VIOMUNDO

Diário da Resistência


Blog da Mulher

Rafinha Bastos e suas piadas de apologia ao estupro denunciados no MPF


13/05/2011 - 00h17

Por Conceição Oliveira do Blog Maria Frô, twitter: @maria_fro

Grupos minoritários quando se trata de poder (mulheres, negros, LGBT, indígenas, pobres, migrantes nordestinos nos grandes centros do Sul/Sudeste) são alvos constante de um certo tipo de humor duvidoso que privilegia o insulto,  o preconceito, a humilhação.

Semana passada em entrevista à revista Rolling Stone Brasil Rafinha Bastos declarou que ‘mulheres feias’ deveriam agradecer caso fossem estupradas, afinal os estupradores estavam lhes fazendo ‘um favor’, uma ‘caridade’.

Hoje, mais uma vez, os ‘humoristas’ do CQC ocuparam as redes sociais e a mídia impressa. Desta vez com uma piada anti-semita feita por Danilo Gentili no twitter. Diante da reação nas redes e certamente da mobilização da comunidade judaica, Danilo Gentili não apenas apagou seu tweet anti-semita como pediu desculpas públicas à comunidade judaica. A ‘gracinha’ anti-semita de Danilo Gentili também gerou reação em cadeia de seus seguidores preconceituosos. É a geração CQC mostrando seu aprendizado ao insulto.

Embora não tenhamos tido o prazer de ver Danilo Gentili sequer pedir desculpas à população negra por suas piadas racistas (nem apagar seus respectivos tweets), não deixa de ser alentador o fato de ele ter de se render a uma comunidade organizada e com o poder de pressão como a judaica.

E quanto a Rafinha Bastos será que o veremos se retratar por suas piadas de mau gosto, ofensivas às mulheres e de apologia ao estupro?

A Secretaria Especial de Políticas para Mulheres publicou ontem uma nota de repúdio às piadas de apologia ao estupro do Rafinha Bastos e, hoje, a Ouvidoria desta Secretaria oficiou o Ministério Público Federal por meio do Ofício nº 926/2011, entendendo que tais declarações fazem apologia ao crime de estupro.

Nota de repúdio às piadas de mau gosto do “humorista” Rafinha Bastos

http://www.sepm.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2011/05/nota-de-repudio-as-piadas-de-mau-gosto-do-201chumorista201d-rafinha-bastos

A Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) vem a público manifestar sua indignação pela maneira como o “humorista” Rafinha Bastos, da TV Bandeirantes, faz piadas com os temas estupro, aborto, doenças e deficiência física. Segundo a edição desse mês da Revista Rolling Stone, durante seus shows de stand up, em São Paulo, ele insulta as mulheres ao contar anedotas sobre violência contra as mulheres.“Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra caralho. Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus. Isso pra você não foi um crime, e sim uma oportunidade. Homem que fez isso [estupro] não merece cadeia, merece um abraço”. Isso não é humor, é agressão gratuita, sem graça, dita como piada. É lamentável que uma pessoa – considerada pelo jornal The New York Times como a mais influente do mundo no twitter -, expresse posições tão irresponsáveis e preconceituosas. Estupro é crime hediondo e não requer, em nenhuma hipótese, abordagem jocosa e banalizada.

Vale lembrar que qualquer mulher forçada a atos sexuais, por meio de violência física ou ameaça, tem seus direitos violados. Não há diferenciação entre as vítimas e, tampouco, a gravidade e os danos deste crime diminuem de acordo com quaisquer circunstâncias da agressão. Assim, a SPM condena a banalização de tais preconceitos e, como organismo que visa, sobretudo, enfrentar a desigualdade para promover a igualdade entre os gêneros, a Secretaria repudia esse tipo de “humor” e qualquer forma de violação dos direitos das mulheres. Humor inteligente e transgressor não se faz com insultos e nem preconceitos. A sociedade não quer voltar à era da intolerância e, sim, dar um passo adiante.





169 comentários

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kelly cristina

02 de abril de 2017 às 10h09

Sociedade louca e detupada,onde já se viu fazer piada da dor do outro. Isso é sim apologia ao crime e não têm graça nem uma. Rafinha por ser famoso tem que responder penalmente e fazer piada de contribuinte que carrega esse país nas costas daí elreflitam

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STOP BLAMING THE VICTIM! PAREM DE CULPAR A VÍTIMA! | Maria Frô

29 de março de 2014 às 12h46

[…] Rafinha Bastos e suas piadas de apologia ao estupro denunciados no MPF […]

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Moisés

14 de janeiro de 2014 às 21h13

Acho que não vale piada de negro, nem de homossexual, nem de nordestino, nem de mulher, o Rafinha bastos defeca pela boca, o cara só abre a boca para falar besteira. Quero ver esta “nova geração” fazer humor sem humilhar estes tipos de pessoa, os humoristas aqui dês da época do DIDI só sabem fazer humor humilhando as pessoas falando mau de negro, colocando as mulheres como prostitutas, colocando nordestino como raça inferior ou homosexual como um ser que não merece respeito.
Eu faça o maior protesto que posso fazer EU NÃO VEJO CANAL ABERTO nem vou a comedias em pé de pseudo artistas como o lixo humano do Rafinha Bastos e companhia limitada.
O brasil (com letras minusculas mesmo) é este lixo por que 80% da população acha este tipo de gente o máximo, acha que são inteligentes gostam de ver eles humilhando mulher e tudo que podem.
Eu tenho nojo deste tipo de gente, vamos dar valor ao que merece valor

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Danilo Branco Bueno

22 de novembro de 2012 às 22h15

é justo a mulher, tão violentada pela sociedade machista, exigir igualdade de direitos, no entanto, acho a argumentação torpe e insustentável, quando tenta impedir um humorista de fazer humor.
Rafinha Bastos é um personagem, portanto, tenho certeza que aquela opinião digna de punimento não é a dele e é evidente que seus fans não pensam o mesmo.
Se eu fosse mulher estaria me importando menos com piadas e me importando mais com assuntos sérios, como a disparidade entre salários de homens e mulheres para uma mesma função que não exige trabalho braçal.
Acho justa a causa feminista, no entanto, creio que ela tenha divergido.
Além de que esse tipo de menção feita à nova linha de comediantes do Brasil só é sustentada por uma mídia preocupada com a audiência e não com o futuro das mulheres no Brasil.
Quanto à piada, não me apoiando em argumentos subjetivos, como ela é boa ou não. 90% não teria a ouvido, caso essa manifestação não tivesse ocorrido. Simples e fato.
A piada só repercutiu, pois, vocês deram amplitude à besteira dita.
É como o caso da Vanessa, da APAE e dentre outras mil piadas.
Nesse caso, portanto, a mulher vive um Paradoxo: Ora quer lutar pela liberdade e igualdade de direitos, ora quer censurar um personagem.

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William

15 de junho de 2012 às 12h56

O Rafinha é um dos humoristas mais inteligentes da nova geração e o humor não deve rezar pela cartilha do politicamente correto.

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    Moisés

    14 de janeiro de 2014 às 21h03

    O cara defeca pela boca

    anderson da silva

    03 de março de 2014 às 04h00

    algumas vezes eu realmente não vejo graça e nem por que de fazer certas piadas que ele faz,porém piadas são feitas pra rir,sempre que houver alguém rindo,haverá piadas sendo feitas.

Ruisch

25 de outubro de 2011 às 18h23

Se as piadas sobre crimes são proibidas, então as de negro ta valendo neh? País engraçado. Então racismo agora não e crime e pode ser utilizado para piadas.

Vivemos em um país livre. A piada é criada para as pessoas rirem ou não, indiferente do que é. Se uma sociedade não gostou da piada, é só ignora-la. Porém a sociedade e principalmente o poder público perde tempo e dinheiro para investigar o que não precisa ser investigado.

Saudações as pessoas sem bom senso, que criticam um humorista, mais não movem a bunda em relação aos políticos.

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    Moura

    17 de janeiro de 2012 às 00h33

    Não é a disposição de trabalho dos políticos que está em pauta , e sim a influência que uma pessoa como Rafinha Bastos tem sobre outras, enquanto nós cidadãos lutamos por uma sociedade melhor e com igualdade, há outros disseminando esse comportamento ridículo e totalmente fora da ética.É claro que de uma forma" bem humorada". Acredito que BOM SENSO é fazer humor sem denegrir, subjugar ou minimizar qualquer ser humano independente de raça,nacionalidade, cor , gênero etc…
    Obs:. Pesquise um pouco mais sobre o que é bom senso, ou ética, talvez voce não tenha compreendido muito bem!

Rômulo, agressor de Rhanna, tem habeas corpus preventivo negado | Viomundo - O que você não vê na mídia

23 de outubro de 2011 às 11h29

[…] Rafinha Bastos e suas piadas de apologia ao estupro denunciados no MPF […]

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Relator do CONAR sobre Hope: “estereótipos presentes na campanha são comuns à sociedade” | Viomundo - O que você não vê na mídia

16 de outubro de 2011 às 18h21

[…] Rafinha Bastos e suas piadas de apologia ao estupro denunciados no MPF […]

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Custo do machismo no país de Rafinha: placas e pinos no braço porque disse “não” | Viomundo - O que você não vê na mídia

15 de outubro de 2011 às 17h15

[…] Rafinha Bastos e suas piadas de apologia ao estupro denunciados no MPF […]

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Simone

03 de outubro de 2011 às 01h56

GOSTARIA MUITO QUE ESSAS PESSOAS QUE ACHARAM GRAÇA NESSE "HUMOR" TÃO INFELIZ, PASSASSEM POR ESSA EXPERIÊNCIA TÃO TRISTE E DOLOROSA ANTES DE DAREM SUAS OPINIÕES TÃO EQUIVOCADAS

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Jurema F do Nordeste

28 de setembro de 2011 às 09h27

A real é q essa sociedade é machista, sexista, o tal do
afinha bastos é o protótipo (q protótipo) q deu sorte.
Esse CQC é um cópia do da Argentina, n tem nada de original.

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    Mauricio

    11 de outubro de 2011 às 17h12

    Uma cópia do CQC da Argentina? Nossa estou abismado! Suas informaçães chegaram via sinais fumaça…
    FATO caso isolado…menos barulho sobre algo que está em nosso meio , a diferença é que está no meio das telecomunicações…voce mesmo deve falar asneiras por aí e as suas "vitimas" fazem o que´??
    enquanto isso, reportagens, fama ,dinheiro e caralho a 4

Maria Goreth Pereira

26 de setembro de 2011 às 12h12

O estupro e o ato mais violento contra um ser humano, ja presenciei Delegado, Medicos chorarem diante de pessoas que sofreram tenebrosa violencia. Crianças apartir de tres meses, jovens e idosos com suas entranhas dilaceradas por tal violencia…So espero hunoristazinho, que voce nao tenha que reconhecer uma pessoa da sua familia em um hospital ou IML. Ai voce aproveita audiencia para parabenizar o estuprador. Seu humorista de merda.

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Ariana

11 de agosto de 2011 às 17h12

À todos os homens que acham que isso foi só uma piada: Vcs têm irmã? Vcs têm primas, amigas, namorada? Vcs devem ter mãe! Será que elas são super modelos? Se um cara resolve estuprar sua avó, ela deveria agradecer? Já que é o mesmo raciocínio idiota e preconceituoso: ela é idosa e há muito tempo não deve saber o que é sexo! Vocês não se sentem ofendidos em favor das mulheres que amam?
Eu me sinto, por mim, pela minha irmã, pela minha vó e pela minha mãe. Por todas as mulheres que já sofreram qualquer tipo de violência, por todos que já sofreram violência sexual (mulheres, homens e crianças). Esse tipo de tema não é piada! E veja, não sou feminista! Tenho horror a ter que controlar todos os meus comentários pelo "politicamente correto". Quantas vezes já soltei um "só podia ser mulher mesmo!" ao ver uma dona fazer uma barbeiragem no trânsito. Mas estupro é crime…destrói a mente, a auto-estima, a saúde de quem sofre e de seus familiares. Pensem nisso: será que as filhas de vocês serão todas Giseles Bündchen. Se elas fossem estupradas, vcs iriam agradecer? Pensem nisso!

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    ColinZeal

    03 de fevereiro de 2012 às 01h04

    Tenho irmã, mulher e filha. Alguém por acaso sugeriu NA VIDA REAL que mulher tem que agradecer por ser estuprada? Por enquanto só ouvi isso dito por um PERSONAGEM, num SHOW DE COMÉDIA. Se alguém disser isso na realidade, ou demonstrar que pensa assim, tem que ser preso. Até agora nunca vi ninguém assim, graças a Deus.

    A não ser que vc esteja falando que devemos proibir obras de ficção nas quais pessoas digam essas barbaridades. O filme Cidade de Deus, por exemplo. Zé Pequeno estupra a namorada do Mané Galinha. Vamos prender o Braulio Mantovani por ter escrito o roteiro e o Leandro Firmino por ter representado o personagem? Para, né?

    anderson da silva

    03 de março de 2014 às 04h11

    comentário excelente!
    de fato um artista da areá da comédia tem as suas facetas,e o que ele diz quando esta diante das câmeras pode não ser o que ele realmente acredita credita.
    uma coisa seria o cidadão ter a infelicidade de recorrer a piadas como essa para trabalhar,fazer seu show,outra é o infeliz acreditar q isso realmente seja certo,correto,aceitável.

    Moisés

    14 de janeiro de 2014 às 21h20

    Sou Psicologo e trato uma mulher de 35 anos que foi violentada em um terreno baldio aos 16 anos de idade e até hoje sofre com o trauma, a coitada já tentou tirar a propria vida por conta disto, nunca casou ou teve namorado a vida dela foi destruída por um monstro e o caso dela não é único há milhares de mulheres no mundo que sofrem com este fantasma, ai vem um lixo humano faz piada com isto e pior um monte de gente apoia o canalha! e ainda falam que o cara que fala uma coisa destas é inteligente?
    Que tipo de gente defente um cara que faz piada com isto? não acho que o Rafinha seja melhor que um maniaco e quem defende ele não deve ser melhor que ele, ai eu penso, que sociedade estamos vivendo?

rita

05 de agosto de 2011 às 08h48

então os homens feios como ele devem ser os estrupadores, ou devem estuprados tambem;

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abel

21 de julho de 2011 às 08h45

eu ja acho o progrma CQC otimo , de humor inteligente, e que realmente nos diverte toda semana sem falar dos quadros interativos que sao muito bem feitos, por exemplo o : PROTESTE JÁ , a sequencia de perguntas em saia justa no plenario , deixando os politicos lokos, a respeito dos simbolos , faça me o favor , nao tem nada haver , vai procurar uma materia pra vcs trabalharem, CQC é a evoluçao do humor na tv, comparado a aqueles idiotas da golbo, aquele gordo e o magro, e a turma do didi que é simplesmente o pior programa de humor da tv brasileira. agora querem por mensagem subliminar em tudo, simbolos , isso é paranoia! se toca o compadre!

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Glauco

08 de julho de 2011 às 20h05

Quem, pelos diabos , é esse tal de rafinha bastos???

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marcos

08 de julho de 2011 às 13h59

Pô galera desencana, não caiam nesses furacões em copo de água do politicamente correto. estão tentando banir quase completamente qualquer piada que aluda ao mundo feminino e suas especificidades, isso é hipocrisia demais. vejamos por ex. por que todos acham muito normal ver na tv aberta e demais mídias piadas que qualifiquem toda a nação de portugal como pessoas completamente burras e tb corneados pela esposas? ou programas de humor com alta audiencia que não mostram nada além de mulheres semi nuas sendo tratadas como objetos para diversão?

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Jacó

26 de junho de 2011 às 16h58

É lamentável a maneira como o Rafinha Bastos refuta e satiriza o “suposto” envolvimento do programa CQC com meio Ocultista, com as sociedades secretas. O uso de símbolos ocultistas no referido programa não é despropositado!
Todo símbolo é usado para representar algo, estabelecer um significado e também é aplicado para uma determinada finalidade. Qual seria então a finalidade do uso desses símbolos ocultistas pelo CQC?
Seria apenas enfeitar o cenário do programa com um colorido psicodélico especial e meramente casual? Ou será que tenha a ver com a transmissão de certas informações ao subconsciente dos telespectadores, com objetivo de preparar o inconsciente coletivo da sociedade em geral para os conceitos de uma Nova Era e de uma Nova Ordem Mundial? Aquela da qual o Apresentador em questão, desdenhou ao explicar inapropriadamente sobre o termo Novus Ordo Seclorum, presente na nota de um Dólar. Essa Ordem não é uma mitologia, lenda ou conto paranóico de conspiracionista.
Essa Ordem é real! E já está em fase de execução. Portanto, Rafinha não adianta fazer gracinhas, piadinhas de maneira particularmente tendenciosa, com intuito de desmentir o inegável.
Não se exalte com certos comentários de telespectadores que buscam a verdade. Acalme-se. Fique tranquilo, pois quem não deve, não teme. E contra fatos não há argumento! É como tentar esconder o Sol com a peneira.
Presumo então, Mr. Bastos que você seja ou um ingênuo fantoche nas mãos da Eyeworks ou um transmissor consciente e co-participante do sistema de manipulação em massa de proposto pela Produtora.

E o Olho de Hórus não é somente um símbolo egípcio muito antigo. Que significa o olho que tudo vê. Conforme afirmou Marcelo Tas. Atualmente este é destacado como um dos símbolos principais das Sociedades Secretas Luciferianistas. Onde o significado da visão e consciência absolutas nele expressa, é retomado e associado à Onisciência de Lúcifer neste mundo.

A Eyeworks teria algum envolvimento com meio Ocultista?

Eye = Olho

Bem Rafinha, você como um bom Judeu, deveria estar do lado de Yahveh.

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r4f41909

16 de junho de 2011 às 22h59

a grande verdade é q não existem mulheres feias…existem mulhers…e existem feias.

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sidnea marinho

13 de junho de 2011 às 12h29

Tenho a satisfação de dizer nunca vi o CQC, não conheço Rafinha Bastos e nem seu quem é Danilo Gentili…e também tenho certeza que não estou perdendo grandes coisas…abraços.
Ah! Mas, digo que gosto de boa música, bons livros, boa conversa e cada dia gosto menos de TV.

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Eurico

11 de junho de 2011 às 02h01

Por falar nisto, vocês conhecem aquela do paulista, aquela do argentino, aquela do negrinho, aquela do caipira, aquela do japonês, aquela da prostituta, aquela do motorista de taxi, aquela do carioca, aquela da velhinha, aquela da empregada, aquela do gay, aquela da menininha, aquela do jacaré, aquela do aleijado, aquela do fanho, aquela do corno, aquela do judeu, do padre, do profeta, etc, etc…. Me digam, qual é a piada que não se baseia no preconceito? E todos acham muito engraçado e natural contar e ouvir estas piadas. Quando alguém chega e começa com esta "vocẽ conhece….", eu já logo aviso: Pode parar aí. Não me interesso em ouvir, não. Se todos fizessem o mesmo, a sociedade seria menos infleiz. E tem mais, esta é uma educação subliminar que damos às nossas crianças, que ao ouvir uma piada aprende que não é coisa boa ser igual ao sujeito da piada. Mais tarde, se ela se vê numa situação parecida, vai sofrer e muito, sem nem saber o porquê lhe é tão difícil assumir sua identidade.

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    Leandro

    26 de junho de 2011 às 12h48

    Perfeito! É exatamente isto que ocorre. Seu post é irretocável!!!

Bruno

10 de junho de 2011 às 14h02

Aonde tem apologia ao estupro no que ele falou? O autor desse blog se não é aqueles crentes da Record, é aqueles caras sensacionalistas que ve maldade em tudo, se for assim, tem que proibir qualquer tipo de piada e humor no país, todo humor tem um alvo, se não tiver um alvo, não tem o porque existir o humor.

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    monica

    24 de junho de 2011 às 23h11

    Bruno, ou você é muito inocente, ou não leu direito, ou é burro mesmo. Precisa desenhar? Eu não sou crente, nem gosto da Record, mas já prometi a mim mesma que não vejo CQC nunca mais.

    celso

    14 de julho de 2011 às 13h57

    O problema está no fato de que algo tão degradante pra uma mulher não seja motivo de piada para que as pessoas achem graça, vejam como normal. Principalmente o modo como ele desdenhou das mulheres que por não possuírem os atributos de beleza tão valorizados pela mídia não sejam mais estigmatizadas após sofrerem um estupro.

    mvbeck

    17 de agosto de 2011 às 15h20

    Vai estudar…e para de ver televisão!

Valdeci Elias

09 de junho de 2011 às 14h03

Acho que no fundo , somos todos facistas. Incapases de aceitar diferenças e pensamentos contrarios.

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kaiser I

05 de junho de 2011 às 21h54

Considero o CQC, assim como o Pânico, programas de um humor em que se extrapolam os limites do bom senso, não do senso comum, de uma qualidade bastante discutível, e uma agressividade desnecessária. Assisto-os poucas vezes, não gosto, mas me parece ser um sucesso nacional. Até aí, nada demais, há gostos para os mais diversos assuntos e pelas mais diversas abordagens. A questão é que as palavras colocadas nas piadas refletem bem a falta de reflexão sobre o alcance desse posicionamento do cômico. Se é ou não uma posição pessoal do ator, não vem ao caso, porém, ser ofensivo para fazer graça é abusar do sofrimento do outro, que se cobre de razões em retrucar. Estupro jamais deveria ser motivo de piadas. Digamos então, que o referido comediante esteja falando de sua irmã (dele) ou de alguém muito benquisto por ele. Nessas condições, será que ele acharia engraçado? Não se trata de fazer ou não apologia a algo criminoso, mas de respeitar ou outro e a sua sensibilidade. Simples.

Responder

    Luiz Aldo

    21 de junho de 2011 às 16h40

    É isto! Colocações tremendamente pertinentes! A capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, a tal da empatia, tão esquecida, é algo que todos nós poderíamos tentar aumentar dentro de nós! Isto faria deste mundo algo melhor para as gerações que virão…

SUEL CAMPOS

05 de junho de 2011 às 12h23

quanto ao rafinha,acredito que ele seja uma pessoa sensata
as pessoas ressaltam seus defeitos e esquece das qualidade
por que nao falam
so seu programa A LIGA ?
onde ele mostra a dura realidade?
e preciso diminuir as pessoas ,para se elevar(o EGO)

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jr fidalgo

04 de junho de 2011 às 12h49

"TAS ACHA QUE ME PROCESSAR É ASSUNTO PESSOAL." Escreva Lola escreva http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2011/06/ta
"RESPOSTAS ÀS MINHAS ACUSAÇÕES MAIS FREQUENTES." Escreva Lola escreva http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2011/06/re

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Politicamente incorreto, amamentação, censura e um CQC que não é a sombra do Olhar Eletrônico « BiDê Brasil

03 de junho de 2011 às 19h22

[…] não se lembra do rompante de Mayara Petruso durante o período eleitoral em 2010?), holocausto, apologia ao estupro como se fossem as coisas mais naturais e socialmente aceitas do mundo, o Marcelo Rubem Paiva fez um […]

Responder

ZePovinho

02 de junho de 2011 às 22h56

Lola Aronovich
Sou professora da UFC, com mestrado e doutorado em Literatura em Língua Inglesa pela UFSC.
http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2011/06/li

quinta-feira, 2 de junho de 2011
LIBERDADE RELATIVA: MARCELO TAS QUER ME PROCESSAR

Estou indignada, mas vou me esforçar para não parecer tão indignada. Ontem, como vocês viram, publiquei um post mandando o CQC pra PQP. Isso foi no título. No texto em si eu estava muito mais comedida, e expliquei porque é misoginia ter nojo da anatomia feminina (principalmente quando esta anatomia não está a serviço dos homens adultos e héteros, como no caso da vagina no parto e dos seios na amamentação). Por que fiquei tão revoltada? Por uma questão de princípios. Não sou mãe, nunca quis ser mãe, e agora, prestes a completar 44 anos na próxima segunda, definitivamente não serei mãe. Portanto, nunca amamentei. Também nunca fiz aborto, e no entanto sou 100% a favor da legalização do aborto. Assim como não sou lésbica, mas comemorei quando a união homoafetiva passou no Supremo. Não sou negra, mas faça uma piadinha racista perto de mim. E por aí vai. Eu não defendo apenas as causas que me beneficiam diretamente. …………………..

Responder

Joao Dias Soares

02 de junho de 2011 às 12h31

é ridiculo uma pessoa achar que um comediante, acredita naquilo que fala; o trabalho do cara é, através de seu conhecimento, astúcia e espontâneidade trazer diversão e entretenimento para a família brasileira, portanto, aquilo que é dito quando num contexto público (twitter) se torna marketing da própria figura, a partir do momento que censuramos o conteúdo de uma piada, pelo fato da mesma ser preconceituosa, nós limitamos o profissional a falar mal de si mesmo (ou do grupo em que ele pertence), o que inclusive já é feito, uma coisa, é um artista fazer uma piada inteligente e "politicamente incorreta" no palco ou no twitter, e outra completamente diferente, é a pessoa manifestar esse tipo de pensamento na vida privada e social. Quem criou os "rótulos" foi a sociedade, eles somente se utilizam dos mesmos para interligar, aprofundar e expandir as possibilidades de sua apresentação.

Responder

    dan

    06 de junho de 2011 às 11h30

    Concordo e ainda adiciono; ninguém ri de qualidades dos outros, um ser perfeito não é cômico, o cômico surge nas imperfeições. Não vem ao caso discutir se são ou não imperfeições os alvos das piadas, é claro que no caso não são, mas o ponto é, quem subjulga as minorias é a sociedade, isto é, se historicamente a sociedade nórdica, por exemplo, fosse mal vista, os fariamos piadas de branquelos da mesma forma.
    Provavelmente muitos discordam disto, mas uma das melhores comédias, ao meu ver, é o Sentido da Vida, que é um escárnio, ao mesmo tempo crítico e engraçado (o que é um dos papeis da comédia – neste caso eu parabenizo Danilo Gentili pelo "Politicamente Incorreto") da condição humana e suas estúpidas amarras com moralismos idealizados por nós mesmos.
    Comédia é arte (não só entretenimento), e como toda arte é passível de varias interpretações, o melhor a fazer é não ver aquilo que lhe incomoda, da mesma forma que escolhemos as músicas e filmes que nos agradam e não o contrário.

ricardo

01 de junho de 2011 às 21h14

Essa é a liberdade de expressão defendida por membros da mídia conservadora. Eles não aceitam qualquer tipo de regulamentação, porque assim podem dizer e escrever o que quiserem.

Uma revista publica uma porcaria dessas e depois me aparece um estúpido no jornal da bobo dizendo que a Internet é um meio sem lei. Será que é mesmo a Internet?

Responder

Dinha

30 de maio de 2011 às 20h24

Há tempos eu não vejo CQC.

Responder

Fábio Caparica » Links entre 01.05.2011 e 23.05.2011

30 de maio de 2011 às 00h04

[…] Rafinha Bastos e suas piadas de apologia ao estupro denunciados no MPF | Viomundo – O que voc&…Semana passada em entrevista à revista Rolling Stone Brasil Rafinha Bastos declarou que ‘mulheres feias’ deveriam agradecer caso fossem estupradas, afinal os estupradores estavam lhes fazendo ‘um favor’, uma ‘caridade’. […]

Responder

Marconde Cantarelli

27 de maio de 2011 às 07h56

Um dos grandes problemas com relação à necessidade de limitar a voz de pessoas com este tipo de orientação é que, em se tratando (ao menos pretensamente) de membros da imprensa logo logo surge o lobby dos jornais, associações em defesa da liberdade de expressão. É preciso que se discuta seriamente nesse país quais são os verdadeiros bens a serem protegidos. Será que a liberdade de imprensa justifica esse tipo de agressão gratuita? Será que a liberdade de imprensa justifica a maneira como nosso país vem sendo governado pela Veja?

Responder

Moacir Moreira

26 de maio de 2011 às 21h55

Olá, Azenha e demais amigos leitores e comentaristas,

Esse tal Rafinha Bastos e sua turma são uma matilha de fascistas ordinários que não merecem a nossa mínima atenção.

Chamá-los de jornalistas, seria precarizar ainda mais a já tão desacreditada atividade de nossos heróicos fornecedores de informação. Se os chamamos de palhaços ou humoristas, seria uma afronta para com os sofridos profissionais da alegria. Então, são o quê? Um bando de moleques mal educados oriundos da pequena burguesia, que não conhecem limites, deformados que são tanto no campo intelectual quanto no caráter.

Como diria a Bíblia Sagrada, vaidade, vaidade, tudo é vaidade.

Daqui a uns 10 ou 15 anos ninguém sequer vai lembrar desses medíocres sem graça.

Por que não começar a esquecê-los desde já?

Abraços.

Responder

José Manoel

26 de maio de 2011 às 18h24

São uns caras de origem privilegiada, metidos a aculturados e que dizem um monte de mer……! Se falaram isso que está aí, é crime! Processa e manda ver! Daqui a pouco vão aparecer os descoladinhos filhinhos de papai estuprando essas mulheres, só por que acharam bonitinho o que esses caras disseram. Sé em um país sério, já estaria engaiolado!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

Liana

26 de maio de 2011 às 14h04

muito bom o texto. Infelizmente é necessário uma política anti-preconceito cultural para que as pessoas comecem a parar de achar engraçado certas coisas.

Responder

Rosângela Filismino

25 de maio de 2011 às 10h35

Estou amando o debate, a internet é o máximo, quando poderiamos fazer um debate tão rico assim em tempos passados, onde somente poderiamos ler ou assistir e ficar indignado ou extasiado com um fato como este, o que esse rapaz fez, naturalmente esta relacionado com o espaço cultural em que ele foi criado, onde arrogancia e prepotencia deviam ser servidos como café da manha, e possivelmente teve a vida facilitada seja por sua origem seja pelas condiçoes sociais de sua familia, alem é claro, o obvio, ninguem da familia foi estuprado.
A alienação dele e daqueles que o defendem ou se divertem com ele, me deixa preocupada, pois na idade em que ele se encontra, ela ja está tão alicerçada que dificilmente alguem, ou alguma coisa, tipo a justiça (que particularmente no Brasil, não é como muitos pensam, cega, é sim, classista, pois sabe a quem ou que defender, onde e quando) irão faze-lo mudar de ideia como assim o pensa um certo jurista que tem feito comentarios aqui, no máximo ele pedirá desculpas, sem se sentir culpado, e partirá para agredir de outra forma mulheres e tudo o mais que ele considera inferior a sua existencia magnanima, uma pena para aqueles o admiram e o exalta.

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rafaela

22 de maio de 2011 às 22h59

Li este post no site Action & Comics… achei que tem a ver com o discutido aqui…

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Ivone

22 de maio de 2011 às 19h04

Interessante como a palavra APOLOGIA está sendo usada agora – pós-Bolsonaro. Apologia não é sinônimo de incentivo. Fazer apologia é falar em defesa de algo ou alguém. NÃO, RAFINHA BASTOS NÃO INCENTIVOU O ESTUPRO de "mulheres feias" , mas ao dizer que o estuprador deveria ser parabenizado, ficou clara sua defesa ao "caridoso estuprador". Brincadeira? Piada? Sim, mas de extremo mau gosto e criminosa em sua defesa do ato hediondo.

Liberdade de expressão acaba onde se inicia o crime, a ofensa e o desrespeito à honra e/ou ao direito alheio.

HUMOR EM SUA ESSÊNCIA é critica de costumes, de modos. É critica sagaz a práticas culturais. É subversão. Piadas sexistas, xenófobas e racistas são apenas uma forma de expressão e manutenção de preconceitos. Se rimos ou não, frente a cada uma delas, se nos revoltamos, bom, isso diz muito sobre nós.

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    adhemir martins

    24 de maio de 2011 às 14h59

    ivone para vc. defender o rafinha vc, deve ser feia então ta defendo este ato de estupro
    este crime é um crime hediondo este rafinha deveria ter sua mulher estrupada.
    ivone vai procurar o que fazer

    Luis Fernando

    31 de maio de 2011 às 16h28

    Você obviamente não leu tudo o que a Ivone escreveu…

    luiz

    03 de junho de 2011 às 15h14

    leu e não entendeu…isso é má interpretação de texto…

Rogério Leonardo

20 de maio de 2011 às 16h00

Prezado Leider Lincoln,

Reputo você um dos bons comentaristas deste espaço, mas penso que está sendo injusto com minhas considerações e um pouco presunçoso em relação a sua avaliação sobre os meus conhecimentos, chegando até a ser desrespeitoso, o que não considero uma boa prática.

A leitura das obras do grande Paulo Freire ensinou-me a nunca menosprezar meu interlocutor, por mais que se dirija à minha pessoa ofensivamente, por este motivo, vou responder aos seus questionamentos em sinal de respeito ao debate.

1) "De onde você saiu?"
Eu sou frequentador deste espaço a tanto tempo quanto você, porém, não tão ativo, talvez por isso você não tenha prestado atenção em outras intervenções que fiz, de qualquer forma, não creio que esta informação seja relevante para a discussão em questão, a não ser que tenha algum preconceito quanto à minha origem.

2) "Está bêbado?"
Não, só bebo socialmente (se te interesssa, gosto de algumas cervejas artesanais e um bom "scotch whisky") e não conseguiria utilizar o computador se estivesse neste estado, pois, a sonolência seria inimiga mortal da minha já escassa capacidade de argumentação.

3)"Conhece MINIMAMENTE a Lei?"
Esta é uma questão bem difícil de responder, até poderia dizer que sim, afinal, sou Professor de Direito Penal do curso de pós-graudação de uma das melhores faculdade de direito do Brasil, Mestre em Direito Penal e Processo Penal pela Faculdade de Direito da UFMG e advogado militante na seara do direito penal há vários anos, porém, sendo o estudo da lei algo muito árduo e complexo, deixo para você, meu interlocutor, avaliar se meus comentários merecem alguma credibilidade.

4) Quanto aos tipos penais a que se referiu: "crimes de injúria, injúria racial, calúnia, difamação, apologia ao crime, apologia à guerra, apologia ao nazismo". Penso que não se pode falar em realização dos referidos tipos penais sem que haja por parte do autor das condutas um direcionamento específico da manifestação (ofensas) a determinada pessoa (física ou jurídica) ou o incentivo (apologias) à realização de determinados fatos objetivos e concretos que sejam tipificados como condutas criminosas.

Manifestações sem endereçamento específico a determinada pessoa e com alto grau de generalidade não podem ser consideradas aptas a realizar os tipos penais aos quais você se refere, se traduzindo apenas em livre manifestação do pensamento do autor (por mais abjetas que sejam), que é uma garantia constitucional de qualquer cidadão.

Reafirmo que, se alguém disser, por exemplo, que "acha que todo paulista/mineiro/baiano é ignorante" ou que "toda mulher feia deveria agradecer caso fosse estuprada", jamais estará cometendo crimes de injúria, injúria racial, calúnia, difamação ou apologia à qualquer crime e sim praticando a livre manifestação do seu pensamento.

Posso até aceitar que com relação ao crime de apologia ao crime o espectro de possibilidade de imputação seja amplo, mas, mesmo assim é necessário que o grau de generalidade do agente seja mais reduzido e objetivo de modo a ser de fácil percepção o incentivo à realização de determinada conduta criminosa.

No caso específico do pseudo humorista Rafinha Bastos, ainda que seu comentário seja abjeto, nojento, detestável e repugnante, com absoluta certeza, não houve apologia e muito menos calúnia, injúria ou difamação.

Por fim, até reconheço que falo muita "m*" no meu dia a dia, mas não quando estou querendo fomentar um debate com pessoas as quais respeito e reputo de alto nível.

Um grande Abraço.

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doutor natas

19 de maio de 2011 às 12h45

manas e manos,

o que acontece neste momento com lars von trier em cannes nao inspira nenhuma analogia com o brazil varonil, salve salve de rafafinhas et caterva?

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Andre

18 de maio de 2011 às 16h18

Olá, o comentário do pseudo humorista é um insulto. Conheço uma pessoa q foi estuprada a mais de vinte anos e ela ate hoje sofre muito com o fato. Ele deveria se retratar.

Responder

Marcelo de Matos

18 de maio de 2011 às 15h50

Tem uma matéria muito boa sobre o Danilo Gentili no blog do Favre (é da Folha): http://blogdofavre.ig.com.br/2011/05/politicament

Responder

Ricardo Moreno

17 de maio de 2011 às 21h55

Quem vai fazer o cqc do cqc? http://encontroradical.blogspot.com/2011/04/quem-

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renata

17 de maio de 2011 às 16h30

Você também adora o programinha né?!?! vai ler um livro minha filha!!! Isso não é humor nem aqui nem na China… nos EUA com certeza onde tem bastante gente bem burra…e racista!!!

Responder

renata

17 de maio de 2011 às 16h27

É o reflexo da nossa juventude que idolatra o NADA, cuidadosamente CHEIO de valores, representações, em uma linguagem que os jovens adoram!!!
Isso tudo é ao acaso?! o "sucesso" deles é ao acaso, claro que não! tudo muito bem pensado para dominar a boiada!!!
Eles acreditam (juventude) que o cara que comanda o CQC é inteligente porque tem uma careca bem lustrosa; a cabeça grande o deixaria mais esperto é evidente…

Responder

Rogério Leonardo

16 de maio de 2011 às 16h18

Pode parecer contraditório, mas, tenho refletido (após o caso Bolsonaro) e sou frontalmente contra às tentativas de cerceamento da liberdade de expressão de qualquer pessoa, mesmo de criaturas com ideias tão reacionárias e estúpidas como o humorista em questão.

É que ao querer o cerceamento de ideias, mesmo que sejam ofensivas e ridículas, damos justificativa para as tentativas de controle dos movimentos sociais por parte de alguns reacionários de plantão.

Movimentos sociais legítimos podem passar a sofrer a censura tendo como fundamento os mesmos argumentos utilizados para calar o tal "piadista".

Acho o Rafinha Bastos um "pseudo humorista" que busca o reconhecimento pela polêmica fácil, com um grande rol de intervenções de péssimo gosto, porém, se ele quer extravasar nas piadas o seu "sexismo", "racismo" e outros "ismos" nas suas "pseudo piadas", creio que é um direito inalienável deste Senhor exercer plenamente sua agressividade e covardia.

Enquanto não dirige suas piadas a uma pessoa específica e ataca a determinadas classes genericamente, acredito que não deve ser silenciado por nenhum tipo de medida cerceadora a não ser a indignação do público, sendo que cabe a nós a mobilização apenas para repudiar o teor discriminatório de suas manifestações e contra atacar com uma mobilização que demonstre a torpeza de seu pensamento, mas em um nível superior, sem o ataque a sua liberdade de expressão.

É bom que tenhamos pessoas como Danilo Gentili e Rafinha Bastos com o direito de se expressar livremente para que exista uma exata referência do nível de estupidez e insensibilidade desta nova geração de pseudo humoristas que invadiu a cultura brasileira.

A existência deste tipo de gente é importante para que possamos estudar e entender o motivo pelo qual estas manifestações odiosas encontram tanto acolhimento na nossa juventude.

O mesmo se aplica a outros atores como o Deputado Bolsonaro e o apresentador Prates.

Responder

    Gabriel Vaz

    16 de maio de 2011 às 23h14

    Rogério,

    Parece que você está trazendo a esta discussão uma reflexão desnecessária. A SPM não censurou de forma alguma o que Rafinha Bastos falou, pois se tivesse, nunca saberíamos de suas paidas discriminatórias. Foi sim uma manifestação de uma opinião contrária à "piada". Isso descreve uma relação política, onde Rafinha mostrou sua "opinião" e a SPM se mostrou contrária e indignada com a atitude. Mesma assim, liberdade de expressão não pode ter mais valor que outros direitos plenos do ser humana, como NÃO SER DISCRIMINADO POR SEU GÊNERO, RAÇA, DEFICIÊNCIA FISICA, ETC.

    Rogério Leonardo

    17 de maio de 2011 às 11h56

    Primeiro eu nunca disse que a SPM "censurou" o pseudo humorista, só acho que a resposta do órgão não precisava ir além da nota de repúdio, pois não existiu nenhuma apologia ao "estupro".

    Segundo, a discussão não é desnecessária na medida em que alguns comentaristas defendem a punição do pseudo humorista pela expressão de seus odiosos pensamentos.

    Rafinha Bastos, apesar de ter emitido um comentário sexista e repugnante, não discriminou alguém especificamente e sim, genericamente, as "mulheres feias", desqualificando as vítimas de estupro (o que na minha opinião revela muito do seu caráter ou da falta dele).

    A SPM fez o seu papel institucional, mas penso que é ir longe demais e extremamente perigoso querer algum tipo de punição legal para o humorista.

    P.S. De nenhuma foram concordo ou defendo o posicionamento de Rafinha, mas acho que ele tem o direito de expressar seus pensamentos repugnantes por mais que estes pensamentos sejam ofensivos para um certo grupo de pessoas.

    Gabriel Vaz

    17 de maio de 2011 às 23h36

    Entendo que assim como ele tem o direito de falar o que quer, tem o dever de responder por possíveis assédios morais. Me preocupo ainda mais que ele não tenha discriminado apenas uma pessoa e sim muitas. Punição aqui podia ser algo que reparasse o dano que ele pode ter causado, e não ir para a cadeia. Não acha?

    Mesmo assim, ainda bem que você não concorda com todos esses incríveis pensamentos que temos presenciado nos últimos dias (Bolsonaro e Rafinha). Neste sentido, e como educador, eu defendo a indignação pública a esses tipos de argumentos, de forma pacífica, mostrando que, a "a paida" do Rafinha e do Gentilli contribuem para culturas de discriminação. Para que eles se dêem conta disso.

    Rogério Leonardo

    18 de maio de 2011 às 13h25

    Oi Gabriel,

    Ainda bem que você entendeu que eu não estou defendendo o Rafinha e sim a garantia constitucional da liberdade de expressão e pensamento, pois parece que poucos entenderam minhas colocações.

    Como educador (eu também sou educador), com certeza, você sabe da importância de entendermos este fenômeno para melhor combatê-lo sem que estejamos abrindo precedentes para um controle da liberdade de pensamento (minha preocupação).

    Em um certo sentido, não discordo de seu ponto de vista, mas, não houve discriminação no sentido técnico, nem apologia, portanto, não se pode falar em crime ou indenização.

    Indenizar a quem? Como seriam definidas as "mulheres feias" a que o pseudo humorista se refere?

    Por isso que a opinião (piada) abjeta e preconceituosa do Rafinha, apesar de ser chocante, não é nada além de uma opinião (piada) infeliz.

    Gabriel Vaz

    19 de maio de 2011 às 12h15

    Pensei em um pedido público de desculpas.
    Eu também fico angustiado, quando penso em o que fazer sem tentar controlar a opinião do Rafinha. Acho que o que eu faria, frente a frente com ele (hipoteticamente) seria pedir reiteradamente para que pensasse nas implicações de sua opinião para sua comunidade.

    Acredito que obriga-lo a se desculpar, ou obriga-lo a mudar de opinião, não adiantaria nada, ele tem que participar ativamente de seu processo de mudança de opinião.

    Mas assim eu também pergunto, para eu aprender mais também, como você faria como educador? Vendo também essas outras tantas polêmicas atuais, (homofobia, por exemplo). Como garantir tanto os direitos de liberdade de expressão e aqueles de não ser discriminado?
    Pergunto isso para saber mesmo, não para ataca-lo.

    Rogério Leonardo

    19 de maio de 2011 às 14h10

    Prezado Gabriel,

    Sei que não é para me atacar, afinal, estamos tendo um debate que reputo de altíssimo nível.

    É muito difícil lidar com certas colocações de nossos alunos, algumas cheias de preconceito social e até regional ou racial.

    Acho que o melhor caminho sempre é demonstrar que não se pode relativizar determinados valores, tais como: a vida, a liberdade, a dignidade humana.

    É mostrar que não há maldade ou bondade absolutas, que devemos sempre nos colocar no lugar do outro, nunca julgar e sim refletir.

    Que podemos pensar diferente sem agredir nosso interlocutor (como estamos fazendo aqui neste espaço).

    Que por mais que não concordemos com determinada postura, acima de tudo, devemos respeitar a liberdade alheia da adotá-la.

    Em síntese, mostrar ao aluno, por exemplo, que ele pode ser contra o homossexualismo, que pode até expressar sua desaprovação, mas, jamais poderá interferir na esfera da liberdade individual de um homossexual, seja para repreendê-lo ou constrangê-lo, deve sim ter uma postura de respeito e aceitação pela escolha do outro, por mais que não concorde com ela.

    Como professores temos a autoridade, inclusive, para coibir qualquer tentativa de conduta discriminatória (o bullyng por exemplo), mas, defendo que o aluno, mesmo preconceituoso, deve ser ouvido, deve ter garantido a oportunidade de expressar seus argumentos (por piores que sejam) até para que se tome conhecimento da origem de seu preconceito para buscar os argumentos para atacá-lo.

    A realização de debates deve ser utilizada como forma de demonstrar que os argumentos que fundamentam o preconceito são frágeis e equivocados.

    Não vejo outro caminho senão a inclusão deste temas no cotidiano escolar com a oportunidade do exercício do contraditório.

    Quanto ao Rafinha, penso que você matou a charada, o arrependimento é o melhor caminho, mas, sinceramente, não creio que ele vá reconhecer o erro.

    Gabriel Vaz

    19 de maio de 2011 às 17h54

    Muito bem Rogério, adorei suas colocações e também acho um debate muito importante e de alto nível. Eu me formei a pouco tempo e gosto de aprender e discutir mais sobre educação, por isso prezo tanto está conversa.
    Ficou claro para mim então que devemos dar um sentido educativo às ações na escola de escuta e reflexão. Nossa tarefa e mostrar e apontar caminhos e possibilidades, e não obrigar outros atores a tomarem para si nossas escolhas.

    Além disso, acredito também que incluir estes temas no cotidiano escolar (como se também na mairoria dos casos ele já está lá) é importantissímo, pois assim construiremos uma cultura de respeito à diversidade, e não de eliminação da diversidade. Abrir espaços para o debate, ao invés de calar.

    Não sei se você acompanhou outra discussão neste blog, mas é sobre os jornalistas que atacaram um livro (Por uma vida melhor), pois esse ensinaria alunos a falar e escrever errado. Pelo contrário, o livro trata da diversidade linguística e da diferença entre lingua falada e escrita. Enfim, ponho isso para reforçar que normalmente as discriminações surgem no cotidiano escolar, e não é criminalizando tudo (por exemplo o bullying) que vamos conseguir acabar com a discriminação, assim como não vamos acabar com a diversidade. Devemos abrir espaços para discutir (e não calar) com os alunos e professores!

    Obrigado pelas ideias clarificadoras.

    Gabriel Vaz

    19 de maio de 2011 às 14h58

    E para so deixar uma ressalva ética sobre minha pergunta e meu comentário.
    Acho que falar para o Rafinha, frente a frente, como eu disse, só aconteceria no papel de cidadao, claramente, nao como educador.
    Como educador, especificamente no grupo de formaçao de professores que coordeno, eu sigo fazendo o que faço, que é refletir sobre os discursos do senso comum que vão contra o projeto pedagógico da escola (nesse exemplo). No meu grupo, assim como em nenhum lugar eu pretendo punir, desqualificar, ou tirar do grupo alguem que tenha uma opiniao parecida com a do Rafinha, mas vou mostrar que devemos pensar sobre as implicacoes dessa opiniao, seus sentidos e significados, e porque contribui para uma cultura de discriminacao e nao diversidade.

    Acho que é isso, espero sua resposta.

    Leider_Lincoln

    20 de maio de 2011 às 07h38

    Liberdade de expressão não implica dizer o que se quer, prezado… Não fosse assim inexistiria os crimes de injúria, injúria racial, calúnia, difamação, apologia ao crime, apologia à guerra, apologia ao nazismo… De onde você saiu? Está bêbado? Conhece MINIMAMENTE a Lei? Pelo jeito não e por isso fica falando m*!

    gabriel vaz

    20 de maio de 2011 às 12h19

    Por acaso voce esta sendo preconceituoso contra bebados, porque é isso que voce falou! Isso é crime tambem! Beijos

    Sr_Andante

    05 de junho de 2011 às 00h53

    Se alguem aparecesse na mídia dizendo jocosamente que todo ladrão deveria fazer o favor de roubar os ricos para lhes livrar do pesado fardo da preocupação com a fortuna e houvesse reação da alta classe, muitos que estão aqui defendendo o humorista iriam mudar de opnião num piscar de olhos.
    Vamos considerar que é de muito mal gosto e humilhante julgar as mulheres pela aparência (condenando-as neste caso, mesmo que em piada, ao estupro), até porque por mais bela que seja, toda mulher sempre possui elevada autocrítica. Portanto, mesmo não sendo crime, trata-se de postura que pode ser considerada como tentativa de humilhação a todas as mulheres. Afinal, beleza é um conceito particular.
    Os tempos mudaram e a sociedade já não considera comum certo tipo de piadas que antigamente eram corriqueiras (vejam o caso da piada com os autistas por exemplo).
    Respeito às mulheres, pérolas da humanidade, únicas a possuir o dom da gestação.

Augusto

16 de maio de 2011 às 01h04

É muita viagem na maionese!!! Achar que essa piada é uma apologia ao estupro!!O que vcs acham? que agora os estupradores depois de ouvirem o Rafinha , vão sair estuprando as Feias ? Talvez as indignadas aqui tenham essa esperança!!!

Responder

    Maria Libia

    04 de junho de 2011 às 14h43

    AUGUSTO, quando leio comentários do seu tipo, fico imaginando se mamãe ou irmazinha sua fossem estuprada, o que vc faria? Daria razão ao Rafinha porque sua mãe e irmã são feias e deveria ficar felizes ?

momentocronico

16 de maio de 2011 às 00h21

Humor duvidoso este que vem sendo valorizado nas esquinas da mídia do entretenimento (e que ainda julgam como se jornalismo fosse).

Inspirado nesse post: http://momentocronico.wordpress.com/2011/05/16/qu

Responder

Francisco Costa

15 de maio de 2011 às 22h36

E as piadas xenofobicas contra os gaúchos??? São muito mais comuns.

Responder

    César Sandri

    15 de maio de 2011 às 23h16

    Eu sou gaucho e morro de rir delas , piada é pra isso , é pra rir, quem não ri é muito mau humorado.

    Julia

    16 de maio de 2011 às 11h11

    Não da pra ser BEM humorado com ESTUPRO.

Wanda Rodrigues

15 de maio de 2011 às 09h31

Olá, Pessoal!
Também ando, como a Conceição, sem paciência para um monte de asneiras. Mas o que tem mais me irritado (se não, revoltado) é uma moda que anda pegando de que "liberdade de expressão é dizer tudo o que quero; onde quero; com quem quero; da forma que quero."
Antes de mais nada, a antiga boa educação acabou. Tudo bem, às vezes ela era desculpa para hipocrisias, mesmo.
No entanto gostaria de lembrar que há limites legais, morais e éticos. O que nos faz humanos é nossa capacidade de conviver, de encontrar no coletivo a resposta para nossas satisfações.
Não suporto mais a ignorância daqueles que "mesmo discordando do Bolsonaro apoiam seu direito de ter uma opinião". Espera aí! Que direito é este? Onde ele está escrito? Talvez nos primeiros panfletos nazistas que buscavam, através de uma pseudo politização, destruir as bases dos Estado de Direito.
Onde está escrito que discordar e denunciar os problemas do parlamento brasileiro é invadir e agredir espaços e pessoas.
Voltemos aos CQC. Foi sua proposta, infantilmente entendida como libertária, que permitiu os destemperos que assistimos. Como diziam os antigos: você criou o monstro, alimentou o monstro. Agora, controle o monstro!

Responder

    Rogério Leonardo

    16 de maio de 2011 às 16h45

    "liberdade de expressão é dizer tudo o que quero; onde quero; com quem quero; da forma que quero."

    Prezada Wanda,

    Por mais que possa parecer absurdo, é quase isso.

    Desde que não descambe para atos de violência, agressão (que pode ser verbal) ou limitação de direitos alheios, deve ser permitido às pessoas serem nazistas, racistas e sexistas.

    Ex. Alguém pode dizer que é homofóbico e defender ideias que o sejam (caso Bolsonaro), mas não pode chamar um homossexual de "bicha" ou impedí-lo de frequentar um local público.

    Pode parecer ruim, mas é melhor do que a possibilidade de dar poder a alguém para que controle o conteúdo do pensamento alheio. Você parece ser uma pessoa nobre e correta, mas quem garante que um eventual órgão de censura estaria imune aos interesses de determinados grupos.

    Não estou criticando sua posição por achar sua preocupação ilegítima, apenas demonstrando o perigo por trás desta ideia que parece ser correta, mas, efetivamente não é.

    Temos de aprender a contra atacar sem querer "calar" nosso adversários, pois estaríamos agindo como os reacionários que criticamos.

soninha

14 de maio de 2011 às 17h31

já tá virando moda essa do CQC, afinal, quando alguém tentou fazer o mesmo humor deles com um deles, óbvio que não agradou, então é assim: eles podem contigo, mas tu não podes com eles!

Responder

Ricardo

14 de maio de 2011 às 15h19

Está na hora de pessoas como eu, que admirava os CQC, se alertarem em relação a esse tipo de comentário. Esse cara só quer se promover com a fama de polêmico, sem imaginar que poderia ser sua mãe que estivesse ouvindo um comentário desses após ser estuprada. Ela, pela idade, não deve estar no padrão de beleza mediocre que ele mesmo possui,

Responder

Roberto Ribeiro

14 de maio de 2011 às 12h36

O objetivo dessa gente é esse mesmo, atingido, depois é só pedir desculpas.
E ir preparando a próxima agressão é claro.
Tudo calculadamente deliberado.

Responder

Adilson

14 de maio de 2011 às 02h55

Azenha,

Com a devida licença, quero dizer que os "feitos" do CQC podem ser qualquer coisa, menos humor. Os idiotas se acham mais reais do que o Rei. É uma espécie de Casseta mal acabado.

Responder

Renato Lira

14 de maio de 2011 às 02h28

Não me lembro de grandes humoristas, estes sim transgressores e politicamente incorretos, term sido denunciados por ofensas ou agressões.

Costinha, Dercy, Chico, Zé Vasconcelos, Ary Toledo, Juca Chaves, entre tantos, nunca os vi nas barras da justa.

Eles contavam piadas, não faziam apologia a crimes.

Vivemos numa sociedade tão imbecil que agora quem se indigna com a estupidez e com a ofensa vira "politicamente correto" e o ofensor, travestido de "humorista", vira vítima, vira santo.

Partindo do ponto de vista dos que defendem a estupidez do apologista de estupro que esculacha mulheres feias como "humor", o Bolsonaro é também um humorista.

Pois Bolsonaro faz piadas com gays, negros e mortos e desaparecidos políticos.

Vou iniciar a campanha Bolsonaro no CQC.

Preconceito por preconceito, o do Bolsonaro é menos hipócrita e cínico. É mais original que os canastras do timinho de Tas.

Responder

@_snatos

13 de maio de 2011 às 23h39

O que previa, aconteceu.

A ditadura do politicamente correto usando uma arma chamada estado para cima de um indivíduo.

Arrebentar com o Rafinha vai ser fácil desse jeito, uma barbada.

Responder

    Prof. Garibaldo

    14 de maio de 2011 às 00h41

    Coitado dele, né? Tão inocente.

    Renato Lira

    14 de maio de 2011 às 02h39

    É só o Rafinha pedir uma ajuda pro Bolsonaro, que também debocha das mulheres, principalmente das "promíscuas", das que "realizam surubas".

    Bolsonaro deve garantir uma defesa com advogados que entendem do riscado.

    E o "humorista" aproveita pra aprender umas "piadas" sobre mulheres, gays e negros com o Bolsonaro.

    E quem criticar o Bolsonaro aqui é politicamente correto.

    Falei e disse.

    Tatiane

    14 de maio de 2011 às 11h25

    "Homem que estupra mulher feia merece um abraço".

    Isso é piada ?

    Pare de ser alienado!! Tudo isso só para fugir da questão concernente. Fazer piada de um crime que traumatiza a mulher ? Isso quando ela CONSEGUE SOBREVIVER ao crime cometido.

    Segundo a "piada", estuprar mulher feia é um favor.

    O "piadista" em questão é muito lindo (ironia). Em uma eleição de beleza masculina, resultaria em empate técnico entre ele e Johnny Depp.

    Se você não achou nenhum problema, pense naqueles que carregam essa dor. Nas vítimas e nas famílias. Pare de achar que só porque não é com você que é engraçado. Pare de pensar no próprio umbigo.

    Isto se chama empatia. Colocar-se no lugar de outra pessoa.

    Quando vejo que pessoas riram dessa "piada", percebo que não sou a "politicamente correta" e sim que os níveis de estupidez chegaram a um nível transbordante.

    É só aparecer na tv que alguns indivíduos já se sentem "diferenciados", inatingíveis. Como se houvesse certas imunidades.

    E as hienas, acostumadas a carniça, continuam rindo.

    Leider_Lincoln

    20 de maio de 2011 às 07h39

    "Politicamente é termo" da direita, surgiu nos States. Nós preferimos "respeito à dignidade humana", ou você acha que ele não é necessário?

César Sandri

13 de maio de 2011 às 22h46

Ô Moderador, não vai postar meu comentário porque tenho opinião contrária da maioria , cadê o debate?

Responder

César Sandri

13 de maio de 2011 às 22h30

Eu desafio aqui os politicamente corretos a postarem aqui uma piada, mas que seja engraçada, que não tenha no seu conteúdo algum tipo de preconceito contra alguma classe de pessoas . Depois disso continuamos o debate à cerca do assunto.

Responder

    seixas

    14 de maio de 2011 às 00h11

    O rafinha pode fazer quantas piadas preconceituosas quiser em seu show, você vai assistir ou não, agora publicar em uma entrevista ou postar barbaridades em redes sociais ultrapassa os limites do respeito.
    Não podemos voltar a barbárie, pessoas públicas tem que ter responsabilidade pelo que se diz, independente de ser "comediante" ou não…

    Edvaldo

    14 de maio de 2011 às 00h39

    "…debate à cerca do assunto."

    => Não seria melhor escrever "…debate AO MURO do assunto." ou "…debate ACERCA do assunto."?

    Mais uma?

    Não foi bonito o que fez o Rafinha. Ele devia ver no espelho a porcaria que deu com o que aconteceu exatamente o que disse com a mãe dela…E o agressor pode não ter sido o que ele pensa ser seu pai.

    Só o DNA poderia sanar esta dúvida.

    My two cents, sir.

    Prof. Garibaldo

    14 de maio de 2011 às 00h40

    NÃO ENTENDI A RELAÇÃO ENTRE PIADA BOA E PRECONCEITO. SERÁ QUE "DEFEITO" (do ponto de vista do "comediante") É RISÍVEL?

    Existem alguns bons escritores( não todos do mesmo nível, claro): Woody Allen, Jonathan Swift, Voltaire, Trilussa (esse eu recomendo de coração para você). Tem alguns filósofos, como Bergson e Schlegel. No teatro latina, o Plauto. No Brasil, penso em Machado de Assis e Lima Barreto. Alguns deles criticam valores; o nosso KKC cria valores (e que valores, não?).

    No cinema, Cantinflas, Totó (que fez filme com Pasolini), Carlitos, no próprio Woody Allen (de origem judaica), os irmãos Marx, …

    Caramba, não respondi a tua pergunta. Não sei bem o motivo.

    Mas vai lá, não sou bom de piada, mas tem essa, "DE JUDEU", em que você pode adaptar QUALQUER PERSONAGEM (OLHA AÍ, NÃO TEM COMO SER PRECONCEITUOSO) – João e José, Maria e Narizinho, César (você) e a sua mãe.

    "*******A e ********B estão andando na rua. De repente A se vira para B e pergunta:
    – B, se você tivesse dois Mercedes novinhos, você me daria um?
    – Ora, A, a gente se conhece há quanto tempo? Trinta anos? Nós somos mais do que amigos, somos irmãos. É claro que se eu tivesse dois Mercedes eu te daria um.
    Alguns minutos depois, A volta a perguntar:
    – E se você tivesse duas lanchas de 32 pés, iguaizinhas, você me daria uma?
    – Mas A, se eu estou dizendo que somos irmãos! É claro que eu te daria uma!
    E mais alguns minutos depois, A pergunta de novo:
    – B, e se você tivesse dois sanduiches?
    – A, pode parar! Você SABE que eu tenho dois sanduiches."

    Aproveita para ler o post que está embaixo, conservador.

    César Sandri

    16 de maio de 2011 às 00h04

    Conte-Sponville, diz que o humor é uma virtude estranha, por apenas querer ser engraçada esquecendo a moral, o que, no entanto, não justifica que este não seja uma qualidade preciosa e essencial ao Homem.Diz ainda que humor é primeiro rir de si mesmo, e Rafa Bastos faz isso ele faz chacota de seu bilau, de ser gaucho… Não seria engraçada sua piada se ele próprio fosse um estrupador. Uma piada de judeu não é engraçada dita por um santi-semita , mas qualquer outro que a conte é. Eu sou gaúcho e acho maior graça das piadas que a maioria aqui chama de xenofóbicas. E paródiando Vinicius de Morais aqui digo: Me desculpem as feias , mas a beleza é fundamental. As que não gostarem vão se embelazar ou vão rir dessas ´piadas. Porque humor é isso(Sponville) ; é tornar mais leve uma situação que lhe pareça desesperadora.

    Laércio Nunes

    16 de maio de 2011 às 11h22

    Não alimentem os trolls…

    Renato Lira

    14 de maio de 2011 às 02h44

    Sabe aquela do esperto que se achava o maioral?

    Tropeçou na própria língua grande e na caiu de seu pedestal (um balde) e viu que não é tão f* assim como pensava e tá na mão do capa-preta.

    A esperteza engoliu o esperto.

    César Sandri

    15 de maio de 2011 às 22h44

    Tá vendo Dr. Renato a sua piada pra ter graça tem que ter como os personagens 2 judeus. Se colocar qualquer outros não tem. Porque a gente sabe que judeus são pão duros e faz piada em cima disso.
    O que eu quero dizer que o humor é forma de rir da miséria humana , nós não fazemos piadas das qualidades humanas , fazemos?
    Achar que uma piada é apologia a alguma coisa é levar a sério demais o humor. E humor é isso mesmo , é pra quebrar a censura , humor é só pra rir , não tem outra função .

    César Sandri

    15 de maio de 2011 às 22h51

    Vamos sábios, contem uma piada que não tenha um conteúdo preconceituoso que eu me calo!

    Tatiane

    14 de maio de 2011 às 10h56

    O problema não é postar/contar piada. O escopo do debate é aferir o repúdio que ela trouxe às pessoas.

    Já não bastam a dor e o trauma sofridos por quem é vítima de estupro ?

    Eu desafio a você encontrar UMA VÍTIMA DE ESTUPRO que tenha rido da "piada". Prove que essa pessoa exista e que houve o crime consumado.

    Pior do que ser politicamente correto é encontrar pessoas com descompensação cerebral.

    César Sandri

    15 de maio de 2011 às 23h14

    Se humor tivesse a função de revolucionar ou consertar alguma coisa , o nosso Brasil já estaria consertado . Porque o que fazem de piada dos políticos e tudo continua na mesma. Humor só serve pra em Vez de chorar o leite derramado, rir dele.Dizer que uma piada faz apologia a algo é ser mau humorado demais…

    Tatiane

    16 de maio de 2011 às 16h04

    Prefere rir a pensar. E se você precisa de rafinha bastos (minúsculas propositais) para rir, é sinal de que sua vida é bem sem graça. Ou não consegue processar informações e ri por imitação.

    Tenho percepção de humor, mas, sinceramente, não vejo graça nenhuma em estupro.

    Não precisa defender o "comediante", pois creio que há advogados mais competentes. Todavia, já que gosta tanto dele, leve-o para um turismo carcerário e abracem os estupradores.

    Rir de piada de estupro é incongruência em demasia.

    Depois da correção que o Edvaldo fez em seu comentário, não há nenhuma possibilidade de um debate mais coerente.

    Leider_Lincoln

    20 de maio de 2011 às 07h40

    E dizer que fazer troça de vítimas de estupro é humor é ser burro demais…

    Geraldo Pires

    14 de maio de 2011 às 18h58

    Caro Sr. César Sandri. Pra começar se é ofensivo nem deveria ser transformado em piada. Que humor é esse que, pra se promover, necessita ser agressivo? É de chorar e não rir. Por acaso há alguma graça quando uma categoria de pessoas ri sobre um tema que para outra categoria significa trauma, drama, agressão? "Rir da desgraça alheia" é muito fácil. O problema é quando a desgraçla deixa de ser alheia e passa a ser com alguém próximo de algum de nós.

    José Manoel

    26 de maio de 2011 às 18h28

    O pior é que o tal Rafinha se acha o último gás do rabo do camelo no meio do Sahara!!! Meu, o cara é feio prá caramba!!!!!!!!!!!!!!!

Prof. Garibaldo

13 de maio de 2011 às 22h26

O que é o politicamente correto?

O politicamente correto foi um termo cunhado pelo senhor William S. Lind. Embora de maneira estreita e preconceituosa, realiza uma análise a partir da Teoria Crítica (Adorno, Horkheimer, Fromm), que, segundo as suas próprias palavras, "é apenas crítica", ou seja, reduz-se à analise da realidade; além disto, segue um caminho de oposição à Teoria Crítica no que se refere à "crítica cultural", declarando que as Universidades norte-americanas estão destruindo a cultura em função dos "marxistas" e dos liberais de esquerda (contexto norte-americano, lembrem-se). Segundo Lind, as Universidades criaram "centros" de pesquisas feministas, afro-americanos que, ao mostrar o "outro lado da História" (leia-se, aqueles que sempre foram deixados de lado pelos livros de História), estariam jogando "na lata de lixo" a cultura ocidental.

Em resumo, o politicamente correto tem origem em uma visão conservadora e visa diminuir o poder crítico dos grupos considerados oprimidos.

Fica difícil, portanto, a uma pessoa que lê Shakespeare ser acusada de "politicamente correta", afinal, faz parte da cultura ocidental e não quer destrui-la. O que se quer é distanciamento dos grupos "inferiores" e mantê-los assim.

Resumindo: o "politicamente correto" é cunhado pelos conservadores contra os "esquerdizantes"; em seguida, reafirmam a própria atitude conservadora como "politicamente incorreta", atacando os grupos discriminados.

Grupos de extrema-direita, inclusive, utilizam este termo para acusar a esquerda no interior da crítica cultural. Para uma introdução ao tema, http://pt.scribd.com/doc/7368813/As-Origens-Do-Po….

Responder

    Marcelo

    16 de maio de 2011 às 12h06

    Ou seja: o politcamente correto é aquele que no final vai pronunciar algo similar a frase seguinte: se não está satisfeito, a porta da rua é a serventia da casa…

    Kaiser I

    05 de junho de 2011 às 22h11

    Parabéns pelo comentário. Ir além da mediocridade do "politicamente correto" exige leituras desse naipe, mas a maioria de nossos comentaristas parece que não se deu a esse trabalho. Com certeza, o que as aparências indicam esconde muita inversão de valores, além de imposição de uma visão "resolvida" por aqueles que pensam o sistema ideal como homogeneizante, e não permitem a figura do diferente, que deve ser minimizada sempre, afinal, ser diferente é politicamente incorreto.

marcio gaúcho

13 de maio de 2011 às 22h05

Humorista sem graça, esse daí. Gaúcho que não conhece seus estado. Representante da arrogância sionista! Pau nele!

Responder

Regina Braga

13 de maio de 2011 às 20h19

Se o bullying fosse crime…O CQC estaria enquadrado…O Humor precisa ser dosado,pois está implícito no humor, o chiste.

Responder

Marcelo

13 de maio de 2011 às 19h01

O politicamente correto chegou as piadas . Estranho haver tanta indgnação com a piada do Rafinha e tão pouca indignação quanto a piada que é o nosso país .

Responder

    Mariana Andrade

    13 de maio de 2011 às 20h14

    E o "politicamente incorreto" não passa de um eufemismo pra preconceituoso, uma cortina de fumaça usada por quem quer humilhar minorias, e quando descobertos aproveitam pra saírem gritando que estão sendo vítimas de patrulha e coisas do gênero.
    Aliás é por isso mesmo que esse país é uma "piada", porque pessoas agridem e tripudiam do sofrimento alheio e não são punidas por isso.
    Estupro é crime e deve ser tratado como tal.

    Aline

    13 de maio de 2011 às 21h45

    Mas perai, cara… Tudo tem limite! Brincar com estupro é coisa séria. Se fosse tua mãe, tua irmã… Eu quero ver se tu ia achar graça.

    Renato Lira

    14 de maio de 2011 às 03h06

    É porque ele acha que defender este tipo de "humor" tá na moda, é 'muderno".

    Porque a mediocrização que a mídia faz na cabeça dos manipuláveis faz essa gente pensar que isso é que é humor, transgressão e que "tá na moda ver o Rafinha" e rir, mesmo que forçado, com ele.

    Pra essa turma, quem não vê e comenta o Rafinha "tá por fora". Gente que certamente acha Luan Santana do borogodó, que pensa que forró é Calcinha Preta, que samba é Catinguelê e que rock é Restart. Que sonha em entrar no BBB e passa na rua com o som do carro no último volume pra se mostra, mas que não passa de um mané.

    Renato Lira

    14 de maio de 2011 às 02h58

    Porque nosso país não é uma piada.

    Piada são os teleguiados que posam de "informados" por uma imprensa de quinta, essa sim outra piada, acham engraçado sujeitos medíocres e sem talento como este Bastos.

    Aí quando vêem a mídia internacional colocando o país nas alturas, a melhoria dos indicadores, a popularidade de Lula e Dilma e perdem eleições seguidas, fazem que não entendem ( ou será que não entendem mesmo, por ter o cérebro atrofiado pela mídia), ou fazem de conta que não é com eles, ou se revoltam e mandam matar afogado quem não seguiu suas "ordens superiores".

    Piada é quem baba nos mantras de uma mídia medíocre.

    Piada, e de mau gosto, é quemnão se indigna com apologia a estupro e achincalhe com as ditas "mulheres feias", estas já bastante tristes e marcadas por traumas, por humilhações e complexos em seu dia-a-dia.

    kaiser i

    05 de junho de 2011 às 22h01

    Cara, na mosca você acertou. Politicamente correto e preconceito resultam na mesma coisa, mas o outro cara não percebeu. Belo comentário, apóio.

Julia

13 de maio de 2011 às 16h58

ESTUPRO NÃO TEM GRAÇA, e ponto.

Responder

Julia

13 de maio de 2011 às 16h37

Amigos, desculpem desviar um pouco o assunto:

Mas preciso urgente daquele vídeo onde Maria da Penha recebe diploma e placa no congresso. Não consigo achá-lo. Alguém tem um link? ( é para trabalho).

Agradeço quem puder postá-lo.

Responder

Nego

13 de maio de 2011 às 16h05

Só por curiosidade, será que as mulheres que fazem parte da familia deste cidadão se enquadra no seu padrão de beleza?

Responder

Adilson

13 de maio de 2011 às 15h14

Amigos,

quando aconteceu o caso do Bolsonaro com a Prta Gil eu disse, na ocasião, que esse programa foi o grande responsável por tudo que aconteceu.

Na sequencia , quando Marceleo Tas tentou de forma ironica criticar o Bolosnaro e soltou um infeliz" pessoa de cor" estava na cara sobre o que pensam esses caras.

Na semana seguinte veio a "brincadeira' com a boma nuclear na Argentina.! Uma palhaçada de muito mal gosto.

O humor em cima das minorias socias sempre aocnteceu, nos Trapalhões, Casseta, Chico Anysio etc_ mas o que esses caras fazem já é I humor fascista, ultrapassaram todos os limites pra mim.

Depois de estupro, assassinato em massa, etc_ vale tudo.

É só "Realengo" sair da mídia que podersmo ver uma piada com a chacina. desculpa, não consigo nem mais escrever…

Responder

Valquiria

13 de maio de 2011 às 13h48

Quando oCQC estreou no Brasil, comecei a assistir e gostar, no entanto passado alguns meses o negócio descambou para o mau gosto e para a lei para os inimigos… enfim dois pesos….

Responder

Alexandre Figueiredo

13 de maio de 2011 às 11h50

A Editora Abril, em total desconhecimento dos movimentos sociais e das tribos culturais, "promoveu" Rafinha Bastos a "nerd".

Para mim, é o mesmo que chamar Diogo Mainardi de guevarista.

O que esse sujeito do CQC tem a ver com os famosos nerds Buddy Holly (in memorian), Morrissey, a banda Devo e os caras do filme "Vingança dos Nerds"? Nada.

Responder

    Renato Lira

    14 de maio de 2011 às 02h46

    Era para ser "merd" em vez de "nerd".

Hércules

13 de maio de 2011 às 11h34

Com esta reportagem, o CQC entra na mesma vala do deputado Bolsonaro. Caso nao seja a mesma vala entende-se que sao dois pesos e duas medidas.
Enfim, etica e fundamental a todos!

Responder

    Julia

    13 de maio de 2011 às 16h35

    Falando em vala, tem um vídeo do próprio Bolsonaro discutindo com a Maria do Rosário, onde…surpresa!…ele fala à ela a mesma coisa que o tal Rafinha ( diminutivo até no nome) Bastos em sua "piada". Ou seja , além de não ser original o rapaz, continua fazendo "apologia" ao Bolsonaro.

    Ps Alguém tem o vídeo aí ( É aquele em que a ministra repete: Mas, o que é isso?)

    Renato Lira

    14 de maio de 2011 às 03h09

    Julia

    15 de maio de 2011 às 19h22

    Obrigada, Renato.

tomás

13 de maio de 2011 às 11h17

quem mandou não fazer uma ley de medios…

Responder

Luci

13 de maio de 2011 às 11h06

E a ofensa é patrocinada pelas empresas anunciantes do programa. Os anucniantes etão de acordo com o conteúdo do programa? A ofensa à dignidade humana e a discriminação , foi coletiva porque atinge todas as mulheres.

Responder

    Ceci

    13 de maio de 2011 às 19h27

    É isso aí. Uma ótima maneira de dar um jeito nessas baixarias é fazer com que as empresas patrocinadoras recebam um monte de cartas de consumidores dizendo que, como eles patrocinam esse lixo, ninguém vai mais consumir o que elas produzem. Boicote. Sempre dá resultado.

Luiz

13 de maio de 2011 às 10h53

O edv disse tudo: humor facista. O Pânico na TV é até pior. Eles até já fizeram algumas coisas interessantes hoje é só agressão pura e simples.
OBS: Estes caras se fossem tão ousados assim, deveriam era ter zoado o Boris Casoy, também da Band, no episódio dos garis.

Responder

Edgar Alves

13 de maio de 2011 às 10h51

Incitação ao crime, é o que o Rafinha anda fazendo.
É a nova versão do estupra mas não mata.

Responder

    Lazlo Kovacs'

    13 de maio de 2011 às 16h35

    Maluf e Rafinha… Bem lembrado! Talvez seja a primeira vez que um árabe e um judeu se entenderão sobre algum assunto. Unidos pelas trevas.

    Pode deletar se quiser, senhor moderador.

    beattrice

    22 de maio de 2011 às 15h47

    O Maluf não é árabe, é de origem libanesa, desculpe, mas já passou faz muito da hora do Brasil identificar corretamente as etnias.

Tatiane

13 de maio de 2011 às 10h50

Tenho asco deste sujeitinho. As asneiras que ele defeca e os seus seguidores me enojam.

Alguém viu/leu a retratação dele ? A rede BANDEIRANTES não vai se manifestar ?

A "piada" sobre judeus foi repreendida pela emissora. Tenho certeza que Gentili só se desculpou porque sabia que não saíria impune.

Agora, estimular um abraço nos estupradores é válido, em detrimento das mulheres VÍTIMAS deste crime horrendo ? A mulher é culpada pelo estupro ? Se ela for feia, deveria agradecer ao criminoso ?

Como achar engraçado piada sobre estupro ?

Alguém que fora vítima de estupro achou engraçado?

AO APRESENTADORZINHO QUE FEZ A "PIADA" E AOS QUE RIRAM DELA, NO DIA QUE ALGUÉM DA SUA FAMÍLIA FOR ESTUPRADA, NÃO FIQUEM BRAVOS,

Abracem o estuprador.

Além disso, aquele que pediu para abraçarmos estupradores é o mesmo que expressou que SUICIDA TEM MAIS É QUE SE F*****.

Isso é humor?

Responder

    leo

    13 de maio de 2011 às 11h12

    Dúvida: ele vai se retratar ou vai a um presídio abraçar estrupadores?

    Lazlo Kovacs

    13 de maio de 2011 às 14h05

    Rafinha Bastos já tem o seu Pantheon no Wikipedia – com as devidas mudanças biográficas, é claro.

    *http://pt.wikipedia.org/wiki/Rafinha_Bastos

    Passe adiante.

ZePovinho

13 de maio de 2011 às 10h41

Eu continuo achando que a comunidade judaica devia se manifestar,chamando a atenção para todos os tipos de preconceitos:contra negros,mulheres,pobres,nordestinos,diferentes em geral.

Responder

    Beto_W

    13 de maio de 2011 às 16h48

    Concordo. E as entidades de nordestinos, negros, mulheres, homossexuais e outros também deveriam fazer o mesmo.

    Mas acho que neste país cada um só olha pro próprio umbigo…

ZePovinho

13 de maio de 2011 às 10h39

Na falta de um marco regulatório para a comunicação social,nunca teremos uma barreira de contenção para essas aberrações.Essa barreira de contenção serviria para impedir que esses sentimentos fluíssem como rios caudalosos em momentos nos quais o país estivesse em crise econômica: a fonte de onde brota todo tipo de comportamentos fascistóides.

Responder

Luci

13 de maio de 2011 às 10h35

Para ser ótimo humorista tem que ter talento para criar, quem copia e mal, não é ótimo coisa nenhuma.
Prefiro assistir os humoristas que trabalham nas ruas de grandes metrópoles, que lutam para garantir o pão e o loeite da família. Ah estes são ótimos, tem que conseguir faze rir. Por vezes fico constrangida e triste de ver determinadas cenas e piadas de "desumor." Talento é um dom aprimorado.Não façam piadas tentanto despersonalizar pessoas, o mundo mudou, e está além dos muros do Morumbi.Esta piadinhas não resistem a uma legítima investigação do MPF.

Responder

Luci

13 de maio de 2011 às 10h29

A Bandeirantes está de novo na berlinda do desrespeito á cidadania.A TV é uma concessão pública e tem o dever de em sua programação difundi valores éticos e humanos.Sendo concessão pública tem o dever de demonstrar em sua programação a diversidade do país.O que estes senhores do CQC fazem é o "desprezo" a grupos sociais vulneráveis.Infelizmente são reincidentes e infelizmente copiam mal o programa e se acham o último pacote do biscoito.Nós mulheres temos que exigir o fim deste enfrentamento ilegítimo e covarde de quem se considera no direito de classificar pessoas com seus critérios subjetivos. Além da nota de repúdio todos os destratados deveriam ir a até a TV Bandeirantes exigir o fim de piadas racistas, homofóbicas, sexistas.Exigir que homens que acreditam que ainda podem despersonalizar as mulheres sejam enquadrados pela Lei.É possível um mundo melhor com este tipo de piada de um profissional de TV? Não é piada, é violência atravfés de um serviço de concessão pública.E em nosso país hoje temos uma Presidenta. As mulheres não estão só.

Responder

Luci

13 de maio de 2011 às 10h16

Conceição Oliveira Parabéns. O que eu não compreendo é que quando o desrespeito ocorre com outros grupos sociais a comunidade judaica não exige a retratação.A comunidade judaica poderia colaborar com a paz e a eliminação de intolerâncias, discriminações e preconceitos, atuar no combate a todas as piadas que ofendem a dignidade humana de todos os grupos sociais (negros, mulheres, pobres, homossexuais, indios cioganos).Os humoristas do Brasil estão sem graça, porque desrespeitam o outro, fazem caricaturas de pobres, homossexuais, negros, mulheres incentivando discriminações e violência.É a maior prova da falta de talento para fazer rir.Eu considero um humorismo que incentiva o não reconhecimento do direito de ser diferente, da diversidade como um valor e, perpetuam o racismo. É ser sem graça e sem consciência de suas responsabilidades social e estão demonstrando o preconceito que eles tem no subconsciente, estão fingindo fazer humor para manter os espaços de privilégio da elite oligarquica, manter a hierarquia social.Peçam desculpas a todos os que os senhores destratam.Retratem-se na mesma intensidade da ofensa à dignidade humana.

Responder

edv

13 de maio de 2011 às 09h15

Costumo chamar há muito esta modalidade de humor como "humor fascista", onde é necessário haver uma "vítima" para fazer a piada e quem não acha graça é necessariamente imbecil.
No bullying, as vítimas são em geral "desinturmadas".
Já aqui não interessa quem seja.
Pelo contrário, se for famosa ou importante, até conta dobrado.

Responder

    Rita

    13 de maio de 2011 às 10h27

    Excelente comentário! O "Rafinha Bastos" em entrevista a rádio CBN definiu o seu " humor" como aquilo que as pessoas gostariam de falar, mas não tem coragem. E que todas as pessoas são preconceituosas e ele, com é uma pessoa autêntica expõem os seus.
    Ele se julga muito inteligente…..Ele deve ter um grande problema de auto estima e precisa aparecer…Pra mim ele parece aquele adolescente que quando sai de casa só faz besteira!

leo

13 de maio de 2011 às 09h01

Grupos minoritários quando se trata de poder – migrantes nordestinos: Lula, Genoíno, Erundina, Tiririca, Vicentinho…

Responder

    Mariano Vicente

    13 de maio de 2011 às 10h04

    Oh Leo, vc desse modo está incentivando o preconceito. Essas pessoas citadas por ti, deram e ainda estão dando grande contribuição como gente, pessoa, cidadãos dignos e valiosos para esse país. Respeito, se vc não gosta dos mesmos, mas por favor, sem insultos….obg.

    leo

    13 de maio de 2011 às 10h21

    Só critiquei a expressão usada no texto "grupos minoritários quando se trata de poder", usando os migrantes nordestinos como um deles. Creio que o autor tentou fugir do termo "minoria", por não ser a maioria uma minoria numérica.
    No mais, tirando o genoíno e o tiririca, gosto dos outros citados.

    conceição oliveira

    13 de maio de 2011 às 11h10

    Leo, há um movimento em São Paulo que quer a expulsão dos migrantes nordestinos, Lula é alvo deste preconceito e Lula não é o retrato da maioria dos migrantes nordestinos no centro-sul.
    A autora (eu, o texto é assinado) quis dizer exatamente o que eu disse "Grupos minoritários quando se trata de poder (mulheres, negros, LGBT, indígenas, pobres, migrantes nordestinos nos grandes centros do Sul/Sudeste), pois as mulheres e negros, por exemplo são maioria da população brasileira e mesmo assim 'desempoderadas' e alvo de muito racismo e/ou sexismo.

    leo

    13 de maio de 2011 às 11h39

    eu compreendi. Só observei a adequação ou não do termo.

    leo

    13 de maio de 2011 às 10h42

    Ademais, "migrante" não é insulto. Pelo contrário, é uma qualidade, dentro do espírito desbravador do ser humano, nas grandes migrações que ocuparam os continentes.
    Se movidas por fatores econômicos ou não pouco importam pois muitas migrações se deram por motivo de busca de recursos pra sobrevivência.

Breno P

13 de maio de 2011 às 03h43

São ótimos humoristas a equipe de CQC, isso é inegável. Mas a muito eles deixaram de fazer piadas engraçadas e partiram para a agressão gratuita travestida de piada. Isso não pode ficar impune, e a justiça competente devem agir sobre eles para que o caso não se alastre e se repita. Será possível que só se respeitará a sociedade judia? Pq? Pq eles detém poder, influência e dinheiro? O que vale para Chico vale para Francisco, ainda mais quando uma dessas sociedades é vitima de opressão e td sorte de violência por milênios a fio, e sofre até hoje com julgamentos de culpe quando são vitimas de caso como estupro.

O que é necessário para se ativar o MP e fazer ações legais cair sobre a equipe do CQC responsável por esses comentários infelizes?

Responder

    beattrice

    22 de maio de 2011 às 15h43

    Os órgãos competentes acionarem o MPF, mas no gabinete Dilma tudo anda a reboque.

mauricio de souza

13 de maio de 2011 às 03h33

Muito bem, parabens…não vamos deixar insultar nossas mulheres desse geito. Já não cabe mais tolerar preconceituosos sem puniçao.

Responder

Lazlo Kovacs

13 de maio de 2011 às 02h51

Desde quando o humor do CQC é transgressor? Um enlatado da Eyeworks que, entre uma piada e outra, vende produtos? Eles criticam a Pepsi, aquela bebida sem vitaminas? A Skol (como alguém consegue beber uma cerveja tão ruim)? Denúncias? Na falta de um jornalismo decente, acostumamo-nos a aceitar o pior? Datena ocuparia todos os Top Five da semana. Qualquer um pode se esconder atrás de pautas fabricadas e perguntar aos parlamentares sobre tal e qual coisa. Você ri do político ignorante como espetáculo, mas nunca sente que o político ignorante foi votado por um eleitor; não apareceu por acaso (em tempo: não agem assim com políticos de SP…). A música de fundo é alta, os apresentadores falam alto. Rafinha Bastos é de origem judia? Eu conheço humor judaico, uma grande expressão de desprendimento sobre os seus próprios costumes, saber rir de si mesmo.Talvez devesse aprender com esse humor. Ou será que boa propaganda é má propaganda e má propaganda é nenhuma propaganda? Afinal, "ele faz isto pela grana" (frase dele), http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhe….

Responder

@protarciso

13 de maio de 2011 às 01h37

A nota fala em humor transgressor. Mas nessas piadas nada há de transgressor. Aliás o contrário, tudo o que há é a mera reprodução de proconceitos, de modo que devem ser execradas e os "humoristas" que a propalam, responsabilizados.

Responder

natalia

13 de maio de 2011 às 01h04

Aprendam a ter discernimento… A piada é de mal gosto, mas não se faz apologia a nada. É só humor! O problema é que desde o humor do bem, as pessoas não sabem mais discernir!

Responder

    luanay

    13 de maio de 2011 às 08h51

    ilumine-nos com o seu discernimento, ó sábia natalia.

    Marcelo Fraga

    13 de maio de 2011 às 10h19

    E seu eu viesse aqui e dissesse (a lá Bolsonaro) "a essa hora mulher tem que estar varrendo a casa e lavando roupa e não comentando em blog"?

    Você teria o tal discernimento para no final dizer que o que eu disse foi uma piada de mal gosto?

    Não se pode ter tolerância com coisas como o meu exemplo e essas outras aberrações ditas pelos tais "comediantes".

    beattrice

    22 de maio de 2011 às 15h42

    Excelente exemplo aliás, contundente e educativo eu diria.

    Julia

    13 de maio de 2011 às 16h46

    Natália, dê uma olhada nisso: http://www.youtube.com/watch?v=atKHN_irOsQ

es3vam

13 de maio de 2011 às 00h29

Eu sempre disse que esses babacas sonham em ser comediantes americanos, cujo sarcasmo é validado pelo preconceito aberto e institucionalizado. No Brasil, é, no mínimo, ingenuidade fazer o mesmo…

Responder

    Werner_Piana

    15 de maio de 2011 às 22h05

    bicho, de INGÊNUOS os CQCistas não tem nada.
    São espertalhões, safados e aéticos, descaradamente! E tem – infelizmente – hordas de jovens preguiçosos pseudointeligentes que os seguem por serem "legais"… é lamentável!

    beattrice

    22 de maio de 2011 às 15h40

    Como se desejo de imitação dos brutamentes xerifes do norete fose sonho, considero pesadelo.

    beattrice

    22 de maio de 2011 às 15h41

    Como se desejo de imitar os brutamontes xerifes do norte fosse sonho, considero pesadelo.

    José Manoel

    26 de maio de 2011 às 18h33

    Agora inventaram esse tal de "stand up comedy " , para se acharem mais descolados e falarem um monte de mer…….!!!!!


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