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Narciso Alvarenga Monteiro de Castro: O desmonte de nossos programas estratégicos

05 de janeiro de 2016 às 20h01

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Gráfico da Defesanet.com

A QUEM INTERESSA ATRASAR OS PROGRAMAS ESTRATÉGICOS BRASILEIROS?

por Narciso Alvarenga Monteiro de Castro*

Em 14 de junho de 2012 foram comemorados os trinta anos do fim da Guerra das Malvinas entre o Reino Unido e a República Argentina, que, como todos sabem, terminou com a rendição dos soldados argentinos em Porto Stanley.

Foi a primeira “guerra tecnológica” e precedeu outra, a Guerra do Golfo, onde os artefatos high-tech puderam ser demonstrados aos olhos do mundo e em tempo real.

Para nós, brasileiros, as lições mais importantes do conflito, além de testemunhar o heroísmo dos soldados portenhos e principalmente de seus pilotos de caça, foram: os Estados Unidos (e de resto a Europa) se alinham automaticamente aos seus e um submarino de propulsão nuclear deixa fora de ação toda uma esquadra convencional.

Um pouco antes, a Marinha do Brasil já ensaiava os primeiros passos buscando o domínio do ciclo atômico, com os Almirantes Maximiano da Fonseca, Mário Cezar Flores, Álvaro Alberto e, principalmente, o Vice-Almirante Dr. Othon Luiz Pinheiro da Silva.

Para um país de larga extensão costeira, fica claro que a estratégia baseada na dissuasão é a mais eficaz. Os primeiros submarinos da esquadra foram adquiridos em 1914 de procedência italiana. A tradição de construção de navios em nossas terras vem antes de 1808, com a chegada de D. João VI e nunca foi interrompida, apesar dos altos e baixos.

Hoje, o país pode se orgulhar de dominar a sensível tecnologia da construção de submarinos ou submersíveis, adquirida da Alemanha. Mais recentemente, um acordo estratégico assinado com os franceses deu um passo além: a aquisição de tecnologia para projetar submarinos, que ao final, capacitará o país a lançar o seu primeiro submarino de propulsão nuclear.

Um submarino convencional é movido a motor diesel e baterias. Segundo o Contra-Almirante Othon tal embarcação não passa de um jacaré ou uma foca, fácil de ser abatida. A explicação é simples. Para submergir, os motores precisam ser desligados, pois produzem gás, que não teria como ser expelido devido a maior pressão.

Então, o tempo que um submarino convencional pode ficar escondido (stealth) é o tempo de duração de suas baterias, uns poucos dias. Ao subir à superfície, para recarregar as baterias e o ar, pode ser facilmente abatido, pois, além disso, é muito lento.

Um submarino de propulsão nuclear pode ficar meses embaixo da água, o tempo que os seus tripulantes aguentarem sem sofrer um colapso nervoso. É muito mais rápido, devido ao seu propulsor, um reator atômico, que utiliza urânio enriquecido a 20%, o U-235.

Fica clara a opção escolhida pelos que pensaram a Estratégia Nacional de Defesa (que não pode ser separada da Estratégia Nacional de Desenvolvimento).

Somente cinco países constroem submarinos com propulsão nuclear: Estados Unidos, Reino Unido, França, China e Rússia, todos membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.

Apenas três países dominam todo o ciclo do combustível atômico e possuem reservas de urânio: os Estados Unidos, a Rússia e o Brasil.

Nosso país tem mais de 300 mil toneladas de urânio em suas jazidas, sendo que somente um terço delas foi prospectada. O consumo hoje é de mil toneladas/ano, o que seria suficiente para mais de 300 anos de fornecimento.

O Brasil na década de 80 assinou um tratado de salvaguardas com seu vizinho argentino. Foi um tratado equilibrado, pois previa reciprocidade. Muitos anos depois, foi obrigado a assinar um tratado de não proliferação nuclear, no final do governo de Fernando Henrique, visivelmente desequilibrado, pois só previu obrigações para o lado brasileiro, sem nenhuma contrapartida das grandes potências.

Tentam fazer que o país assine um “protocolo adicional” que pode significar que o país abra sua tecnologia nuclear aos estrangeiros. Nenhum país do mundo fornece ou vende tecnologia nuclear sensível, como ficou claro no acordo nuclear Brasil-Alemanha na década de 70 do século passado, aliás, ainda em vigor.

Por tudo isso, soa muito estranha a prisão do Vice-Almirante R1 Othon Luiz, ocorrida na chamada 16a fase da Operação Lava Jato, por supostos recebimentos de 4,5 milhões de reais, na construção da Usina Angra 3.

Othon já foi investigado pelas próprias Forças Armadas e foi inocentado na década de 90, sendo certo que diversos comandantes militares não simpatizavam com seus projetos ou seus métodos.

Some-se a isto, a campanha contra a Petrobrás, que estava em franca expansão com as descobertas do Pré-sal, bem como a prisão do Presidente da Odebrecht.

O desenvolvimento do reator que equipará o subnuc brasileiro vai sofrer atrasos e os vinte técnicos terão que ser remanejados com o contingenciamento das verbas, devido a intensa campanha da mídia, que acompanha o desenrolar da Operação Lava Jato.

O projeto do VLS (veículo lançador de satélites) vem sofrendo constantes abalos e até suspeita de sabotagem. O moderno avião transporte de cargas e tropas, o KC-390 da Embraer, também sofrerá atrasos, devido ao ajuste fiscal do governo Dilma.

É inconcebível que um suposto combate à corrupção possa conduzir ao desmonte em programas estratégicos da nação. Seria até risível se pensar que americanos, russos ou franceses encarcerariam seus heróis, seus cientistas mais proeminentes, ainda que acusados de supostos desvios.

Portanto, somente aos estrangeiros ou seus prepostos no país, pode interessar o atraso ou o fim dos programas estratégicos brasileiros. É mais que hora de uma intervenção do governo ou, no mínimo, uma supervisão bem próxima da nossa Contra Inteligência para a verificação do que realmente está por trás das investigações da PF (FBI? CIA?), MPF e dos processos a cargo da 13a Vara Federal de Curitiba.

*Juiz de Direito do TJMG

Leia também:

Ditadura, bicheiros, Carnaval e Globo: tudo a ver

O livro da blogosfera em defesa da democracia - Golpe 16

Golpe 16 é a versão da blogosfera de uma história de ruptura democrática que ainda está em curso. É um livro feito a quente, mas imprescindível para entender o atual momento político brasileiro

Organizado por Renato Rovai, o livro oferece textos de Adriana Delorenzo, Altamiro Borges, Beatriz Barbosa, Conceição Oliveira, Cynara Menezes, Dennis de Oliveira, Eduardo Guimarães, Fernando Brito, Gilberto Maringoni, Glauco Faria, Ivana Bentes, Lola Aronovich, Luiz Carlos Azenha, Maíra Streit, Marco Aurélio Weissheimer, Miguel do Rosário, Paulo Henrique Amorim, Paulo Nogueira, Paulo Salvador, Renata Mielli, Rodrigo Vianna, Sérgio Amadeu da Silveira e Tarso Cabral Violin. Com prefácio de Luiz Inácio Lula de Silva e entrevista de Dilma Rousseff.

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11 Comentários escrever comentário »

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FrancoAtirador

07/01/2016 - 12h55

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A NOVA ERA DA INCERTEZA
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Brasil pagará um Alto Preço por não ter investido
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em Pesquisa de Base Industrial de Alta Tecnologia.
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Com a Petrobras e o Pré-Sal sob Ataque Permanente
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e com os Preços de Matérias-Primas Despencando,
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não há Alternativa, senão à Sucumbência ao Dólar.
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(http://expresso.sapo.pt/economia/2016-01-06-Bolsas-de-Nova-Iorque-perdem-mais-de-1)
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Responder

    FrancoAtirador

    07/01/2016 - 12h59

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    .
    Um País só possuirá Soberania quando tiver Autonomia
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    para fechar o Cassino da Bolsa de Commodities & Futures,
    .
    sem depender da Variação de Qualquer Moeda Estrangeira.
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    .

Julio Silveira

07/01/2016 - 11h05

Aos poucos brasileiros comprometidos com o Brasil vão despertando das manipulações feitas pela nacionalidade subserviente, alinhada a interesses externos que defendem a fraqueza de nosso país e nosso povo. Aos poucos os brasileiros vão mostrando suas vozes. O Brasil precisa ter coragem para enfrentar seus traidores com o rigor que costumam ser tratados nos países que percebem sua existência entre seus nacionais. Que sejamos a terra da alegria, do carnaval, do sincretismo, da pluralidade racial, a terra do carnaval, mas também na defesa ferrenha de nossa soberania, de nosso povo, de nossa cultura, de nossa pátria. Que não sejamos reconhecidos mais como quintal de estrangeiro nenhum do mundo.

Responder

Bacellar

06/01/2016 - 12h56

Fundamental que se comece a levar a serio a possibilidade de que os gringos estejam de fato operando por aqui. Fui meio ridicularizado ano passado quando propus a hipótese de vazamento do material fruto da espionagem pela nsa da Petrobrás para pessoas ligadas a operação lj.

Esse texto do juiz agrega mais fundamentos a tal ilação.
Se pensarmos que a operação vem paralisando principalmente Petrobrás e empreiteiras, além desses projetos de defesa citados, tudo converge para o atendimento de interesses exógenos.

Salvaguardar a capacidade de funcionamento das empresas investigadas e da Petro, ainda que sigam paralelamente as investigações contra pessoas físicas envolvidas, é chave.

Responder

    Mauro

    06/01/2016 - 18h15

    Começar a levar a sério?

    Isso é sério desde o golpe de 64, só reacionários cegos é que não vêem!

    Bacellar

    06/01/2016 - 23h36

    Me refiro ao golpe em andamento. Boa parte da esquerda avalia apenas os atores internos e trata como teoria da conspiração artigos como esse…

Luiza

06/01/2016 - 10h04

(((( moderador/es, deixei o link de uma entrevista em 2 partes publicada pela emissora NT Jornalismo, em 14/12/2015, portanto em sintonia com os recentes fatos que estamos vivendo. Deêm uma olhada. Será que não seria útil dar publicidade sobre as denúncias gravíssimas contidas no vídeo, já que tantas coisas estranhas estão acontecendo no país desde 2014 sem que a gente consiga entender como e por que ?? A perplexidade sobre fatos e comportamento de autoridades públicas é tanta que já não dá mais para esconder: estamos , sim, sofrendo um golpe orquestrado com a participação das instituições nas 3 esferas do Poder, sobretudo do judiciário. A suspeita envolvendo a ABIN nao é infundada, não. É um órgão que atua desconectado do Brasil, não tem identidade nacional e acredito, sim, ser um órgão cooptado para atuar na garantia de interesses geopolíticos, sobretudo dos EUA, Inglaterra[Israel tá nessa também]. Talvez falar com o intrevistado, algum de vocês escrever sobre isso de uma forma completa, clara, bem redigida, afinal vocês são jornalistas preparados para isso. Não sei se dá tempo da gente sair do golpe. A coisa está muito adiantada, em todo caso…))))). Triste isso…
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O meu comentário é o mais do mesmo.. Concordo com tudo o que o juiz escreveu.
O que o juiz Narciso escreveu vem sendo questionado faz tempo, em vao, e nao é nada novo para quem vem acompanhando os movimentos sendo executados simultaneamente em várias frentes e conhece um pouco da história dos países. O jogo que está sendo jogado no Brasil atualmente, na verdade em toda a América Latina, nao tem inocentes, nao. É que a falta de estratégia, incompetência política e a vassalagem impedem qualquer resistência diante das ordens que chegam daqueles que estão acostumados a ocupar todos os espaços no cenário mundial. A tristeza em tudo isso é que está mais que óbvio que a história está se repetindo diante dos nossos olhos e utilizando as mesmas armas de sempre: mandatários públicos em todas as esferas do Poder[executivo, judiciário e legislativo] corruptíveis, imprensa e instituiçoes da sociedade civil e forças armadas vassalas e povo despolitizado.
As atitudes absurdas das nossas instituiçoes públicas, principalmente da justiça, a dobradinha da imprensa com a oposiçao emparedando o governo, a manipulação sistemática da opiniao pública e, somado à isso, o comportamento sintomático da chefe do executivo, nao resta dúvida alguma de que o Brasil já entregou a alma e o corpo ao diabo: o povo, a economia, a soberania, enfim, o seu destino nas mãos dos senhores do passado.
Daqui prá frente vamos assistir ao desmonte do Estado brasileiro em todos os níveis, e isso pelas maos dos seus próprios nacionais, se é que essa gente algum dia teve pátria, cujos nomes acompanhados do respectivo cargo público são todos muito bem conhecidos, porque a imprensa dá conta de informar cada movimento deles nesse projeto de destruição da nação, só não vê quem não quer enxergar. Por que o pessimismo? Porque nada nem ninguém que representa a República, até agora, reconheceu o óbvio publicamente e ofereceu enfrentamento à altura, o que comprova que no bastidor as decisões já foram tomadas e os personagens estão cada qual no seu devido lugar desempenhando o que lhes foi dado como tarefa nessa engrenagem que está em pleno funcionamento. Basta olhar para a situação toda para perceber que há, sim, uma lógica e coerência desconcertantes no desencadeamento dos fatos e ações que estamos assistindo, onde ação e reação convergem escandalosamente num mesmo horizonte, entao..
Para mim, isso explica a angústia demonstrada na parte final do que escreveu o autor do post ” intervenção do governo ou, no mínimo, uma supervisão bem próxima da nossa Contra Inteligência para a verificação do que realmente está por trás das investigações da PF (FBI? CIA?), MPF e dos processos a cargo da 13a Vara Federal de Curitiba.”
Só para constar, a ABIN, nas palavras de André Soares[veja detalhes e vídeo ao final], é relatada por ele como orgao totalmente fora do controle do Estado Democrático de Direito; descolado dos interesses nacionais, uma brasa da ditadura instalada dentro do regime democrático capaz de acender outras fogueiras; sem subordinação nem mesmo ao presidente da república e que age com receita e métodos sem nenhum tipo de controle ou fiscalização; que é uma instituição que está acima das leis brasileiras; que é uma verdadeira “caixa preta” que se for investigada, como se deve, somente aí é que o Brasil se dará conta do estado de corrupção que estamos vivendo etc.. Essas e muitas outras declarações contundentes foram ditas por ele em entrevista a uma emissora de televisão de canal aberto, portanto o conteúdo é de domínio público, além do mais André Soares publicou tudo em um livro que contém não só relatos da sua atuação na ABIN mas, e também, os documentos que corroboram as suas afirmações, denúncias, como ele mesmo diz na entrevista. Todos os documentos publicados por ele são de acesso público e, portanto, sem nenhuma correspondência com vazamentos de informações sigilosas ou segredo de Estado.
Sobre André Soares: é um tenente coronel com 30 anos de experiencia em serviço secreto; A sua passagem pela ABIN teve início em 2002 pelo fato do seu atendimento ao convite feito pelo Lula para integrar o governo como oficial de inteligência no Gabinete de Segurança Institucional o que, pela natureza da funçao que ele ia desempenhar, foi o que justificou a sua designaçao a prestar serviço na ABIN [retirei estas informaçoes da própria entrevista].
Ele diz ainda que, apesar de ter sido ameaçado de morte dentro da própria ABIN pelo chefe da contra-espionagem porque ter se recusado em participar de uma operaçao criminosa que visava espionar o governo Lula[por dentro, no cotidiano] o que o levou, inclusive, a denunciar no Planalto esta operaçao clandestina e ilegal; que a sua vida virou um verdadeiro inferno depois da sua passagem por esse órgao e alega que ainda hoje é observado à distancia e sente-se constantemente ameaçado. Entrevista em 2 partes;
1° parte – https://www.youtube.com/watch?v=1MTNSIy5yV4
2° parte – https://www.youtube.com/watch?v=mlqIuaVYvFk

Responder

José De Pindorama

05/01/2016 - 22h33

Caros Comentaristas, boa noite!
Antes do Brasil se engajar, com os ‘aliados’, na segunda Guerra Mundial; o Brasil já vinha sofrendo assédio dos estadunidenses. A segunda Guerra Mundial pavimentou o caminho para uma ‘pseudo’ aproximação e suspeita parceria, facilitando o contato com setores simpáticos aos USA dentro do Estado Maior das Forças Armadas Brasileiras. Obviamente, muitos do Estado Maior viam com reservas, e ponderação essa aproximação. Pois, sabiam que países não têm amigos, têm interesses! Porém, uma elite deslumbrada e subserviente aos interesses internacionais, uma porção das Forças Armadas, aliada a falta de compreensão histórica e muito desconhecimento de nosso povo, produziram sucessivas instabilidades na nossa tenra Democracia. A história segue e acusamos um primeiro golpe ao final do Governo Vargas, contudo não se configurou como planejado. Ato continuo, mais uma tentativa, agora, no Governo Kubistchek; revelou inúmeras vulnerabilidades e instabilidades, mas ainda, não atingiu o ponto de maturação necessário. A terceira tentativa foi no Governo de Quadros/Goulart, que atingiu todos os objetivos. O País, mergulha num regime que, a meu entender, no geral, trouxe anos de retrocesso.
É importante perceber, nesse momento atual, a similaridade histórica com um passado recente. A história passada pode responder perguntas atuais.
Nesse artigo proposto, o articulista desnuda os interesses internacionais que conflitam o Brasil, esse é o ponto nevrálgico das questões — a eliminação de quaisquer traços de Soberania Nacional .
O Brasil está sob ataque internacional Geopolítico. Existe um arco de alianças internas, é importante frisar isso, que integra, ainda que parcialmente, todos os setores constituintes da Nação Brasileira; objetivando tornar esse País um barco a deriva aos sabores dos mais inconfessáveis interesses internacionais, subtraindo o futuro das novas gerações. Não é um determinado Partido político, mais a conjunção de vários; associados ao aparato Judiciário-Policial; a uma elite empresarial oligopolista e subserviente; setores das FA’s ainda; setores populares robustecidos por organizações espúrias lesivas ao País, que usam como matéria primas o ódio, profunda insatisfação e ignorância. Acrescente ainda, nesse tecido, a mídia e ‘sociedades secretas’ junto com serviços de inteligência externos e porção interna produzindo eventos; todos eles fertilizando e se coadunando em ‘Golpe’ a um regime que ainda jovem, Democrático — já assistimos esse filme antes, na década de 60.
Evidentemente, e isso é um diferencial, há atualmente, mais pessoas que estão sensibilizadas com o momento pelo qual passamos, em todos os atores sociais e históricos que citamos, tornando o ‘Golpe’ mais difícil; o que não quer dizer que não tentarão.
Como o articulista, cita Setores de Inteligência Nacionais que deveriam, discretamente, desarmando, tamanhas armadilhas, longe da mídia, conjurando todos os perigos para a soberania da Nação.
Governo Federal, povo da Nação Brasileira; dois pensamentos: – O preço da liberdade é a eterna vigilância
-E infelizmente, Se vis pacem parabellum (se queres paz prepara guerra).

Responder

FrancoAtirador

05/01/2016 - 21h33

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Amiga de Lula em São Paulo viajou mais de Jatinho às custas dos Paulistas,
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do que o Amigo de Lula em Minas Gerais com Dinheiro do Povo Mineiro.
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https://pbs.twimg.com/media/CX9a9d1W8AAQsqT.jpg

(https://twitter.com/cynaramenezes/status/684365682943913984/photo/1)
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(http://www.viomundo.com.br/denuncias/pt-quer-saber-se-124-voos-de-aecio-ao-rio-buzios-angra-e-florianopolis-configuram-improbidade.html)
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Responder

Mauricio Gomes

05/01/2016 - 20h29

E tem midiota que prefere ver o país ficar para trás apenas para prejudicar o governo e o PT, não entendem que projetos como esses deveriam estar acima de disputas partidárias. Mas exigir pensamento coerente de um coxinha é o mesmo que achar que um porco possa voar, a despeito da segunda hipótese ser mais plausível…

Responder

    José Carlos Vieira Filho

    07/01/2016 - 11h39

    Segura esse boi, proibido voar.

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