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Diário da Resistência


Promoveram caça às bruxas, agora reclamam de “lista negra”
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Promoveram caça às bruxas, agora reclamam de “lista negra”


21/06/2014 - 09h23

O desabafo de Trajano

por Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

E eis que José Trajano, da ESPN Brasil, viralizou.

Um vídeo em que ele cita quatro colunistas que instigam ódio circula freneticamente pela internet nestes dias.

Ele enxergou, com razão, uma relação espiritual entre os que xingaram Dilma no estádio e os colunistas que mencionou.

Trajano falou de Demetrio Magnolli, Augusto Nunes, Mainardi e Reinaldo Azevedo, mas poderia falar de muitos outros.

Outro dia li uma expressão do Nobel de Economia Paul Krugman e pensei exatamente no tipo de jornalista da pequena lista de Trajano.

São os “sicários da plutocracia”. São pagos, às vezes muito bem pagos, apenas para defender os interesses de seus patrões.

Os Marinhos, ou os Frias, ou os Civitas, ou os Mesquitas, não podem, eles mesmos, assinar artigos em defesa de suas próprias causas. Então contratam pessoas como as de que Trajano trata.

Muitos leitores, em sua ingenuidade desumana, vêem alguma coragem nos “sicários da plutocracia”.

É o oposto. Ao se alinhar aos poderosos – aqueles que fizeram o Brasil ser um dos campeões mundiais da desigualdade – eles têm toda a proteção que o dinheiro é capaz de oferecer.

Não correm risco de ficar sem emprego, por exemplo. Podem cometer erros grosseiros de avaliação, de prognóstico, de estilo, do que for.

Mesmo assim, estarão seguros porque cumprem o papel de voz dos que podem muito.

Vi em Trajano um desabafo, uma explosão, e entendo por duas razões.

Primeiro, Trajano sempre foi explosivo, temperamental. É um traço seu desde sempre, bem como a paixão pelo Ameriquinha.

Depois, Trajano ecoou um sentimento que representa o espírito do tempo.

Há um cansaço generalizado, uma irritação crescente com os “sicários da plutocracia”. Não apenas pela soberba vazia, pela arrogância de quem sabe que terá microfone em qualquer circunstância, não apenas pela vilania constante.

Mas pela compreensão de que eles representam um obstáculo brutal ao avanço social brasileiro.

Eles estão na linha de frente da resistência a um Brasil menos desigual.

Eles surgem em circunstâncias especiais. Seu papel é minar, perante a opinião pública, administrações populares.

O maior da espécie, Carlos Lacerda, se notabilizou ao levar GV ao suicídio e Jango à deposição.

Eles sumiram nas décadas que se seguiram ao Golpe de 64, por serem desnecessários. O Estado – com os incríveis privilégios e mamatas à base de dinheiro público — estava ocupado pela plutocracia. Já não tinham serventia.

Voltaram quando Lula ganhou, a despeito de todas as concessões petistas fixadas na Carta aos Brasileiros.

Voltaram com o PT, assim como voltariam com qualquer outros partido que representasse ameaça às vantagens de séculos, como livre acesso aos cofres do BNDES e outras coisas do gênero.

Neste sentido, é bom entender que não é algo contra o PT e sim contra o risco, real ou imaginário, do fim das regalias.

Você pode identificar claramente o processo de retorno dos sicários.

O primeiro deles foi Diogo Mainardi, na Veja. Logo depois, também na Veja, mas na internet, apareceu Reinaldo Azevedo.

Não eram conhecidos na elite dos jornalistas, mas ganharam um espaço privilegiado porque se dispuseram a fazer a propaganda, disfarçada de jornalismo, das causas de quem quer que o Brasil continue do jeito que sempre foi.

Aos poucos foram chegando outros, e hoje são muitos.

É um processo curioso: quanto menos votos têm os representantes da plutocracia, mais colunistas da direita vão aparecendo. É como se houvesse a esperança de, uma hora, aparecer um novo Lacerda e resolver o problema.

Mas a sociedade brasileira está cansada de tanta desigualdade, e é difícil acreditar que as lorotas dos sicários vão ter algum resultado parecido com o que houve em 54 ou 64.

O Brasil merece ser uma sociedade nórdica, escandinava, em que ninguém seja melhor ou pior que ninguém por causa do dinheiro, e na qual não haja os abismos de opulência e de miséria.

Os sicários aos quais Trajano se referiu simbolizam o oposto de tudo que escrevi acima.

Desta vez, ao contrário de 54 e 64, não triunfarão – até porque a internet deu voz a quem não tinha e retirou a exclusividade monopolística e predadora dos que favelizaram o Brasil enquando acumulavam fortunas extraordinárias.

PS do Viomundo: Hoje a Folha de S. Paulo faz uma tentativa porca, bem ao estilo da Folha, de sugerir através de aspas que o jornalista da ESPN falou em nome do vice-presidente do PT, com o objetivo de nomear uma suposta “lista negra” de jornalistas inimigos da pátria. O fato é que os nomeados são, sim, semeadores do ódio. Basta ler o que escrevem. Inicialmente o ódio deles se voltou, entre outros alvos, contra jornalistas que ousaram discordar dos donos da mídia, notadamente, lá atrás, Luís Nassif e Mino Carta. Depois, foram alvos todos os blogueiros. Ou seja, reclamam de terem sido nomeados justamente aqueles que nomearam e tentaram assassinar o caráter de muitos colegas. Nossa total solidariedade a José Trajano, que foi impedido de trabalhar por seguidores dos semeadores de ódio.

Leia também:

Crise nas arquibancadas: A torcida alheia é melhor que a nossa?





75 comentários

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FrancoAtirador

24 de junho de 2014 às 09h03

http://jornalggn.com.br/noticia/20-anos-vitima-da-maquina-de-assassinar-reputacoes-de-veja

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silvia macedo

23 de junho de 2014 às 21h08

Este artigo do Paulo Nogueira é um clássico.

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carlos

23 de junho de 2014 às 16h25

Eu mais uma vez, parabenizo o sr. José Trajano, me recordo dos aureos tempos que ele defendia mais o ameriquinha carioca, aliás eu acho que ele deveria ser presidente de honra do ameriquinha, como jornalista esportivo tem a minha admiração o meu respeito, sempre até totalmente imparcial, vá em frente meu garoto faça aquilo que sabe fazer bem feito que é comentar futebol e defender o Brasil naquilo que é correto.

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Rodolfo

23 de junho de 2014 às 13h38

Trajano tb tem minha simpatia. Mas o temperamento dele deu mais munição para os Azevedos e Nunes da vida. Mais subtraiu do que acrescentou. Foi ingênuo. Ele sabia da virulência desses caras, mas o temperamento azedou a pimenta. Fez o jogo deles. Havia outra maneira de passar o recado.

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Marcellus

23 de junho de 2014 às 13h30

A memória é um bálsamo…
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/tag/mexeu-com-o-lula-mexeu-comigo/

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Osmar Sand

22 de junho de 2014 às 18h51

Certamente estes jornalistas sabem que os militares “mataram” a experiência de educação de adultos de Paulo Freire e instituíram o tal do MOBRAL. Todo o material do MOBRAL foi fornecido pela Abril. O método de Paulo Freire era feito de voluntariado e sem utilização de material sofisticado porque partia da realidade do povo. Se não dá dinheiro a grande imprensa não se mexe. Eles querem é vender VEJA para o Estado de São Paulo. Eles querem ter prioridade e exclusividade na propaganda do governo. O resto… bem, o resto é o resto…

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FrancoAtirador

22 de junho de 2014 às 18h41

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29/10/2013
Observatório de Imprensa, edição 770

Folha de S. Paulo, São Paulo (SP), 27/10/2013

Arena de Debates [SIC]

Por Suzana Singer, Ombudsman

Na semana em que o assunto foram os simpáticos beagles, a Folha anunciou a contratação de um rottweiler.

O feroz Reinaldo Azevedo estreou disparando contra os que protestam nas ruas, contra PT/PSDB/PSOL, o Facebook, o ministro Luiz Fux e sobrou ainda para os defensores dos animais.

A coluna publicada anteontem não destoa do que Reinaldo vem defendendo em seu blog no site da ‘Veja’ nos últimos sete anos.

‘Eu sou mesmo um reacionário à moda antiga’, escreveu o jornalista na quarta-feira, emendando que é ‘humanista e cristão’, contra o aborto e contra a pena de morte.

Dá para deduzir o que ele pensa dos governos Lula e Dilma pelo título do seu livro ‘O País dos Petralhas’, uma corruptela de petistas e irmãos Metralha.

Sua volta à Folha, onde já havia trabalhado como editor-adjunto de política, suscitou reações fortes.

O leitorado mais progressista viu a chegada do colunista como o coroamento de uma ‘guinada conservadora’ do jornal.

‘Trata-se de uma pessoa que dissemina o ódio e não contribui com opiniões construtivas’, escreveu a socióloga Mariana Souza, 35.

Poucos se manifestaram a favor de Reinaldo…

(…)

No impresso, espera-se mais argumento e menos estridência.

Mais substância, menos espuma.

Do contrário, a Folha estará apenas fazendo barulho
e importando a selvageria que impera no ambiente conflagrado da internet.

(http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed770_suzana_singer)
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Responder

    FrancoAtirador

    22 de junho de 2014 às 18h47

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    seg, 04/11/2013 – 06:27
    GGN

    Rodrigo Constantino e Reinaldo Azevedo emburrecem o país

    A jornalista Miriam Leitão, colunista do Globo, publicou um importante artigo neste domingo sobre a “miséria do debate” brasileiro.

    “Pensamentos rasteiros, argumentos desqualificadores, ofensas pessoais, de nada servem. São lixo, mas muito rentável para quem o produz”, afirmou a jornalista

    No texto, ela bate duro em dois representantes da “direita hidrófoba” brasileira: o colunista Reinaldo Azevedo, de Veja e Folha, e o economista Rodrigo Constantino, que tem colunas em Veja e no próprio Globo.

    Dizendo-se alvo dos dois lados, de quem a critica pela esquerda e pela direita, Miriam passou a tratar então de Reinaldo Azevedo.

    “Recentemente, Suzana Singer foi muito feliz ao definir como um ‘rottweiler’ o recém-contratado pela Folha de S. Paulo (…) ele já rosnou para mim várias vezes, depois se cansou como fazem os que ladram atrás das caravanas”.

    Miriam resgatou ainda um texto revelador, em que Reinaldo cobrava dela um pedido de desculpas ao senador Demóstenes Torres.

    Depois de tratar de Reinaldo, Miriam saltou para Rodrigo Constantino, o mais caricato personagem da nova direita brasileira, que, segundo a jornalista do Globo, produz “indigências mentais”.

    Miriam se refere à resposta agressiva que recebeu quando defendeu a nomeação de Janet Yellen para o Federal Reserve, o banco central americano.

    “O que importa o que a liderança do Fed tem entre as pernas?”, perguntou Constantino em Veja.

    Miriam conclui seu texto afirmando que tais tipos de desqualificação são apenas “lixo”. Nada mais.

    Leia, abaixo, seu artigo:

    Miséria do debate – MIRIAM LEITÃO

    O Brasil não está ficando burro. Mas parece, pela indigência de certos debatedores que transformaram a ofensa e as agressões espetaculosas em argumentos. Por falta de argumentos. Esses seres surgem na suposta esquerda, muito bem patrocinada pelos anúncios de estatais, ou na direita hidrófoba que ganha cada vez mais espaço nos grandes jornais.

    É tão falso achar que todo o mal está no PT quanto o pensamento que demoniza o PSDB. O PT tem defeitos que ficaram mais evidentes depois de dez anos de poder, mas adotou políticas sociais que ajudam o país a atenuar velhas perversidades. O PSDB não é neoliberal, basta entender o que a expressão significa para concluir isso.

    A ele, o Brasil deve a estabilização e conquistas institucionais inegáveis. A privatização teve defeitos pontuais, mas, no geral, permitiu progressos consideráveis no país e é uma política vencedora, tanto que continuou sendo usada pelo governo petista. O PT não se resume ao mensalão, ainda que as tramas de alguns de seus dirigentes tenham que ser punidas para haver alguma chance na luta contra a corrupção. Um dos grandes ganhos do governo do Partido dos Trabalhadores foi mirar no ataque à pobreza e à pobreza extrema.

    Os epítetos “petralhas” e “privataria” se igualam na estupidez reducionista. São ofensas desqualificadoras que nada acrescentam ao debate. São maniqueísmos que não veem nuances e complexidades. São emburrecedores, mas rendem aos seus inventores a notoriedade que buscam. Ou algo bem mais sonante. Tenho sido alvo dos dois lados e, em geral, eu os ignoro por dois motivos: o que dizem não é instigante o suficiente para merecer resposta e acho que jornalismo é aquilo que a gente faz para os leitores, ouvintes, telespectadores e não para o outro jornalista. Ou protojornalista. Desta vez, abrirei uma exceção, apenas para ilustrar nossa conversa.

    Recentemente, Suzana Singer foi muito feliz ao definir como “rottweiller” um recém-contratado pela “Folha de S.Paulo” para escrever uma coluna semanal. A ombudsman usou essa expressão forte porque o jornalista em questão escolheu esse estilo. Ele já rosnou para mim várias vezes, depois se cansou, como fazem os que ladram atrás das caravanas.

    Certa vez, escreveu uma coluna em que concluía: “Desculpe-se com o senador, Miriam”. O senador ao qual eu devia um pedido de desculpas, na opinião dele, era Demóstenes Torres. Não costumo ler indigências mentais, porque há sempre muita leitura relevante para escolher, mas outro dia uma amiga me enviou o texto de um desses articulistas que buscam a fama. Ele escreveu contra uma coluna em que eu comemorava o fato de que, um século depois de criado, o Fed terá uma mulher no comando.

    Além de exibir um constrangedor desconhecimento do pensamento econômico contemporâneo, ele escreveu uma grosseria: “O que importa o que a liderança do Fed tem entre as pernas?” Mostrou que nada tem na cabeça. Não acho que sou importante a ponto de ser tema de artigos. Cito esses casos apenas para ilustrar o que me incomoda: o debate tem emburrecido no Brasil. Bom é quando os jornalistas divergem e ficam no campo das ideias: com dados, fatos e argumentos.

    Isso ajuda o leitor a pensar, escolher, refutar, acrescentar, formar seu próprio pensamento, que pode ser equidistante dos dois lados. O que tem feito falta no Brasil é a contundência culta e a ironia fina. Uma boa polêmica sempre enriquece o debate. Mas pensamentos rasteiros, argumentos desqualificadores, ofensas pessoais, de nada servem. São lixo, mas muito rentável para quem o produz.

    (http://jornalggn.com.br/noticia/as-criticas-de-miriam-leitao-a-rodrigo-constantino-e-reinaldo-azevedo)
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    FrancoAtirador

    22 de junho de 2014 às 19h00

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    dom, 22/06/2014 – 13:18
    Jornal GGN

    Ombudsman critica Folha por postura adotada no caso Conti

    Arrogância, 2 a 0

    Vera Guimarães Martins, da Folha de São Paulo
    (…)
    Nem bem assentado o pó da vaia, na noite de quarta, o jornal encalhou num rochedo — ou numa monumental “barriga”, como se denomina nas Redações uma notícia errada.
    Não chega a ser consolo (nem desculpa), mas, nesta, a Folha não embarcou sozinha.
    A “barriga” foi compartilhada com “O Globo” e um dos mais conhecidos jornalistas brasileiros, Mario Sergio Conti.

    Conti tem currículo incomum.
    Foi diretor de Redação do “Jornal do Brasil” e das revistas “Veja” e “Piauí”.
    Na TV, mediou o “Roda Viva”, na Cultura, e atualmente ancora o programa “Diálogos”, na GloboNews.
    Escreveu o livro “Notícias do Planalto”, sobre o impeachment de Fernando Collor.

    Colunista da Folha e do “Globo”, procurou os dois jornais para oferecer uma entrevista exclusiva com o técnico Luiz Felipe Scolari, obtida na ponte aérea Rio-São Paulo.

    O texto chegou tarde e, dadas as credenciais acima descritas, foi direto para a página e o site.

    Tinha a qualidade e o sabor característicos do autor — só que com o personagem errado.

    Conti entrevistou um sósia profissional de Felipão.

    O erro foi percebido fora da Redação, por um dos repórteres da equipe que acompanha a seleção e leu o site.
    O post foi retirado.
    Parte da edição nacional já impressa foi recolhida e destruída.

    Sobrou a perplexidade diante de erro tão primário.

    Não vou listar aqui todas as improbabilidades que deveriam ter ligado o sinal amarelo do colunista ou de quem editou o material.
    Blogs, sites noticiosos, leitores e diletantes já fizeram isso à exaustão.

    Erros, por mais crassos, acontecem, e o episódio Jayson Blair no “New York Times” está aí para mostrar que não é prerrogativa da imprensa nacional.

    A diferença está em como se lida com eles e, neste aspecto, a Folha ficou devendo.

    Na primeira versão, o Erramos do site dizia que o colunista havia sido vítima de trote, versão difícil de engolir quando o próprio entrevistado entregou um cartão escancarando sua condição de imitador.
    O segundo foi mais direto:
    “Felipão não falou com colunista da Folha”.

    Na quinta à noite, o site publicou matéria com as explicações de Conti e o conteúdo original da entrevista — no que fez muito bem, só que fez muito tarde.
    A história já tinha ganhado o mundo virtual, levando o jornal a reboque.
    No impresso, o caso foi relatado na sexta, em reportagem menor e no pé de página.

    Em ambas, só Mario Sergio Conti se explica e se desculpa.

    Ninguém da Folha se pronuncia [muito menos os Frias, donos do Jornal].

    O colunista assumiu a falha sozinho…

    Fim do jogo (e da semana): Arrogância, 2 x Autocrítica, 0.

    (http://jornalggn.com.br/noticia/ombudsman-critica-folha-por-postura-adotada-no-caso-conti)
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    Edna Lula

    23 de junho de 2014 às 08h12

    A uruburóloga – ver conversaafiada.com.br, do grande jornalista orgânico, nosso companheiro Paulo Henrique Amorim – Míriam Leitão, que tenta criticar a economia dos governos petistas está cansada de tentar sem sucesso subir na vida pelo lado da direita. Não vai conseguir nada. As políticas de reavaliação de anúncios e propaganda das empresas estatais e oficiais nos meios de comunicação vão começar a estrangular a imprensa golpista, reacionária da elite branca e rica.

carlos

22 de junho de 2014 às 15h11

Eh muito interessante esse “sintoma” citado pelo Paulo. Quanto menos votos tem a plutocracia, mais “sicários” vão aparecendo na imprensa. No artigo citado, de Paul Krugman, ele faz uma velada referencia a um fenômeno análogo que podemos observar também no meio dos economistas. Como os chamados “economistas de bancos” em grande atividade e franca expansão na grande mídia. Não podemos provar (por enquanto) que esses “sicários” são estimulados por aportes financeiros dos titulares dos interesses que eles defendem. Mas, as evidencias estão a indicar que são, sim, incentivados para exercer o papel que abraçam, com apaixonada dedicação, em alguns casos. Como a nossa antes chamada Alta Corte estabeleceu a procedência do convencimento pelas evidencias. Podemos deduzir e depois ESTABELECER que eles são, sim, remunerados para isso.

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ricardo silveira

22 de junho de 2014 às 13h44

Responder

Gerson Carneiro

22 de junho de 2014 às 12h58

Sigamos. A labuta não acabou. E nem acabará.

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Marat

22 de junho de 2014 às 12h06

O gorila tem 1,90m, adora jogar lixo no chão e agredir os de esquerda… mesmo com esse 1,90m adora ficar de quatro pros estadunidenses… Vai entender…
Há gorilas na patuleia, mas também há (e muitos) nas redações!

Responder

Gersier

22 de junho de 2014 às 11h31

“de sugerir através de aspas que o jornalista da ESPN falou em nome do vice-presidente do PT,”
E esses,desculpem o termo,canalhas escrevem e falam em nome de quem mesmo?Porque não escrevem ou falam do jornalista que o judiciário fajuto mineiro prendeu por “ordem” do menino do Rio aécio?Porque não falam ou escrevam sobre as “invasões” que o judiciário fajuto carioca fez na UFRJ e na casa de uma cineasta a mando do aébrio?Porque,desculpem novamente,são uns canalhas.

Responder

Marcelo Macêdo

22 de junho de 2014 às 11h00

Trajano,
Humildemente quis lhe fazer uma homenagem, postando um comentário no site da “veja” – recuso-me a escrever esse nome com inicial maiúscula por ela não merecer, nem ao mínimo, essa correção ortográfica -, em resposta ao texto publicado por Reinaldo Azevedo: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/trajano-da-espn-quem-e-esse-ele-resolve-censurar-os-torcedores-e-acha-que-a-culpa-e-minha-quando-estes-reagem-va-rimar-tatu-com-jacu-cara/comment-page-10/#comment-3511576.
Não sei se será – na verdade duvido que seja, pelo espaço democrático que essa revista representa – por isso reproduzo aqui o que tentei postar lá.

Marcelo Macêdo

[email protected]

Reinaldo, quem é Trajano não é a pergunta mais adequada a ser feita. O mais correto seria perguntar quem é Reinaldo Azevedo, pois seria bem mais fácil responder. Reinaldo Azevedo é um arrogante preconceituoso que se de diz ser dono do saber, para falar em nome dos “brasileiros”, mas na verdade não passa de um néscio instrumento do preconceito ideológico no qual parte da população, diga-se de passagem, os mais privilegiados – a “massa cheirosa”, como afirmou uma colega dele de profissão -, que segue perfeitamente os ditames de quem lhe paga. Trajano, como já afirmaram, foi muito econômico em relação aos nomes ditos, pois há inúmeros outros mervais iguais aos citados, que poderiam provar que a fila desses iguais é muito mais longa.
Então, senhor Reinaldo Azevedo, talvez só lhe seja permitido encontrar uma rima adequada a “JACU”,uma vez que sua incapacidade, seja ela qual for, não lhe permite enxergar que esse país mudou e continuará mudando em direção ao futuro e isso, nem de perto, inclui pensamentos e atitudes como a sua e a de seus asseclas.

Responder

Sr. Indignado

22 de junho de 2014 às 10h21

Depois da copa os sícaros virão com tudo.
“Se Dilma ganhar, sem mais moedas de cobre para os sícaros da plutocracia.”

Ei reinaldo azedo… pode continuar na veja… hahahaha

Responder

claiton de souza

22 de junho de 2014 às 10h19

POSTEI ESTE COMENTÁRIO EM 05/06/2014.

TEREMOS COPA? SIM, TEREMOS COPA DA MELHOR QUALIDADE E COM PADRÃO BRASIL.
A copa do mundo no Brasil será sem sombra de dúvidas a mais espetacular de todos os tempos. Ela contará com os melhores estádios que uma promoção de copa já ofereceu, eles estão prontíssimos e maravilhosos, nenhuma copa já ocorrida contou com padrão de estádios de tal grandeza como os nossos, e seus acessos são os melhores já produzidos, nenhuma copa contou com a mobilidade dos torcedores nos acessos aos estádios em tão boas condições como estamos promovendo agora no Brasil. Ela contará com uma quantidade de atletas futebolistas da mais alta categoria, praticamente todos os grandes ídolos do futebol atual estarão em campo defendendo suas bandeiras nacionais. Ela baterá todos os recordes de público de todos os tempos, tanto os presentes nos estádios, como os telespectadores e todos os outros que a acompanharão mundo afora pelos mais variados veículos de promoção informativa individual e de massa. Os profissionais da mídia nunca tiveram em um evento desta magnitude condições de trabalho tão espetaculares como terão agora, espero que tenham à dignidade de não desvirtuarem as informações. Avante Brasil, pra frente, o que sua gente quer mesmo é mostrar seu valor.
Natal, 05/06/2014. Claiton de Souza.

ESTOU ORGULHOSO DESTE MEU BRASIL, O QUE PREVI ESTÁ ACONTECENDO. …. SIM, ESTAMOS TENDO COPA, DA MAIS ALTA QUALIDADE, E, PRINCIPALMENTE COM PADRÃO BRASIL.
Natal, 22/06/2014.

Responder

Tião Macalé

22 de junho de 2014 às 09h57

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E a lista que o Augusto Nunes preparou em 2012 ?!?
Cadê os escribas de plantão para criticá-la ?!?

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/o-pais-quer-saber/confira-a-lista-dos-que-acham-que-mexer-com-o-chefe-supremo-e-mexer-com-eles/

Responder

Ednaldo Barbosa

22 de junho de 2014 às 09h43

Sou empresário na área de ensino a 20 anos e posso afirmar não quero o retorno desses desgraçados, pois fui a falência por duas vezes no governo de FHC, hoje as pessoas podem pagar por um curso pois, têm emprego. Creio que isso diz tudo.

Responder

    SERGIO GOVEA

    22 de junho de 2014 às 18h05

    É empresário na área de ensino “a 20 anos”?

    Jader

    22 de junho de 2014 às 23h17

    Não é à toa que foi a falência no Governo FHC e se dá bem com o Governo do PT.

    Alex Mamed (@AlexMamed)

    26 de junho de 2014 às 12h15

    “na área de ensino a 20 anos”. Na área de ensino, faliu duas vezes e a culpa é do FHC?

    Santo Deus.

PauloH

22 de junho de 2014 às 01h42

Reinaldetes não têm opinião própria. Tudo que elas sabem fazer é reproduzir palavra por palavra os argumentos criados pelo Tio Rei no seu blog. Reinaldetes são multiplicadoras do ódio (como bem notou o Trajano), mas são incapazes de pensar com a própria cabeça. Leia um comentário de uma reinaldete e depois vá checar a fonte primária. Está tudo lá, no blog do Rei, já mastigadinho pra ser usado contra os “petralhas”. É como uma linha de montagem de insultos, um fordismo do ódio.

Responder

    Mário SF Alves

    22 de junho de 2014 às 11h03

    Bem observado, PauloH.

    E por falar nisso, salvo engano, os alemães ensandecidos pelo Hitler mediante discurso ideológico estruturado a partir da mega-crise econômica que se abateu sobre eles e pelas humilhações sofridas no pós-guerra de 1914 agiram de forma senão idêntica, bem próxima disso.

    Resta saber quais seriam os “nossos” anacrônicos hitlers tupiniquins.

    Mário SF Alves

    22 de junho de 2014 às 11h48

    Resta saber quais seriam os “nossos” anacrônicos hitlers tupiniquins.

    ———————————–
    Mesmo porque, as demais personagens dessa macabra novela a gente já sabe. A avançar o atual cenário – e já não é segredo nenhum a quem se destina o ódio neo-nazista – os novos fornos de cremação receberão não judeus, mas petistas; ou seja, todos nós a quem esses hitlerecos mal assumidos e de meia pataca chamam de petralhas.

PauloH

22 de junho de 2014 às 01h28

Reinaldetes estão tomando as dores do “tio Rei” na ESPN Brasil. Um bando de alucinados invadiu o site da ESPN e está xingando o Trajano nos comentários. O nivel é de “vai pra Cuba, seu verme”, “vendido” e (claro) “petralha” pra baixo. É assustador.
http://espn.uol.com.br/post/419842_quem-e-metido-a-entender-de-futebol-esta-quebrando-a-cara-nos-boloes

Quando Trajano falou em “semeadores do ódio” estava se referindo justamente a esse tipo de horda virtual de desequilibrados.

Responder

Helenita

21 de junho de 2014 às 23h11

Falou-se que os ditos jornalistas “lacerdistas” são bem pagos por seus patrões para vomitarem essa imprensa asquerosa, mas, acho que não só os patrões que lhes remunera, mas, sim, os famigerados órgãos estrangeiros, começando de consulados americanos, ingleses, alemães, franceses, sobretudo sob a capa de perigosas ONGs… Edward Snowden poderia nos falar sobre isso, não?

Responder

Helenita

21 de junho de 2014 às 23h04

Prezado Samderson Barros, sugiro que você procure ler informações de fontes sérias sobre o financiamento da ampliação do Porto de Mariel, em Cuba, pelo governo brasileiro, por meio do BNDES…
Leia bastante e verá que esse empreendimento é de alto interesse geo-político para o Brasil, se afirmando fora de suas fronteiras, como qualquer país capitalista que pretende ser grande, em futuro próximo… Não se trata de ajuda e nem de esmola, o Porto de Mariel é situado em região de alto interesse comercial de muitas potências, e a contrapartida do governo cubano no convênio com o Brasil garantirá milhares de empregos aos trabalhadores brasileiros, pois o governo cubano tem compromisso de importar produtos da indústria brasileira por longos anos. Vale lembrar que TODAS as potências econômicas e políticas investiram e investem em projetos fora de suas fronteiras, especialmente nos países periféricos, e garante espaços estratégicos quem chega primeiro, e é o que o Brasil está fazendo ali.

Responder

Zanchetta

21 de junho de 2014 às 21h22

Gozado mesmo é ele vir nominar os jornalistas anti-pt justo após conseguir o contrato da CAIXA ECONOMICA FEDERAL para o seu canal…

Vendido?

Responder

    Gabriel Braga

    22 de junho de 2014 às 00h51

    Engraçado é que para alguns quem não adere a fúria anti-PT que tomou parte da maioria da imprensa é porque foi comprado pelo governo.

    Não lhe passa pela cabeça que o Trajano ou qualquer outro que apóie o PT faça isso por convicção?

    Interessante também que ninguém questiona o Reinaldo Azevedo,por exemplo,se o fato dele ser simpático ao PSDB se deve ao fato do governo paulista comprar milhares de assinaturas de Veja para distribuir a revista nas escolas públicas de São Paulo.

    Zanchetta

    23 de junho de 2014 às 19h27

    Pois eu acho que o RA só faz isso porque a Veja manda…

    Mas o Trajano, que dirige um programa de esporte, começou após o contrato… isso foi!!!

    Guilherme Silva (Guirma)

    22 de junho de 2014 às 01h26

    É a velha tática da direita!!! Quando faltam argumentos contra o que está sendo debatido, sobra a tentativa de desqualificação do oponente! Simples assim….
    Quanto a ter ou não patrocínio, então R. Azevedo deve ser puxa-saco do governo já que vejo sempre banner da Petrobras por lá!! Não que eu leia a Veja, mas sempre que ele é citado e mostrado a página, dá pra ver a propaganda no alto!!

ricardo silveira

21 de junho de 2014 às 20h19

Muito bom ver jornalistas que não precisam do emprego da mídia nativa criticar esses ventríloquos de uma plutocracia que se acha dona do país e quer dominar o governo escolhido pela maioria dos brasileiros. Não há democracia sem jornalismo crítico, mas jornalismo mentiroso, leviano como fazem os sabujos de plantão é manipulação da informação, é leviandade que interdita o debate e cria uma massa de desinformados que impede qualquer possibilidade de vida democrática no país.

Responder

FrancoAtirador

21 de junho de 2014 às 18h59

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O DEFENSOR DO ESTADO PLUTOCRÁTICO DE DIREITA


http://imgur.com/X263SIP

Responder

    olivires

    22 de junho de 2014 às 12h04

    Coisa rara ver tal lampejo de sinceridade num sabujo reacionário como este.

    Poderia informar o link desta diatribe anti-popular?

    FrancoAtirador

    22 de junho de 2014 às 16h05

    https://www.facebook.com/politicanoface2?fref=nf

Márcio Ribeiro

21 de junho de 2014 às 18h29

O que me preocupa, é que não pode mais ter opinião contra o governo… Esses perseguidores de opiniões alheia, não deixam ninguém se posicionar!! Parecem zumbis… Não tem alma, nem opinião… Só seguem o líder!!

Responder

    Mário SF Alves

    21 de junho de 2014 às 20h31

    Desculpe, mas não entendi. Você está falando do quê exatamente?

    ———————————
    Vamos dialogar?

    Em se tratando de Brasil, tendo em mente ordens de grandeza e, sendo você um legítimo representante da ordem [ainda predominantemente] estabelecida, historicamente conservadora, antidemocrática, concentradora de renda, socialmente excludente e de direita, posso te dizer que:

    1- A sua capacidade de fazer prevalecer a sua verdade é imensuravelmente maior do que a de qualquer um dos que ousaram defender a superação desse lixo de capitalismo imposto por interesses publicamente inconfessáveis e mantidos por essa mesma velha e carcomida ordem. Prova disso é a natureza ideológica, o poder ilegitimamente acumulado e a história mal escamoteada dos meios de comunicação de massa a serviço de tal ordem, tal capitalismo e de tal arremedo de verdade.

    2- A democracia que temos e o Estado que temos são ainda em grande parte instituições outorgadas pela ditadura empresarial-militar de 64 e tuteladas pelos seus agentes e beneficiários internos e externos.

    Face ao exposto é fácil avaliar o quanto é arrogante, prepotente, desleal, injusto e desumano exigir de nós omissão ante os incontáveis ataques diuturnamente desferidos contra o Governo Federal, o PT, os petistas e seus ideais.

    E quer saber? Nada disso surpreende. O que se quer mesmo – o ideal sublime dessa direita esclerosada que há séculos se constitui e volta a se manifestar no Brasil – é que nos reservemos apenas ao tal direito de não ter direito algum; ou, quando muito, ao direito de espernear.

    ———————————
    Concluindo:

    O Estado no Brasil é ainda tão à direita, ou melhor, tão radicalmente à direita, que hoje, com os resultados alcançados pelos governos de coalizão liderados pelo PT, para trazê-lo ao centro ideológico e à Democracia, basta-nos a verdade factual.

    Alex Mamed (@AlexMamed)

    26 de junho de 2014 às 12h28

    “governos de coalizão liderados pelo PT”

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    base alugada agora virou coalizão.

Julio Silveira

21 de junho de 2014 às 18h11

Esses caras citados pelo Trajano, assim como seus patrões, esqueceram da lei do retorno.
Esperavam manter seu poder de falar, ou melhor bater, sem reação, acreditando terem construído uma camuflagem perfeita para se passarem por cidadãos comuns. Esses que passam pelas dificuldades criadas por um sistema político propicio a manutenção da artificialidade. Do tipo que sustenta essas vozes como representação de uma cidadania da qual nunca fizeram parte.
Antes ao contrário, historicamente sempre estiveram nos mesmos papeis, sinhôzinhos e capitães do mato.

Responder

    Mário SF Alves

    21 de junho de 2014 às 20h42

    Prezado Júlio,

    É por essas e por outras que a cada dia convenço-me mais de que a tal “ameaça comunista” posta na ordem do dia que embalou o golpe anti-Brasil de 64, nada mais foi do que um show de falácias repercutidas pela velha mídia, já desde antes disso meramente golpista.

lulipe

21 de junho de 2014 às 16h08

“Repórteres sem Fronteiras” critica a lista negra do PT:

http://en.rsf.org/brazil-ruling-party-s-deputy-leader-20-06-2014,46498.html

Responder

    Mário SF Alves

    21 de junho de 2014 às 18h15

    Lista negra de quem? Da Veja?

    ————–

    Acorda, Lulipe. Chega desse papinho de garotinho ingênuo.

    A continuar assim, não demora muito e você estará reproduzindo a falácia da ameaça comunista usada para golpear a democracia em 64.

    FrancoAtirador

    21 de junho de 2014 às 19h04

    .
    .

    https://pt-br.facebook.com/politicanoface2
    http://esquerdopata.blogspot.com.br/2014/06/os-10-maiores-micos-da-copa-do-mundo-do.html

    FrancoAtirador

    21 de junho de 2014 às 18h19

    .
    .
    REPÓRTERES COM FRONTEIRA BEM DEFINIDA

    WASHINGTON DC UNITED STATES OF AMERICA

    LIBERDADE DE PROPAGANDA NORTE-AMERICANA

    Gabriel Braga

    22 de junho de 2014 às 00h58

    Que lista negra lulipe?

    Vc se preocupou em ler o texto que originou esse papo furado ridículo de lista negra?

    O texto faz uma crítica política,algo perfeitamente normal em uma democracia.

    Curioso é que esses que dizem defender a liberdade de expressão não aceitam críticas.

Silvio - Sampa

21 de junho de 2014 às 16h06

O fariseu augusto nunes (vou lavar minhas mãos por ter escrito este nome) esqueceu de colocar na lista o presidente Obama que chamou LULA de “O Cara”. (estes imbecis devem ter crises disentéricas sempre que lembram deste episódio).

Responder

    Mário SF Alves

    21 de junho de 2014 às 18h47

    Em se tratando desses sicários, fariseus do quem paga mais, crias retardatárias, megalomaníacas e anacrônicas do Carlos Lacerda, o arrependido, e de tão triste memória, a REALIDADE só serve para:

    1- Enervá-los, tornando-os ainda mais raivosos;

    2- Estimulá-los na “arte” de distorcê-la, desconstruí-la e, assim, reduzida a simulacro, melhor vendê-la aos patrões e regentes daquele quase superado capitalismo subdesenvolvimentista anti-povo, anti-democracia e anti-Brasil.

    Alguns, menos avisados, sonham alucinadamente com um título qualquer de uma nobreza qualquer. Por isso são capazes de ir ao inferno moral para que suas pregações sejam eficazes na consolidação da oligarquia inerente ao regime casa-grande-braSil-eterna-senzala.

lulipe

21 de junho de 2014 às 15h13

O Trajano deveria pedir demissão da ESPN, afinal é uma emissora do grupo Disney, empresa que compõe um dos tentáculos do império malvado que quer influenciar o mundo com suas ideias e tudo o mais…Hipocrisia pouca é bobagem!!!!

Responder

    FrancoAtirador

    21 de junho de 2014 às 15h50

    .
    .
    [email protected] do Urinoldo Azevedo


    Reinaldétes
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    FrancoAtirador

    21 de junho de 2014 às 18h05


    http://imgur.com/0QIt9Cb

    Mário SF Alves

    21 de junho de 2014 às 18h08

    A verdade pode ser expressa até em tribunais onde os juízes sejam majoritariamente submissos aos ditames do radicalismo neoliberal e de meios de comunicação ilegalmente partidarizados.

FrancoAtirador

21 de junho de 2014 às 15h10

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“Quem apostar na luta ódio contra ódio perderá”

21/06/2014 11:39
Agência Estado, via Diário de Pernambuco

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse há pouco que o governo da presidente Dilma Rousseff não é “portador de ódio” e, num ataque às candidaturas da oposição, afirmou que as alternativas que se apresentam no cenário eleitoral representam uma “política da exclusão”.
Na avaliação do ministro, “quem apostar na luta ódio contra ódio vai perder”. “Nós não somos portadores do ódio, nem queremos polemizar nesse sentido”, disse.

No último domingo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que, se em 2002 o PT fez campanha para “a esperança vencer o medo”, o foco da próxima corrida presidencial será uma “campanha para a esperança vencer o ódio”.
Esse comentário de Lula foi feito após a presidente Dilma Rousseff ser vaiada e xingada na Arena Corinthians, palco da abertura da Copa do Mundo.

“Quem apostar na luta ódio contra ódio vai perder. Não vale a pena. O presidente Lula, como eu, temos denunciado uma prática de disseminação de um ódio de classe contra aqueles que tentam a mudança no País, a gente privilegiada que não quer a mudança. Felizmente ela é uma minoria, e ela dissemina esse ódio difundindo inverdades como, por exemplo, de que nós somos os grande autores da corrupção, que nós somos aqueles que se apoderaram do aparelho de Estado para os seus companheiros, para os ‘petralhas’, e assim por diante”,
disse há pouco Carvalho a jornalistas, antes de participar da convenção nacional do PT, em Brasília.

“É disso que se trata a nossa insurgência.
Nós não somos portadores do ódio e nem queremos polemizar nesse sentido.
Nós queremos que as maiorias vençam as minorias que resistem à mudança.
A mudança é pelo bem de todo o mundo, inclusive das minorias.
Nós não fizemos um governo de ódio, fizemos um governo que procurou unificar o País”, afirmou o ministro.

Enquanto aliados de Dilma apostam no discurso de que Dilma é “vítima das elites”, o candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, Aécio Neves já disse que não vai cair na “armadilha da luta de classes”.

Mudanças

Ao falar do slogan da campanha de Dilma, “Mais mudanças, mais futuro”, Carvalho afirmou que o Brasil é “testemunha” das mudanças implantadas pela gestão do PT na economia e nas políticas sociais.

“Quem governou esses 12 anos e quem conhece esse país e traz consigo a energia do povo, esse diálogo aberto com a sociedade, como nós sempre fizemos, nós entendemos que (o PT) tem condições objetivas e subjetivas de continuar operando essa mudança que o país precisa”, comentou o ministro.

“As propostas que se apresentam como alternativa não são de mudança, representam na verdade o retorno de uma política que era a política da exclusão, em que as pessoas não tinham o direito que hoje têm”, disse o ministro, repetindo o discurso de petistas de que a candidatura de Aécio Neves representa um “retrocesso”.

“Basta você comparar o Brasil de hoje com o Brasil de 2002. Não há dúvida nenhuma que quem tem condições de continuar fazendo esse processo que o Brasil anseia é a presidenta Dilma e aquilo que ela representa como projeto”, concluiu Carvalho.
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Responder

    Zanchetta

    21 de junho de 2014 às 21h21

    “…Gilberto Carvalho, disse há pouco que o governo da presidente Dilma Rousseff não é “portador de ódio” …”

    Ah bom! Se o Gilberto Carvalho falou, tá falado!!! #sqn…

    FrancoAtirador

    22 de junho de 2014 às 15h56

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    Reinaldéte sofre de Alergia

    ao Sereno do Carvalho.

    Passa Creme Fenergan,

    porque Bába de Azevedo

    não funciona mais.
    .
    .

Márcio

21 de junho de 2014 às 14h15

É uma questão simples que nem todos estão percebendo. Quem semeia o ódio e a intolerância são estes jornalistas. Isso todos sabem, incluindo eles mesmos. Porem, este é um jogo perigoso e o efeito bumerangue pode ocorrer a qualquer momento. Assim, uma válvula de escape é atribuir ao campo adversário aquilo que ele pratica. Algo muito parecido foi tentado no episódio da bolinha de papel e o coitado do vice-presidente so PT está sendo usado como alibi. Não fosse ele, seria um outro incauto.

Responder

    Mário SF Alves

    21 de junho de 2014 às 21h03

    Penso como você. Aliás, penso só, não, tenho certeza.

    E mais. A coisa é tão escancarada, tão prepotente, tão arrogante, que tal certeza pode advir simplesmente da capacidade de estabelecer relações ou analogias; habilidade essa diretamente relacionada à História e à informação.

    É essa a raiz de toda a restrição, medo ou ódio à Democracia.

Alcindo Palmireno

21 de junho de 2014 às 13h09

Continuemos com esse pseudo-antagonismo e, aí sim, incisivamente decidiremos contra nós mesmos. Evoluamos de grupo para equipe, aparando as arestas, ou aqueles que são os reais “eles”, brevemente, lograrão êxito sobre a causa pela qual cada um de nós acha que luta heroicamente. Despertemos!!… Pois só assim teremos uma chance de reação, se é isso que de fato queremos.

Responder

ricardo

21 de junho de 2014 às 12h53

Vai ter um torneio de futebol de botão aqui em casa. Seria uma honra ter o Trajano como comentarista. Vou esperar os gringos da ESPN enfiarem um pé no seu traseiro para formalizar o convite. Infelizmente, por razões orçamentárias não podemos providenciar almoço para 500 famílias, mas o mingau do Trajano a gente garante.

Responder

Samderson barros

21 de junho de 2014 às 12h48

Concordo com vários pontos de vista,sou contra o xingamentos contra a presidenta,Diogo mainardi etc etc etc.Mais graças a deus o PT sairá do poder o aparelhamento do estado vai diminuir não teremos que construir portos em cuba enquanto os nossos estão um lixo dinheiro que demagogos reclamaram que foram enfiados nos estádios mais pelo menos foi para nosso pais já que se chama BNDS Banco NACIONAL de desenvolvimento social se é NACIONAL PQ FINANCIAR PORTOS EM CUBA?

Responder

Urbano

21 de junho de 2014 às 12h21

Para mim, ingenuidade desumana é algo aquém da jumentalidade, que é bem mais atenta à vida. Quanto aos outros, fazem simplesmente o seu habitual jornalismo de cocheira, seguindo pari passu as idiossincrasias dos que integram os haras de luxo.

Responder

    Urbano

    21 de junho de 2014 às 12h32

    Ainda ontem ouvi a conversa de dois ingênuos desumanos, e houve um momento em que foi dito que, uma vez que o Governo (do PT óbvio) não faz nada, então inventaram essa Copa Mundial no Brasil, a fim de enganar o povo.

José X.

21 de junho de 2014 às 12h09

Chávez é quem estava certo, ao enfrentar sem medo o monopólio midiático. Se não me engano ele tinha maioria no legislativo, então pôde se dar a esse luxo. E se não me engano ele também conseguiu mexer no judiciário. Os dois cânceres que devoram o Brasil.

Responder

Bacellar

21 de junho de 2014 às 11h49

Sicário é um termo refinado demais pra esses vendidos.

Responder

    Mário SF Alves

    21 de junho de 2014 às 12h43

    Concordo.

    FrancoAtirador

    21 de junho de 2014 às 15h32

    .
    .
    Por que a direita anda mais raivosa do que nunca?

    Por Antonio Lassance, na Carta Maior

    (http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Por-que-a-direita-anda-mais-raivosa-do-que-nunca-/4/31189)
    .
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    Mário SF Alves

    22 de junho de 2014 às 12h08

    Raivosa, só?

    Raivosa e babando só em imaginar o resultado final de uma centenas de novos fornos crematórios a derreter todos nós.

    Aliás, expertise já têm. Tá no livro daquele ex-agente da ditadura empresarial-militar a informação do uso alternativo de usinas de açúcar em Campos-RJ.

    É claro que o cenário era outro. A URSS e, portanto a alternativa comunista ainda existia; senão de fato, ao menos no imaginário daqueles que foram covardemente torturados, mutilados e cremados.

    Mário SF Alves

    22 de junho de 2014 às 18h13

    Raivosa e babando só em imaginar o resultado final de uma centenas de novos fornos crematórios a derreter todos nós.

    E, óbvio, todos no mais perfeito padrão FIFA.

Maria Izabel Ladeira Silva

21 de junho de 2014 às 11h01

Até a ESPN ta de saco cheio dessa corja. Confesso que não esperava um desabafo como esse de um comentarista de futebol…

Responder

Napoleão de Oliveira

21 de junho de 2014 às 10h40

Não sei quem o disse. Gostaria de saber pois lí isto quando era bem pequeno e não imaginava que a maldade humana seria tão profícua nestes dias:
“Jamais desafie ao homem que tem nas mãos um microfone”.
– Minhas lembranças me levam a Coelho Neto. Mas tenho dúvidas.

Responder

Fabio Passos

21 de junho de 2014 às 10h16

Essa é boa… Os macartistas sempre atacaram com grosserias e baixarias repugnantes todos que ousaram discordar do PiG.

E agora querem posar de vítimas?

Vítimas são os leitores do PiG!
Entupidos de esgoto e tratados como imbecis.

Responder

    Caracol

    21 de junho de 2014 às 10h37

    Fábio, otário não é vítima. Otário é cúmplice.

    Fabio Passos

    21 de junho de 2014 às 11h46

    rsrs
    Não creio. A militância do PiG, que comunga com os preconceitos da “elite” branca e rica, é pequena.
    A maior parte dos leitores do PiG é alienada e tangida … mas não é mau-caráter.

Rodrigo Sacramento

21 de junho de 2014 às 09h51

Jamais nos esqueçamos da primeira lista para o pogrom anti-Lula.

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/tag/mexeu-com-o-lula-mexeu-comigo/

Responder

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