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Cartas de Minas
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Empregados de Furnas: Confirmando denúncia da agência SportLight, Ministério faz campanha contra empresa que pretende privatizar nas redes sociais

02 de maio de 2018 às 19h55

Foto Facebook do MME

Da Redação

Não é propriamente uma novidade. A agência SportLight já havia denunciado que a Eletrobras pagou quase R$ 2 milhões, num contrato sem licitação fechado com o Grupo FSB Comunicação, para falar mal de si própria e, assim, justificar a privatização.

Agora, A Associação dos Empregados de Furnas promete recorrer à Justiça contra postagens feitas nos perfis oficiais do Ministério de Minas e Energia que sugere que funcionários do setor elétrico são marajás (veja íntegra da nota abaixo).

A campanha do Ministério, feita através de perfis no Facebook e no twitter, foi mal recebida mesmo por apoiadores da privatização.

O governo que prometeu que a reforma trabalhista criaria empregos agora promete que as contas de energia vão cair 12% depois da venda da Eletrobras.

Sob Moreira Franco, a venda da empresa é a última grande cartada do governo Temer.

Internautas tem detonado as postagens do Ministério, revelando descrédito na suposta “modernização” vendida pelo atual ministro, que recebeu a alcunha de Angorá nas delações da Odebrecht.

A campanha do Ministério foi definida como “um conjunto de anúncios bizarros” pelo engenheiro José Luiz Alquéres, que já foi presidente do conselho da Eletrobras (ver nota abaixo).

NOTA DE REPÚDIO

A Associação dos Empregados de Furnas (ASEF), em nome dos seus associados, empregados de Furnas Centrais Elétricas S.A., repudia qualquer generalização sobre o perfil e a qualidade dos empregados de Furnas como tem sido feito de forma irresponsável e inapropriada em publicações recentes nos perfis oficiais de redes sociais do Ministério de Minas e Energia.

Furnas é uma subsidiária do Grupo Eletrobras presente em 15 estados e no Distrito Federal, e que opera e mantém um Sistema por onde passa cerca de 40% da energia que move o Brasil, atuando no abastecimento a regiões onde estão situados 63% dos domicílios e 81% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Nossa empresa é composta por trabalhadores altamente qualificados, que desenvolvem serviços de excelência e que se dedicam diariamente pela qualidade e expansão do Setor Elétrico Brasileiro.

A Eletrobras é a maior empresa de energia elétrica da América Latina, com presença em todos os Estados da Federação, respondendo por um terço da geração de energia elétrica e metade das linhas de transmissão no Brasil.

Um Sistema desta envergadura não surge nem opera por geração espontânea.

Tudo isso foi construído ao longo de seis décadas, com o suor e a dedicação dos trabalhadores, para garantir energia elétrica para o desenvolvimento do Brasil.

É alarmante e sintomático que um canal oficial do Ministério de Minas e Energia use expressões tão depreciativas e apelativas em sua comunicação justamente na semana em que a Agência de Jornalismo Investigativo SportLight denunciou em reportagem detalhada a contratação milionária e sem licitação de uma Agência de Comunicação, por parte da Eletrobras, para depreciar a imagem da própria empresa, visando facilitar e acelerar o processo de privatização.

Ademais, os trabalhadores do Grupo Eletrobras respeitam a Constituição Federal de 1988 e ingressam na empresa mediante Concurso Público, com todos os salários e benefícios registrados em Plano de Carreira e Remuneração.

Ainda sobre supostos privilégios mencionados em uma das notas dos perfis oficiais do MME, registre-se que nas empresas do Sistema Eletrobras nenhum trabalhador goza de foro privilegiado.

Por toda a comunicação veiculada, o nosso corpo jurídico já foi cientificado dos fatos e as devidas medidas cabíveis serão tomadas para que haja responsabilização.

Campanha sobre privatização da Eletrobras gera polêmica e conselheiro critica anúncios

Por Luciano Costa, no Extra

SÃO PAULO (Reuters) – Um homem de idade com uma boina e um olhar de reprovação manda o recado do governo brasileiro: “Você por acaso é sócio da Eletrobras? Preço justo já!”.

O anúncio, publicado nas páginas do Ministério de Minas e Energia em redes sociais, parece culpar a maior empresa de energia do país, controlada pelo Estado, pela disparada das tarifas de eletricidade nos últimos anos.

Mas a campanha, divulgada em um momento em que o governo do presidente Michel Temer pretende levar adiante planos de privatizar a Eletrobras, gerou revolta do representante dos empregados no Conselho de Administração da companhia e reações contrárias de especialistas.

“Eu fico impressionado com a falta de informação… a Eletrobras foi sacrificada para que não tivéssemos tarifas muito maiores do que estão”, disse à Reuters o consultor Roberto Pereira D’Araújo, do Instituto Ilumina, ex-conselheiro de Furnas, subsidiária da Eletrobras no Sudeste e Centro-Oeste.

Ele estimou que as tarifas de energia no Brasil subiram em média 50 por cento acima da inflação desde 1995.

A alta veio mesmo após mudanças regulatórias implementadas em 2012 pela então presidente Dilma Rousseff, que obrigaram a Eletrobras a vender a produção de suas hidrelétricas antigas por preços que mal cobrem custos de operação e manutenção.

A proposta de desestatização da empresa incluiria uma mudança nesses contratos, chamados de “regime de cotas”, o que permitiria à Eletrobras sob gestão privada vender a energia a preços de mercado, bem maiores.

O presidente da estatal, Wilson Ferreira, tem dito que apesar disso os consumidores devem sentir uma redução tarifária após a privatização, uma vez que a Eletrobras vai se comprometer a direcionar recursos para reduzir encargos cobrados na conta de luz ao longo das próximas décadas.

Ainda assim, a peça publicitária do governo sobre a Eletrobras diz que o consumidor “sempre paga caro pela energia” e faz menção às bandeiras tarifárias, que aumentam o valor da conta de luz quando a oferta de geração das hidrelétricas é menor –em épocas de pouca chuva, por exemplo.
“Com a modernização da Eletrobras, essa história de mudar a cor da bandeira vai acabar”, promete a campanha do Ministério de Minas e Energia.

A afirmação, no entanto, soa estranha porque o acionamento das bandeiras tarifárias é atribuição da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), assim como a definição das tarifas, afirmou a professora da Fundação Getulio Vargas (FGV) e ex-diretora do órgão regulador, Joísa Dutra.

“Quem determina a tarifa é a Aneel, e o mecanismo de bandeiras não está ligado exatamente à Eletrobras… fiquei um pouco surpresa porque uma pessoa desavisada pode ser levada a entender errado”, disse.

A especialista defende a privatização, mas avalia que a campanha publicitária do governo pode não colaborar para o avanço do processo.

“É preciso cuidado para não enviar as mensagens erradas”, afirmou.

A economista Elena Landau, que presidiu o Conselho de Administração da Eletrobras no ano passado e também é a favor da privatização, concorda com as críticas aos anúncios da pasta de Minas e Energia.

“Eu acho que a propaganda está muito obscura, é difícil de entender a mensagem que quer passar”, afirmou.

Ela avalia que o governo deveria aproveitar as mensagens publicitárias para disseminar informações e desmentir o que considera boatos sobre o negócio, como críticas de sindicalistas de que a venda das hidrelétricas da Eletrobras entregaria os rios brasileiros a estrangeiros.

“Acho que (o governo) está perdendo uma oportunidade de explicar melhor os mitos e verdades da privatização”, disse.

Procurado, o Ministério de Minas e Energia não comentou. A Eletrobras disse que não iria se pronunciar sobre a campanha do governo.

O novo tom nos anúncios sobre a privatização vem após a posse de Moreira Franco (MDB-RJ) como chefe da pasta de Minas e Energia. Ele substituiu o deputado Fernando Coelho Filho, que deixou o cargo porque pretende se candidatar nas eleições de outubro.

CONSELHEIRO REAGE

Em outra das peças da campanha pela privatização, o Ministério de Minas e Energia escreveu em letras garrafais no Facebook: “A Eletrobras está quebrada”.

A afirmação, no entanto, foi rebatida de pronto por um dos conselheiros da companhia, Carlos Eduardo Rodrigues Pereira.

“Não está não. E quem está falando aqui é um conselheiro da empresa. Mais responsabilidade ao falar de uma empresa de capital aberto”, escreveu Pereira em resposta ao anúncio no Facebook.

A mensagem sobre a condição da empresa, vista pela Reuters, foi posteriormente apagada da página do ministério na rede social.

Pereira, que é representante dos empregados no Conselho da Eletrobras, ainda enviou uma correspondência interna à companhia em que criticou pesadamente a campanha pela privatização.

“Nos últimos dias fomos surpreendidos por algo que não pode ser definido de outra forma senão uma campanha difamatória contra a Eletrobras… quero comunicar a todos que esta campanha não contará com o meu silêncio e que atuarei em todas as arenas em defesa da companhia”, escreveu ele na carta, obtida pela Reuters.

Para o engenheiro José Luiz Alquéres, que já foi presidente e chefe do Conselho da Eletrobras, as propagandas são “um conjunto de anúncios bizarros, com afirmações que não se amparam tecnicamente”.

A Eletrobras fechou 2017 com prejuízo de 1,7 bilhão de reais, contra lucro líquido de 3,5 bilhões de reais em 2016, ano em que a companhia havia voltado ao verde após anos de perdas.

Os prejuízos acumulados pela elétrica somaram mais de 30 bilhões de reais entre 2012 e 2015, após as medidas do governo para reduzir as tarifas.

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7 Comentários escrever comentário »

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Sebastião Farias

04/05/2018 - 17h32

Senhores formadores de opinião. Aproveito a oportunidade para lhes consultar sobre o que acham, por exemplo, de nossa imprensa e meios de comunicações de massa, começarem a quebrar o paradigma de blindarem autoridades responsáveis pela execução de obras e/ou de prestação de serviços públicos à sociedade, sempre entrevistando os envolvidos individualmente, sem trazer contribuição significativa à cidadania, à moralização da ética pública e à transparência das boas práticas de execução e fiscalização das obras públicas, de interesse da sociedade.
Caso os membros da imprensa se convençam da sua importância fundamental nessa questão, e em mudarem seus procedimentos de entrevistas para ajudarem o país e a sociedade, ao trazerem para darem informações e esclarecimentos periódicos à sociedade, com foco na conformidade, na agilidade do cronograma estabelecido, na efetividade, na qualidade de materiais e técnica, na segurança dos usuários e na boa funcionalidade dos objetos contratados, amparados por recursos públicos, estarão assim, os comunicadores, dando uma inegável contribuição ao desenvolvimento da cidadania, da conscientização do povo e, dando um golpe mortal nos esquemas de corruptos e corrupção, de desperdícios de recursos públicos, de atraso e superfaturamento de obras e/ou serviços públicos, etc, que fomentam a desigualdade, a concentração de riquezas, a pobreza e a miséria do povo.
Para que se tenha noção clara, o que se passa com a gestão pública, a fiscalização e controle proativo no Brasil, hoje, pode ser comparado com uma família, cujo patriarca, ao necessitar realizar uma obra em sua residência, contrata a empresa prestadora dos serviços que, conhecido o projeto, inicia os trabalhos de qualquer jeito, constrói, termina os acabamentos, cobre, pinta, termina o piso, por fim, conclui e entrega a obra.
Agora, duas realidades fictícias para sua avaliação e comparação com o setor público:
i) A empresa, durante o seu trabalho, não foi uma única vez, incomodada pela fiscalização do contratante;
ii) A empresa, durante o seu trabalho, esteve sobre permanente fiscalização do contratante;
Pergunta-se: desses cenários, qual o que não é desejável e, que tem mais chance de resultar em problemas para o contratante? Não há dúvidas de que, é o primeiro ítem, certo?

Pois bem, a gestão de um País, de um Estado ou de um Município, segue o mesmo princípio de uma família. Se a família que tem o Patriarca como gestor e fiscal, as unidades federadas possuem os Poderes Constitucionais e todos os meios legais e físicos, para gerar, planejar, executar, fiscalizar, controlar e produzir boas obras públicas, bons produtos públicos e bons serviços públicos para seus beneficiários, os cidadãos e contribuintes.

Assim, a título de contribuição a informação dos cidadãos, no âmbito dos serviços públicos, dentre outras, são essas as competências e/ou atribuições fundamentadas e fiscalizatórias dos parlamentares, das Comissões Permanentes (temáticas)-CPs e/ou Comissões de Fiscalização e Controle-CFCs: federal ( Artigos. 44 a 46, associados aos Artigos 49 e seus Incisos IX a XI; 50 e 51 da CF); estaduais ( Artigos 8º; 9º; 29 e seus Incisos XXXVI e XXXVIII; 36; 46 a 49 e 135. exemplo da CE/RO) e municipais (Artigos 47; 48 e seus incisos VII, XVI e XVIII; 49; 50; 73 e 74. Exemplo da Lei Orgânica do Município de P. Velho/RO), por serem elas, auxiliadas pelos TCs, as primeiras instâncias da cadeia pública de Fiscalização e Controle Cidadã.
O modus operandi seria, as perguntas pela imprensa serem sempre dirigidas aos representantes dos Poderes Legislativos (os Fiscais do povo), tipo: Quantas vezes os senhores inspecionaram, fiscalizaram, etc, a conformidade, a efetividade e a qualidade da execução do projeto de tal obra ou serviço público contratado? Ou então, quantas vezes os senhores, através da vossa CFC, monitorou, inspecionou ou fiscalizou a boa funcionalidade, a qualidade e segurança dos serviços públicos prestados? por ex: por um Posto de Saúde, Hospital Público, transportes urbanos, estabelecimentos escolares, obras de asfaltamento, etc.
Para concluir, o que encontraram? e, que recomendação fizeram? em caso de desconformidade identificada, quais os prazos dados para sua correção? Foram atendidos? O objeto foi atendido? e por aí vai. Isso, além de dignificar e valorizar de forma positiva o trabalho da imprensa, sem ofensas, mas, cumprindo sua função social e cidadã, amparada no respeito e na verdade, certamente, que contribuiria muito, para correção desse desvio ético no serviço público e para que, as notícias de corrupção tendessem a desaparecer de nosso meio.
Desculpem-nos, por lhes ter dito isso. Nossa intensão, não é saí na busca de ninguém ou de culpados mas, de obrigar que as CFC’s dos Poderes Legislativos que vieram para impedirem que esses desvios se criassem, passem a atuar efetivamente, conforme determina a Constituição estadual e a lei orgânicas dos municípios, em defesa dos recursos e do patrimônio, ajudando a instruir com isso, os cidadãos e conscientizando-os, de seu poder e direitos, ao acesso de obras e serviços públicos de qualidade, seguros e funcionais.
Sei que os senhores entendem o espírito da coisa e da nossa sugestão, muito importante, nesse momento em que logo teremos novas eleições, onde devemos nos precaver, através da conscientização do povo, da presença nesses Poderes, de políticos irresponsáveis e infiéis aos cidadãos, sem compromisso com o povo e a nação, além de oportunistas.
São essas, nossa contribuição, um abraço, desculpem a qualidade do texto e muitas felicidades.
Sebastião Farias
Um cidadão brasileiro

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FrancoAtirador

03/05/2018 - 21h57

.
Água Analisada em Laboratório
da Universidade Federal de Santa Maria=UFSM
NÃO ESTÁ contaminada por toxoplasmose.

Laboratório de Parasitologia da UFSM
verificou Amostras de 19 Bairros.

Contaminação da Água por Toxoplasma
foi Fake News Pra Privatizar a CORSAN

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Julio Silveira

03/05/2018 - 17h25

Essa é uma tatica antiga dos canalhas, primeiro as enfraquecem as empresas publicas economicamente, seja com restrição de funcionarios e materiais. Empresas cujo risco na sua formação veio e exclusivamente da necessidade publica feita da incapacidade privada de criá-las e da sua indisposição ao risco. Depois a estrutura politica cleptocratica busca apoio popular na revolta pelos maus serviços prestados, os que ignoram estarem servindo de instrumento contra seus proprios interesses. Até que vem a transferencia para os privados, os exclusivos, gente do bolo, negocios direcionados, onde o interesse publico passa ao largo. Gente que se beneficiam do suor popular, que buscou construir uma infraestrutura por necessidade legitima que acaba sendo sucateada para atender demandas de canalhas.

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Guanabara

03/05/2018 - 08h25

Os dois últimos parágrafos da matéria, publicado em mais um veículo de comunicação do grupo monopolista, ensina o governo como se fazer uma campanha. Informações rasas, sem explicações, apenas conclusões generalizadas encerrando a matéria, quase que eliminando toda a argumentação apresentada anteriormente.

Responder

Valcir Barsanulfo de Aguiar

03/05/2018 - 08h19

Onde o gato angorá botar o dedo tem lama espalhando. Esse genro do Amaral Peixoto e sogro do tinhoso filho do Cezar Maia sempre viveu de mesada do poder público. O único ato que praticou como governador do Rio foi a destruição dos CIEPS, escolas modelos para o Brasil no Governo(maiúsculo) Brizola.
A sua propagada “ponte para o futuro” prova-se a cada dia que o seu fututo é o CAOS.

Responder

Valcir Barsanulfo de Aguiar

03/05/2018 - 08h19

Onde o gato angorá botar o dedo tem lama espalhando. Esse genro do Amaral Peixoto e sogro do tinhoso filho do Cezar Maia sempre viveu de mesada do poder público. O único ato que praticou como governador do Rio foi a destruição dos CIEPS, escolas modelos para o Brasil no Governo(maiúsculo) Brizola.
A sua propagada “ponte para o futuro” prova-se a cada dia que o seu fututo é o CAOS.

Responder

FrancoAtirador

02/05/2018 - 21h18

.
Os Tucanos Capachos do Fernando Henrique (PSDB)

fizeram isso com a Telebras e a Vale do Rio Doce.

São Criminosos Lesa-Pátria Contumazes.
.

Responder

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