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Urariano Mota: O cabo Anselmo um dia antes da morte de Soledad

publicado em 25 de maio de 2012 às 0:35

Soledad foi  torturada e morta no Recife em 1973, grávida, depois de ser entregue ao delegado Sílvio Paranhos Fleury, traída pelo  cabo Anselmo, de quem trazia um filho na barriga. A foto é de Soledad no Chile.

por Conceição Lemes

Ex-presos políticos e parentes de mortos e desparecidos  da ditadura civil-militar receberam com a alegria a decisão da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça de negar o pedido de indenização ao ex-marinheiro José Anselmo dos Santos, 70 anos, o Cabo Anselmo.

Entre eles, o escritor e jornalista pernambucano Urariano Mota, que me enviou este e-mail:

A negação da anistia foi boa, e fiquei muito feliz.
Acredite você, há um blog de direita
afirmando que vai levar a negação a tribunais internacionais,
que isso poderia dar em imepachment de Dilma,
etc.etc. Eu sabia que eram loucos, mas não nesse nível.

Uariano nunca o viu pessoalmente,  mas o “conhece”, como me contou em entrevista em 2009: “Conheço o Cabo Anselmo por seus cadáveres, que ele arrasta como uma cauda. Fui, sou amigo de quem ele perseguiu, traiu e matou”.

Na época, Urariano estava lançando o livro Soledad no Recife, pela editora Boitempo.

Soledad Barret Viedma era uma jovem idealista, corajosa, doce e linda, muito linda. Foi torturada e morta no Recife em 1973, grávida, depois de ser entregue ao delegado Sílvio Paranhos Fleury, traída pelo  cabo Anselmo, de quem trazia um filho na barriga.

Para reforçar a importância dessa decisão da Comissão de Anistia, Urariano nos mandou este capítulo do livro Soledad no Recife. Confiram.

O cabo Anselmo um dia antes da morte de Soledad

Daniel, Anselmo, Anselmo/Daniel vai até o muro do jardim e olha o mar azul de Piedade. Para fazer o que tem vontade, ele pularia o muro e, longe desse canto, ele voltaria a ser Simbad, o marujo, em busca de aventuras, do heroísmo de Hollywood, das histórias em quadrinhos. Então ele seria resgatado pela esquadra norte-americana, rumo ao Pacífico, ao Havaí, longe, bem longe dessa história concreta de ter de entregar isso. “Isso” é Soledad. Se o vemos mal, dele vemos que não lhe dói em absoluto entregar, delatar, fazer aprisionar, eliminar isso, essa mulher. Todas as ações necessárias, exceto trair. Trair, nunca. Não se trai aquilo em que não se acredita, ou, pelo menos, aquilo em que um lance esperto de sobrevivência foi levado a acreditar. Ele não é nem será jamais um traidor. Traidor é quem trai a pátria. Traidor não pode ser quem entrega o terror, o terrorismo, os terroristas. Pero Soledad ergue a voz na cozinha, ou por decibéis sensíveis aos ouvidos de captação de Anselmo, ou pelo silêncio que se faz no encanto, parece erguer a voz. Nem sequer se ouve um riso, uma folha que cai, um gelo em um copo. No cigarro que ele fuma, a própria fumaça canta:

“La Navidad que les canto

no tiene luz

se va tiznando en la noche

de Juan Laguna”

E Anselmo, Anselmo sua máscara entende esse espanhol y esa Navidad, que lhe chega também com o sentido de nascimento, la navidad que les canto no tiene luz. Vira-se para a esquerda e olha o mar. “Isso passa. Calma, hombre. Terás a compreensão daqueles olhos verdes, claros e vivos de Fleury”. E sorri íntimo. Mas fuma:

“Así por dentro del sueño

pasa llorando la luna”.

O que lhe dói não é de modo nenhum – “Culpa zero, entende? Culpa zero” –,  não é bem doer, o que o incomoda é a incompreensão do mundo. É a burrice e o preconceito de todos. Vão culpá-lo do que não está em sua consciência. Em sua treinada e prática consciência. “Se eu não me julgo um criminoso, eu não sou criminoso. O que vale é o que eu sei”. E se põe a mover a cabeça para um e outro lado, como um mangusto, um suricato na savana.

“Se le va hundiendo en los ojos

largo el camino”.

Se o vemos bem, e a obrigação de compreendê-lo, de tocar a verdade, a isso nos obriga, notaremos que o ser Daniel de sua alma teria preferido não matar Soledad. Melhor, ele não usa a palavra matar, ele diz pegar, pegar Soledad. Matar, mata-se galinha. Galinha se mata quebrando-lhe ou sangrando o pescoço. E o réptil lhe volta ao ser, a balançar o queixo enquanto se afirma “Eu sou incapaz de matar uma galinha. Me sinto mal, entende? Não gosto de quebrar, de sangrar pescoço”. E não se diz, porque está claro e elementar como o horizonte azul do mar, “que dirá matar gente, torcer e sangrar o pescoço de Sol”. Vem-lhe um engulho, e Anselmo se diz, “beber rum com coca me ataca o fígado”. Se o vemos bem, queremos dizer, se o vemos com a experiência de 36 anos depois, quando ele declara que tentou salvar a companheira, pois assim se refere a ela diante dos ouvidos morais, quando declara que pediu a seu estimado chefe que poupasse a vida de Soledad, ainda o vemos como o homem que acha necessário se eximir da culpa. Ele não é um bárbaro, um brutamontes, porque é atento e atencioso à condenação coletiva. “Fiz o que pude, mas….”. E por assim considerá-lo bem, devemos acreditar que fez o que pôde, no limite, na fronteira máxima da própria sobrevivência. “Caralho”, dirá, “quem me cobra não sabe a barra-pesada daqueles anos”, e, esperto que é, se não põe mais ênfase agora é porque precisa justificar antes a sua “passagem”, supondo uma, da esquerda para a delação, quando em mais de uma oportunidade fez o que ditou a sua consciência. Se o vemos bem, ainda assim não podemos deixar de ver que a sua defesa é constituída de remendos, precários, que a novos fatos cambiam sempre de posição.

Daniel, assim de costas para todos, como se estivesse a fumar sozinho em busca de respostas no mar, pode voltar a ser Anselmo, ele e ele mesmo.

“Muy distraído se queda

Com su destino…”.

Si. Se assim fosse, idealista e belo, poderia repetir “puedo escribir los versos más tristes esta noche”. Pero não, ele está nas vésperas, e por isso deve manter os olhos bem abertos, bem certeiros de caçador, que fareja e sabe o lugar exato para o tiro certo sobre a fera.

“Le está soltando campanas

la Nochebuena

y en el arbolito cantan

las arboledas”.

Arboledas soam a ouvidos brasileiros como se fossem borboletas, mariposas, que na arvorezinha de Natal estivessem a cantar. “Y en el arbolito cantan las arboledas”. Seria, talvez, mais absurdo e mais belo, mariposas cantando na arvorezinha de Natal. Mariposas amarelas, azuis, vermelhas, que belas, frágeis e pássaras nem precisam cantar para encantar. Pois Soledad canta como uma mariposa cantaria, se cantasse. As asas seriam as saias das dançarinas paraguaias quando bailam. Há folheados de saias. “Como posso traí-la?”. Sim, isso. Isso agora é isto: “Como posso traí-la?”. Soledad canta como se cantarolasse. Por sua natureza canta, magnífica, mas desligada de si. “Até parece que ela sabe”, Anselmo se fala, enquanto ouve e escuta “distraído se queda com su destino”.

Lá na cozinha ela faz a sua representação, se revela a mulher terra, terra, terra, ao infinito da duração do seu canto. Todos a sentem. “Como posso traí-la?”. É curioso, seria engraçado, mas até mesmo o pensamento de Anselmo lhe vem em uma forma ambígua. Até mesmo na sua forma há uma ponte, que se liga ao lugar onde se mandaria a solidariedade para o inferno. A partir de sua primeira forma de remorso, “Como posso traí-la?”, que significa “Como posso trair essa ternura, como posso me tornar infame ante essa mulher? Como posso me acanalhar ante essa inocência feliz?”, o seu pensamento se liga ao “Como posso traí-la? De que modo posso traí-la? Quais meios melhores para traí-la?”, até “Sim, de que modo traí-la sem que me advenha qualquer culpa?”. Ele a seguir dirá, como o disse 11 anos depois, “Ela não morreu por minha culpa! Ela morreu pelo que ela defendia, morreu por aquilo em que acreditava, morreu pelo caminho que ela escolheu. Ela morreu como vítima do movimento comunista internacional, não por minha culpa”. Mas então ele terá passado por um longo período de pensar em sua defesa, de preparação para responder às pessoas normais, que não o entendem. “Sim”, ele dirá, “ela era uma terrorista”, sim, completará, “ela sofreu um acidente de percurso”. Para corrigir, “Não, não foi um acidente. A morte estava escrita para toda aquela turma. Aconteceu o que tinha de acontecer. O que tinha de ser, foi”. Mas agora, neste janeiro de 1973, não. Soledad canta e isso lhe dá um arrepio, um incômodo, estúpido, enervante. Um arrepio perseguidor sem clemência

“Juanito de la inocencia

canta en dormido Laguna

así por dentro del sueño

pasa llorando la luna”.

“Caralho de mulher sentimental. Foda-se”. Há um fato que ele evita. Há uma informação que sua consciência rejeita. Há uma delação, um embaraço, un embarazo, a querer acorrentá-lo. Sol está grávida. Soledad está grávida. ¿Y? Obstáculos de consciência assim ou se atravessam rápido ou não se atravessam. Quem está determinado, sobre um obstáculo não se deve deter. Si, ¿y? E daí, não é mesmo? O que isso quer dizer? Coisa mais comum, mulher grávida. Caralho de sentimentalismo. Porra, se ela está grávida, putz, foda-se. “Sei lá, cara, sei lá com quem ela trepa!… com quem ela faz ‘amor livre’! Por que não se preveniu? Quem está na luta não se embaraça. Isso é um princípio. Isso é ensinado desde o treinamento em Cuba. Ela não sabia? Putz. Agora, sim… até parece. Ter de carregar pano de bunda de mulher. De mulher com psoríase, de neurótica, de puta. Puta, sim. Onde está a responsabilidade? ¿Donde está su grave responsabilidad? Trepar sem DIU, trepar sem pílula, foda-se. Comigo não, camarada”. E num esforço de concessão: “Ela defende o aborto, não é mesmo? Então vá….”. Ele prova a própria língua como um chiclete.  Para não encarar o oceano, fita a pequena mata, o pequeno mangue à frente do muro do jardim. Nada vê da paisagem. “Nem bucho ela tem. Sim, tem, mas só um pouquinho. Está só no começo”. E não vê mata, nem o serviço sujo em toda a crueza, crueldade e conseqüência. Isso não é com ele. O serviço está bem dividido, cada um com a sua tarefa. Matar, não, isso não é com ele. “Nunca matei ninguém”, ele se diz, mas é incapaz, ainda que com todo cinismo, de externar o que pensa, de falar isso em qualquer entrevista. Porque é inteligente e não quer ser alvo de maledicência ou zombaria. Pero ele sabe, ele mesmo, “para a minha consciência isto é o que é importante: nunca matei ninguém”, e saboreia, alisa, evolui e amacia a própria língua. Estala esse músculo importante como um chicle de bola.

Zenilton, o bom palhaço, o pequeno farsante, o chama.

- Daniel, vem cá, por favor.

Mas tão absorto ele se encontra, que não se dá conta, não escuta. Ou ao chamado, ou à voz esganiçada que auxilia o não ser ouvida por este nome, Daniel. Jônatas, Jonas, Daniel são peles próximas da queda do seu corpo. São como perispíritos, como os seriados no cinema de sua infância, quando via bandidos entrarem no corpo de pessoas pela simples dose de um remédio, e depois saíam para assumir outra identidade. Pero acá o bandido é outro, o lado do mal está invertido, o mal aqui se veste de bem, o terror quer ser o bem. O terror quer ser a justiça. O cacete. O terrorista quer ser o futuro da humanidade. O caralho.

“Sobre la mesa, un pan dulce,

un arbolito,

unos juguetes. Jugando,

sus hermanitos”.

Quem quiser que se engane com essa idiotice. Putz.

- Daniel, Juanito pelas costas o toca.

Ele estremece. Vira-se. Coisa estranha, pareceu-lhe receber um toque de Juanito.

- Daniel, vamos entrar, lhe fala Zenilton. Chegou a hora da surpresa de Sol.

- Surpresa?!

- O bolo do aniversário. Estava esquecido?

- Não, claro. Sim, sim. Vamos lá.

 Leia também:

Urariano Mota: A última mentira do Cabo Anselmo

Urariano Mota: O Cabo Anselmo, a ditadura, o Roda Viva e a Folha

Urariano Mota: Gregório Bezerra, sua luta, sua glória

 

12 Comentários para “Urariano Mota: O cabo Anselmo um dia antes da morte de Soledad”

  1. [...] Urariano Mota: O cabo Anselmo um dia antes da morte de Soledad [...]

  2. qui, 20/12/2012 - 0:30
    W....

    Sou Sobrinho do Anjo da Morte,
    Cabo Alselmo,
    e Ele não ta morto
    ta vivo e ele só fez o que muito FDP não fária, mostrou que o governo é falho, ele nunca mantou ninguém, só mandou matar,
    e todos tão afudando por si mesmo por acreditar na merda o PAIS que tem.
    esse governo esse pais é um lixo, somos uma criação não somos Humanos tentamos ser humanos todos somos falhos por falta de um homem que tenha capacidade de tenar mostrar o correto se todos fossem como cabo anselmo o mundo hoje séria diferente, intelizmente tem um bando de falso medico, advogado uma falha no governo nos policitos safados e tbm, várias falhas na defesa do estado.

  3. qui, 29/11/2012 - 0:56
    T.Luna

    Primeiramente, gostaria de mencionar que “os Fins justificam os meios” – É Maquiavel e não Marx. Os que pregam os direitos iguais para todos, e uma vida de qualidade para os trabalhadores não são anti-cristãos, ao contrário, há mais nessa luta e na divisão dos bens, e em busca de um vida digna e de qualidade para todos, como uma imagem de sociedade ideal, do que parecido com o Inferno. Eu luto pela classe trabalhodora e sou cristã. E você o que faz? Crítica de dentro de casa aqueles que escolhem lutar pela isônomia?!? Democracia é conceder a liberdade de pensamento e a oportunidade de utilizar o livre arbítrio, incluindo a escolha de religião ou de não religião. Democratas crentes?? Democracia não permite imposições, é a vontade da maioria. Quem impõe alguma coisa deixa de ser democrata para ser Ditador!! Infelizmente, a ditadura ainda exala seus resquícios de comportamento na massa manipulada. #sourecifense – a história é a das minhas ruas.

  4. [...] Urariano Mota: O cabo Anselmo um dia antes da morte de Soledad [...]

  5. sex, 25/05/2012 - 13:16
    Aline C Pavia

    Será que EUNUCOSABIA, Gil Rocha e outros trolhas habitués do blog teriam coragem de entregar à tortura e à morte uma mulher grávida de um filho seu?

    É aí que reside a diferença entre aqueles que votaram em Dilma Rousseff e os que jogaram seu voto na latrina tucanalha. Dilma Rousseff ficou, foi presa, torturada, tomou choque no mamilo, se mijou, se cagou, foi amarrada nua ao pau-de-arara. POR 22 DIAS.

    José Serra fugiu para o Chile e FHC para a França. Hoje José Serra nomeia uma marionete da ditadura como reitor da USP. E Dilma Rousseff é a presidenta da República. (chupem essa manga.)

    Questão de escolha.

    • sex, 25/05/2012 - 13:21
      Aline C Pavia

      Aliás por falar nisso, os trolhas que moram em São Paulo estão felizes com o trânsito e com o sistema público de transporte?

      Ou perambulam pela capital a bordo de seus carrões, 3 horas pra ir e 3 horas pra voltar, ouvindo a CBN meter o pau no governo e lendo qq esquisoterice de Lya Luft ou Max Lucado a pretexto de auto-ajuda?

      Será que acham “moderno” um congestionamento de 300 km na 4ª maior cidade do mundo? Ou será que nem sequer conseguem conceber conceitos de coletividade, sustentabilidade, mobilidade urbana, eficiência, otimização do tempo e redução de custo e horas-homem? Acreditam realmente em Saulo de Castro Abreu e Jurandir Fernandes??

      A torpeza e pequenez de eleitores tucanos é de dar pena.

  6. sex, 25/05/2012 - 13:15
    Jair de Souza

    Estimada Conceição, obrigado pelo texto. Também estou contente com a negativa de conceder pensão ao covarde assassino que traiu e levou à tortura e à morte a muitos dos que fingia ser amigo e companheiro, até a quem fora sua companheira e portava no ventre um filho de sua fecundação. Só queria fazer uma ressalva menor, o nome do monstro a quem este outro monstro entregou sua própria companheira era Sérgio, e não Sílvio. Sérgio Paranhos Fleury.

  7. sex, 25/05/2012 - 10:38
    Tadeu Colares

    Cabo Anselmo…! Só o nome dá arrepios.Não o nome em si.Mas o arrepio vem do que lhe carrega o próprio nome “cabo Anselmo”! Para muitos, seja mais um cabo, mais um anselmo da vida. Mas não. Este Cabo Anselmo é único, pois só ele carrega nas costas todo o peso do significado para muitos que viveram os tempos macabros da ditadua militar.Macabros e Cabo Anselmo, os termos soam satânicos, aterrorizantes, apocalipticos. Neles ambos são como sinõnimos.Muitos de nós que morávamos no Recife à epoca e que de algum modo particípavamos da luta contra a Ditadura, soubemos do que este Cabo Anselmo, primeiro e único, perpetrou naquela sinistra “missão”. Os céus e a terra clamam por justiça. Quem viver verá!?

  8. sex, 25/05/2012 - 8:42

    comecei a ler acima.
    A partir de certo ponto: de novo! a vontade, não, o quase impeto de vomitar
    me impediu de ler adiante.
    Penso até que os julgadores do processo ou sentiram o mesmo. Ou pensaram em definitivo na possibilidade de levarem para seu túmulo a pecha
    infamante e indelevel de ter sequer pensado em conceder um verniz de humanidade juridicamente reconhecivel a esse verme.

  9. sex, 25/05/2012 - 8:07
    Gerson Carneiro

    Não tenho definição para esse ser Cabo Anselmo.

    A entrevista dele no Roda Viva foi de uma torpeza imensurável.

  10. sex, 25/05/2012 - 3:15
    Gerson Carneiro

    “Se a culpa é minha, eu a coloco em quem eu quiser” – Homer J. Simpson.

  11. sex, 25/05/2012 - 3:13
    Cláudio

    Como é que alguém linda (física e também não-materialmente) se envolve tão intimamente com um macaco ? Lamentável, profundamente lamentável. Que o(s) macaco($$) (e seus lacaio$$ do PiG) apodreça(m) na cadeia.

    “Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” – Malcolm X (1925-1965).

    “Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma.” – Joseph Pulitzer (1847-1911).

    Ley de Medios, já ! ! ! Comissão da Verdade, já ! ! !

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