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CPI do Banestado: Amaury denunciou em 2003 conduta do “cabeça” da Lava Jato
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CPI do Banestado: Amaury denunciou em 2003 conduta do “cabeça” da Lava Jato


24/09/2015 - 08h53

Procurador Santos Lima

da IstoÉ, edição de 10 de setembro de 2003, dica de FrancoAtirador e Messias Macedo, nos comentários

 

Banestado

Banestado 1 Banestado 3 Banestado 4

Leia também:

Paulo Pimenta: Procurador “cabeça” da Lava Jato tem passivo na CPI do Banestado  





7 comentários

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FrancoAtirador

26 de janeiro de 2016 às 17h27

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(https://www.viomundo.com.br/?s=BANESTADO+)
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Responder

Marcos Pinto Basto

29 de setembro de 2015 às 23h41

Nesta majestosa embrulhada tem muita história mal contada. Se tivessemos um serviço secreto que nem a CIA, muita luz se faria, iluminando o rosto de todos os infratores que vão de meros ladrões a traidores da Pátria. Essa turma que atua na operação Salva Rato, é a mesma que fez um “belíssimo” trabalho no caso do Banestado. O procurador Carlos Lima já deveria estar atrás das grades desde aqueles tempos, mas aí está ele, livre, leve e solto, dando uma de especialista em caçar ladrões do dinheiro público e vomita palpites sobre tudo. Se fosse interrogado pelo ex-delegado Protógenes Queiroz, ficaríamos sabendo quantos crimes cometeu , mas continua procurador de ratos para os salvar de morrerem afogados no mar de merda que criaram.

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FrancoAtirador

25 de setembro de 2015 às 01h29

24/09/2015 – 15h53
Agência Câmara
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CPI Quebra Sigilo de Inquérito sobre Grampos da PF na Cela de Doleiro
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A CPI da Petrobras aprovou, em reunião extraordinária,
a quebra do sigilo do inquérito da Polícia Federal (PF)
aberto para investigar a descoberta de grampos ilegais
na cela do doleiro Alberto Youssef nas dependências da PF em Curitiba (PR).
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A comissão também aprovou a convocação de todas as pessoas ouvidas na investigação,
bem como cinco delegados e dois agentes da PF.
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Os convocados são policiais envolvidos na sindicância:
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os delegados Mauricio Moscard Grillo, responsável pela sindicância;
Rosalvo Ferreira Franco, superintende da Polícia Federal no estado do Paraná;
José Washington Luiz Santos, que decidiu pela sindicância como Superintendente em exercício;
Mário Renato Castanheira Fanton, Paulo Renato de Souza Herrera e Rivaldo Venâncio.
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Os agentes são Maria Inês Malinowski de Paris Slussarek , do Núcleo de Inteligência, e José Eraldo de Araújo.
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Dois dos pedidos são dirigidos ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello Coimbra.
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A CPI quer informações sobre os equipamentos usados pelo setor de inteligência da polícia,
bem como sobre a perícia feita no material.
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Foi aprovado também um pedido de informação dirigido ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo,
a respeito da data de aquisição dos equipamentos usados pelo setor de inteligência da PF.
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Em julho, a CPI ouviu em sessão secreta dois policiais federais envolvidos no caso:
o delegado José Alberto de Freitas Iegas e o agente Dalmey Fernando Werlan.
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As oitivas dos policiais ocorreram em sessão fechada à imprensa, a pedido dos próprios investigados,
que alegaram que o caso está sendo apurado sob sigilo pela Corregedoria da Polícia Federal.
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Apenas integrantes da comissão, assessores autorizados
e taquígrafos da Câmara dos Deputados puderam permanecer no recinto.
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Na ocasião, o deputado Aluisio Mendes alegou que o caso das escutas precisa ser investigado
para que não haja dúvidas a respeito da legalidade das provas obtidas pela Operação Lava Jato.
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(http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ADMINISTRACAO-PUBLICA/496855-CPI-QUEBRA-SIGILO-DE-INQUERITO-DA-PF-SOBRE-GRAMPOS-NA-CELA-DE-ALBERTO-YOUSSEF.html)
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Responder

Assim Falou Golbery

24 de setembro de 2015 às 23h06

de fato, o mais Amaury provou é qualquer um pode ir nos paraísos fiscais e ter acesso as contas de todos mundo , de maneira bem simples e fácil

Responder

Urbano

24 de setembro de 2015 às 15h39

A valajeto… bem na cruzeta.

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Julio Silveira

24 de setembro de 2015 às 14h25

14:24
O problema é a predisposição da situação a serem bonzinhos, prejudicialmente a cultura do país. Perdem oportunidades de se insurgirem, nos momentos apropriados, buscando propor aprofundamento de ações contra elementos suspeitos, como esse, quando a suspeição é oportunizada. Se deixam levar por situaçõesara acomodar e compor e acabam por tomar paulada pelas costas. Daí minha opinião sobre a incompetência, e falta de astucia, para clarear a visão da cidadania, expondo os elementos que ao fim só se monstram interessados em defender seus proprios interesses

Responder

Julio Silveira

24 de setembro de 2015 às 14h24

O problema é a predisposição da situação a serem bonzinhos, prejudicialmente a cultura do país. Perdem oportunidades de se insurgirem, nos momentos apropriados, buscando propor aprundamento de ações contra elementos suspeitos, como esse, quando a suspeição é oportunizada. Se deixam levar por situaçõesara acomodar e compor e acabam por tomar paulada pelas costas. Daí minha opinião sobre a incompetência, e falta de astucia, para clarear a visão da cidadania, expondo os elementos que ao fim só se monstram interessados em defender seus proprios interesses.

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