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Dilma alinha-se à mídia e rompe compromisso com a sociedade
Mello: "O boato do fim do Bolsa Família abriu a jaula. Ou a presidenta prende as feras ou pode vir a ser devorada por elas"
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Dilma alinha-se à mídia e rompe compromisso com a sociedade


23/02/2013 - 16h36

 

Dilma alinha-se à mídia conservadora e rompe compromisso com a sociedade na área de comunicação

Nota pública do FNDC, via e-mail

A declaração do secretário-executivo do Ministério das Comunicações, no último dia 20, de que este governo não vai tratar da reforma do marco regulatório das comunicações, explicita de forma definitiva uma posição que já vinha sendo expressa pelo governo federal, seja nas entrelinhas, seja pelo silêncio diante do tema.

A justificativa utilizada – a de que não haveria tempo suficiente para amadurecer o debate em ano pré-eleitoral – é patética. Apesar dos insistentes esforços da sociedade civil por construir diálogos e formas de participação, o governo Dilma e o governo do ex-presidente Lula optaram deliberadamente por não encaminhar um projeto efetivo de atualização democratizante do marco regulatório.

Mas o atual governo foi ainda mais omisso ao sequer considerar a proposta deixada no final do governo do seu antecessor e por não encaminhar quaisquer deliberações aprovadas na I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), realizada em 2009. O que fica claro é a ausência de vontade política e visão estratégica sobre a relevância do tema para o avanço de um projeto de desenvolvimento nacional e a consolidação da democracia brasileira.

A opção do governo significa, na prática, o alinhamento aos setores mais conservadores e o apoio à manutenção do status quo da comunicação, nada plural, nada diverso e nada democrático. Enquanto países com marcos regulatórios consistentes discutem como atualizá-los frente ao cenário da convergência e países latino-americanos estabelecem novas leis para o setor, o Brasil opta por ficar com a sua, de 1962, ultrapassada e em total desrespeito à Constituição, para proteger os interesses comerciais das grandes empresas.

Ao mesmo tempo em que descumpre o compromisso reiterado de abrir um debate público sobre o tema, o governo federal mantém iniciativas tomadas em estreito diálogo com o setor empresarial, acomodando interesses do mercado e deixando de lado o interesse público.

No setor de telecomunicações, na mesma data, foi anunciado um pacote de isenção fiscal de 60 bilhões para as empresas de Telecom para o novo Plano Nacional de Banda Larga em sintonia com as demandas das empresas, desmontando a importante iniciativa do governo anterior de recuperar a Telebrás, e encerrando o único espaço de participação da sociedade no debate desta política – o Fórum Brasil Conectado. Somando-se ao pacote anunciado de benesses fiscais, o governo declara publicamente a necessidade de rever o texto do Marco Civil da Internet que trata da neutralidade de rede, numa postura totalmente subserviente aos interesses econômicos.

Na radiodifusão, faz vistas grossas para arrendamentos de rádio e TVs, mantém punições pífias para violações graves que marcam o setor, conduz a portas fechadas a discussão sobre o apagão analógico da televisão, enquanto conduz de forma tímida e errática a discussão sobre o rádio digital em nosso país. Segue tratando as rádios comunitárias de forma discriminatória, sem encaminhar nenhuma das modificações que lhes permitiriam operar em condições isonômicas com o setor comercial.

Diante desta conjuntura política e do anúncio de que o governo federal não vai dar sequência ao debate de um novo marco regulatório das comunicações, ignorando as resoluções aprovadas na 1ª Conferência Nacional de Comunicação, manifestamos nossa indignação, ao mesmo tempo em que reiteramos o nosso compromisso com este debate fundamental para o avanço da democracia.

De nossa parte, seguiremos lutando. A sociedade brasileira reforçará sua mobilização e sua unidade para construir um Projeto de Lei de Iniciativa Popular para um novo marco regulatório das comunicações.

Coordenação executiva do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação – FNDC:

Associação das Rádios Públicas do Brasil – Arpub

Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária – Abraço

Associação Nacional das Entidades de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões – Aneate

Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé

Conselho Federal de Psicologia – CFP

Central Única dos Trabalhadores – CUT

Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações – FITTEL

Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão – Fitert

Intervozes – – Coletivo Brasil de Comunicação Social

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



122 comentários

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Bene

02 de março de 2013 às 14h40

Na minha opinão, o problema é mais sério. Essa media deseducativa, esta diretamenta ligada as causas da violência urbana…

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jcm

27 de fevereiro de 2013 às 12h59

Não precisa fazer nada. Apenas pôr dinheiro público no lugar certo. Estimular a competição nesse meio oligopolizado, criar alternativas efetivas de mídia. O dinheiro é o meio mais fácil pra se atingir a democratização.

Responder

A Lesma Lerda

26 de fevereiro de 2013 às 09h49

alguem ja imaginou de verdade um Brasil comunista? como Cuba ou Coreia no norte (existe mais algum ainda)??? como seria a vida diaria, se com os cretinos sem poder absoluto que temos eles ja conseguem infernizar a vida de todos!!!!!!!! imagina essa legião de burocratas imbecis com poderes absolutos????!!!! fariam leis obrigando vc usar a cueca por cima da calça so pra policia poder fiscalizar se está limpa…no mínimo.

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PedroAurelioZabaleta

25 de fevereiro de 2013 às 23h07

Este é um governo de coalizão.
Acreditar que a Presidenta, ou o PT, manda sozinha(o) é infantilidade.
Dilma não abandonou nada.
O acordo é fazer esta disputa no Congresso, compromisso do PT.
Primeiro há que convencer o PMDB, onde muitos caciques são donos de empresas midiáticas.
O PMDB, gostemos ou não, é o fiel da balança.
Sem apoio do PMDB não tem como, a vaca vai pro brejo.
E se for… a direitona toma conta.
E se tomar conta… a gente vai morar na Grécia, de novo.

Responder

    Claudio Freire

    26 de fevereiro de 2013 às 11h18

    Perfeito, Pedro. Concordo contigo.

    As pessoas que fazem escarcéu cobrando que Dilma encaminhe projeto de lei sobre a regulação da mídia têm uma incrível dificuldade em basear suas análises na realidade.

    Assuntos como esse devem ser discutidos pela sociedade civil, representada no Congresso Nacional. Lá é o fórum adequado para travar essa discussão.

Roberto Ferreira

25 de fevereiro de 2013 às 22h35

É só sumirem os anúncios da Caixa e do B.do Brasil do blog e “automaticamente” aparecem artigos como este, contra a presidenta.

Responder

Eduardo Eu

25 de fevereiro de 2013 às 17h11

Partindo de um partido político (PT) que minou a tentativa de se criar uma rede pública autônoma aos moldes da BBC inglesa espera-se o quê? O PT de hoje é centralizador, autoritário e só lembra de movimentos sociais na hora de pedir voto. Depois de eleito mandam todos se calarem e tentam criar máquinas públicas de propaganda ideológica.

Assinado: ex membro da TV Brasil que sonhou um dia com uma televisão pública de qualidade e que acreditou no PT como uma forma de implementar disseminação real de informação.

Responder

Luiz AA do Sacramento

25 de fevereiro de 2013 às 16h24

É por essas e outras que los hermanos nos tem em tão baixa conta.
Enquanto em outros países latinos os governos lideram movimentos, no sentido de criar um novo balizamento para o importante setor das comunicações; o governo brasileiro se esforça para inventar argumentos que justifiquem o adiamento continuado para o debate amplo ,por toda sociedade , abordando este tema tão relevante para o resgate do sentido crítico da população brasileira.Isto é lamentável em todos os aspectos.

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Apolônio

25 de fevereiro de 2013 às 15h44

Para democratizar e regulamenta a mídia, tenho dito, que isso tem que vir em forma de um projeto de lei de inciativa popular. Não podemos deixar essa empreitada por conta do governo. Dilma não tem maioria confiável para um projeto dessa magnitude, principalmente em vésperas de eleição. Essa atitude tem que vir de baixo, através de sindicatos, associações, pequenos grupos de mídia, artistas, intelectuais, professores, juristas que defendem à causa, blogueiros progressistas, etc. Creio, se nós levarmos mihões de assinaturas para o Presidente da Câmara, alguma coisa deverá sair. Essa atitude seria uma forma de levar o debate para discussão no Congresso, com sua aprovação.Acho que a grande mídia teria dificuldade de combater o projeto de inciativa popular com veemência, pois a iniciativa, não veio do governo.

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João Vargas

25 de fevereiro de 2013 às 12h48

A questão é: ignorar o monstro, enfrentar o monstro ou alimentar o monstro. Neste momento pré-elitoral Dilma resolveu alimentar o monstro para não correr riscos, não me parece a melhor estratégia pois o monstro bem alimentado pode se tornar invencível e engolir sua alimentadora.

Responder

Maria Izabel L Silva

25 de fevereiro de 2013 às 12h39

“De nossa parte, seguiremos lutando. A sociedade brasileira reforçará sua mobilização e sua unidade para construir um Projeto de Lei de Iniciativa Popular para um novo marco regulatório das comunicações.”
Beleza. Contem comigo. Só não me peçam para ir para porta da TV Globo gritar palavras de oredem contra a emissora. Há parlamentares no Congresso dispostos a assumir essa causa?? Já sondaram quem quer comprar essa briga???

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Santi

25 de fevereiro de 2013 às 10h50

Dez associações se reuniram para falar mal do governo que não faz o que elas “Associações” deveriam fazer, mexer com Banqueiros e conta de luz tem apoio da população, como mexer com a Mídia se a população é manipulada diariamente e os Deputados e Senadores são donos de afiliadas ou tem medo do poder de distruir a reputação pessoal da Mídia, veja o caso recente do LINXAMENTO do Mensalão. Se alguem quer realmente regulamentar os Meios de Comunicação começem a trabalhar diariamente como faz os lambe botas pagos pelo PIG ou então libera tudo quem quizer abre uma emissora de TV ou radio assim como se abrem bares e etc. O sistema atual nada mais é do que reserva de mercado.

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Narr

25 de fevereiro de 2013 às 10h16

É a tal da reeleição. O medo de o PIG latir mais alto ainda. Se houver tentativa de mudança, será no próximo mandato.
Mas há uma pergunta importante: vale a pena o desgaste com o PIG se ficar evidente que o Congresso jamais votará uma Lei dos Media?

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baader

25 de fevereiro de 2013 às 10h14

é a reeleição, estúpido. energia elétrica todos usam, mas internet? pra que neutralidade? quantos somos? Telebrás? deixem as teles: sabemos como o mercado cativo quinto-mundista se autorregula, não? lei da mídia? vá no controle remoto (melhor abandonar as TVs: quantos somos?). no mais, ufa, até.

Responder

Rodrigo Leme

25 de fevereiro de 2013 às 09h15

Como a Dilma se atreve a trabalhar ao invés de atender os desejos de poder de meia-dúzia de pelegos? Que audácia!

Responder

André

25 de fevereiro de 2013 às 07h23

É óbvio que para o governo (e toda a sociedade) é importantíssimo fazer o mais rápido possível uma profunda reforma no setor de comunicações do país. Porém, não nos enganemos, se isso for pleiteado com força pelo governo nesse momento pré-eleitoral a grande mídia vai fazer um estrago feio (que pode ser muito feio) antes das eleições. Acredito firmemente que para o início do próximo mandato, tendo pela frente 4 anos separando das próximas eleições federais, se avançará bastante nesse tema. Até lá, segue o processo de conscientização e o apelo crescente da sociedade por essas reformas.

Responder

    Elvio Rocha

    25 de fevereiro de 2013 às 15h21

    André, só uma perguntinha que insiste em saltar pra fora da boca: quando deixaremos de estar em período pré-eleitoral para colocar a regulação da mídia em debate???? Ao que tudo sugere, nunca, meu amigo.

luiz claudio

24 de fevereiro de 2013 às 21h29

Pessoal quem tem que mudar a grande midia somos nós,eles vivem de audiência e isto é com a gente,a quase 11 anos que eles ruminam contra o governo petista e não adianta,estamos caminhando para a quarta vitória,quem está perdendo são eles,cedo ou tarde eles cairão na real,não há no momento coisa mais prazerosa do que ver eles se corroendo por dentro,por não estar no poder,observem os âncoras,com seus sorrisos amarelos,tomados pelo ódio por nos ver por cima,não abandonemos a presidenta,pois se isto acontecer, amigos,ai sim eles estarão nos vencendo,não podemos nos nivelar por baixo,eles podem ser nossos inimigos,mas nós não devemos ser deles,o máximo que eles devem ser para nós,rivais,não vamos dar a eles mais importância do que realmente têm,DILMA 2014!

Responder

    Mad Hatter

    25 de fevereiro de 2013 às 09h29

    O problema é o day after.

    Enquanto o PT se mantiver no poder sempre haverá pessoas iguais a você defendendo a queima de bandeiras históricas em nome da manutenção dos avanços sociais. É disso que se alimenta boa parte da direção do PT que se tornou fisiologista.

    Na minha opinião, estes avanços que são importantíssimos, são meio que uma concessão das elites para acomodar a derrotas nas urnas sem alterar a estrutura de poder. Tipo como se ela dissesse que aceita uma distribuição maior de renda, desde que não se altere o controle dos meios de produção. Eu aceito uma maior participação popular, desde que não altere o controle dos meios de comunicação, onde eu posso influir na “Opinião pública”.

    O Day After vai ser quando o PT perder uma eleição presidencial. Onde ele irá buscar apoio para se manter vivo politicamente. Sem cargos para oferecer, sem verbas para contemplar a base aliada (PMDB, PDT, PSB, PSB, etc) vai querer distância do PT como se afastasse de um bando de leprosos.

    Sem respaldo junto a esquerda para conquistar a militância, vai soar falso junto aos movimentos sociais se vender como defensor das causas populares.

    O meu voto ele já perdeu. Alguns quadros petistas são vergonhosos, pessoas que ideologicamente defendem coisas totalmente contrárias ao meu posicionamento pessoal de militante de esquerda e no campo da ética e da honestidade eu não teria confiança de deixar cuidado de uma bodega, quanto mais de um órgão público ou de uma prefeitura, estado ou país.

    Na minha opinião eu teria cuidado com este desprezo que o partido tem aos seus antigos ideais. No Day After à perda do poder, pode ser que ele precise destes militantes para se reerguer. O dia da vaca magra sempre vem.

    luiz claudio

    25 de fevereiro de 2013 às 19h55

    Camarada todos nós sabemos que quem se acha rei não concede nada a ninguém,o pt esta no poder e isto é o que importa,se esta aparecendo várias denuncias de corrupção é porque os órgãos de controle existe neste governo,ao contrário do psdb,onde havia um rolo-compressor no congresso,na pgr,na mídia ocultando tudo que pudesse por em perigo o status quo vigente na época,ora parece que fizeram sua cabeça,então fique a vontade,vá para os braços da direita raivosa,porque eu lhe digo, enquanto houver pessoas como você,a direita conservadora viverá,e eu aqui estarei para combater a eles e pessoas como você,alienados lesa-pátria.

Marco

24 de fevereiro de 2013 às 21h27

Não sera uma questão de correlação de forças?grande parte do congresso nacional,é permissionária de licenças em radio-difusão.Teria o governo,forças suficientes?

Responder

Rasec

24 de fevereiro de 2013 às 20h10

Agora lascou! Dilma não tem nada que propor Lei de Meios. Vindo de vez em quando a TV dá uma porrada e esclarecimentos como fez a última vez já está de bom tamanho.
Essas entidades deviam era apoiar o Projeto de Lei do doidivanas do Garotinho (PRB) que prevê que seja dispensável a publicação dos balanços das empresas nos jornais impressos. Nós já temos internet, né não? Só isso já tira muito dinheiro dessa mídia golpista.

Responder

oscar

24 de fevereiro de 2013 às 19h50

Sem organizacao e pressão social esse lei de midias nao vai ser feita como deve ser feita. É diferente enfrentar os bancos quando o governo teve apoio no congresso para isso. Para lei de midias é mais dificil, depende da pressao popular cobrando o governo e principalmente o congresso já que fere interesses politicos da propria base (PMDB) que possuem radios e retransmissoras de tv ou sejam sao ligados ao baroes da midia ,nao é de hoje.

Responder

Marcio Leandro

24 de fevereiro de 2013 às 18h41

A pergunta principal é a seguinte:
O governo teria apoio dentro do congresso e mesmo junto à população para efetivar a regulamentação da mídia??!!
Creio que a resposta todos sabem.

Responder

    A Lesma Lerda

    25 de fevereiro de 2013 às 08h48

    amigo, nao tem esse negocio de “apoio no congresso”, ali é só uma questão de combinar o preço, cash…ou seria como o cara ir ao prostibulo e antes ter de namorar, cortejar e fazer a moça se apaixonar por ele para que pudesse conseguir algo mais substancial..não é assim que funciona não é?

    Magda Mª Magalhães

    25 de fevereiro de 2013 às 16h53

    E o governo não faz questão nenhuma de ter apoio, pois, nem cria condições.
    Alguém falou aí que “Mandela um dia disse aos dirigentes dos movimentos sociais “Vão as ruas, me pressionem a fazer o que eu defendo, antes que os poderosos me obriiguem a fazer o que não defendo”!
    É isto aí!
    Se o povo não fosse para as ruas, o Congresso estaria até hoje elegendo o presidente da República. No entanto, para o povo ir para as ruas, houve ponto facultativo decretado por governadores e prefeitos, catracas de ônibus abertas para o povo ir para a manifestação. Enfim, quem estava no poder fez questão da participação do povo. O que não é o caso atual do PT. Tarso Genro, cadê? Haddad, cadê? Jaques Wagner, cadê? Agnelo Queiroz, cadê? Dilma, cadê?

Marat

24 de fevereiro de 2013 às 18h32

O legal deste blog é que ele dá vez e voz aos discordantes. A revista veja poderia aprender aqui a ser democrática e praticar jornalismo sério e honesto, mesmo com sua ideologia!

Responder

Urbano

24 de fevereiro de 2013 às 18h18

É uma tomada de posição dos Governos Lula-Dilma que pode até ser importante para eles. No tocante à sociedade, principalmente ao povão, é de um prejuízo irreparável.

Responder

A Lesma Lerda

24 de fevereiro de 2013 às 17h57

o que me parece é que isso aqui é um ninho de jornalistas demitidos por incompetencia e tremendamente ressentidos com os ex-patrões, doidos para terceirizar sua vingança contra os ex-empregadores, com o governo censurando, matando, prendendo…a presidente é muito bem tratada pela midia que so persegue o Lula pq saber que ele sim é o perigo..ela não representa nenhuma ameaça e essa mesma midia ao perseguir o ex-presidente meio que corta-lhe as asas deixando espaço para ela alçar seus proprios vôos..é ou nao é o melhor dos mundos pra ela???

Responder

Zeck

24 de fevereiro de 2013 às 17h45

Enquanto a sociedade não se mobilizar para buscar seus interesses não haverá reformas significativas seja reforma política, tributaria (fiscal), agrária ou outra qualquer. Estas reformas têm que ser iniciadas por ação popular, nunca virá do congresso ou do executivo, não é atoa que a constituição diz “Todo poder emana do povo”…Povo brasileiro acorde!!

Esperar que o executivo inicie uma guerra com a mídia e deixar o combate para ser travado após 2014 seria pior ao povo, pois seria dar munição ao inimigo PIG.

#regulaçãodosmedios #Leidosmedios

Responder

Isidoro Guedes

24 de fevereiro de 2013 às 16h48

É uma posição pra lá de equivocada da presidente Dilma (como também o foi do ex-presidente Lula), menos por ela e seu governo serem sacos de pancada preferenciais da mídia direitista, e mais pelo fato da necessidade de se pluralizar e democratizar cada vez mais os meios de comunicação no país, que hoje são oligopolizados e monopolizam as informações nas mãos de apenas cinco clãs familiares, o que está longe de ser democrático e representar liberdade de expressão e pluralidade de ideias.

Responder

ricardo silveira

24 de fevereiro de 2013 às 15h55

Prezado, Franco Atirador,
Pode ser que a composição de forças na formação de poder limite a ação do governo, mas depois de 10 anos com o comando do governo federal e há mais de 5 anos com 70% de aprovação popular não se pode dizer que o governo petista não tenha poder para fazer valer a Constituição.

Responder

    FrancoAtirador

    24 de fevereiro de 2013 às 22h19

    .
    .
    Caro Ricardo Silveira.

    Não confunda popularidade
    medida por Ibope e Datafolha
    com efetivo apoio popular
    a mudanças políticas radicais.
    Sem Congresso não se muda nada.
    .
    .

FrancoAtirador

24 de fevereiro de 2013 às 15h13

.
.
Tag: MÍDIA BANDIDA, IRRESPONSÁVEL, APÁTRIDA E… RISÍVEL

A Veja se tornou irremediavelmente hilária.

Olha só a manchete da revista da Famiglia Civita:

“Para conter Lula, Dilma antecipa debate eleitoral”

Por Otávio Cabral*

“Reportagem de VEJA desta semana revela que, para evitar candidatura de antecessor, presidente desvia o governo de seu foco primordial, que é governar”

*Fofoqueiro
.
.

Responder

    FrancoAtirador

    24 de fevereiro de 2013 às 15h42

    .
    .
    Ao mesmo tempo, enquanto o governo federal governa,

    promovendo investimentos cada vez maiores no País,

    a Veja diz que Dilma está fazendo campanha eleitoral:
    .
    .
    Infraestrutura

    Governo Dilma acelerou gastos do PAC em ano eleitoral [?!?]

    Balanço do Ministério do Planejamento
    mostra que Executivo investiu 472,4 bilhões em dois anos –
    menos da metade do previsto até 2014

    Por Gabriel Castro, de Brasília, na revista da Famiglia Civita

    O PAC é um dos carros-chefe do governo Dilma e arma eleitoral

    O governo Dilma Rousseff investiu, em seus dois primeiros anos, 47,8% dos recursos previstos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) até 2014.

    De acordo com balanço divulgado nesta sexta-feira pelo Ministério do Planejamento, o Executivo aplicou 472,4 bilhões de reais no período.

    Desse total, 268 bilhões foram executados em 2012, ano de eleições municipais.

    A conta inclui investimentos privados e de estatais como a Caixa Econômica Federal.

    Dos 472,4 bilhões de reais, 151,6 bilhões correspondem ao financiamento habitacional,
    128,9 bilhões foram aplicados por estatais,
    98,9 bilhões por empresas privadas e
    48,4 bilhões saíram efetivamente do Orçamento da União.

    “Esse alcance de praticamente 50% indica, com clareza, uma boa execução das obras do PAC”, afirmou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, durante o anúncio dos dados.

    Ela também afirmou que a o a injeção maior de recursos em 2012 foi natural: “Todo ano o PAC é melhor que o ano anterior. Sem exceção”.

    Ainda de acordo com o Planejamento, 46,8% das ações previstas para o governo Dilma estão prontas.
    O programa Minha Casa, Minha Vida foi o principal motor do PAC: sozinho, ele representa 57,3% dos investimentos já concluídos.

    Até agora, o programa entregou cerca de um milhão de casas.

    No ano passado, os gastos com o programa bateram recorde, de acordo com levantamento da ONG Contas Abertas.
    Com uma grande capilaridade, o programa tem reflexos diretos nos municípios.

    Já o andamento das obras de infraestrutura deixa muito a desejar. Das sete obras definidas como “significativas” no setor ferroviário, apenas três estão com o andamento adequado. Uma, o trecho Caetité-Barreiras da ferrovia Oeste-Leste, tem situação definida como preocupante. No setor aéreo, a obra do terminal de cargas do aeroporto de Porto Alegre recebeu a mesma classificação.

    As áreas da saúde e educação também tiveram maus resultados. Apenas 32% das obras para a construção de 117 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) foram iniciadas. Do total, 6% foram concluídos. A construção das 6.000 creches, uma das principais promessas de campanha da presidente Dilma, também avança em ritmo lento; até agora, 3.014 empreendimentos constam como “contratados”. Desse total, 44% efetivamente tiveram obras iniciadas e 1% foi concluído.

    Por outro lado, todas as ações de mobilidade urbana consideradas significativas pelo governo estão no ritmo adequado.

    Segundo o ministério, do total de obras do PAC, 87% estão com andamento adequado, 9% em estado de atenção e 4% em situação preocupante.

    O governo Dilma pretende aplicar, em quatro anos, 989 bilhões de reais no PAC.

    Entre as obras em andamento, estão a construção de 8.000 quilômetros de rodovias, 19 intervenções em aeroportos e a a criação de 10.300 quilômetros de linhas de transmissão.
    .
    .

Tomudjin

24 de fevereiro de 2013 às 14h53

Primeiro o homem constrói as estradas, depois esse mesmo homem se vê obrigado a construir as lombadas.
Lombadas que, na verdade, não são a saída para desvencilhar o cidadão da sua própria ignorância, mas uma forma de esse mesmo homem, que criou as estradas, poder ser perdoado por qualquer ato seu.
Até os meios de comunicação já sabem que Dilma não pretende interferir em nada, pois ela tem consciência de que o verdadeiro controle dos meios de comunicação está no mais REMOTO de todos.

Responder

alício

24 de fevereiro de 2013 às 14h28

Entonces, para o bem do povo brasileiro: Lula 2014! Dilma volte para as recordações do passado.Lula é Lula, Dilma é Dilma(global)

Responder

mello

24 de fevereiro de 2013 às 13h56

Saudades do Presidente Lula, do Franlin Martins…..dos que não tinham medo…

Responder

    lulipe

    24 de fevereiro de 2013 às 16h06

    E por que será que ele mesmo não fez, mello???Ah, você já viu um saci-pererê??

    Roberto Locatelli

    24 de fevereiro de 2013 às 16h31

    Dilma não teve medo de enfrentar os banqueiros na questão dos juros.
    Dilma não teve medo de enfrentar os investidores das empresas elétricas na questão da tarifa de energia.

    Willian

    24 de fevereiro de 2013 às 16h45

    O que Lula fez em seus oito anos de governo contra a mídia que te dá tanta saudade?

“Não dá para continuar com Estado organizado como no século XIX” « Viomundo – O que você não vê na mídia

24 de fevereiro de 2013 às 13h30

[…] Dilma alinha-se à mídia conservadora e rompe compromisso com a sociedade […]

Responder

Altamiro Borges: Por que FHC anda tão amargurado? « Viomundo – O que você não vê na mídia

24 de fevereiro de 2013 às 13h16

[…] Dilma alinha-se à mídia conservadora e rompe compromisso com a sociedade […]

Responder

Avelino

24 de fevereiro de 2013 às 10h28

A Dilma sabe e muito bem, que bulir nos meios de comunicaçõ, nesta altura do jogo, é perder feio, ou se muda a comunicação, ou se muda a economia, se mudarmos a economia, o PT terá mais votos? Entá que seja.Mais deputados e senadores?A base de apoio majoritário, não deve contar, eles não apoiam mudanças na mídia.
Os nanos e micros blogues sujos, que continuem em seu trabalho, a luta ainda levará anos.

Responder

Estevão Zanch

24 de fevereiro de 2013 às 10h27

KKKKKK….bando de trouxas! Ficaram bravinhos, foi?

Responder

assalariado.

24 de fevereiro de 2013 às 10h07

As esquerdas do Brasil tem uma história de perseguição ideologica desde os tempos do imperio. Nada, em favor do povo e da nação, foi conquistado beijando as botas da burguesia e seus soldados de fardas multicores.

Muito pelo contrário, os avanços obtidos pelas massas trabalhadoras e exploradas, pela classe dominante sempre, quando vieram, vieram embaixo de muita organização, luta e resistencia desses lutadores e seus aliados politicos, em campo aberto, digo, nas ruas. A midia do capital é a ave de rapina nossa de cada dia que, faz varios anos, é o senhor dominandor da nação num reinado ideologico e manipulativo, nunca visto em toda a história da Republica brasileira. Realmente, a mudança necessária para sairmos do colo da burguesia lá no poder central, na minha compreensão, passará obrigatoriamnete pela luta e pela (HEGEMONIA), da sociedade e nos legislativos do Brasil. Não tenhamos ilusões que a leis dos meios, virão de mãos beijadas, e que, vai ser obra de uma pessoa isolada. Mesmo porque salvador da patria só existe nas novelas e, nas sociedades de luta de classes, não existem mágicas, paara libertar os oprimidos dos opressores. A luta pela transformação economica e social em nosso país terá obrigatóriamente que passar pela união dos partidos de esquerda, igrejas progressistas, sindicatos de trabalhadores, blogs progressistas, trabalhadores rurais e tals.

Este leque de forças no momento esta fechado, cada um em si. Que tal começarmos a abri -los. Porém, não nos esqueçamos o já foi dito aqui, pelo internauta RicardãoCarioca, os partidos que se dizem das massas terão que, obrigatóriamente, chamar o povo pra dançar nos salões e nas praças das cidades. E agora ?

Saudações Socialistas.

Responder

Marat

24 de fevereiro de 2013 às 09h56

Não conheço um só partido considerado médio ou grande que não seja associado ou que não tenha medo da impren$$$a:
PSDB – Sócio político-econômico deles;
PFL – Sócio político-econômico deles;
PV – Sócio econômico (minoritário) deles;
PPS – Sócio econômico (minoritário) deles;
PT – Morre de medo deles;
PCdoB – Tem medo deles;
PMDB – Sócio político-econômico deles.
Ou seja, ou se aprende a votar e se vota em pessoas que peitem a impren$$$a, ou continuaremos nesse círculo vicioso, onde eles podem continuar a vontade destruindo reputações, mentido, sabotando o país e fazendo a cabeça dos incautos com suas piglantragens!

Responder

ricardo

24 de fevereiro de 2013 às 09h52

É tão simples: por que Dilma arriscaria seu cacife eleitoral para atender os anseios da minoria radicalizada que bate cabeça nos blogs governistas? Ainda mais sabendo de antemão que tal minoria, aconteça o que acontecer, não somente votará nela como continuará fazendo o “trabalho pesado” de desmoralização dos adversários no período eleitoral. Sinto muito: contentem-se com a condição de meros instrumentos.

Responder

NALDO

24 de fevereiro de 2013 às 09h30

As concessões de radio e tv são temporarios por isso acredito que não deveriam ser objeto de herança, se o concessionario falecer deveriam acabar e occorrer novo processo de concessão, se isso acontecesse não veríamos crescer impérios e o mal uso dessas concessões.

Responder

José Ricardo Romero

24 de fevereiro de 2013 às 08h32

Agora estou convencido: já sei pelo menos em quem não vou votar: Dilma ou quem quer que seja do PT.

Responder

    Claudio Freire

    25 de fevereiro de 2013 às 14h47

    Não seja irresponsável, José Romero. A regulação é realmente fundamental, mas de que adiantaria insistir nessa questão para perder no Congresso Nacional? Imagine o quanto fragilizaria o governo e o quanto daria de munição aos adversários.
    Sabemos bem que o Congresso não aprovaria nada nesse sentido. E o maior entrave hoje chama-se PMDB. É incômodo ter que se aliar ao PMDB para governar? Claro que é. Mas temos que encarar a realidade, é assim a governabilidade, goste voce ou não dela.
    Me diga: que governo embarcaria numa ação sabendo de antemão que a perderá?
    O PT sempre defendeu a regulação. Mas para governar é preciso ter sangue frio, saber a hora e o modo propícios para encaminhar os avanços, e sobretudo trabalhar com a realidade.
    Caia na real, rapaz.

J Souza

24 de fevereiro de 2013 às 08h21

Há uma discrepância, para dizer o mínimo, entre o que a mídia golpista publica e a realidade.
E é preciso tomar cuidado também com as “manifestações” nas redes sociais, induzidas e amplificadas pela mídia golpista…

Para manifestação contra o Lula, em São Paulo, foram umas 20 pessoas, e contra o Renan, em Brasília, umas 60 pessoas, apesar de todo o “apoio” que existia nas redes sociais, sempre segundo a mídia golpista. (E ainda temos que levar em consideração o trabalho dos robôs nessas redes sociais…)

Só que, contra o Collor, em 1992, quando nem sequer existia “confirmação de participação” pela internet como existe hoje no Brasil, foram centenas de milhares de “caras pintadas” por todo o Brasil.

Ou seja, para variar, não dá para acreditar em toda a “indignação” que se vê, lê ou ouve na mídia golpista… Ou, as pessoas não mais vêem, lêem ou ouvem a mídia golpista… Ou, não acreditam mais na mídia golpista…

Responder

Francisco

24 de fevereiro de 2013 às 06h31

O truque é o seguinte: ela diz que só vai dar para tratar da regulamentação da midia no segundo mandato. Ai nos damos o segundo mandato a ela, ai ela faz como Lula. No apagar das luzes deixa uma “proposta”.

Todo partido politico (como todo politico) é um farsante. Acredito que todos sabem disso. A questão, quanto a isso, apenas é até quando os farsantes nos são úteis.

O PT ainda me é útil. Ainda.

O povo de Salvador e de Aracaju considerou que não era mais. Voltaram com gosto aos tempos da ARENA. Provavelmente o mesmo acontecerá no Estado de Sergipe (Deda) e da Bahia (Wagner). Suspeito que esteja ocorrendo em outros lugares.

Natural: todo aquele que governa sem povo, governa mal. Se for da esquerda, o efeito aparece no horário nobre.

Por quanto tempo o truque da esfera federal de “mexer no que é posivel e não fazer marola no que é essencial” vai dar certo? A própria Dilma já esta tendo de mexer em coisas esenciais para dar sobrevida ao mandato (os juros irritaram até a burguesia “patroa”, a burguesia gringa).

Roer em volta vai, aos poucos, deixando de ser uma opção para se tornar uma definição terminal. O PT nos trairá e não falta muito. É a vida.

A questão é:
1) quando trairemos o PT?
2) cornearemos o PT com quem? Com a ARENA?

Somos uma democracia sem opções…

Responder

    Francisco Antonio da Silva

    24 de fevereiro de 2013 às 12h32

    Votem no meu xará ou em quem ele indicar. Ele é o cara.

    NPFreitas

    24 de fevereiro de 2013 às 13h51

    Pô, Francisco, disse tudo! É como me sinto muitas vezes. No fim, terminamos reelegendo este governo por pura falta de opção.

Rodrigues

24 de fevereiro de 2013 às 03h44

Como se uma aliança com os calhordas da velha-grande mídia fosse ajudar o governo Dilma de alguma forma! Daquia 15 meses Dilma estará sofrendo ataques constantes todos os dias, em todos os órgãos de comunicação deste país!

Responder

Daniel Wegman

24 de fevereiro de 2013 às 00h13

Acho válido. É óbvio que os meios de comunicação precisam ser democratizados, quem sabe com o silêncio do governo, a população sai às ruas e não espera tudo do governo. Agora, vale mais a pena direcionar essa energia para convencer as pessoas dos males da “liberdade de (I)emprensa” do que bater no Governo, o que só ajuda a colocar os verdadeiros tubarões no poder…

Responder

Bernardino

23 de fevereiro de 2013 às 23h10

È A CULtura POrtuguesa meus caros :CORRUPTA,COVARDE E ANTIPATRIOTAS aqui esquerda e direita comem no mesmo prato se preocupam com o aqui e agora o PT conquistou com o bolsa familia,esmola oficial,a classe baixa,agora bajula a media e alta pra poder se perpetuar no poder,faz o jogo da acomodaçao como a direita fazia.Ano passado 293 empresas brasileiras passaram ao controle estrangeiro,dizer que este é um governo nacionalista so se for na casa do CA…….
A maioria dos paises latinos estao regulando a IMPRENSA,Cristina,Chves.Evo,agora Correa no Equador.Só o CHIQUEIRO Portugues chamado BRASIL se borra de medo dos Baroes da IMPRENSA,nao falo Midia,pois para o POVAO Midia significa MEIO-DIA prefiro a palavra IMPRENSA mesmo.
Aqui so se briga por GARRAFA DE CAchaça,PAPELOTE DE COCAINA E TIME DE FUTEBOL.A vida inteira lambeu o SAO DOS INgleses e EUA e nao vai mudar com essas corjas no POder de todas as matizes partidarias!!!

Responder

    A Lesma Lerda

    24 de fevereiro de 2013 às 12h50

    irado, radical, intenso…mas…vc é contra ou a favor????

Mário SF Alves

23 de fevereiro de 2013 às 23h02

Diante disso, e na impossibilidade de o Governo Federal ir adiante na imprescindível e inadiável democratização da mídia, quero dizer que discordo veementemente da expressão “mídia bandida”; parece-me, ficaria melhor chamá-la de mídia fora-da-lei.
Senão vejamos:
Imaginemos um cenário onde o insuficiente PT [mostrado pelo Jotace] tenha sido irremediavelmente vencido por algo similar ao impopular, desastrado e suspeitíssimo PSDB; imaginemos ainda uma circunstância na qual um plebiscito [do Lat. plebiscitu – decreto da plebe] cuja premissa é a de que a única saída para a crise do Ocidente seja o retorno ao Século XVI, ao coração da Idade Média, portanto, decidiria sobre a política pública pertinente a ser adotada. Imaginemos também que a condicionante principal para a concretização de tal mediavalesco cenário seja o fato de que a apenas 1/3 da população do Ocidente será permitido tal retorno, e que esta premissa possa ser omitida no enunciado de tal plebiscito.
Imaginemos ainda que a divulgação ou publicidade, deste plebiscito tenha sido incumbida à mídia corporativa fora-da-lei.
As dúvidas que daí derivam são:
1- A mídia omitiria ou não a referida condicionante?
2- O referido partido similar ao impopular, desastrado e suspeitíssimo PSDB teria força ou poder político para condicionar a ação desta referida mídia ou não?
3- Em situação tão bizarra, tal mídia iria divulgar a condicionante macabra ou não?

Sabendo-se que se omitir é bandida; se não omitir é fora-da-lei, surge a moral da estória: com ou sem o plebiscito, mas a prevalecer o tal partido, bandida ou fora-da-lei, a mídia corporativa seguirá livre leve e solta sendo absolutamente a mesma.

Responder

    FrancoAtirador

    24 de fevereiro de 2013 às 13h28

    .
    .
    Caríssimo Mário SF Alves.

    O termo BANDITISMO designa o conjunto de atos criminosos
    executados de modo organizado e sistemático.

    Pode ser considerado como sinônimo de “GANGSTERISMO”,
    um termo derivado do inglês “GANG” (BANDO ou QUADRILHA).

    (http://es.wikipedia.org/wiki/Bandidismo_organizado)

    Foi com tal conotação que a expressão “Mídia Bandida” foi cunhada,

    para fazer referência a uma quadrilha organizada em nível mundial.

    É mais que ‘Fora-da-Lei’, porque atenta contra a autonomia dos países,

    contra a independência dos Estados e, pois, contra a soberania dos povos,

    em benefício de uma rede de corporações mercantis e rapinadoras apátridas,

    cujas matrizes formam um sistema político-econômico-social alienatório.
    .
    .
    Quanto ao ‘retorno’, a julgar pelas estruturas políticas e econômicas

    arcaicas – feudais e oligárquicas, monopólicas e oligopólicas –

    que, passados quinhentos anos, ainda vigoram neste Brasil ‘varonil’,

    não será necessário plebiscito algum para voltarmos à Idade Média.
    .
    .
    Quanto à mídia tucanalha braZileira, um retrato e um eufemismo:


    MÍDIA FORA-DA-LEI

    Mário SF Alves

    24 de fevereiro de 2013 às 16h49

    Obrigado, prezado Franco. A bem da verdade o que eu pretendia mesmo era provocar uma reflexão. Rendeu mais do que eu esperava. Rendeu uma verdadeira aula de semântica/etimologia. E mais: necessidade nenhuma de túnel do tempo; a Idade Média está ainda bem perto de nós.
    _________________________________________
    Pois é, o Brasil tem dessas coisas:

    1- Tem um sui generis capitalismo subdesenvolvimentista (nacional?);
    2- Tem uma porta semicerrada que oferece conexão direta com a Idade Média. Ah, e por falar nisso o Papa Bento (Quadros XVI?) devia dar mais atenção ao BraZil. Quem sabe a casa-grande não colaboraria nesse retorno ao medievalesco estado de coisas (nazi-fascista)neoliberal.

Willian

23 de fevereiro de 2013 às 22h33

Por isso que eu voto no Serra.

Responder

    francisco pereira neto

    24 de fevereiro de 2013 às 11h18

    Nossa!
    Voce vota em voce mesmo?

    FrancoAtirador

    24 de fevereiro de 2013 às 13h33

    .
    .
    Por isso que eu voto no Willian…

    para TROLL mais versátil do Viomundo.
    .
    .

    Gerson Carneiro

    24 de fevereiro de 2013 às 13h36

    Eu só voto no Serra se o Lula mandar.

    Yacov

    25 de fevereiro de 2013 às 23h48

    Desculpa, LULÃO !!! Mas no Cerra eu não voto nem se tu mandar, meu REI.

    “O BRASIL PARA TODOS não passa na gLOBo – O que passa na gloBO é um braZil-Zil-Zil para TOLOS”

Alexandre Tambelli

23 de fevereiro de 2013 às 22h20

A não apresentação de um marco regulatório das telecomunicações nos dias de hoje é muito mais de ordem política do que outra coisa.

O PT sabe muito bem que a ausência de uma oposição política, trocada por uma oposição midiática está dando dividendos eleitorais ao partido.

Ele fica na situação cômoda de assistir a velha mídia dizer milhares de barbaridades/mentiras econômicas, sociais, de acordos políticos, etc. que não se confirmam e mantêm o poder em suas mãos. A cada dia a velha mídia tem menos credibilidade.

Para que uma briga dessa monta nos dias de hoje com a velha mídia se ela se contradiz por si mesma? E ainda aumentar a conversa de que o PT quer implodir a Democracia, a liberdade de expressão, essas conversas de sempre?

Para que uma Lei de Médios com um candidato/porta-voz da oposição midiática como o Senador Aécio Neves? Ou será que a Marina Silva vai ser a queridinha da vez?

Enquanto houver velha mídia e seu papel for de oposição política no lugar dos partidos e houver ausência de oposição e, claro, oposição lúcida, programática, o PT vai empurrar com a barriga qualquer projeto de regulação das telecomunicações e qualquer Lei dos Médios.

Está dando votos assim, mudar por quê?

Quem sabe numa legislatura futura com um outro Congresso, após uma Reforma Política, se o Governo Dilma sentir que é possível discutir o marco regulatório das telecomunicações ele não seja uma meta do Governo, tudo isto é claro, se não lhe render a perda do Poder Federal.

Responder

marcosomag

23 de fevereiro de 2013 às 22h20

Sinceramente, não entendo tanto medo do PT, e da Presidente Dilma em particular, em relação a velha mídia conservadora.

Ela já estava em crise quando Lula subir ao Planalto em 2003. De lá para cá, a crise só aumentou com a concorrência do DVD pirata, internet e jogos eletrônicos.

O PT no Planalto teve muitíssimas oportunidades de dobrar esta mídia anti-povo. José Dirceu teve a chance de colocar a Globo no cabresto do BNDES e libertar a redação do JN quando o grupo dos Marinhos estava afundado no enorme fracasso da Globocabo. JD salvou a Globo sem exigir nada em troca, e a Globo retribuiu o favor com um presentinho: um par de algemas!

Depois disso, aconteceram as crises de TODAS as redes de tv aberta, crise nos jornais (JB fechou, OESP fechou Jornal da Tarde, crise da Editora Três). Escândalos envolvendo a mídia não faltaram, sendo a CPI do Cachoeira apenas o mais visível deles.

O PT no Planalto poderia ter ajudado o Sílvio Santos tornar o SBT a rede popular de tv do Brasil, com ele sempre almejou. “Vitaminar” a Band News e a Record News, sempre com as contrapartidas da exigência de um jornalismo plural em contraponto à Globo News, também teria sido boa tática.

Não fez nada! Agora, a grana dos “pastores”, “apóstolos” e “missionários” mascara a crise da Rede TV e Band. Mais oportunidades perdidas para formar a “frente anti-Globo” na tv aberta.

Na imprensa escrita, um aliado com a “grife” do JB seria importantíssimo para enfrentar o virtual monopólio de “O Globo” no RJ. Questionar no CADE a propriedade da Globo sobre o “Diário Popular” (agora, “Diário de São Paulo”) e impedir a compra do “OESP” pela Globo também seria boa política para barrar o avanço da Globo na praça de SP.

E o governo petista ainda financia a editora dos Civitas com assinaturas de tv a cabo, revistas, material didático e tudo que o conglomerado de mídia que é o mais opositor do PT no ramo de periódicos pode oferecer.

PUSILÂNIMES!

Responder

francisco pereira neto

23 de fevereiro de 2013 às 22h09

Acho que não se avança nessa questão, por motivos obscuros que fogem da nossa compreensão.
Nós sabemos que o jogo de poder é pesado, e não sabemos até onde isso poderia avançar, pois para o PT governar teve que fazer alianças com partidos, principalmente o PMDB, que tem raízes profundas no seio da sociedade desde a época da ditadura – fazia a dobradinha do bipartidarismo, ARENA e MDB.
Não podemos ficar aquí atacando a Presidenta por esse motivo. E acho que ela fez uma avaliação do comportamento da grande mídia nos dois mandatos de Lula.
O ex-presidente foi, diuturnamente bombardeado pela grande mídia e mesmo assim conseguiu se reeleger, em que pese o dilúvio do mensalão, e mais, fez dela, Dilma – o poste – a presidenta eleita.
Desde o primeiro mandato de Lula, a internet está em crescimento vertiginoso. Orkut, facebook, tweeter e outras ferramentas de comunicação virtual.
Essas ferramentas estão disponíveis para todos os gostos. Para o espectro da direita, da esquerda, dos desiludidos da política enfim, qualquer um pode escolher o que quiser.
Para desancar os governos progressista de Lula e Dilma, a mídia vadia e os blogs fascistas faz isso muito bem, mas claro, sem sucesso até agora.
O que não consigo entender é aqueles que foram rotulados de blogs sujos, e que encamparam de corpo e alma a campanha para a democratização dos meios de comunicação, e a exemplo dos blogs dos jornalistas fascistas, Noblat, Merval, Reinaldo Cabeça Furada Azevedo e todos, gente dessa laia, é até compreensível que não publiquem comentários que fogem das suas “linhas editorias”. O que não admito é quem defende a democratização dos meios, o faz da boca para fora, pois vem fazendo censura a comentarios que não lhe agrada. Inclusive para assuntos que nada tem a ver com a política.
Perdi a paciência com alguns deles, inclusive o CAF, que se gaba lider de acesso.
Tomei juizo. Não escrevo mais lá. Não perco mais meu tempo com um blogueiro vaidoso. Acho ele um excelente jornalista, mas ainda não aprendeu a conviver com a diversidade de opiniões.
Então eu pergunto:
Será que é consenso na nossa sociedade a presidenta Dilma tomar uma posição dura (apesar de eu achar que isso não é função de um presidente) e bater de frente com pessoas, inclusive da sua base aliada, para democratizar a mídia?
Eu não sei. Citei um exemplo de alguém que não é nenhum Zé Mané e que faz jornalismo politico pelo menos a três décadas.
Então eu concluo, que não devamos crucificar nem Dilma e nem Lula, porque a censura não está só do lado de lá.

Responder

Paulo Roberto Álvares de Souza

23 de fevereiro de 2013 às 21h59

Ruim com Dilma, muitíssimo pior sem ela. O pig vai perdendo terreno e trazer Yaoni para defendê-lo é prova cabal dessa fraqueza.

Responder

Nelson

23 de fevereiro de 2013 às 21h36

Ao optar pelo sistema japonês de TV Digital, o “companheiro” Lula já tinha jogado na lata do lixo o trabalho de centenas de brasileiros que se dedicaram a debater e pesquisar um sistema brasileiro.
Agora, é a vez da Dilma “dar nos dedos” do povo e preferir bajular os grande grupos da mídia hegemônica.
Liberação dos transgênicos, reforma da previdência castradora de direitos, privatizações, desonerações e isenções ao grande capital, etc… A lista de “barbeiragens” dos que elegemos para iniciarem mudanças reais, contra o cintinuísmo, só faz aumentar.

Responder

francisco pereira neto

23 de fevereiro de 2013 às 21h01

No Brasil não se pune os torturadores porque alguém já disse:
“O que é bom para os EUA, é bom para o Brasil”
Ao que parece, apesar do terceiro mandato dos governos progressista, o assunto ainda é tabu.
Se um dia isso vier a acontecer, até o grupo Folha vai sentar no banco dos réus. Indícios? Ela veio com aquela história da Ditabranda. Querendo se safar de cumplicidade.
Teve até ministro do STF que foi preso político, anistiou a Lei da Anistia!
No entanto, Carlos Marighela continua a ser um terrorista nas Forças Armadas e para a direita fascista e alguns idiotas desinformados.
Marighela para mim foi um ousado herói, e pagou com a vida para que FHC, Serra, Covas, Alberto Goldman, Roberto Freire, Raul Jungmann e todos os políticos da mesma laia fizessem o que fizeram.

Responder

Walter Cesar

23 de fevereiro de 2013 às 20h45

Há necessidade de maior apoio da sociedade. A mobilização deve sêr maior contra esse lobi ou acabam derrubando o governo trabalhista.

Responder

    Vlad

    24 de fevereiro de 2013 às 01h27

    É mesmo!
    Tinha esquecido que era trabalhista.
    Mas lógico! Basta ver no nome!

Saçuober

23 de fevereiro de 2013 às 20h43

No momento, uso o controle remoto.
Não é possível abrir varias frentes, vamos nos mexer e
Continuar nossa luta contra o PIG.

Responder

Jair Almansur

23 de fevereiro de 2013 às 20h00

Seria conivência ou medo diante de um poderio tão grande como as ‘famiglias mitiaticas’ de nosso pais. Condodo com o artigo:
SEM REFORMULAÇÃO DA MÍDIA NÃO SE COMPLETARÁ A DEMOCRATIZAÇÃO DO PAIS.

Responder

Gerson Carneiro

23 de fevereiro de 2013 às 19h44

Fora, Dilma!

Responder

    Taques

    24 de fevereiro de 2013 às 07h56

    Rá, rá, rá…

    Que belo “democrata” você é.

    A soberana não age contra os seus desafetos (procure um psicanalista, rapaz!)e você fica todo beicinho?

    Vai te catar!

    Mude pra Cuba, Venezuela, Equador.

    Procure sua turma.

    Claudio Freire

    24 de fevereiro de 2013 às 10h15

    Não seja irresponsável, Gerson Carneiro. A regulação é realmente fundamental, mas de que adiantaria insistir nessa questão para perder no Congresso Nacional? Imagine o quanto fragilizaria o governo e o quanto daria de munição aos adversários.
    Sabemos bem que o Congresso não aprovaria nada nesse sentido. E o maior entrave hoje chama-se PMDB. É incômodo ter que se aliar ao PMDB para governar? Claro que é. Mas temos que encarar a realidade, é assim a governabilidade, goste voce ou não dela.
    Me diga: que governo embarcaria numa ação sabendo de antemão que a perderá?
    O PT sempre defendeu a regulação. Mas para governar é preciso ter sangue frio, saber a hora e o modo propícios para encaminhar os avanços, e sobretudo trabalhar com a realidade.

Hélio Pereira

23 de fevereiro de 2013 às 19h36

Em Barretos cidade famosa pelos Rodeios,existe uma “Rádio Comunitária”,onde 100% de seus Diretores Fundadores são filiados ao PSDB e com certeza não é a unica que esta sob comando dos Bicudos Paulistas.
O PSDB domina a grande midia,que publica o que interessa ao Partido e agora vem dominando também boa parte das Rádios Comunitárias,enquanto o PT que já esta há 10 anos no Poder vive morrendo de medo de melindrar
meia duzia Familias,que dominam o setor de Telecomunicações no Brasil.

Responder

ricardo silveira

23 de fevereiro de 2013 às 19h35

Há muitas discussões importantes no mundo contemporâneo sobre meio ambiente, sobre energia, sobre desenvolvimento da produção a partir de novas tecnologias, o que envolve a educação, sobre projeto de estado, sobre saúde, segurança, justiça, sobre inclusão social, econômica e política, soberania, etc., mas não há espaço público livre da manipulação de informações da mídia partidarizada e golpista, por consequência, o que daí resulta é uma população despolitizada que se manifesta como massa de manobra, sem nenhuma autonomia para participar das decisões sobre o futuro da sociedade em que vive e o seu próprio. E, depois de brigar com muita gente por esse governo, que tem grande aprovação popular, certamente por gratidão, chego à conclusão de que embarquei numa canoa furada, pois acho que um governo que pensa não ser importante a livre e irrestrita comunicação sobre o que se passa na vida pública, é um governo que quer manipular, tal quais aqueles que lhe fazem oposição, e talvez seja essa a razão de não querer a democratização das informações. Daí concluir que este não é um governo que valha a pena defender, por mais que já tenha feito algo significativo com relação à distribuição da riqueza. E, prá terminar, o pior disso tudo é que não está em questão a exigência de que o governo seja revolucionário, porque se sabe que não é, apenas que cumpra a Constituição.

Responder

    Mário SF Alves

    23 de fevereiro de 2013 às 23h14

    É isso, prezado Ricardo. Disse bem. Agora vamos ao problema:

    1- O que seria mais proveitoso, fortalecer tal Governo ou unir-se ao coro dos representantes do eterno regime casa-grande-BraZil-eterna-senzala e dessa forma esfacelá-lo mediante críticas cada vez mais radicais?

    2- E onde está escrito que tudo cabe ao Governo fazer? E os limites impostos pela própria realidade ao PT?

    3- Se temos [e temos] tamanha certeza quanto à imprescindível e inadiável democratizzação da mídia, por que não o fazemos nós? Somos assim tão frágeis e desorganizados?

    ricardo silveira

    24 de fevereiro de 2013 às 15h43

    Não vejo, hoje, nenhuma outra opção partidária, infelizmente. Que radicalismo há em querer democratização dos meios de comunicação? Está na Constituição. É democrático. Quem tem capacidade de organizar a sociedade é o governo, que tem a maioria dos sindicatos e uma base parlamentar majoritária. Um governo com 70% de aprovação popular só não faz chover. Está esperando o quê? Sem crítica nada avança. Esse é um dos problemas da ausência de espaço público, quem pauta a política são os interesses do capital.

Julio Silveira

23 de fevereiro de 2013 às 19h29

O Governo brasileiro tem medo do que podem dizer e fazer os States. Do que podem com sua articulação mundial, retratar (através de seus instrumentos infiltrados e insufladores da massa ignara de cada país), nosso país como governado por um grupo de tiranos antidemocraticos que desrespeitam a liberdade de expressão, na forma que eles aviaram. Isso serve como uma luva aos seus propósitos. Aprenderam bem com seus nazistas. Criaram uma elite comprada e orquestraram e ainda orquestrariam sua manutenção, para que sejamos sempre um paizeco sujeito a alguma intervenção futura, podendo ser através de seus interlocutores ou dos próprios, mas sempre para servir ao propósito deles.

Responder

anac

23 de fevereiro de 2013 às 19h24

Agora não é a hora, nem o momento.
Dilma está de bem com o povão e tem um padrinho- Lula – abençoado por Deus. Melhorou mais ainda quando os do contra o Brasil mostram que são contra tmb o povo. Ficar contra a redução da tarifa de energia elétrica e da taxa de juros foi um tiro no pé, cabeça e membros. Pegou MUITO mal até para aqueles da classe media que votam no PSDB.
Alguns podem até dizer que não fazer agora é confiar na sorte.
Mas, perto das eleições, não dá. É criar duas frentes de batalha e tendo com aliados os congressistas que não primam pela coragem.
Mas um dia o marco chegará como chegou nos USA, na Inglaterra, na França, na Suécia, etc. E por força do povo como as diretas já.

Responder

zé eduardo

23 de fevereiro de 2013 às 19h00

Parafraseando, até pode ser que não se tenha tempo suficiente para completar o debate neste ano pré-eleitoral, mas é uma escolha muito burra não desencadear institucionalmente o processo. É quase um tiro no pé, deixando espaço não só para críticas mas para deboche. Dizer que ‘o governo não vai tratar da reforma do marco regulatório das comunicações’ é o mesmo que dizer que o governo já ‘está tratando’ do tema no pior sentido e na pior direção.

Responder

Claudio Freire

23 de fevereiro de 2013 às 18h54

Desculpe, Azenha, mas vou discordar, apesar de respeitar totalmente quem pensa diferente. Não há dúvida de que um marco regulatório é absolutamente fundamental. Mas, na minha opinião, fazer isso não é uma tarefa de GOVERNO.
Discutir e implementar um marco regulatório é uma questão que deve ser realizada pela sociedade civil de uma nação, representada democraticamente no Congresso Nacional.
Se há problemas de representação, isso não anula o fato de que esse é um processo de amadurecimento da nossa democracia.
O PT sempre lutou por ele, mas o principal entrave para que isso se realize vem sendo o PMDB, que tem deputados e senadores com interesses diretos em meios de comunicação (alguns são donos de jornais, rádios e redes de televisão, mesmo que camuflados por testas-de-ferro).
Mesmo assim, essa é uma luta que deveria ser encampada pelo Congresso Nacional, razão pela qual penso que devemos cobrar essa ação do PT e seus aliados.

Responder

    maria olimpia

    24 de fevereiro de 2013 às 17h15

    Concordo, Cláudio!

Remindo Sauim

23 de fevereiro de 2013 às 18h49

Me parece burrice esta manchete, Dilma está acima destas baboseiras de mídia. A internet já derrotou os barões da imprensa. Deixem a Dilma lutar a batalha contra a míseria. Acho que tem inimigo em nossas fileiras.

Responder

    Bonifa

    23 de fevereiro de 2013 às 22h24

    Às vezes pensamos assim como você. Lutar contra o monopólio da comunicação pelos grupos de direita e extrema direita é uma coisa, exigir que o Governo caia numa armadilha fatal é outra.

Marat

23 de fevereiro de 2013 às 18h45

Já disse isso aqui várias vezes: Aqui não há uma esquerda verdadeira. Há uma pseudo-esquerda, ou uma direita de leve… O sinistro papel que o PIG (capitaneado pela globo) exerce em nosso país continuará perpetuando-se… Precisamos que as pessoas estudem mais e mais, e elejam desde um humilde vereador, até o presidente, apenas políticos que tenham como meta o desenvolvimento do Brasil com justiça social e autonomia perante o PIG… Isso ainda vai demorar demais. Até lá, continuo votando no menos pior, no menos à direita… Ainda assim, é muuuuito melhor que o PSDB-PFL, partidos que odeiam pobres e são pela sociedade meritocrática!

Responder

Fernando

23 de fevereiro de 2013 às 18h45

Ao invés de trocar o canal do controle remoto, vou trocar a legenda na urna eletrônica em 2014.

Responder

    Bonifa

    23 de fevereiro de 2013 às 22h25

    PSDB?

Bonifa

23 de fevereiro de 2013 às 18h42

Bem, o Governo externa a sua posição. No momento não há condições de abrir esta frente de batalha, ainda mais quando todas as outras frentes enfrentam resistência cerrada do inimigo. O controle da informação é o mais importante bastião para as resistências do adversário e pode ser relativizado ou até fragilizado, mas não pode ser atacado diretamente, por enquanto, porque entraria em ação um catalizador que uniria mil facetas dispersas em uma única força quase invencível. Se movimentos sociais estão dispostos a atacar este bastião, isto será outra história. Que o façam bem e competentemente, para que sejam bem sucedidos.

Responder

    Cibele

    23 de fevereiro de 2013 às 19h12

    Concordo, Bonifa, mas que é triste, é. A única certeza que podemos ter é de que não há governo ou partido político que vá mexer com a questão da comunicação. Não adianta, “é nóis e Deus, mano”. Melhor contar com alguma ajuda, né?

    Mário SF Alves

    24 de fevereiro de 2013 às 17h05

    “É nóis e Deus, mana”. Sem dúvida.
    ______________________________
    Nóis a gente aonde é que encontra. O problema é encontrar Deus e convencê-lo de que a causa é justa. Até porque o intermediário Dele já anunciou que pôs o cargo à disposição.
    _____________________________________________
    É… pensando bem, talvez fique até mais fácil. É nóis!

    Cibele

    25 de fevereiro de 2013 às 17h42

    Positivo, bem mais fácil! Firmeza total! Rsrs.

    elizabeth pretel

    23 de fevereiro de 2013 às 19h49

    CONCORDO PLENAMENTE COM VC.

    renato

    23 de fevereiro de 2013 às 20h09

    Bonifa.
    Não leio Jornais.
    Não assisto a Globo.
    Não ouço rádios, a não ser uma FM
    no carro.
    Ouço as vezes a voz do Brasil, qdo no
    carro.
    Como me informo, Rede TV um jornal que dá para
    aturar, R. Record, dá para aturar.
    E Viamundo e Conversa Fiada. Só.
    Então dá para esperar a morte por exaustão da Globo.

    Mário SF Alves

    23 de fevereiro de 2013 às 20h54

    Sim, assim e simples assim. Valeu Bonifa.

FrancoAtirador

23 de fevereiro de 2013 às 18h36

.
.
Mas, depois do que afirmou Dilma Rousseff, há algum tempo atrás,

algum ingênuo ainda tinha alguma dúvida de que o governo federal

iria apresentar uma proposta de regulamentação da comunicação?

Há só duas opções aos movimentos sociais, sindicais e estudantis:

Pegar o controle remoto e trocar de canal de TV, como disse Dilma,

ou largar o máuzi, ir às ruas e convencer a população brasileira,

primeiro, de que a Lei de Meios é benéfica a todas as pessoas;

segundo, de que existe alguma coisa ‘muito além do cidadão Kane’, e

terceiro, de que é necessária para garantir o direito à informação.

Está na hora de parar de correr atrás da cola como cachorro louco.
.
.

Responder

    Mário SF Alves

    23 de fevereiro de 2013 às 21h09

    Eu e o Bonifa pensamos pelo mesmo viés. O que preocupa é o dia seguinte, ou seja: o próximo pleito eleitoral.
    _________________________________________
    Enfrentar o poder do secular regime casa-grande-BraZil-eterna-… é uma coisa. Outra coisa bem diferente é enfrentar a potencialização via STF da gritaria desregrada e midiatizada desse mesmo regime.
    __________________________________________________
    Lucidez, estatísticas, conhecimento histórico e determinação serão mais do que nunca ingredientes imprescindíveis.
    ____________________________________________________
    É como dizia o Lula [ou algo próximo a isso]: a gente só vai conseguir mudar este País se a gente conhecer a fundo a realidade política deste País e souber como deverá ser o País que a gente quer.

J Souza

23 de fevereiro de 2013 às 18h11

O medo venceu a esperança…

É a prova de que o PT morre de medo da rede globo. O PMDB então, nem se fala, é “cúmplice”!

Se os partidos governistas tivessem um pouco de vergonha na cara, proibiriam pelo menos a propaganda cruzada das diversas empresas de comunicação: cbn faz propaganda da novela da globo, que faz propaganda do filme da globo, que faz propaganda da globo news, que faz propaganda do futebol da globo, e por ai vai.

País de gente “sem vergonha” é isso ai… Por isso que os marinho estão podres de rico… E um dia vão conseguir tirar o “medroso” PT do poder!

E isto sem falar nas imorais isenções fiscais que o governo dá às teles com o dinheiro dos impostos que NÓS pagamos. Ou seja, pagaremos duas vezes, isentado-as de impostos, e nas abusivas faturas. Tudo para que elas possam enviar suas imorais remessas de lucros para os países de origem… Deve ser alguma promessa que o governo do PT fez para os países ricos que estão em dificuldade…

Responder

Lu Witovisk

23 de fevereiro de 2013 às 18h04

Que triste.

Responder

    FrancoAtirador

    24 de fevereiro de 2013 às 16h13

    .
    .
    Caríssima Lu.

    Não se entristeça nem esmoreça.

    O percurso é longo e o caminho inóspito.

    Há vez que temos de reduzir a marcha,

    para, a partir daí, acelerar e avançar.

    Antes que escureça, chegaremos lá.

    É difícil, mas não podemos desacreditar.
    .
    .

bento

23 de fevereiro de 2013 às 17h13

Azenha.

Furo jornalistico.

Sabe qual é a apresentadora do programa de aniversário de 30 anos do pt?

Regina Duarte: eu tenho medo…( Freud explica? ).

Responder

Saiu

23 de fevereiro de 2013 às 17h13

Poe incrível que pareça, Garotinho é que vai fazer o PIG fiar de joelhos.

Responder

DESILUDIDA

23 de fevereiro de 2013 às 17h05

Que m…. é esta que o governo está fazendo?

Responder

lulipe

23 de fevereiro de 2013 às 17h04

Que “sociedade”, cara-pálida, a que não quer uma imprensa livre, que divulgue os “mal-feitos” do governo petista???? Como bem disse a presidente “melhor uma democracia barulhenta que uma ditadura silenciosa”…Estão insatisfeitos vão para Cuba ou China!!!

Responder

    Abel

    23 de fevereiro de 2013 às 18h11

    Ei lulipe! Fala da Privataria Tucana também – parece que tem fixação no PT (Freud explica ;)…

    denis dias ferreira

    23 de fevereiro de 2013 às 18h18

    É isso aí: AME-A OU DEIXE-A!

    Bonifa

    23 de fevereiro de 2013 às 18h26

    Acorda, Lulipe. O “Ame-o ou Deixou-o” terminou com a Ditadura há muitos anos. Naquela epoca, todo pai de família raivoso da classe média proibia suas filhas de namorar rapazes que usassem camisas vermelhas. Gritavam, coléricos: “Mande seu namorado ir prá Cuba, ou prá Rússia!”

    lulipe

    23 de fevereiro de 2013 às 20h28

    Se tivessem ouvido os conselhos dos pais das donzelas não estaríamos ouvindo esta baboseira de controle da imprensa!!!

    J Souza

    23 de fevereiro de 2013 às 18h46

    O que tem a ver o enriquecimento dos civita, dos marinho, dos mesquita, dos sirotsky e dos civita com “censura”, “cara pálida”??

    Ou criticar o PT também é monopólio deles?? Só eles poderão lucrar com isso também??

    lulipe

    23 de fevereiro de 2013 às 22h21

    Criticar o PT não é monopólio de ninguém, pelo contrário, todos deveriam fazê-lo, a começar de alguns alienados apaixonados que não enxergam um palmo à frente do nariz.

    Fernando

    23 de fevereiro de 2013 às 20h03

    Você não entendeu nada!!!! precisamos de mais vozes e organizar essa zona…propriedade cruzada, políticos donos de tv’s e radio…nada alem da constituição. O barulho na pode parar!!!

Roberto Locatelli

23 de fevereiro de 2013 às 16h49

Impressionante! Dilma enfrentou os banqueiros na questão dos juros; enfrentou os governadores tucanos e os investidores do sistema elétrico na questão da tarifa de energia. Mas não enfrenta os barões da mídia!!

A Telebras deveria ter, nas comunicações, o mesmo papel que a Caixa e o BB estão tendo no setor bancário.

Responder

    andre i souza

    23 de fevereiro de 2013 às 18h28

    Muito bem observado, Locatelli.

    Mas tá difícil, viu? Ninguém quer colocar o chocalho no pescoço do gato, e a nossa esquerda vai tomando um rumo que beira o imponderável.

    Roberto Locatelli

    23 de fevereiro de 2013 às 19h57

    Rapá, é verdade.

    O que eu acho, andre – estou respeitando a grafia que você colocou – é que haverá o efeito da água mole em pedra dura. O PIG (partido da imprensa golpista) tanto martela contra Lula e Dilma que parte da “nova classe média” acabará indo para a direita.

    Veja-se que a trupe midiática do joaquim é pautada pela Veja e pela Globo e se juntou ao gurgel. Quem está por trás, provavelmente, é Cachoeira.

    O cronograma do golpe segue sem atrasos: Dirceu e Genoino condenados, Lula a caminho da condenação. A meta é cassar o mandato de Dilma e cassar o registro do PT na justiça eleitoral.

    ricardo silveira

    23 de fevereiro de 2013 às 19h45

    Enfrentou banqueiro e o setor elétrico porque tinha todo o resto do capital e do trabalho a seu lado. Agora, a mídia é outra coisa, significa pôr em perigo a possibilidade de se reproduzir no poder. Para esse enfrentamento falta governo.

    FrancoAtirador

    24 de fevereiro de 2013 às 00h31

    .
    .
    Caro Ricardo Silveira.

    Eu apenas inverteria a colocação de dois substantivos:

    “…a mídia é outra coisa,
    significa pôr em perigo a possibilidade
    de se reproduzir no [governo].
    Para esse enfrentamento falta [poder]”

    Quem sabe até faltem ‘poderes’
    executivo, legislativo e judiciário…
    .
    .


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