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Abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é censurada; vídeo
Beto Mafra: "A platéia, indignada, apenas soltou seus gritinhos histéricos, mas NINGUÉM chamou um grupo para tomar o aquário (controle de luz e som) ou sequer se levantou para tomar e ocupar o palco. LAMENTÁVEL, TUDO". Fotomontagem: Reprodução de vídeo
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Abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é censurada; vídeo


23/11/2019 - 07h58

Via Lara Sfair

Censura na abertura do festival de Brasília do cinema brasileiro, o mais longevo e político do Brasil.

A CENSURA, O FASCISMO E OS INDOLENTES

por Beto Mafra, em perfil de rede social (veja PS)

Nesta madrugada, na abertura do Festival de Cinema de Brasília, o microfone de quem denunciava a tirania contra o cinema nacional e a nossa cultura foi cortado.

A platéia, indignada, apenas soltou seus gritinhos histéricos, mas NINGUÉM chamou um grupo para tomar o aquário (controle de luz e som) ou sequer se levantou para tomar e ocupar o palco.

LAMENTÁVEL, TUDO.

PS de Conceição Lemes: Às 13h49, atualizamos este post pra acrescentar as agudas observações de Beto Mafra.

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19 comentários

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Zé Maria

26 de novembro de 2019 às 14h35

https://twitter.com/i/status/1198934408876703745
https://pbs.twimg.com/card_img/1198998592968638465/F4Tl4r1v?format=jpg&name=600×314
https://pbs.twimg.com/media/EKPUKwNXsAINWFr.jpg
https://pbs.twimg.com/media/EKPULXQX0AAb2iW.jpg
https://pbs.twimg.com/media/EKPULvvXkAAlFjH.jpg

Jair Bolsonaro e Sergio Moro aplicam a GLO[CK]
para destruir Agro-Vilas do MST na Bahia.

Trabalhadores rurais produziam, há sete anos,
gerando renda para toda a Região de Juazeiro,
onde um dia foi um latifúndio improdutivo da União.

Os acampamentos Abril Vermelho, Irmã Dorothy e
Irani de Souza, no Norte da Bahia, estão em área
disputada pelo latifúndio por serem abastecidas
pelo Rio São Francisco.

Degoverno de Bolsonaro, Moro, Guéds e Olavo
só traz Destruição, Sofrimento e Morte aos Pobres

https://twitter.com/MST_Oficial/status/1199015798586654721
https://twitter.com/cptnacional/status/1199010743036891136
https://twitter.com/DepValmir/status/1198958145055469569
https://twitter.com/DeputadoFederal/status/1199062702506700802
https://twitter.com/DeputadoFederal/status/1198994538473361408
https://pbs.twimg.com/media/EKPXpoTXsAEoiSl.jpg
https://pbs.twimg.com/media/EKNi88DWsAIjnyP.jpg
https://pbs.twimg.com/media/EKNi86xWwAENWYj.jpg
https://pbs.twimg.com/media/EKO95d-XsAAfjm2.jpg
https://pbs.twimg.com/media/EKO95d9WwAA7GrK.jpg
https://pbs.twimg.com/media/EKO95eCW4AAwq7d.jpg
https://twitter.com/DeputadoFederal/status/1198965025936945152

https://pbs.twimg.com/media/EKT4ImDWkAAU4nZ.jpg
https://pbs.twimg.com/media/EKUKGjyWkAIuDOS.jpg
Com AI-5 ou sem AI-5, haverá Resistência !
https://twitter.com/MST_Oficial/status/1199356229371469826
https://twitter.com/CarlosZarattini/status/1199375988158849024
https://twitter.com/DepValmir/status/1199035238418178053

Responder

Zé Maria

25 de novembro de 2019 às 20h04

Moro tratou país como Casa da Mãe Joana ao liberar grampos em Lula e Dilma

Jornalista Leonardo Sakamoto, no UOL: https://t.co/mTpHO3C1ee
[…]
Independentemente de gostar de Dilma, Lula ou o PT, essa história separa
a civilização (que deve ser capaz de processar e punir criminosos dentro
de parâmetros estabelecidos) da barbárie (que passa por cima de direitos e regras).

Ironicamente, Moro e a Lava Jato reclamam dos vazamentos das conversas
do aplicativo de mensagens Telegram, que mostraram como o juiz orientou
os procuradores e fez o que estava e, principalmente, o que não estava
a seu alcance para cassar Dilma e prender Lula.

“A violação criminosa das comunicações de autoridades constituídas
é uma grave e ilícita afronta ao Estado.”
A frase não é da defesa de Dilma Rousseff, mas estava na nota pública
divulgada pelo Ministério Público Federal no Paraná, no dia 9 de junho
deste ano, reclamando da série de reportagens do site The Intercept Brasil.
Ou seja, só é ilegal quando nos atinge [aos Procuradores do MPF].
As reportagens mostram que Deltan Dallagnol e Sergio Moro trocaram
mensagens antes de levantar o sigilo sobre os áudios.
E, diante da repercussão, conversaram sobre o caso novamente:

Dallagnol – A liberação dos grampos foi um ato de defesa. Analisar coisas
com hindsight privilege é fácil, mas ainda assim não entendo que tivéssemos
outra opção, sob pena de abrir margem para ataques que estavam sendo tentados de todo jeito […]

Moro – nao me arrependo do levantamento do sigilo.
Era melhor decisão. Mas a reação está ruim.

O dia 16 de março acelerou o processo de derretimento das instituições
e do respeito da sociedade a elas, o que não pode ser freado do dia para a noite
após iniciado. Demanda nova pactuação política e social, aliada a muito suor
em articulações para a construção de consensos. A reação em cadeia
de determinados atos nos levou para o incerto, com a eleição de uma figura
sem apreço pelas instituições e a aceitação de soluções autoritárias
por parte de uma população cansada do clima de “vale tudo”
e de “ninguém é de ninguém”.

O Supremo Tribunal Federal, por sua ação e inação, por dar pesos diferentes
a crimes semelhantes dependendo do réu, por se calar quando precisávamos
que ele reafirmasse a Constituição Federal e por passar por cima da Constituição
quando bem quis, também é responsável pelo esgarçamento institucional
que vivemos.
Discurso e prática deveriam ter sido outros há muito.
Temo que, infelizmente, o tempo para que uma corte hesitante e dividida
evite que a Justiça saia dos trilhos passou. E, agora, vai ser difícil remediar.
Há uma chance disso no julgamento sobre a suspeição de Moro
no Caso do Triplex atribuído a Lula.
Não apaga o papel do STF até aqui, adubo para o crescimento de
“medidas extraordinárias”. Mas indica que o devido processo legal,
que garante que todos sejam julgados de forma isenta,
ainda não morreu no Brasil.

https://twitter.com/DeputadoFederal/status/1198693950724464640
.
Leia também: https://t.co/V8Ilf33kDP

Após nova Vaza Jato, Glenn diz que Moro mentiu

https://twitter.com/DeputadoFederal/status/1198753210640547841

https://revistaforum.com.br/politica/vaza-jato/apos-nova-vaza-jato-glenn-diz-que-moro-mentiu-extremista-de-direita/

Responder

João Lourenço

25 de novembro de 2019 às 19h24

Ninguém aproveitou o protesto pra cobrar o rombo deixado na Ancine ?Ninguém falou de cineastas “graúdos”que devem alguns “milhões”

Responder

Zé Maria

25 de novembro de 2019 às 15h01

O Arbítrio vem de longe e a Ditadura se forma aos poucos …

Reportagem de Ricardo Balthazar, da Folha, e Rafael Neves,
do The Intercept Brasil, mostra que o então Juiz Sergio Moro
contrariou o padrão ao divulgar grampos de Lula.

“Tem que dar uma olhada pq parece que o grau de
levantamento do sigilo não é sempre igual mesmo”,
afirmou o procurador Paulo Roberto Galvão [PG], ao
encaminhar o levantamento interno da Força Tarefa
à Procuradora Anna Carolina Resende no Telegram.

“Pelella perguntou a Deltan se liberar o sigilo era
o padrão ordinário de Moro e ele disse que sim”
[mas, porém, todavia, contudo, entretanto] …
“Lendo as decisões que PG me mandou não vi
em nenhuma delas abertura de sigilo amplo”,
[como no Caso Específico de Lula], afirmou a
procuradora Anna Carolina Resende que na
época assessorava o PGR Rodrigo Janot.

Um levantamento interno feito pela Operação Lava Jato em 2016
e nunca divulgado põe em xeque a justificativa apresentada pelo
ministro Sergio Moro quando era o juiz do caso [em Curitiba] e mandou
retirar o sigilo das investigações sobre o ex-presidente Lula da Silva (PT).

A pesquisa feita pela força-tarefa da operação em Curitiba
concluiu que o procedimento adotado no caso de Lula
foi diferente do observado em outros casos semelhantes,
de acordo com mensagens trocadas pelos procuradores
da Lava Jato e obtidas pelo site The Intercept Brasil neste ano.

De acordo com a legislação, escutas telefônicas devem ser
tratadas em autos separados de outros procedimentos
relacionados a investigações, para garantir o sigilo das
ações e preservar a privacidade das pessoas investigadas. ​

O levantamento da Lava Jato, que analisou documentos
de oito investigações em que também houve escutas
telefônicas, indicou que somente [unicamente] no caso
do ex-presidente os áudios dos telefonemas grampeados
foram anexados aos autos e o processo foi liberado ao
público [via Jornal Nacional da Rede Globo] sem
nenhum grau de sigilo.

Nos outros exemplos encontrados pela força-tarefa,
todos extraídos de ações policiais supervisionadas
por Moro na Lava Jato, o levantamento do sigilo
foi restrito. Apenas os advogados das pessoas
investigadas puderam ter acesso aos relatórios
da PF e aos áudios com as conversas interceptadas.

As mensagens examinadas pela Folha revelam que
o levantamento interno [da FTLJ] causou desconforto.

Na época, os procuradores buscavam elementos
que pudessem ajudar a defender Moro contra
as críticas que sua decisão recebera e ficaram
frustrados com as conclusões da pesquisa.

Moro chegou a ser repreendido pelo ministro Teori Zavascki,
que era o relator das ações da Lava Jato no Supremo Tribunal
Federal, pela maneira como retirou o sigilo da investigação.
Mas reclamações dirigidas ao Conselho Nacional de Justiça [CNJ]
foram arquivadas sem que Moro sofresse constrangimento.

A divulgação das conversas de Lula [com Dilma, Presidente
da República de então] contribuiu para acirrar tensões no
ambiente político da época, a poucos dias da abertura
do processo de impeachment que levou à deposição de
Dilma Rousseff (PT).

Moro levantou o sigilo das investigações em 16 de março de 2016,
o mesmo dia em que [a Presidente] Dilma anunciou a nomeação
de Lula como ministro da Casa Civil, numa tentativa de reorganizar
sua base de apoio no Congresso e contornar a crise …

Além de conversas do petista com aliados, familiares e advogados,
Moro tornou público um telefonema em que Dilma e Lula trataram
de sua posse como ministro …
A divulgação da ligação de Dilma foi controversa [e considerada ilegal]
não só por envolver a presidente da República, mas porque foi gravada
depois que Moro já tinha mandado interromper a escuta nos telefones
de Lula …

O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa de Curitiba,
avisou logo cedo o gabinete do procurador-geral da República,
Rodrigo Janot, que Moro iria retirar o sigilo da investigação nesse dia,
mas não informou a cúpula do Ministério Público sobre o telefonema
[da Presidente] Dilma quando soube dele mais tarde.

Segundo as mensagens obtidas pelo Intercept, o levantamento [do MPF]
sobre as decisões anteriores de Moro foi feito por duas estagiárias
da força-tarefa de Curitiba e encaminhado no dia 18 de março [de 2016]
à procuradora Anna Carolina Resende, que na época assessorava [o
Procurador-Geral da República, Rodrigo] Janot.

Ela queria saber se Moro de fato seguira o mesmo padrão
em todas as suas decisões, como Deltan informara ao gabinete
de Janot.

“Só para demonstrarmos que ele nao agiu fora da curva
nesse caso específico” [de Lula], disse a procuradora aos
colegas em um grupo do aplicativo Telegram.

As estagiárias da força-tarefa analisaram casos em que doleiros,
empreiteiros e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque foram alvo
de interceptação telefônica, mas logo avisaram que o resultado
era decepcionante.

A pesquisa das estagiárias [do MPF] indicou que Moro só classificou
com nível zero de sigilo, além do caso de Lula, a interceptação
que teve como alvos Duque e um grupo de empreiteiros presos
em novembro de 2014.
Mas nenhum áudio foi anexado, e a PF levou três meses para apresentar
relatório sobre a escuta.

“Tem que dar uma olhada pq parece que o grau de levantamento
do sigilo não é sempre igual mesmo”, afirmou o procurador
Paulo Roberto Galvão [PG], ao encaminhar o levantamento
das estagiárias [do MPF] para Anna Carolina Resende no Telegram.

“Pelella perguntou a Deltan se liberar o sigilo era o padrão ordinário
de Moro e ele disse que sim”, afirmou Anna Carolina aos colegas de
Curitiba no Telegram.
[Mas] “Lendo as decisões que PG me mandou não vi em nenhuma
delas abertura de sigilo amplo”.

Mensagens obtidas pelo Intercept e publicadas pela Folha em setembro (*)
mostram que integrantes da força-tarefa tinham dúvidas sobre a legalidade
das decisões de Moro, mas prevaleceu o entendimento de que o apoio da
opinião pública à Lava Jato deixaria os críticos falando sozinhos.

“A questão jurídica é filigrana dentro do contexto maior que é político”,
disse Deltan aos colegas no Telegram, ao final de um debate sobre a situação.

Cinco dias após a revelação do grampo, o ministro Teori Zavascki
suspendeu as decisões de Moro e mandou que enviasse a Brasília
os autos das investigações sobre Lula.
Em junho de 2016, ele anulou as decisões do juiz e devolveu o processo,
ao qual somente os advogados têm acesso desde então.

Em seu despacho, o ministro do Supremo afirmou que Moro usurpara
atribuições do tribunal [STF] ao divulgar diálogos de Lula com Dilma
e outras autoridades que tinham direito a foro especial e só poderiam
ser investigadas com autorização da Corte.

*(https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/09/conversas-de-lula-mantidas-sob-sigilo-pela-lava-jato-enfraquecem-tese-de-moro.shtml)
https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/11/moro-contrariou-padrao-da-lava-jato-ao-divulgar-grampo-de-lula-indicam-mensagens.shtml
https://jornalggn.com.br/justica/moro-fugiu-do-padrao-ao-liberar-grampo-de-lula-mostrava-pesquisa-interna-da-lava-jato/

Responder

José Flávio De Assis

25 de novembro de 2019 às 09h20

MEU DEUS!!!!
Onde foi que (nós )erramos????
Este é o governo do ABSURDO, onde o absurdo se tornou corriqueiro, por mais que nos indignemos temos que tocar nossas vidas: trabalhar, almoçar, levar as crianças para a escola, festejar aniversários, casamentos, cuidar de nossos doentes, enterrar nossos mortos, pagar o IPVA, IPTU, ALUGUEL, etc., enfim prosseguir vivendo como der, mas, um dia chegará em que nâo teremos mais, escola para nossos filhos, dinheiro para pagar as contas e nem hospitais para levar nossos doentes, quissà cemitério para enterrar nossos mortos, e nâo teremos o que festejar, pois a festa será para os que nos governam, é o mais puro facismo, sendo implantado vagarosamente no Brasil, sem nenhum pudor nem disfarce, pobre de nós!

Responder

Zé Maria

24 de novembro de 2019 às 17h36 Responder

Jon

24 de novembro de 2019 às 12h42

É simples se o evento é patrocinado pelo poder público seja qual for, vc não deve falar mal de quem montou o palco pra vc subir…. quer falar do governo independede de qual seja…. junte seu dinheirinho e faça seu evento…. não é censura é apenas racionalidade

Responder

    André

    25 de novembro de 2019 às 15h20

    O governo não é de alguém. O governo representa a população inteira. É por isso que ele não pode ter preferência e escolher o que deve ser falado ou não, mesmo num evento patrocinado por ele.

    marcio gaúcho

    25 de novembro de 2019 às 15h52

    Patrocínio público quer dizer “dinheiro público”. Assim, qualquer pessoa do público, cidadão, pode se manifestar em evento realizado com o dinheiro da nação. Basta ter coragem e subir ao palco. Basta de fascismo. Abaixo essa corja de censores analfabetos culturais e funcionais!

    enganado

    25 de novembro de 2019 às 22h27

    DEMOCRACIA passou longe de sua cabeça!! Afinal eu também só pago Impostos para a GANGUE do PRANAUTO fazer festinha ??? Das próximas proíba a entrada de quem é oposição DITADURA_MILITAR_APÁTRIDA_ANGLO-ZIONISTA, pois não precisarão de censuras desligarem os microfones. Se o POVÃO Morrer quem vai limpar a bunda dos ditadorzinhos , filhos, dos que estão nascendo desta laia GOVERNAMENTAL???? Por que Vcs não põem os militares nas ruas para eliminarem os oposicionistas???? Medo? Ou COVARDIA empregada dos MERGANHAS?????

Zé Maria

23 de novembro de 2019 às 18h40

Reprise de um Tempo Sombrio
https://youtu.be/6tfKKM4lLhw

Responder

Zé Maria

23 de novembro de 2019 às 17h25

… “quando os governantes se veem na contingência de recorrer apenas
à violência para se manterem no governo é porque as instituições políticas
estão petrificadas e decadentes, esvaziadas do sopro de vida gerado pelo
poder que resulta do apoio popular”
Hannah Arendt

Os Bolsonaros, os Guéds, os Moros e os Dalanhóis estão criando
o Partido do Trezoitão, com a complacência e até o apoio da Mídia
venal, comprada e vendida, corrupta, impatriótica e fascista.

Daqui a pouco vem a “Ermächtigungsgesetz:
Gesetz zur Behebung der Not von Volk und Reich”

“Ao decidir fazer a desintoxicação política e moral de nossa vida pública,
o governo cria e salvaguarda as condições para um retiro verdadeiramente
profundo da vida religiosa.
As vantagens de natureza política individual, que possam resultar
de compromissos com organizações ateístas, não superam as
consequências que se tornam evidentes da destruição dos valores
morais gerais.
O governo vê as duas denominações cristãs [Católica e Protestante]
como os fatores mais importantes na preservação de nossa cultura.
Seus direitos não devem ser tocados. Mas espera e deseja que o trabalho
que o governo se encarregou de realizar para a renovação moral e patriótica
de nosso povo receba a mesma apreciação.
O governo enfrentará todas as outros cultos com justiça objetiva.
Entretanto, não pode tolerar que pertencer a uma denominação
ou raça específica possa ser uma isenção de obrigações legais gerais
ou mesmo uma licença para cometer ou tolerar crimes sem julgamento.
A preocupação do governo é a convivência sincera entre Igreja e Estado;
a luta contra uma visão materialista do mundo, pois uma comunidade
nacional real serve tanto os interesses da nação quanto o bem-estar
da nossa fé cristã.
O governo que vê no cristianismo os fundamentos inabaláveis ​​da ética
e da moralidade do nosso povo atribui a maior importância às relações
amistosas com a Igreja e procura desenvolvê-las”…
[…]
“Simultaneamente a essa desintoxicação política da nossa vida pública,
o governo empreenderá uma profunda reorganização moral do organismo nacional.
Todo o sistema educacional e cultural, teatro, cinema, literatura, imprensa, rádio,
será empregado como um meio para esse fim e dessa forma será reavaliado” …

Chanceler Adolf Hitler ao Parlamento Alemão, em 23 de março de 1933,
no discurso em defesa da aprovação da lei de reforma constitucional
que daria ao governante plenos e amplos poderes para governar.
A lei de exceção acabou por ser aprovada por 444 votos favoráveis,
mais de dois terços dos parlamentares alemães, todos de Partidos
da Direita Conservadora, inclusive do ‘Centrão’ da Alemanha.

Íntegra do discurso, no original, em alemão:
http://www.royallibrary.sakura.ne.jp/ww2/text/hitler_wels1.html

http://migre.me/idHd4
https://www.viomundo.com.br/denuncias/ucrania.html
https://www.viomundo.com.br/politica/milton-hatoum-pareciam-membros-de-uma-seita-religiosa-fundamentalista-e-nao-dirigentes-de-um-estado-laico.html
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8131/tde-22022010-115028/pt-br.php

Jair Bolsonaro em 25 Frases: Mais Direto que Adolf …

24ª) “Somos um país cristão. Não existe essa historinha de Estado laico, não.
O Estado é cristão. Vamos fazer o Brasil para as maiorias. As minorias têm que
se curvar às maiorias. As minorias se adequam ou simplesmente desaparecem.”

Discurso realizado durante um evento na Paraíba em fevereiro de 2017,
diante de seus apoiadores, gravado em vídeo e publicado no YouTube.

https://www.dw.com/pt-br/bolsonaro-em-25-frases-pol%C3%AAmicas/a-46065201

Responder

    Zé Maria

    25 de novembro de 2019 às 17h34

    Crescimento do neonazismo no Brasil dispara o alarme: https://t.co/GZTV3BbrhM

    https://twitter.com/extraclassejor/status/1198971113050648576

    Pesquisadora afirma que a cada 4 segundos surge uma postagem antissemita
    e a cada 8 segundos contra negros, pessoas com deficiência e LGBTs
    Já são 334 células no país.
    Inicialmente localizadas no Sul e Sudeste, a pesquisadora registra
    que já começam a surgir células no Centro-Oeste, seis em Goiás,
    três em Mato Grosso e uma em Mato Grosso do Sul.
    As células reúnem entre quatro e cinco mil pessoas, mas cerca de 500 mil
    leem material neonazista no Brasil.

    | 22.11.2019 | Reportagem: Marcelo Menna Barreto | ExtraClasse |

    “Hoje, vivemos o que considero um tsunami do movimento da direita”,
    diz a antropóloga Adriana Abreu Magalhães Dias que está preparando
    um livro abordando grupos neonazistas brasileiros.

    Com facilidade para transitar no meio digital, por ser também programadora,
    a antropóloga se instigou com o assunto em uma aula de sua graduação em Ciências Sociais na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
    Ao pesquisar na internet ela recorda que se deparou com um site em português
    onde quatro homens apareciam fazendo com seus corpos uma suástica
    e uma bandeira do movimento “nazista” de Hitler.
    A curiosidade inicial, acabou se transformando em seu trabalho de conclusão
    de curso e mais tarde aprofundado em seu mestrado e doutorado, pois,
    segundo a antropóloga, “identifiquei que havia uma estrutura por trás”.

    Ela, fruto de um movimento quase incidental, acabou sendo reconhecida
    como a maior especialista em movimentos neonazistas no Brasil
    e diz que as redes sociais criaram as condições favoráveis para
    a proliferação desses extremistas.
    “com o ressurgimento da extrema-direita a sociedade brasileira
    está aberta aos discursos de ódio. Todos, segundo ela,
    “estão podendo falar do assunto com certa tranquilidade”

    De acordo com o mapeamento de Adriana, em grupos que variam
    de três a 25 pessoas, já são 334 células neonazistas em atividade no país
    divididas em diversas tendências.
    Inicialmente localizadas no Sul e Sudeste, a pesquisadora registra que
    já começam a surgir células no Centro-Oeste, seis em Goiás,
    três em Mato Grosso e uma em Mato Grosso do Sul.

    Ela aponta que as células reúnem entre quatro e cinco mil pessoas,
    mas que cerca de 500 mil leem material neonazista no país.

    Levantando números de sites, postagens, downloads em redes, inscritos
    e postagens em fóruns, integrantes em comunidades como Facebook e Twitter,
    a pesquisadora chegou a conclusão de que há uma postagem antissemita
    no Twitter a cada quatro segundos e, em português, uma postagem
    contra negros, pessoas com deficiência e LGBTs a cada 8 segundos.

    íntegra: https://www.extraclasse.org.br/politica/2019/11/crescimento-do-neonazismo-no-brasil-dispara-o-alarme/

Zé Maria

23 de novembro de 2019 às 11h53

https://twitter.com/KennedyAlencar/status/1197825927260098560

“Opinião sobre Aliança para o Brasil, sigla fascista e cesarista de Bolsonaro e filhos. Imprensa vai continuar a passar pano e se omitir?

Milícia digital, caluniadora e mentirosa, viciada em fake news e no ódio
está incomodada com os posts. Então, lá vai mais um”
https://t.co/qp34WtOm2y

“Partido da Família, da Bala e da Bíblia ameaça democracia”

Por Kennedy Alencar, no Blog do Jornalista

Será que agora dá para a imprensa deixar de passar pano,
parar de chamar absurdos de ‘polêmicas’ e enxergar que o Aliança para o Brasil
é um partido com ideário fascista, projeto nacionalista autoritário e pretensão
de manipular os piores sentimentos morais e religiosos do povo brasileiro?

38, o famoso número do trabuco, é simbólico do calibre do retrocesso
em curso no Brasil e da ameaça real à nossa democracia.
Até o símbolo da legenda foi feito com cápsulas de bala.

Com vocação cesarista, é um partido familiar que reúne o pior
do conservadorismo dito ‘cristão’ no país.
É extrema-direita na veia, com toda a sua intolerância às diferenças
e a pregação desabrida do ódio no debate público.

Em nome de uma suposta agenda liberal para lá de tosca, que estimula
o empobrecimento do país, a precarização do trabalho e ignora
as necessidades sociais, setores da sociedade civil vão tolerar
um caminho claro de atraso e barbárie?
O caminho é esse mesmo?

A paz dos cemitérios e a intensificação da exclusão social são as ofertas
de Bolsonaro e companhia ao país.
Parabéns aos que estão fechando os olhos e se omitindo em relação
ao Partido da Família, da Bala e da Bíblia.
Assim é como as democracias morrem.

https://www.blogdokennedy.com.br/partido-da-familia-da-bala-e-da-biblia-ameaca-democracia/

Responder

abelardo

23 de novembro de 2019 às 11h10

Censuradores, fascistas, golpistas, covardes, vendidos, traidores da pátria, ditadores,…
Que medo você tem de nós.

Responder

    enganado

    25 de novembro de 2019 às 22h30

    Verdades doem até nos fundilhos dessa gente.

Vinicius

23 de novembro de 2019 às 10h30

Página com anúncios repetitivos, incômodos e desnecessários. Irritar leitor é pedir para que ele não volte. Durante a tentiva de assistir o vídeo na matéria, o anúncio foi repetido 8 vezes… Eu desisti!

Responder

luiz carlos

23 de novembro de 2019 às 08h41

O que foi isso? A mando de quem foi feita essa censura? O nazismo voltou? FDP!

Responder

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