenção do "Devassagate".
Eles devem ter um monte dessas no fundo das gavetas.

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SILOÉ

19/04/2011 - 00h03

Cara!!! Entrevista da folha com qualquer político do PT, só pode ser cilada , cai quem quer.

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Dirceu Alves

18/04/2011 - 23h33

Azenha,
Este ataque da Folha foi claramente uma estratégia defensiva, visto que FHC defendeu a legalização da maconha em seu discurso na revista INTERESSE NACIONAL. FHC, antigo defensor da maconha, se referiu à legalização e controle da maconha. Para prevenir os ataques que viriam da própria oposição de direita, Folha e Estadão, que obviamente não gostaram do que disse FHC, atacaram o PT para criar uma cortina de fumaça, vacinando FHC contra a reação da direita religiosa e conservadora, reação esta que logo virá.

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    Aristharco

    19/04/2011 - 14h16

    E o Teixeirea assinou embaixo… se ferrou e vai ferrar meio mundo… acorda cara!

    Mauro Silva

    19/04/2011 - 16h58

    Prezado Dirceu
    Penso que esse ataque contra o Deputado aconteceu para intimidá-lo e demovê-lo do compromisso assumido junto aos blogueiros progressistas de requisitar o "relatório do delegado Saadi, na sequência da Operação Satiagraha", conforme publicado sábado, no sítio de Conversaafiada.
    No domingo, esta baixaria teleguiada da piguenta Folha de São Paulo.
    Ou seja, mais um motivo para o Deputado Federal seguir adiante e oficiar a Presidente da República a entregar-lhe a íntegra desse relatório. http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/04/1

Marat

18/04/2011 - 23h14

Eu sou contra as drogas: não leio a Folha!

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